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	<title>Destaque - Forbes Portugal: Entrevistas e Reportagens</title>
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	<description>A revista de líderes e de empreendedores com maior impacto no mundo dos negócios.</description>
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	<title>Destaque - Forbes Portugal: Entrevistas e Reportagens</title>
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	<item>
		<title>EurAfrican Forum regressa para debater o futuro económico entre Europa e África</title>
		<link>https://www.forbespt.com/eurafrican-forum-regressa-para-debater-o-futuro-economico-entre-europa-e-africa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forbes Portugal Staff]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 21:44:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>África está a assumir um papel cada vez mais determinante na economia mundial e Portugal quer reforçar a sua posição como ponte estratégica entre os dois continentes. É neste contexto que o EurAfrican Forum regressa à Nova SBE, em Carcavelos, Cascais, nos dias 15 e 16 de julho, para a sua 9.ª edição, reunindo líderes [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">África está a assumir um papel cada vez mais determinante na economia mundial e Portugal quer reforçar a sua posição como ponte estratégica entre os dois continentes. É neste contexto que o EurAfrican Forum regressa à Nova SBE, em Carcavelos, Cascais, nos dias 15 e 16 de julho, para a sua 9.ª edição, reunindo líderes políticos, empresariais, académicos e institucionais para discutir as novas dinâmicas de cooperação entre Europa e África.</p>
<p class="isSelectedEnd">Promovido pelo Conselho da Diáspora Portuguesa, o encontro decorrerá sob o tema &#8220;Africa Rising: Prosperity Through Global Cooperation&#8221;, refletindo a crescente importância do continente africano na economia, na geopolítica e na inovação globais.</p>
<p class="isSelectedEnd">A sessão de abertura contará com a participação de José Manuel Durão Barroso, chairman do EurAfrican Forum, do Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, do presidente da Câmara Municipal de Cascais, Nuno Piteira Lopes, e do presidente da Direção do Conselho da Diáspora Portuguesa, António Calçada de Sá.</p>
<p class="isSelectedEnd">Num momento em que África concentra uma das populações mais jovens do mundo, recursos naturais estratégicos, ecossistemas tecnológicos em expansão e uma influência crescente nas instituições multilaterais, o Fórum pretende afirmar-se como uma plataforma para acelerar investimento, parcerias empresariais e cooperação institucional.</p>
<p class="isSelectedEnd">Ao longo de dois dias, serão debatidos seis temas centrais para o futuro da relação euro-africana: comércio e investimento, capital humano, energia, infraestruturas, inovação e tecnologia, e geopolítica. Em discussão estarão questões como a atração de investimento privado, a transição energética, a investigação científica, a digitalização, o financiamento de infraestruturas resilientes e o reposicionamento de África e da Europa perante a nova ordem geopolítica internacional.</p>
<p class="isSelectedEnd">Entre os oradores confirmados encontram-se a ministra dos Negócios Estrangeiros da Nigéria, Bianca Odumegwu-Ojukwu, Michael Sheldrick, cofundador da Global Citizen, Maria Manuel Mota, CEO do Gulbenkian Institute for Molecular Medicine, Sérgio Pimenta, CEO do Africa50 Infrastructure Acceleration Fund, Miguel Poiares Maduro, dean da Católica Global School of Law, bem como representantes de instituições financeiras internacionais, universidades, empresas e organizações multilaterais.</p>
<p class="isSelectedEnd">Para António Calçada de Sá, presidente da direção do Conselho da Diáspora Portuguesa, &#8220;a crescente relevância de África na economia e na geopolítica mundial exige uma nova geração de parcerias, assentes na confiança, na criação de valor partilhado e numa visão de longo prazo&#8221;. O responsável defende que o EurAfrican Forum pretende transformar o diálogo em ação concreta, promovendo iniciativas capazes de gerar impacto económico e social para ambos os continentes.</p>
<p class="isSelectedEnd">A edição deste ano contará ainda com a participação ativa de conselheiros e jovens conselheiros do Conselho da Diáspora Portuguesa, provenientes de várias geografias, que terão um papel na moderação e dinamização dos debates, reforçando a ligação entre talento global, instituições e projetos empresariais.</p>
<p>Num contexto internacional marcado pela reorganização das cadeias de valor, pela competição por recursos estratégicos e pela aceleração da transição energética e digital, o EurAfrican Forum procura consolidar-se como uma das principais plataformas de reflexão sobre o futuro das relações económicas entre Europa e África. Ao mesmo tempo, reforça a ambição de posicionar Portugal como um parceiro privilegiado na construção de novas oportunidades de investimento, inovação e prosperidade partilhada entre os dois continentes.</p>
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		<title>Casper Ruud: “O importante é mantermo-nos fiéis a nós próprios”</title>
		<link>https://www.forbespt.com/casper-ruud-o-importante-e-mantermo-nos-fieis-a-nos-proprios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Nilza Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 May 2026 19:22:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Casper Ruud]]></category>
		<category><![CDATA[Forbes Life]]></category>
		<category><![CDATA[Life]]></category>
		<category><![CDATA[Lifestyle]]></category>
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		<category><![CDATA[Ténis]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Casper Ruud, que hoje foi vencido por Jannik Sinner na final do Italian Open, falou à Forbes sobre a pressão constante do circuito ATP, a disciplina mental exigida pelo ténis moderno e uma nova parceria global com a Mango que reforça a mensagem “Craft Your Own Story”, um conceito que cruza autenticidade, identidade e evolução [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Casper Ruud, que hoje foi vencido por Jannik Sinner na final do Italian Open, falou à Forbes sobre a pressão constante do circuito ATP, a disciplina mental exigida pelo ténis moderno e uma nova parceria global com a <span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Mango que reforça </span></span>a mensagem “Craft Your Own Story”, um conceito que cruza autenticidade, identidade e evolução pessoal.</p>
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<p data-start="620" data-end="824">Numa conversa exclusiva, Ruud falou sobre a evolução do ténis moderno, a importância da força mental, o equilíbrio fora dos courts e a forma como a moda também se tornou uma extensão da sua personalidade.</p>
<p data-start="826" data-end="1158">“O ténis moderno obriga-nos a evoluir em todas as áreas”, explica o atleta, atualmente uma das figuras mais consistentes do circuito mundial. Nos últimos meses, tem trabalhado especialmente a agressividade no fundo do court e o primeiro serviço, procurando “terminar os pontos mais cedo” e assumir maior controlo das trocas de bola.</p>
<p data-start="1160" data-end="1512">Especialista em terra batida, superfície onde alcançou alguns dos melhores resultados da carreira, Ruud acredita que a paciência e a inteligência tática continuam a ser decisivas. “Os pontos são mais longos, por isso a consistência é fundamental. O movimento também é muito importante. Saber deslizar e posicionar-se corretamente faz toda a diferença.”</p>
<p data-start="1514" data-end="1904">Essa capacidade de manter a calma tornou-se uma das suas imagens de marca. Num desporto em que os jogos podem mudar em segundos, o norueguês revela que a estabilidade emocional é trabalhada quase como uma técnica de jogo. “Nos momentos mais apertados tento focar-me em pequenas rotinas: respirar, preparar o serviço, pensar apenas no ponto seguinte. No ténis, tudo pode mudar muito rápido.”</p>
<p data-start="1906" data-end="2240">É precisamente essa combinação entre tranquilidade, consistência e elegância natural que levou a Mango Man a escolhê-lo como embaixador global da marca para a nova campanha Essentials que surge num momento em que a marca espanhola reforça a sua presença internacional no segmento masculino. Desde 2014, a etiqueta tem procurado afastar-se dos códigos clássicos rígidos da moda masculina, apostando numa linguagem mais contemporânea e versátil. Antes de Casper Ruud, nomes como <span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Antoine Griezmann</span></span>, <span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Gerard Piqué</span></span>, <span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Zinedine Zidane</span></span> e <span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Adrien Brody</span></span> protagonizaram campanhas da marca.</p>
<p data-start="2242" data-end="2445">Segundo a marca, Ruud personifica na perfeição o conceito “Craft Your Own Story”, uma mensagem que procura mostrar como a moda pode refletir as diferentes dimensões da identidade contemporânea masculina.</p>
<p data-start="2447" data-end="2671">“O que gosto na <a href="https://shop.mango.com/pt/pt/h/homem?utm_source=google&amp;utm_medium=cpc&amp;utm_campaign=Brand_2MAN_CONTACTABLES_PT&amp;utm_content=MANGOMan&amp;utm_campaignid=13335798138&amp;utm_campaignid=13335798138&amp;gclsrc=aw.ds&amp;gad_source=1&amp;gad_campaignid=13335798138&amp;gbraid=0AAAAADpcxJjZ4COcyceVluZWt5EX2Gj8A&amp;gclid=Cj0KCQjwzqXQBhD2ARIsAKrIeU_I4gH3DWH9PWF2PW0KwZkYwSKTlSYYdMROmvl3fPrd1RaOuCqGIW0aAvnDEALw_wcB">Mango Man</a> é que o estilo é simples, clássico e confortável. Quando viajamos tanto como no circuito ATP, é importante ter roupa elegante mas fácil de usar. Para mim, foi uma colaboração muito natural”, afirma.</p>
<p data-start="2673" data-end="2959">Longe dos excessos associados ao universo do desporto de elite, o tenista assume uma preferência clara por um estilo discreto e sofisticado. “Gosto de peças simples, bem cortadas, calças elegantes, camisas ou casacos leves. Nada demasiado chamativo. Apenas algo natural e descontraído.”</p>
<p data-start="2961" data-end="3152">A ligação entre a campanha e a sua própria carreira parece inevitável. Para Ruud, “Craft Your Own Story” traduz exatamente aquilo que viveu ao longo dos últimos anos no circuito profissional.</p>
<p data-start="3154" data-end="3470">“Somos responsáveis pela nossa própria jornada. Trabalhamos todos os dias, aprendemos com as derrotas, celebramos as vitórias e, passo a passo, construímos o nosso caminho”, explica. “A minha história tem sido sobre paciência, consistência e evolução contínua. O mais importante é mantermo-nos fiéis a nós próprios.”</p>
<p data-start="3472" data-end="3814">Fora dos courts, o desafio é outro: sobreviver física e mentalmente a uma temporada longa e extremamente exigente. Entre treinos, viagens e competição, Ruud valoriza cada vez mais os momentos de pausa. “Recuperação, sono e boas rotinas são essenciais. Mas também é importante desligar do ténis e aproveitar tempo normal com família e amigos.”</p>
<p data-start="3816" data-end="4205">Apesar do estatuto global, o norueguês mantém um discurso centrado no trabalho, longe de fórmulas motivacionais fáceis. Quando questionado sobre o conselho que daria aos jovens que sonham chegar ao topo do ténis mundial, a resposta surge sem hesitação: “Perseverança. O ténis tem muitos altos e baixos. É preciso paciência para continuar a trabalhar mesmo quando as coisas não correm bem.”</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Forbes Women Summit 2026: conheça o programa</title>
		<link>https://www.forbespt.com/forbes-women-summit-2026-conheca-o-programa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forbes Portugal Staff]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2026 13:37:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Forbes Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Forbes Women Summit]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Celebrar e potenciar o impacto da liderança feminina em todas as áreas: negócios, ciência, cultura, tecnologia e impacto social, destacando histórias de mulheres que, ao acreditarem em si, mudaram o mundo à sua volta. Este é o mote do Forbes Women Summt 2026, cujo tema é O Poder das Voz. Reserve o seu lugar aqui. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Celebrar e potenciar o impacto da liderança feminina em todas as áreas: negócios, ciência, cultura, tecnologia e impacto social, destacando histórias de mulheres que, ao acreditarem em si, mudaram o mundo à sua volta. Este é o mote do Forbes Women Summt 2026, cujo tema é O Poder das Voz. Reserve o seu lugar <a href="https://loja.medianove.com/product/bilhete-forbes-women-summit-2026/">aqui.</a></p>
<h2><span style="font-size: 14pt;"><strong>Conheça o programa:</strong></span></h2>
<p><strong>14:00 ACREDITAÇÃO &amp; NETWORKING </strong></p>
<p><strong>14:25 A VOZ DA ESPERANÇA</strong> <strong>de Anastasiia Kukunina, </strong>saxofonista ucraniana</p>
<p><strong>14:30 WELCOME by Nilza Rodrigues,</strong> host e diretora Forbes Portugal   “A voz é poder, mas só muda o mundo quando é usada”</p>
<p><strong>14:35  BOAS VINDAS Forbes by José Carlos Lourenço, </strong>CEO Grupo Media Nove</p>
<p><strong>14:40 AS VOZES DA DIFERENÇA<br />
</strong>Vozes com percursos distintos que mostram como a diferença gera inovação e impacto global. Ciência, finança internacional e grande consumo numa conversa sobre liderança com propósito.</p>
<p><strong>Maria Manuel Mota</strong>, Presidente executiva da Fundação GIMM (Gulbenkian Institute for Molecular Medicine)<br />
<strong>Zuzana Fabianová</strong>, CEO Wondercom<br />
<strong>Rachel Muller</strong>, CEO da Nestlé<br />
<strong>Andreia Nunes L&#8217;or, </strong>empresária e primeira portuguesa a deter uma SAD ( Grupo Desportivo  Alcochetense)</p>
<p><strong>15:10 PITCH &#8211; A VOZ ATIVA de Marisa Liz</strong></p>
<p><strong>15:20 AS VOZES QUE ESCREVEM<br />
</strong>A escrita como instrumento de pensamento, influência e transformação cultural. Autoras que moldam ideias e criam impacto através das palavras.</p>
<p><strong>Helena Magalhães</strong>, escritora e fundadora do Book Gang<br />
<strong>Filipa Fonseca Silva</strong>, escritora e fundadora do Clube das Mulheres Escritoras<br />
<strong>Filipa Martins,</strong> escritora</p>
<p><strong>15:45 AS VOZES DO CAPITAL<br />
</strong>Quem decide onde o dinheiro vai, decide o mundo. Decide o impacto, decide a transformação.</p>
<p><strong>Sílvia Mota</strong>, CEO da MEXT Mota-Engil Next e Fundadora da Moon Capital<br />
<strong>Inês Fiuza Marques</strong>, country manager da Klarna Portugal<br />
<strong>Priscila Ibrahim</strong>, CEO da Metal Ballerina</p>
<p><strong>16:15 PITCH A VOZ INTERIOR</strong> <strong>de Just Go by Sofia</strong></p>
<p>Viajar pelo mundo numa…cadeira de rodas. A história de superação que nos inspira e o mundo visto aos olhos de Sofia.</p>
<p><strong>16:25 AS VOZES FAMILIARES<br />
</strong>Uma conversa sobre legado, continuidade e decisões que atravessam gerações. O desafio de liderar empresas familiares mantendo identidade e visão de futuro.</p>
<p><strong>Lídia Tarré</strong>, Administradora da Gelpeixe<br />
<strong>Isabel Costa</strong>, Administradora do Grupo Stannah<br />
<strong>Moderação: </strong>Marina Malhão Pereira, Secretária-geral da Associação de Empresas Familiares</p>
<p><strong>16:50 COFFE BREAK</strong></p>
<p><strong>17:120 AS VOZES DO NEGÓCIO<br />
</strong>A voz da liderança que decide para milhões de consumidores todos os dias. Estratégia, expansão e o impacto das marcas no comportamento do mercado.</p>
<p><strong>Minette Bellingan</strong>, CEO da Worten<br />
<strong>Rita Fernandez</strong>, Marketing Manager da Nio e firefly Portugal<br />
<strong>Marta Barros</strong>, franquiada McDonald&#8217;s<br />
<strong>Benedita Miranda</strong>, COO EMEA da Foundever</p>
<p><strong>17:55 PITCH &#8211; A VOZ PRÓPRIA</strong> <strong>de Sandra Caldas, administradora da Work3</strong><br />
Um olhar para o futuro e para o papel das organizações na construção de impacto.</p>
<p><strong>18:10 AS VOZES DAS CAMPEÃS<br />
</strong>Mulheres no desporto partilham disciplina, superação e mentalidade vencedora. O poder da voz construída através do esforço e da resiliência.</p>
<p><strong>Naide Gomes,</strong> campeã mundial de salto em comprimento 2004<br />
<strong>Agate de Sousa,</strong> campeã mundial de salto em comprimento 2026<br />
<strong>Carolina Duarte</strong>, campeã paralímpica<br />
Moderação: <strong>Leonor Borges</strong>, criadora de conteúdo</p>
<p><strong>18:40 AS VOZES DA INFLUÊNCIA – LIVE MOMENT<br />
</strong>O painel vai ser transmitido em direto no Instagram da Forbes Portugal A responsabilidade de influenciar e o papel das plataformas digitais. A influência positiva.</p>
<p><strong>Luísa Oliveira</strong>, modelo<br />
<strong>Catarina Gouveia</strong>, empreendedora<br />
Moderação: <strong>Catarina Maia</strong>, apresentadora e locutora de radio</p>
<p><strong>19:10 Homenagem prémio My Forbes </strong></p>
<p><strong>19:20 Encerramento</strong></p>
<p><strong>Mensagem final e síntese do “O Poder da Voz”</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>“Empresas com pessoas felizes não são empresas ingénuas. São empresas inteligentes”</title>
		<link>https://www.forbespt.com/empresas-com-pessoas-felizes-nao-sao-empresas-ingenuas-sao-empresas-inteligentes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Nilza Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 07:00:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Digital Cover]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Hoje celebramos o Dia Mundial da Felicidade que tem vindo a ganhar relevância também no mundo empresarial. Que importância atribui hoje à felicidade no local de trabalho? Durante muito tempo as empresas acreditaram que o caminho para o sucesso passava apenas por processos, tecnologia e estratégia. Hoje sabemos que o verdadeiro diferencial competitivo são as [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.forbespt.com/empresas-com-pessoas-felizes-nao-sao-empresas-ingenuas-sao-empresas-inteligentes/">“Empresas com pessoas felizes não são empresas ingénuas. São empresas inteligentes”</a> appeared first on <a href="https://www.forbespt.com">Forbes Portugal</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Hoje celebramos o Dia Mundial da Felicidade que tem vindo a ganhar relevância também no mundo empresarial. Que importância atribui hoje à felicidade no local de trabalho?<br />
</strong>Durante muito tempo as empresas acreditaram que o caminho para o sucesso passava apenas por processos, tecnologia e estratégia. Hoje sabemos que o verdadeiro diferencial competitivo são as pessoas. A felicidade no trabalho não é um conceito romântico. É uma estratégia de gestão. Empresas com pessoas motivadas, respeitadas e envolvidas tomam melhores decisões, inovam mais e são mais resilientes nos momentos difíceis. Foi exatamente essa convicção que nos levou a construir no Grupo Bernardo da Costa uma cultura onde o bem-estar, a saúde, a segurança e o equilíbrio entre vida profissional, pessoal e familiar são prioridades.</p>
<p>Costumo dizer muitas vezes uma frase que resume a nossa visão. “Empresas com pessoas felizes não são empresas ingénuas. São empresas inteligentes.” E os resultados confirmam isso. Aquilo que começou como uma só empresa de instalações elétricas com 38 colaboradores no Norte de Portugal transformou-se num grupo com 19 empresas, 12 áreas de negócio, presença em 8 países e mais de 400 colaboradores, porque colocámos as pessoas no centro das decisões. No fundo, o que defendemos é simples. A felicidade não é o contrário da produtividade. A felicidade, alicerçada no bem-estar, na saúde, e na segurança psicológica é o motor da produtividade.</p>
<blockquote><p>&#8220;Empresas com pessoas motivadas, respeitadas e envolvidas tomam melhores decisões, inovam mais e são mais resilientes nos momentos difíceis&#8221;</p></blockquote>
<p><strong>Durante muitos anos falou-se sobretudo de produtividade e resultados. Hoje fala-se cada vez mais de bem-estar. Como é que estas duas dimensões se cruzam dentro de uma organização?<br />
</strong>Durante décadas acreditou-se que produtividade exigia pressão, controlo e hierarquia. Hoje sabemos que produtividade exige confiança, empatia, autonomia e propósito. Quando uma pessoa se sente respeitada, ouvida e valorizada, não trabalha apenas por obrigação. Trabalha com compromisso. E isso muda tudo.</p>
<p>Num contexto empresarial cada vez mais complexo, com inovação permanente e mercados globais, nenhuma empresa consegue crescer sustentadamente sem equipas verdadeiramente comprometidas. É por isso que insisto numa ideia que defendo há muitos anos: a produtividade nasce da competência. Mas multiplica-se pela felicidade. No Grupo Bernardo da Costa não vemos o bem-estar como um benefício. Vemos como uma condição de competitividade. As empresas que ignorarem isto vão ter cada vez mais dificuldade em atrair talento, construir equipas de alta performance e inovar.</p>
<blockquote><p>&#8220;Nenhuma empresa consegue crescer sustentadamente sem equipas verdadeiramente comprometidas&#8221;</p></blockquote>
<p><strong>O Grupo Bernardo da Costa tem sido frequentemente associado a uma cultura empresarial centrada nas pessoas. Como nasceu essa visão dentro do grupo?<br />
</strong>A cultura do grupo tem raízes muito profundas na nossa história familiar. O meu avô fundou a empresa em 1957 e logo nessa altura criou uma cultura de proximidade e família com os colaboradores. Brinco muitas vezes dizendo: quando levava os colaboradores ao fim-de-semana para a praia em Esposende ou quando os recebia, a todos, para almoçar em sua casa ao sábado, ele já tinha nessa época o seu departamento da felicidade, só não o chamava como tal. O meu pai e o meu tio deram continuidade ao projeto e a esta cultura durante décadas. Sempre houve uma relação muito próxima com as pessoas que trabalhavam connosco. Quando assumi a liderança do grupo em 2011, a minha convicção foi simples: se queríamos crescer, tínhamos de crescer com as pessoas e não apesar delas. Foi nesse momento que começámos a estruturar aquilo que hoje é uma das nossas marcas identitárias. Criámos o departamento da felicidade, implementámos práticas de participação das equipas nos processos de decisão e passámos a olhar para o bem-estar como parte integrante da estratégia empresarial. A verdade é que muitas vezes as empresas tratam a cultura como um discurso. Nós tratámos a cultura como uma prática. A cultura de uma empresa não está nas paredes. Está nas decisões que os líderes tomam todos os dias.</p>
<blockquote><p>&#8220;Quando assumi a liderança do grupo em 2011, a minha convicção foi simples: se queríamos crescer, tínhamos de crescer com as pessoas e não apesar delas&#8221;.</p></blockquote>
<p><strong>Que iniciativas concretas têm sido implementadas para promover o bem-estar e a motivação das equipas?<br />
</strong>Ao longo dos últimos anos fomos implementando um conjunto muito vasto de iniciativas com um objetivo muito claro: construir uma organização onde as pessoas possam trabalhar com motivação, orgulho e sentido de propósito. Esse caminho não foi feito sem erros. Como costumo dizer muitas vezes, nas empresas, tal como na vida, o segredo não está em evitar todos os erros. Está em aprender rapidamente com eles e transformar cada erro numa etapa de crescimento. Investimos de forma consistente na promoção da saúde física e mental, em modelos de maior flexibilidade organizacional, na formação contínua das equipas e na criação de oportunidades reais de desenvolvimento profissional. Procurámos também reforçar algo que considero fundamental nas organizações modernas: a participação das pessoas. Criámos mecanismos de escuta ativa das equipas e incentivamos uma cultura onde as ideias podem surgir em qualquer nível da organização, independentemente da função ou da antiguidade. Mas, mais importante do que qualquer iniciativa concreta, existe um princípio que considero absolutamente essencial: a coerência da liderança. Não adianta falar de felicidade nas empresas e depois liderar com medo, pressão ou desconfiança.</p>
<blockquote><p>&#8220;Não adianta falar de felicidade nas empresas e depois liderar com medo, pressão ou desconfiança&#8221;</p></blockquote>
<p>As pessoas percebem rapidamente quando os discursos não correspondem à realidade. A cultura de uma organização constrói-se todos os dias, nas pequenas decisões, na forma como tratamos as pessoas, na forma como comunicamos e, sobretudo, na forma como lideramos nos momentos mais difíceis. E há ainda outro fator decisivo: a consistência. Uma cultura organizacional não se constrói apenas quando estamos motivados ou quando os resultados são positivos. Constrói-se todos os dias, com consistência, com coerência e com exemplos vindos da liderança. Quando essa consistência existe, a cultura começa a espalhar-se naturalmente por toda a organização. No fundo, acredito profundamente numa ideia simples: o maior ativo de uma empresa não são os edifícios, nem as máquinas, nem a tecnologia. São as pessoas que todos os dias escolhem dar o melhor de si para que o projeto coletivo continue a crescer.</p>
<blockquote><p>&#8220;Nas empresas, tal como na vida, o segredo não está em evitar todos os erros. Está em aprender rapidamente com eles e transformar cada erro numa etapa de crescimento&#8221;.</p></blockquote>
<p><strong>Até que ponto a liderança pode influenciar o nível de felicidade e satisfação das pessoas dentro de uma empresa?<br />
</strong>A liderança influencia absolutamente tudo. Uma liderança inspiradora pode transformar uma empresa mediana numa organização extraordinária. Pelo contrário, uma liderança tóxica consegue destruir rapidamente qualquer cultura organizacional, independentemente da dimensão ou da história da empresa. Os líderes definem o ambiente emocional das organizações. São eles que determinam se uma empresa é um lugar de medo ou um lugar de confiança, se as pessoas trabalham apenas por obrigação ou se sentem orgulho em fazer parte do projeto. Costumo defender uma ideia que considero fundamental: as pessoas não abandonam empresas. Abandonam líderes.</p>
<p>Por isso, liderar hoje exige muito mais do que autoridade ou conhecimento técnico. Exige empatia, capacidade de escuta, visão e, acima de tudo, a consciência de que liderar é trabalhar com pessoas e para as pessoas. Durante muitos anos, muitas organizações cometeram um erro comum, e nós próprios no Grupo Bernardo da Costa também tivemos de aprender com essa realidade. A grande maioria das pessoas que chega a cargos de liderança fá-lo porque tem mais experiência, mais antiguidade ou competências técnicas muito fortes.</p>
<p>Mas liderar não é apenas gerir processos, indicadores ou procedimentos. Liderar é inspirar pessoas, criar confiança, dar sentido ao trabalho e mobilizar equipas em torno de um propósito comum. E isso exige competências que muitas vezes não são ensinadas nas escolas de gestão: inteligência emocional, capacidade de comunicação, humildade para ouvir e coragem para cuidar das pessoas. Por isso acredito que um dos grandes desafios das organizações modernas passa por investir seriamente no desenvolvimento das lideranças. Não basta formar gestores. É preciso formar líderes capazes de criar ambientes onde as pessoas possam crescer, contribuir e sentir que fazem parte de algo maior. No fundo, a verdadeira diferença entre empresas medianas e empresas extraordinárias está quase sempre na qualidade da sua liderança.</p>
<blockquote><p>&#8220;Costumo defender uma ideia que considero fundamental: as pessoas não abandonam empresas. Abandonam líderes&#8221;</p></blockquote>
<p><strong>Olhando para o desempenho do grupo, como avalia a evolução do Grupo Bernardo da Costa nos últimos anos do ponto de vista financeiro e de crescimento?<br />
</strong>A evolução do grupo nos últimos anos tem sido muito significativa. Aquilo que durante muitos anos foi uma empresa com atuação essencialmente regional transformou-se, progressivamente, num grupo empresarial com presença internacional e atividade em diferentes áreas de negócio. Hoje estamos presentes em três continentes e em oito países, com um projeto empresarial cada vez mais diversificado e sólido. Em 2025 atingimos cerca de 85 milhões de euros de volume de negócios, com mais de 400 colaboradores e uma presença consolidada em vários mercados. Naturalmente que estes números são motivo de orgulho, mas acredito que os números, por si só, nunca contam toda a história. Mais importante do que o crescimento financeiro é compreender como ele foi possível. O grupo não cresceu apenas através da expansão geográfica ou da diversificação de atividades. Cresceu sobretudo porque fomos capazes de construir uma cultura organizacional forte, assente na confiança, na responsabilidade e na valorização das pessoas.</p>
<p>Tenho uma convicção muito clara: nenhuma empresa cresce de forma consistente se o líder tentar fazer tudo sozinho. O crescimento sustentável exige delegação, exige confiança e exige equipas competentes e comprometidas com o projeto. Ao longo destes anos tive a felicidade de trabalhar com pessoas extraordinárias. Foi precisamente essa capacidade de confiar nas pessoas, de lhes dar autonomia e responsabilidade, que permitiu ao grupo crescer e evoluir de forma sustentada. No fundo, acredito muito nesta ideia: as empresas crescem quando os líderes confiam nas suas equipas e criam condições para que cada pessoa possa dar o melhor de si. Costumo dizer muitas vezes que o crescimento sustentável nasce da combinação entre ambição empresarial e respeito pelas pessoas. E é exatamente essa combinação que tem orientado o percurso do Grupo Bernardo da Costa.</p>
<blockquote><p>&#8220;Foi precisamente essa capacidade de confiar nas pessoas, de lhes dar autonomia e responsabilidade, que permitiu ao grupo crescer e evoluir de forma sustentada&#8221;.</p></blockquote>
<p><strong>Quais foram os principais motores desse crescimento e que áreas de negócio têm tido maior impacto nos resultados do grupo?<br />
</strong>O crescimento do grupo assenta em três pilares fundamentais. O primeiro é a área da segurança e da tecnologia, onde temos empresas como a IBD Global e a AVPro, que trabalham com alguns dos principais fabricantes mundiais. O segundo é a diversificação estratégica, que nos levou a investir em novas áreas de negócio com grande potencial de crescimento. Disso são exemplo o KuantoKusta e a Rede Doutor Finanças. E o terceiro é a internacionalização. Recentemente, no início de 2026, reforçámos a nossa presença na área digital com a aquisição do adn group, que integra três empresas: adn digital partner, focada em marketing digital, adn tech, dedicada ao desenvolvimento de software, websites e aplicações, e a adn studio, especializada em fotografia, vídeo e produção audiovisual. A nossa ambição é clara. Humanizar o digital. Porque acreditamos que a tecnologia deve aproximar as pessoas e não afastá-las. Criámos também a BC 360, uma empresa vocacionada para apoiar startups, micro e pequenas empresas nas áreas de gestão, contabilidade, pessoas e jurídico. Queremos ser um parceiro próximo das empresas que estão a nascer e a crescer.</p>
<p><strong>Que desafios económicos ou de mercado têm marcado atualmente a atividade do grupo?<br />
</strong>Vivemos num tempo marcado por uma enorme volatilidade económica, por uma evolução tecnológica extremamente rápida e por uma competição global cada vez mais intensa. As empresas enfrentam hoje desafios muito complexos: a escassez de talento qualificado, a pressão permanente sobre os custos, a necessidade de acompanhar uma transformação digital acelerada e um contexto internacional marcado por instabilidade geopolítica em várias regiões do mundo. Tudo isto cria um ambiente de enorme exigência para qualquer organização. No entanto, acredito profundamente que os períodos de maior incerteza são também os períodos de maior oportunidade. Ao longo da história, são precisamente os momentos mais desafiantes que obrigam as empresas a reinventar-se, a inovar e a reforçar a sua capacidade de adaptação. Empresas com visão estratégica, com equipas fortes e com uma cultura organizacional sólida conseguem transformar os desafios em etapas de crescimento. No Grupo Bernardo da Costa temos uma convicção muito clara: a resiliência de uma organização nasce, em grande medida, da forma como trata e valoriza as suas pessoas. Quando existe uma cultura baseada na confiança, na responsabilidade e no envolvimento das equipas, as empresas tornam-se muito mais resilientes. As pessoas sentem-se parte do projeto e mobilizam-se para enfrentar os momentos mais difíceis. Essa resiliência organizacional tem sido um dos grandes ativos do nosso percurso. Tem-nos permitido enfrentar momentos de crise, superar desafios e sair muitas vezes dessas fases ainda mais fortes do que entrámos. No fundo, acredito muito nesta ideia: num mundo de incerteza permanente, a maior vantagem competitiva das empresas não está apenas na tecnologia ou no capital, mas na sua capacidade de adaptação e na força das suas pessoas.</p>
<blockquote><p>&#8220;Os momentos mais desafiantes que obrigam as empresas a reinventar-se, a inovar e a reforçar a sua capacidade de adaptação&#8221;</p></blockquote>
<p><strong>Olhando para o futuro, quais são os principais projetos estratégicos do Grupo Bernardo da Costa para 2026?<br />
</strong>Temos neste momento vários projetos estratégicos muito relevantes que refletem a ambição de crescimento e internacionalização do Grupo Bernardo da Costa. Um dos exemplos mais claros dessa estratégia é a AVPro, empresa do grupo dedicada à distribuição de soluções tecnológicas de valor acrescentado. Nos últimos anos temos vindo a desenvolver um forte processo de expansão internacional, posicionando a empresa em mercados com elevado potencial de crescimento. Em 2025 abrimos novas delegações em Pretória, na África do Sul, e em Madrid. Já em 2026 iniciámos atividade em Luanda e em Casablanca, reforçando a nossa presença no continente africano e criando novas plataformas de crescimento. Até ao final do ano prevemos também expandir a operação para a África Oriental e para a Arábia Saudita, consolidando a nossa presença em mercados estratégicos. Com parceiros tecnológicos de referência mundial, como Genetec, Bosch, IQSight e Hanwha, o nosso objetivo é posicionar a AVPro como um dos principais distribuidores de soluções tecnológicas de segurança com presença global em África e no Médio Oriente. Paralelamente, a IBD Global vive também um momento particularmente positivo. Em 2025 a empresa teve o melhor ano da sua história, consolidando a sua posição como líder ibérico na distribuição de produtos de segurança eletrónica.</p>
<blockquote><p>&#8220;Até ao final do ano prevemos também expandir a operação para a África Oriental e para a Arábia Saudita&#8221;</p></blockquote>
<p>O próximo passo dessa trajetória passa pela entrada em novos mercados europeus, nomeadamente França e Itália, nos próximos dois anos, reforçando a presença do grupo no espaço europeu. Outro projeto de grande relevância para o futuro do grupo é o KuantoKusta. Em 2025 a plataforma registou igualmente o melhor ano dos seus vinte anos de história, reforçando o seu posicionamento como uma das principais referências do comércio digital em Portugal. Para 2026 temos uma estratégia muito clara de crescimento nesta área, com um forte investimento no desenvolvimento do marketplace e com a preparação da expansão da plataforma para o mercado espanhol. No fundo, aquilo que estamos a fazer é preparar o grupo para uma nova etapa de crescimento internacional, assente em três pilares fundamentais: tecnologia, inovação e equipas altamente qualificadas. Acreditamos que é esta combinação que nos permitirá continuar a crescer de forma sustentável e afirmar o Grupo Bernardo da Costa como um projeto empresarial cada vez mais relevante à escala internacional.</p>
<p><strong>Para terminar: que ambição tem para o grupo nos próximos anos, tanto em termos de crescimento como de cultura empresarial e impacto nas pessoas?<br />
</strong>A nossa ambição é continuar a crescer, mas crescer com propósito. Queremos consolidar a presença internacional do grupo, reforçar a nossa posição em mercados estratégicos e continuar a investir em áreas com forte potencial tecnológico e digital. Vivemos numa época de enorme transformação e acreditamos que a inovação será um dos principais motores do crescimento das empresas nos próximos anos. Mas há algo que nunca queremos perder nesse percurso: a nossa identidade. O crescimento empresarial só faz verdadeiramente sentido quando é acompanhado por valores sólidos, por uma cultura forte e por um impacto positivo nas pessoas que fazem parte da organização. Costumo dizer muitas vezes uma frase que resume bem esta forma de pensar: prefiro uma empresa que cresce com valores do que uma empresa que cresce a qualquer preço. Se daqui a dez anos disserem que o Grupo Bernardo da Costa é um grupo global, inovador e financeiramente sólido, naturalmente ficarei satisfeito. Mas ficarei verdadeiramente orgulhoso se disserem também que é um grupo onde as pessoas gostam de trabalhar, onde existe respeito, oportunidade e sentido de propósito.</p>
<blockquote><p>&#8220;Prefiro uma empresa que cresce com valores do que uma empresa que cresce a qualquer preço&#8221;.</p></blockquote>
<p><strong>Neste contexto, quer falar-nos um pouco da Associação Fernando Costa…<br />
</strong>Sim, há uma dimensão desse impacto que para mim é profundamente pessoal. Em 2025 criámos a Associação Fernando Costa, em memória do meu irmão. Foi uma decisão que nasceu de um momento difícil, mas também de uma convicção muito forte: é possível transformar a dor em algo positivo, em algo que gera impacto e muda vidas. A associação tem um propósito muito claro: apoiar jovens no acesso ao ensino superior, porque acreditamos profundamente que a educação é o maior elevador social que existe. Se há algo que verdadeiramente pode mudar o destino de uma pessoa, de uma família e até de uma comunidade, é o acesso à educação.</p>
<p>A nossa ambição para 2026 e para os próximos anos é clara: crescer este projeto, chegar a mais jovens, criar mais oportunidades e contribuir de forma concreta para uma sociedade mais justa e mais equilibrada. Porque no final do dia, o sucesso de uma empresa não se mede apenas pelos resultados financeiros. Mede-se também pelo impacto que consegue gerar na vida das pessoas.</p>
<p>E ficarei ainda mais orgulhoso se disserem que o Grupo Bernardo da Costa é um grupo que, para além do sucesso empresarial, conseguiu também gerar um impacto positivo na sociedade e no mundo, contribuindo de forma responsável para o desenvolvimento social, ambiental, cultural e para uma governação empresarial cada vez mais ética e sustentável. No fundo, a nossa verdadeira ambição é simples: crescer enquanto empresa, mas, acima de tudo, deixar uma marca positiva na vida das pessoas.</p>
<blockquote><p>&#8220;A associação [Fernando Costa] tem um propósito muito claro: apoiar jovens no acesso ao ensino superior, porque acreditamos profundamente que a educação é o maior elevador social que existe&#8221;</p></blockquote>
<p><strong>Ao longo do seu percurso como empresário e líder do Grupo Bernardo da Costa, houve algum momento ou decisão que tenha sido determinante para a forma como hoje olha para as pessoas dentro das organizações?<br />
</strong>Houve vários momentos importantes, mas talvez o mais determinante tenha sido perceber que uma empresa só cresce verdadeiramente quando as pessoas crescem com ela. Ao longo do meu percurso tive a oportunidade de conhecer muitas empresas extraordinárias e também algumas culturas organizacionais muito tóxicas. Isso reforçou a minha convicção de que o sucesso empresarial não pode ser construído à custa das pessoas. Foi essa reflexão que me levou a escrever o livro “A Felicidade é Lucrativa”. Porque acredito profundamente numa ideia: O sucesso empresarial não se mede apenas pelos resultados. Mede-se também pelo impacto que temos na vida das pessoas.</p>
<blockquote><p>&#8220;Uma empresa só cresce verdadeiramente quando as pessoas crescem com ela&#8221;</p></blockquote>
<p><strong>Num plano mais pessoal: o que é que, para si, define uma vida profissional verdadeiramente feliz?<br />
</strong>Uma vida profissional feliz é aquela em que sentimos que o nosso trabalho tem significado. Onde podemos crescer, aprender, contribuir e ajudar outros a crescer também. O trabalho ocupa uma parte muito significativa da nossa vida. Por isso não pode ser apenas uma obrigação. Tem de ser também uma fonte de realização. Para mim, a verdadeira felicidade profissional acontece quando conseguimos alinhar três coisas. Propósito. Pessoas. Impacto. E deixo uma última reflexão que resume aquilo em que acredito: No final da vida ninguém se lembra das folhas de Excel. Lembra-se das pessoas que ajudou a crescer e das vidas que mudou para melhor.</p>
<p>The post <a href="https://www.forbespt.com/empresas-com-pessoas-felizes-nao-sao-empresas-ingenuas-sao-empresas-inteligentes/">“Empresas com pessoas felizes não são empresas ingénuas. São empresas inteligentes”</a> appeared first on <a href="https://www.forbespt.com">Forbes Portugal</a>.</p>
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		<title>Aga Khan investe 5 milhões na ciência em Portugal e nos PALOP</title>
		<link>https://www.forbespt.com/aga-khan-investe-5-milhoes-na-ciencia-em-portugal-e-nos-palop/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Nilza Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Feb 2026 13:59:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Cooperação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Governo português e o Ismaili Imamat assinam esta quarta-feira, 11 de fevereiro, um novo Protocolo de Colaboração Científica e Tecnológica que prevê um financiamento de cerca de 5 milhões de euros para projetos de investigação científica, reforçando uma parceria estratégica com impacto direto em Portugal e nos Países Africanos de Língua Portuguesa (PALOP). A [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="341" data-end="717">O Governo português e o Ismaili Imamat assinam esta quarta-feira, 11 de fevereiro, um novo Protocolo de Colaboração Científica e Tecnológica que prevê um financiamento de cerca de 5 milhões de euros para projetos de investigação científica, reforçando uma parceria estratégica com impacto direto em Portugal e nos Países Africanos de Língua Portuguesa (PALOP).</p>
<p data-start="719" data-end="1032">A assinatura do acordo contará com a presença da Secretária de Estado da Ciência e Inovação, Helena Canhão, e do Representante Diplomático do Ismaili Imamat, Nazim Ahmad, consolidando uma cooperação que tem vindo a afirmar-se como um dos exemplos mais consistentes de diplomacia científica entre Portugal e África.</p>
<p data-start="1034" data-end="1502">O novo pacote financeiro representa um reforço do apoio já assegurado pelo Ismaili Imamat e pela Rede Aga Khan para o Desenvolvimento (AKDN) à investigação científica e académica. A parceria não é recente: em 2016 foi estabelecido o primeiro protocolo entre as duas partes, que previa um financiamento de 10 milhões de euros destinados a projetos de investigação e iniciativas conjuntas entre instituições científicas e académicas portuguesas e instituições dos PALOP.</p>
<p data-start="1504" data-end="1965">Desde então, a colaboração tem permitido o desenvolvimento de projetos nas áreas da ciência, tecnologia e capacitação institucional, promovendo redes de investigação, mobilidade académica e transferência de conhecimento. O objetivo central mantém-se: contribuir para a melhoria da qualidade de vida através do fortalecimento de competências científicas, técnicas, humanas e sociais, reforçando a capacidade de investigação nos PALOP e noutras regiões de África.</p>
<p data-start="1967" data-end="2264">Para Portugal, o acordo assume também uma dimensão estratégica. Para além de reforçar a posição do país como ponte entre a Europa e África no domínio científico e académico, consolida o papel da diplomacia do conhecimento como instrumento de cooperação internacional e desenvolvimento sustentável.</p>
<p data-start="2266" data-end="2704">A Rede <a href="https://akf.org/country/portugal/">Aga Khan</a> para o Desenvolvimento, presente em várias regiões do mundo, tem como missão promover o progresso social, económico e cultural, investindo de forma estruturada em educação, saúde, desenvolvimento rural, arquitetura, cultura e investigação. A continuidade deste apoio à ciência de matriz lusófona sublinha a aposta numa cooperação de longo prazo, orientada para resultados e para a criação de capacidades locais duradouras.</p>
<p data-start="2706" data-end="2967">
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		<title>Emerald e LVC Global lançam nova plataforma pan-africana</title>
		<link>https://www.forbespt.com/emerald-e-lvc-global-lancam-nova-plataforma-pan-africana/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forbes Staff]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Feb 2026 09:00:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Emerald Resources e a LVC Global Holdings anunciaram a fusão das suas operações, dando origem à Emerald Global Resources (EGR), uma nova plataforma integrada de recursos naturais com sede em Abu Dhabi e ambição de se afirmar como um dos principais operadores pan-africanos nos sectores da energia, mineração e commodities. A nova entidade combina [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Emerald Resources e a LVC Global Holdings anunciaram a fusão das suas operações, dando origem à Emerald Global Resources (EGR), uma nova plataforma integrada de recursos naturais com sede em Abu Dhabi e ambição de se afirmar como um dos principais operadores pan-africanos nos sectores da energia, mineração e commodities.</p>
<p>A nova entidade combina a presença internacional da Emerald Resources com a forte capacidade de originação de ativos e estruturação de negócios da LVC Global Holdings em África, criando uma plataforma orientada para a atração de capital institucional global, incluindo fundos de private equity, fundos soberanos, family offices e investidores de elevado património.</p>
<p>De acordo com informação avançada à <em>Forbes</em>, a EGR terá bases operacionais estratégicas em África, nomeadamente em Luanda e Joanesburgo, que funcionarão como hubs regionais para o desenvolvimento e gestão de investimentos no continente. Em Angola, a empresa prevê investimentos iniciais no sector do petróleo e gás<strong>, </strong>com foco tanto em upstream como em downstream, alinhando-se com a estratégia de valorização e integração da cadeia de recursos energéticos.</p>
<p>“A criação da EGR responde à procura crescente de investidores globais por plataformas com escala, governação robusta e profundo conhecimento local”, afirma C. Derek Campbell, executive chairman da LVC Global Holdings. Já N’Gunu Tiny, fundador, chairman e CEO da Emerald Group, sublinha que a nova estrutura “posiciona a empresa para construir uma plataforma de recursos naturais de classe mundial, com capacidade de expansão nos mercados africanos mais estratégicos”.</p>
<p>A Emerald Global Resources nasce com um modelo integrado que cobre a aquisição de ativos upstream, soluções logísticas midstream e a comercialização de commodities, sob um enquadramento de governação desenhado para responder às exigências de investidores institucionais internacionais.</p>
<p>A empresa deverá iniciar operações de forma imediata, após as aprovações regulatórias e societárias necessárias.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Bankinter quebra a barreira dos mil milhões e assina o melhor ano de sempre</title>
		<link>https://www.forbespt.com/bankinter-quebra-a-barreira-dos-mil-milhoes-e-assina-o-melhor-ano-de-sempre/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Nilza Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Jan 2026 09:05:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Banca]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Bankinter entrou para o restrito clube dos bancos europeus com lucros acima dos mil milhões de euros. Em 2025, ano em que celebrou 60 anos de história, o grupo financeiro espanhol registou resultados líquidos recorde de 1.090 milhões de euros, um crescimento de 14,4% face a 2024, impulsionado por uma dinâmica comercial robusta em [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Bankinter entrou para o restrito clube dos bancos europeus com lucros acima dos mil milhões de euros. Em 2025, ano em que celebrou 60 anos de história, o grupo financeiro espanhol registou resultados líquidos recorde de 1.090 milhões de euros, um crescimento de 14,4% face a 2024, impulsionado por uma dinâmica comercial robusta em todas as geografias e linhas de negócio.</p>
<p>Os resultados antes de impostos ascenderam a 1.535 milhões de euros, mais 12,9% do que no ano anterior, confirmando um exercício histórico para o banco, marcado por crescimento orgânico, eficiência operacional e uma gestão de risco conservadora — combinação rara num contexto europeu ainda exigente.</p>
<p>O desempenho do Bankinter em 2025 assenta num crescimento transversal de todos os indicadores de negócio com clientes. A carteira de crédito aumentou 5%, para 84.100 milhões de euros, num mercado altamente competitivo, enquanto os recursos de clientes sob gestão atingiram 156.600 milhões de euros, mais 11,3% em termos homólogos.</p>
<p>Em destaque estiveram novamente os recursos geridos fora de balanço, que alcançaram 68.500 milhões de euros, registando uma subida expressiva de 18,8%, depois de já terem apresentado resultados históricos em 2024. Os recursos de retalho, sobretudo depósitos e contas, cresceram 6,1%, para 88.100 milhões de euros, reforçando a base de funding do grupo.</p>
<p><strong>Receitas acima dos 3.000 milhões pela primeira vez</strong></p>
<p>A qualidade do crescimento refletiu-se diretamente na conta de resultados. A margem bruta ultrapassou, pela primeira vez, a fasquia dos 3.000 milhões de euros, com um crescimento anual de 5%, sustentado pelo aumento das receitas provenientes do negócio típico com clientes.</p>
<p>Este desempenho confirma a eficácia de uma estratégia focada em produtos e atividades com maior criação de valor, num modelo de negócio cada vez mais diversificado, refere o banco em comunicado.</p>
<p>Os rácios de gestão voltaram a ser um dos grandes cartões de visita do Bankinter. Em 2025, o banco apresentou um ROE de 18,9%, mais um ponto percentual do que no ano anterior, e um ROTE de 20%, posicionando-se entre os mais rentáveis da banca europeia.</p>
<p>O rácio de capital CET1 fixou-se nos 12,72%, 31 pontos base acima de 2024 e confortavelmente acima do mínimo exigido pelo Banco Central Europeu (8,36%). Já o rácio de eficiência manteve-se num notável 36,1%, reforçando a liderança histórica do grupo nesta métrica.</p>
<p>Em paralelo, a morosidade desceu para 1,94%, menos 17 pontos base face ao ano anterior, com um rácio de cobertura sólido de 68%.</p>
<p>Em Portugal, o desempenho acompanhou a tendência positiva do grupo. O Bankinter Portugal registou resultados antes de impostos de 210 milhões de euros em 2025, um crescimento de 7%, consolidando a sua posição como um dos bancos mais rentáveis e eficientes a operar no mercado nacional.</p>
<p>Com ativos totais de 131.000 milhões de euros, mais 7,4% do que em 2024, o banco fecha 2025 com todos os principais indicadores em máximos históricos. Mais do que um ano excecional, os números confirmam a maturidade de um modelo de negócio resiliente, orientado para o longo prazo e capaz de gerar valor sustentável para clientes, acionistas e mercados.</p>
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		<item>
		<title>Driving Forbes: Olga Kassian e o luxo de viver com propósito</title>
		<link>https://www.forbespt.com/driving-forbes-olga-kassian-e-o-luxo-de-viver-com-proposito/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forbes Staff]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Jun 2025 09:50:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Driving Forbes]]></category>
		<category><![CDATA[Forbes Life]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No segundo episódio de Driving Forbes, é Olga Kassian que viaja a bordo de um V60 Plug-in Híbrido para partilhar connosco as escolhas que marcaram o seu percurso profissional e pessoal. Entre cidades, projetos e reinvenções, esta jovem ucraniana-portuguesa, empreendedora e cidadã do mundo, revela como o verdadeiro luxo reside na liberdade de viver com [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>No segundo episódio de <em data-start="438" data-end="454">Driving Forbes</em>, é Olga Kassian que viaja a bordo de um V60 Plug-in Híbrido para partilhar connosco as escolhas que marcaram o seu percurso profissional e pessoal. Entre cidades, projetos e reinvenções, esta jovem ucraniana-portuguesa, empreendedora e cidadã do mundo, revela como o verdadeiro luxo reside na liberdade de viver com autenticidade. Uma viagem intimista, com destino solidário — e muitas paisagens inspiradoras pelo caminho.</p>
<p>Veja o vídeo do segundo episódio:<br />
<iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/BhNXUv0eQFk?si=9JtJAJQN8b5Faprl" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Driving Forbes: A websérie da Forbes que retrata os novos luxos</title>
		<link>https://www.forbespt.com/driving-forbes-a-nova-webserie-da-forbes-que-retrata-as-varias-formas-do-luxo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forbes Staff]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 May 2025 10:12:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Driving Forbes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Passe a palavra. É esta sexta-feira, 30 de maio, que a Forbes, em parceria com a Volvo, inaugura um novo projeto digital que irá levar os seus espectadores a bordo da inovação, qualidade, tendência e &#8211; pois, claro -, do luxo. Mas o luxo que nos propomos a explorar aqui vai além do convencional. Toma [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Passe a palavra. </strong>É esta sexta-feira, 30 de maio, que a Forbes, em parceria com a Volvo, inaugura um novo projeto digital que irá levar os seus espectadores a bordo da inovação, qualidade, tendência e &#8211; pois, claro -, do luxo. Mas o luxo que nos propomos a explorar aqui vai além do convencional. Toma várias formas, conforme o convidado que segue viagem connosco e, em cada episódio, é revelado nos minutos finais, escolhido por cada entrevistado. Cada história é única, e o luxo revela-se de diferentes formas ao longo desta websérie.</p>
<p>Este projeto inovador não só marca a celebração dos 10 anos da Forbes Portugal, como também reforça uma parceria estratégica com a Volvo, permitindo-nos mergulhar na essência de convidados muito especiais e, para muitos, muito conhecidos do grande público. Esta websérie exclusiva leva os espectadores numa jornada de conversas reveladoras, repletas de tendências, inspiradas no formato do icónico do <em>Comedians in Cars Getting Coffee, de Seinfeld &#8211;</em> mas sempre com o toque inconfundível da Forbes: luxo, liderança e inovação.</p>
<p>O <strong>primeiro episódio</strong>, disponível dia 30 de maio, sexta-feira, traz-nos uma conversa descontraída e autêntica com o ator Albano Jerónimo. Durante esta viagem a bordo do novíssimo XC90 Plug-In Híbrido 100% elétrico, Albano partilha as várias fases da sua vida que moldaram a sua visão sobre o luxo &#8211; não apenas como um conceito material, mas como uma experiência de vida que envolve cultura, arte e, claro, momentos de transformação pessoal. A viagem termina na Mundu Nôbu, o projeto social do cantor Dino d´Santiago, destinado a jovens entre os 14 e os 18 anos, residentes nos bairros sociais de Lisboa que celebra um ano de vida precisamente neste dia! Muitos parabéns Mundu Nôbu.</p>
<p>No <strong>segundo episódio</strong>, agendado para o dia 11 de junho, a convidada é Olga Kassian, uma mulher ucraniana-portuguesa, de 1000 ofícios, um exemplo de empreendedorismo e frescura com muitas casas, mundo fora. Ao volante de uma carrinha V60 Plug-In Híbrida, Olga partilha a sua experiência internacional, as escolhas que fez ao longo da sua carreira e como essas decisões moldaram a forma como escolhe atualmente viver a sua vida.</p>
<p>O terceiro e quarto episódio revelarão mais convidados surpreendentes.</p>
<p>A boa notícia é que temos um lugar extra para si: é só entrar, pôr o cinto, e deixar-se levar. Porque a experiência <em>Driving Forbes</em> vai muito além da estrada – é uma verdadeira celebração da vida, e das várias formas que o luxo pode assumir, conforme a interpretação que fazemos dele.</p>
<p>Veja aqui o vídeo do primeiro episódio:<br />
<iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/QO2DOdoKN0A?si=FukZJy6023LmdvdA" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Conheça o programa e inscreva-se já no InNova Talks</title>
		<link>https://www.forbespt.com/conheca-o-programa-e-inscreva-se-ja-no-innova-talks/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forbes Staff]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Nov 2024 16:01:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[InNova Talks]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Neste evento vamos celebrar a primeira temporada do&#160;InNova Talks, o vídeocast que reuniu académicos e empresários para aprofundar alguns dos mais importantes temas do futuro da economia. Com início às 9h00, no auditório da Nova SBE, a manhã será marcada por temas como a sustentabilidade, a inteligência de dados e a análise preditiva, a liderança [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Neste evento vamos celebrar a primeira temporada do&nbsp;<a href="https://innovatalks.medianove.com/">InNova Talks</a>, o vídeocast que reuniu académicos e empresários para aprofundar alguns dos mais importantes temas do futuro da economia. Com início às 9h00, no auditório da Nova SBE, a manhã será marcada por temas como a sustentabilidade, a inteligência de dados e a análise preditiva, a liderança ou o empreendedorismo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O keynote speaker será António Nogueira Leite, professor da Nova SBE. O evento conta ainda com a participação de nomes como Carlos Martins, COO da Sabseg, Filipa Santiago, HR Center of Expertise Leader na Natixis Portugal, Tim Vieira, CEO do grupo Bravegeneration, e os professores da Nova SBE, Pedro Pita Barros e Milton Sousa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não perca a oportunidade de assistir a este evento, que reunirá alguns dos maiores especialistas em Portugal num encontro sobre o futuro da economia. Inscreva-se já e participe neste evento no dia 4 de dezembro a partir das 9h00 na Nova SBE.</p>



<div style="height:42px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<div style="height:42px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h4 class="has-text-align-left wp-block-heading">Conheça o Programa</h4>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2024/12/Prgrama-InNovaTalks-382x540.png" alt="" class="wp-image-144362" /></figure>
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