Na IBM, a inteligência artificial (IA) já permitiu ganhos de 66% de produtividade na criação de software e transformou 155 processos internos, com um ganho de 4,5 mil milhões de dólares. Mas, como sublinha Ricardo Martinho, presidente da IBM Portugal, a maioria das empresas ainda não passou da fase de testes, sendo que é na produção que está o real valor. Em Portugal, defende, há uma IA a duas velocidades, embora os agentes de IA estejam a baixar as barreiras de entrada para as PME, com custos menores e resultados em poucas semanas.
Neste episódio do Forbes Forward, Ricardo Martinho fala-nos sobre a importância da governação dos dados e da literacia digital nas organizações, do papel da IA como colega e não como substituto das pessoas, e da computação quântica, que a IBM espera tornar tolerante a falhas até 2029.
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