A revista Forbes Portugal acaba de lançar, na edição em papel que está agora em banca, a sua lista anual que destaca as mulheres portuguesas Mais Poderosas no mundo dos negócios. Tal como já aconteceu em 2024, o ranking deste ano foi novamente organizado por 11 categorias, correspondentes aos vários setores de atividade em que atuam. Esta edição, Helena Freitas, CEO da Sanofi Portugal, ocupa a quinta posição da categoria de Saúde do ranking anual da Forbes Portugal, com uma avaliação global de 55 pontos. Esta categoria é liderada por Isabel Vaz, CEO do Grupo Luz Saúde.
Licenciada em Economia, pela Universidade do Porto, Helena Freitas assumiu a liderança da Sanofi em Portugal em 2020, depois de quatro anos a trabalhar nesta multinacional da área farmacêutica. Estava como responsável pela área das vacinas, em plena crise pandémica, quando recebeu o convite para liderar os destinos da filial nacional, tendo em conta o seu papel na fase crítica da Covid 19.
Com uma avaliação total de 55 pontos, gestora Helena Freitas, CEO da Sanofi Portugal, ocupa a quinta posição da categoria de Saúde do ranking de 2026 da Forbes Portugal.
Helena Freitas iniciou a sua vida profissional como consultora na Ernst & Young, empresa na qual trabalhou durante cinco anos. Deu-se então sua entrada na área farmacêutica, com o convite para Bristol Myers Squibb, empresa na qual trabalhou cerca de 12 anos.
A metodologia aplicada nas avaliações da Forbes Portugal
O ranking das mulheres portuguesas com mais poder nos negócios, dentro e fora de fronteiras, é elaborado com base numa avaliação de centenas de empresas e instituições, das quais são retirados e avaliados mais de 150 nomes de CEO, diretoras-gerais, administradoras, acionistas e empreendedoras.
A avaliação é feita com base em cinco critérios, pontuados de zero a 20, obtendo-se assim uma pontuação final para cada nome analisado. A Forbes avaliou e pontuou estes nomes pela Fortuna, pessoal ou familiar; pelo Poder de Decisão – se é CEO, presidente do Conselho de Administração, administradora ou acionista -, Poder de Influência, ou seja a sua projeção fora da empresa, seja em programas de responsabilidade social e cívica em que se envolve, seja associações em que participa, artigos que escreve e participação ativa nas redes sociais (sobretudo Linkedin); pela Dimensão do negócio – se são grandes negócios internacionais, em que países estão presentes, qual a área geográfica de ação; e pelo seu Empreendedorismo, se apenas fez carreira numa área, ou se envolveu na criação de empresa, etc.
A avaliação da Forbes Portugal é feita com base em cinco critérios ou dimensões, pontuados de zero a 20, obtendo-se assim uma pontuação final para cada nome analisado.
Tal como a lista de 2024, também este ano o ranking foi organizado por setores de atividade. Depois de pontuados, os nomes foram organizados por 11 categorias entrando na lista apenas as cinco primeiras de cada categoria. Nas categorias com mais elementos, como a da Banca, Finanças e Investimento e a de Indústria, as duas com mais nomes analisados, ficaram inúmeras mulheres bem pontuados de fora, com pontuações mais elevadas do que as primeiras cinco de outras categorias.





