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	<title>Negócios - Forbes Portugal</title>
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	<description>A revista de líderes e de empreendedores com maior impacto no mundo dos negócios.</description>
	<lastBuildDate>Mon, 10 Aug 2026 15:31:38 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Negócios - Forbes Portugal</title>
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	<item>
		<title>O paradoxo da segurança: Como a aversão ao risco estagna o futuro financeiro das famílias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sérgio Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 09:08:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Investimento]]></category>
		<category><![CDATA[negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A cultura financeira portuguesa foi historicamente moldada por um profundo desejo de previsibilidade. Durante gerações, a máxima da prudência ditou que o capital seguro é aquele que não oscila. No entanto, no ecossistema económico atual, a busca obstinada pela ausência de volatilidade transformou-se no maior risco passivo que as famílias podem assumir. O verdadeiro paradoxo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 500;">A cultura financeira portuguesa foi historicamente moldada por um profundo desejo de previsibilidade. Durante gerações, a máxima da prudência ditou que o capital seguro é aquele que não oscila. No entanto, no ecossistema económico atual, a busca obstinada pela ausência de volatilidade transformou-se no maior risco passivo que as famílias podem assumir. O verdadeiro paradoxo da segurança reside aqui: ao tentar evitar o risco de flutuação no curto prazo, garante-se matematicamente a perda de poder de compra no longo prazo.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 500;">A falsa proteção do capital nominal</span></h3>
<p><span style="font-weight: 500;">O conceito tradicional de segurança financeira em Portugal apoia-se fortemente em instrumentos de capital garantido. Embora estes produtos ofereçam a tranquilidade psicológica de nunca ver o saldo nominal diminuir, ignoram o impacto destruidor da inflação. Quando a taxa de inflação suplanta o rendimento líquido dos depósitos, o valor real do capital está em permanente erosão.</span></p>
<p><span style="font-weight: 500;">Trata-se de uma ilusão ótica financeira: o aforrador vê o mesmo número no extrato bancário, ou até um número superior, mas esse mesmo número compra substancialmente menos bens e serviços a cada ano que passa. A aversão ao risco, levada ao extremo, deixa de ser um mecanismo de defesa e passa a ser uma estratégia de empobrecimento lento e silencioso.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 500;">Perceção humana vs. Realidade matemática</span></h3>
<p><span style="font-weight: 500;">A economia comportamental explica que a dor de uma perda é psicologicamente mais intensa do que o prazer de um ganho equivalente. É esta assimetria emocional que leva muitos investidores a confundirem </span><i><span style="font-weight: 500;">volatilidade</span></i><span style="font-weight: 500;"> com </span><i><span style="font-weight: 500;">perda permanente de capital</span></i><span style="font-weight: 500;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 500;">A volatilidade é o movimento natural de oscilação dos preços no mercado a curto prazo. É o preço a pagar pela liquidez e pelo potencial de valorização superior no longo prazo. Por outro lado a perda permanente ocorre quando se vende um ativo desvalorizado por impulso ou quando o poder de compra é consumido de forma irreversível pela inflação.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 500;">Análise estrutural: A inércia da poupança em Portugal</span></h3>
<p><span style="font-weight: 500;">Os dados do consumo e aforro mostram uma concentração desproporcional de património em ativos líquidos e de baixo rendimento, em contraste com economias onde a literacia financeira promove uma alocação mais equilibrada entre liquidez, rendimento fixo e capital de crescimento.</span></p>
<table style="width: 84.7507%; height: 336px;">
<thead>
<tr style="background-color: #c2c9eb;">
<th style="height: 96px;"><strong>Atitude perante o risco</strong></th>
<th style="height: 96px;"><strong>Instrumentos predominantes</strong></th>
<th style="height: 96px;"><strong>Efeito no longo prazo (15+ Anos)</strong></p>
<p><span style="font-weight: 500;"> </span></th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr style="background-color: #9daaeb;">
<td style="height: 80px;"><span style="font-weight: 500;">Aversão Total (Paralisia)</span></td>
<td style="height: 80px;"><span style="font-weight: 500;">Depósitos à ordem, Depósitos a prazo sem rendimento real</span></td>
<td style="height: 80px;"><span style="font-weight: 500;">Perda acentuada do poder de compra real acumulado.</span></td>
</tr>
<tr style="height: 80px; background-color: #c2caed;">
<td style="height: 80px;"><span style="font-weight: 500;">Conservadorismo Moderado</span></td>
<td style="height: 80px;"><span style="font-weight: 500;">Certificados de Aforro, Obrigações de dívida soberana</span></td>
<td style="height: 80px;"><span style="font-weight: 500;">Preservação parcial do capital, com fraca capacidade de criação de riqueza.</span></td>
</tr>
<tr style="height: 80px; background-color: #9daaeb;">
<td style="height: 80px;"><span style="font-weight: 500;">Gestão Agressiva / Consciente</span></td>
<td style="height: 80px;"><span style="font-weight: 500;">Carteira diversificada globais (ETFs, Ações, Imobiliário)</span></td>
<td style="height: 80px;"><span style="font-weight: 500;">Crescimento composto do património substancialmente acima da inflação.</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h3><span style="font-weight: 500;">Como transitar da proteção cega para a gestão inteligente</span></h3>
<p><span style="font-weight: 500;">Superar a aversão ao risco não significa adotar comportamentos de especulação inconsequente. Pelo contrário, trata-se de construir uma estratégia fundamentada e disciplinada:</span></p>
<p><span style="font-weight: 500;">Em primeiro lugar, é fundamental a construção do Fundo de Emergência. Garantir alguns meses de despesas fixas em produtos financeiros de elevada liquidez e capital garantido, é a verdadeira almofada de segurança psicológica.</span></p>
<p><span style="font-weight: 500;">De seguida, devemos sempre equiparar o prazo do investimento com a sua volatilidade inerente. O dinheiro necessário a curto prazo, máximo 2 ou 3 anos, deve manter-se protegido; o capital destinado a projetos daqui a 10, 15 ou 20 anos deve estar exposto a ativos de crescimento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 500;">Por último, aplicar a estratégia Dollar-Cost Averaging (DCA), o que significa investir montantes fixos de forma regular para atenuar o impacto da volatilidade e eliminar a tentação irracional de tentar adivinhar o momento certo do mercado.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Portugal tem mais de 3.200 casas de ultraluxo à venda. Quase metade está em Lisboa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paulo Marmé]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Aug 2026 15:35:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imobiliário]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Luxo]]></category>
		<category><![CDATA[negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O mercado residencial de ultraluxo em Portugal conta com mais de 3.200 casas anunciadas por valores superiores a três milhões de euros. Lisboa concentra quase metade desta oferta, seguida de Faro e Setúbal, segundo dados do portal Idealista recolhidos a 1 de agosto de 2026. É um retrato de um mercado imobiliário de luxo fortemente concentrado [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">O mercado residencial de ultraluxo em Portugal conta com mais de 3.200 casas anunciadas por valores superiores a três milhões de euros. Lisboa concentra quase metade desta oferta, seguida de Faro e Setúbal, segundo dados do portal Idealista recolhidos a 1 de agosto de 2026. É um retrato de um mercado imobiliário de luxo fortemente concentrado nos principais destinos residenciais e turísticos do país. Dos 3.267 anúncios de imóveis acima dos três milhões de euros identificados pelo idealista, 1.538 encontram-se no distrito de Lisboa, o equivalente a 47,1% do total nacional.</p>
<p class="isSelectedEnd">Faro surge em segundo lugar, com 1.095 imóveis nesta faixa de preço, correspondentes a 33,6% da oferta. Juntos, Lisboa e Faro representam mais de 80% das casas de ultraluxo anunciadas em Portugal.</p>
<p class="isSelectedEnd">Setúbal ocupa a terceira posição, com 309 propriedades acima dos três milhões de euros, ou 9,5% do total. Seguem-se o Porto, com 149 anúncios (4,6%), e a Madeira, com 90 (2,8%).</p>
<p><iframe id="datawrapper-chart-soqx8" style="width: 0; min-width: 100% !important; border: none;" title="Casas à venda de ultraluxo em Portugal" src="https://datawrapper.dwcdn.net/soqx8/2/" height="771" frameborder="0" scrolling="no" aria-label="Table" data-external="1"></iframe><script type="text/javascript">(function(){function e(){window.addEventListener(`message`,function(e){if(e.data[`datawrapper-height`]!==void 0){var t=document.querySelectorAll(`iframe`);for(var n in e.data[`datawrapper-height`])for(var r=0,i;i=t[r];r++)if(i.contentWindow===e.source){var a=e.data[`datawrapper-height`][n]+`px`;i.style.height=a}}})}e()})();</script></p>
<p class="isSelectedEnd">A partir daqui, a oferta torna-se residual, de acordo com este levantamento. Braga conta com 13 anúncios, Aveiro com 12 e Portalegre também com 12. Beja apresenta 10 imóveis, enquanto Évora, Leiria e Santarém têm seis cada. Coimbra e Viana do Castelo registam cinco anúncios. No extremo oposto, Guarda surge com apenas um imóvel acima dos três milhões de euros, segundo esta análise. Em Bragança, Castelo Branco e Vila Real não havia qualquer anúncio nesta categoria à data da análise. Também várias ilhas não apresentavam oferta de casas acima deste patamar de preço.</p>
<h3>Lisboa domina o ultraluxo</h3>
<p class="isSelectedEnd">Segundo as contas do Idealista, Portugal tinha, no início de agosto, mais de 19.000 casas anunciadas por mais de um milhão de euros. O distrito de Lisboa representava 40,6% desse universo, seguido por Faro, com 26,5%, e Porto, com 12,9%. Setúbal representava 7,5% e a Madeira 5,8%. Ou seja, Lisboa, Faro e Porto concentravam, em conjunto, cerca de 80% das casas anunciadas acima de um milhão de euros.</p>
<blockquote><p>Lisboa e Faro sozinhas reúnem mais de quatro quintos dos anúncios de ultraluxo identificados pelo Idealista.</p></blockquote>
<p class="isSelectedEnd">Quando o preço mínimo sobe para três milhões, contudo, o mapa altera-se ligeiramente: Setúbal ganha peso e ultrapassa o Porto, enquanto Lisboa e Faro reforçam ainda mais a sua posição dominante. A explicação está, em boa medida, na concentração de alguns dos mercados imobiliários mais valorizados do país: Lisboa e os seus principais eixos residenciais, o Algarve e as zonas costeiras de maior procura, bem como territórios de Setúbal que beneficiam da proximidade da capital e de uma oferta residencial de elevado padrão.</p>
<h3>O mercado que não aparece nos anúncios</h3>
<p class="isSelectedEnd">Há, no entanto, uma ressalva importante na leitura destes números. Os dados do Idealista contabilizam anúncios publicados na plataforma, e não o universo total de propriedades de ultraluxo existentes ou disponíveis para venda em Portugal. Isto significa que o mercado real de casas acima dos três milhões de euros é necessariamente mais difícil de quantificar.</p>
<p class="isSelectedEnd">No segmento mais elevado do imobiliário, uma parte das propriedades pode nem sequer chegar ao circuito normal de anúncios. Villas, quintas, propriedades históricas ou grandes residências podem ser comercializadas através de redes privadas de consultores imobiliários, contactos diretos com potenciais compradores, family offices ou estruturas especializadas em clientes de elevado património. Em alguns casos, os proprietários preferem mesmo preservar a confidencialidade da venda e evitar a exposição pública da propriedade, do preço ou das suas características.</p>
<p class="isSelectedEnd">Por isso, os mais de 3.200 anúncios identificados pelo idealista devem ser entendidos como uma fotografia da oferta pública de ultraluxo, e não como um inventário completo do mercado português. O universo efetivo de propriedades disponíveis — e sobretudo o valor total envolvido — poderá ser significativamente superior.</p>
<p class="isSelectedEnd">Esta diferença é particularmente relevante no topo do mercado. Quanto maior é o valor de uma propriedade, mais frequente pode ser a utilização de canais de comercialização discretos e dirigidos a compradores específicos, em vez de uma colocação aberta em plataformas imobiliárias.</p>
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		<title>Imposto sobre &#8216;trusts&#8217; no exterior leva milionários chineses a ponderar vender ativos</title>
		<link>https://www.forbespt.com/imposto-sobre-trusts-no-exterior-leva-milionarios-chineses-a-ponderar-vender-ativos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forbes Portugal Staff]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Aug 2026 13:09:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[china]]></category>
		<category><![CDATA[Fortunas chinesas]]></category>
		<category><![CDATA[Impostos]]></category>
		<category><![CDATA[milionários]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As grandes fortunas chinesas estão a recorrer a advogados, bancos privados e gestores de património e ponderam vender ativos para pagar o novo imposto sobre estruturas fiduciárias (&#8216;trusts&#8217;) no estrangeiro, segundo especialistas citados pela cadeia norte-americana CNBC. A entrada em vigor das novas regras fiscais, anunciadas no final de julho, desencadeou uma corrida entre famílias [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As grandes fortunas chinesas estão a recorrer a advogados, bancos privados e gestores de património e ponderam vender ativos para pagar o novo imposto sobre estruturas fiduciárias (&#8216;trusts&#8217;) no estrangeiro, segundo especialistas citados pela cadeia norte-americana CNBC. A entrada em vigor das novas regras fiscais, anunciadas no final de julho, desencadeou uma corrida entre famílias chinesas com património no exterior para apurar o montante do imposto devido e reunir liquidez antes do prazo de regularização, fixado em 22 de outubro.</p>
<p class="text-paragraph">&#8220;Muitos clientes, administradores fiduciários e consultores continuam em estado de choque&#8221;, afirmou Clifford Ng, sócio da sociedade de advogados Zhong Lun, em Hong Kong. Kia Meng Loh, diretor de operações e sócio sénior da sociedade Dentons Rodyk, em Singapura, afirmou que os pedidos de esclarecimento dispararam nos últimos dias, com clientes a tentarem perceber se são abrangidos pelas novas regras, qual será o montante do imposto e de que forma poderão liquidá-lo dentro do prazo. &#8220;Este é um momento decisivo para o planeamento patrimonial das fortunas ligadas à China&#8221;, afirmou.</p>
<p class="text-paragraph">Segundo os especialistas, muitas famílias estão já a ponderar vender ativos, recorrer a financiamento ou solicitar pagamentos faseados para cumprir as novas obrigações fiscais. Ryan Lin, diretor da sociedade Bayfront Law, em Singapura, afirmou que a maioria dos seus clientes tenciona alienar parte da carteira de investimentos para pagar o imposto, sobretudo ações cotadas em Hong Kong e nas bolsas chinesas, por serem os ativos mais líquidos.</p>
<blockquote><p><strong>A revisão fiscal surge numa altura em que Pequim procura reforçar as receitas públicas, depois da forte quebra das receitas provenientes da venda de terrenos, uma das principais fontes de financiamento dos governos locais.</strong></p></blockquote>
<p class="text-paragraph">As novas regras, divulgadas em 24 de julho pelo ministério das Finanças e pela Administração Tributária da China, clarificam pela primeira vez a tributação das estruturas fiduciárias (&#8216;trusts&#8217;) constituídas no estrangeiro por residentes fiscais chineses. A regulamentação prevê uma taxa de 20% em praticamente todas as fases do ciclo de vida destas estruturas e obriga à declaração e pagamento do imposto relativo a ativos transferidos para esses veículos desde o início de 2023.</p>
<p class="text-paragraph">Segundo a CNBC, os ativos detidos através de estruturas fiduciárias em Hong Kong ascendiam a 5,2 biliões de dólares de Hong Kong (cerca de 578 mil milhões de euros) em 2023, citando um relatório da KPMG e da Associação de Administradores Fiduciários de Hong Kong. A revisão fiscal surge numa altura em que Pequim procura reforçar as receitas públicas, depois da forte quebra das receitas provenientes da venda de terrenos, uma das principais fontes de financiamento dos governos locais.</p>
<p class="text-paragraph">As autoridades fiscais das cidades de Xangai e Shenzhen e da província de Jiangsu já tinham começado a aplicar uma taxa de 20% sobre algumas estruturas fiduciárias no estrangeiro antes da publicação das novas regras, enquanto a receita do imposto sobre o rendimento das pessoas singulares aumentou 13,1% no primeiro semestre deste ano. Os analistas admitem que as novas exigências possam provocar vendas de ações por parte de alguns empresários chineses.</p>
<blockquote><p><strong>Os especialistas sublinham ainda que cidadãos chineses com residência ou nacionalidade estrangeira poderão continuar sujeitos ao imposto caso os seus principais interesses económicos permaneçam na China. </strong></p></blockquote>
<p class="text-paragraph">O economista da Citigroup Xiangrong Yu considerou que o prazo de 90 dias poderá conduzir a vendas &#8220;forçadas ou preventivas&#8221; de participações empresariais para financiar o pagamento do imposto. Contudo, outros especialistas consideram improvável uma correção prolongada dos mercados. Edith Qian, estratega da CGS International, salientou que muitas das grandes empresas chinesas cotadas foram admitidas em bolsa antes do período abrangido pelas novas regras, enquanto Dominic Chiu, da Eurasia Group, prevê apenas uma pressão vendedora &#8220;pontual&#8221;.</p>
<p class="text-paragraph">Os especialistas sublinham ainda que cidadãos chineses com residência ou nacionalidade estrangeira poderão continuar sujeitos ao imposto caso os seus principais interesses económicos permaneçam na China. Michael Olesnicky, consultor da Baker McKenzie, considerou que as estruturas fiduciárias continuarão a ser úteis para proteção patrimonial e planeamento sucessório, mas deixarão de constituir um instrumento eficaz de planeamento fiscal.</p>
<p><strong>(Lusa) </strong></p>
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		<item>
		<title>Turismo de Luxo: Hyatt Hotels chega à Comporta com dois novos projectos hoteleiros</title>
		<link>https://www.forbespt.com/turismo-de-luxo-hyatt-hotels-chega-a-comporta-com-dois-novos-projectos-hoteleiros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Helena C. Peralta]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Aug 2026 17:33:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imobiliário]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Comporta]]></category>
		<category><![CDATA[Hotéis de Luxo]]></category>
		<category><![CDATA[hotelaria]]></category>
		<category><![CDATA[Investimento]]></category>
		<category><![CDATA[Park Hyatt]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A marca de hotéis de luxo Park Hyatt vai estrear-se na Península Ibérica, com o lançamento de dois projetos na Comporta. A Hyatt é uma marca fundada em 1957, em Los Angels, por Jay Pritzker, Hyatt von Dehn e Jack D. Crouch. Liderada atualmente por Mark Hoplamazian, a Global Hyatt Corporation está sediada em Chicago, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A marca de hotéis de luxo Park Hyatt vai estrear-se na Península Ibérica, com o lançamento de dois projetos na Comporta. A Hyatt é uma marca fundada em 1957, em Los Angels, por Jay Pritzker, Hyatt von Dehn e Jack D. Crouch. Liderada atualmente por Mark Hoplamazian, a Global Hyatt Corporation está sediada em Chicago, explora 36 marcas e mais de 1.500 hotéis. A Park Hyatt é a marca mais prestigiada do portefólio da Hyatt Hotels Corporation.</p>
<p>A Coporgest, promotora imobiliária com capital 100% nacional, acaba de anunciar que estabeleceu um contrato de parceria com a marca internacional para o desenvolvimento do Comporta Beach Resort – Park Hyatt Comporta &amp; Luxury Beach Residences by Coporgest. O acordo foi formalizado há apenas uns dias e reafirma a Comporta como um dos destinos mais exclusivos da Europa. A Hyatt está presente em apenas alguns dos destinos mais emblemáticos do mundo, colocando a Comporta na exclusiva lista de hotéis e resorts de cinco estrelas que privilegiam uma “abordagem altamente personalizada ao serviço, arquitetura de excelência, design contemporâneo e uma profunda ligação à cultura e identidade de cada destino”. Com hotéis em cidades e destinos como Paris, Londres, Milão, Viena, Zurique Marraquexe e Istambul, a marca continua a expandir-se para locais excecionais que oferecem experiências culturais autênticas e uma beleza natural singular, explica a empresa em comunicado.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-193184" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/Park-Hyatt-na-Comporta.jpg" alt="" width="850" height="478" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/Park-Hyatt-na-Comporta.jpg 850w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/Park-Hyatt-na-Comporta-768x432.jpg 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/Park-Hyatt-na-Comporta-600x337.jpg 600w" sizes="(max-width: 850px) 100vw, 850px" /></p>
<p>Reconhecida como um destino de luxo, com uma natureza preservada, pelas paisagens naturais e por um conceito de luxo discreto, a Comporta está a conquistar cada vez mais os investidores internacionais. A Coporgest refere que a celebração desta parceria representa um momento determinante na evolução do seu projeto e constitui o reconhecimento internacional da qualidade do seu empreendimento na Comporta.</p>
<p>Sérgio Ferreira, fundador e CEO da Coporgest<strong>, </strong>diz, a propósito que “A escolha da Park Hyatt para operar este empreendimento representa um enorme motivo de orgulho para a Coporgest. A negociação foi longa e muito exigente, mas lográmos atingir uma parceria que honra ambas as partes. Trata-se de uma das marcas hoteleiras mais prestigiadas do mundo, reconhecida pelos seus exigentes padrões de qualidade, serviço e autenticidade. Este acordo confirma também a capacidade de Portugal, e da Comporta em particular, para atrair operadores internacionais de referência no segmento do luxo”.</p>
<p>O projecto integra três componentes integradas: o Park Hyatt Comporta, composto pelo edifício principal com 58 quartos e suites, à qual se adicionam as Park Hyatt Comporta Residences, composta por 22 apartamentos com um e dois quartos e 6 villas com dois quartos, e as Luxury Beach Residences by Coporgest, constituídas por 49 apartamentos com um, dois e três quartos, e 31 villas, com dois, três e quatro quartos.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-193185" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/Block_C_Ext_Cam03_GRD-960x540.jpg" alt="" width="960" height="540" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/Block_C_Ext_Cam03_GRD-960x540.jpg 960w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/Block_C_Ext_Cam03_GRD-1920x1080.jpg 1920w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/Block_C_Ext_Cam03_GRD-768x432.jpg 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/Block_C_Ext_Cam03_GRD-1536x864.jpg 1536w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/Block_C_Ext_Cam03_GRD-2048x1152.jpg 2048w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/Block_C_Ext_Cam03_GRD-1200x675.jpg 1200w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/Block_C_Ext_Cam03_GRD-600x337.jpg 600w" sizes="(max-width: 960px) 100vw, 960px" /></p>
<p>Todos os hóspedes e proprietários terão acesso ao conjunto de infraestruturas e serviços do resort, incluindo piscinas exteriores, SPA, fitness center, campo de padel, kids club, restaurantes, concierge, receção permanente, housekeeping, room service e restantes serviços característicos de um resort internacional de cinco estrelas.</p>
<p>“A celebração desta parceria traduz o reconhecimento internacional da qualidade do empreendimento. Temos para oferecer uma localização única a 150 metros da praia, acabamentos de um requinte inacreditável, uma qualidade construtiva muito exigente, que é o que sempre fazemos, e uma arquitetura que vai tornar este projeto num dos mais qualificados desta região”, remata Sérgio Ferreira.</p>
<p>The post <a href="https://www.forbespt.com/turismo-de-luxo-hyatt-hotels-chega-a-comporta-com-dois-novos-projectos-hoteleiros/">Turismo de Luxo: Hyatt Hotels chega à Comporta com dois novos projectos hoteleiros</a> appeared first on <a href="https://www.forbespt.com">Forbes Portugal</a>.</p>
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		<title>Reino Unido apoia o acordo de 110 mil milhões de dólares da Paramount com a Warner Bros. Discovery</title>
		<link>https://www.forbespt.com/reino-unido-apoia-o-acordo-de-110-mil-milhoes-de-dolares-da-paramount-com-a-warner-bros-discovery/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ty Roush]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Aug 2026 14:26:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[ministra]]></category>
		<category><![CDATA[negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Paramount]]></category>
		<category><![CDATA[Reino Unido]]></category>
		<category><![CDATA[venda]]></category>
		<category><![CDATA[Warner]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A autoridade &#8220;antitrust&#8221; do Reino Unido e a ministra da Cultura aprovaram, esta semana, a aquisição da Warner Bros. Discovery pela Paramount Skydance, no valor de 110 mil milhões de dólares (95,08 mil milhões de euros), ultrapassando assim mais um importante obstáculo regulatório, apesar de a Paramount ter concordado em adiar o negócio até ao [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A autoridade &#8220;antitrust&#8221; do Reino Unido e a ministra da Cultura aprovaram, esta semana, a aquisição da Warner Bros. Discovery pela Paramount Skydance, no valor de 110 mil milhões de dólares (95,08 mil milhões de euros), ultrapassando assim mais um importante obstáculo regulatório, apesar de a Paramount ter concordado em adiar o negócio até ao próximo ano, devido a preocupações generalizadas em matéria de concorrência.</p>
<p>A Autoridade da Concorrência e dos Mercados do Reino Unido anunciou que decidiu não submeter o negócio da Paramount relativo à Warner Bros. a uma análise regulatória mais aprofundada, tendo concluído que a aquisição não suscita quaisquer preocupações em matéria de concorrência.</p>
<p>Lisa Nandy, ministra da Cultura, Comunicação Social e Desporto do Reino Unido, afirmou num comunicado que optou por não intervir, citando &#8220;garantias&#8221; e &#8220;compromissos juridicamente vinculativos&#8221; da Paramount, incluindo o compromisso de manter &#8220;identidades editoriais distintas dos principais serviços e a independência editorial das notícias&#8221;.</p>
<p>Nos termos do acordo, a Paramount passaria a operar o Channel 5 News e a CNN International, e o governo do Reino Unido afirmou que a empresa prometeu &#8220;garantir que o Channel 5 News mantenha a sua independência editorial&#8221; e que a sua orientação editorial &#8220;permaneça totalmente separada da CBS News e da CNN International&#8221;.</p>
<p><strong><em>Texto original <a href="https://www.forbes.com/sites/tylerroush/2026/08/06/uk-backs-paramounts-110-billion-warner-bros-discovery-deal/">aqui</a>. Artigo traduzido e editado por <a href="https://www.forbespt.com/author/ritameireles/">Rita Meireles</a>. </em></strong></p>
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		<title>Tribunal do Novo México condena a Meta a pagar quase mil milhões de dólares num caso sobre segurança infantil</title>
		<link>https://www.forbespt.com/tribunal-do-novo-mexico-condena-a-meta-a-pagar-quase-mil-milhoes-de-dolares-num-caso-sobre-seguranca-infantil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Siladitya Ray]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Aug 2026 09:04:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Instagram]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Meta]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde mental]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[tribunal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um juiz do Novo México condenou a Meta, empresa-mãe do Facebook e do Instagram, a pagar um total de 942 milhões de dólares em multas por ter causado uma &#8220;perturbação da ordem pública&#8221; devido à forma como geriu a segurança infantil nas suas plataformas de redes sociais e por ter contribuído &#8220;significativamente&#8221; para a crise [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um juiz do Novo México condenou a Meta, empresa-mãe do Facebook e do Instagram, a pagar um total de 942 milhões de dólares em multas por ter causado uma &#8220;perturbação da ordem pública&#8221; devido à forma como geriu a segurança infantil nas suas plataformas de redes sociais e por ter contribuído &#8220;significativamente&#8221; para a crise de saúde mental entre os adolescentes do estado norte-americano.</p>
<p>A decisão proferida por um juiz de um tribunal estadual de Santa Fé obriga a Meta a pagar 567 milhões de dólares para um fundo de compensação destinado a ajudar a financiar medidas de sensibilização e prevenção, bem como a melhorar o rastreio e o tratamento das pessoas que foram prejudicadas pela plataforma.</p>
<p>Este pagamento para o fundo vem somar-se aos 375 milhões de dólares em sanções civis impostas à empresa, anteriormente determinadas por um júri no âmbito do processo — elevando o montante total da sanção para 942 milhões de dólares.</p>
<p>A decisão do juiz, com 68 páginas, salientou que a Meta implementou funcionalidades na plataforma destinadas a &#8220;otimizar o envolvimento&#8221; e que são &#8220;prejudiciais para os adolescentes&#8221;, e que não comunicou &#8220;adequadamente&#8221; o risco aos seus utilizadores.</p>
<p>O juiz afirmou que, com base nas provas apresentadas, o tribunal considera que as plataformas da Meta são &#8220;uma causa e contribuíram substancialmente para uma perturbação da ordem pública no Novo México&#8221;.</p>
<p><strong><em>Texto original <a href="https://www.forbes.com/sites/siladityaray/2026/08/07/new-mexico-court-orders-meta-to-pay-nearly-1-billion-over-child-safety-issues/">aqui</a>. Artigo traduzido e editado por <a href="https://www.forbespt.com/author/ritameireles/">Rita Meireles</a>. </em></strong></p>
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		<title>Lucros da Petrobras sobem 55,3% no primeiro semestre e atingem mais de 14 mil milhões de euros</title>
		<link>https://www.forbespt.com/lucros-da-petrobras-sobem-553-no-primeiro-semestre-e-atingem-mais-de-14-mil-milhoes-de-euros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forbes Portugal Staff]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 16:46:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[lucros]]></category>
		<category><![CDATA[Petrobras]]></category>
		<category><![CDATA[petróleo]]></category>
		<category><![CDATA[Petrolíferas]]></category>
		<category><![CDATA[Resultados]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A petrolífera brasileira Petrobras obteve no primeiro semestre um lucro líquido de 16.627 milhões de dólares (14.299 milhões de euros), mais 55,3% em termos homólogos, indicou na ontem a maior empresa do Brasil. Os lucros da gigante brasileira no segundo trimestre ascenderam a 10.428 milhões de dólares (8.968 milhões de euros), um valor 68,2% superior [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A petrolífera brasileira Petrobras obteve no primeiro semestre um lucro líquido de 16.627 milhões de dólares (14.299 milhões de euros), mais 55,3% em termos homólogos, indicou na ontem a maior empresa do Brasil. Os lucros da gigante brasileira no segundo trimestre ascenderam a 10.428 milhões de dólares (8.968 milhões de euros), um valor 68,2% superior ao registado no mesmo período do ano passado e 120,3% acima do dos primeiros três meses deste ano.</p>
<p class="text-paragraph">Devido aos bons resultados, o conselho de administração da Petrobras aprovou o pagamento de remuneração aos acionistas no valor de 17,4 mil milhões de reais (2,94 mil milhões de euros) A empresa, controlada pelo Estado brasileiro, mas com ações negociadas nas bolsas de São Paulo, Nova Iorque e Madrid, atribuiu o forte crescimento dos lucros tanto à subida dos preços do petróleo devido ao conflito no Médio Oriente como aos recordes alcançados na produção de petróleo bruto e derivados.</p>
<p class="text-paragraph">&#8220;Os recordes operacionais que alcançámos levaram-nos a um dos maiores resultados financeiros trimestrais da série histórica da Petrobras&#8221;, afirmou o diretor financeiro da empresa, Fernando Melgarejo, numa mensagem enviada aos acionistas.</p>
<blockquote><p><strong>O EBITDA (lucros antes de juros, impostos, depreciações e amortizações) aumentou 52,2%, para 29.964 milhões de dólares (25.769 milhões de euros) nos primeiros seis meses do ano.</strong></p></blockquote>
<p class="text-paragraph">De acordo com a empresa, o preço médio do barril de petróleo Brent subiu 29% no último ano, passando de uma média de 71,7 dólares por barril no primeiro semestre de 2025 para 92,6 dólares por barril nos primeiros seis meses deste ano. Quanto aos resultados operacionais, a empresa detalhou que no segundo trimestre atingiu um recorde de produção de 3,34 milhões de barris de petróleo e gás natural equivalente por dia, o que representa um aumento de 14,1% face ao mesmo trimestre de 2025 e de 3,4% em comparação com os primeiros três meses deste ano.</p>
<p class="text-paragraph">A produção de petróleo também atingiu o esperou o máximo histórico, com 2,7 milhões de barris por dia e um crescimento homólogo anual de 15%. O EBITDA (lucros antes de juros, impostos, depreciações e amortizações) aumentou 52,2%, para 29.964 milhões de dólares (25.769 milhões de euros) nos primeiros seis meses do ano.</p>
<p><strong>(Lusa) </strong></p>
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		<title>Unitel anuncia reposição dos serviços uma semana depois do ataque informático</title>
		<link>https://www.forbespt.com/unitel-anuncia-reposicao-dos-servicos-uma-semana-depois-do-ataque-informatico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forbes Portugal Staff]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 15:36:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[angola]]></category>
		<category><![CDATA[Ataque informático]]></category>
		<category><![CDATA[cibersegurança]]></category>
		<category><![CDATA[telecomunicações]]></category>
		<category><![CDATA[Unitel]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Unitel anunciou hoje a conclusão da reposição dos seus serviços móveis de voz, mensagens, dados e acesso à Internet, uma semana depois do ataque informático que afetou a maior operadora de telecomunicações de Angola. Em comunicado ao mercado, a operadora indicou ter concluído a 5 de agosto o restabelecimento dos serviços, incluindo os de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Unitel anunciou hoje a conclusão da reposição dos seus serviços móveis de voz, mensagens, dados e acesso à Internet, uma semana depois do ataque informático que afetou a maior operadora de telecomunicações de Angola. Em comunicado ao mercado, a operadora indicou ter concluído a 5 de agosto o restabelecimento dos serviços, incluindo os de terceiros que assentam na sua rede, afetados pelo ataque cibernético ocorrido na madrugada de 28 de julho.</p>
<p class="text-paragraph">A empresa reiterou que foi alvo de &#8220;um ataque deliberado e dirigido&#8221; contra a sua infraestrutura tecnológica, que provocou a indisponibilidade parcial dos serviços em todo o país, e que ativou de imediato os mecanismos de contenção e planos de continuidade de negócio, com a reposição a decorrer de forma progressiva.</p>
<blockquote>
<p class="text-paragraph"><strong>A Unitel adiantou que, nos próximos dias, continuará a realizar trabalhos de otimização e monitorização da infraestrutura e de normalização de sistemas complementares, aconselhando os utilizadores que verifiquem eventuais perturbações a contactarem o apoio ao cliente.</strong></p>
</blockquote>
<p class="text-paragraph">A operadora afirmou estar a colaborar com as autoridades nacionais e com parceiros especializados em cibercriminalidade para apurar os aspetos relevantes do incidente, comprometendo-se a divulgar as conclusões que não afetem a segurança da informação nem prejudiquem a investigação em curso. A empresa condenou &#8220;veementemente&#8221; o ataque e considerou que os investimentos realizados no reforço do seu modelo de cibersegurança permitiram o controlo do incidente e a recuperação &#8220;paulatina e estruturada&#8221; dos serviços.</p>
<p class="text-paragraph">A Unitel agradeceu ainda a colaboração das autoridades, em especial dos órgãos do Governo, de defesa e segurança do Estado, dos reguladores e das empresas do setor, e reafirmou o compromisso com a fiabilidade, a segurança e a qualidade dos serviços.</p>
<p><strong>(Lusa) </strong></p>
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		<title>Receitas da Ifthenpay sobem para os 4,5 milhões de euros no primeiro semestre</title>
		<link>https://www.forbespt.com/receitas-da-ifthenpay-sobem-para-os-45-milhoes-de-euros-no-primeiro-semestre/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Helena C. Peralta]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 14:11:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Ifthepay]]></category>
		<category><![CDATA[Pagamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Pagamentos digitais]]></category>
		<category><![CDATA[Receitas]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A empresa fundada em Santa Maria da Feira em 2004, Ifthenpay, continua a sua ascensão no mercado dos pagamentos digitais. A fintech nacional, que nasceu pela mão de Nuno Breda e Filipe Moura apresentou os seus resultados do primeiro semestre, apresentando um volume de negócios que ascendeu a 4,5 milhões de euros, resultado de um [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A empresa fundada em Santa Maria da Feira em 2004, Ifthenpay, continua a sua ascensão no mercado dos pagamentos digitais. A <em>fintech</em> nacional, que nasceu pela mão de <a href="https://www.forbespt.com/da-periferia-para-o-mundo-como-a-ifthenpay-construiu-um-caso-de-sucesso-nos-pagamentos-digitais/">Nuno Breda</a> e Filipe Moura apresentou os seus resultados do primeiro semestre, apresentando um volume de negócios que ascendeu a 4,5 milhões de euros, resultado de um crescimento de 13% das suas receitas. A empresa tinha já a ambição de <a href="https://www.forbespt.com/fintech-nacional-ifthenpay-cresceu-27-em-2024-e-quer-chegar-aos-nove-milhoes-de-euros-ja-este-ano/">superar a fasquia dos nove milhões de euros no final de 2025</a>, mas fechou o ano com um valor abaixo, de 8,13 milhões de euros. Agora, com o valor do primeiro semestre está mais perto de concretizar essa ambição até ao fim deste ano.</p>
<p>A empresa refere, em comunicado, que processou nos primeiros seis meses do ano 976 milhões de euros em pagamentos e reforçou a sua eficiência operacional. O EBITA – sigla de “Earnings Before Interest, Taxes, and Amortization” indicador que mede o luco gerado apenas pelas operações principais (diferente do EBITDA, que desconta também as depreciações) – cresceu 31% para 1,7 milhões de euros.</p>
<p>A empresa refere ainda que, além da sua aposta na eficiência, a cresceu também ao sabor do incremento das operações dos seus clientes, já que foram mais de 30 mil aqueles que usaram soluções de pagamento digitais através da Ifthenpay. Foram quase mil milhões de euros em pagamentos movimentados através da empresa, um crescimento de 17% face ao primeiro semestre de 2025.</p>
<blockquote><p><strong>A Ifthenpay foi ainda distinguida pelo segundo ano consecutivo, com o Prémio Marca Recomendada 2026, atribuído pelo Portal da Queixa e promovido pela Consumers Trust.</strong></p></blockquote>
<p>Nuno Breda, co-fundador refere, em comunicado que “Quase mil milhões de euros em pagamentos processados demonstram a crescente confiança dos clientes nas nossas soluções. Para tal, o reforço das parcerias e as integrações têm sido um contributo decisivo para o nosso crescimento. Investimos sempre muito em inovação tecnológica para conseguir alargar o alcance da nossa Gateway de pagamentos digitais. Não só em termos do número de plataformas novas, que passaram a incluir a solução da Ifthenpay, mas também pelo nível mais avançado de integração atingido. Agora é possível ir muito mais longe em termos de funcionalidades integradas e automatizadas, transformando estas integrações em verdadeiras ferramentas de acrescentar valor aos nossos clientes”.</p>
<p>A Ifthenpay foi ainda distinguida pelo segundo ano consecutivo, com o Prémio Marca Recomendada 2026, atribuído pelo Portal da Queixa e promovido pela Consumers Trust.</p>
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		<title>AdC dá luz verde à compra do hotel e casino de Troia pelo grupo Arrow</title>
		<link>https://www.forbespt.com/adc-da-luz-verde-a-compra-do-hotel-e-casino-de-troia-pelo-grupo-arrow/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forbes Portugal Staff]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 12:57:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[AdC]]></category>
		<category><![CDATA[Aquisição]]></category>
		<category><![CDATA[hotel]]></category>
		<category><![CDATA[Imobiliário]]></category>
		<category><![CDATA[negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Tróia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.forbespt.com/?p=193081</guid>

					<description><![CDATA[<p>A Autoridade da Concorrência (AdC) deu “luz verde” à compra do hotel e do casino de Troia pela sociedade Flecha Lux, do grupo Arrow, segundo a informação ontem divulgada. “O Conselho de Administração da Autoridade da Concorrência […] delibera adotar uma decisão de não oposição à operação de concentração”, lê-se na informação hoje divulgada pelo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Autoridade da Concorrência (AdC) deu “luz verde” à compra do hotel e do casino de Troia pela sociedade Flecha Lux, do grupo Arrow, segundo a informação ontem divulgada. “O Conselho de Administração da Autoridade da Concorrência […] delibera adotar uma decisão de não oposição à operação de concentração”, lê-se na informação hoje divulgada pelo regulador. A AdC justificou esta decisão com o facto de a operação não ser suscetível de criar entraves significativos à concorrência.</p>
<p class="text-paragraph">A Flecha Lux é uma sociedade do grupo Arrow, que em Portugal, está ativo, “essencialmente, na gestão de créditos vencidos e de cobrança duvidosa e em investimentos imobiliários, na exploração de alojamentos turísticos e de campos de golfe, na produção de pavimentos e revestimentos cerâmicos e na comercialização de mobiliário e equipamentos para a hotelaria”. Segundo a AdC, na Península de Tróia, “explora ativos de alojamento turístico, marinas e portos de recreio, serviços de transporte marítimo em ferry, bem como concessões de praia e apoios balneares. Integra o grupo TDR, o qual também opera em Portugal as atividades de &#8216;renting&#8217; e &#8216;leasing&#8217; automóvel”.</p>
<p class="text-paragraph">Por outro lado, as empresas alvo da operação são sociedades que integram, em conjunto, o complexo turístico e de lazer denominado “Tróia Design Hotel e Casino do Tróia Design Hotel”, na Península de Tróia, Alentejo. “A Grano Salis é uma sociedade ativa na exploração do empreendimento turístico Tróia Design Hotel e titular da concessão de exploração do Casino do Tróia Design Hotel”, indicou, e a CHT é “ativa na exploração hoteleira e de um casino, titular de ativos imobiliários e concessões relacionadas com o complexo Casino Hotel de Tróia”.</p>
<p><strong>(Lusa) </strong></p>
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