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	<title>Forbes Life - Forbes Portugal</title>
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	<description>A revista de líderes e de empreendedores com maior impacto no mundo dos negócios.</description>
	<lastBuildDate>Tue, 11 Aug 2026 09:54:28 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Forbes Life - Forbes Portugal</title>
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		<title>Eclipse solar: apontar o smartphone diretamente ao Sol pode danificar as câmaras</title>
		<link>https://www.forbespt.com/eclipse-solar-apontar-o-smartphone-diretamente-ao-sol-pode-danificar-as-camaras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo Marmé]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 14:27:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Forbes Life]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No próximo dia 12 de agosto, Portugal assistirá a um eclipse solar de magnitude excecional. Em Lisboa, o fenómeno começará cerca das 18h38 e atingirá o ponto máximo pelas 19h36, quando aproximadamente 94% do disco solar estará ocultado. Perante a previsível utilização de smartphones para captar o momento, a iServices alerta que apontar diretamente as [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>No próximo dia 12 de agosto, Portugal assistirá a um eclipse solar de magnitude excecional. Em Lisboa, o fenómeno começará cerca das 18h38 e atingirá o ponto máximo pelas 19h36, quando aproximadamente 94% do disco solar estará ocultado. Perante a previsível utilização de smartphones para captar o momento, a iServices alerta que apontar diretamente as câmaras ao Sol sem proteção adequada pode provocar danos permanentes no sensor de imagem.</p>
<blockquote><p>O eclipse solar não apenas é perigoso para a saúde ocular, mas também para os próprios telemóveis.</p></blockquote>
<p>A iServices identifica sete cuidados essenciais para fotografar o eclipse com um smartphone:</p>
<p>1. Colocar o filtro solar à frente da câmara antes de apontar o smartphone ao Sol;</p>
<p>2. Utilizar apenas filtros próprios para câmaras e equipamentos óticos, adquiridos junto de fornecedores especializados;</p>
<p>3. Não recorrer a óculos de sol, radiografias, vidro fumado, películas escurecidas ou outros materiais improvisados;</p>
<p>4. Nos smartphones com várias câmaras, garantir que a lente ativada em cada nível de zoom permanece protegida;</p>
<p>5. Não confundir os óculos de eclipse, destinados aos olhos, com os filtros necessários para proteger as câmaras;</p>
<p>6. Evitar manter a aplicação da câmara aberta e o smartphone apontado ao Sol durante mais tempo do que o necessário;</p>
<p>7. Recorrer a um tripé ou apoio estável, em vez de depender de níveis elevados de zoom digital.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A iServices refere que modelos como os iPhone Pro e os Samsung Galaxy S e Ultra integram várias câmaras, entre as quais a principal, a ultra grande angular e a teleobjetiva: “Ao mudar o nível de zoom, o equipamento pode passar a utilizar uma lente diferente. Por esse motivo, a proteção deve acompanhar a lente efetivamente utilizada ou cobrir todo o módulo fotográfico. Funcionalidades como o Space Zoom dos Samsung Galaxy Ultra ou o zoom digital do iPhone também não reduzem a intensidade da luz que chega à câmara. O zoom apenas altera a ampliação da imagem e, nos níveis mais elevados, recorre frequentemente a processamento digital. Não constitui, portanto, qualquer forma de proteção do sensor”.</p>
<blockquote><p>A Samsung recomenda que as câmaras dos equipamentos Galaxy não sejam apontadas diretamente ao Sol ou a outras fontes de luz muito intensa, devido ao risco de danos nas microlentes ou no sensor.</p></blockquote>
<p>A Samsung recomenda que as câmaras dos equipamentos Galaxy não sejam apontadas diretamente ao Sol ou a outras fontes de luz muito intensa, devido ao risco de danos nas microlentes ou no sensor: “Estes danos podem manifestar-se através de pontos, manchas, linhas ou alterações de cor persistentes nas fotografias. Embora a Apple não tenha publicado instruções específicas para fotografar eclipses com o iPhone, as recomendações da NASA e da American Astronomical Society são transversais às câmaras: durante as fases em que o Sol esteja apenas parcialmente ocultado, deve ser colocado um filtro solar próprio para equipamentos óticos à frente da lente”, indica a iServices que acrescenta: “Quem não disponha de um filtro adequado pode fotografar a alteração da luz ambiente, a paisagem, as reações das pessoas ou as sombras em forma de crescente projetadas através das árvores, evitando direcionar a câmara para o Sol”.</p>
<p>Caso surjam manchas, pontos, linhas, alterações de cor persistentes depois da captação, a iServices recomenda que o smartphone seja avaliado por um técnico especializado. A empresa disponibiliza diagnóstico gratuito, na hora, em todas as suas lojas.</p>
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		<title>&#8220;Playback&#8221; sobre Carlos Paião é o filme português mais visto do ano</title>
		<link>https://www.forbespt.com/playback-sobre-carlos-paiao-e-o-filme-portugues-mais-visto-do-ano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forbes Portugal Staff]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 10:51:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Forbes Life]]></category>
		<category><![CDATA[Arte e cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Paião]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Filme PlayBack]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O filme “Playback”, de Sérgio Graciano, sobre o músico Carlos Paião, somou 11.190 espectadores no fim de semana de estreia, tornando-se o filme português mais visto este ano nos cinemas, segundo dados de bilheteira. De acordo com dados estatísticos do Instituto do Cinema e do Audiovisual, divulgados ontem, “Playback” foi visto por 11.190 espectadores entre [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O filme “Playback”, de Sérgio Graciano, sobre o músico Carlos Paião, somou 11.190 espectadores no fim de semana de estreia, tornando-se o filme português mais visto este ano nos cinemas, segundo dados de bilheteira. De acordo com dados estatísticos do Instituto do Cinema e do Audiovisual, divulgados ontem, “Playback” foi visto por 11.190 espectadores entre quinta-feira, dia de estreia, e domingo, e registou cerca de 77.797 euros de receita de bilheteira.</p>
<p class="text-paragraph">Com estes quatro dias em sala, “Playback” é o filme português mais visto este ano nos cinemas e supera a longa-metragem “Projecto Global”, de Ivo M. Ferreira, que se estreou em abril e somou 9.208 espectadores. No panorama geral dos filmes exibidos entre quinta-feira e domingo passados, o mais visto em Portugal voltou a ser &#8220;Homem-Aranha: Um novo Dia&#8221;, com 124.666 entradas. Desde que se estreou, a 30 de julho, já contabilizou 485.803 espectadores. O filme “Playback”, de Sérgio Graciano, recorda e reinterpreta alguns dos momentos da vida e da carreira do músico Carlos Paião, como a passagem pelo Festival da Canção, a formação em Medicina e o casamento com Zaida Cardoso.</p>
<p class="text-paragraph">“Quis fazer a história do homem e não a história do mito. Foi um homem brilhante, um letrista incrível”, afirmou o realizador Sérgio Graciano no final de julho, na antestreia do filme em Lisboa.</p>
<p class="text-paragraph"><strong>“</strong>Playback” é protagonizado pelo ator Rafael Ferreira, escolhido num &#8216;casting&#8217; entre mais de duas centenas de candidatos. O ator iniciou carreira em 2017, tem algumas experiências em teatro, cinema e televisão, mas considera que este é o seu “primeiro trabalho de maior destaque e também uma grande responsabilidade”, pela homenagem que presta ao músico, como recordou à Lusa em dezembro passado, durante a rodagem.</p>
<blockquote><p><strong>Carlos Paião nasceu em 01 de novembro de 1957, em Coimbra, e morreu a 26 de agosto de 1988, na sequência de um acidente de automóvel.</strong></p></blockquote>
<p class="text-paragraph">“Playback” conta ainda com interpretações de Laura Dutra, Beatriz Brás, Mariana do Ó, Rita Durão, António Mortágua, Anabela Moreira e Albano Jerónimo, entre outros.</p>
<p class="text-paragraph">A banda sonora é assinada pelo músico Paulo Furtado, ou The Legendary Tigerman, que &#8216;retrabalhou&#8217; as canções de Carlos Paião, com os músicos que habitualmente o acompanham e também com o ator Rafael Ferreira. Entre as músicas de Carlos Paião escolhidas para a banda sonora há um inédito, “Lisboa Lisboa”, que o cantor nunca chegou a editar e que, segundo Paulo Furtado, &#8220;é uma canção de amor dedicada a Lisboa”, como descreveu à Lusa em julho, quando tocou com Rafael Ferreira no festival Alive, em Oeiras.</p>
<p class="text-paragraph">O filme é uma produção da Caos Calmo, tem argumento de Mário Cenicante e contou com a colaboração de Zaida Cardoso, a mulher de Carlos Paião. Carlos Paião nasceu em 01 de novembro de 1957, em Coimbra, e morreu a 26 de agosto de 1988, na sequência de um acidente de automóvel. No meio destas duas datas, estava um homem que estudou Medicina, mas que se decidiu pela música, tendo composto mais de duas centenas de canções, muitas das quais já integradas no cancioneiro pop português.</p>
<p class="text-paragraph">Compôs, entre outras, &#8220;Cinderela&#8221;, &#8220;Pó de arroz&#8221;, &#8220;Vinho do Porto&#8221;, &#8220;Souvenir de Portugal&#8221; e &#8220;Playback&#8221;, e deixou os álbuns “Algarismos” (1982) e “Intervalo” (1988). Ao longo da carreira, colaborou com o humorista Herman José &#8211; escreveu para ele as canções da personagem Serafim Saudade &#8211; e também com Amália Rodrigues, Lenita Gentil e Mísia, entre outros cantores.</p>
<p><strong>(Lusa) </strong></p>
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		<title>Universidade Politécnica da Guarda cria CTeSP de Enogastronomia, Gerontologia e Proteção Civil em Gouveia</title>
		<link>https://www.forbespt.com/universidade-politecnica-da-guarda-cria-ctesp-de-enogastronomia-gerontologia-e-protecao-civil-em-gouveia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forbes Portugal Staff]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 09:54:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Forbes Life]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Universidade Politécnica da Guarda (UPG) vai criar, em Gouveia, três cursos técnicos superiores (CTeSP) de Enogastronomia, Gerontologia e Riscos de Proteção Civil, no âmbito de uma parceira com a escola profissional local e o município. “Com estes três cursos em Gouveia, a UPG dá um sinal claro de quanto está empenhada na difusão e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Universidade Politécnica da Guarda (UPG) vai criar, em Gouveia, três cursos técnicos superiores (CTeSP) de Enogastronomia, Gerontologia e Riscos de Proteção Civil, no âmbito de uma parceira com a escola profissional local e o município.</p>
<p class="text-paragraph">“Com estes três cursos em Gouveia, a UPG dá um sinal claro de quanto está empenhada na difusão e na transferência de conhecimento, bem como na valorização económica e social dos recursos humanos da sua região”, adiantou Joaquim Brigas, reitor da Universidade Politécnica da Guarda.</p>
<p class="text-paragraph">Os cursos Enogastronomia, Gerontologia e Riscos de Proteção Civil vão avançar no ano letivo de 2026-27 e serão ministrados pela UPG no Instituto de Gouveia – Escola Profissional, com o apoio da autarquia.</p>
<p class="text-paragraph">As três entidades vão assinar, na quarta-feira, pelas 16:30, um protocolo de colaboração tripartido, no polo da Escola de São Julião do Instituto de Gouveia.</p>
<p class="text-paragraph">“Uma das missões mais importantes da Universidade Politécnica da Guarda é contribuir para o desenvolvimento sustentável da sociedade no seu território de influência, formando profissionais qualificados para todas as áreas, como o tecido empresarial, o setor social ou as autarquias”, acrescentou o reitor, citado numa nota de imprensa enviada à agência Lusa.</p>
<p class="text-paragraph">Para o município de Gouveia, no distrito da Guarda, a criação destes três novos cursos na cidade reforça “a oferta de ensino superior e a qualificação dos recursos humanos em áreas estratégicas para o desenvolvimento do território”.</p>
<p class="text-paragraph">“Além de ensinar, desenvolver investigação e produzir conhecimento nas suas escolas, a UPG terá cada vez mais disponibilidade para apoiar a inovação das empresas, colaborar com os municípios, formar profissionais ao longo da vida e ajudar a resolver os desafios da sociedade na região”, acrescentou Joaquim Brigas.</p>
<p class="text-paragraph">A UPG, ex-Politécnico da Guarda, já leciona CTeSP em Vila Nova de Foz Côa (Gestão de Alojamentos Turísticos), Mêda (Riscos de Proteção Civil), Sabugal (Energias Renováveis e Eficiência Energética) e Trancoso (Cibersegurança, Manutenção e Reparação Automóvel, e Cozinha e Produção Alimentar).</p>
<p class="text-paragraph">A Universidade Politécnica da Guarda foi criada em 01 de agosto, no âmbito da recente reforma legislativa operada pela Lei n.º 32/2026, de 20 de julho.</p>
<p class="text-paragraph">A transformação integra a reforma do ensino superior decorrente da Lei n.º 16/2023, de 10 de abril, que alterou a Lei de Bases do Sistema Educativo e o Regime Jurídico das Instituições de Ensino Superior (RJIES), permitindo aos institutos politécnicos acreditados institucionalmente adotarem a designação de Universidade Politécnica, reforçando a identidade e valorização do subsistema politécnico.</p>
<p><em>Lusa</em></p>
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		<item>
		<title>Eclipse solar de 12 de agosto: quatro mitos que podem pôr a visão em risco</title>
		<link>https://www.forbespt.com/eclipse-solar-de-12-de-agosto-quatro-mitos-que-podem-por-a-visao-em-risco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo Marmé]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 07:20:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Forbes Life]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O eclipse solar de 12 de agosto deverá levar milhares de pessoas a olhar para o céu em Portugal. O fenómeno será visível em todo o território continental, embora apenas uma pequena zona do distrito de Bragança deva atingir uma ocultação praticamente total do disco solar. Mas aquilo que torna o eclipse particularmente apelativo é [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">O eclipse solar de 12 de agosto deverá levar milhares de pessoas a olhar para o céu em Portugal. O fenómeno será visível em todo o território continental, embora apenas uma pequena zona do distrito de Bragança deva atingir uma ocultação praticamente total do disco solar. Mas aquilo que torna o eclipse particularmente apelativo é também o que pode torná-lo perigoso: a redução da luminosidade durante o fenómeno pode dar a sensação de que é possível olhar diretamente para o Sol. É precisamente esta falsa sensação de segurança que preocupa a Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (Ciências ULisboa).</p>
<p class="isSelectedEnd">“Durante um eclipse, a diminuição da luminosidade cria a ilusão de que é possível olhar diretamente para o Sol. Esse é precisamente o perigo. Habitualmente, a intensidade da luz solar leva-nos a desviar o olhar. No eclipse, esse desconforto diminui e as pessoas podem prolongar a observação sem proteção adequada”, explica Rui Agostinho, astrofísico e professor catedrático jubilado da Ciências ULisboa.</p>
<blockquote>
<p class="isSelectedEnd">O risco não desaparece porque o Sol está parcialmente oculto. A radiação continua a atingir a retina e pode provocar lesões sem que exista dor imediata. Manchas escuras, zonas desfocadas ou perda parcial da visão podem surgir apenas no dia seguinte.</p>
</blockquote>
<p class="isSelectedEnd">Para contrariar algumas das ideias mais comuns sobre a observação de eclipses, a Ciências ULisboa identifica quatro mitos que podem colocar a visão em risco.</p>
<h3>Quatro mentiras a refutar:</h3>
<h3>1. &#8220;Óculos de sol normais chegam&#8221;</h3>
<p class="isSelectedEnd">Não chegam.  Mesmo os óculos de sol mais escuros não oferecem proteção suficiente para observar diretamente o eclipse. A recomendação é utilizar óculos certificados especificamente para observação solar ou filtros adequados para esse efeito. Também não são seguros métodos improvisados, como vidros fumados, vidros escurecidos ou radiografias.</p>
<p class="isSelectedEnd">A exceção entre os materiais que podem ser utilizados como proteção é o vidro de soldador, mas apenas quando apresenta densidade 14. Outros níveis de proteção não garantem a segurança necessária para olhar diretamente para o Sol.</p>
<h3>2. &#8220;Olhar apenas durante alguns segundos não faz mal&#8221;</h3>
<p class="isSelectedEnd">Esta é outra ideia que pode revelar-se perigosa. Durante um eclipse, a menor intensidade luminosa reduz o desconforto que normalmente obriga uma pessoa a desviar o olhar. Isso pode levá-la a permanecer a observar o Sol durante mais tempo do que faria num dia normal.</p>
<p class="isSelectedEnd">A retina, contudo, continua exposta à radiação solar. E uma das particularidades destas lesões é precisamente poderem ocorrer sem dor imediata.</p>
<p class="isSelectedEnd">A recomendação, por isso, não depende do tempo de exposição: não se deve olhar diretamente para o Sol sem proteção adequada, mesmo que seja apenas por alguns segundos.</p>
<h3>3. &#8220;As crianças podem observar o eclipse como os adultos&#8221;</h3>
<p class="isSelectedEnd">As crianças exigem atenção redobrada. A retina das crianças deixa passar mais luz do que a dos adultos, aumentando o risco de lesão. Além disso, é mais difícil garantir que uma criança mantém corretamente os óculos de observação solar durante todo o período em que está a olhar para o fenómeno.</p>
<p class="isSelectedEnd">A observação deve, por isso, ser acompanhada por adultos e feita exclusivamente com equipamento certificado.</p>
<p class="isSelectedEnd">A recomendação ganha particular importância este ano porque o eclipse ocorre em agosto, quando muitas crianças estarão de férias e fora do ambiente escolar, onde habitualmente existem ações de sensibilização e acompanhamento da observação.</p>
<h3>4. &#8220;A praia é o cenário perfeito&#8221;</h3>
<p class="isSelectedEnd">A praia pode ser um dos locais mais apelativos para assistir ao eclipse, mas também pode criar uma situação de risco. A praia oferece um horizonte desimpedido e, com o Sol sobre o mar, torna-se particularmente fácil olhar automaticamente para o fenómeno. O cenário pode incentivar precisamente o comportamento que deve ser evitado: observar o Sol sem proteção.</p>
<p class="isSelectedEnd">Quem escolher a praia deve levar consigo óculos certificados para observação solar e utilizá-los sempre que olhar diretamente para o Sol.</p>
<p class="isSelectedEnd">A procura por este tipo de equipamento já levou ao esgotamento de muitos dos óculos que estavam a ser distribuídos gratuitamente. Ainda assim, continuam disponíveis para compra em vários estabelecimentos comerciais.</p>
<p class="isSelectedEnd">Para Rui Agostinho, trata-se de um investimento que poderá ser utilizado novamente. “Teremos eclipses do Sol com elevada percentagem de ocultação visíveis em Portugal em 2026, 2027 e 2028. Se os óculos forem bem conservados, poderão voltar a ser utilizados.”</p>
<p class="isSelectedEnd">O fenómeno de 12 de agosto será, assim, uma oportunidade para observar um dos acontecimentos astronómicos mais impressionantes do ano, mas também um momento em que a perceção humana pode jogar contra a segurança. A regra é simples: a redução da luminosidade não torna o Sol seguro para observar a olho nu.</p>
<p>A Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa recomenda que a observação seja feita recorrendo a informação científica credível e a equipamento adequado. As recomendações de segurança e informação adicional sobre o eclipse podem ser consultadas em <a href="https://eclipse2026.pt/observar-em-seguranca" target="_blank" rel="noopener">eclipse2026.pt/observar-em-seguranca</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Bilionária MacKenzie Scott vai lançar o seu terceiro romance gratuitamente no Substack</title>
		<link>https://www.forbespt.com/bilionaria-mackenzie-scott-vai-lancar-o-seu-terceiro-romance-gratuitamente-no-substack/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mary Whitfill Roeloffs]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Aug 2026 16:46:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Forbes Life]]></category>
		<category><![CDATA[Amazon]]></category>
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		<category><![CDATA[Jeff Bezos]]></category>
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		<category><![CDATA[Substack]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>MacKenzie Scott, filantropa e bilionária, afirmou no passado sábado que irá publicar por conta própria um novo romance, o seu terceiro, no Substack ao longo do mês de agosto, mas até ao momento revelou poucos detalhes sobre o tema do livro. Scott, que já foi a 22.ª pessoa mais rica do mundo antes de doar [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>MacKenzie Scott, filantropa e bilionária, afirmou no passado sábado que irá publicar por conta própria um novo romance, o seu terceiro, no Substack ao longo do mês de agosto, mas até ao momento revelou poucos detalhes sobre o tema do livro.</p>
<p>Scott, que já foi a 22.ª pessoa mais rica do mundo antes de doar 26 mil milhões de dólares nos últimos sete anos, afirmou no seu blogue que irá publicar, em série ao longo do mês de agosto, um romance de 80 mil palavras intitulado &#8220;Last Days in Two Nations (A History in Eighteen Minds)&#8221;.</p>
<p>Scott publicou no passado sábado a página do título, o índice, a lista de personagens e as referências do livro, mas pouco mais revelou, além de encorajar os seus seguidores a &#8220;lerem e subscreverem&#8221;.</p>
<p>O romance de estreia de Scott, &#8220;The Testing of Luther Albright&#8221;, foi publicado em 2005 e foi bem recebido pela crítica, tendo ganho um American Book Award e conquistado um lugar na lista dos Melhores do Ano do Los Angeles Times.</p>
<p>Publicou outro livro, &#8220;Traps&#8221;, em 2013, e promoveu-o através de uma série de entrevistas, mas, desde então, tem-se comunicado com o público apenas através de raras publicações literárias no seu blogue e website.</p>
<p>Scott, a ex-mulher do fundador da Amazon, Jeff Bezos, tem um património líquido estimado em 33,8 mil milhões de dólares. Scott esteve casada com Bezos durante 25 anos e recebeu uma participação de 4% na retalhista online no âmbito do seu divórcio, em 2019. Desde então, doou mais de 26 mil milhões de dólares a mais de 2500 organizações, incluindo faculdades e universidades historicamente negras, grupos ambientalistas e organizações sem fins lucrativos dedicadas à equidade económica.</p>
<p><strong><em>Texto original <a href="https://www.forbes.com/sites/maryroeloffs/2026/08/08/billionaire-mackenzie-scott-is-releasing-third-novel-for-free-on-substack/">aqui</a>. Artigo traduzido e editado por <a href="https://www.forbespt.com/author/ritameireles/">Rita Meireles</a>. </em></strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Consumo de cafeína reduz o impacto da obesidade no cérebro</title>
		<link>https://www.forbespt.com/consumo-de-cafeina-reduz-o-impacto-da-obesidade-no-cerebro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forbes Portugal Staff]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Aug 2026 11:16:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Forbes Life]]></category>
		<category><![CDATA[café]]></category>
		<category><![CDATA[Cafeína]]></category>
		<category><![CDATA[Investigação]]></category>
		<category><![CDATA[NOVA]]></category>
		<category><![CDATA[Obesidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A cafeína atenua perdas de memória e melhora outras disfunções cognitivas provocadas pela inflamação cerebral gerada pelo excesso de peso, revela um estudo desenvolvido por investigadores da NOVA Medical School divulgado esta semana. A investigação, liderada por Sílvia Conde, professora e investigadora principal da NOVA Medical School e publicada na revista científica Pharmacological Research, estabelece, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A cafeína atenua perdas de memória e melhora outras disfunções cognitivas provocadas pela inflamação cerebral gerada pelo excesso de peso, revela um estudo desenvolvido por investigadores da NOVA Medical School divulgado esta semana. A investigação, liderada por Sílvia Conde, professora e investigadora principal da NOVA Medical School e publicada na revista científica Pharmacological Research, estabelece, pela primeira vez, uma relação direta entre o consumo de cafeína e a diminuição dos efeitos da obesidade no cérebro, como a perda de memória, aprendizagem e outras funções cognitivas, refere a NOVA Medical School em comunicado.</p>
<p class="text-paragraph">Para realizar o estudo, os investigadores utilizaram 31 ratos Wistar machos, divididos em três grupos. Um grupo recebeu alimentação normal; outro foi submetido durante 25 semanas a uma dieta rica em gordura e açúcar; e um terceiro recebeu a mesma dieta, mas com administração de cafeína na água durante as últimas 11 semanas da experiência. Os investigadores analisaram os efeitos do consumo crónico de cafeína em ratos submetidos a uma dieta hipercalórica rica em gordura e açúcar, utilizada para induzir obesidade e alterações metabólicas.</p>
<p class="text-paragraph">Observaram que os animais sujeitos à dieta hipercalórica desenvolveram maior ganho de peso, resistência à insulina, alterações na tolerância à glucose e pior desempenho em testes de memória e cognição. Estes animais apresentaram também aumento de marcadores associados à neuroinflamação e alterações na atividade neuronal no hipocampo.</p>
<blockquote><p><strong>Segundo a NOVA Medical School, esta é a primeira vez que a relação entre os três (obesidade, cafeína e cognição) é descrita numa investigação.</strong></p></blockquote>
<p class="text-paragraph">Nos animais que receberam cafeína, verificou-se uma atenuação de várias destas alterações, com redução dos sinais de inflamação cerebral, melhoria da sensibilidade à insulina e melhores resultados em testes que avaliaram memória espacial, reconhecimento e aprendizagem. “Verificámos que a cafeína reduz a neuroinflamação, mas também promove a atividade neuronal no hipocampo, o que ajuda a explicar os efeitos observados na memória e cognição”, afirma Sílvia Conde, citada pela NOVA Medical School em comunicado.</p>
<p class="text-paragraph">Adriana Capucho, estudante de doutoramento da instituição e autora do trabalho, compara o processo ao funcionamento de uma biblioteca. “Se o cérebro fosse uma cidade e o hipocampo a &#8216;biblioteca central&#8217;, onde se guardam todas as nossas memórias, a obesidade seria a poluição que danifica a biblioteca. A inflamação do hipocampo é todo o fumo e lixo acumulados. Então, a cafeína seria a equipa de limpeza e manutenção, ou seja, reduz a ‘poluição’ e ajuda os sistemas a funcionar melhor (atividade neuronal), permitindo que a biblioteca volte a operar de forma eficiente”, explica Adriana Capucho.</p>
<p class="text-paragraph">Os autores do estudo alertam que num contexto em que a obesidade continua a aumentar a nível global e as suas consequências vão muito além das doenças cardiovasculares e metabólicas, os resultados obtidos permitem um melhor entendimento deste problema de saúde pública, ao relacionar estilo de vida, inflamação e saúde cerebral.</p>
<p class="text-paragraph">Partindo do conhecimento de que a obesidade está associada a perdas de memória e cognição, decorrentes da neuroinflamação, e a cafeína é conhecida por melhorar o estado de alerta e a função cerebral, a equipa de investigadores desenvolveu a hipótese de que esta substância poderia proteger o cérebro. A equipa considera que os resultados poderão contribuir para futuras investigações sobre estratégias de prevenção ou mitigação do declínio cognitivo associado à obesidade, caso venham a ser confirmados em estudos clínicos. Segundo a NOVA Medical School, esta é a primeira vez que a relação entre os três (obesidade, cafeína e cognição) é descrita numa investigação.</p>
<p><strong>(Lusa) </strong></p>
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		<title>NASA prepara missões aéreas para estudar eclipse solar total que também será visível em Portugal</title>
		<link>https://www.forbespt.com/nasa-prepara-missoes-aereas-para-estudar-eclipse-solar-total-que-tambem-sera-visivel-em-portugal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo Marmé]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 15:55:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Forbes Life]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No próximo dia 12 de agosto de 2026, cientistas de várias organizações internacionais preparam uma série ambiciosa de missões científicas para acompanhar um dos fenómenos astronómicos mais aguardados da década. Nesse dia, a sombra da Lua atravessará a Terra a cerca de 8.000 quilómetros por hora, criando um eclipse solar total para os observadores localizados [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-start="406" data-end="858">No próximo dia 12 de agosto de 2026, cientistas de várias organizações internacionais preparam uma série ambiciosa de missões científicas para acompanhar um dos fenómenos astronómicos mais aguardados da década. Nesse dia, a sombra da Lua atravessará a Terra a cerca de 8.000 quilómetros por hora, criando um eclipse solar total para os observadores localizados na Gronelândia, Islândia, Espanha e numa pequena área de Portugal.</p>
<p data-start="860" data-end="1170">Entre os participantes estão a NASA, a Força Aérea Irlandesa e vários operadores privados de aeronaves, todos em busca das melhores condições de observação e de recolha de dados científicos. De aviões a balões estratosféricos, a campanha promete transformar o eclipse num verdadeiro laboratório voador.</p>
<p data-start="1172" data-end="1335">O eclipse nascerá no Ártico russo, atravessará a Gronelândia, a Islândia, Espanha e uma pequena faixa de território português, terminando sobre o Mar Mediterrâneo.</p>
<h3 data-section-id="g7g8f7" data-start="1337" data-end="1390">Portugal terá a melhor vista em mais de um século</h3>
<p data-start="1392" data-end="1639">Em Portugal, o fenómeno será visível em todo o território, embora com diferentes níveis de ocultação solar. Será a primeira vez em mais de 100 anos que um eclipse solar total poderá ser observado a partir do país. O último ocorreu em 1912.</p>
<p data-start="1641" data-end="1844">O fenómeno terá início ao final da tarde de 12 de agosto. A partir das 18h30, a Lua começará a cobrir o disco solar. O momento máximo ocorrerá por volta das 19h30, terminando cerca das 20h30.</p>
<p data-start="1846" data-end="2328">Em Portugal continental, a percentagem de ocultação variará entre 99,9% em Bragança e 92,8% em Faro. A experiência de eclipse total — com 100% de ocultação solar — será possível apenas numa pequena área do Parque Natural de Montesinho, junto à aldeia de Guadramil, no concelho de Bragança. A totalidade durará aproximadamente 20 a 26 segundos, tornando este local um dos raros pontos da Europa onde será possível observar o Sol totalmente encoberto pela Lua.</p>
<p data-start="2330" data-end="2523">A faixa principal de totalidade atravessará o norte da Península Ibérica, desde a costa da Galiza até às Baleares, onde a fase total poderá prolongar-se por cerca de 1 minuto e 30 segundos.</p>
<p data-start="2525" data-end="2659">Na Região Autónoma da Madeira, o Sol ficará encoberto até 77,6%, enquanto nos Açores a ocultação oscilará entre 72,5% e 77,6% (pode sempre saber mais sobre o eclipse solar em Portugal <a href="https://eclipse2026.pt/" target="_blank" rel="noopener">nesta página</a>).</p>
<figure id="attachment_192888" aria-describedby="caption-attachment-192888" style="width: 640px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-192888 size-medium" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_20_Eclipse2026_mapa_ocultacao-640x960.jpeg" alt="" width="640" height="960" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_20_Eclipse2026_mapa_ocultacao-640x960.jpeg 640w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_20_Eclipse2026_mapa_ocultacao-1280x1920.jpeg 1280w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_20_Eclipse2026_mapa_ocultacao-768x1152.jpeg 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_20_Eclipse2026_mapa_ocultacao-1024x1536.jpeg 1024w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_20_Eclipse2026_mapa_ocultacao-1365x2048.jpeg 1365w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_20_Eclipse2026_mapa_ocultacao-1200x1800.jpeg 1200w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_20_Eclipse2026_mapa_ocultacao-600x900.jpeg 600w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_20_Eclipse2026_mapa_ocultacao.jpeg 1520w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /><figcaption id="caption-attachment-192888" class="wp-caption-text">Percentagem da &#8220;sombra&#8221; do eclipse solar de 12 de agosto de 2026 que será possível ver no território português</figcaption></figure>
<h3 data-section-id="2xmq70" data-start="2661" data-end="2698">A ciência da NASA na estratosfera</h3>
<p data-start="2700" data-end="2818">O destaque da campanha científica da NASA será a utilização do seu avião de investigação de grande altitude WB-57.</p>
<p data-start="2820" data-end="3214">A voar a cerca de 15.000 metros de altitude, sobre o Atlântico Norte, a oeste da Islândia, a aeronave transportará no nariz o sistema SCIFLI Multispectral Airborne Imager (SAMI), um conjunto avançado de câmaras capaz de registar a coroa solar — visível apenas durante a fase total do eclipse — a uma velocidade de 20 imagens por segundo, tanto no espectro visível como no infravermelho.</p>
<p data-start="3216" data-end="3473">Graças à velocidade do avião, aproximadamente 740 quilómetros por hora, os cientistas conseguirão acompanhar a sombra da Lua e prolongar o tempo de observação da totalidade de pouco mais de dois minutos, ao nível do solo, para quase três minutos em voo.</p>
<p><iframe title="Chasing Solar Eclipses With NASA Pilots" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/K6u0DU_hDHs?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p data-start="3475" data-end="3693">Os investigadores esperam aprofundar o conhecimento sobre as protuberâncias solares, as temperaturas de milhões de graus existentes na coroa e os mecanismos que originam o vento solar que percorre todo o Sistema Solar.</p>
<p data-start="3695" data-end="3903">&#8220;O Sol está sempre a mudar&#8221;, afirmou Amir Caspi, investigador principal da missão no Southwest Research Institute. &#8220;Cada eclipse é diferente. Por isso, poderemos observar fenómenos que nunca vimos antes.&#8221;</p>
<h3 data-section-id="1rts1up" data-start="3905" data-end="3938">A aposta científica irlandesa</h3>
<p data-start="3940" data-end="4127">Os eclipses totais observados na América do Norte em 2017 e 2024 deixaram um importante legado científico apoiado pela NASA, mas o eclipse de 2026 será sobretudo um acontecimento europeu. Por isso, uma equipa do Dublin Institute for Advanced Studies, em colaboração com o Trinity College Dublin, a TU Dublin, a Força Aérea Irlandesa e o Instituto Nacional de Astrofísica de Itália, prepara uma missão própria a bordo de um avião C-295.</p>
<p data-start="4402" data-end="4554">A aeronave voará a cerca de 3.000 metros de altitude, aproximadamente 350 quilómetros a oeste da costa irlandesa, dentro da faixa de totalidade.</p>
<p data-start="4556" data-end="4763">A bordo estará o novo instrumento E-CorMag, desenvolvido a partir de componentes de reserva utilizados nas missões espaciais Proba-3, da Agência Espacial Europeia (ESA), e Solar Orbiter, da NASA.</p>
<p data-start="4765" data-end="4989">&#8220;O nosso objetivo é medir a polarização dos campos magnéticos para compreender melhor os campos magnéticos existentes na coroa solar&#8221;, explicou Laura Hayes, professora assistente do Dublin Institute for Advanced Studies. Segundo a investigadora, este tipo de observação só é possível durante os breves momentos de totalidade de um eclipse solar.</p>
<p data-start="5117" data-end="5339">&#8220;É um daqueles projetos que começou como uma ideia aparentemente impossível e acabou por ganhar dimensão até se transformar nesta missão extraordinária&#8221;, afirmou Hayes, que irá assistir ao seu primeiro eclipse solar total.</p>
<h3 data-section-id="wm869u" data-start="5341" data-end="5370">Perseguir a sombra da Lua</h3>
<p data-start="5372" data-end="5422">Também o setor privado quer aproveitar o fenómeno. Um avião turboélice King Air, com capacidade para nove passageiros, fretado pela companhia islandesa Norlandair, irá descolar do aeroporto de Reiquiavique para uma missão denominada Umbracept, concebida especificamente para intercetar a sombra da Lua.</p>
<p data-start="5689" data-end="5928">Ao voar ao longo da trajetória da totalidade, a aeronave conseguirá aumentar a duração da experiência de eclipse total de 2 minutos e 18 segundos para aproximadamente 2 minutos e 40 segundos, a mais de 9.000 metros de altitude.</p>
<p data-start="5689" data-end="5928"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-192890" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_108_960x0-936x960.jpg" alt="" width="936" height="960" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_108_960x0-936x960.jpg 936w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_108_960x0-768x788.jpg 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_108_960x0-600x616.jpg 600w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_108_960x0.jpg 959w" sizes="(max-width: 936px) 100vw, 936px" /></p>
<p data-start="5930" data-end="6094">Os passageiros, que pagaram até 5.250 dólares (4.500 euros) por lugar, poderão observar o Sol totalmente eclipsado através das janelas do lado direito do avião.</p>
<p data-start="6096" data-end="6157">O voo terá uma duração aproximada de 1 hora e 45 minutos.</p>
<p data-start="6159" data-end="6408">&#8220;Se o céu estiver completamente encoberto quando nos prepararmos para descolar, não há sensação melhor do que saber que podemos simplesmente ultrapassar as nuvens&#8221;, afirmou John Beattie, conhecido caçador de eclipses, ao portal <em data-start="6391" data-end="6407">Eclipse2026.is</em>.</p>
<h3 data-section-id="4pgb5h" data-start="6410" data-end="6457">Balões científicos para estudar a atmosfera</h3>
<p data-start="6459" data-end="6617">Paralelamente às missões aéreas, a NASA apoia o Nationwide Eclipse Ballooning Project, uma iniciativa que envolve equipas universitárias norte-americanas.</p>
<p data-start="6619" data-end="6748">Investigadores e estudantes deslocar-se-ão à Islândia e a Espanha para lançar balões científicos antes, durante e após o eclipse.</p>
<p data-start="6750" data-end="6974">Na Islândia, serão libertados 80 balões meteorológicos ao longo de um período de 26 horas para estudar a forma como o eclipse afeta a camada limite atmosférica, a região da atmosfera mais próxima da superfície terrestre.</p>
<p data-start="6976" data-end="7236">Observações realizadas durante eclipses anteriores sugerem que esta camada pode encolher temporariamente sob condições de céu limpo, mas os cientistas pretendem perceber se a longa duração da luz diurna durante o verão islandês produzirá resultados diferentes.</p>
<p data-start="7238" data-end="7362">Em Espanha, outras equipas lançarão seis balões equipados com câmaras de 360 graus e instrumentos de monitorização do ozono.</p>
<p data-start="7364" data-end="7583">Além de proporcionarem imagens espetaculares da sombra da Lua projetada sobre a Terra, estas missões permitirão medir alterações na concentração de ozono atmosférico, cuja formação depende diretamente da radiação solar.</p>
<p data-start="7585" data-end="7988" data-is-last-node="" data-is-only-node="">À medida que se aproxima o eclipse de 12 de agosto, a comunidade científica internacional prepara-se para aproveitar alguns dos poucos minutos de escuridão total que a natureza oferece. Para investigadores, observadores e entusiastas da astronomia, será uma oportunidade rara de estudar o Sol, a atmosfera terrestre e um fenómeno que, em Portugal, não era observado em versão total há mais de um século.</p>
<p data-start="7585" data-end="7988" data-is-last-node="" data-is-only-node=""><em>com <a href="https://www.forbes.com/sites/jamiecartereurope/2026/08/01/why-nasa-is-about-to-fly-into-icelands-total-solar-eclipse/" target="_blank" rel="noopener">Forbes Internacional</a></em></p>
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		<title>Consumir proteína a mais pode acelerar envelhecimento em pessoas sedentárias, sugere revisão científica</title>
		<link>https://www.forbespt.com/consumir-proteina-a-mais-pode-acelerar-envelhecimento-em-pessoas-sedentarias-sugere-revisao-cientifica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Pequeño IV]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 09:41:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Forbes Life]]></category>
		<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Numa altura em que os alimentos enriquecidos com proteína ocupam cada vez mais espaço nas prateleiras dos supermercados e as dietas hiperproteicas continuam a ganhar adeptos, uma nova revisão científica sugere que mais proteína nem sempre significa mais saúde. Publicada na revista Cell Press Blue, a análise de mais de 350 estudos científicos conclui que, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-start="440" data-end="700">Numa altura em que os alimentos enriquecidos com proteína ocupam cada vez mais espaço nas prateleiras dos supermercados e as dietas hiperproteicas continuam a ganhar adeptos, uma nova revisão científica sugere que mais proteína nem sempre significa mais saúde.</p>
<p data-start="702" data-end="969">Publicada na revista <a href="https://www.cell.com/cell-press-blue/fulltext/S3051-3839(26)00077-0" target="_blank" rel="noopener">Cell Press Blue</a>, a análise de mais de 350 estudos científicos conclui que, para muitas pessoas, reduzir a ingestão de proteína — em vez de a aumentar — poderá ajudar a retardar o envelhecimento e até contribuir para uma maior longevidade. Segundo os autores, o problema poderá ser particularmente relevante para quem leva uma vida predominantemente sedentária.</p>
<p data-start="1094" data-end="1423">&#8220;Como a maioria das pessoas é relativamente sedentária, é provável que muitas estejam a consumir mais proteína do que realmente necessitam, o que provavelmente tem consequências negativas para a saúde&#8221;, afirmou Dudley Lamming, investigador da Universidade de Wisconsin-Madison e autor responsável pela revisão, em comunicado.</p>
<h3 data-section-id="1qj1phy" data-start="1425" data-end="1461">Menos proteína, mais benefícios?</h3>
<p data-start="1463" data-end="1628">A revisão destaca o papel de uma hormona chamada fator de crescimento de fibroblastos 21 (FGF21), cujos níveis aumentam quando a ingestão de proteína é reduzida.</p>
<p data-start="1630" data-end="1866">De acordo com os investigadores, esta hormona está associada a vários efeitos potencialmente benéficos para a saúde, incluindo um aumento dos níveis de energia, uma melhor regulação da glicemia e uma redução dos processos inflamatórios.</p>
<p data-start="1868" data-end="2245">O estudo sugere ainda que determinados aminoácidos presentes em dietas ricas em proteína, como a metionina, a isoleucina e a valina, podem ativar mecanismos biológicos relacionados com o crescimento celular que, quando excessivamente estimulados, estão associados a um maior risco de obesidade, inflamação crónica e outras doenças relacionadas com o envelhecimento.</p>
<h3 data-section-id="oqw4u" data-start="2247" data-end="2292">As novas recomendações nos EUA</h3>
<p data-start="2294" data-end="2403">A publicação surge numa altura em que as orientações alimentares norte-americanas caminham em sentido oposto. Segundo a revisão, as recomendações alimentares da administração liderada por Donald Trump, sob a supervisão do secretário da Saúde Robert F. Kennedy Jr., apontam para uma ingestão diária de proteína entre 1,2 e 1,6 gramas por quilograma de peso corporal, praticamente o dobro do objetivo anteriormente recomendado.</p>
<p data-start="2734" data-end="3016">Esta tendência reflete-se também nos hábitos alimentares da população. De acordo com os dados citados pelos investigadores, o homem norte-americano médio consome atualmente quase 100 gramas de proteína por dia, aproximadamente o dobro das recomendações anteriores à sua revisão.</p>
<h3 data-section-id="1ojjbv4" data-start="3018" data-end="3049">O papel da atividade física</h3>
<p data-start="3051" data-end="3182">Apesar dos alertas, os investigadores sublinham que os efeitos do consumo elevado de proteína não são iguais para toda a população. Os ensaios clínicos analisados indicam que pessoas que reduziram a ingestão proteica conseguiram perder peso e massa gorda, ao mesmo tempo que melhoraram os níveis de glicemia em jejum, mesmo quando consumiam mais calorias no total.</p>
<p data-start="3418" data-end="3500">No entanto, os efeitos parecem ser diferentes entre indivíduos fisicamente ativos. Segundo Dudley Lamming, os atletas e pessoas que praticam exercício regularmente parecem estar mais protegidos dos potenciais impactos negativos de dietas muito ricas em proteína. A explicação poderá residir no facto de a atividade física direcionar os aminoácidos adicionais para a construção e recuperação muscular, em vez de alimentar vias metabólicas associadas ao desenvolvimento de doenças. Por essa razão, o investigador defende que as recomendações nutricionais devem ser mais individualizadas. &#8220;As recomendações sobre proteína não deveriam basear-se apenas na idade, mas também no nível de atividade física das pessoas&#8221;, afirmou.</p>
<h3 data-section-id="aw13hx" data-start="4144" data-end="4182">Um debate longe de estar encerrado</h3>
<p data-start="4184" data-end="4404">Nos últimos anos, a proteína tornou-se um dos nutrientes mais valorizados pela indústria alimentar, impulsionando o lançamento de iogurtes, bebidas, barras energéticas, cereais e até sobremesas enriquecidas com proteína.</p>
<p data-start="4406" data-end="4535">Contudo, esta nova revisão sugere que a ideia de que mais proteína é sempre melhor poderá não ser adequada para toda a população.</p>
<p data-start="4537" data-end="4947" data-is-last-node="" data-is-only-node="">Embora os autores não defendam uma redução generalizada do consumo proteico, os resultados reforçam a necessidade de adaptar as recomendações nutricionais ao estilo de vida de cada pessoa. Para quem passa grande parte do dia sentado e pratica pouca atividade física, a quantidade ideal de proteína poderá ser significativamente inferior àquela que muitas estratégias de marketing alimentar atualmente promovem.</p>
<p><em><strong>Texto original <a href="https://www.forbes.com/sites/antoniopequenoiv/2026/07/31/eating-too-much-protein-it-could-age-you-faster-if-youre-sedentary/" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>. Artigo traduzido e editado por<a href="https://www.forbespt.com/author/pmarme/" target="_blank" rel="noopener"> Paulo Marmé</a>.</strong></em></p>
<p>The post <a href="https://www.forbespt.com/consumir-proteina-a-mais-pode-acelerar-envelhecimento-em-pessoas-sedentarias-sugere-revisao-cientifica/">Consumir proteína a mais pode acelerar envelhecimento em pessoas sedentárias, sugere revisão científica</a> appeared first on <a href="https://www.forbespt.com">Forbes Portugal</a>.</p>
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		<item>
		<title>A bordo do superiate de 250 milhões de dólares de Abbas Sajwani, o mais jovem bilionário do imobiliário</title>
		<link>https://www.forbespt.com/a-bordo-do-superiate-de-250-milhoes-de-dolares-de-abbas-sajwani-o-mais-jovem-bilionario-do-imobiliario/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Giacomo Tognini]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 17:13:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Forbes Life]]></category>
		<category><![CDATA[bilionários]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Imobiliário]]></category>
		<category><![CDATA[Luxo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Faltam dois dias para o Grande Prémio do Mónaco, no início de junho, e Abbas Sajwani emerge de um elevador dourado para o convés principal do seu superiate de 106 metros, o Amadea, vestido com uma camisa de linho branca e calças cinzentas. A embarcação está ancorada ao largo do pequeno principado mediterrânico, como acontece [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-start="383" data-end="753">Faltam dois dias para o Grande Prémio do Mónaco, no início de junho, e Abbas Sajwani emerge de um elevador dourado para o convés principal do seu superiate de 106 metros, o Amadea, vestido com uma camisa de linho branca e calças cinzentas. A embarcação está ancorada ao largo do pequeno principado mediterrânico, como acontece com muitos bilionários durante o verão.</p>
<p data-start="755" data-end="969">Sajwani comprou o iate ao Governo dos Estados Unidos num leilão confidencial realizado em setembro passado, depois de a embarcação ter sido apreendida três anos antes ao alegado oligarca russo Suleiman Kerimov.</p>
<p data-start="971" data-end="1317">Ao passar por paredes revestidas com intrincados painéis de teca, um bar esculpido em mármore da ilha grega de Thassos e um piano de cauda pintado à mão, fabricado especialmente para o iate pela histórica casa parisiense Pleyel, Sajwani senta-se num sofá de tom creme, com vista para o Mediterrâneo e para a linha do horizonte de Monte Carlo.</p>
<p data-start="1319" data-end="1432">Mas o jovem magnata imobiliário do Dubai está mais interessado em falar da mais recente aquisição da sua empresa: &#8220;Comprámos o Shangri-La [Dubai] no final de maio por 300 milhões de dólares (260 milhões de euros)&#8221;, afirma, enquanto ajusta os seus óculos sem aro. &#8220;Isso demonstra a minha convicção pessoal e a minha confiança no mercado do Dubai.&#8221;</p>
<figure id="attachment_193006" aria-describedby="caption-attachment-193006" style="width: 960px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-193006" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_77_0x0-960x540.jpg" alt="" width="960" height="540" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_77_0x0-960x540.jpg 960w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_77_0x0-768x432.jpg 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_77_0x0-1536x864.jpg 1536w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_77_0x0-1200x675.jpg 1200w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_77_0x0-600x338.jpg 600w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_77_0x0.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px" /><figcaption id="caption-attachment-193006" class="wp-caption-text">O salão do superiate apresenta paredes com detalhes intricados em teca, um bar esculpido em mármore grego e um piano de cauda pequeno pintado à mão — feito por encomenda pela centenária marca parisiense de pianos Pleyel. Foto: Michel Champouret</figcaption></figure>
<h3 data-section-id="o1ul8b" data-start="1672" data-end="1704">O filho do “Donald do Dubai”</h3>
<p data-start="1706" data-end="1963">Filho do bilionário Hussain Sajwani, fundador da DAMAC e frequentemente apelidado de &#8220;Donald do Dubai&#8221; devido à sua longa amizade com Donald Trump, Abbas construiu o seu próprio percurso num dos mercados imobiliários mais voláteis e lucrativos do mundo.</p>
<p data-start="1965" data-end="2175">Enquanto a DAMAC desenvolveu mais de 50 mil unidades residenciais de luxo e tem outras 50 mil em construção, Abbas decidiu concentrar-se no segmento ultra-premium através da AHS Properties, fundada em 2021.</p>
<p data-start="2177" data-end="2448">Depois de comprar e renovar moradias em zonas exclusivas como Emirates Hills e Palm Jumeirah, começou a adquirir terrenos junto ao Dubai Water Canal para construir torres residenciais de luxo, que atualmente representam a maior parte do portefólio da empresa. Entre estes projetos, os seus iates e uma coleção de mansões, encontra-se a base da sua fortuna estimada em 1,9 mil milhões de dólares (1,6 mil milhões de euros).</p>
<h3 data-section-id="4ltr5k" data-start="2618" data-end="2656">Um troféu flutuante de 250 milhões</h3>
<p data-start="2658" data-end="2784">Tal como muitos promotores imobiliários, Sajwani analisa as suas aquisições em função de dois fatores: localização e escassez. &#8220;O Amadea é um exemplo perfeito&#8221;, explica. &#8220;Quando procurava um barco, não havia apenas um requisito. Havia dez. E, para mim, o Amadea cumpria a maioria deles.&#8221;</p>
<figure id="attachment_193008" aria-describedby="caption-attachment-193008" style="width: 960px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-193008 size-medium" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_79_0x0-960x540.jpg" alt="" width="960" height="540" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_79_0x0-960x540.jpg 960w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_79_0x0-1920x1080.jpg 1920w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_79_0x0-768x432.jpg 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_79_0x0-1536x864.jpg 1536w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_79_0x0-2048x1152.jpg 2048w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_79_0x0-1200x675.jpg 1200w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_79_0x0-600x337.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px" /><figcaption id="caption-attachment-193008" class="wp-caption-text">Para os passageiros que não querem usar as escadas entre os conveses, o &#8220;Amadea&#8221; dispõe de um elevador dourado. Foto: Michel Champouret</figcaption></figure>
<p data-start="2948" data-end="3139">Construído em 2017 pelo prestigiado estaleiro alemão Lürssen, o superiate dispõe de seis conveses, incluindo um jardim de inverno envidraçado inspirado nas tradicionais estufas europeias.</p>
<p data-start="3141" data-end="3299">A bordo existem ainda uma sala de cinema com lareira exterior, uma piscina infinita de 10 metros com bar integrado, spa, salão de beleza, ginásio e heliporto.</p>
<p data-start="3301" data-end="3405">Durante a visita da Forbes, o heliporto tinha sido temporariamente transformado num campo de pickleball.</p>
<p data-start="3407" data-end="3574">Mesmo entre as dezenas de superiates que percorrem o Mediterrâneo durante o verão, o Amadea destaca-se pela figura de um albatroz em estilo art déco instalada na proa.</p>
<p data-start="3576" data-end="3774">Segundo as autoridades norte-americanas, o iate foi originalmente construído para Kerimov, magnata russo do ouro e membro da câmara alta do parlamento russo, sancionado pelos Estados Unidos em 2018.</p>
<h3 data-section-id="2imen0" data-start="3776" data-end="3813">Uma paixão à segunda oportunidade</h3>
<p data-start="3815" data-end="3914">Sajwani visitou o Amadea pela primeira vez há alguns anos, quando o iate esteve brevemente à venda: &#8220;Adoro o interior, adoro o estilo&#8221;, recorda. &#8220;Acho-o lindíssimo.&#8221;</p>
<figure id="attachment_193010" aria-describedby="caption-attachment-193010" style="width: 960px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-193010" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_81_0x0-960x540.jpg" alt="" width="960" height="540" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_81_0x0-960x540.jpg 960w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_81_0x0-1920x1080.jpg 1920w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_81_0x0-768x432.jpg 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_81_0x0-1536x864.jpg 1536w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_81_0x0-2048x1152.jpg 2048w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_81_0x0-1200x675.jpg 1200w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_81_0x0-600x337.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px" /><figcaption id="caption-attachment-193010" class="wp-caption-text">O &#8220;Amadea&#8221; tem uma piscina infinita de 10 metros no convés de popa, com um bar na água. Foto: Michel Champouret</figcaption></figure>
<p data-start="3983" data-end="4144">Na altura acabou por adquirir outra embarcação, o AHS, um iate de 66 metros originalmente construído em 2005 e posteriormente renomeado com as suas iniciais. Mas nunca esqueceu o Amadea.</p>
<p data-start="4176" data-end="4360">A oportunidade surgiu em maio de 2022, quando, cerca de dez semanas após a invasão da Ucrânia pela Rússia, o FBI e as autoridades das Fiji apreenderam a embarcação no porto de Lautoka. O iate foi posteriormente transferido para San Diego, onde permaneceu enquanto decorria o processo judicial de confisco.</p>
<figure id="attachment_193012" aria-describedby="caption-attachment-193012" style="width: 960px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-193012" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_83_0x0-960x540.jpg" alt="" width="960" height="540" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_83_0x0-960x540.jpg 960w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_83_0x0-1920x1080.jpg 1920w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_83_0x0-768x432.jpg 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_83_0x0-1536x864.jpg 1536w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_83_0x0-2048x1152.jpg 2048w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_83_0x0-1200x675.jpg 1200w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_83_0x0-600x337.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px" /><figcaption id="caption-attachment-193012" class="wp-caption-text">O heliporto do iate foi temporariamente transformado num campo de pickleball. Foto: Michel Champouret</figcaption></figure>
<p data-start="4484" data-end="4770">Avaliado em 300 milhões de dólares (260 milhões de euros) na altura da apreensão, o Amadea custou aos contribuintes norte-americanos aproximadamente 36 milhões de dólares (31 milhões de euros) em despesas de manutenção durante o período em que permaneceu sob custódia do Estado.</p>
<p data-start="4772" data-end="4936">No leilão realizado em setembro de 2025, Sajwani acabou por vencer com uma proposta apenas 1 milhão de dólares (860 mil euros) superior à segunda melhor oferta. Hoje, estima-se que o Amadea tenha um valor de mercado de 250 milhões de dólares (215 milhões de euros).</p>
<h3 data-section-id="aww2l7" data-start="5048" data-end="5077">Um escritório sobre o mar</h3>
<p data-start="5079" data-end="5193">Apesar do desconto conseguido na compra, Sajwani garante que não pretende alterar significativamente a embarcação. &#8220;Estava satisfeito com mais de 90% do interior quando a comprei&#8221;, afirma. &#8220;Não vamos fazer uma remodelação profunda.&#8221;</p>
<p data-start="5314" data-end="5467">Enquanto percorre o convés principal, aponta para alguns dos seus elementos favoritos, incluindo estantes falsas embutidas nas paredes revestidas a teca. &#8220;O que é extraordinário aqui é o nível de detalhe&#8221;, explica. &#8220;Desde os livros nas paredes, que fazem parecer uma biblioteca, até ao trabalho da madeira.&#8221; É também neste espaço que realiza reuniões de negócios e recebe convidados importantes.</p>
<h3 data-section-id="dfun7z" data-start="5713" data-end="5756">Dos mercados financeiros ao imobiliário</h3>
<p data-start="5758" data-end="5826">Nascido em 1999, Abbas Sajwani começou a investir ainda adolescente. O pai ofereceu-lhe 100 mil dólares (86 mil euros), capital que utilizou para investir na bolsa do Dubai. Mais tarde, criou pequenos negócios, incluindo um cibercafé e uma estação de lavagem automóvel, que acabaram por desaparecer durante a pandemia.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="How Dubai Billionaire Abbas Sajwani Runs His Empire From This $250 Million Superyacht" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/n1STb35hv0Q?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p data-start="6084" data-end="6269">Foi então que decidiu investir em ações norte-americanas, apostando sobretudo na Simon Property Group e na Capri Holdings, proprietária de marcas como Michael Kors e Jimmy Choo. Além dos 5 milhões de dólares (4,3 milhões de euros) que afirma ter investido, utilizou financiamento adicional para ampliar as posições.</p>
<p data-start="6414" data-end="6600">Entre maio de 2020 e maio de 2021, ambas as ações valorizaram mais de 100%. Quando vendeu as participações, afirma ter obtido um lucro de 25 milhões de dólares (22 milhões de euros). No mesmo período realizou também o seu primeiro investimento imobiliário, adquirindo uma moradia em Emirates Hills por 11 milhões de dólares (9,5 milhões de euros) através de leilão. Após a renovação e venda de vários imóveis, utilizou os lucros para comprar um terreno junto ao Dubai Water Canal, onde desenvolveu o projeto residencial One Canal.</p>
<h3 data-section-id="salqe6" data-start="6960" data-end="7000">Apostar no Dubai apesar da incerteza</h3>
<figure id="attachment_193014" aria-describedby="caption-attachment-193014" style="width: 347px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-193014" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_85_0x0-768x960.jpg" alt="" width="347" height="434" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_85_0x0-768x960.jpg 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_85_0x0-1229x1536.jpg 1229w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_85_0x0-1200x1500.jpg 1200w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_85_0x0-600x750.jpg 600w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_85_0x0.jpg 1536w" sizes="auto, (max-width: 347px) 100vw, 347px" /><figcaption id="caption-attachment-193014" class="wp-caption-text">Sajwani gere o seu negócio imobiliário a partir do &#8220;Amadea&#8221; — passa os verões no sul de França e os invernos em St. Barths. Foto: AHS Properties</figcaption></figure>
<p data-start="7002" data-end="7264">Em 2025, a AHS Properties expandiu-se para além do segmento residencial ao adquirir por 120 milhões de dólares (103 milhões de euros) a chamada Big Ben Tower, um arranha-céus de escritórios com 328 metros de altura inspirado no famoso monumento londrino. O plano passa por remover a réplica do relógio e transformar o edifício num complexo de escritórios de luxo. A estratégia parecia óbvia enquanto o mercado imobiliário do Dubai registava uma forte expansão. Entre 2021 e 2025, o emirado ultrapassou Nova Iorque, Los Angeles, Hong Kong, Londres e Miami, tornando-se o mercado residencial de luxo mais valioso do mundo, com mais vendas de imóveis acima de 10 milhões de dólares (8,6 milhões de euros) do que qualquer outra cidade.</p>
<p data-start="7750" data-end="7824">Contudo, a recente guerra envolvendo o Irão provocou alguma desaceleração. Segundo a Savills, o volume de transações caiu quase 30% no segundo trimestre face ao mesmo período do ano passado. Sajwani mantém-se tranquilo. &#8220;O mercado do Dubai continua muito saudável e existe muita procura&#8221;, afirma. &#8220;As pessoas continuam a viver e a mudar-se para cá. Os restaurantes estão cheios e os residentes continuam nas ruas.&#8221;</p>
<h3 data-section-id="12ugm6s" data-start="8169" data-end="8199">A próxima aposta: AHS City</h3>
<p data-start="8201" data-end="8347">A confiança do empresário ficou evidente com a aquisição do Shangri-La Dubai, um hotel de cinco estrelas distinguido pela Forbes Travel Guide. O complexo inclui 302 quartos, 126 apartamentos e espaços de escritórios numa das principais artérias da cidade, a Sheikh Zayed Road.</p>
<p data-start="8492" data-end="8703">&#8220;Quando olhamos para essa zona do Dubai, praticamente já não existe terreno disponível&#8221;, afirma. &#8220;Os preços só podem seguir uma direção porque está tudo construído e há muitos investidores que querem estar ali.&#8221; Sajwani planeia agora desenvolver um gigantesco projeto de utilização mista denominado AHS City, nas proximidades do Shangri-La.</p>
<p data-start="8839" data-end="9047">O empreendimento deverá incluir o maior complexo de escritórios do Dubai, apartamentos de luxo, um hotel boutique, um spa com mais de 18.500 metros quadrados e uma área de restauração com dimensão semelhante. A inauguração está prevista para 2030.</p>
<h3 data-section-id="jrfirw" data-start="9089" data-end="9116">Mais casa do que férias</h3>
<p data-start="9118" data-end="9186">Quando não está no Dubai, Sajwani gere a empresa a partir do Amadea. Passa os verões no sul de França e os invernos em Saint-Barthélemy, nas Caraíbas. &#8220;Muitas pessoas vão para um barco de férias. Para mim não é assim&#8221;, afirma. &#8220;É mais um local para viver.&#8221;</p>
<figure id="attachment_193016" aria-describedby="caption-attachment-193016" style="width: 960px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-193016" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_87_0x0-960x540.jpg" alt="" width="960" height="540" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_87_0x0-960x540.jpg 960w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_87_0x0-1920x1080.jpg 1920w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_87_0x0-768x432.jpg 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_87_0x0-1536x864.jpg 1536w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_87_0x0-2048x1152.jpg 2048w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_87_0x0-1200x675.jpg 1200w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_87_0x0-600x337.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px" /><figcaption id="caption-attachment-193016" class="wp-caption-text">&#8220;Muitas pessoas dizem que vão para um iate passar férias&#8221;, diz Sajwani à Forbes. &#8220;Para mim, não é esse o caso. É mais um lugar para viver.&#8221; Foto: Michel Champouret</figcaption></figure>
<p data-start="9378" data-end="9625">&#8220;A minha rotina a bordo é exatamente igual à que tenho no Dubai. Durante a semana acordo, tenho reuniões, faço chamadas por Zoom. Só ao fim de semana aproveito mais o barco. É uma mudança de cenário, mas é mais uma casa do que uma casa de férias.&#8221;</p>
<p data-start="9627" data-end="9722">Apesar de todas as comodidades do Amadea, esta já não é a aquisição mais recente do empresário. Esse título pertence agora ao The Holme, uma propriedade neoclássica com 40 quartos situada junto ao Regent’s Park, em Londres, que, segundo vários meios internacionais, terá sido adquirida por 260 milhões de dólares (225 milhões de euros). Se lhe faltar espaço para receber convidados no mar, dificilmente lhe faltará em terra.</p>
<p><em><strong>Texto original <a href="https://www.forbes.com/sites/giacomotognini/2026/08/02/aboard-the-250-million-superyacht-amadea-with-the-worlds-youngest-real-estate-billionaire/" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>. Artigo traduzido e editado por<a href="https://www.forbespt.com/author/pmarme/" target="_blank" rel="noopener"> Paulo Marmé</a>.</strong></em></p>
<p>The post <a href="https://www.forbespt.com/a-bordo-do-superiate-de-250-milhoes-de-dolares-de-abbas-sajwani-o-mais-jovem-bilionario-do-imobiliario/">A bordo do superiate de 250 milhões de dólares de Abbas Sajwani, o mais jovem bilionário do imobiliário</a> appeared first on <a href="https://www.forbespt.com">Forbes Portugal</a>.</p>
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		<title>Ariana Grande afirma que a sua pausa não é &#8220;impulsiva&#8221; nem se deve à &#8220;negatividade&#8221;</title>
		<link>https://www.forbespt.com/ariana-grande-afirma-que-a-sua-pausa-nao-e-impulsiva-nem-se-deve-a-negatividade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Conor Murray]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 12:54:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Forbes Life]]></category>
		<category><![CDATA[Ariana Grande]]></category>
		<category><![CDATA[Artista]]></category>
		<category><![CDATA[Cantora]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ariana Grande reconheceu a sua decisão de se afastar dos holofotes no palco, em Chicago, na noite da passada segunda-feira, explicando aos fãs que a sua escolha — que os seus representantes tinham anteriormente atribuído ao &#8220;escrutínio público interminável e contínuo&#8221; — não foi &#8220;reativa nem impulsiva&#8221; e que é necessário estabelecer &#8220;limites&#8221;. Grande fez [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.forbespt.com/ariana-grande-afirma-que-a-sua-pausa-nao-e-impulsiva-nem-se-deve-a-negatividade/">Ariana Grande afirma que a sua pausa não é &#8220;impulsiva&#8221; nem se deve à &#8220;negatividade&#8221;</a> appeared first on <a href="https://www.forbespt.com">Forbes Portugal</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Ariana Grande reconheceu a sua decisão de se afastar dos holofotes no palco, em Chicago, na noite da passada segunda-feira, explicando aos fãs que a sua escolha — que os seus representantes tinham anteriormente atribuído ao &#8220;escrutínio público interminável e contínuo&#8221; — não foi &#8220;reativa nem impulsiva&#8221; e que é necessário estabelecer &#8220;limites&#8221;.</p>
<p>Grande fez um breve discurso durante o seu concerto em Chicago, a sua primeira aparição pública desde que anunciou, no fim de semana, que iria fazer uma pausa assim que a digressão terminasse, reconhecendo que a reação do público ao seu anúncio tinha sido &#8220;um pouco exagerada&#8221;.</p>
<p>Grande disse que &#8220;discretamente&#8221; tinha feito um plano para fazer uma pausa &#8220;há muito tempo&#8221;, acrescentando que tinha ouvido dizer que os seus fãs estavam &#8220;preocupados que a negatividade estivesse a estragar as coisas&#8221;, uma possível referência a um debate reacendido na Internet sobre a saúde e a aparência de Grande.</p>
<p>A cantora afirmou ainda: &#8220;independentemente dos rumores que existam por aí, nada jamais será capaz de distorcer a minha realidade ou de ser mais real ou mais significativo para mim do que a minha relação com os fãs&#8221;.</p>
<p>Grande afirmou que é verdade que &#8220;é preciso estabelecer limites&#8221; e que pode precisar de uma pausa, ao mesmo tempo que reconhece que está a viver a &#8220;melhor experiência da minha vida profissional e criativa&#8221;.</p>
<p>O discurso de Grande surgiu dias depois de os seus representantes terem dito à revista People, no passado domingo, que ela iria &#8220;afastar-se um pouco da ribalta&#8221; após o fim da sua digressão no próximo mês, citando o &#8220;escrutínio público interminável e contínuo&#8221;, tendo também desistido de uma próxima produção em Londres de &#8220;Sunday in the Park With George&#8221;.</p>
<p>Grande tem mais dois espetáculos em Chicago esta semana, antes de realizar uma série de dez concertos em Londres, encerrando a digressão a 1 de setembro.</p>
<p><strong><em>Texto original <a href="https://www.forbes.com/sites/conormurray/2026/08/04/ariana-grande-says-her-upcoming-break-is-not-impulsive-or-due-to-negativity/">aqui</a>. Artigo traduzido e editado por <a href="https://www.forbespt.com/author/ritameireles/">Rita Meireles</a>. </em></strong></p>
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