A revista Forbes Portugal acaba de lançar, na edição em papel que está agora em banca, a sua lista anual que destaca as mulheres portuguesas Mais Poderosas no mundo dos negócios. Tal como já aconteceu em 2024, o ranking deste ano foi novamente organizado por 11 categorias, correspondentes aos vários setores de atividade em que atuam.
Cristina Ferreira é, aos 48 anos, uma das apresentadoras de televisão mais reconhecidas a nível nacional. É, além disso, acionista da Media Capital, dona da TVI, e diretora de entretenimento e ficção do mesmo canal, e detém vários negócios próprios, nomeadamente na área da moda. Está por isso posicionada no terceiro lugar da categoria de Entretenimento e Cultura – que é liderada pela empresária Rosália Teixeira – da lista da Forbes Portugal, com uma avaliação total de 73 pontos. Bastante influente, a empreendedora é uma das mulheres das lista da Forbes que melhor desenvolveu a sua marca pessoal.
Com uma avaliação de 73 pontos, Cristina Ferreira ocupa este ano a terceira posição da categoria de Entretenimento e Cultura do ranking de 2026 da Forbes Portugal.
Além da visibilidade pública, na televisão, Cristina Ferreira é empresária. Detém cerca de 2,5% da Media Capital, empresa cotada em bolsa cujo valo de mercado se situa em torno dos 160 milhões de euros, e desenvolveu os seus próprios negócios na área da moda. É proprietária de lojas de roupa, desenvolveu a sua própria linha de calçado e também a sua linha de perfumes. Fundou a plataforma Eu Sou Gira, com o objetivo de dar força ao empoderamento feminino.
A metodologia aplicada nas avaliações da Forbes Portugal
O ranking das mulheres portuguesas com mais poder nos negócios, dentro e fora de fronteiras, é elaborado com base numa avaliação de centenas de empresas e instituições, das quais são retirados e avaliados mais de 150 nomes de CEO, diretoras-gerais, administradoras, acionistas e empreendedoras.
A avaliação é feita com base em cinco critérios, pontuados de zero a 20, obtendo-se assim uma pontuação final para cada nome analisado. A Forbes avaliou e pontuou estes nomes pela Fortuna, pessoal ou familiar; pelo Poder de Decisão – se é CEO, presidente do Conselho de Administração, administradora ou acionista -, Poder de Influência, ou seja a sua projeção fora da empresa, seja em programas de responsabilidade social e cívica em que se envolve, seja associações em que participa, artigos que escreve e participação ativa nas redes sociais (sobretudo Linkedin); pela Dimensão do negócio – se são grandes negócios internacionais, em que países estão presentes, qual a área geográfica de ação; e pelo seu Empreendedorismo, se apenas fez carreira numa área, ou se envolveu na criação de empresa, etc.
A avaliação da Forbes Portugal é feita com base em cinco critérios ou dimensões, pontuados de zero a 20, obtendo-se assim uma pontuação final para cada nome analisado.
Tal como a lista de 2024, também este ano o ranking foi organizado por setores de atividade. Depois de pontuados, os nomes foram organizados por 11 categorias entrando na lista apenas as cinco primeiras de cada categoria. Nas categorias com mais elementos, como a da Banca, Finanças e Investimento e a de Indústria, as duas com mais nomes analisados, ficaram inúmeras mulheres bem pontuados de fora, com pontuações mais elevadas do que as primeiras cinco de outras categorias.





