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	<title>Empreendedores Archives - Forbes Portugal</title>
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	<link>https://www.forbespt.com/category/empreendedores/</link>
	<description>A revista de líderes e de empreendedores com maior impacto no mundo dos negócios.</description>
	<lastBuildDate>Tue, 16 Jun 2026 10:28:58 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Empreendedores Archives - Forbes Portugal</title>
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		<title>Disponíveis 1,5 milhões de euros para startups universitárias</title>
		<link>https://www.forbespt.com/disponiveis-15-milhoes-de-euros-para-startups-universitarias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo Marmé]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 15:58:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empreendedores]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Agência Nacional de Inovação (ANI) e a Startup Portugal anunciaram o arranque do programa Start from Knowledge. Com um orçamento global de 1,5 milhões de euros, “esta é uma iniciativa desenhada para quebrar as barreiras que separam a investigação académica do mundo empresarial”, como destaca a ANI. O aviso agora lançado visa o apoio direto [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Agência Nacional de Inovação (ANI) e a Startup Portugal anunciaram o arranque do programa Start from Knowledge. Com um orçamento global de 1,5 milhões de euros, “esta é uma iniciativa desenhada para quebrar as barreiras que separam a investigação académica do mundo empresarial”, como destaca a ANI.</p>
<p>O <a href="https://ani.pt/concursos/programa-start-from-knowledge/" target="_blank" rel="noopener">aviso agora lançado</a> visa o apoio direto a estudantes, investigadores e docentes que queiram lançar startups com base no conhecimento científico desenvolvido nas universidades e politécnicos, através de um voucher no valor de 30 mil euros.</p>
<p>De acordo com a ANI e a Startup Portugal, existe um enorme potencial de valorização das descobertas científicas no país, que se encontra subaproveitado: “Este incentivo pretende suprir a lacuna crítica na fase de transição entre a descoberta e a criação de uma empresa com impacto económico real”, destacam as organizações, num comunicado conjunto.</p>
<p>O Start from Knowledge garante o pagamento de 100% do incentivo por adiantamento, logo após a validação do termo de aceitação, permitindo que os novos empreendedores disponham de liquidez imediata para os primeiros passos do negócio. Este financiamento é assegurado pelo Fundo de Inovação, Tecnologia e Economia Circular (FITEC).</p>
<p>Destinado exclusivamente a micro, pequenas e médias empresas que cumpram os critérios de certificação PME e tenham a situação regularizada, o programa exige que a startup seja detida e gerida maioritariamente por fundadores com ligação recente – nos últimos dois anos – ao meio académico nacional. Para as entidades envolvidas, esta condição assegura que o capital intelectual gerado nas Instituições de Ensino Superior (IES) se mantém no centro da gestão e do desenvolvimento das novas empresas de base tecnológica em Portugal.</p>
<p>As despesas elegíveis cobrem as necessidades fundamentais do arranque de uma startup, desde a incubação e aceleração até ao desenvolvimento de provas de conceito e projetos-piloto.</p>
<p>O incentivo pode ainda ser aplicado na proteção de propriedade intelectual, como o registo de patentes, e na criação de estratégias de marketing e planos financeiros. Como destaca a equipa técnica da ANI e da Startup Portugal, existe ainda uma vantagem competitiva relevante: a possibilidade de incluir despesas realizadas desde o ano civil anterior à candidatura, desde que focadas na preparação e no início da atividade empresarial.</p>
<p>As candidaturas são submetidas via formulário eletrónico nas plataformas oficiais da ANI e da Startup Portugal. Após o encerramento da fase de submissão, a Comissão Executiva do FITEC garante uma decisão rápida em apenas 30 dias úteis.</p>
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		<title>Soko, a nova app que o ajuda a saber tudo o que acontece na cidade</title>
		<link>https://www.forbespt.com/soko-a-nova-app-que-o-ajuda-a-saber-tudo-o-que-acontece-na-cidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Helena C. Peralta]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jun 2026 11:04:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empreendedores]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Foi ontem lançada a nova aplicação portuguesa que combina Inteligência Artificial com a contribuição humana para que possa ficar a par de tudo o que acontece nas cidades portuguesas, a começar por Lisboa. Os melhores locais para visitar, os melhores eventos e as melhores experiências, tudo isto poderá ser encontrado na Soko, que nesta primeira [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Foi ontem lançada a nova aplicação portuguesa que combina Inteligência Artificial com a contribuição humana para que possa ficar a par de tudo o que acontece nas cidades portuguesas, a começar por Lisboa. Os melhores locais para visitar, os melhores eventos e as melhores experiências, tudo isto poderá ser encontrado na Soko, que nesta primeira fase estará disponível apenas para a capital portuguesa. Só neste mês de junho, a aplicação já reúne mais de mil eventos em Lisboa.</p>
<p>Criada João Albino, CEO, e João Graça, CTO, esta app agrega os eventos espalhados pela internet e personaliza a experiência para cada utilizador, tendo como ambição ser mais do que uma simples agenda cultural. Os dois empreendedores portugueses, experientes na área tecnológica e com projetos distinguidos à escala internacional, decidiram apostar na promoção de eventos locais, ligando as comunidades locais aos diversos acontecimentos que se encontram dispersos em sites, redes sociais, grupos de WhatsApp ou até cartazes de rua.  João Albino e João Graça acreditam que se pode construir em Portugal tecnologia ao serviço de uma visão com impacto real na vida das pessoas e das cidades onde vivem. João Albino foi cofundador da Urbvan, uma startups de sucesso da América Latina, no setor de mobilidade urbana, que foi adquirida depois por uma companhia cotada em NASDAQ. E João Graça foi cofundador da Unbabel, uma das referências mundiais em tradução assistida por inteligência artificial e uma das histórias mais reconhecidas da nova vaga tecnológica portuguesa.</p>
<blockquote><p><strong>Passamos horas nas redes sociais e continuamos sem saber o que está a acontecer à nossa volta. Ao perdermo-nos em <em>feeds</em> intermináveis não descobrimos o que realmente nos interessa&#8221;, diz o CEO, João Albino. </strong></p></blockquote>
<p>Através de uma ferramenta de IA e com o contributo dos utilizadores, tudo ficará, a partir de agora agregado e disponível numa única plataforma, com a contribuição coletiva. Em termos de utilização, basta, por exemplo, um utilizador enviar uma fotografia com um cartaz para que a plataforma crie um evento. Com o lema, “Menos scroll, mais vida local”, a Soko é uma app que permite pesquisa, navegação imediata e personalizada. Através do WhatsApp é possível enviar uma mensagem a perguntar que programação está disponível, ou “o que posso fazer com os meus filhos amanhã” ou “Onde posso ver uma exposição esta semana?”, para receber uma resposta imediata. Foi concebida para se adaptar a diferentes geografias, sendo que qualquer pessoa, em qualquer cidade, pode utilizá-la. A integração entre IA e contribuição humana torna-a escalável, com potencial para replicar a lógica de uma comunidade local em qualquer parte do mundo.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-188776" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/06/Soko_Founders-2-960x640.jpg" alt="" width="960" height="640" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/06/Soko_Founders-2-960x640.jpg 960w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/06/Soko_Founders-2-1920x1280.jpg 1920w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/06/Soko_Founders-2-768x512.jpg 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/06/Soko_Founders-2-1536x1024.jpg 1536w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/06/Soko_Founders-2-2048x1365.jpg 2048w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/06/Soko_Founders-2-1200x800.jpg 1200w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/06/Soko_Founders-2-600x400.jpg 600w" sizes="(max-width: 960px) 100vw, 960px" /></p>
<p>A razão para que a Soko não conte apenas com a IA e permita a contribuição humana, é que assim não depende apenas de recomendações geradas por modelos generalistas, que agregam informação disponível online, mas não têm o conhecimento do que acontece, no imediato, no terreno. “Estamos constantemente conectados online e desligados do sítio onde vivemos. Passamos horas nas redes sociais e continuamos sem saber o que está a acontecer à nossa volta. Ao perdermo-nos em <em>feeds</em> intermináveis não descobrimos o que realmente nos interessa. Descobrir o que acontece numa cidade continua mais difícil do que devia. A Soko foi pensada para resolver isso, em Lisboa e em qualquer outra cidade que queira seguir o mesmo caminho”, defende João Albino. <strong> </strong></p>
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		<item>
		<title>Britânico lançou pastel de nata que é agora património de Macau</title>
		<link>https://www.forbespt.com/britanico-lancou-pastel-de-nata-que-e-agora-patrimonio-de-macau/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forbes Portugal Staff]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 May 2026 08:14:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empreendedores]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Forbes Life]]></category>
		<category><![CDATA[negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Andrew Stow estaria “muito orgulhoso” por ver o pastel que criou tornar-se património intangível de Macau, mas a irmã disse à Lusa que não há planos para expandir o negócio, que vende até 48 mil pastéis por dia. A vida do britânico, que chegou a Macau para trabalhar como farmacêutico industrial em 1979, mudou por [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Andrew Stow estaria “muito orgulhoso” por ver o pastel que criou tornar-se património intangível de Macau, mas a irmã disse à Lusa que não há planos para expandir o negócio, que vende até 48 mil pastéis por dia.</p>
<p class="text-paragraph">A vida do britânico, que chegou a Macau para trabalhar como farmacêutico industrial em 1979, mudou por completo em 1988, após casar com Margaret Wong, que atualmente ainda gere a pastelaria &#8220;Café e Nata&#8221;, criada por ambos.</p>
<p class="text-paragraph">Foi durante a lua-de-mel que Stow (1955-2006) provou pela primeira vez um &#8220;pastel de Belém&#8221; ao balcão de uma das confeitarias mais famosas de Portugal e ponto de paragem obrigatório de quem visita a capital.</p>
<p class="text-paragraph">Andrew “viu a loucura em Lisboa para beber uma bica com um pastel de nata e pensou ‘Porque é que isto não existe em Macau’?”, recorda Eileen Stow, que gere o negócio desde a morte súbita do irmão, aos 51 anos.</p>
<p class="text-paragraph">O pastel de nata “aparecia ocasionalmente no ‘buffet’” do antigo hotel Hyatt, na Taipa, onde Andrew chegou a trabalhar, “mas não havia nada disponível, na rua, todos os dias”, diz a irmã.</p>
<p class="text-paragraph">Foi então que um “lunático britânico”, como classifica Eileen, entre risos, abriu a loja Lord Stow&#8217;s no coração da pitoresca vila de Coloane, em 1989, onde tentou criar a sua própria versão do pastel de nata.</p>
<p class="text-paragraph">Andrew “era o tipo de pessoa que nunca queria copiar nada, não conseguia perceber porque é que alguém quereria só replicar uma receita. Ele sempre achou que, se és criativo, tens de colocar o teu toque”, diz a irmã.</p>
<p class="text-paragraph">Eileen recorda que a reação dos portugueses foi que o resultado &#8220;não era bem um pastel de nata&#8221;, ao que Andrew respondeu: &#8221; É isto que eu vendo, não comprem se não gostarem&#8221;.</p>
<p class="text-paragraph">Os pasteleiros da Lord Stow&#8217;s acharam que “estava queimado por cima, nenhum chinês o iria comprar”, diz a irmã, mas os turistas renderam-se ao pastel que ficou conhecido em chinês como &#8220;tarte de ovo de estilo português&#8221;.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-188259 size-full" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/05/559068034_1739348093664071_4797886856220243181_n.jpg" alt="" width="1280" height="1920" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/05/559068034_1739348093664071_4797886856220243181_n.jpg 1280w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/05/559068034_1739348093664071_4797886856220243181_n-640x960.jpg 640w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/05/559068034_1739348093664071_4797886856220243181_n-768x1152.jpg 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/05/559068034_1739348093664071_4797886856220243181_n-1024x1536.jpg 1024w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/05/559068034_1739348093664071_4797886856220243181_n-1200x1800.jpg 1200w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/05/559068034_1739348093664071_4797886856220243181_n-600x900.jpg 600w" sizes="(max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></p>
<p class="text-paragraph">Em outubro passado, o Governo de Macau inscreveu 12 manifestações, incluindo o pastel inventado por Andrew e a dança folclórica portuguesa na Lista do Património Cultural Intangível do território.</p>
<p class="text-paragraph">Eileen diz que o irmão teria ficado “muito orgulhoso”, porque “adorava Macau”.</p>
<p class="text-paragraph">“Se Andrew tivesse uma bola de cristal e soubesse o sucesso que ia ter, ter-lhe-ia chamado tarte de ovo de Macau&#8221;, acrescenta.</p>
<p class="text-paragraph">Mas a distinção não muda os planos para manter o tamanho da operação, que atualmente vende em média “entre 35 e 38 mil pastéis por dia”, chegando a 48 mil no período do Ano Novo Lunar, diz Eileen.</p>
<p class="text-paragraph">O pastel de nata tem sido reinventado um pouco por toda a Ásia, tendo chegado mesmo, através de Margaret, ex-mulher de Andrew, aos balcões da cadeia de &#8220;fast-food&#8221; norte-americana Kentucky Fried Chicken (KFC) na China continental.</p>
<p class="text-paragraph">No final da década de 90, Andrew e Eileen, que se mudou para Macau em 1993 para ajudar a gerir o sucesso da Lord Stow&#8217;s, decidiram apostar no ‘franchise&#8217; em Hong Kong, Taiwan, Coreia do Sul e Tailândia.</p>
<p class="text-paragraph">Mas a ambição de uma expansão alargada perdeu-se devido às muitas &#8220;imitações&#8221; das tartes de ovo, mantendo atualmente uma presença apenas no Japão e Filipinas.</p>
<p class="text-paragraph">Foi na vizinha região de Hong Kong que a febre dos pastéis atingiu o auge: “criando aquilo a que costumávamos chamar, em tom de brincadeira, a guerra das tortas de ovo”, recorda Eileen.</p>
<p class="text-paragraph">“Havia pessoas de carteira na mão a entrar na nossa pastelaria para literalmente subornar a nossa equipa. Isso é um livro que irei escrever um dia, depois de passar a negócio à Audrey [filha de Andrew]”, diz a empresária.</p>
<p class="text-paragraph">Na terça-feira, o Grupo Portugália Restauração vai abrir a primeira loja de pastéis de nata portugueses em <a href="https://www.forbespt.com/negocios-portugueses-aceleram-na-china-no-arranque-do-ano-do-cavalo-de-fogo/" target="_blank" rel="noopener">Hong Kong</a>, depois de ter lançado, em janeiro de 2025, a Manteigaria – Fábrica de Pastéis de Nata na baixa de Macau.</p>
<p class="text-paragraph">O território esteve mais de quatro séculos, até 1999, sob administração portuguesa, mas Eileen não estranha ter sido um inglês a promover o pastel de nata na Ásia.</p>
<p class="text-paragraph">Antigamente, sublinha a empresária, “a maioria dos portugueses vinha para cá como funcionários público de alto nível, não vinham abrir um pequeno negócio e ficar em Macau”.</p>
<p class="text-paragraph">“Há uma atitude muito diferente no pensamento dos portugueses agora que os casinos estão cá e o turismo disparou”, acrescenta Eileen.</p>
<p><em>Lusa</em></p>
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		<title>Conheça o projeto universitário que já fatura dois milhões a vender bilhetes online</title>
		<link>https://www.forbespt.com/conheca-o-projeto-universitario-que-ja-fatura-dois-milhoes-a-vender-bilhetes-online/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Helena C. Peralta]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Apr 2026 16:10:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empreendedores]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em 2015, quatro colegas e amigos que frequentavam juntos a Universidade Nova, em Lisboa, organizaram uma conferência sobre gestão de informação. Procuravam uma ferramenta que, além de vender bilhetes online, lhes fornecesse dados e informação em tempo real. Detetada esta necessidade, Filipe Brigida, Nuno Coelho, Ricardo Pereira e Tiago Marques fundaram, em 2018, a 3cket [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em 2015, quatro colegas e amigos que frequentavam juntos a Universidade Nova, em Lisboa, organizaram uma conferência sobre gestão de informação. Procuravam uma ferramenta que, além de vender bilhetes online, lhes fornecesse dados e informação em tempo real. Detetada esta necessidade, Filipe Brigida, Nuno Coelho, Ricardo Pereira e Tiago Marques fundaram, em 2018, a 3cket (lê-se Tricket), uma empresa tecnológica que afirma ter um posicionamento pouco convencional neste setor. Mais do que uma plataforma para a venda de bilhetes online, a <em>startup</em> pretende ser uma solução integrada de gestão e eventos, uma <em>one stop shop</em>, que centraliza toda a operação e experiência numa mesma aplicação. Esta companha toda a jornada do cliente, desde a compra do bilhete à experiência no recinto, incluído, por exemplo, o consumo de bebidas.</p>
<p>A 3cket possibilita aos utilizadores, que, através de um bilhete digital, acedam a diferentes funcionalidades, desde o controlo de acessos, a pagamentos <em>cashless,</em> a ativações de marca ou a comunicações em tempo real. Por outro lado, os organizadores têm acesso a dados operacionais e comportamentais em tempo real, permitindo uma gestão mais eficiente e orientada por dados. Os quatro empreendedores defendem que esta abordagem tem permitido à empresa diferenciar-se num setor tradicionalmente fragmentado, posicionando-se como parceiro tecnológico de eventos de diferentes dimensões e segmentos.</p>
<blockquote><p><strong>Desde a sua fundação, a 3cket ultrapassa já os 14 mil eventos geridos, e trabalha atualmente com mais de dois mil organizadores e marcas, em diferentes áreas, que vão do entretenimento à cultura, passando pelo desporto e pelos eventos <em>corporate.</em></strong></p></blockquote>
<p>Sem financiamento externo e apenas com crescimento orgânico, a 3cket cresceu cerca de 40% em 2025, tendo atingido os dois milhões de euros de faturação, tendo participado em mais de 4.100 eventos durante o ano passado. Desde a sua fundação, a 3cket ultrapassa já os 14 mil eventos geridos, e trabalha atualmente com mais de dois mil organizadores e marcas, em diferentes áreas, que vão do entretenimento à cultura, passando pelo desporto e pelos eventos <em>corporate. </em>A sua equipa já ocupa 20 colaboradores.</p>
<h3><strong>Espanha terá um peso de 10% nas receitas de 2026</strong></h3>
<p>A empresa iniciou já o seu processo de internacionalização, tendo consolidado a sua posição em eventos fora de fronteiras. A tecnologia da 3cket está hoje presente em alguns dos principais eventos realizados em Portugal e no estrangeiro, incluindo festivais, eventos desportivos e experiências de marca. Entre os projetos de referência destacam-se o Millennium Estoril Open ou o Chefs on Fire, com tecnologia integral 3cket, a par de alguns dos maiores eventos de música eletrónica em Portugal que receberam nomes como Black Coffee, Carl Cox ou Rüfüs Du Sol. Do lado das marcas que se associaram a esta tecnologia, a empresa revela algumas: a NOS, a Heineken ou o Novobanco através do NOS Alive. Com ferramentas modulares e adaptáveis a qualquer evento, a Web Summit também utilizou a tecnologia da 3cket nas suas operações de Lisboa, no Rio de Janeiro, em Toronto e no Qatar.</p>
<p>A empresa entrou no mercado espanhol em 2024, e em 2025 abriu escritórios em Barcelona. Realizou, o ano passado cerca de 90 eventos em Espanha e estima que, em 2026, este mercado já tenho um peso de 10% nas receitas anuais. O plano de expansão é arrojado e pretende explorar oportunidades em geografias como França, Suíça, Luxemburgo e Brasil. Para 2026, a empresa tem como objetivo atingir uma faturação de 2,5 milhões de euros e continuar a investir no desenvolvimento tecnológico, com especial foco na integração de inteligência artificial.</p>
<blockquote><p><strong>A 3cket  tem como objetivo atingir uma faturação de 2,5 milhões de euros já em 2026 e continuar a investir no desenvolvimento tecnológico, com especial foco na integração de inteligência artificial.</strong></p></blockquote>
<p>Nuno Coelho, um dos quatro fundadores acrescenta que “Estamos a trabalhar no desenvolvimento de ferramentas preditivas que vão permitir aos organizadores antecipar comportamentos, otimizar operações e melhorar a experiência do público de forma mais inteligente. Acreditamos que o futuro dos eventos passa por tecnologia que permita produzir eventos com base em dados”.</p>
<p>Prémios e reconhecimentos são já vários. Em 2026 foi distinguida como Best Service Provider Ibérico 2026 nos Iberian Festival Awards, promovido pela APORFEST, e integra o ranking Deloitte Technology Fast 50, onde foi reconhecida como a 12.ª empresa tecnológica com maior crescimento em Portugal. “Ao longo destes anos, construímos a 3cket sempre muito próximos do mercado e das necessidades reais dos organizadores. O facto de sermos uma empresa <em>bootstrapped</em> permitiu-nos crescer de forma sustentada, focados no produto e naquilo que realmente cria valor para quem organiza eventos”, remata Nuno Coelho.</p>
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		<item>
		<title>Como uma fintech de cartões de crédito se reinventou ao apostar nos super-ricos</title>
		<link>https://www.forbespt.com/como-uma-fintech-de-cartoes-de-credito-se-reinventou-ao-apostar-nos-super-ricos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo Marmé]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 15:55:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empreendedores]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Atlas, fintech fundada e liderada por Patrick Mrozowski, esteve à beira do colapso há quatro anos. Hoje, atrai clientes de elevado património, incluindo bilionários da tecnologia, dispostos a pagar 1.000 dólares (cerca de 850 euros) anuais pelo acesso ao seu cartão. Em abril de 2022, a startup de cartões de débito Point, criada por [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="270" data-end="532">A Atlas, fintech fundada e liderada por Patrick Mrozowski, esteve à beira do colapso há quatro anos. Hoje, atrai clientes de elevado património, incluindo bilionários da tecnologia, dispostos a pagar 1.000 dólares (cerca de 850 euros) anuais pelo acesso ao seu cartão.</p>
<p data-start="534" data-end="1060">Em abril de 2022, a startup de cartões de débito Point, criada por Patrick Mrozowski em São Francisco, parecia condenada ao fracasso. A fintech, com três anos de existência, oferecia recompensas de cashback em compras do dia a dia mediante uma anuidade de 100 dólares (85 euros), mas enfrentava uma base de utilizadores pequena e em queda, ao mesmo tempo que preparava uma reformulação do produto. O cenário competitivo agravava-se com o aumento de concorrentes impulsionados pelo boom de financiamento em fintechs em 2021.</p>
<p data-start="1062" data-end="1467">A situação piorou quando a Column, banco com seguro da FDIC (Federal Deposit Insurance Corporation) detido pelo bilionário William Hockey e responsável pela infraestrutura que permitia à Point emitir cartões, decidiu terminar a parceria, no contexto de um maior escrutínio regulatório sobre a relação entre bancos e fintechs. A decisão implicava o encerramento de todas as contas de clientes da Point.</p>
<p data-start="1469" data-end="2046">“Perdemos todos os clientes que tínhamos”, recorda hoje o CEO de 30 anos, numa conversa num café em Greenwich Village, perto do escritório da empresa em Nova Iorque. Foi a segunda vez em menos de um ano que Mrozowski perdeu um parceiro bancário, o que obrigou a adiar indefinidamente a reformulação do produto. Em fevereiro de 2023, a Point integrou a lista da Forbes de 25 fintechs em dificuldades, sinalizando dúvidas sobre a sua sobrevivência. Mrozowski admite que evita pensar demasiado nesse período: “É quase como PTSD [Perturbação de Stress Pós-Traumático], em que partes traumáticas da memória são apagadas.”</p>
<p data-start="2048" data-end="2334">Ainda assim, recusou desistir. Um cientista de dados da Point concluiu que 90% das transações com o cartão provinham de apenas 15% dos clientes. A análise revelou que a empresa estava a desperdiçar recursos a tentar captar e servir um público massificado com pouco valor para o negócio.</p>
<p data-start="2336" data-end="2712">Mrozowski percebeu que poucas startups estavam focadas no segmento mais alto do mercado financeiro e que precisava de uma proposta diferente para atrair clientes ultra-ricos. Esses clientes não valorizam particularmente cashback ou pontos. “O que lhes interessa é acesso aos melhores restaurantes. Interessa-lhes o serviço. Querem tudo sem fricção e sem complicações”, afirma.</p>
<p data-start="2714" data-end="3213">Entre o final de 2021 e o final de 2023, avançou com uma reestruturação profunda. Despediu mais de um terço da equipa, rebatizou a empresa como Atlas, garantiu uma parceria com o Lead Bank, sediado em Kansas City e liderado por Jackie Reses, e mudou-se para Nova Iorque. Após ouvir críticas aos serviços de concierge da American Express, nomeadamente dos cartões Platinum e Black (Centurion), criou um concierge baseado em mensagens de texto, permitindo aos clientes reservar viagens e restaurantes.</p>
<p data-start="3215" data-end="3553">Em agosto de 2023, relançou a Atlas como um cartão de crédito premium com uma anuidade de 999 dólares (847 euros). O cartão, em aço polido com acabamento espelhado, pesa 21 gramas, cerca de quatro vezes mais do que um cartão de plástico convencional. Foi lançado em regime “apenas por convite” e promovido como “Your key to the world”.</p>
<p data-start="3215" data-end="3553"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-184483" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/04/imageye___-_imgi_76_0x0-960x720.png" alt="" width="960" height="720" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/04/imageye___-_imgi_76_0x0-960x720.png 960w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/04/imageye___-_imgi_76_0x0-768x576.png 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/04/imageye___-_imgi_76_0x0-600x450.png 600w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/04/imageye___-_imgi_76_0x0.png 1024w" sizes="(max-width: 960px) 100vw, 960px" /></p>
<p data-start="3555" data-end="4099">Atualmente, os cerca de 2.000 clientes da Atlas utilizam o serviço de concierge para reservar jatos privados, hotéis nas ilhas Turks e Caicos e refeições em restaurantes de referência em Nova Iorque, como The Corner Store e Torrisi. A empresária bilionária Lucy Guo afirma utilizar mais a Atlas do que qualquer outro cartão de crédito, com gastos mensais que podem atingir 2 milhões de dólares (1,6 milhões de euros). O antigo CEO da Google, Eric Schmidt, também já foi cliente e é investidor da empresa, embora um porta-voz tenha recusado comentar.</p>
<p data-start="4101" data-end="4670">Apesar de entrar num segmento altamente competitivo, dominado por gigantes como a American Express e o JPMorgan Chase, a Atlas tem registado crescimento acelerado. A receita bruta anualizada ultrapassa os 20 milhões de dólares (17M€) e a empresa concluiu recentemente uma ronda de financiamento Série C no valor de 40 milhões de dólares (34M€), atingindo uma avaliação de 420 milhões de dólares (356M€). O investimento foi liderado por Elad Gil e pela Verified Capital, com participação da Marathon e da 01 Advisors, de Dick Costolo.</p>
<blockquote>
<p data-start="4101" data-end="4670">“Ninguém nos diz quanto tempo demora até uma empresa começar realmente a funcionar. É sempre muito mais do que esperamos.”</p>
</blockquote>
<p data-start="4672" data-end="5030">“[Mrozowski] bateu com a cabeça na parede durante cinco anos na Point”, afirma Michael Gilroy, da Marathon. O investidor admite ter ficado surpreendido com a energia do fundador quando iniciaram conversas em 2024. Mrozowski acrescenta: “Ninguém nos diz quanto tempo demora até uma empresa começar realmente a funcionar. É sempre muito mais do que esperamos.”</p>
<p data-start="5032" data-end="5514">Filho de imigrantes polacos, Patrick Mrozowski cresceu em Santa Cruz, na Califórnia, com o irmão gémeo Martin. O pai geriu vários pequenos negócios, incluindo a produção de conteúdos em CD-ROM e DVD e a aquisição de direitos de distribuição de filmes polacos, posteriormente vendidos à Netflix. A mãe era enfermeira.</p>
<p data-start="5032" data-end="5514">Patrick descreve o irmão, atualmente a lançar uma startup de viagens com inteligência artificial chamada Miso, como mais alto e popular: “Sentia-me como o underdog.”</p>
<p data-start="5516" data-end="6222">Admirador de empreendedores tecnológicos desde jovem, foi aceite na Universidade da Califórnia em Santa Cruz, mas optou por não frequentar o ensino superior. Em 2016, aos 19 anos, lançou a fintech Crumbs, uma aplicação de investimento que convertia trocos em bitcoin. Dois anos depois, foi adquirida pela startup de criptomoedas Metal por menos de 3 milhões de dólares (2,5M€), segundo Mrozowski. Em 2019, fundou a Point com Kenan Pulak e Sid Parihar, captando 47 milhões de dólares (40M€) e atingindo uma avaliação de 275 milhões de dólares (233M€) em setembro de 2021, no auge da bolha fintech. Nos três anos seguintes, a empresa consumiu capital com receitas reduzidas.</p>
<p data-start="6224" data-end="6783">A transformação da Point em Atlas tornou-se também um exercício de serviço personalizado. Mrozowski realizou mais de 1.000 chamadas de integração com novos clientes para compreender preferências e explicar o funcionamento da plataforma. A Atlas recorre a modelos de inteligência artificial da OpenAI e da Google para resumir pedidos, redigir respostas, construir perfis de clientes e fazer recomendações personalizadas. A empresa conta com 40 funcionários a tempo inteiro e uma equipa de concierge com 20 colaboradores externos na Europa e nos EUA.</p>
<p data-start="6785" data-end="7266">Para garantir reservas em restaurantes concorridos, Mrozowski informa os estabelecimentos de que os utilizadores da Atlas são grandes consumidores. Em alguns casos, a empresa paga para assegurar acesso a mesas. O modelo de negócio inclui também comissões de hotéis e companhias aéreas pelas reservas efetuadas. Mediante uma taxa adicional de 500 dólares (424 euros), os clientes podem obter múltiplos cartões com limites predefinidos para familiares ou colaboradores domésticos.</p>
<p data-start="7268" data-end="7768">Segundo a Atlas, 80% dos clientes mantêm-se após um ano e 70% após dois anos. Lucy Guo admite que inicialmente duvidou do valor da proposta, uma vez que a Atlas oferece menos pontos ou recompensas do que outros cartões, como o exclusivo JPMorgan Reserve, que, segundo relatos, exige ativos mínimos de 10 milhões de dólares (8,5M€) no banco privado do JPMorgan. Ainda assim, o serviço de concierge acabou por justificar o custo anual, que substitui a exigência de elevados ativos sob gestão.</p>
<p data-start="7770" data-end="8249">Apesar do crescimento, a Atlas continua longe de atingir o ponto de equilíbrio ou de construir um negócio sustentável. Os benefícios disponíveis para milhões de clientes da American Express Platinum e Centurion, incluindo lounges de aeroporto e créditos em retalhistas como a Lululemon ou a Saks, superam largamente a oferta atual da Atlas. Mrozowski não tenta competir diretamente com os programas de recompensas desses operadores, concentrando-se antes no serviço de concierge.</p>
<p data-start="8251" data-end="8650" data-is-last-node="" data-is-only-node="">O futuro da Atlas permanece incerto. O fundador aponta como público-alvo clientes dos cartões Centurion da American Express e Reserve do JPMorgan, com gastos anuais superiores a 500.000 dólares (424 mil euros). Ainda assim, se conseguir atrair apenas 10.000 utilizadores com esse nível de despesa, poderá gerar 100 milhões de dólares (85M€ euros) em receitas brutas apenas com comissões de 2%.</p>
<p data-start="8251" data-end="8650" data-is-last-node="" data-is-only-node=""><em><strong>Texto original <a href="https://www.forbes.com/sites/jeffkauflin/2026/04/14/how-a-credit-card-fintech-resurrected-itself-by-targeting-the-superrich/" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>. Artigo traduzido e editado por<a href="https://www.forbespt.com/author/pmarme/" target="_blank" rel="noopener"> Paulo Marmé</a>.</strong></em></p>
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		<title>Prémios Franchising regressam ao Porto. Conheça os vencedores</title>
		<link>https://www.forbespt.com/premios-franchising-regressam-ao-porto-conheca-os-vencedores/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Nilza Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Apr 2026 15:00:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empreendedores]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A gala dos Prémios de Franchising decorreu no Hotel Sheraton, no Porto, reunindo líderes do setor, empreendedores e marcas que se destacaram pelo crescimento e inovação do modelo de negócio. O evento, promovido pela Associação Portuguesa de Franchising, sublinhou o papel do franchising como motor de desenvolvimento económico e criação de oportunidades. Na abertura, o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="0" data-end="355">A gala dos Prémios de Franchising decorreu no Hotel Sheraton, no Porto, reunindo líderes do setor, empreendedores e marcas que se destacaram pelo crescimento e inovação do modelo de negócio. O evento, promovido pela <span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Associação Portuguesa de Franchising</span></span>, sublinhou o papel do franchising como motor de desenvolvimento económico e criação de oportunidades.</p>
<p data-start="357" data-end="908">Na abertura, o presidente da associação, <span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Manuel Alvarez</span></span>, destacou a força do setor e a sua capacidade de transformar vidas. “Celebramos um modelo de negócio que tem mostrado capacidade de desenvolvimento. Todos criamos empreendedores, melhoramos vidas e continuamos a afirmar-nos graças às pessoas que investem em equipas e acreditam em projetos”, afirmou. O responsável sublinhou ainda que o futuro do franchising será construído com cooperação, mesmo entre concorrentes, unidos por uma missão comum: fazer crescer os negócios.</p>
<p data-start="910" data-end="1537">Também presente, o vice-presidente do <span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">IAPMEI</span></span>, <span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Nuno Gonçalves</span></span>, destacou o papel do franchising na resposta a um dos principais desafios da economia portuguesa: a escala. “ O franchising cria marcas e modelos replicáveis que permitem escalar produtos e serviços”, afirmou. O responsável reforçou ainda que o IAPMEI, através do Banco de Fomento e de mecanismos de garantia pública, está disponível para apoiar o financiamento e a capitalização das PME num contexto de maior instabilidade económica.</p>
<p data-start="1539" data-end="2025">A dimensão internacional do setor foi reforçada por <span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Cristina Franco</span></span>, presidente do conselho da <span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Associação Brasileira de Franchising</span></span>, que manifestou confiança no franchising português e destacou as oportunidades de expansão conjunta, incluindo novos mercados como a China. A responsável sublinhou ainda o peso do franchising na economia brasileira, representando 10,5%  em 2025, e incentivou as marcas portuguesas a apostarem no reconhecimento internacional.</p>
<p data-start="2027" data-end="2320">Durante a cerimónia foram distinguidas várias marcas e profissionais do setor. Na categoria Emergente, a Midas foi destacada pelo relançamento do conceito. Já o prémio de Franchisado do Ano distinguiu a School of Rock com o segundo lugar, enquanto o primeiro lugar foi atribuído à Portugal iA.</p>
<p data-start="2322" data-end="2789">Na categoria Franchisador do Ano – Pleno, a Nata Lisboa conquistou o terceiro lugar, seguida da Coldwell Banker Portugal, com a Zome Real Estate a arrecadar o primeiro prémio. No prémio de Expansão Internacional, a Fitness Factory destacou-se pelo investimento em novos mercados, incluindo a Índia, ficando em terceiro lugar. A Viva Fit conquistou o segundo lugar e a Nata Lisboa venceu a categoria, sendo reconhecida pela internacionalização de uma marca portuguesa.</p>
<p data-start="2791" data-end="3102">Na área de Marketing de Expansão, a Zome Real Estate ficou em terceiro lugar, a Remax em segundo e a Max Finance conquistou o primeiro prémio. Já na categoria de Serviços ao Franchising, liderada por soluções de apoio ao setor, destacou-se o trabalho da More, liderada por <span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Ana Correia</span></span>.</p>
<p data-start="3104" data-end="3463">O prémio de Franchisador do Ano Master foi atribuído à Remax, com a Max Finance a conquistar o segundo lugar.  Cristina Matos, a diretora geral  da Associação Portuguesa de Franchising e a mentora da gala, revelou ainda que os vencedores dos primeiros lugares poderão candidatar-se aos prémios ibero-americanos de franchising e, posteriormente, aos galardões da Federação Europeia de Franchising, que terão lugar em  maio e setembro, respetivamente.</p>
<p data-start="3465" data-end="3733" data-is-last-node="" data-is-only-node="">A noite terminou com uma emocionante homenagem no Hall of Fame a Cristina Franco celebrando o seu contributo para o desenvolvimento sustentado do franchising em Portugal, num setor que continua a afirmar-se como plataforma de crescimento, inovação e internacionalização.</p>
<p data-start="3465" data-end="3733" data-is-last-node="" data-is-only-node="">O franchising português está a viver um dos seus momentos mais ambiciosos. Entre discursos sobre escala, internacionalização e cooperação, a noite confirmou uma mensagem clara: o futuro do franchising constrói-se em rede  e Portugal quer estar na linha da frente.</p>
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		<title>Portugal volta a receber hackathon da Comissão Europeia no setor da defesa</title>
		<link>https://www.forbespt.com/portugal-volta-a-receber-hackathon-da-comissao-europeia-no-setor-da-defesa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo Marmé]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 07 Mar 2026 14:21:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empreendedores]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Defesa]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Portugal vai voltar a receber, entre 26 e 28 de março, uma nova edição do EUDIS Defence Hackathon, iniciativa europeia financiada pelo Fundo Europeu de Defesa da Comissão Europeia. O encontro realiza-se no Beato Innovation District, contando com a Critical Software e a Unicorn Factory Lisboa enquanto parceiras da iniciativa. Esta edição de 2026 será [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal vai voltar a receber, entre 26 e 28 de março, uma nova edição do EUDIS Defence Hackathon, iniciativa europeia financiada pelo Fundo Europeu de Defesa da Comissão Europeia.</p>
<p>O encontro realiza-se no Beato Innovation District, contando com a Critical Software e a Unicorn Factory Lisboa enquanto parceiras da iniciativa.</p>
<p>Esta edição de 2026 será dedicada ao desenvolvimento de projetos focados na defesa do espaço aéreo, tecnologias contra drones e segurança marítima, áreas consideradas prioritárias para a segurança europeia.</p>
<blockquote><p>A organização em Portugal volta a estar a cargo da Productized, empresa especializada na dinamização de programas de inovação, designadamente na área da defence tech.</p></blockquote>
<p>Dirigido a startups, equipas tecnológicas e talento interessado em desenvolver soluções para o setor da defesa, o hackathon procura tanto projetos já em fase de desenvolvimento, como MVP, protótipo ou conceito validado, que pretendam adaptar e acelerar as suas soluções.</p>
<p>Os participantes deverão ter mais de 18 anos, ser cidadãos de um Estado-Membro da União Europeia, Noruega ou Ucrânia, integrar equipas com um mínimo de dois elementos e participar presencialmente durante toda a duração da iniciativa.</p>
<p>Ao longo dos três dias, as equipas irão trabalhar em desafios alinhados com prioridades europeias de segurança, incluindo o desenvolvimento de intercetores de drones mais eficientes e acessíveis, sistemas avançados de deteção e alerta precoce para ameaças aéreas, bem como um terceiro desafio dedicado à segurança marítima, alinhado com as especificidades de defesa nacional. O objetivo passa por acelerar soluções tecnológicas capazes de reforçar as capacidades europeias de defesa, promovendo simultaneamente a colaboração entre indústria, talento tecnológico e instituições.</p>
<p>Para André Marquet, CEO da Productized e Auditor de Defesa Nacional, “é com enorme orgulho que voltamos a organizar esta iniciativa em Portugal. O país tem vindo a afirmar-se não apenas como um polo de talento tecnológico, mas também como um ecossistema capaz de executar e desenvolver soluções com impacto. O nosso objetivo é continuar a aproximar inovação, indústria e instituições europeias, contribuindo para posicionar Portugal como um hub relevante na área da defesa e segurança”.</p>
<p>Além dos prémios locais, num valor total de 10 mil euros, as equipas vencedoras terão acesso a um programa de mentoria de 40 horas, desenvolvido ao longo de dois meses com especialistas do setor.</p>
<p>O programa arranca com um webinar de preparação a 4 de março, seguindo-se o encerramento das inscrições a 20 de março e a realização do hackathon presencial, entre 26 e 28 de março, em Lisboa.</p>
<p>A fase de mentoria tem início a 8 de abril, tendo as soluções vencedoras, em junho, oportunidade de integrar uma competição europeia exclusiva com um pitch ao vivo a representantes dos Estados-Membros da UE.</p>
<p>A Productized já tinha organizado, em outubro do ano passado, a edição de outono do EUDIS Defence Hackathon em Portugal, que se destacou como a mais participada a nível europeu, reunindo 60 participantes presenciais e 15 equipas a concurso. A equipa RAID, vencedora nacional dessa edição, viria posteriormente a ser selecionada para o top três europeu na competição do EUDIS, entre equipas provenientes de oito países, tendo a sua solução escolhida para demonstração em ambiente operacional no exercício ARTEx26 do Exército português, no Campo Militar de Santa Margarida.</p>
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		<title>Startup Sowé procura investidores para crescer em novos mercados</title>
		<link>https://www.forbespt.com/startup-sowe-procura-investidores-para-crescer-em-novos-mercados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Helena C. Peralta]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Mar 2026 18:14:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empreendedores]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Figo da India]]></category>
		<category><![CDATA[internacionalização]]></category>
		<category><![CDATA[Investimento]]></category>
		<category><![CDATA[negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Oléos naturais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fundada em Lisboa, em 2021, por dois empreendedores franceses, os amigos Loic Steinbach e Thien Doan, a Sowé &#8211; Botanica Lab procura investidores para alavancar o seu negócio de óleos essenciais, biológicos e exclusivos. A startup, instalada na Faculdade de Ciências, na capital, já angariou cerca de 150 mil euros, dos 300 mil que pretende [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Fundada em Lisboa, em 2021, por dois empreendedores franceses, os amigos Loic Steinbach e Thien Doan, a Sowé &#8211; Botanica Lab procura investidores para alavancar o seu negócio de óleos essenciais, biológicos e exclusivos. A <em>startup</em>, instalada na Faculdade de Ciências, na capital, já angariou cerca de 150 mil euros, dos 300 mil que pretende embolsar para dar continuidade à sua política de expansão. Além de Portugal, os óleos Sowé estão presentes em farmácias em várias cidades de França, nos Estados Unidos, em Nova Iorque e Chicago, em Londres, em Copenhaga, e na vizinha Espanha, em Sevilha e Barcelona, nos SPA Aire Ancient Baths. Inspirados na natureza, esta marca utiliza o que os fundadores consideram “o incrível poder” do figo-da-Índia no antienvelhecimento.</p>
<p>Nesta ronda de investimento entraram como acionistas personalidades internacionais como Joseph Bitton, ex-presidente da L’Oréal Canadá e Latam, Maxime de Nanclas, empreendedor reconhecido com uma venda bem-sucedida à Apple e Jean-Robert Mouillet, investidor imobiliário e fundador de uma incubadora em Alcântara.  <strong>“</strong>Estes 300 mil euros representam uma fatia de 16,7% da empresa, que foi assim avaliada em 1,8 milhões de euros. Atualmente, temos ainda disponível uma fatia de 8,35% para completar esta ronda”, explicou o cofundador e CEO Loic Steinbach.</p>
<blockquote><p><strong>“A minha a ideia era mesmo o mercado dos cosméticos, da natureza, muito vegetal, que esteve no arranque da marca Sowé, que significa Soul of Wellness. Iniciamos o projeto com uma linha de produtos de cânhamo, como o CBD, que é uma das principais substâncias ativas do cânhamo”, revela loic Steinbach. </strong></p></blockquote>
<p>Com 45 anos, este empreendedor estudou em Paris, tendo concluído um curso de Gestão de Comércio. Trabalhou 20 anos na Vitry, uma empresa fundada em 1795 e que produz vernizes e acessórios de beleza, com venda em farmácias. Foi no exercício das suas funções nesta multinacional que partiu para o Canadá, para constituir uma filial naquele território, local no qual viveu 15 anos com a sua esposa e onde nasceram os dois filhos. Em 2019 decidiram sair do Canadá, “para um destino menos frio”, graceja. E a escolha do casal recaiu em Portugal, apesar de não terem ainda projeto de vida neste país. “Chegámos a Portugal sem trabalho, sem casa, sem escola para os miúdos e sem ter conhecimentos no país”, recorda Loic. Vieram completamente à aventura com três crianças de três, cinco e 10 anos de idade. “Fomos a Madrid, a Bordéus, mas a escolha recaiu sobre o sol de Lisboa. Portugal é mágico”, recorda.</p>
<p>Já com os filhos instalados na escola – sem falarem português, mas com facilidade em aprender – o empreendedor foi fazer um curso de cosmetologia avançada na faculdade de Ciências de Lisboa. “Nesse curso falava-se muito do cânhamo medicinal utópico, para fazer cremes, que era muito bom, com muitas propriedades. E eu pensei, porque não investir nisto?”, explica. Nesta faculdade surgiu então a oportunidade de abrir um laboratório no TecLab, tendo encontrado o sócio, Thien Doan, num evento deste setor em França. Aquilo que era apenas uma ideia começou a ganhar forma. “A minha a ideia era mesmo o mercado dos cosméticos, da natureza, muito vegetal, que esteve no arranque da marca Sowé, que significa Soul of Wellness. Iniciamos o projeto com uma linha de produtos de cânhamo, como o CBD, que é uma das principais substâncias ativas do cânhamo”, conta.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-181491" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/03/oleo-Sowe-2-960x640.jpg" alt="" width="960" height="640" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/03/oleo-Sowe-2-960x640.jpg 960w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/03/oleo-Sowe-2-1920x1280.jpg 1920w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/03/oleo-Sowe-2-768x512.jpg 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/03/oleo-Sowe-2-1536x1024.jpg 1536w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/03/oleo-Sowe-2-2048x1366.jpg 2048w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/03/oleo-Sowe-2-1200x800.jpg 1200w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/03/oleo-Sowe-2-600x400.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px" /></p>
<p>No início não foi fácil, “precisávamos fazer tudo, desde a fabricação dos produtos, às vendas porque queríamos vender nas farmácias e era difícil saber a origem de todos os produtos, se comprássemos tudo fora. Por isso decidimos fazer tudo, verticalizar a produção toda”, afirma. Os primeiros produtos foram canalizados para farmácias em França, porque era mais complicado obter autorizações em Portugal. As primeiras vendas surgiram no final de 2021. “Fomos porta à porta, batemos em todas as farmácias até surgirem as primeiras encomendas. Foi um trabalho duro”, explica Loic Steinbach. A produção, toda realizada no laboratório da faculdade, era feita apenas com uma pessoa, de forma artesanal, sem qualquer tipo de máquina.</p>
<h3>A viragem do negócio para o figo-da-Índia</h3>
<p>Mas o ano de 2024 viria a trazer consigo uma viragem do negócio inicial: deixaram de trabalhar com o CBD e iniciamos uma linha de óleos puros, de argão, de jojoba, que são ingredientes que já anteriormente misturavam com o CBD. A verdadeira mudança deu-se quando introduziram um princípio da fitoterapia que se chama Totum, uma ciência que diz que um mais um é igual a três. “A evidência científica mostra que um ingrediente poderoso não é uma molécula isolada, mas o efeito do seu Totum, ou seja, todos os componentes atuando em sinergia. E houve um produto que funcionou muito bem: o figo-da-Índia. “A indústria cosmética vai isolar e vai trabalhar com uma molécula isolada, mas percebemos que não é bom isolar. Porque há uma inteligência no vegetal que vai fazer um efeito mais importante se for tudo junto, um conjunto da planta. Fazemos estudos clínicos e testes e podemos ver que a atividade antioxidante é mais importante que o ativo simples isolado. O benefício com a flor, com a semente, é diferente, é tudo um complexo. E a ideia final é trabalhar com este complexo do figo-da-Índia&#8221;, explica o especialista. A nova aposta da marca virou-se então para os óleos com base neste vegetal, sem adição de água, usando 100% do óleo extraído da planta, e modo de produção biológico. “A extração é feita logo nos produtores, todos portugueses”.</p>
<blockquote><p><strong>O montante de investimento que está agora a recolher destina-se a alavancar o negócio nestes três mercados, e reforçar em outros onde tem ainda presença residual, como a Bélgica, a Itália e a Alemanha.</strong></p></blockquote>
<p>Estes óleos estão já disponíveis em vários SPA da Modalay, uma rede de serviços de luxo presente em diversos complexos hoteleiros em Portugal. As vendas são feitas essencialmente de três formas: no online, através do site da marca e na Amazon, nas farmácias e nos SPA Mondalay. Farmácias e online representam, cada canal, cerca de 25% nas vendas. França, Portugal e Espanha representam aproximadamente 90% das vendas da Sowé, que o empreendedor diz serem ainda baixas, não revelando valores.</p>
<p>O montante de investimento que está agora a recolher destina-se a alavancar o negócio nestes três mercados, e reforçar em outros onde tem ainda presença residual, como a Bélgica, a Itália e a Alemanha. “Também estou a abrir o caminho para a marca no Canadá”, explica Loic Steinbach. Da sua gama de produtos fazem parte, além do produto estrela, o Sowé L´Huile Précieuse, um sérum multifunções, uma gama de oito óleos vegetais virgens puros, prensados a frio e não comedogénicos, à base de figo-da-Índia e aragão, jojoba, cânhamo, cominho preto, calêndula, arnica, argão e macadâmia. O kit da oferta Sowé incluí ainda uma Gua Sha em cerâmica trabalhada à mão, um acessório anti-rugas concebido para reestruturar os músculos do rosto.</p>
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		<title>O incêndio em Óbidos que desafia o legado de Elias Timóteo</title>
		<link>https://www.forbespt.com/o-incendio-em-obidos-que-desafia-o-legado-de-elias-timoteo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Nilza Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 22 Feb 2026 22:05:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empreendedores]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[óbidos]]></category>
		<category><![CDATA[regiao oeste]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um incêndio de grandes dimensões consumiu hoje o armazém da E. Timóteo, empresa familiar que se dedica à produção e comercialização de frutas. Além disso, foi fundada por Elias Timóteo, empresário português que transformou a tradição agrícola da família numa marca de referência no setor agroalimentar. A empresa é PME Líder e conquistou o Prémio [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="393" data-end="810">Um incêndio de grandes dimensões consumiu hoje o armazém da E. Timóteo, empresa familiar que se dedica à produção e comercialização de frutas. Além disso, foi fundada por Elias Timóteo, empresário português que transformou a tradição agrícola da família numa marca de referência no setor agroalimentar. A empresa é PME Líder e conquistou o Prémio Empreendedor da Diáspora Portuguesa pela sua dinâmica em Cabo Verde.</p>
<h3><strong>Paixão desde menino e moço </strong></h3>
<p data-start="843" data-end="1117">Desde os 10 anos, Elias Timóteo está ligado ao negócio familiar. Inspirado pelo legado da família, decidiu reduzir a intermediação e apostar na distribuição direta a grandes superfícies comerciais. Assim, conseguiu melhorar a qualidade dos produtos sem aumentar os preços.</p>
<p data-start="1119" data-end="1498">Em 1996, assumiu também o papel de importador e distribuidor em Cabo Verde. Ali, construiu um armazém de cerca de 4.200 m², com capacidade de frio para 600 toneladas de produtos frescos e congelados. Essa infraestrutura moderna, funcional e com padrão europeu foi pioneira na resolução de um grande problema no país: a limitada capacidade de frio para conservação de alimentos.</p>
<p data-start="1500" data-end="1833">Mais tarde, inaugurou uma loja gourmet, oferecendo produtos devidamente embalados, certificados e higienizados, provenientes de Portugal. Como resultado, a procura por estes produtos tem crescido de forma constante, consolidando a reputação da marca e mostrando a atenção ao detalhe e à qualidade que caracteriza a família Timóteo.</p>
<h3><strong>Crescimento e inovação internacional </strong></h3>
<p data-start="1876" data-end="2164">Fundada oficialmente em 2008, a E. Timóteo começou como um projeto modesto e hoje ocupa 150 hectares de pomares. Além das maçãs e peras, a empresa também produz damascos, ameixas, pêssegos e nectarinas. Ademais, mantém um compromisso rigoroso com qualidade, inovação e sustentabilidade.</p>
<p data-start="2166" data-end="2711">Sob a liderança de Elídio Timóteo, distinguido com o Prémio Empreendedor da Diáspora Portuguesa, a empresa consolidou-se internacionalmente. Cerca de 50% da faturação provém das exportações. A E. Timóteo tem presença direta no Brasil, Marrocos, Polónia e Alemanha, e parcerias em França, Inglaterra, Dubai, Arábia Saudita e Colômbia. Além disso, produz cerca de quatro mil toneladas de fruta por ano, utilizando técnicas de plantação avançadas, sistemas de frio de última geração e variedades selecionadas que unem sabor, aroma e consistência.</p>
<p data-start="2713" data-end="3120">Segundo o edil de Óbidos, Filipe Daniel:<br data-start="2753" data-end="2756" /><em data-start="2756" data-end="3118">&#8220;Estamos a falar de uma empresa familiar do concelho de Óbidos, que já vem, de algumas gerações, a construir todo este património. Fatura mais de dez milhões de euros em exportação de fruticultura, conta com mais de 50 trabalhadores efetivos e mais 20 prestadores de serviço. Nos períodos de pico, representa uma entidade empregadora para mais de 100 pessoas.&#8221;</em></p>
<h3 data-start="3146" data-end="3426"><strong>Resiliência e legado familiar</strong></h3>
<p data-start="3146" data-end="3426">O incêndio de hoje, em Casais de Capeleira, mobilizou mais de 100 operacionais e 40 viaturas de bombeiros e GNR. Além disso, grande parte das instalações, equipamentos e mercadorias foi destruída. Cinco moradores foram realojados e quatro bombeiros sofreram ferimentos ligeiros.</p>
<p data-start="3428" data-end="3647">Embora ainda não existam estimativas oficiais, a Proteção Civil considera que a estrutura e a mercadoria sofreram perda total. Por isso, o prejuízo será significativo tanto para a empresa como para a comunidade local.</p>
<p data-start="3683" data-end="3927">Mais do que um incêndio, este é um teste de resiliência para um negócio que, ao longo de quase duas décadas, se tornou símbolo da capacidade empreendedora portuguesa. A E. Timóteo transformou um projeto familiar numa referência internacional.</p>
<p data-start="3929" data-end="4199">No entanto, o desafio agora é reconstruir, mantendo a reputação, os mercados internacionais e a cultura de excelência que Elias Timóteo imprimiu desde o início. De fato, a história da família mostra que paixão, visão e coragem podem superar crises e inspirar gerações.</p>
<p data-start="4201" data-end="4472">Além disso, a empresa mantém viva a sua filosofia inspiradora, como se lê na página do Facebook da família: <em data-start="4309" data-end="4381">&#8220;Somos agricultores e trabalhamos todos os dias por um futuro melhor.&#8221;</em> Essa frase resume o espírito de perseverança que guia a E. Timóteo em todos os desafios.</p>
<h2 data-start="3617" data-end="3639"></h2>
<p data-start="3641" data-end="4023">
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		<title>Portuguesa Indie Campers compra duas concorrentes para crescer na Europa</title>
		<link>https://www.forbespt.com/portuguesa-indie-campers-compra-duas-concorrentes-para-crescer-na-europa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Helena C. Peralta]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Feb 2026 13:07:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empreendedores]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Aquisições]]></category>
		<category><![CDATA[Caravanas]]></category>
		<category><![CDATA[Fusões e aquisições]]></category>
		<category><![CDATA[Indico Capital Partners]]></category>
		<category><![CDATA[Indie Campers]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo]]></category>
		<category><![CDATA[viagens]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Indie Campers, plataforma nacional de aluguer de caravanas que nasceu pela mão de dois amigos, Hugo Oliveira e o austríaco Stefan Koeppl, continua a dar gás à sua estratégia de crescimento internacional. A startup fundada em Lisboa em 2013 acaba de anunciar que celebrou um acordo para adquirir as operações e a frota completa [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A <a href="https://www.forbespt.com/indie-campers-a-startup-portuguesa-que-aluga-caravanas-esta-a-recolher-mais-investimento/">Indie Campers,</a> plataforma nacional de aluguer de caravanas que nasceu pela mão de dois amigos, Hugo Oliveira e o austríaco Stefan Koeppl, continua a dar gás à sua estratégia de crescimento internacional. A startup fundada em Lisboa em 2013 acaba de anunciar que celebrou um acordo para adquirir as operações e a frota completa de duas marcas europeias no setor do aluguer de autocaravanas. Trata-se da Just Go e da Bunk Campers, duas empresas que pertenciam ao universo da Tourism Holdings Limited (THL), uma operadora global de autocaravanas sediada na Nova Zelândia.</p>
<p>A Índico Capital Partners, que investiu na startup, explica que esta transação é um passo importante na estratégia de longo prazo da Indie Campers, já que a empresa pretende fortalecer a sua plataforma e consolidar ainda mais a sua posição na Europa. A Indie Campers continua apostada em ser a líder mundial de aluguer de autocaravanas, estando a expandir-se em três continentes. Com mais de 10 mil veículos próprios, a marca opera em toda a Europa, América do Norte e Oceania, com presença física em cerca de 100 cidades. Acumula mais de 850 mil clientes oriundos de 130 nacionalidades.</p>
<blockquote><p><strong>&#8220;Vemos este acordo e integração como uma valiosa oportunidade de aprendizagem e continuaremos a tomar as decisões certas para fortalecer o setor, tornando as viagens rodoviárias acessíveis a todos&#8221;, afirma Hugo Oliveira, cofundador e CEO da Indie Campers. </strong></p></blockquote>
<p>A Europa continua a ser um foco central na estratégia de crescimento da empresa, região na qual pretende abrir novos locais de entrega durante o ano de 2026. Com a aquisição da Just Go e a Bunk Campers, uma no Rino Unido e outra na Irlanda, expande a disponibilidade de veículos &#8211; são mais mil autocaravanas que entram na sua oferta &#8211; e oferece aos seus clientes maior flexibilidade, com mais nove locais de recolha. No entanto, a Indie Campers vai manter as operações das duas marcas como ofertas distintas, mantendo a identidade das mesmas, para assim preservar a escolha do cliente, ao mesmo tempo que aproveita a escala, a tecnologia e a infraestrutura de um líder europeu unificado.</p>
<p>Segundo a empresa, o setor de autocaravanas continua a registar uma forte procura, com mais viajantes a adotarem uma exploração flexível e orientada para a experiência. A Indie Campers acredita que o futuro das viagens rodoviárias será moldado pela escala, inovação e excelência operacional, e ao integrar operações estabelecidas na sua plataforma digital continuará a apoiar o crescimento sustentável e a consolidação da indústria. Hugo Oliveira, cofundador e CEO da Indie Campers, disse, em comunicado, que &#8220;Esta parceria é um marco importante. Foi um prazer chegar a um acordo com a THL enquanto continuamos a expandir a categoria de viagens rodoviárias em todo o mundo. Vemos este acordo e integração como uma valiosa oportunidade de aprendizagem e continuaremos a tomar as decisões certas para fortalecer o setor, tornando as viagens rodoviárias acessíveis a todos.&#8221;</p>
<p>The post <a href="https://www.forbespt.com/portuguesa-indie-campers-compra-duas-concorrentes-para-crescer-na-europa/">Portuguesa Indie Campers compra duas concorrentes para crescer na Europa</a> appeared first on <a href="https://www.forbespt.com">Forbes Portugal</a>.</p>
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