As Mais Poderosas: Conheça Isabel Guerreiro, a líder do Santander Portugal

A revista Forbes Portugal acaba de lançar a lista anual que destaca as mulheres portuguesas Mais Poderosas no mundo dos negócios, na edição em papel que está agora em banca. Tal como já aconteceu em 2024, o ranking deste ano foi novamente organizado por 11 categorias, correspondentes aos vários setores de atividade em que atuam.…
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Isabel Guerreiro, a primeira mulher a subir à função de CEO no Santander Portugal, ocupa a terceira posição da categoria de Banca, Finanças e Investimentos, no ranking de 2026 das Mais Poderosas nos Negócios. Atingiu um total de 77 pontos.
Forbes Women Listas

A revista Forbes Portugal acaba de lançar a lista anual que destaca as mulheres portuguesas Mais Poderosas no mundo dos negócios, na edição em papel que está agora em banca. Tal como já aconteceu em 2024, o ranking deste ano foi novamente organizado por 11 categorias, correspondentes aos vários setores de atividade em que atuam. A categoria de Banca, Finanças e Investimentos é, felizmente, uma das mais concorridas, com vários nomes avaliados, ficando, por isso, várias mulheres bem pontuadas fora da shortlist composta apenas por cinco mulheres..

Isabel Guerreio, com um total de 77 pontos, ficou na terceira posição desta categoria. Aos 54 anos, a executiva foi a primeira mulher a liderar a filial nacional do banco espanhol Santander. Foi em março de 2026 que assumiu o cargo máximo da instituição no nosso país, ascendendo quase diretamente à terceira posição da categoria de Banca, Finanças e Investimento.

Com uma avaliação de 77 pontos, Isabel Guerreiro, 54 anos, ocupa a terceira posição do ranking da Forbes Portugal. A executiva é a primeira mulher a atingir a liderança do Santander em Portugal.

Licenciada em Engenharia Informática e de Computadores pelo Instituto Superior Técnico, com um MBA feito no Insead, está no grupo Santander desde 2005, tendo desempenhado diversas funções internamente, destacando-se a de administradora executiva e a de vice-presidente. Anteriormente fora programadora e analista de sistemas da NovaBase. Casada, a gestora é mãe de duas filhas.

A metodologia aplicada nas avaliações da Forbes Portugal

O ranking das mulheres portuguesas com mais poder nos negócios, dentro e fora de fronteiras, é elaborado com base numa avaliação de centenas de empresas e instituições, das quais são retirados e avaliados mais de 150 nomes de CEO, diretoras-gerais, administradoras, acionistas e empreendedoras.

A avaliação é feita com base em cinco critérios, pontuados de zero a 20, obtendo-se assim uma pontuação final para cada nome analisado. A Forbes avaliou e pontuou estes nomes pela Fortuna, pessoal ou familiar; pelo Poder de Decisão – se é CEO, presidente do Conselho de Administração, administradora ou acionista -, Poder de Influência, ou seja a sua projeção fora da empresa, seja em programas de responsabilidade social e cívica em que se envolve, seja associações em que participa, artigos que escreve e participação ativa nas redes sociais (sobretudo Linkedin); pela Dimensão do negócio – se são grandes negócios internacionais, em que países estão presentes, qual a área geográfica de ação;  e pelo seu Empreendedorismo, se apenas fez carreira numa área, ou se envolveu na criação de empresa, etc.

A avaliação da Forbes Portugal é feita com base em cinco critérios ou dimensões, pontuados de zero a 20, obtendo-se assim uma pontuação final para cada nome analisado.

Tal como a lista de 2024, também este ano o ranking foi organizado por setores de atividade. Depois de pontuados, os nomes foram organizados por 11 categorias entrando na lista apenas as cinco primeiras de cada categoria. Nas categorias com mais elementos, como a da Banca, Finanças e Investimento e a de Indústria, as duas com mais nomes analisados, ficaram inúmeras mulheres bem pontuados de fora, com pontuações mais elevadas do que as primeiras cinco de outras categorias.

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