A revista Forbes Portugal acaba de lançar, na edição em papel que está agora em banca, a sua lista anual que destaca as mulheres portuguesas Mais Poderosas no mundo dos negócios. Tal como já aconteceu em 2024, o ranking deste ano foi novamente organizado por 11 categorias, correspondentes aos vários setores de atividade em que atuam.
Com um total de 70 pontos, Paula Pereira Silva, 37 anos, country manager da Galp Brasil, ocupa a quarta posição da categoria de Energia no ranking das 55 portuguesas Mais Poderosas de 2026. Esta categoria é liderada por Paula Amorim, acionista e presidente do Conselho de Administração da Galp.
Paula foi a primeira mulher a assumir a liderança dos negócios da Galp no Brasil, mercado que tem crescido de importância nos últimos anos. Licenciada em Engenharia Civil, pelo Instituto Superior Técnico, em Lisboa completou ainda duas pós-graduações, uma em Engenharia de Petróleo e outra em Finanças, e realizou ainda um MBA na The Lisbon MBA Nova-Católica. Foi uma aluna sempre muito aplicada, tendo terminado o 12º ano com média de 20 valores.
Com uma avaliação de 70 pontos, Paula Pereira da Silva, country manager da Galp Brasil ocupa a quarta posição da categoria de Energia do ranking de 2026 da Forbes Portugal.
O seu percurso profissional foi sendo construído no universo da empresa de energia, para a qual entrou como estagiária, na área de E&P. Passou, entretanto, a COO Executive Management Assistant, foi liderar a área de Portefolio Management de E&P, e acabou por seguir para o Brasil, para chefiar a equipa comercial neste país. Acabou por assumir a função de country manager.
Casada e mãe de duas filhas, Paula Pereira da Silva frequentou o Conservatório de Piano, e destacou-se na prática no desporto, sendo praticante de natação, de corrida e de ginástica.
A metodologia aplicada nas avaliações da Forbes Portugal
O ranking das mulheres portuguesas com mais poder nos negócios, dentro e fora de fronteiras, é elaborado com base numa avaliação de centenas de empresas e instituições, das quais são retirados e avaliados mais de 150 nomes de CEO, diretoras-gerais, administradoras, acionistas e empreendedoras.
A avaliação é feita com base em cinco critérios, pontuados de zero a 20, obtendo-se assim uma pontuação final para cada nome analisado. A Forbes avaliou e pontuou estes nomes pela Fortuna, pessoal ou familiar; pelo Poder de Decisão – se é CEO, presidente do Conselho de Administração, administradora ou acionista -, Poder de Influência, ou seja a sua projeção fora da empresa, seja em programas de responsabilidade social e cívica em que se envolve, seja associações em que participa, artigos que escreve e participação ativa nas redes sociais (sobretudo Linkedin); pela Dimensão do negócio – se são grandes negócios internacionais, em que países estão presentes, qual a área geográfica de ação; e pelo seu Empreendedorismo, se apenas fez carreira numa área, ou se envolveu na criação de empresa, etc.
A avaliação da Forbes Portugal é feita com base em cinco critérios ou dimensões, pontuados de zero a 20, obtendo-se assim uma pontuação final para cada nome analisado.
Tal como a lista de 2024, também este ano o ranking foi organizado por setores de atividade. Depois de pontuados, os nomes foram organizados por 11 categorias entrando na lista apenas as cinco primeiras de cada categoria. Nas categorias com mais elementos, como a da Banca, Finanças e Investimento e a de Indústria, as duas com mais nomes analisados, ficaram inúmeras mulheres bem pontuados de fora, com pontuações mais elevadas do que as primeiras cinco de outras categorias.





