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	<title>Palestina Archives - Forbes Portugal</title>
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	<description>A revista de líderes e de empreendedores com maior impacto no mundo dos negócios.</description>
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	<title>Palestina Archives - Forbes Portugal</title>
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		<title>Inês Aires Pereira abandona Commedia a La Carte Fest e assume que Palestina é a razão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Forbes Portugal Staff]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 06 Sep 2026 12:21:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A atriz Inês Aires Pereira anunciou que não vai participar no Commedia a La Carte Fest, em Lisboa, assumindo explicitamente a solidariedade para com a Palestina e recusando “normalizar um genocídio”. Inês Aires Pereira recorda que “um dos nomes” convidados para integrar a programação do novo festival – sem mencionar diretamente Jerry Seinfeld – “defende [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A atriz Inês Aires Pereira anunciou que não vai participar no Commedia a La Carte Fest, em Lisboa, assumindo explicitamente a solidariedade para com a Palestina e recusando “normalizar um genocídio”.</p>
<p>Inês Aires Pereira recorda que “um dos nomes” convidados para integrar a programação do novo festival – sem mencionar diretamente Jerry Seinfeld – “defende insistentemente ideias e atos” que considera “indefensáveis”.</p>
<p>A 1.ª edição do Festival Internacional de Humor de Lisboa Commedia a La Carte Fest vai acontecer entre 29 de outubro e 1 de novembro e tem como cabeça de cartaz o humorista norte-americano Jerry Seinfeld, que tem assumido publicamente o seu apoio a Israel. A estreia do humorista em Portugal &#8211; popularizado pela série televisiva “Seinfeld”, que cocriou e escreveu com Larry David, entre 1989 e 1998 – tem sido alvo de contestação e apelos ao boicote, sobretudo nas redes sociais.</p>
<p>“Não podemos relativizar ou normalizar um genocídio”, vinca Inês Aires Pereira, assumindo a “difícil decisão”, mas adiando o espetáculo para “oportunidades mais felizes”.</p>
<p>A fase mais recente do conflito israelo-palestiniano foi desencadeada pelos ataques do movimento extremista palestiniano Hamas a 7 de outubro de 2023, no sul de Israel, que causaram cerca de 1.200 mortos e mais de duas centenas de reféns. A resposta do governo israelita, apoiado pelos Estados Unidos, já causou, desde então, mais de 73 mil mortes na Faixa de Gaza, segundo dados do governo do enclave palestiniano, considerados fidedignos pelas Nações Unidas.</p>
<p>“Levo muito a sério que tantas pessoas comprem bilhetes para assistir, mas há princípios mais importantes a ter em conta”, justificou Inês Aires Pereira, que iria mostrar o espetáculo “Namasté” a 29 de outubro.</p>
<p>O festival já sofreu três outros cancelamentos, mas dois não foram justificados e o terceiro aludiu apenas implicitamente à causa palestiniana.</p>
<p>Numa publicação na rede social Instagram, a dupla de comediantes Cebola Mol, que junta Eduardo Madeira e Filipe Homem Fonseca, juntaram à sua fotografia a imagem de uma fatia de melancia, fruto-símbolo que partilha as cores com a bandeira da Palestina, para anunciar o cancelamento do seu espetáculo no festival. “Celebraremos justiça, liberdade e alegria numa próxima oportunidade”, disseram.</p>
<p>Já antes, o espetáculo “Tributo Pop”, que juntaria Carolina Deslandes, Tatanka e Bárbara Tinoco, e o concerto do Conjunto Cuca Monga tinham sido cancelados, mas sem justificação.</p>
<p>Na plataforma digital de bilhética BlueTicket é referido que o concerto do Conjunto Cuca Monga foi cancelado “por razões alheias à organização” e o “Tributo Pop” surge apenas cancelado. A Lusa contactou o Conjunto Cuca Monga e Carolina Deslandes, que se escusaram a fazer comentários e tentou ainda contactar Bárbara Tinoco e Tatanka, mas até ao momento sem sucesso.</p>
<p>Além de Seinfeld, o cartaz da 1.ª edição do MEO Commedia a La Carte Fest &#8211; que pretende reunir “o melhor da comédia, teatro, música, performance, ‘storytelling’ e cultura pop” &#8211; inclui espetáculos de Herman José, Clarice Falcão, Matilde Breyner, Pedro Tochas e o quarteto César Mourão, Vasco Palmeirim, Pedro Ribeiro e Vera Fernandes, com “Rebenta a Bolha”. Os espetáculos dividem-se entre o Coliseu dos Recreios, o Campo Pequeno, o Cinema São Jorge e o Capitólio.</p>
<p>O festival, criado pelo grupo de humor de improviso Commedia a La Carte, é coproduzido pela Last Tour e Aquele Abraço.</p>
<p><em>(LUSA)</em></p>
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		<title>Vitória importante para Harvard: rejeitada a ação judicial por antissemitismo movida pela Administração de Trump</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antonio Pequeño IV]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Aug 2026 07:51:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Escola]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma ação judicial contra a Universidade de Harvard, que a acusava de antissemitismo no contexto dos protestos pró-palestinianos de 2024, foi indeferida esta semana, tendo um juiz rejeitado os fundamentos da tentativa da administração de Trump de obter uma indemnização e mudanças nas políticas da universidade. O juiz considerou que os alegados incidentes antissemitas citados [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma ação judicial contra a Universidade de Harvard, que a acusava de antissemitismo no contexto dos protestos pró-palestinianos de 2024, foi indeferida esta semana, tendo um juiz rejeitado os fundamentos da tentativa da administração de Trump de obter uma indemnização e mudanças nas políticas da universidade.</p>
<p>O juiz considerou que os alegados incidentes antissemitas citados na ação judicial da administração de Trump eram &#8220;demasiado isolados e pontuais&#8221; para sustentar a ideia de que Harvard não estava a cumprir o Título VI, uma parte da Lei dos Direitos Civis de 1964 que proíbe a discriminação com base na raça, cor ou origem nacional.</p>
<p>O Departamento de Justiça (DOJ) processou Harvard em março, acusando-a de discriminação contra estudantes judeus e israelitas, alegando especificamente que a universidade se mostrava &#8220;deliberadamente indiferente&#8221; à discriminação no campus e se recusava a aplicar as regras contra estudantes que alegadamente assediavam colegas judeus e israelitas.</p>
<p>O DOJ argumentou, sem sucesso, que ainda poderia reclamar uma indemnização à Universidade de Harvard, mesmo que esta já não estivesse em situação de violação do Título VI, alegando que poderia fazê-lo com base num período de incumprimento que teria constituído uma violação do contrato da universidade com o governo.</p>
<p>Harmeet Dhillon, procuradora-geral adjunta para os Direitos Civis do DOJ, afirmou à Forbes, num e-mail, que o seu gabinete discorda da decisão e está a &#8220;avaliar os próximos passos&#8221;.</p>
<p><strong><em>Texto original <a href="https://www.forbes.com/sites/antoniopequenoiv/2026/08/13/harvard-scores-major-win-as-judge-tosses-trump-administrations-antisemitism-lawsuit/">aqui</a>. Artigo traduzido e editado por <a href="https://www.forbespt.com/author/ritameireles/">Rita Meireles</a>. </em></strong></p>
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		<title>Portugal reconheceu o Estado da Palestina. Saiba quais os países que também acabam de o fazer</title>
		<link>https://www.forbespt.com/portugal-reconheceu-o-estado-da-palestina-saiba-quais-os-paises-que-tambem-acabam-de-o-fazer/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Helena C. Peralta]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Sep 2025 08:54:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Faixa de Gaza]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Decorre hoje, segunda-feira, em Nova Iorque, na sede das Nações Unidas, a Conferência de Alto Nível, organizada pela França e pela Arábia Saudita para promover uma solução para o conflito que opõe Israel e a Palestina. Foi anunciado que, na conferência de hoje, que antecede a semana de alto nível da 80ª Assembleia-Geral das Nações [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Decorre hoje, segunda-feira, em Nova Iorque, na sede das Nações Unidas, a Conferência de Alto Nível, organizada pela França e pela Arábia Saudita para promover uma solução para o conflito que opõe Israel e a Palestina. Foi anunciado que, na conferência de hoje, que antecede a semana de alto nível da 80ª Assembleia-Geral das Nações Unidas, que se inicia amanhã, terça-feira, dez países iriam assinar a Declaração Oficial de Reconhecimento do Estado da Palestina. Portugal, que já anunciou ontem este reconhecimento oficial, é um dos países a assinar o documento, e torna-se o 13.º país da União Europeia a reconhecer o Estado palestiniano.</p>
<p>Além de Portugal e da França, também assinam hoje o documento o Reino Unido, a Austrália, o Canadá, o Luxemburgo, Andorra, Bélgica, Malta e San Marino. Benjamin Netanyahu desloca-se aos Estados Unidos para intervir na 80.ª sessão da Assembleia-Geral das Nações Unidas, estando também previsto um encontro com o Presidente norte-americano e aliado, Donald Trump.</p>
<p>Segundo a agência Lusa, são quase 150 os países reconhecem o Estado palestiniano em todo o mundo, sendo que Reino Unido e Canadá tornaram-se os primeiros do G7 , o grupo das sete maiores economias desenvolvidas do mundo, a fazê-lo. “Hoje, para reavivar a esperança de paz e de uma solução de dois Estados, declaro claramente, como primeiro-ministro deste grande país, que o Reino Unido reconhece oficialmente o Estado da Palestina”, anunciou Keir Starmer, numa declaração através de vídeo publicada nas redes sociais.</p>
<p>O chefe do Governo britânico afirmou ainda que “Perante o crescente horror no Médio Oriente, agimos para manter viva a possibilidade da paz e de uma solução de dois Estados. Isto significa um Israel seguro e protegido ao lado de um Estado palestiniano viável”. Starmer avisou ainda que, “com as ações do Hamas, o Governo israelita a intensificar o conflito e a construção de colonatos a ser acelerada na Cisjordânia, a esperança de uma solução de dois Estados está a desaparecer”. O primeiro-ministro negou que esta decisão seja “uma recompensa” para o movimento islamita palestiniano Hamas, respondendo a críticas do primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, e da líder do Partido Conservador, principal partido da oposição britânica.</p>
<blockquote><p><strong>Para o primeiro-ministro do Reino Unido, “o implacável e crescente bombardeamento de Gaza pelo Governo israelita, a ofensiva das últimas semanas, a fome e a devastação são absolutamente intoleráveis”. </strong></p></blockquote>
<p>“O Hamas é uma organização terrorista brutal. O nosso apelo por uma solução genuína de dois Estados é exatamente o oposto da sua visão odiosa”, defendeu, sublinhando que o Hamas “não pode ter futuro”, nem qualquer “papel no governo ou na segurança” de um futuro Estado da Palestina.O chefe do executivo britânico anunciou que Londres irá “sancionar outras figuras do Hamas nas próximas semanas”. Starmer deplorou ainda a “crise humanitária provocada pelo homem em Gaza”, que “atinge novos níveis”.</p>
<p>Para o primeiro-ministro do Reino Unido, “o implacável e crescente bombardeamento de Gaza pelo Governo israelita, a ofensiva das últimas semanas, a fome e a devastação são absolutamente intoleráveis”. “Esta morte e destruição horrorizam-nos a todos. Tem de acabar”, disse, enquanto instou novamente Israel a levantar as “inaceitáveis restrições” à entrada de ajuda humanitária no enclave palestiniano. Starmer deixou um apelo ao Governo de Benjamin Netanyahu: “Pare com essas táticas cruéis e deixe a ajuda chegar”.</p>
<p>Numa carta publicada no sábado, familiares de reféns ainda mantidos em Gaza condenaram a decisão do Governo britânico de reconhecer o Estado palestiniano, acusando o primeiro-ministro, Keir Starmer, de ter &#8220;complicado drasticamente os esforços” para trazer os respetivos “entes queridos de volta para casa&#8221;.</p>
<h3><strong>Canadá e Austrália também anunciaram ontem o reconhecimento</strong></h3>
<p>Este anúncio por parte do Reino Unido decorreu ontem quase em simultâneo com o anúncio do Canadá e da Austrália. “O Canadá reconhece o Estado da Palestina e oferece a sua parceria na construção da promessa de um futuro pacífico tanto para o Estado da Palestina como para o Estado de Israel”, anunciou, num comunicado, o primeiro-ministro canadiano, Mark Carney. O Governo canadiano admitiu não ter ilusões de que este passo &#8220;é uma panaceia”, mas afirmou-se “firmemente alinhado com os princípios de autodeterminação e direitos humanos fundamentais refletidos na Carta das Nações Unidas e com a política consistente do Canadá há gerações”.</p>
<blockquote><p><strong>Para Camberra, a “organização terrorista Hamas não pode ter qualquer papel na Palestina”.</strong></p></blockquote>
<p>“O reconhecimento do Estado da Palestina, liderado pela Autoridade Palestiniana, fortalece aqueles que buscam a coexistência pacífica e o fim do Hamas”, defendeu Carney, para quem esta decisão “não legitima de forma alguma o terrorismo, nem é uma recompensa por ele” &#8211; respondendo assim a críticas do primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu. O primeiro-ministro canadiano recordou que a Autoridade Palestiniana – atualmente no poder em partes da Cisjordânia – “assumiu compromissos diretos com o Canadá e a comunidade internacional sobre reformas muito necessárias, incluindo a reforma fundamental da sua governação, a realização de eleições gerais em 2026 nas quais o Hamas não possa participar e a desmilitarização do Estado palestiniano”.</p>
<p>No mesmo sentido, o Governo australiano lembrou que “a comunidade internacional estabeleceu requisitos claros para a Autoridade Palestiniana”, cujo Presidente, Mahmud Abbas, “reiterou o reconhecimento do direito de Israel a existir e apresentou garantias diretas à Austrália, incluindo compromissos de realizar eleições democráticas e implementar reformas significativas no financiamento, na governação e na educação”. Para Camberra, a “organização terrorista Hamas não pode ter qualquer papel na Palestina”. “Já está em curso um trabalho crucial em toda a comunidade internacional para desenvolver um plano de paz credível que permita a reconstrução de Gaza, fortaleça a capacidade do Estado da Palestina e garanta a segurança de Israel”, sublinhou o Governo australiano.</p>
<h3><strong>Caminho para a paz justa e duradoura, diz Mahmud Abbas</strong></h3>
<p>O Presidente da Autoridade Palestiniana, Mahmud Abbas, considerou ontem que o reconhecimento do Estado da Palestina pelo Reino Unido é um passo em direção a “uma paz justa e duradoura”. “O Presidente do Estado palestiniano, Mahmud Abbas, saúda o anúncio do reconhecimento pelo Reino Unido do Estado palestiniano independente, afirmando que se trata de um passo importante e necessário para a concretização de uma paz justa e duradoura”, indicou a presidência, num comunicado citado pela agência palestiniana Wafa.</p>
<p>Para Abbas, o reconhecimento &#8220;abrirá o caminho para a implementação da solução de dois Estados&#8221;, que permitiria à Palestina viver &#8220;ao lado do Estado de Israel em segurança, paz e boa vizinhança&#8221;. O líder palestiniano sublinhou que a prioridade atual é alcançar um &#8220;cessar-fogo, a entrada de ajuda humanitária, a libertação de todos os reféns e prisioneiros&#8221;, bem como &#8220;a retirada total israelita da Faixa de Gaza&#8221; e &#8220;o fim da atividade de colonatos e do terrorismo de colonos&#8221;.</p>
<blockquote><p><strong>“Vocês estão a oferecer uma enorme recompensa ao terrorismo. E tenho outra mensagem para vocês: isso não vai acontecer. Nenhum Estado palestiniano será criado a oeste do [rio] Jordão&#8221;, disse ontem Benjamin Netanyahu. </strong></p></blockquote>
<p>Na sequência destes anúncios, Benjamin Netanyahu, primeiro-ministro israelita, disse ontem, num vídeo dirigido aos líderes ocidentais, nomeadamente do Reino Unido, Canadá e Austrália, que tinha uma mensagem clara para os líderes que reconhecem o Estado palestiniano: “Vocês estão a oferecer uma enorme recompensa ao terrorismo. E tenho outra mensagem para vocês: isso não vai acontecer. Nenhum Estado palestiniano será criado a oeste do [rio] Jordão&#8221;, acrescentou. Benjamin Netanyahu afirmou ainda que o seu Governo vai expandir a colonização judaica na Cisjordânia ocupada, em resposta ao reconhecimento de um Estado palestiniano por parte de países ocidentais.</p>
<p>“Durante anos, impedi a criação desse Estado terrorista, apesar das enormes pressões, tanto dentro do país como internacionalmente”, disse Netanyahu, referindo: “Fizemo-lo com determinação e sabedoria política&#8221;. “Duplicámos os colonatos judeus na Judeia e Samaria [como Israel designa a Cisjordânia] e continuaremos nesse caminho”, acrescentou.</p>
<p><strong><em>(Com Lusa)</em></strong></p>
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		<title>“É absolutamente urgente fazer esta missão”: Mariana Mortágua, Miguel Duarte e Sofia Aparício integram Flotilha Humanitária a Gaza</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rita Meireles]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 Aug 2025 12:05:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Ajuda]]></category>
		<category><![CDATA[Gaza]]></category>
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		<category><![CDATA[política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ainda que nos últimos tempos o tema tenha estado mais presente, nada do que está a acontecer neste entre Israel e a Palestina é uma novo. O conflito entre ambos conta com mais de um século de história, sendo que a atual guerra entre Israel e o Hamas se trata de mais um capítulo. O [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Ainda que nos últimos tempos o tema tenha estado mais presente, nada do que está a acontecer neste entre Israel e a Palestina é uma novo. O conflito entre ambos conta com mais de um século de história, sendo que a atual guerra entre Israel e o Hamas se trata de mais um capítulo. O capítulo que levou a uma situação extrema na Faixa de Gaza.</p>
<p>Gaza é uma faixa de terra cercada por Israel, Egito e o Mar Mediterrâneo. Tem 41 km de comprimento e 10 km de largura. Lar de cerca de 2,1 milhões de pessoas, antes da guerra era um dos lugares mais densamente povoados do planeta.</p>
<p>A 7 de outubro de 2023, combatentes do Hamas lançaram um ataque a partir de Gaza, matando cerca de 1.200 pessoas em Israel e fazendo 251 reféns. Isso desencadeou uma ofensiva militar israelita em grande escala, por terra, mar e ar. Mais de 60 mil pessoas já perderam a vida desde o início do conflito.</p>
<p>Na semana passada, em consequência de tudo isto, a Organização das Nações Unidas (ONU) declarou oficialmente a situação de fome na Faixa de Gaza pela primeira vez. António Guterres, secretário-geral da ONU, afirmou mesmo que esta realidade é um “desastre feito pelo homem”, referindo-se à atuação de Israel no local, e se trata de um “falhanço da Humanidade”.</p>
<p>É que a ajuda humanitária continua a não chegar a Gaza. A embarcação onde seguia a ativista sueca Greta Thunberg é um dos exemplos disso mesmo, uma vez que o grupo foi impedido de entrar em Gaza e deixar os bens de primeira necessidade que levavam a bordo. Mesmo com todas as atenções voltadas para a viagem. Este ano houve uma embarcação que foi bombardeada por dois drones, no passado uma outra viu um barco ser arremessado contra ela e houve ainda outra que foi atacada por soldados israelitas, o que levou à morte de 10 dos tripulantes.</p>
<p>Mas há quem não desista e no próximo domingo seguirá uma nova flotilha humanitária internacional com destino a Gaza. A maior até hoje. E desta vez contará com três portugueses a bordo: a atriz Sofia Aparício, o ativista Miguel Duarte e a deputada e líder do Bloco de Esquerda Mariana Mortágua.</p>
<p>“A Mariana Mortágua foi contactada pela Global Sumud Flotilla, assim como muitas outras pessoas, deputados e figuras públicas em geral, para fazerem parte desta missão. E ela lembrou-se de outras pessoas, entre os quais eu e a Sofia Aparício”, conta Miguel Duarte à Forbes. “Estou com confiança de que chegaremos a Gaza e a razão é que nunca houve uma flotilha tão grande. Só de Barcelona vão sair mais de 30 barcos, vão sair dezenas de barcos de vários portos no Mediterrâneo. Dezenas de barcos, centenas de pessoas de mais de 40 países. Esta flotilha é tão grande que o número de barcos, bem como o número de pessoas, é maior do que todas as outras flotilhas combinadas. Portanto, a atenção sobre isto será grande. E esperamos que haja mobilização de muita gente nos países europeus para fazer pressão para que Israel não faça o mesmo que fez nas outras flotilhas, quer seja capturar-nos e levar-nos para Israel ilegalmente ou atacar-nos como já fez. Penso que quantos mais olhos houver sobre nós e sobre Gaza, mais improvável é que isso aconteça”.</p>
<h3>Levar ajuda humanitária a Gaza</h3>
<p>“Só uma pessoa inconsciente é que tomaria esta decisão de ânimo leve”, explica Sofia à Forbes, falando do momento em que decidiu integrar a missão. Mas a determinada altura, o que se torna mais difícil é dizer que não. “Conseguindo organizar a minha vida profissional e pessoal, não poderia não vir. Ser-me dada a oportunidade de fazer alguma coisa, mesmo que seja uma micropartícula no oceano, eu não ficaria bem com a minha consciência se não viesse. Para mim é assustador, dá-me muito medo o que o mundo inteiro deixa acontecer há décadas e está a deixar acontecer agora em Gaza. É desumano e se nós continuamos a deixar que um qualquer Estado continue a sair impune com todos os crimes que comete, enquanto humanidade estamos todos em perigo”.</p>
<p>E Miguel partilha do mesmo sentimento. Apesar de não ser uma decisão fácil de se tomar, quando se olha para aquela que é a realidade das pessoas que estão em Gaza, torna-se necessário fazer alguma coisa. “É necessário chamar a atenção para este tema, trazer ajuda humanitária às pessoas de Gaza e utilizar a plataforma a que temos acesso e que temos o privilégio de ter para passar a mensagem de que este genocídio é inaceitável, de que a fome imposta às pessoas de Gaza pelas forças israelitas é inaceitável, que a ocupação é inaceitável, que o <em>apartheid</em> é inaceitável. É absolutamente urgente fazer esta missão”, afirma. Missão essa que, segundo o próprio destaca, é apenas mais um passo num movimento que luta há anos e tem os próprios palestinianos na frente de combate.</p>
<p>A bordo levam bens de primeira necessidade, como água, alimentos e medicamentos. O objetivo é conseguir entregá-los a quem mais precisa e, por isso, esperam também conseguir abrir um corredor humanitário. “Fazer com que fique um canal aberto para mais ajuda poder entrar em Gaza. Sabemos que é muito difícil concretizar o nosso objetivo, mas também sabemos que ficar sentado no sofá não faz nada, portanto temos de tentar”, diz Sofia.</p>
<h3>O papel de Portugal</h3>
<p>Numa altura em que todo o tipo de informação circula, o grupo de portugueses deixa clara a mensagem que espera que esta missão passe a todos os cidadãos. “É uma mensagem de esperança, de resistência e de que se os nossos governos não fazem nada, nós, enquanto pessoas comuns, temos que nos organizar em resistência civil e temos que nos proteger uns aos outros, aos mais próximos e aos que estão mais longe também”, diz Sofia.</p>
<p>E sim, a mensagem é também para o governo português. E Miguel divide-a em dois níveis. “O primeiro nível, mais restrito à nossa missão em particular, eu acho que o governo português tem a responsabilidade moral de pôr em prática todos os esforços diplomáticos para garantir que esta ajuda humanitária consegue chegar a Gaza em segurança”, afirma.</p>
<p>E neste ponto Mariana Mortágua poderia ser um trunfo, uma vez que, como a própria afirmou em conferência de imprensa, o facto de ser deputada faria como que tivesse uma “proteção diplomática” que seria “útil a esta missão”. Só que Paulo Rangel, ministro dos negócios estrangeiros, afirmou em entrevista ao Observador que o governo não terá essa obrigação de garantir a proteção da flotilha. Porquê? Segundo o próprio, por ser uma iniciativa autónoma.</p>
<p>Mas a mensagem para a esfera política não termina aqui. “Seria de esperar que o governo português cortasse relações diplomáticas e comerciais com o exército israelita. Na verdade, isto não é um problema deste governo, é um problema de sucessivos governos portugueses. O mínimo de decência seria estas relações serem cortadas e que sanções fossem aplicadas a Israel. Por outro lado, também é preciso dizer que as forças armadas portuguesas têm acordos absolutamente vergonhosos com empresas de armamento israelitas, empresas essas cujo armamento está, neste momento, a conduzir o massacre em Gaza. O mínimo de decência implicaria que estes acordos acabassem imediatamente”, conclui Miguel.</p>
<p>The post <a href="https://www.forbespt.com/e-absolutamente-urgente-fazer-esta-missao-mariana-mortagua-miguel-duarte-e-sofia-aparicio-integram-flotilha-humanitaria-a-gaza/">“É absolutamente urgente fazer esta missão”: Mariana Mortágua, Miguel Duarte e Sofia Aparício integram Flotilha Humanitária a Gaza</a> appeared first on <a href="https://www.forbespt.com">Forbes Portugal</a>.</p>
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		<title>Salah critica UEFA por ocultar como foi morto &#8220;Pelé palestiniano&#8221;</title>
		<link>https://www.forbespt.com/salah-critica-uefa-por-ocultar-como-foi-morto-pele-palestiniano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forbes Staff]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Aug 2025 06:17:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sports Money]]></category>
		<category><![CDATA[Desporto]]></category>
		<category><![CDATA[Futebol]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra]]></category>
		<category><![CDATA[Palestina]]></category>
		<category><![CDATA[protesto]]></category>
		<category><![CDATA[UEFA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O avançado egípcio do Liverpool, Mohamed Salah, criticou a UEFA por homenagear o “Pelé palestiniano” Suleiman al-Obeid sem mencionar que foi morto, segundo a federação palestiniana, por tiros israelitas durante uma distribuição de ajuda humanitária em Gaza. O ex-jogador palestiniano foi morto na quarta-feira “na sequência de disparos da ocupação israelita que visavam pessoas que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O avançado egípcio do Liverpool, Mohamed Salah, criticou a UEFA por homenagear o “Pelé palestiniano” Suleiman al-Obeid sem mencionar que foi morto, segundo a federação palestiniana, por tiros israelitas durante uma distribuição de ajuda humanitária em Gaza.</p>
<p>O ex-jogador palestiniano foi morto na quarta-feira “na sequência de disparos da ocupação israelita que visavam pessoas que aguardavam ajuda humanitária no sul da Faixa de Gaza”, anunciou a Associação Palestiniana de Futebol no seu <em>website</em>.</p>
<p>A UEFA reagiu publicando na rede social X: “Adeus a Suleiman al-Obeid, o ‘Pelé palestiniano’. Um talento que deu esperança a um número incontável de crianças, mesmo nos períodos mais sombrios”.</p>
<p>“Pode dizer-nos como morreu, onde e porquê?”, respondeu o avançado egípcio na mesma plataforma.</p>
<p>Em outubro de 2023, a estrela do futebol egípcio e do Liverpool pediu que a ajuda humanitária fosse autorizada a entrar em Gaza, apelando ao fim dos “massacres” no conflito entre Israel e o Hamas.</p>
<p>Suleiman al-Obeid, que disputou 24 jogos internacionais pela seleção palestiniana e marcou mais de 100 golos ao longo da sua carreira, tinha 41 anos e era pai de cinco filhos, de acordo com a federação palestiniana de futebol.</p>
<p>A sua morte eleva, segundo a mesma fonte, para 321 o número de membros seus mortos na guerra desencadeada pelo ataque do Hamas contra Israel em 07 de outubro de 2023.</p>
<p>Mohamed Salah, eleito em maio o melhor jogador da temporada da Premier League pela segunda vez na carreira, deve ser convocado para a primeira partida oficial da temporada do Liverpool, no Community Shield, no próximo dia 17, contra o Crystal Palace.</p>
<p><em>(LUSA)</em></p>
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		<title>Slogan &#8216;All Eyes On Rafah&#8217; espalha-se pelas redes sociais: Qual a sua origem?</title>
		<link>https://www.forbespt.com/slogan-all-eyes-on-rafah-espalha-se-pelas-redes-sociais-qual-a-sua-origem/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rita Meireles]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Jun 2024 09:08:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Palestina]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Numa altura em que as tropas israelitas continuam a avançar com uma ofensiva terrestre contra a cidade de Rafah, na Faixa de Gaza, uma campanha com meses de existência, sob o lema &#8216;All Eyes On Rafah&#8217; (todos os olhos em Rafah), ganhou força, sobretudo na Europa Ocidental, na Austrália e na Índia, como um apelo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Numa altura em que as tropas israelitas continuam a avançar com uma ofensiva terrestre contra a cidade de Rafah, na Faixa de Gaza, uma campanha com meses de existência, sob o lema &#8216;All Eyes On Rafah&#8217; (todos os olhos em Rafah), ganhou força, sobretudo na Europa Ocidental, na Austrália e na Índia, como um apelo à sensibilização de ativistas e grupos humanitários para a guerra em curso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O slogan parece ter tido origem num comentário de Rick Peeperkorn, diretor do Gabinete da Organização Mundial de Saúde para os Territórios Palestinianos Ocupados, que em fevereiro afirmou que “todos os olhos estão postos em Rafah”, dias depois de o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, ter ordenado a criação de um plano de evacuação para a cidade antes dos ataques planeados para eliminar o que Netanyahu afirma serem os últimos redutos do grupo militante Hamas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A frase pretende ser um pedido para que as pessoas não desviem o olhar do que está a acontecer na cidade de Rafah, onde cerca de 1,4 milhões de pessoas estão abrigadas depois de terem fugido dos violentos combates noutros locais de Gaza, ao mesmo tempo que Israel continua a sua ofensiva apesar da grande população civil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Organizações e grupos de pressão como a Save the Children, a Oxfam, a Americans for Justice in Palestine Action, a Jewish Voice for Peace e a Palestine Solidarity Campaign repetiram o slogan, que tem sido utilizado como grito de guerra em protestos em Paris, Londres, Países Baixos, Nova Iorque, Los Angeles e outros locais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Várias celebridades indianas, incluindo os actores Varun Dhawan, Aly Goni, Samantha Ruth Prabhu e Tripti Dimri, publicaram nas suas histórias do Instagram imagens com &#8216;All Eyes on Rafah&#8217;, e outras celebridades que se manifestaram incluem o jogador de críquete australiano Travis Head, a cantora britânica Leigh-Anne Pinnock, a modelo Bella Hadid e as atrizes Saoirse-Monica Jackson e Susan Sarandon.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os vídeos mais populares no TikTok são os do cantor pop palestiniano americano Zach Matari, cujos posts com o slogan acumularam milhões de visualizações este mês. Outros criadores pró-palestinianos, como Lubna Alhilo, Liz Kuhn e Reema Bassoumi, também são responsáveis por alguns dos vídeos mais populares.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>(Com Forbes Internacional/Mary Whitfill Roeloffs)</em></p>
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		<title>Slogan &#8216;All Eyes On Rafah&#8217; espalha-se pelas redes sociais: Qual a sua origem?</title>
		<link>https://www.forbespt.com/slogan-all-eyes-on-rafah-espalha-se-pelas-redes-sociais-qual-a-sua-origem-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rita Meireles]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Jun 2024 09:08:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Palestina]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Numa altura em que as tropas israelitas continuam a avançar com uma ofensiva terrestre contra a cidade de Rafah, na Faixa de Gaza, uma campanha com meses de existência, sob o lema &#8216;All Eyes On Rafah&#8217; (todos os olhos em Rafah), ganhou força, sobretudo na Europa Ocidental, na Austrália e na Índia, como um apelo [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Numa altura em que as tropas israelitas continuam a avançar com uma ofensiva terrestre contra a cidade de Rafah, na Faixa de Gaza, uma campanha com meses de existência, sob o lema &#8216;All Eyes On Rafah&#8217; (todos os olhos em Rafah), ganhou força, sobretudo na Europa Ocidental, na Austrália e na Índia, como um apelo à sensibilização de ativistas e grupos humanitários para a guerra em curso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O slogan parece ter tido origem num comentário de Rick Peeperkorn, diretor do Gabinete da Organização Mundial de Saúde para os Territórios Palestinianos Ocupados, que em fevereiro afirmou que “todos os olhos estão postos em Rafah”, dias depois de o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, ter ordenado a criação de um plano de evacuação para a cidade antes dos ataques planeados para eliminar o que Netanyahu afirma serem os últimos redutos do grupo militante Hamas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A frase pretende ser um pedido para que as pessoas não desviem o olhar do que está a acontecer na cidade de Rafah, onde cerca de 1,4 milhões de pessoas estão abrigadas depois de terem fugido dos violentos combates noutros locais de Gaza, ao mesmo tempo que Israel continua a sua ofensiva apesar da grande população civil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Organizações e grupos de pressão como a Save the Children, a Oxfam, a Americans for Justice in Palestine Action, a Jewish Voice for Peace e a Palestine Solidarity Campaign repetiram o slogan, que tem sido utilizado como grito de guerra em protestos em Paris, Londres, Países Baixos, Nova Iorque, Los Angeles e outros locais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Várias celebridades indianas, incluindo os actores Varun Dhawan, Aly Goni, Samantha Ruth Prabhu e Tripti Dimri, publicaram nas suas histórias do Instagram imagens com &#8216;All Eyes on Rafah&#8217;, e outras celebridades que se manifestaram incluem o jogador de críquete australiano Travis Head, a cantora britânica Leigh-Anne Pinnock, a modelo Bella Hadid e as atrizes Saoirse-Monica Jackson e Susan Sarandon.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os vídeos mais populares no TikTok são os do cantor pop palestiniano americano Zach Matari, cujos posts com o slogan acumularam milhões de visualizações este mês. Outros criadores pró-palestinianos, como Lubna Alhilo, Liz Kuhn e Reema Bassoumi, também são responsáveis por alguns dos vídeos mais populares.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>(Com Forbes Internacional/Mary Whitfill Roeloffs)</em></p>
<p>The post <a href="https://www.forbespt.com/slogan-all-eyes-on-rafah-espalha-se-pelas-redes-sociais-qual-a-sua-origem-2/">Slogan &#8216;All Eyes On Rafah&#8217; espalha-se pelas redes sociais: Qual a sua origem?</a> appeared first on <a href="https://www.forbespt.com">Forbes Portugal</a>.</p>
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