As Mais Poderosas: Ana Trigo Morais ocupa a quarta posição da categoria de Responsabilidade Social

A revista Forbes Portugal acaba de lançar, na edição em papel que está agora em banca, a sua lista anual que destaca as mulheres portuguesas Mais Poderosas no mundo dos negócios. Tal como já aconteceu em 2024, o ranking deste ano foi novamente organizado por 11 categorias, correspondentes aos vários setores de atividade em que…
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Ana Isabel Trigo de Morais, CEO da Sociedade Ponto Verde, ocupa a quarta posição da categoria de Responsabilidade Social e Sustentabilidade no ranking de 2026 das Mais Poderosas nos Negócios, com uma avaliação total de 63 pontos.
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A revista Forbes Portugal acaba de lançar, na edição em papel que está agora em banca, a sua lista anual que destaca as mulheres portuguesas Mais Poderosas no mundo dos negócios. Tal como já aconteceu em 2024, o ranking deste ano foi novamente organizado por 11 categorias, correspondentes aos vários setores de atividade em que atuam. Ana Isabel Trigo de Morais, 59 anos, e CEO e administradora-delegada da Sociedade Ponto Verde é uma nova entrada na lista deste ano. Com uma avaliação total de 63 pontos, ocupa a quarta posição da categoria de Responsabilidade Social e Sustentabilidade. Esta categoria é liderada pela portuguesa Mafalda Duarte, diretora executiva do Fundo Verde para o Clima.

Com uma avaliação de 63 pontos, Ana Isabel Trigo Morais, CEO da Sociedade Ponto Verde, ocupa a quarta posição da categoria de Responsabilidade Social e Sustentabilidade do ranking de 2026 da Forbes Portugal.

Licenciada em Direito, a gestora tem ainda um pós-graduação em Alta Direção de Empresas, acumulando experiência na área da gestão. Exerceu funções no Teatro Nacional de São Carlos, tendo sido membro do Conselho de Administração da Fundação do Centro Cultural de Belém. Em 2010 assume o cargo de diretora-geral da APED, a associação das empresas de distribuição, no qual se manteve até 2018. Assumiu, nessa data a liderança da Sociedade Ponto Verde, uma entidade sem fins lucrativos, criada com o objetivo de impulsionar a economia circular em Portugal, e ainda educar os consumidores.

A metodologia aplicada nas avaliações da Forbes Portugal

O ranking das mulheres portuguesas com mais poder nos negócios, dentro e fora de fronteiras, é elaborado com base numa avaliação de centenas de empresas e instituições, das quais são retirados e avaliados mais de 150 nomes de CEO, diretoras-gerais, administradoras, acionistas e empreendedoras.

A avaliação é feita com base em cinco critérios, pontuados de zero a 20, obtendo-se assim uma pontuação final para cada nome analisado. A Forbes avaliou e pontuou estes nomes pela Fortuna, pessoal ou familiar; pelo Poder de Decisão – se é CEO, presidente do Conselho de Administração, administradora ou acionista -, Poder de Influência, ou seja a sua projeção fora da empresa, seja em programas de responsabilidade social e cívica em que se envolve, seja associações em que participa, artigos que escreve e participação ativa nas redes sociais (sobretudo Linkedin); pela Dimensão do negócio – se são grandes negócios internacionais, em que países estão presentes, qual a área geográfica de ação;  e pelo seu Empreendedorismo, se apenas fez carreira numa área, ou se envolveu na criação de empresa, etc.

A avaliação da Forbes Portugal é feita com base em cinco critérios ou dimensões, pontuados de zero a 20, obtendo-se assim uma pontuação final para cada nome analisado.

Tal como a lista de 2024, também este ano o ranking foi organizado por setores de atividade. Depois de pontuados, os nomes foram organizados por 11 categorias entrando na lista apenas as cinco primeiras de cada categoria. Nas categorias com mais elementos, como a da Banca, Finanças e Investimento e a de Indústria, as duas com mais nomes analisados, ficaram inúmeras mulheres bem pontuados de fora, com pontuações mais elevadas do que as primeiras cinco de outras categorias.

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