A revista Forbes Portugal acaba de lançar, na edição em papel que está agora em banca, a sua lista anual que destaca as mulheres portuguesas Mais Poderosas no mundo dos negócios. Tal como já aconteceu em 2024, o ranking deste ano foi novamente organizado por 11 categorias, correspondentes aos vários setores de atividade em que atuam. Sandra Santos, 54 anos, CEO da Logoplaste, ocupa a quarta posição do ranking das mulheres Mais Poderosas nos negócios de 2026, com uma avaliação global de 74 pontos. Este ano a categoria de Indústria é liderada por Isabel Furtado, CEO da TMG Automotive.
Com uma avaliação de 74 pontos, Sandra Santos ocupa a quarta posição da categoria de Indústria do ranking de 2026 da Forbes Portugal.
A gestora lidera, desde o ano passado, a indústria de embalagens fundada em 1974 por Marcel de Botton, depois de ter estado mais uma década a liderar a BA Glass. Licenciada em Gestão pela Faculdade de Economia da Universidade do Porto, Sandra Santos iniciou o seu percurso profissional na área financeira, no extinto BES, instituição na qual foi gestora de contas. Em 1999 concluiu um MBA no Porto Business School, e nesse mesmo ano entra no universo do grupo BA Glass, como management control officer. É promovida a CFO em 2001 é promovida a CFO e, em 2014, torna-se CEO O Grupo BA Glass pertence às famílias Moreira da Silva e Silva Domingues, que estão presentes na lista da dos mais ricos da Forbes Portugal.
Entre 2020 e 2024, Sandra Santos foi membro não executivo de empresas como a Navigator Company, a EDP e o Banco BPI. Foi ainda membro fundador da Business Roundtable Portugal.
A metodologia aplicada nas avaliações da Forbes Portugal
O ranking das mulheres portuguesas com mais poder nos negócios, dentro e fora de fronteiras, é elaborado com base numa avaliação de centenas de empresas e instituições, das quais são retirados e avaliados mais de 150 nomes de CEO, diretoras-gerais, administradoras, acionistas e empreendedoras.
A avaliação é feita com base em cinco critérios, pontuados de zero a 20, obtendo-se assim uma pontuação final para cada nome analisado. A Forbes avaliou e pontuou estes nomes pela Fortuna, pessoal ou familiar; pelo Poder de Decisão – se é CEO, presidente do Conselho de Administração, administradora ou acionista -, Poder de Influência, ou seja a sua projeção fora da empresa, seja em programas de responsabilidade social e cívica em que se envolve, seja associações em que participa, artigos que escreve e participação ativa nas redes sociais (sobretudo Linkedin); pela Dimensão do negócio – se são grandes negócios internacionais, em que países estão presentes, qual a área geográfica de ação; e pelo seu Empreendedorismo, se apenas fez carreira numa área, ou se envolveu na criação de empresa, etc.
A avaliação da Forbes Portugal é feita com base em cinco critérios ou dimensões, pontuados de zero a 20, obtendo-se assim uma pontuação final para cada nome analisado.
Tal como a lista de 2024, também este ano o ranking foi organizado por setores de atividade. Depois de pontuados, os nomes foram organizados por 11 categorias entrando na lista apenas as cinco primeiras de cada categoria. Nas categorias com mais elementos, como a da Banca, Finanças e Investimento e a de Indústria, as duas com mais nomes analisados, ficaram inúmeras mulheres bem pontuados de fora, com pontuações mais elevadas do que as primeiras cinco de outras categorias.





