Dom Pérignon convida artista Damien Hirst para edição limitada de champagne

Há quase três décadas que a marca de champagne Dom Pérignon colabora com artistas e criadores que se encontram entre as sensibilidades contemporâneas mais radicais. Para se manter em sintonia com a criação mais avançada, a Dom Pérignon inaugurou, em 2005, uma série de intercâmbios com o mundo das artes decorativas e o universo híbrido…
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A Dom Pérignon apresentou a sua edição artística limitada de fim de ano em colaboração com um dos artistas mais relevantes atualmente. A escolha recaiu no britânico Damien Hirst.
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Há quase três décadas que a marca de champagne Dom Pérignon colabora com artistas e criadores que se encontram entre as sensibilidades contemporâneas mais radicais.

Para se manter em sintonia com a criação mais avançada, a Dom Pérignon inaugurou, em 2005, uma série de intercâmbios com o mundo das artes decorativas e o universo híbrido da cultura pop. O diálogo começou com Karl Lagerfeld e prosseguiu com o convite aos dois prodígios da cena pop-rock, Lenny Kravitz e Lady Gaga. Em 2026, a escolha recaiu em Damien Hirst.

Damien Hirst é um dos artistas mais conhecidos e mais influentes no panorama da arte contemporânea.

Nascido em Bristol, no Reino Unido, em 1965, Damien Hirst vive e trabalha entre Londres e Gloucestershire. Os críticos consideram-no uma das figuras que mais contribuiu para redefinir o estatuto do artista contemporâneo, “na encruzilhada entre o criador monumental, o ícone pop e o provocador estético, tendo explorado ao longo da sua carreira as relações entre beleza, religião, ciência, vida e morte”, comenta a Dom Pérignon.

Hirst chamou a atenção do público pela primeira vez em 1988, quando concebeu e comissariou a exposição coletiva “Freeze” durante o seu segundo ano no Goldsmiths College, em Londres. A exposição deu início a uma nova vaga de artistas visuais (denominados “Young British Artists”) que viriam a reinventar a arte contemporânea.
Desde 1987, realizaram-se mais de 90 exposições individuais da obra de Hirst em todo o mundo, incluindo na Tate Modern, em Londres (2012), no Rijksmuseum, em Amesterdão (2008), na Fondation Cartier, em Paris (2021), e na Coleção Pinault, em Veneza (2017), entre outros.

A par das suas imponentes esculturas em formaldeído, Hirst é conhecido pelas suas “Spot Paintings”, “Spin Paintings” e “Kaleidoscope Paintings”, que impressionam pela rigorosa complexidade da sua composição, parecendo multiplicar-se infinitamente em sequências hipnóticas. “Trata-se de arquiteturas conceptuais precisas que questionam, através da repetição e da transformação, a dialética entre a vida, a beleza e o declínio, entrelaçadas em todos os aspetos da existência”, comenta a Dom Pérignon que sublinha que “a arte de Hirst transforma estes temas em reflexões profundas sobre a existência e a própria natureza da arte. Hirst recorre deliberadamente a técnicas e materiais não convencionais para estimular o diálogo e ultrapassar os limites das convenções artísticas”.

Um design que reinterpreta o escudo da Dom Pérignon

Inspirada na série “Kaleidoscope” de Damien Hirst, a Edição Limitada 2026 da Dom Pérignon presta homenagem ao histórico escudo da casa de champagne, reinterpretando a sua estética como um emblema contemporâneo.

Duas tonalidades cromáticas estruturam a coleção, que fazem a ponte para “o carácter das colheitas Dom Pérignon que estão no âmago da Edição Limitada 2026”: “Um azul profundo, símbolo do infinito e da espiritualidade, personifica o Dom Pérignon Vintage 2018; um rosa quente e suave evoca a expressão do Pinot Noir no Rosé Vintage 2010. Juntas, as duas paletas complementam-se, criando um equilíbrio subtil entre a emoção e a precisão simétrica”, refere a Dom Pérignon.

As duas colheitas celebradas para o final do ano de 2026 são: o Dom Pérignon Vintage 2018 (329€) e o Dom Pérignon Rosé Vintage 2010 (599€). “O Dom Pérignon Vintage 2018 foi abençoado com uma evolução climática perfeita, raios de sol generosos e uma disponibilidade de água que respondeu a todas as necessidades do ciclo da videira. A sua maturação precoce em agosto permitiu ao Chef de Cave Vincent Chaperon afirmar a sua ambição criativa, rumo a uma textura mais aperfeiçoada, mais mineralidade, mais doçura, mais fruta e salinidade — no conjunto, um acréscimo de dimensão tátil. O Dom Pérignon Rosé Vintage 2010 pertence a um registo diferente, mais profundo e mais interno. O Pinot Noir expressa-se ali com uma densidade e uma afirmação invulgares, carregando a intensidade elegante que constitui a busca constante da Maison pelas suas colheitas de rosé”, explica a empresa.

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