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	<title>Forbes Life - Forbes Portugal: Estilo de Vida e Luxo</title>
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	<description>A revista de líderes e de empreendedores com maior impacto no mundo dos negócios.</description>
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		<title>700 quilómetros de esperança: João atravessa Portugal a pé para ajudar crianças com cancro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paulo Marmé]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Sep 2026 09:34:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Há cerca de quatro anos, João da Silva decidiu percorrer a pé 300 quilómetros entre os IPO de Lisboa, Coimbra e Porto, numa caminhada a que chamou “300 km de Esperança”. A distância acabou por chegar aos 380 quilómetros, numa iniciativa que procurava levar uma mensagem de força e esperança a quem enfrentava o cancro [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Há cerca de quatro anos, João da Silva decidiu percorrer a pé 300 quilómetros entre os IPO de Lisboa, Coimbra e Porto, numa caminhada a que chamou “300 km de Esperança”. A distância acabou por chegar aos 380 quilómetros, numa iniciativa que procurava levar uma mensagem de força e esperança a quem enfrentava o cancro e, simultaneamente, apoiar a ACREDITAR – Associação de Pais e Amigos de Crianças com Cancro.</p>
<p>Agora, João voltou a pôr os pés ao caminho. Desta vez são 700 quilómetros, entre Faro e Cevide, no concelho de Melgaço, atravessando Portugal continental de sul a norte.</p>
<p>A caminhada, que começou no passado dia 21 de setembro, acontece no âmbito do “Setembro Dourado”, o mês internacional de sensibilização para o cancro pediátrico, e tem uma meta financeira concreta: angariar 9.400 euros, o valor necessário para assegurar durante um ano um quarto na Casa ACREDITAR de Coimbra.</p>
<p><iframe style="border: none; overflow: hidden;" src="https://www.facebook.com/plugins/post.php?href=https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2Facreditar%2Fposts%2Fpfbid0KkV4EhcZgSdxtPwpQbrFDieEMGvrgEK5Nfz7VHdLw32Prw1bgR2TDe5t51e1qz8pl&amp;show_text=true&amp;width=500" width="500" height="737" frameborder="0" scrolling="no" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>Mas a ideia para esta nova caminhada não nasceu simplesmente do desejo de percorrer uma distância maior. Surgiu de uma realidade que João, antigo jornalista durante 22 anos e atualmente <a href="https://www.wook.pt/autor/joao-da-silva/3545028?srsltid=AfmBOoo-8Ya2kIVFPXvN-YVqgd5Q_8sVwn_EZWS3unycaZuCflUy6DL8&amp;utm_source=ig&amp;utm_medium=social&amp;utm_content=link_in_bio&amp;fbclid=PAZXh0bgNhZW0CMTEAcGRvZgJzcnRjBmFwcF9pZA85MzY2MTk3NDMzOTI0NTkAAadTn4cadJ7R50DHU4Sh7rYK_5wCJTVWGibAMp-IAICanat5dovGTHMnlTIhQA_aem_-ETY0MLa255wrqA4_3_quA&amp;utm_id=97760_v0_s00_e0_tv3" target="_blank" rel="noopener">escritor</a> e orador motivacional, conhece de perto e que voltou a encontrar numa consulta de revisão no IPO: “A ideia surgiu numa consulta de revisão no IPO, quando vi chegar algumas ambulâncias vindas de bastante longe. Isso fez-me recordar as pessoas que conheci durante os meus tratamentos e que tinham de percorrer grandes distâncias para se tratarem em Lisboa”.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-196074" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-27-at-16.04.14-3-767x960.jpeg" alt="" width="767" height="960" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-27-at-16.04.14-3-767x960.jpeg 767w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-27-at-16.04.14-3-768x961.jpeg 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-27-at-16.04.14-3-1228x1536.jpeg 1228w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-27-at-16.04.14-3-1200x1501.jpeg 1200w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-27-at-16.04.14-3-600x751.jpeg 600w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-27-at-16.04.14-3.jpeg 1421w" sizes="(max-width: 767px) 100vw, 767px" /></p>
<p>João da Silva, 51 anos, salienta: “Sei, por experiência própria, como os tratamentos podem ser duros. E sempre me senti um privilegiado por morar a cerca de 20 quilómetros do IPO. Sensibilizava-me muito pensar em quem tinha de viajar uma hora e meia, duas, três ou mais para fazer um tratamento e, no fim, ainda enfrentar o regresso a casa. Ao desgaste do tratamento somava-se o de mais uma viagem. Sou também transplantado renal e faço consultas de acompanhamento em Coimbra. E aí vejo a mesma realidade: pessoas que chegam de muito longe, de ambulância ou em carros particulares, para receberem os cuidados de que precisam. De forma muito simples, foi daí que nasceu esta ideia”.</p>
<figure id="attachment_196068" aria-describedby="caption-attachment-196068" style="width: 2048px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="wp-image-196068 size-full" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/imageye___-_imgi_38_2118699.jpg" alt="" width="2048" height="1365" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/imageye___-_imgi_38_2118699.jpg 2048w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/imageye___-_imgi_38_2118699-960x640.jpg 960w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/imageye___-_imgi_38_2118699-1920x1280.jpg 1920w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/imageye___-_imgi_38_2118699-768x512.jpg 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/imageye___-_imgi_38_2118699-1536x1024.jpg 1536w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/imageye___-_imgi_38_2118699-1200x800.jpg 1200w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/imageye___-_imgi_38_2118699-600x400.jpg 600w" sizes="(max-width: 2048px) 100vw, 2048px" /><figcaption id="caption-attachment-196068" class="wp-caption-text">O percurso de 700 km previsto ao longo de 26 dias, uma média de 27 km por dia.</figcaption></figure>
<p>João diz que “quis fazer este percurso de forma simbólica, porque o cancro pode afetar qualquer pessoa, de sul a norte do país. E quis percorrer uma distância grande, também como forma de lembrar as grandes distâncias que tanta gente tem de percorrer para se tratar”.</p>
<blockquote><p>&#8220;Quis percorrer uma distância grande, também como forma de lembrar as grandes distâncias que tanta gente tem de percorrer para se tratar”.</p></blockquote>
<p>“Escolhi caminhar de Faro a Cevide para ligar o sul ao norte de Portugal continental. O ponto mais a sul é o cabo de Santa Maria, na Ilha Deserta, mas, como a caminhada era toda a pé, parti de Faro. O destino foi Cevide, o ponto mais a norte de Portugal, onde se costuma dizer que «começa Portugal”, explica.</p>
<p>Estes 700 quilómetros são, assim, “uma forma de chamar a atenção para uma dificuldade que nem sempre é visível: para muitas pessoas, enfrentar o cancro implica também fazer longas viagens, numa altura em que cada esforço pesa ainda mais”, enfatiza João da Silva.</p>
<h3>Uma caminhada que começou em 2022</h3>
<p>A nova jornada de 700 km, que pode ser acompanhada nas redes sociais do autor (<a href="https://www.instagram.com/_joaodasilva_" target="_blank" rel="noopener">Instagram</a> e <a href="https://www.facebook.com/joaodasilvaautor" target="_blank" rel="noopener">Facebook</a>), tem também uma ligação direta à experiência de 2022.</p>
<p>Na altura, João percorreu os três IPO portugueses e descobriu que a dimensão mais importante da caminhada não estava necessariamente nos quilómetros percorridos, mas na forma como a iniciativa chegou às pessoas que estavam a enfrentar a doença: “O que mais me ficou da experiência de 2022 foi a forma como tantas pessoas que estavam a lidar com o cancro se identificaram com a minha jornada. Recebi muitas mensagens de incentivo e de pessoas que me disseram ter encontrado força e uma esperança renovada ao verem alguém que passou por três situações oncológicas e um transplante renal conseguir percorrer a pé uma distância tão grande. Mais do que o reconhecimento do esforço, marcou-me perceber que a mensagem que queria transmitir tinha chegado a quem precisava dela. Foi isso que me deu vontade de voltar a caminhar por esta causa”.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-196075" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-27-at-16.04.15-540x960.jpeg" alt="" width="540" height="960" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-27-at-16.04.15-540x960.jpeg 540w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-27-at-16.04.15-768x1365.jpeg 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-27-at-16.04.15-864x1536.jpeg 864w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-27-at-16.04.15-600x1067.jpeg 600w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-27-at-16.04.15.jpeg 900w" sizes="auto, (max-width: 540px) 100vw, 540px" /></p>
<p>“O importante nunca fui eu, mas a mensagem de força e de esperança que queria deixar: mesmo numa situação muito difícil, podemos tentar fazer alguma coisa, dentro das nossas possibilidades. Se não conseguimos caminhar um quilómetro, talvez consigamos andar dez metros. E, se num dia não conseguirmos, também temos de respeitar isso. Não se trata de comparar esforços ou distâncias, mas de fazer o que podemos em cada dia”, transmite.</p>
<blockquote><p>&#8220;Mesmo numa situação muito difícil, podemos tentar fazer alguma coisa, dentro das nossas possibilidades&#8221;.</p></blockquote>
<p>É, aliás, essa mensagem que João pretende levar consigo ao longo dos 700 quilómetros. A caminhada é, simultaneamente, um desafio pessoal e uma forma de chamar a atenção para uma realidade que conhece por experiência própria: o impacto que a doença tem não apenas nos tratamentos, mas também na vida quotidiana dos doentes e das famílias.</p>
<h3>Um quarto para uma família que está longe de casa</h3>
<p>A ligação à ACREDITAR também não é nova. Já em 2022 a associação esteve associada à iniciativa, então com uma angariação destinada às obras na Casa ACREDITAR de Lisboa.</p>
<p>Desta vez, o apoio tem um objetivo ainda mais concreto: financiar durante um ano um quarto na Casa ACREDITAR de Coimbra.</p>
<p>“A ligação à ACREDITAR já vinha da caminhada ‘300 km de Esperança’, em 2022, que acabou por ter 380 km. Na altura, também houve uma angariação de fundos, destinada às obras na Casa ACREDITAR de Lisboa. Desta vez, quis voltar a apoiar a associação porque a ideia de uma ‘casa longe de casa’ me toca particularmente. Ter de sair de casa para receber tratamentos oncológicos, que muitas vezes são prolongados, significa afastar-se da família, das pessoas que conhecemos e do conforto do nosso dia a dia. Para uma criança e para os pais que a acompanham, é uma realidade muito dura, à qual se juntam despesas que nem todas as famílias conseguem suportar. As Casas ACREDITAR de Lisboa, Coimbra e Porto dão uma resposta muito importante a essa necessidade. É um trabalho que considero meritório e que merece todo o apoio”, aponta João da Silva.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-196076" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/imageye___-_imgi_66_825325562_18639815329026189_2455791213546282634_n-767x960.jpg" alt="" width="767" height="960" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/imageye___-_imgi_66_825325562_18639815329026189_2455791213546282634_n-767x960.jpg 767w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/imageye___-_imgi_66_825325562_18639815329026189_2455791213546282634_n-1535x1920.jpg 1535w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/imageye___-_imgi_66_825325562_18639815329026189_2455791213546282634_n-768x961.jpg 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/imageye___-_imgi_66_825325562_18639815329026189_2455791213546282634_n-1228x1536.jpg 1228w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/imageye___-_imgi_66_825325562_18639815329026189_2455791213546282634_n-1637x2048.jpg 1637w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/imageye___-_imgi_66_825325562_18639815329026189_2455791213546282634_n-1200x1501.jpg 1200w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/imageye___-_imgi_66_825325562_18639815329026189_2455791213546282634_n-600x751.jpg 600w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/imageye___-_imgi_66_825325562_18639815329026189_2455791213546282634_n-scaled.jpg 2047w" sizes="auto, (max-width: 767px) 100vw, 767px" /></p>
<p>O objetivo de financiar um quarto na Casa ACREDITAR de Coimbra foi definido em conjunto com a associação: “Havia necessidade de apoio para os quartos desta casa e decidimos direcionar a angariação para assegurar um deles durante um ano, o que corresponde a 9.400 euros. É um valor elevado, mas também uma forma muito concreta de ajudar: garantir que as crianças e as famílias que ali ficam têm uma casa onde se sentem acolhidas durante os tratamentos”, refere.</p>
<p>Os 9.400 euros são, assim, mais do que uma meta de angariação. Representam a possibilidade de assegurar um espaço de alojamento para uma família que, num momento particularmente difícil, precisa de se deslocar para acompanhar o tratamento de uma criança. É também por esse quarto que João percorre os 700 quilómetros.</p>
<h3>“Acreditem sempre e tentem viver”</h3>
<p>Quando João chegar a Cevide, a meta não será apenas financeira. João quer que a caminhada deixe uma mensagem junto de quem está a enfrentar uma doença e, sobretudo, junto de quem sente que já não consegue encontrar uma saída.</p>
<p>A mensagem, reconhece, não pretende ignorar a dureza dessas situações: “Em primeiro lugar, gostaria verdadeiramente que o valor angariado fosse elevado, porque isso teria um efeito prático: uma ajuda real para as crianças que têm cancro e para as suas famílias&#8221;, declara João da Silva.</p>
<blockquote><p>&#8220;Gostaria verdadeiramente que o valor angariado fosse elevado, porque isso teria um efeito prático: uma ajuda real para as crianças que têm cancro e para as suas famílias&#8221;.</p></blockquote>
<p>Depois, &#8220;gostaria que ficasse uma palavra de força e de esperança para todos aqueles que se encontram neste momento no fundo do poço e não conseguem ver uma luz no topo. Gostaria de lhes dizer que, mais tarde ou mais cedo, pode ser que surja essa luz. Sou muito realista e sei que, para muita gente, ela não vai surgir. Mas também devo dizer que, se há 20 anos, quando eu estava doente, me dissessem que um dia estaria a tentar percorrer o país de sul a norte, provavelmente diria que estavam completamente loucos. Se calhar, até me sentiria desrespeitado, porque também eu me sentia no fundo do poço”, confessa.</p>
<p>“A mensagem que quero passar às pessoas que estão a viver uma situação difícil é que tenham paciência e que acreditem. Acreditem sempre e tentem viver, apesar das dificuldades. Se não correr bem, pelo menos viveram”, afirma João da Silva.</p>
<h3>18 clubes juntaram-se à caminhada</h3>
<p>Para tentar aumentar o impacto da angariação, João encontrou também uma forma de envolver o futebol português na iniciativa. Pediu camisolas a clubes e conseguiu reunir o apoio de 18 clubes da Primeira e Segunda Ligas portuguesas, além da APAF (APAF &#8211; Associação Portuguesa de Árbitros de Futebol).</p>
<p>As camisolas, cada uma nas costas com palavras que dizem tanto (como &#8220;Acreditar&#8221;, &#8220;Desistir nunca&#8221;, &#8220;Aceitação&#8221;, &#8220;Alma&#8221;, &#8220;Resiliência&#8221; são apenas algumas), serão utilizadas ao longo do percurso e posteriormente leiloadas a favor da ACREDITAR.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-196069" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-27-at-16.13.44-768x960.jpeg" alt="" width="768" height="960" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-27-at-16.13.44-768x960.jpeg 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-27-at-16.13.44-1229x1536.jpeg 1229w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-27-at-16.13.44-1200x1499.jpeg 1200w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-27-at-16.13.44-600x750.jpeg 600w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-27-at-16.13.44.jpeg 1447w" sizes="auto, (max-width: 768px) 100vw, 768px" /></p>
<p>“Para tentar que a angariação de fundos fosse mais frutífera, pedi camisolas a alguns clubes de futebol. Aderiram como embaixadores 18 clubes da Primeira e Segunda Ligas portuguesas e a APAF, que cederam camisolas para eu vestir ao longo do percurso e depois leiloar a favor da ACREDITAR. Durante a caminhada, vou publicar fotografias nas redes sociais, identificando os clubes, na esperança de que também as partilhem nas suas páginas e ajudem a divulgar a iniciativa. As camisolas têm o número 700 e palavras de incentivo a quem passa por uma situação difícil”.</p>
<blockquote class="instagram-media" style="background: #FFF; border: 0; border-radius: 3px; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width: 540px; min-width: 326px; padding: 0; width: calc(100% - 2px);" data-instgrm-captioned="" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/p/DdvpjXbjZJ6/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14">
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<p><script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script></p>
<p>A caminhada transforma-se, assim, também numa iniciativa coletiva. João não quer fazer os 700 quilómetros sozinho e deixa o convite aberto a quem quiser juntar-se ao percurso, seja durante uma etapa, durante alguns quilómetros ou simplesmente durante alguns passos.</p>
<p>A ideia é que cada presença represente uma forma de solidariedade com as crianças e famílias que enfrentam o cancro.</p>
<blockquote class="instagram-media" style="background: #FFF; border: 0; border-radius: 3px; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width: 540px; min-width: 326px; padding: 0; width: calc(100% - 2px);" data-instgrm-captioned="" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/p/Dd0qGxFjadb/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14">
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<p><script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script></p>
<p>Cada quilómetro da caminhada representa, para João, uma forma de lembrar aqueles que precisam de percorrer grandes distâncias para receber tratamento. Mas o destino dos 700 quilómetros está definido desde o início: chegar a Cevide com uma mensagem de esperança e, sobretudo, transformar os passos dados ao longo de Portugal numa ajuda concreta para uma família que precisa de uma casa longe de casa.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-196084 size-full" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-27-at-16.13.44-2.jpeg" alt="" width="1280" height="1600" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-27-at-16.13.44-2.jpeg 1280w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-27-at-16.13.44-2-768x960.jpeg 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-27-at-16.13.44-2-1229x1536.jpeg 1229w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-27-at-16.13.44-2-1200x1500.jpeg 1200w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-27-at-16.13.44-2-600x750.jpeg 600w" sizes="auto, (max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></p>
<p>“Não se trata de comparar esforços ou distâncias, mas de fazer o que podemos em cada dia.” É esse o princípio que acompanha João de Faro a Cevide: cada passo conta, mas também conta aquilo que cada pessoa consegue fazer para que uma criança e a sua família não tenham de enfrentar sozinhas uma das fases mais difíceis das suas vidas.</p>
<p>The post <a href="https://www.forbespt.com/700-quilometros-de-esperanca-joao-atravessa-portugal-a-pe-para-ajudar-criancas-com-cancro/">700 quilómetros de esperança: João atravessa Portugal a pé para ajudar crianças com cancro</a> appeared first on <a href="https://www.forbespt.com">Forbes Portugal</a>.</p>
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		<title>SEIKO: “Portugal tem sido um mercado muito dinâmico para a SEIKO&#8221;</title>
		<link>https://www.forbespt.com/seiko-portugal-tem-sido-um-mercado-muito-dinamico-para-a-seiko/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dírcia Lopes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Sep 2026 08:05:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Forbes Life]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Rua Rosa Araújo, junto à Avenida da Liberdade, prepara-se para receber a primeira loja física da SEIKO em Portugal, num espaço com 125 metros quadrados. A abertura está agendada para a próxima quinta-feira, dia 1 de outubro, sendo este um sinal do grupo japonês Seiko, centenário fabricante de relógios de luxo e de gama [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.forbespt.com/seiko-portugal-tem-sido-um-mercado-muito-dinamico-para-a-seiko/">SEIKO: “Portugal tem sido um mercado muito dinâmico para a SEIKO&#8221;</a> appeared first on <a href="https://www.forbespt.com">Forbes Portugal</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Rua Rosa Araújo, junto à Avenida da Liberdade, prepara-se para receber a primeira loja física da SEIKO em Portugal, num espaço com 125 metros quadrados. A abertura está agendada para a próxima quinta-feira, dia 1 de outubro, sendo este um sinal do grupo japonês Seiko, centenário fabricante de relógios de luxo e de gama média, da relevância que Portugal tem na sua estratégia de crescimento. Em entrevista à Forbes o vice-presidente da SEIKO, Yukiaki Suganuma, faz uma análise positiva da presença em Portugal, que considera de consolidada, realçando que a marca está a alcançar resultados comerciais fortes e, simultaneamente, a qualificar a estratégia de distribuição, a melhorar o <em>mix</em> de produto e a reforçar a perceção premium da marca. Yukiaki Suganuma sublinha que esta combinação traz a confiança de que o mercado português continua a apresentar um potencial de desenvolvimento muito significativo.</p>
<p>Para Yukiaki Suganuma a nova Boutique vai permitir oferecer uma maior profundidade de produto, um maior controlo sobre a experiência do cliente e estabelecer uma relação direta com o consumidor. E não tem dúvidas de que esta abertura reforça a importância do mercado português no contexto da estratégia ibérica da marca e demonstra a confiança que tem no seu potencial.</p>
<p>O vice-presidente do grupo garante que a loja de Lisboa é uma consequência do crescimento que a marca, fundada em 1881 por Kintaro Hattori, alcançou e é um acelerador da próxima fase de desenvolvimento da SEIKO em Portugal. O gestor detalhou ainda que, em 2025, a faturação em Portugal cresceu 23%, uma dinâmica positiva que se mantém em 2026, com um crescimento de 28% no primeiro semestre.</p>
<figure id="attachment_196113" aria-describedby="caption-attachment-196113" style="width: 397px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-196113" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/Vice-Presidente-da-Seiko-–-Mr.-Yukiaki-Suganuma-1-786x960.jpg" alt="" width="397" height="485" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/Vice-Presidente-da-Seiko-–-Mr.-Yukiaki-Suganuma-1-786x960.jpg 786w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/Vice-Presidente-da-Seiko-–-Mr.-Yukiaki-Suganuma-1-768x938.jpg 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/Vice-Presidente-da-Seiko-–-Mr.-Yukiaki-Suganuma-1-600x733.jpg 600w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/Vice-Presidente-da-Seiko-–-Mr.-Yukiaki-Suganuma-1.jpg 1068w" sizes="auto, (max-width: 397px) 100vw, 397px" /><figcaption id="caption-attachment-196113" class="wp-caption-text">Vice-presidente da Seiko, Yukiaki Suganuma</figcaption></figure>
<p><strong>Como caracteriza a presença da SEIKO no mercado português?<br />
</strong>A SEIKO tem uma presença consolidada em Portugal e beneficia de uma notoriedade muito forte, construída ao longo de várias gerações. No entanto, aquilo a que estamos a assistir atualmente representa uma nova fase no desenvolvimento da marca. Em 2025, a nossa faturação em Portugal cresceu 23%, e esta dinâmica positiva manteve-se em 2026, com um crescimento de 28% no primeiro semestre do ano. São vários os fatores que estão na origem deste desempenho. Temos vindo a qualificar progressivamente a nossa distribuição, a melhorar o nosso mix de produto e a dar maior visibilidade às coleções que sustentam a evolução premium da marca. Ao mesmo tempo, os consumidores portugueses estão cada vez mais conhecedores de relojoaria e valorizam crescentemente a autenticidade, o <em>savoir-faire</em>, o design e a herança das marcas. Por isso, é importante sublinhar que não se trata apenas de vender mais relógios. Estamos também a assistir a uma evolução qualitativa na forma como a SEIKO é representada, adquirida e percecionada em Portugal.</p>
<p><strong>A SEIKO vai abrir a primeira loja em Portugal no dia 1 de outubro. Quais as motivações estratégicas que justificam esta decisão?<br />
</strong>Acreditamos que o mercado, a marca e o consumidor chegaram ao momento certo. O forte desempenho comercial dos últimos anos deu-nos, naturalmente, confiança, mas esta decisão vai muito além do crescimento das vendas. Temos vindo a elevar progressivamente o posicionamento da SEIKO e a qualificar a sua distribuição em Portugal, e sentimos que chegou o momento de criar um espaço capaz de apresentar a marca em toda a sua dimensão. A Boutique permite-nos oferecer uma maior profundidade de produto, um maior controlo sobre a experiência do cliente e, muito importante, estabelecer uma relação direta com o consumidor. É simultaneamente uma consequência do crescimento que alcançámos e um acelerador da próxima fase de desenvolvimento da SEIKO em Portugal.</p>
<p><strong>Até que ponto os resultados alcançados nos últimos anos influenciaram a decisão de investir na loja monomarca em Lisboa?<br />
</strong>Foram, naturalmente, um fator importante, porque demonstraram que existe uma procura forte e crescente pela SEIKO em Portugal. No entanto, não queríamos abrir uma Boutique simplesmente porque as vendas estavam a crescer. Para um investimento desta natureza, precisávamos de ter confiança de que existia uma oportunidade para desenvolver a marca tanto qualitativa como quantitativamente. A evolução do nosso mix de produto, a crescente sofisticação do consumidor português e o potencial que identificamos nas nossas coleções de posicionamento mais elevado foram igualmente importantes. Os resultados deram-nos confiança; a oportunidade de elevar a marca deu-nos a razão estratégica para investir.</p>
<blockquote><p>&#8220;Sentimos que chegou o momento de criar um espaço capaz de apresentar a marca em toda a sua dimensão&#8221;.</p></blockquote>
<p><strong>O que representa esta abertura para a estratégia da marca em Portugal e Espanha?<br />
</strong>Esta abertura reforça a importância do mercado português no contexto da nossa estratégia ibérica e demonstra a confiança que temos no seu potencial. Portugal e Espanha têm, naturalmente, vários pontos de ligação, mas são também mercados distintos, com diferentes comportamentos de consumo e estruturas de retalho. Acreditamos, por isso, que é importante desenvolver cada mercado de acordo com as suas próprias características. A Boutique de Lisboa proporciona à SEIKO uma presença direta mais forte em Portugal e constitui uma importante plataforma para a construção da marca, para o relacionamento com os consumidores e para a aprendizagem sobre o mercado, que poderá também contribuir para um conhecimento mais aprofundado da região.</p>
<p><strong>Porque foi Lisboa escolhida para este investimento? E que objetivos foram definidos para esta primeira loja em termos de notoriedade da marca, experiência do cliente e desempenho comercial?<br />
</strong>Lisboa foi a escolha natural para a nossa primeira Boutique. Combina uma base sólida de consumidores nacionais do segmento premium com uma importante visibilidade internacional e uma forte componente turística, contando igualmente com uma comunidade crescente de entusiastas de relojoaria. A localização específica foi também muito importante. Para uma marca que está a elevar o seu posicionamento, não procurávamos simplesmente tráfego; procurávamos o ambiente certo e a vizinhança certa, numa localização coerente com a imagem que queremos construir para a SEIKO. O desempenho comercial é, naturalmente, importante, mas os objetivos da Boutique são mais abrangentes. Queremos aumentar o conhecimento sobre a profundidade da oferta da SEIKO, elevar a perceção da marca e estabelecer uma referência para a experiência SEIKO em Portugal. Queremos que se torne um destino para todos aqueles que tenham interesse em descobrir a relojoaria japonesa em Lisboa.</p>
<blockquote><p>&#8220;Queremos aumentar o conhecimento sobre a profundidade da oferta da SEIKO e elevar a perceção da marca em Portugal&#8221;.</p></blockquote>
<p><strong>Até que ponto esta abertura constitui um sinal da confiança da SEIKO no potencial de crescimento do mercado português?<br />
</strong>É um sinal muito claro de confiança. A abertura de uma Boutique dedicada representa um investimento de longo prazo no mercado e na marca. Não faríamos esse investimento se não acreditássemos que existe um potencial significativo de desenvolvimento futuro. Mas a nossa confiança não se baseia exclusivamente nas taxas de crescimento recentes. Baseia-se também naquilo que observamos junto dos consumidores portugueses: maior conhecimento, maior interesse pela relojoaria mecânica e uma valorização crescente do savoir-faire, da herança e de produtos com uma identidade autêntica. Acreditamos que estas tendências são muito favoráveis à SEIKO.</p>
<blockquote><p>&#8220;Não faríamos esse investimento se não acreditássemos que existe um potencial significativo de desenvolvimento futuro&#8221;</p></blockquote>
<p><strong>O que poderão os consumidores encontrar na loja que não encontram noutros pontos de venda SEIKO em Portugal?<br />
</strong>A principal diferença será a profundidade e a abrangência da experiência SEIKO. Os nossos parceiros retalhistas continuam a ser fundamentais para a nossa estratégia, mas uma Boutique dedicada permite-nos apresentar uma oferta mais abrangente, dar maior visibilidade a referências selecionadas e, mediante disponibilidade, proporcionar acesso a determinadas novidades, edições limitadas ou peças mais exclusivas. Igualmente importante será a diferença ao nível do <em>storytelling</em> e do serviço. A nossa equipa estará totalmente dedicada à SEIKO e preparada para explicar a história, a tecnologia, o design e a relojoaria que estão por detrás de cada coleção. Não queremos que este seja simplesmente um lugar onde as pessoas compram relógios SEIKO. Queremos que seja um lugar onde descobrem a SEIKO.</p>
<blockquote><p>&#8220;Não queremos que este seja simplesmente um lugar onde as pessoas compram relógios SEIKO. Queremos que seja um lugar onde descobrem a SEIKO&#8221;.</p></blockquote>
<p><strong>Como tem evoluído as vendas ao consumidor e o que revelam estes números sobre a forma como os portugueses percecionam a marca?<br />
</strong>As vendas ao consumidor cresceram cerca de 40% em 2025, acima do crescimento da nossa faturação. Este é um indicador particularmente positivo, porque o <em>sell-out</em> é, em última análise, uma das demonstrações mais claras da procura efetiva por parte do consumidor. Estes números mostram-nos que os consumidores portugueses estão a responder positivamente não apenas à SEIKO enquanto marca de confiança, mas também à evolução das nossas coleções e do nosso posicionamento. Historicamente, a SEIKO tem sido fortemente associada à qualidade, fiabilidade, inovação e a uma excelente relação qualidade-preço. Estes atributos continuam a ser fundamentais, mas os consumidores estão cada vez mais a descobrir uma outra dimensão da marca &#8211; o seu <em>savoir-faire</em>, a herança japonesa, a relojoaria mecânica e os produtos de posicionamento mais elevado. A nossa oportunidade consiste em, a partir da confiança que a SEIKO já conquistou, e transformá-la progressivamente numa marca mais desejada.</p>
<blockquote><p>&#8220;A nossa oportunidade consiste transformar a SEIKO progressivamente numa marca mais desejada&#8221;.</p></blockquote>
<p><strong>O mercado português de relojoaria pode ser descrito como: é um mercado mais maduro, aspiracional ou ainda com um potencial significativo de crescimento?<br />
</strong>Descreveria Portugal como um mercado de relojoaria cada vez mais maduro, mas ainda muito aspiracional, o que significa que continua a existir um potencial significativo de crescimento. Os consumidores portugueses estão hoje muito mais informados. Acompanham lançamentos internacionais, pesquisam movimentos e referências, comparam produtos e compreendem cada vez melhor as diferenças entre as marcas e as respetivas tradições relojoeiras. Ao mesmo tempo, existe ainda um potencial considerável para desenvolver a cultura da relojoaria mecânica e do colecionismo. Esta combinação é particularmente interessante para a SEIKO: temos uma marca com uma notoriedade muito elevada, mas existe ainda muito para o consumidor descobrir sobre a profundidade da nossa relojoaria.</p>
<blockquote><p>&#8220;Portugal é um mercado de relojoaria cada vez mais maduro, mas ainda muito aspiracional, o que significa que continua a existir um potencial significativo de crescimento&#8221;.</p></blockquote>
<p><strong>Que tipo de consumidor tem impulsionado o crescimento da SEIKO em Portugal: são colecionadores, novos compradores de relógios mecânicos ou consumidores mais jovens?<br />
</strong>Na realidade, é uma combinação dos três perfis, e essa é precisamente uma das grandes forças da SEIKO. Temos uma base muito fiel de clientes e um número crescente de colecionadores bastante conhecedores, que acompanham de perto as novas referências, as edições limitadas e a história da marca. Ao mesmo tempo, estamos a atrair consumidores que entram pela primeira vez no universo da relojoaria mecânica. Coleções como Seiko 5 Sports desempenham aqui um papel muito importante, sobretudo junto de públicos mais jovens.</p>
<figure id="attachment_196121" aria-describedby="caption-attachment-196121" style="width: 383px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-196121" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/imageye___-_imgi_135_1752672886_71ebc2135d2f734b5b437288caed8e66-960x960.jpg" alt="" width="383" height="383" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/imageye___-_imgi_135_1752672886_71ebc2135d2f734b5b437288caed8e66-960x960.jpg 960w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/imageye___-_imgi_135_1752672886_71ebc2135d2f734b5b437288caed8e66-150x150.jpg 150w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/imageye___-_imgi_135_1752672886_71ebc2135d2f734b5b437288caed8e66-768x768.jpg 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/imageye___-_imgi_135_1752672886_71ebc2135d2f734b5b437288caed8e66-1536x1536.jpg 1536w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/imageye___-_imgi_135_1752672886_71ebc2135d2f734b5b437288caed8e66-60x60.jpg 60w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/imageye___-_imgi_135_1752672886_71ebc2135d2f734b5b437288caed8e66-1200x1200.jpg 1200w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/imageye___-_imgi_135_1752672886_71ebc2135d2f734b5b437288caed8e66-600x600.jpg 600w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/imageye___-_imgi_135_1752672886_71ebc2135d2f734b5b437288caed8e66.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 383px) 100vw, 383px" /><figcaption id="caption-attachment-196121" class="wp-caption-text">Seiko 5 Sports</figcaption></figure>
<p>Estamos também a assistir à evolução de clientes dentro da própria marca, que procuram produtos mais sofisticados em coleções como Presage, Prospex e King Seiko. Isto permite à SEIKO acompanhar os consumidores em diferentes fases da sua relação com a relojoaria, em vez de se dirigir apenas a um perfil específico de cliente.</p>
<p><strong>Portugal tem-se destacado face a outros mercados europeus onde a marca está presente?<br />
</strong>Portugal tem sido claramente um mercado muito dinâmico para a SEIKO e o seu desempenho recente tem sido extremamente positivo, sobretudo num contexto europeu em que as condições de mercado não têm sido uniformes. Mais do que estabelecer rankings entre diferentes países, aquilo que consideramos particularmente relevante é a qualidade do crescimento que estamos a observar em Portugal. Estamos a alcançar resultados comerciais fortes e, simultaneamente, a qualificar a estratégia de distribuição, a melhorar o mix de produto e a reforçar a perceção premium da marca. Esta combinação dá-nos confiança de que o mercado português continua a apresentar um potencial de desenvolvimento muito significativo.</p>
<p><strong>De entre as várias categorias quais as que têm apresentado melhor desempenho em Portugal?<br />
</strong>Temos registado uma procura saudável em várias áreas do portefólio, o que reflete a diversidade da base de consumidores da SEIKO. Seiko 5 Sports continua a ser muito importante, nomeadamente enquanto porta de entrada para a relojoaria mecânica e junto dos consumidores mais jovens. Prospex continua a beneficiar das suas fortes credenciais na relojoaria desportiva e profissional, enquanto Presage é cada vez mais valorizada pela combinação entre relojoaria mecânica e a sensibilidade estética tradicional japonesa. King Seiko é particularmente relevante para a nossa estratégia de evolução premium, enquanto Astron representa outra dimensão importante da SEIKO, através da sua forte componente de inovação tecnológica. O que consideramos particularmente positivo é o interesse crescente pelos nossos produtos de maior valor, o que reforça a evolução de posicionamento que pretendemos alcançar.</p>
<blockquote><p>&#8220;O mercado português continua a apresentar um potencial de desenvolvimento muito significativo&#8221;.</p></blockquote>
<p><strong>A SEIKO salienta frequentemente que um relógio vai muito além da sua função prática. Que importância têm atualmente fatores como a história da marca, o design e a herança relojoeira na decisão de compra?<br />
</strong>São fatores cada vez mais importantes. Hoje, se o único objetivo fosse saber as horas, existem inúmeras soluções digitais disponíveis. A escolha de um relógio tradicional e, em particular, de um relógio mecânico é, por isso, cada vez mais uma decisão emocional. Os consumidores compram relógios porque se identificam com o design, a engenharia, o savoir-faire, a história da marca ou com aquilo que o relógio representa num determinado momento das suas vidas. No caso da SEIKO, isto assume uma relevância especial porque temos 145 anos de história, combinando a tradição relojoeira com uma inovação constante. Um relógio indica-nos as horas, mas a razão pela qual escolhemos um relógio em vez de outro está muitas vezes na história que ele conta sobre nós.</p>
<blockquote><p>&#8220;Um relógio indica-nos as horas, mas a razão pela qual escolhemos um relógio em vez de outro está muitas vezes na história que ele conta sobre nós&#8221;.</p></blockquote>
<p><strong>Como evoluiu o consumidor português nos últimos anos no que respeita à valorização da relojoaria mecânica e da herança das marcas?<br />
</strong>A evolução tem sido significativa. Os consumidores têm hoje acesso a muito mais informação e existe uma cultura relojoeira crescente, impulsionada pelos meios de comunicação especializados, pelas plataformas sociais, pelas comunidades online e pelos colecionadores. Como resultado, os clientes fazem cada vez mais perguntas sobre movimentos, acabamentos, produção, referências históricas e a origem do design. Querem compreender o que torna um relógio autêntico e o que diferencia um produto de outro. Esta evolução beneficia marcas com uma história genuína e conteúdo relojoeiro. Para a SEIKO, cria uma oportunidade para contar histórias que sempre fizeram parte da empresa, mas que talvez não fossem anteriormente tão conhecidas em Portugal.</p>
<p><strong>Qual é a importância da experiência de retalho físico num momento em que o comércio online continua a crescer?<br />
</strong>Continua a ser extremamente importante, sobretudo na relojoaria premium. Os canais digitais são essenciais para a descoberta, pesquisa e conveniência, mas os relógios são produtos com uma forte dimensão tátil. As proporções, o peso, os acabamentos, a textura do mostrador e a forma como um relógio assenta no pulso são muito difíceis de transmitir plenamente através de um ecrã. A loja física acrescenta também algo que a tecnologia não consegue substituir completamente: a interação humana e o aconselhamento especializado. Na realidade, quanto mais informado o consumidor se torna através do digital, maior pode ser o valor de uma experiência física de elevada qualidade.</p>
<blockquote><p>&#8220;Os canais digitais são essenciais para a descoberta, pesquisa e conveniência, mas os relógios são produtos com uma forte dimensão tátil&#8221;.</p></blockquote>
<p><strong>Qual é hoje o equilíbrio ideal entre os canais digitais e as lojas físicas para uma marca de relojoaria em Portugal?<br />
</strong>Não vemos o digital e o retalho físico como canais concorrentes. São diferentes etapas do mesmo percurso do cliente. Um consumidor pode descobrir um relógio nas redes sociais, pesquisá-lo no nosso website, consultar análises especializadas, visitar uma Boutique para o experimentar e, eventualmente, concluir a compra através do canal que lhe for mais conveniente. O nosso papel é garantir que a experiência é coerente ao longo de todo esse percurso. O digital proporciona alcance e conveniência; o retalho físico proporciona imersão, confiança e emoção. A estratégia mais forte é aquela que combina ambos.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-196127 alignright" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/imageye___-_imgi_29_SLA083J1_ima_4_2025-e1790604010115-497x960.jpeg" alt="" width="307" height="593" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/imageye___-_imgi_29_SLA083J1_ima_4_2025-e1790604010115-497x960.jpeg 497w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/imageye___-_imgi_29_SLA083J1_ima_4_2025-e1790604010115.jpeg 570w" sizes="auto, (max-width: 307px) 100vw, 307px" /></p>
<p><strong>A abertura da loja de Lisboa acontece num momento em que o grupo SEIKO continua a crescer globalmente. Como se enquadra Portugal na estratégia internacional da marca?<br />
</strong>Portugal não é um dos maiores mercados mundiais de relojoaria em termos absolutos, mas é um mercado com características muito atrativas para o desenvolvimento da SEIKO. Temos uma forte notoriedade da marca, uma rede de retalho consolidada, consumidores cada vez mais sofisticados, um importante fluxo de turismo internacional e, muito relevante, um forte crescimento recente. A Boutique enquadra-se, por isso, de forma muito natural na estratégia internacional mais ampla da SEIKO de reforço das suas Global Brands, de melhoria da qualidade da distribuição e de criação de relações mais diretas e significativas com os consumidores. Para nós, Portugal representa um mercado onde acreditamos existir ainda um potencial substancial para aumentar tanto a dimensão comercial como o valor percecionado da marca.</p>
<p><strong>O grupo tem vindo a reforçar uma estratégia centrada no conceito de <em>“Emotional Value Solutions”</em>. O que significa este conceito, na prática, para o negócio da relojoaria?<br />
</strong>O domínio de “Emotional Value Solutions” (EVS) é uma área central de negócio do grupo Seiko, que procura criar valor emocional através de produtos e serviços de qualidade excecional, capazes de proporcionar inspiração. Integra o negócio de relojoaria, bem como o negócio de relógios de parede e mesa e a atividade de retalho da Wako. No que respeita à relojoaria, acredito que este conceito parte do princípio de que o valor de um relógio não pode ser medido apenas através das suas especificações funcionais. A precisão, a durabilidade, os movimentos e os materiais continuam, naturalmente, a ser fundamentais, mas os consumidores valorizam igualmente o design, o savoir-faire, a herança, a identidade pessoal e as emoções associadas à posse e utilização de um relógio. No negócio da relojoaria, <em>“Emotional Value Solutions”</em> significa reunir todas estas dimensões. Queremos criar produtos com um desempenho excecional, mas que tenham também significado e sejam capazes de gerar uma ligação emocional duradoura. Por outras palavras, não estamos apenas a criar instrumentos que medem o tempo; estamos a criar objetos que passam a fazer parte da vida das pessoas.</p>
<p><strong>De que forma as Boutiques Seiko contribuem para esta estratégia de criação de valor emocional para os consumidores?<br />
</strong>Uma Boutique Seiko dá-nos a oportunidade de controlar e enriquecer todos os elementos da experiência do cliente. Podemos definir a forma como as coleções são apresentadas, como as suas histórias são contadas, como as nossas equipas são formadas e como os clientes são recebidos e aconselhados. Permite-nos também criar oportunidades que vão além da transação comercial: lançamentos, apresentações exclusivas, eventos para colecionadores, experiências educativas e iniciativas relacionadas com a cultura japonesa e a herança relojoeira da SEIKO. É aí que o valor emocional se torna tangível. A relação começa com o produto, mas não deve terminar com a compra.</p>
<p><strong>Que potencial de crescimento continua a identificar para a marca em Portugal? Poderá a abertura desta primeira loja ser o primeiro passo para uma expansão mais alargada da rede de retalho de gestão direta no país?<br />
</strong>Continuamos a identificar um potencial significativo para a SEIKO em Portugal, tanto em termos comerciais como de posicionamento da marca. No entanto, queremos crescer de forma disciplinada e seletiva. A nossa prioridade imediata é fazer da Boutique de Lisboa um sucesso e estabelecê-la como uma referência para a SEIKO em Portugal. A loja permitir-nos-á aprender muito sobre os nossos clientes, sobre o desempenho das diferentes coleções e sobre a forma como o mercado responde a uma experiência de marca mais profunda. Esse conhecimento irá naturalmente contribuir para futuras decisões. Nesta fase, não existe um plano previamente definido para a abertura de Boutiques adicionais, nem existem outras cidades que pretendamos anunciar. O nosso objetivo não é expandir rapidamente, mas expandir da forma certa. Se, no futuro, surgirem oportunidades que acrescentem verdadeiramente valor à marca e à experiência do cliente, naturalmente iremos analisá-las.</p>
<blockquote><p>&#8220;A loja permitir-nos-á aprender muito sobre os nossos clientes e sobre o desempenho das diferentes coleções&#8221;</p></blockquote>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-196129 alignleft" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/imageye___-_imgi_21_PSG_Top_PC_1920x1080-960x853.jpg" alt="" width="368" height="327" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/imageye___-_imgi_21_PSG_Top_PC_1920x1080-960x853.jpg 960w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/imageye___-_imgi_21_PSG_Top_PC_1920x1080-768x682.jpg 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/imageye___-_imgi_21_PSG_Top_PC_1920x1080-1200x1066.jpg 1200w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/imageye___-_imgi_21_PSG_Top_PC_1920x1080-600x533.jpg 600w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/imageye___-_imgi_21_PSG_Top_PC_1920x1080.jpg 1216w" sizes="auto, (max-width: 368px) 100vw, 368px" /></p>
<p><strong>Quais são as principais tendências que espera que venham a marcar o mercado português de relojoaria nos próximos anos?<br />
</strong>Acredito que continuaremos a assistir a consumidores cada vez mais informados e seletivos. Isso aumentará a importância da autenticidade, da proveniência, do savoir-faire e de identidades de marca fortes. A relojoaria mecânica deverá continuar a beneficiar da procura por produtos que ofereçam algo diferente num quotidiano cada vez mais digital. Ao mesmo tempo, os consumidores mais jovens estão a descobrir os relógios não apenas como objetos funcionais, mas também como formas de expressão do estilo e da identidade pessoal. Esperamos igualmente que a experiência do cliente adquira uma importância cada vez maior, com os consumidores a transitarem de forma natural entre a pesquisa digital e o retalho físico. Por último, acredito que as identidades culturais diferenciadoras serão cada vez mais valorizadas. No caso da SEIKO, a nossa herança japonesa proporciona-nos um território de comunicação muito autêntico e diferenciador.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Onde gostaria que a SEIKO estivesse posicionada no mercado português dentro de três a cinco anos?<br />
</strong>A nossa ambição é que a SEIKO seja reconhecida como uma das grandes referências da relojoaria e como uma marca cada vez mais premium e aspiracional em Portugal. Queremos preservar tudo aquilo que conquistou a confiança dos consumidores portugueses ao longo de várias décadas &#8211; qualidade, fiabilidade, precisão e inovação, reforçando simultaneamente a perceção de savoir-faire, design, herança, exclusividade e desejabilidade. Queremos também que os consumidores compreendam a extraordinária profundidade da marca: desde uma relojoaria mecânica acessível até produtos altamente sofisticados que demonstram aquilo que a SEIKO é capaz de fazer enquanto verdadeiro fabricante de relojoaria. Em última análise, quando um consumidor português considerar a aquisição de um relógio mecânico de elevada qualidade ou de um relógio premium, queremos que a SEIKO esteja naturalmente entre as marcas que considera, não apenas porque confia nela, mas porque a deseja.</p>
<p>The post <a href="https://www.forbespt.com/seiko-portugal-tem-sido-um-mercado-muito-dinamico-para-a-seiko/">SEIKO: “Portugal tem sido um mercado muito dinâmico para a SEIKO&#8221;</a> appeared first on <a href="https://www.forbespt.com">Forbes Portugal</a>.</p>
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		<title>Taylor Swift torna-se a mais premiada da história dos MTV Video Music Awards</title>
		<link>https://www.forbespt.com/taylor-swift-torna-se-a-mais-premiada-da-historia-dos-mtv-video-music-awards/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forbes Staff]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Sep 2026 07:55:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Forbes Life]]></category>
		<category><![CDATA[Forbes Women]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Líderes]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Taylor Swift conquistou o prémio mais importante da noite de domingo e tornou-se a artista mais premiada da história dos MTV Video Music Awards (VMA), enquanto Madonna brilhou como artista do ano, no evento-chave da cultura pop. &#8220;Quero agradecer e dedicar este prémio a uma pessoa, sem a qual isto não estaria a acontecer. Essa [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Taylor Swift conquistou o prémio mais importante da noite de domingo e tornou-se a artista mais premiada da história dos MTV Video Music Awards (VMA), enquanto Madonna brilhou como artista do ano, no evento-chave da cultura pop.</p>
<p class="text-paragraph">&#8220;Quero agradecer e dedicar este prémio a uma pessoa, sem a qual isto não estaria a acontecer. Essa pessoa é a maior &#8216;showgirl&#8217; de todas, Dolly Parton&#8221;, disse <a href="https://www.forbespt.com/taylor-swift-vai-lancar-mais-uma-versao-do-album-the-life-of-a-showgirl-com-quatro-novas-musicas/" target="_blank" rel="noopener">Swift</a> ao receber o prémio de Vídeo do Ano por &#8220;The Fate of Ophelia&#8221;.</p>
<p class="text-paragraph">&#8220;Cada canção que ela escreveu, a sua forma de contar histórias, era tão vívida e rica que ouvir as suas canções era como assistir ao melhor videoclipe que já se viu na vida&#8221;, acrescentou a cantora sobre a intérprete de &#8220;9 to 5&#8221;, que faleceu em 25 de agosto.</p>
<p class="text-paragraph">Swift agradeceu ainda aos colaboradores, destacando o mexicano Rodrigo Prieto, diretor de fotografia de &#8220;The Fate of Ophelia&#8221;.</p>
<p class="text-paragraph">A estrela pop ultrapassou Beyoncé como a artista mais premiada da história dos MTV VMA, depois de um reinado partilhado, em que ambas acumulavam 30 prémios, e lançou o videoclipe do mais recente single, &#8220;Patient Zero&#8221;.</p>
<blockquote><p>Taylor Swift ultrapassou Beyoncé como a artista mais premiada da história dos MTV VMA, depois de um reinado partilhado, em que ambas acumulavam 30 prémios.</p></blockquote>
<p class="text-paragraph">Madonna regressou ao palco dos VMA após 23 anos, com uma atuação que simulou o clima de euforia e liberdade de uma discoteca, reunindo Sabrina Carpenter e Charli XCX para interpretarem faixas como &#8220;Bring Your Love&#8221; e &#8220;Danceteria Afterhours&#8221;.</p>
<p class="text-paragraph">Ao lado de Carpenter, Madonna venceu os prémios de Melhor Colaboração Pop e Melhor Dance pela curta-metragem &#8220;Confessions II – The Film&#8221;, que engloba o conceito do mais recente projeto.</p>
<p class="text-paragraph">A noite foi também da cantora tailandesa Lisa, que, para além de interpretar &#8220;Sawadika&#8221;, fez história como a primeira solista da K-pop e da Ásia a vencer na categoria de Melhor Pop.</p>
<p class="text-paragraph">A cantora britânica Sienna Spiro venceu o prémio de Artista Revelação.</p>
<p class="text-paragraph">Muitos dos prémios, cuja cerimónia foi dirigida pelo rapper Snoop Dogg, não foram transmitidos pela televisão e tiveram os vencedores anunciados posteriormente.</p>
<p class="text-paragraph">Foi o caso de Melhor Música Latina, categoria ganha pelo porto-riquenho Bad Bunny com o single &#8220;NUEVAYoL&#8221;, e de Melhor Álbum, que foi também para Madonna, por &#8220;Confessions II&#8221;.</p>
<p class="text-paragraph">Outras atuações nesta edição incluíram Shaboozy, que cantou &#8220;Cowgirl&#8221; num cenário de bar ao estilo do Velho Oeste, e Raye, numa performance do seu êxito &#8220;WHERE IS MY HUSBAND!&#8221;.</p>
<p class="text-paragraph">Swift não foi a única a homenagear <a href="https://www.forbespt.com/as-10-licoes-de-lideranca-de-dolly-parton-para-os-lideres-empresariais/" target="_blank" rel="noopener">Parton</a>. Antes da sua participação, a norte-americana Kacey Musgraves interpretou &#8220;I Will Always Love You&#8221;, um dos êxitos mais memoráveis da estrela do &#8216;country&#8217;.</p>
<p class="text-paragraph">Parton também apareceu brevemente no ecrã, cantando excertos da música antes de Musgraves continuar a canção.</p>
<p class="text-paragraph">Já a banda de &#8216;<a href="https://www.forbespt.com/mtv-unplugged-experience-leva-o-espirito-acustico-dos-anos-90-a-novos-palcos/" target="_blank" rel="noopener">grunge</a>&#8216; dos anos 90 Nirvana recebeu o prémio Video Vanguard, entregue no palco a Dave Grohl (baterista fundador), Krist Novoselic (baixista fundador) e a Pat Smear (guitarrista da última fase da banda).</p>
<p class="text-paragraph">&#8220;O Kurt era único&#8221;, disse Smear sobre o falecido fundador e vocalista Kurt Cobain.</p>
<p class="text-paragraph">&#8220;Os Nirvana continuam a ser relevantes porque as pessoas estão ávidas de autenticidade, de algo real e intransigente, algo que lhes diga &#8216;Vem como és&#8217; — o Kurt teria adorado esse legado&#8221;, acrescentou.</p>
<p class="text-paragraph">A série de homenagens terminou com canções como &#8220;Faith&#8221;, interpretada por Sombr, e &#8220;Careless Whisper&#8221;, por Teddy Swims, assinalando o décimo aniversário da morte de George Michael.</p>
<p class="text-paragraph">&#8220;Demonstrem amor, espalhem amor e deem amor&#8221; — foram as palavras com que Snoop Dogg encerrou a cerimónia, realizada em Los Angeles pela primeira vez em nove anos.</p>
<p><em>Lusa</em></p>
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		<title>Richard Zimler imagina um futuro sem direitos e estreia-se a escrever primeiro em português</title>
		<link>https://www.forbespt.com/richard-zimler-imagina-um-futuro-sem-direitos-e-estreia-se-a-escrever-primeiro-em-portugues/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forbes Portugal Staff]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Sep 2026 12:45:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Forbes Life]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O escritor Richard Zimler lança, entre este mês e novembro, a trilogia “O Voo dos Anjos Caídos”, mostrando Falcão, o protagonista, num mundo devastado por uma catástrofe, em que a intolerância e a perda de direitos proliferam. O escritor norte-americano, há décadas radicado em Portugal e no Porto, explica em entrevista à agência Lusa que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="text-paragraph">O escritor Richard Zimler lança, entre este mês e novembro, a trilogia “O Voo dos Anjos Caídos”, mostrando Falcão, o protagonista, num mundo devastado por uma catástrofe, em que a intolerância e a perda de direitos proliferam.</p>
<p class="text-paragraph">O escritor norte-americano, há décadas radicado em Portugal e no Porto, explica em entrevista à agência Lusa que Falcão, o herói e narrador da história, foi o que lhe surgiu primeiro para escrever a trilogia, cujo primeiro livro, “A Beleza das Coisas Imperfeitas”, foi já lançado pela Porto Editora, seguindo-se outro volume em outubro, e um terceiro e último em novembro.</p>
<p class="text-paragraph">“Já sabia que o livro ia decorrer daqui a 300, 600, 900 anos, depois de uma catástrofe terrível, e o mundo volta aos tempos mais ou menos medievais, sem telemóveis, automóveis, Internet”, conta.</p>
<p class="text-paragraph">Essa narrativa concretiza-se 300 anos depois de um acontecimento intitulado Juízo Final, uma série de guerras que devastaram o planeta, seguindo Falcão, o herói de uma pequena aldeia que acaba a combater o fundamentalismo religioso da Aliança, com a ajuda de família e amigos.</p>
<p class="text-paragraph">“Considerando toda a trilogia, este primeiro romance é um começo em que Falcão, o narrador, tem de demonstrar a sua coragem e perspicácia para enfrentar o problema do fundamentalismo. Não vou dar ‘spoilers’. No segundo romance, o mais sombrio dos três, muito difícil, tem de infiltrar a organização fundamentalista para conseguir os seus objetivos. O terceiro romance é luminoso, espetacular”, comenta.</p>
<p class="text-paragraph">De resto, não queria “escrever romances deprimentes” nem acabar este num sítio em que o leitor saísse “sem esperança, sem a tal coragem para continuar a vida e lutar por um mundo melhor”, antes “convencido de que possa contribuir para conseguir mais justiça e empatia e solidariedade”.</p>
<p class="text-paragraph">A coragem que gostaria de passar a quem o lê é algo que reconhece na personagem principal de uma trilogia que “é um aviso”, e como para Falcão, “a coragem pessoal é muito importante neste momento, para lutar ativamente contra qualquer medida que tenha como objetivo tirar-nos os direitos civis ou limitar as opções para mulheres, por exemplo”.</p>
<blockquote><p>“A coragem pessoal é muito importante neste momento, para lutar ativamente contra qualquer medida que tenha como objetivo tirar-nos os direitos civis ou limitar as opções para mulheres, por exemplo”.</p></blockquote>
<p class="text-paragraph">“É um aviso, que se não agirmos proativamente, se não mudarmos o rumo de Portugal, da Europa, dos Estados Unidos, podemos acabar por ter um mundo muito pouco sensato, sem empatia, em que qualquer pessoa considerada imperfeita, por uma deficiência mental ou física, por ser de cor diferente, vai ter muitos problemas”, avisa.</p>
<p class="text-paragraph">Uma reflexão sobre “o rumo do mundo” e um “retrocesso civilizacional” que vê nas várias lideranças pelo mundo fora – “Trump nos Estados Unidos, Bolsonaro, que esteve no Brasil, Putin na Rússia, Netanyahu em Israel”.</p>
<p class="text-paragraph">“A perda de direitos fundamentais em muitos países &#8211; ainda há fundamentalistas no Irão, por exemplo, no Afeganistão. Fico muito preocupado com isso. Posso imaginar facilmente Portugal cair nessa ratoeira e criar escolas religiosas, (&#8230;) posso imaginar a perda de direitos civis, sobretudo em relação a mulheres, LGBTQIA+ e migrantes”, alerta.</p>
<p class="text-paragraph">Questionado em concreto sobre a ofensiva de Israel sobre a Palestina, Zimler, de 70 anos, afirma que tem vindo a criticar a política israelita para o conflito desde os anos 1990, lembrando ainda o seu livro “À Procura do Sana” (2006), sobre essa “injustiça”.</p>
<p class="text-paragraph">“Evidentemente, penso que Benjamin Netanyahu e vários ministros são fascistas. A ideia de um judeu ser fascista é quase impensável, mas existe. (&#8230;) Em relação a Israel, não estou a ver uma solução. A talvez mais provisória é conseguir afastar Netanyahu, mas acho que isso não vai solucionar o problema inteiro, que é a necessidade de criar ou ajudar a criar um Estado democrático e independente palestiniano”, refere.</p>
<h3>Richard Zimler vai estrear-se a escrever primeiro em português</h3>
<p class="text-paragraph">O escritor norte-americano Richard Zimler vai estrear-se a escrever um romance em língua portuguesa para adultos, em vez de começar pelo nativo inglês, contou em entrevista à agência Lusa.</p>
<p class="text-paragraph">“O que vou fazer é surpresa, mas vou revelar, pela primeira vez, que estou a escrever um romance em português primeiro. Estou a escrever uma versão portuguesa e uma versão inglesa e fazer uma comparação, e depois vou mudando as duas versões conforme o que encontro”, explicou, em entrevista à Lusa, na Foz, no Porto.</p>
<p class="text-paragraph">Zimler, há décadas radicado em Portugal e no Porto, já o tinha feito nos livros infantis mas é a primeira vez que escreve em português primeiro (e não como processo de tradução) para adultos, considerando que isto revela a forma como as duas línguas se entrelaçaram no seu pensamento literário.</p>
<p class="text-paragraph">“Leva mais tempo, mas é muito útil, porque possivelmente o meu cérebro funciona de uma maneira diferente nas duas línguas. Não sou a mesma pessoa em português do que sou em inglês. Por exemplo, o meu sentido de humor inglês é mais desenvolvido, complexo, porque posso brincar com as palavras mais facilmente”, revelou.</p>
<p class="text-paragraph">Mesmo sem ter um “português perfeito”, sente que a língua já mudou o inglês que escreve.</p>
<p class="text-paragraph">“Vários críticos nos Estados Unidos disseram, por exemplo, que eu escrevo um inglês não desajeitado, mas ‘sui generis’, que tem aspetos pouco normais ou habituais da língua inglesa, e eu acho que isso, de facto, é a influência da língua portuguesa”, completou.</p>
<p class="text-paragraph">Esse novo livro, que sairá após a trilogia “O Voo dos Anjos Caídos”, de que lançou este mês o primeiro tomo, “A Beleza das Coisas Imperfeitas”, será “muito diferente dos romances históricos, ou dessa trilogia”.</p>
<p class="text-paragraph">“Se calhar, tem a ver com as minhas dificuldades físicas e problemas de saúde nos últimos dois anos. Estava a pensar mais na morte. Não apanhei qualquer doença fatal, não vou morrer em breve, espero eu, mas fiquei com muitas dores, problemas, sofrimento, e pensava mais na morte”, disse.</p>
<p class="text-paragraph">A nova obra do autor de 70 anos será, por isso, “muito curiosa”, com “depoimentos de pessoas já mortas” numa aldeia que inventou localizada em Portugal.</p>
<p class="text-paragraph">Questionado sobre se, depois de tantos anos a viver no país, pensa na morte primeiro na língua portuguesa, considerou a teoria “possível”.</p>
<p class="text-paragraph">“Porque cheguei a ter estas doenças e dificuldades em Portugal e os meus [médicos] especialistas são todos portugueses, então estou mais habituado a falar dos meus problemas em português, nunca falei em inglês com ninguém”, incluindo uma terapeuta francesa com quem tem consultas nessa outra língua, comentou.</p>
<p class="text-paragraph">Esta forma de encarar a escrita, quando sente que o estilo “de construir frases, personagens, um enredo não mudou muito”, mas sim “as preocupações” que diferem de quando tinha 35 anos, muda também com o reflexo “da vida real e dos traumas”.</p>
<p class="text-paragraph">“Estou sempre interessado na construção da nossa identidade. Como é que construímos uma identidade e como é que essa identidade muda ao longo do tempo. (&#8230;) Reflete a vida real e reflete, sobretudo, os nossos traumas. Tenho uma teoria – não sou psicólogo -, uma teoria de que a gente pode mudar”, atirou.</p>
<p class="text-paragraph">Hoje, sente que não é a mesma pessoa depois de enfrentar problemas físicos ou da morte do irmão, e por isso “a ideia de não evoluir seria impensável”.</p>
<p class="text-paragraph">“Eu não sou a mesma pessoa que escreveu ‘O Último Cabalista de Lisboa’, nos anos 1990. O Richard Zimler que escreveu esse livro já não existe. A escrita, pelo menos no meu caso, evoluiu e vai continuar a evoluir ao longo do tempo, conforme a minha condição como ser humano”, concretizou.</p>
<p class="text-paragraph">Richard Zimler nasceu em 1956, em Roslyn Heights, um subúrbio de Nova Iorque.</p>
<p class="text-paragraph">Fez um bacharelato em Religião Comparada na Duke University e um mestrado em Jornalismo na Stanford University.</p>
<p class="text-paragraph">Trabalhou como jornalista durante oito anos, principalmente na região de São Francisco e em 1990 foi viver para o Porto, onde lecionou Jornalismo, primeiro na Escola Superior de Jornalismo e depois na Universidade do Porto.</p>
<p class="text-paragraph">Desde 1996, publicou doze romances, uma coletânea de contos e seis livros para crianças.</p>
<p class="text-paragraph">A sua obra encontra-se traduzida para 23 línguas, tendo sido distinguida com importantes prémios literários como o Prémio National Endowment of the Arts Fellowship in Fiction (EUA), o Prémio Herodotus (EUA), pelo livro “O Último Cabalista de Lisboa”, o Prémio Alberto Benveniste, pelo livro “Goa ou o Guardião da Aurora”, e o Prémio Bissaya Barreto de Literatura para a Infância, pelo livro “O cão que comia a chuva”.</p>
<p><em>Simão Freitas/Lusa</em></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>MTV Unplugged Experience leva o espírito acústico dos anos 90 a novos palcos</title>
		<link>https://www.forbespt.com/mtv-unplugged-experience-leva-o-espirito-acustico-dos-anos-90-a-novos-palcos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo Marmé]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Sep 2026 10:05:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Forbes Life]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há uma geração que cresceu a ouvir Nirvana, Pearl Jam, Alice in Chains ou Stone Temple Pilots em formato acústico. É esse universo, associado às históricas sessões MTV Unplugged, que o projeto português MTV Unplugged Experience recupera, através de versões intimistas de alguns dos temas que marcaram os anos 90. Criado por Bruno Celta, Tatiana [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Há uma geração que cresceu a ouvir Nirvana, Pearl Jam, Alice in Chains ou Stone Temple Pilots em formato acústico. É esse universo, associado às históricas sessões MTV Unplugged, que o projeto português MTV Unplugged Experience recupera, através de versões intimistas de alguns dos temas que marcaram os anos 90.</p>
<p class="isSelectedEnd">Criado por Bruno Celta, Tatiana Fox e Peter Strange, o trio procura recriar o ambiente e a essência dessas atuações: guitarras acústicas, harmonias vocais, arranjos despidos do excesso de produção e uma relação mais próxima com o público. O repertório inclui, além dos nomes ligados ao movimento grunge, temas de artistas como Eric Clapton e Alanis Morissette.</p>
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<p class="isSelectedEnd">A ideia nasceu de Bruno Celta no próprio dia do seu aniversário. O músico, com mais de 15 anos de presença em palcos, escolheu Tatiana Fox e Peter Strange para concretizar o projeto (foram &#8220;as escolhas óbvias do músico para fazerem acontecer&#8221;, como é dito na página de Instagram do projeto), juntando experiência e uma relação profissional construída ao longo dos anos. O conceito ganhou rapidamente forma e, apenas dois dias depois de ter sido pensado, já tinha as primeiras datas marcadas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Desde a estreia, em maio, no Skal, em Setúbal, o MTV Unplugged Experience já ultrapassou os 20 concertos. Pelo caminho, o trio passou por palcos em Setúbal, Seixal, Vialonga e Moscavide, entre outros, e teve uma residência artística no Hard Rock Cafe Lisboa. O projeto marcou ainda presença em festivais como as Noites de Vialonga e a Moscavide Street Party Sunset.</p>
<h3>Presença no Oktoberfest em Sesimbra, a 3 de outubro</h3>
<p class="isSelectedEnd">A agenda inclui agora uma passagem pelo Oktoberfest do Igloo Bar, em Sesimbra, a 3 de outubro, às 21h30. Com entrada livre, o concerto vai levar ao evento uma seleção de clássicos dos anos 90, numa noite que cruza o ambiente da celebração alemã com o rock acústico que está na origem do projeto.</p>
<p class="isSelectedEnd">A atuação em Sesimbra é uma das várias datas já confirmadas para os próximos meses. O MTV Unplugged Experience atua a 2 de outubro, em Alcobaça, seguindo-se o concerto de 3 de outubro no Oktoberfest de Sesimbra. A agenda prossegue a 31 de outubro, na Quinta do Conde, a 14 de novembro, nas Caldas da Rainha, e a 30 de novembro, em Alfarim.</p>
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<p class="isSelectedEnd">Depois de mais de 20 concertos, uma residência artística e várias participações em eventos, o objetivo mantém-se: revisitar uma época em que algumas das canções mais marcantes do rock encontraram nas versões acústicas uma forma diferente de chegar ao público.</p>
<p>Nirvana, Pearl Jam, Alice in Chains, Eric Clapton ou Alanis Morissette são alguns dos nomes que fazem parte desta viagem. Uma viagem a uma época em que os grandes temas podiam ser apresentados com menos produção e mais espaço para as vozes, as guitarras e a emoção das canções.</p>
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		<title>Corrida dos Fundadores: mais de 50 veículos centenários percorrem Portugal</title>
		<link>https://www.forbespt.com/corrida-dos-fundadores-mais-de-50-veiculos-centenarios-percorrem-portugal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo Marmé]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Sep 2026 07:31:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Forbes Life]]></category>
		<category><![CDATA[Automóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há automóveis que já não são apenas veículos. São testemunhos de uma época em que a indústria automóvel dava os primeiros passos e em que cada viagem representava também uma aventura. É esse património que a Corrida dos Fundadores by Cartrack está a levar novamente à estrada, este fim-de-semana, numa iniciativa que reúne mais de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Há automóveis que já não são apenas veículos. São testemunhos de uma época em que a indústria automóvel dava os primeiros passos e em que cada viagem representava também uma aventura. É esse património que a Corrida dos Fundadores by Cartrack está a levar novamente à estrada, este fim-de-semana, numa iniciativa que reúne mais de 50 automóveis e motos pré-guerra na sua sexta edição.</p>
<p class="isSelectedEnd">Entre os participantes encontram-se modelos com mais de um século de história, incluindo um Sunbeam 12/16 Copa de L’Auto de 1912, um Hispano-Suiza Alfonso XIII de 1913, um Diatto 20HP de 1916, um Bugatti Brescia de 1922 e um Aston Martin Le Mans de 1933.</p>
<p class="isSelectedEnd">A edição de 2026 fica também marcada pelo crescimento da participação internacional. Dos mais de 50 veículos inscritos, 16 são conduzidos por participantes estrangeiros, provenientes de Espanha, Reino Unido e Países Baixos, aos quais se junta ainda a presença de participantes da Grécia. Espanha é o país com maior representação, com 11 condutores, seguindo-se o Reino Unido, com três, e os Países Baixos, com dois.</p>
<p class="isSelectedEnd">No total, a Corrida dos Fundadores junta cerca de 105 participantes, incluindo as respetivas equipas, numa caravana que transforma algumas das estradas e locais mais emblemáticos do país num cenário para uma celebração da era dourada do automobilismo.</p>
<h3>Da Figueira da Foz a Lisboa</h3>
<p class="isSelectedEnd">O percurso começou na sexta-feira, na Figueira da Foz, onde os participantes foram recebidos e teve lugar para a tradicional Prova de Perícia by Liqui Moly, com os veículos em exposição junto ao Malibu Foz Hotel – La Maison Younan.</p>
<p class="isSelectedEnd">No sábado, a caravana partiu em direção a sul, atravessando algumas das paisagens da região Centro e passando por São Pedro de Moel, Óbidos e Torres Vedras. Pelo caminho, houve paragens para descanso e almoço, bem como uma visita ao Museu Joaquim Agostinho, em Torres Vedras.</p>
<p class="isSelectedEnd">A etapa final acontece este domingo, levando os veículos até Mafra, com uma passagem pelo Palácio Nacional, seguindo depois para o Estoril, onde os automóveis ficam em exposição nos jardins do Casino Estoril. O percurso termina pelas 13,30h em Belém, Lisboa, onde os participantes voltam a expor os veículos antes do almoço que se realizará no Altis Belém Hotel &amp; Spa.</p>
<p class="isSelectedEnd">Ao longo dos cerca de 250 quilómetros do percurso, a organização procura não apenas colocar estes automóveis históricos em movimento, mas também aproximá-los do público. Tal como em edições anteriores, vários clubes de automóveis clássicos locais acompanham a passagem da caravana e juntam-se à celebração.</p>
<p class="isSelectedEnd">Organizada pelo Museu do Caramulo, em parceria com os clubes CPAA (Clube Português De Automóveis Antigos) e CAACB (Clube de Automóveis Antigos de Castelo Branco), a Corrida dos Fundadores by Cartrack é dedicada exclusivamente a automóveis e motos pré-guerra, produzidos até 1939. Entre as marcas representadas encontram-se nomes como Bentley, Bugatti, Ford, Mercedes-Benz, Packard, Pontiac e Wolseley, incluindo também várias marcas entretanto desaparecidas.</p>
<p>Mais do que uma competição, o evento assume-se assim como uma viagem pela história do automóvel, recuperando máquinas concebidas numa época em que a tecnologia, a engenharia e a própria ideia de viajar estavam ainda a transformar-se.</p>
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		<title>23 músicos, nove nacionalidades: nova orquestra estreia-se no Vale do Ave</title>
		<link>https://www.forbespt.com/23-musicos-nove-nacionalidades-nova-orquestra-estreia-se-no-vale-do-ave/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo Marmé]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Sep 2026 14:36:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Forbes Life]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Orquestra Festival do Vale do Ave reúne, pela primeira vez, 23 músicos de nove nacionalidades para dois concertos que marcam o encerramento da 6.ª edição do Festival Cidnay Vale do Ave. Depois do concerto que foi dado esta sexta feira no Teatro Narciso Ferreira, em Vila Nova de Famalicão, “Metamorfoses” apresenta-se este sábado, 26 [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Orquestra Festival do Vale do Ave reúne, pela primeira vez, 23 músicos de nove nacionalidades para dois concertos que marcam o encerramento da 6.ª edição do Festival Cidnay Vale do Ave.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-195984" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-26-at-15.43.02-960x640.jpg" alt="" width="960" height="640" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-26-at-15.43.02-960x640.jpg 960w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-26-at-15.43.02-1920x1281.jpg 1920w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-26-at-15.43.02-768x512.jpg 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-26-at-15.43.02-1536x1025.jpg 1536w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-26-at-15.43.02-1200x800.jpg 1200w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-26-at-15.43.02-600x400.jpg 600w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-26-at-15.43.02.jpg 2048w" sizes="auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px" /></p>
<p>Depois do concerto que foi dado esta sexta feira no Teatro Narciso Ferreira, em Vila Nova de Famalicão, “Metamorfoses” apresenta-se este sábado, 26 de setembro, às 21h30, na Fábrica de Santo Thyrso, em Santo Tirso (bilhetes a 8 euros), propondo um programa que coloca em diálogo Béla Bartók e Richard Strauss.</p>
<p>A formação reúne músicos de Portugal, Letónia, Alemanha, Eslovénia, Espanha, Roménia, Croácia, República da Coreia e Países Baixos.</p>
<blockquote><p>A Orquestra Festival do Vale do Ave junta, pela primeira vez, 23 músicos de nove nacionalidades: Portugal, Letónia, Alemanha, Eslovénia, Espanha, Roménia, Croácia, República da Coreia e Países Baixos.</p></blockquote>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-195986" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-26-at-15.43.02-2-960x640.jpg" alt="" width="960" height="640" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-26-at-15.43.02-2-960x640.jpg 960w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-26-at-15.43.02-2-1920x1280.jpg 1920w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-26-at-15.43.02-2-768x512.jpg 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-26-at-15.43.02-2-1536x1024.jpg 1536w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-26-at-15.43.02-2-1200x800.jpg 1200w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-26-at-15.43.02-2-600x400.jpg 600w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-26-at-15.43.02-2.jpg 2000w" sizes="auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px" /></p>
<p>Ao longo dos dois concertos, a Orquestra Festival do Vale do Ave interpreta o &#8220;Divertimento para Orquestra de Cordas&#8221;, de Béla Bartók, e &#8220;Metamorphosen&#8221;, de Richard Strauss, encerrando a programação do Festival sob o tema “Futuro: Tempo Presente”. A composição de Strauss, escrita em 1945 para 23 instrumentos de cordas solistas, dá nome ao concerto e estabelece uma ligação com o tema desta edição, “Futuro: Tempo Presente”.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-195987" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-26-at-15.43.02-3-960x640.jpg" alt="" width="960" height="640" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-26-at-15.43.02-3-960x640.jpg 960w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-26-at-15.43.02-3-1920x1281.jpg 1920w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-26-at-15.43.02-3-768x512.jpg 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-26-at-15.43.02-3-1536x1025.jpg 1536w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-26-at-15.43.02-3-1200x800.jpg 1200w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-26-at-15.43.02-3-600x400.jpg 600w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-26-at-15.43.02-3.jpg 2048w" sizes="auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px" /></p>
<p>Com “Metamorfoses”, o Festival Cidnay Vale do Ave encerra a sua 6.ª edição que, sob o tema “Futuro: Tempo Presente”, levou a música e diferentes expressões artísticas a espaços de Vila Nova de Famalicão, Santo Tirso e Trofa.</p>
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		<title>História do rock português contada em livro ilustrado para &#8220;pais fanáticos e filhos com punkada”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Forbes Portugal Staff]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Sep 2026 13:06:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Forbes Life]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A história do rock português, onde cabem vários géneros musicais, desde aos anos 1950 até agora, é contada através de centenas de artistas e bandas num livro ilustrado para “pais fanáticos e filhos com punkada”, hoje editado. O livro de Rita Nabais, com ilustrações de Tiago Albuquerque, “A História do Rock Português (para pais fanáticos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="text-paragraph">A história do rock português, onde cabem vários géneros musicais, desde aos anos 1950 até agora, é contada através de centenas de artistas e bandas num livro ilustrado para “pais fanáticos e filhos com punkada”, hoje editado.</p>
<p class="text-paragraph">O livro de Rita Nabais, com ilustrações de Tiago Albuquerque, “A História do Rock Português (para pais fanáticos e filhos com punkada)”, da Edições Escafandro, surgiu na sequência de um outro, da mesma autora e editora, “A História do Rock (para pais fanáticos e filhos com punkada)”, com ilustrações de Joana Raimundo, editado em 2017 e que teve uma edição revista e aumentada em 2019.</p>
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<p class="text-paragraph">“Quando comecei a fazer as apresentações da história do rock internacional, havia sempre alguém que me perguntava por que é que não havia bandas portuguesas. E foi ficando a crescer essa ideia”, recordou Rita Nabais, em declarações à Lusa.</p>
<p class="text-paragraph">Por considerar que não seria justo juntar poucas bandas portuguesas ao livro inicial, decidiu fazer um livro sobre rock português.</p>
<p class="text-paragraph">Há uns quatro, cinco anos, a autora chegou a uma primeira “protolista” de bandas e artistas, “uma coisa muito incipiente”, que serviu de ponto de partida.</p>
<p class="text-paragraph">“Depois sentei-me a sério, comprei todos os livros que havia para comprar sobre rock português, que não são assim tantos, e comecei a fazer pesquisa”, contou.</p>
<p class="text-paragraph">Na obra estão representados centenas de artistas e bandas, dos anos 1950 à atualidade, do rock, mas não só, visto que o livro foi “contaminado” pelo modo como Rita Nabais vê a música: “O rock é muita coisa, tem muitos subgéneros, mas há outros géneros, que estão ligados de alguma forma ao rock”.</p>
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<p class="text-paragraph">“E há artistas que são tão importantes que eu não podia deixar de os referir. Por exemplo, hoje [dia em que Rita Nabais falou com a Lusa] é um dia triste para o nosso país, porque morreu o Jorge Palma, um dos maiores, cantautores portugueses e compositores e pianista e tudo. O Jorge Palma não fez propriamente rock, embora tenha participado em bandas de rock, mas está no livro. Tal como o Sérgio Godinho, o Fausto, o José Mário Branco e o Zeca Afonso. Ou seja, não é rock, mas eu arranjo sempre maneira de os ligar de uma forma em que seja justo estarem no livro. Porque influenciaram tantas bandas”, disse.</p>
<p class="text-paragraph">O livro está dividido em vários capítulos, como “Os primeiros rockers”, “Yeah! Yeah!”, “Escritores de canções”, “Modernidade”, “Geração Rendez-Vous”, “Nação Alternativa”, “Anos 90 bem medidos”, “Rimas e Batidas”, “Coimbra tem mais&#8230;punk rock!”, “Rock musculado”, “Guitarras a Norte”, “Poptrónica” e “Super bandas”, entre outros.</p>
<p class="text-paragraph">“Há ali géneros que fogem um bocadinho ao rock, mas mesmo assim estão lá”, disse.</p>
<p class="text-paragraph">Ao longo dos capítulos estão 164 artistas e bandas com direito a pequenos textos e um retrato ilustrado. Além desses, há centenas de outros nomes de artistas e bandas, com sugestões de músicas de cada um.</p>
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<p class="text-paragraph">“Deixo sempre uma sugestão de outras bandas do mesmo género com temas que os leitores podem conhecer. Não dá para pôr as bandas todas num capítulo, mas dá para deixar sugestões e isso enriquece um pouco e tira-me também aquela sensação de ‘bolas, não posso pôr todas as bandas que se calhar mereciam estar no livro’”, disse.</p>
<p class="text-paragraph">Com o primeiro livro, Rita Nabais pensou que fosse “apanhar mais os adultos, mas também apanhou as crianças”.</p>
<p class="text-paragraph">Inicialmente as reações chegaram de pais, “especialmente os pais melómanos, pessoal que gosta muito de música ou gosta de rock, que achou o livro interessante e engraçado”.</p>
<p class="text-paragraph">“Depois fomos recebendo reações completamente inesperadas: ‘Obrigada Rita, o meu filho só ouvia kizomba e finalmente tenho um livro para poder explorar com ele outros tipos de música&#8217;. Tive pais também que me disseram que liam um artista por noite [aos filhos] e depois iam ouvir as músicas que eu sugeria. Houve dezenas e dezenas de pais a darem um feedback muito positivo. É um livro intergerações”, partilhou.</p>
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<p class="text-paragraph">Quando o primeiro livro foi editado, em 2017, Rita disse à agência Lusa que aquela enciclopédia do rock (também com contaminações na pop, punk ou hip-hop) pretendia preencher um vazio no campo dos livros informativos para os mais novos.</p>
<p class="text-paragraph">Quase dez anos depois, “ainda há um vazio, até porque continua a não haver, pelo menos até agora, um livro, por exemplo, sobre música portuguesa para crianças”.</p>
<p class="text-paragraph">“Há vários livros, há uma biografia infantil sobre António Variações, há um sobre o Zé Pedro. Agora um livro que tenha, num formato tipo enciclopédia, para crianças, que explique as origens, os sons, os contextos, de uma maneira divertida, acho que não havia mesmo nada”, disse.</p>
<p class="text-paragraph">O livro anterior acabou por ser editado noutros países, como a Suécia, os Estados Unidos, o México e o Canadá, mas com este será mais difícil: “Talvez o Brasil e a Espanha pudessem ter interesse em artistas do rock português. Nada é impossível. Gostava muito, mas é de facto um livro mais de consumo interno e para tentar preencher também uma lacuna”.</p>
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<p class="text-paragraph">“Há muita gente que pensa que o rock [português] só começou com o Rui Veloso e isso não é verdade. Isso foi a coisa mais maravilhosa de pesquisar neste livro. Além disso, há muito pouca literatura, comparando com outros países, é claro, sobre o rock português. Há biografias de bandas, há alguns livros, mas ainda há muita coisa por fazer em Portugal, especialmente para o mundo das crianças”, disse.</p>
<p class="text-paragraph">“A História do Rock Português (para pais fanáticos e filhos com punkada)” contou com o apoio da Sociedade Portuguesa de Autores (SPA), através do Fundo Cultural daquela instituição, o que “permitiu imprimir o livro”.</p>
<p class="text-paragraph">“Nós conseguimos suportar os custos todos, mas têm aumentado imenso. Por exemplo, o preço do papel, as pessoas às vezes não têm ideia, quase que duplicou. Fazer um livro agora, ou fazer há nove anos, é muito diferente”, lamentou.</p>
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<p class="text-paragraph">Sem o apoio da SPA, “seria muito difícil” para uma editora pequena como a Escafandro, da qual Rita Nabais faz parte, ter conseguido concretizar a obra.</p>
<p class="text-paragraph">O livro é apresentado hoje em Alcobaça, no Armazém das Artes, por Rita Nabais, com o editor Nuno Marques Valente, o músico Fernando Ribeiro, dos Moonspell, e Tiago Albuquerque.</p>
<p class="text-paragraph">Após a apresentação haverá sessões de DJ set, de António Manzarra, que fez parte da banda Us Forretas Ocultos, “que vai estar só a pôr música portuguesa em vinil”, e de Fernando Ribeiro.</p>
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<p class="text-paragraph">Depois, haverá apresentações em lojas da cadeia FNAC pelo país, “sempre com convidados de luxo ligados à música”, estando a primeira marcada para 02 de outubro na loja da Avenida de Roma, numa sessão que contará com o investigador musical João Carlos Callixto, o fundador dos Claves, banda dos anos 1960, Luís Freitas Branco e os cantores Carlos Mendes, que foi dos Sheiks, e Benjamim.</p>
<p class="text-paragraph">O livro está disponível no &#8216;<a href="https://escafandro.shopk.it/product/a-historia-do-rock-portugues" target="_blank" rel="noopener">site</a>&#8216; da Edições Escafandro, em livrarias independentes e nas lojas FNAC.</p>
<p><em>Joana Ramos Simões/Lusa</em></p>
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		<title>U2 dão concertos surpresa em Dublin para celebrar os 50 anos da banda. A 13 de novembro lançam novo álbum</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Forbes Portugal Staff]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Sep 2026 11:25:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Forbes Life]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A banda de rock irlandesa U2 regressou esta sexta-feira ao local das suas origens, em Dublin, realizando concertos surpresa para celebrar o seu 50.º aniversário, incluindo na escola onde os músicos se conheceram. Os U2, compostos por Bono como vocalista principal, The Edge na guitarra e teclados, Adam Clayton no baixo e Larry Mullen Jr. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A banda de rock irlandesa U2 regressou esta sexta-feira ao local das suas origens, em Dublin, realizando concertos surpresa para celebrar o seu 50.º aniversário, incluindo na escola onde os músicos se conheceram.</p>
<p class="text-paragraph">Os U2, compostos por Bono como vocalista principal, The Edge na guitarra e teclados, Adam Clayton no baixo e Larry Mullen Jr. na bateria, apresentaram-se, em particular, na Mount Temple Comprehensive School, perante centenas de alunos e professores.</p>
<p class="text-paragraph">Os fãs da banda encheram o centro de Dublin depois de ter circulado o rumor de um concerto surpresa no Bewley&#8217;s Oriental Café, numa das principais vias da cidade, onde mais de mil pessoas cantaram &#8220;Happy Birthday U2&#8221;.</p>
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<p class="text-paragraph">A multidão entrou em delírio quando a banda surgiu na varanda do famoso café, a tocar durante uma hora.</p>
<p class="text-paragraph">O repertório começou com o êxito dos anos 80 &#8220;I Will Follow&#8221;, mas também incluiu clássicos como &#8220;With or Without You&#8221; e &#8220;Out of Control&#8221;.</p>
<p class="text-paragraph">Os U2 tocaram também o seu novo single, &#8220;Silencio&#8221;, faixa do álbum &#8220;Carnaval de Luz&#8221;, anunciado antes do 50.º aniversário.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="U2 - Silencio" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/1mCN-RDh0-0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p class="text-paragraph">O álbum, com lançamento previsto para 13 de novembro, inclui um dueto entre o líder dos U2, Bono, e a estrela da música country <a href="https://www.forbespt.com/as-10-licoes-de-lideranca-de-dolly-parton-para-os-lideres-empresariais/" target="_blank" rel="noopener">Dolly Parton</a>, que morreu no mês passado nos Estados Unidos.</p>
<blockquote class="instagram-media" style="background: #FFF; border: 0; border-radius: 3px; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width: 540px; min-width: 326px; padding: 0; width: calc(100% - 2px);" data-instgrm-captioned="" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/p/DdrS5rctsMd/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14">
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<p style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px; margin-bottom: 0; margin-top: 8px; overflow: hidden; padding: 8px 0 7px; text-align: center; text-overflow: ellipsis; white-space: nowrap;"><a style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 17px; text-decoration: none;" href="https://www.instagram.com/p/DdrS5rctsMd/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" target="_blank" rel="noopener">Uma publicação partilhada por U2 (@u2)</a></p>
</div>
</blockquote>
<p><script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script></p>
<p class="text-paragraph">&#8220;Foi incrível estar lá&#8221;, contou Kathrin Schanz, de 50 anos, uma fã que viajou da Alemanha para a capital irlandesa para acompanhar as celebrações dos 50 anos da banda.</p>
<p class="text-paragraph">Os membros dos U2 fizeram o seu primeiro ensaio em 25 de setembro de 1976 e lançaram o seu álbum de estreia quatro anos depois, tornando-se uma das bandas de rock mais importantes das décadas de 1980 e 1990.</p>
<p><em>com Lusa</em></p>
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		<title>VW Autoeuropa, Galp, Fundação BIAL e Turismo de Portugal conquistam os Cannes Corporate Media &#038; TV Awards</title>
		<link>https://www.forbespt.com/vw-autoeuropa-galp-bial-e-turismo-de-portugal-conquistam-os-cannes-corporate-media-tv-awards/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dírcia Lopes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Sep 2026 14:06:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Forbes Life]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[corporate]]></category>
		<category><![CDATA[Marcas]]></category>
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		<category><![CDATA[Reputação das marcas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Portugal esteve em destaque na edição de 2026 dos Cannes Corporate Media &#38; TV Awards, evento que distingue a comunicação corporativa e de marca. Entre os vencedores estão a Volkswagen Autoeuropa, Galp, Fundação BIAL e Turismo de Portugal. A Volkswagen Autoeuropa foi uma das empresas portuguesas mais premiadas desta edição, com ‘Volkswagen T-Roc &#124; Journey [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal esteve em destaque na edição de 2026 dos Cannes Corporate Media &amp; TV Awards, evento que distingue a comunicação corporativa e de marca. Entre os vencedores estão a Volkswagen Autoeuropa, Galp, Fundação BIAL e Turismo de Portugal.</p>
<p>A Volkswagen Autoeuropa foi uma das empresas portuguesas mais premiadas desta edição, com ‘Volkswagen T-Roc | Journey Through the Production Process’, produzido pela Bonzi, conquistando o Golfinho de Ouro na categoria Vídeos de Produto e Lançamentos, além de um Golfinho de Prata em Automóvel e Mobilidade.</p>
<figure id="attachment_195896" aria-describedby="caption-attachment-195896" style="width: 960px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-195896 size-medium" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/Vencedores-Volkswagen-Autoeuropa-960x640.jpg" alt="" width="960" height="640" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/Vencedores-Volkswagen-Autoeuropa-960x640.jpg 960w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/Vencedores-Volkswagen-Autoeuropa-1920x1280.jpg 1920w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/Vencedores-Volkswagen-Autoeuropa-768x512.jpg 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/Vencedores-Volkswagen-Autoeuropa-1536x1024.jpg 1536w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/Vencedores-Volkswagen-Autoeuropa-2048x1365.jpg 2048w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/Vencedores-Volkswagen-Autoeuropa-1200x800.jpg 1200w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/Vencedores-Volkswagen-Autoeuropa-600x400.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px" /><figcaption id="caption-attachment-195896" class="wp-caption-text">Entrega do prémio à Volkswagen Autoeuropa</figcaption></figure>
<p>A Galp Energia também se destacou com Shine On, produzido pela Bar Ogilvy Portugal e pela Garage Films, que venceu o Golfinho de Ouro na categoria Filmes para Feriados e Ocasiões Especiais, além de um Golfinho de Prata em Comunicação de Marketing – B2C.</p>
<figure id="attachment_195900" aria-describedby="caption-attachment-195900" style="width: 960px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-195900 size-medium" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-25-at-14.15.49-960x640.jpeg" alt="" width="960" height="640" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-25-at-14.15.49-960x640.jpeg 960w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-25-at-14.15.49-768x512.jpeg 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-25-at-14.15.49-1536x1023.jpeg 1536w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-25-at-14.15.49-1200x800.jpeg 1200w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-25-at-14.15.49-600x400.jpeg 600w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-25-at-14.15.49.jpeg 1600w" sizes="auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px" /><figcaption id="caption-attachment-195900" class="wp-caption-text">Entrega do prémio à Galp Energia</figcaption></figure>
<p>O Turismo de Portugal foi distinguido com um Golfinho de Ouro na categoria Produtos Turísticos por Portugal Means Business, produzido pela Bom Bom e pela Dentsu Creative Iberia. A Associação de Turismo do Porto e Norte de Portugal também conquistou um Golfinho de Ouro, na categoria Destinos – Regiões, com The Big Trend by Ofélia de Sousa, produzido pela KOBU Agência Criativa Digital.</p>
<figure id="attachment_195899" aria-describedby="caption-attachment-195899" style="width: 960px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-195899 size-medium" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-25-at-14.16.12-960x640.jpeg" alt="" width="960" height="640" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-25-at-14.16.12-960x640.jpeg 960w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-25-at-14.16.12-768x512.jpeg 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-25-at-14.16.12-1536x1023.jpeg 1536w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-25-at-14.16.12-1200x800.jpeg 1200w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-25-at-14.16.12-600x400.jpeg 600w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-25-at-14.16.12.jpeg 1600w" sizes="auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px" /><figcaption id="caption-attachment-195899" class="wp-caption-text">Entrega do prémio ao Turismo de Portugal</figcaption></figure>
<p>A Lobby Films and Advertising conquistou dois Golfinhos de Prata: um na categoria Tecnologia, Investigação e Inovação, por Nature Precision, para a Labialfarma, e outro em Serviços Turísticos, por The Island, para a Bensaude Hotels. A agência da Covilhã foi ainda finalista na categoria Questões Ambientais e Sustentabilidade, com a produção BIOND.</p>
<p>A produtora Ideias com Pernas esteve também em destaque com dois prémios: o Golfinho de Ouro por The Sound of Christmas, para o Mosteiro do Leitão, e o Golfinho de Prata por The  Stories That Matter Are the Ones We Live Together, para a Bertrand Livreiros.</p>
<p>A Fundação Bial foi distinguida com um Golfinho de Prata na categoria Trailers e Teasers para Documentários e Reportagens, por Beyond the Brain, produzido pela Ideias e Conteúdos. O Estoril Praia Futebol SAD foi finalista na categoria Desporto, Entretenimento e Patrocínio, com a produção Gold Over Blue.</p>
<p>Todas as produções foram avaliadas por um júri internacional de especialistas de 33 países, que reuniu profissionais das áreas da publicidade, cinema, televisão, produção, marketing e comunicação corporativa. Esta edição contou com produções, por exemplo, de marcas como Aramco, Tiffany &amp; Co., McDonald&#8217;s e Deloitte.</p>
<p>The post <a href="https://www.forbespt.com/vw-autoeuropa-galp-bial-e-turismo-de-portugal-conquistam-os-cannes-corporate-media-tv-awards/">VW Autoeuropa, Galp, Fundação BIAL e Turismo de Portugal conquistam os Cannes Corporate Media &#038; TV Awards</a> appeared first on <a href="https://www.forbespt.com">Forbes Portugal</a>.</p>
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