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	<title>viagens Archives - Forbes Portugal</title>
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	<description>A revista de líderes e de empreendedores com maior impacto no mundo dos negócios.</description>
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	<title>viagens Archives - Forbes Portugal</title>
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		<title>Comércio ferroviário entre China e Europa supera 450 mil milhões de euros em dez anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Forbes Portugal Staff]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 02 Aug 2026 07:47:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[china]]></category>
		<category><![CDATA[Comércio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os comboios de mercadorias entre a China e a Europa realizaram mais de 130 mil viagens na última década, transportando bens avaliados em mais de 450 mil milhões de euros, anunciou a principal entidade chinesa de planeamento económico. Os dados foram divulgados por Liang Linchong, diretor-geral do Departamento de Abertura Regional da Comissão Nacional de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os comboios de mercadorias entre a China e a Europa realizaram mais de 130 mil viagens na última década, transportando bens avaliados em mais de 450 mil milhões de euros, anunciou a principal entidade chinesa de planeamento económico.</p>
<p>Os dados foram divulgados por Liang Linchong, diretor-geral do Departamento de Abertura Regional da Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma (CNDR), o principal órgão de planeamento económico da China, durante uma conferência de imprensa em Pequim.</p>
<p>Citado pelo jornal oficial Global Times, Liang afirmou que o volume mensal de mercadorias atualmente transportado por esta ligação ferroviária equivale ao total movimentado durante todo o ano de 2016.</p>
<p>Segundo o responsável, o número de viagens aumentou de 1.702 em 2016, ano em que os serviços passaram a operar sob uma designação unificada, para mais de 20 mil em 2025, o que representa uma taxa média de crescimento anual superior a 30%.</p>
<p>Liang acrescentou que a digitalização dos procedimentos aduaneiros permitiu reduzir o tempo médio de desalfandegamento para cerca de 30 minutos.</p>
<p>A introdução de horários fixos para os comboios também encurtou em mais de um terço o tempo de trânsito em rotas como a que liga Xi&#8217;an, no centro da China, a Duisburgo, no oeste da Alemanha, reduzindo a viagem de 15 para 11 dias.</p>
<p>Segundo o responsável, os comboios partem há 46 meses consecutivos com a capacidade de carga totalmente preenchida.</p>
<p>Liang destacou ainda que o volume de mercadorias exportadas da China e o de bens transportados no sentido inverso está próximo de um equilíbrio de um para um, o que, segundo afirmou, demonstra uma procura robusta nos dois sentidos.</p>
<p>O alargamento das ligações ferroviárias entre a China e a Europa aumentou também a atratividade deste corredor para o comércio transfronteiriço, acrescentou, referindo a abertura de novas rotas através do corredor do mar Cáspio, da Turquia e do porto russo de São Petersburgo para a Alemanha.</p>
<p>A volatilidade das rotas marítimas, provocada pelo agravamento das tensões geopolíticas, também favoreceu o transporte ferroviário, sobretudo para empresas que procuram reduzir os prazos de entrega.</p>
<p>Liang apontou como exemplo as fabricantes chinesas de aparelhos de ar condicionado Midea e Gree, que reduziram o tempo de entrega para a Europa de cerca de 40 para aproximadamente 15 dias, em resposta à vaga de calor que afeta o continente europeu.</p>
<p><em>(LUSA)</em></p>
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		<title>Osiris prevê atingir faturação de 50 milhões de euros em 2030</title>
		<link>https://www.forbespt.com/osiris-preve-atingir-faturacao-de-50-milhoes-de-euros-em-2030/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dírcia Lopes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2026 07:53:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[corporate]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O grupo Osiris, que se dedica a viagens corporativas, de lazer e eventos &#38; incentivos, antecipa que, em 2030, a faturação irá chegar aos 50 milhões de euros. A aposta na internacionalização e num turismo de valor acrescentado são os trunfos para concretizar a estratégia de crescimento. A empresa portuguesa, que assinala os 25 anos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O grupo Osiris, que se dedica a viagens corporativas, de lazer e eventos &amp; incentivos, antecipa que, em 2030, a faturação irá chegar aos 50 milhões de euros. A aposta na internacionalização e num turismo de valor acrescentado são os trunfos para concretizar a estratégia de crescimento.</p>
<p>A empresa portuguesa, que assinala os 25 anos de atividade, refere que, em 2025 atingiu uma faturação de 30 milhões de euros, prevendo alcançar 35 milhões em 2026. O grupo liderado por Ricardo Ferreira salienta que, atualmente, 75% da faturação resulta de exportação, com projetos desenvolvidos para clientes oriundos de mais de 130 países. Fundada em 2001, a empresa tem como estratégia reforçar “a aposta num turismo de maior valor acrescentado, assente em experiências premium, criatividade e internacionalização”.</p>
<p>Nesta fase em que comemora os 25 anos, a empresa realça que está numa fase de crescimento e reposicionamento estratégico da marca, que inclui a apresentação da nova identidade visual da empresa, das marcas participadas O-JETS (aviação privada) e O-BIKE (atividades de bicicleta) e do novo website institucional.</p>
<p>De acordo com o CEO da Osiris, Ricardo Ferreira, “ao longo destes 25 anos, trouxemos cerca de meio milhão de pessoas ao país, trabalhámos projetos internacionais de elevada complexidade e ajudámos a posicionar Portugal como um destino de excelência para eventos, incentivos, eventos desportivos e turismo premium”. Ricardo Ferreira destaca que este impacto “contribui diretamente para a economia, para a internacionalização do país e para a valorização do setor do turismo português”.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Lucros da Ryanair subiram 40% para 2.260 milhões de euros</title>
		<link>https://www.forbespt.com/lucros-da-ryanair-subiram-40-para-2-260-milhoes-de-euros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forbes Portugal Staff]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 11:59:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Aviação]]></category>
		<category><![CDATA[Low cost]]></category>
		<category><![CDATA[Transportes aéreos]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo]]></category>
		<category><![CDATA[viagens]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os lucros da Ryanair subiram 40% e atingiram os 2.260 milhões de euros no ano que terminou em 31 de março, anunciou a companhia aérea irlandesa. A empresa, com sede em Dublin, atribuiu o aumento do lucro à redução de despesas e ao aumento da receita, impulsionados pelo crescimento do tráfego de passageiros e das [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os lucros da Ryanair subiram 40% e atingiram os 2.260 milhões de euros no ano que terminou em 31 de março, anunciou a companhia aérea irlandesa. A empresa, com sede em Dublin, atribuiu o aumento do lucro à redução de despesas e ao aumento da receita, impulsionados pelo crescimento do tráfego de passageiros e das tarifas.</p>
<blockquote><p><strong>As tarifas da operadora aérea subiram 10% no ano fiscal de 2025, o que compara com uma quebra de 7% no exercício anterior. </strong></p></blockquote>
<p class="text-paragraph">Nos 12 meses até abril, a Ryanair gerou 15.540 milhões de euros em receita, um aumento de 11%, e transportou 208,4 milhões de passageiros, um crescimento de 4%.</p>
<p class="text-paragraph">As tarifas aéreas subiram 10%, em comparação com uma queda de 7% que tinha sido registada no período homólogo.</p>
<p><strong>(Lusa) </strong></p>
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		<title>Cruzeiros: Empresas do setor investem 71 mil milhões de dólares em 60 navios</title>
		<link>https://www.forbespt.com/cruzeiros-empresas-do-setor-investem-71-mil-milhoes-de-dolares-em-60-navios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Helena C. Peralta]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2026 17:23:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Cruzeiros]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
		<category><![CDATA[Investimento]]></category>
		<category><![CDATA[Mediterrâneo]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quem vive em Lisboa, ou simplesmente passa um dia na zona ribeirinha da capital, perceba a azáfama em redor do cais onde atracam os grandes navios de cruzeiros. A oferta aumentou, a procura acompanha e a cidade encheu-se de viajantes de alto mar. Os dados confirmam: o setor dos cruzeiros cresceu mais de 7% durante [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Quem vive em Lisboa, ou simplesmente passa um dia na zona ribeirinha da capital, perceba a azáfama em redor do cais onde atracam os grandes navios de cruzeiros. A oferta aumentou, a procura acompanha e a cidade encheu-se de viajantes de alto mar. Os dados confirmam: o setor dos cruzeiros cresceu mais de 7% durante o ano passado, com cerca de 80 mil turistas nacionais a optar por esta alternativa de férias. Este setor tem um impacto global de 940 milhões de euros, contribui diretamente com 450 milhões de euros no PIB e ocupa aproximadamente 9.800 trabalhadores.</p>
<p>Os dados foram divulgados pela Cruise Lines International Association (CLIA), associação mundial do setor dos cruzeiros, que destaca que a procura por este tipo de viagens está a aumentar na Europa. Segundo esta organização são 90% os passageiros que referem ter intenção de voltar a viajar em cruzeiro, isto acompanhado por um incremento do interesse de novos viajantes. No total, são cerca de nove milhões os passageiros que fazem cruzeiros na Europa, &#8211; um crescimento de 5,3% face a 2024 -, um destino, que segundo a CLIA, apenas é superado pela região do Caribe. A zona do Mediterrâneo é o destino mais popular entre os Europeus, com um peso de 45% na procura.</p>
<blockquote><p><strong>A nível nacional esta indústria tem um impacto global de 940 milhões de euros, contribui diretamente com 450 milhões de euros no PIB e ocupa aproximadamente 9.800 trabalhadores. </strong></p></blockquote>
<p>Estes passageiros tiveram impacto nas economias locais, já que 64% das pernoitas foram feitas em cidades portuárias, e 70% dos passageiros participam em excursões nas cidades que os acolhem, realizando compras e outros gastos nestes locais. Os dados mostram ainda quer 60% destes viajantes regressam aos destinos que conheceram, pela primeira vez, através da participação num cruzeiro. Ora, esta tendência revela um envolvimento mais profundo com os destinos, sobretudo a nível cultural, procurando mais atividades em terra e dando origem a estadias mais prolongadas.</p>
<h3><strong>Portugal com impacto de quase mil milhões de euros </strong></h3>
<p>A nível nacional esta indústria tem um impacto global de 940 milhões de euros, contribui diretamente com 450 milhões de euros no PIB e ocupa aproximadamente 9.800 trabalhadores. As compras realizadas pelas companhias de cruzeiros em Portugal constituíram a maior parte da contribuição do setor para o PIB, com um valor de 174 milhões de euros. Este valor tem um impacto de 42% no total do PIB da indústria. Do lado dos passageiros, são cerca de 150 milhões de euros os gastos com compras em negócios locais.</p>
<p>Feito o retrato do mercado nacional, a associação internacional concluiu que, os destinos mais populares dos 80 mil portugueses que viajaram de cruzeiro, foram precisamente o Mediterrâneo, seguido das Caraíbas, das Bahmas e das Bermudas. O viajante português, que opta por atravessar o mar em férias, tem, em média 48 anos e realiza cruzeiros com oito dias de duração.</p>
<blockquote><p><strong>Cerca de 57% dos navios encomendados são equipados com motores multifluel, no sentido de procurar cada vez mais soluções que venham ao encontro da transição energética.</strong></p></blockquote>
<p>A nível europeu, o setor continua a investir fortemente: a frota europeia está em transformação, com mais opções de dimensão. As encomendas de cruzeiros, previstas até 2037, incluem mais de 60 navios, o equivalente a 71 mil milhões de dólares (cerca de 60,5 mil milhões de euros) em investimento. Cerca de 57% dos navios encomendados são equipados com motores multifluel, no sentido de procurar cada vez mais soluções que venham ao encontro da transição energética. Durante este ano,  a frota das empresas membro da CLIA irá receber oito novos navios, num investimento total de 6,6 mil milhões de dólares (cerca de 5,7 mil milhões de euros).</p>
<p>Nikos Mertzanidis, diretor Executivo da CLIA Europa afirma, em comunicado, que “as viagens de cruzeiro servem para descobrir destinos e criar ligações duradouras. O relatório deste ano revela que, a nível global, cerca de 60% dos passageiros regressam a locais que já conheceram numa viagem, estendendo os benefícios do turismo muito além da jornada em si.&#8221; Acrescenta ainda que &#8220;Os itinerários são planeados com muita antecedência e em estreita coordenação com portos e destinos; as economias locais em toda a Europa são sustentadas por uma forma de turismo previsível e altamente organizada<em>”. </em></p>
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		<title>TAP entre as companhias mais eficientes no tratamento de bagagens na Europa</title>
		<link>https://www.forbespt.com/tap-entre-as-companhias-mais-eficientes-no-tratamento-de-bagagens-na-europa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dírcia Lopes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 29 Mar 2026 16:02:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[bagagens]]></category>
		<category><![CDATA[Companhias aéreas]]></category>
		<category><![CDATA[índices]]></category>
		<category><![CDATA[reclamações]]></category>
		<category><![CDATA[Transportes aéreos]]></category>
		<category><![CDATA[viagens]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando se viaja uma das preocupações a ter em conta é que a bagagem chega ao destino, sem percalços. Saiba que a TAP Air Portugal está entre as 20 companhias aéreas europeias com melhor desempenho na gestão de bagagem. De acordo com o ‘Índice de Fiabilidade de Bagagem 2025’, divulgado pela empresa de gestão de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando se viaja uma das preocupações a ter em conta é que a bagagem chega ao destino, sem percalços. Saiba que a TAP Air Portugal está entre as 20 companhias aéreas europeias com melhor desempenho na gestão de bagagem. De acordo com o <a href="https://airadvisor.com/pt/ranking-fiabilidade-bagagem-companhias-aereas-uk-ue">‘Índice de Fiabilidade de Bagagem 2025’</a>, divulgado pela empresa de gestão de pedidos de compensação por perturbações em voos, AirAdvisor, a transportadora portuguesa ocupa a décima posição.</p>
<p>A Icelandair lidera o ranking por ter uma elevada taxa de sucesso nas reclamações e um baixo volume de reclamações, além de nenhuma reclamação específica sobre bagagem apresentada à CAA em 2025. A Vueling está em último lugar e foi considerada a pior transportadora devido ao elevado volume de reclamações internas da AirAdvisor relacionadas com bagagem e a uma taxa de sucesso nas reclamações abaixo da média.</p>
<p>A AirAdvisor sublinha que “o desempenho da TAP a coloca num grupo intermediário entre os grandes operadores analisados, à frente de várias transportadoras tradicionais”. E lembra que as companhias aéreas registaram uma média global de 6,3 malas extraviadas por cada mil passageiros durante o ano de 2024. Os dados da SITA Baggage IT mostram que quando se trata do continente europeu, esse número sobe para 12,3 por mil passageiros, “destacando um risco estruturalmente maior para os viajantes que voam dentro da região”.</p>
<p>O CEO da AirAdvisor, Anton Radchenko, salienta que é muito bom falar das companhias com melhor desempenho, mas saber quais são as piores companhias aéreas para a bagagem pode realmente ajudar a orientar as decisões dos consumidores sobre a companhia aérea e a bagagem despachada. Anton Radchenko afirma que este índice destaca que há vários padrões operacionais claros por detrás das interrupções de bagagem. “As companhias aéreas que operam mais rotas com ligações e de longa distância enfrentam taxas mais elevadas de interrupções de bagagem, uma vez que cada ponto de ligação acrescenta um passo adicional de manuseamento onde podem ocorrer erros”, explica o CEO da AirAdvisor.</p>
<p>A AirAdvisor analisou 35 companhias aéreas do Reino Unido e da UE com base em dados proprietários de reclamações, opinião dos passageiros, procura de busca e reclamações regulamentares.</p>
<p>As companhias aéreas foram divididas de acordo com a escala operacional para garantir comparações justas, o que significa que as pontuações são comparáveis ​​dentro de cada grupo. Na categoria Grandes Companhias Aéreas Europeias, na qual estão incluídas TAP, Icelandair e Vueling, estão 20 transportadoras que, geralmente, possuem uma frota entre 45 e 149 aeronaves ou que transportam entre 10 e 29 milhões de passageiros por ano.</p>
<p>O grupo Companhias Aéreas Globais Dominantes é formado por sete companhias aéreas sediadas no Reino Unido e na União Europeia, com frota de 150 ou mais aeronaves e mais de 30 milhões de passageiros por ano. A British Airways foi eleita a melhor companhia aérea europeia de grande volume em termos de fiabilidade na entrega de bagagem. Apesar do elevado volume de reclamações relacionadas com bagagens, a companhia resolve os problemas com relativa eficiência.</p>
<p>O título de pior grande companhia aérea europeia em termos de bagagem pertence à Air France, que possui um número de reclamações de bagagem recebidas pela AirAdvisor mais que o dobro do da British Airways. “Os passageiros da Air France devem pensar duas vezes antes de despachar bagagem. Opte por bagagem de mão, se possível, especialmente em voos de ligação, onde a probabilidade de problemas com a bagagem aumenta”, acrescenta o CEO da AirAdvisor.</p>
<p>A categoria Companhias Aéreas Regionais Europeias inclui oito companhias aéreas que transportam menos de 10 milhões de passageiros anualmente ou têm uma frota inferior a 45 aeronaves. O ranking é liderado pela Edelweiss Air, que subiu cinco lugares no índice de fiabilidade na gestão de bagagem de 2025.</p>
<p>A pior companhia aérea regional europeia para bagagem de porão é a Virgin Atlantic, que apresenta um desempenho mais irregular do que outras com pontuações baixas em diferentes categorias. O volume de pesquisas e as reclamações à CAA são elevados, indicando que atrasos, perdas e danos na bagagem são mais frequentes.</p>
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		<item>
		<title>Trump coloca agentes do ICE nos aeroportos a partir desta segunda-feira</title>
		<link>https://www.forbespt.com/trump-coloca-agentes-do-ice-nos-aeroportos-a-partir-desta-segunda-feira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Zachary Folk]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 10:49:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[aeroporto]]></category>
		<category><![CDATA[Agentes]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[ICE]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Trump]]></category>
		<category><![CDATA[viagens]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O responsável pela segurança nas fronteiras dos Estados Unidos, Tom Homan, confirmou que os agentes do Serviço de Imigração e Alfândega (ICE) começariam a trabalhar nos aeroportos do país a partir desta segunda-feira, uma vez que a paralisação parcial do governo está a afetar os salários dos agentes da Administração para a Segurança dos Transportes [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O responsável pela segurança nas fronteiras dos Estados Unidos, Tom Homan, confirmou que os agentes do Serviço de Imigração e Alfândega (ICE) começariam a trabalhar nos aeroportos do país a partir desta segunda-feira, uma vez que a paralisação parcial do governo está a afetar os salários dos agentes da Administração para a Segurança dos Transportes (TSA), o que tem levado a um aumento das baixas por doença e a tempos de espera consideráveis em alguns aeroportos.</p>
<p>Numa entrevista com a apresentadora da CNN, Dana Bash, Homan afirmou que estava a trabalhar com os responsáveis de ambas as agências e que &#8220;iria elaborar um plano ainda hoje [referindo-se ao passado domingo]&#8221; e &#8220;executá-lo amanhã [esta segunda-feira]&#8221;.</p>
<p>Quando questionado sobre se os agentes do ICE recebiam formação para lidar com a segurança aeroportuária, Homan respondeu: &#8220;Os agentes do ICE recebem formação de alto nível e já estão destacados em muitos aeroportos por todo o país&#8221;.</p>
<p>Parte do plano incluiria decisões sobre os aeroportos para onde os agentes do ICE seriam destacados em primeiro lugar. Homan afirmou que, na sua opinião, o ICE deveria &#8220;dar prioridade aos aeroportos de grande dimensão onde as esperas são longas, da ordem das três horas&#8221;.</p>
<p>Quando questionado se o ICE iria realizar operações de controlo de imigração nos aeroportos, Homan disse que a agência já fazia isso, antes de insistir que o plano atual &#8220;é para ajudar os homens e mulheres da TSA, eles perderam várias centenas de funcionários, as filas estão muito lentas por causa do encerramento&#8221;.</p>
<p><strong><em>Texto original <a href="https://www.forbes.com/sites/zacharyfolk/2026/03/22/ice-agents-will-assist-tsa-at-airports-starting-monday-heres-what-they-could-do/">aqui</a>. Artigo traduzido e editado por <a href="https://www.forbespt.com/author/ritameireles/">Rita Meireles</a>. </em></strong></p>
<p>The post <a href="https://www.forbespt.com/trump-coloca-agentes-do-ice-nos-aeroportos-a-partir-desta-segunda-feira/">Trump coloca agentes do ICE nos aeroportos a partir desta segunda-feira</a> appeared first on <a href="https://www.forbespt.com">Forbes Portugal</a>.</p>
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		<title>Turismo Mundial: Conflito no Irão gera perdas de 517 milhões de euros por dia</title>
		<link>https://www.forbespt.com/turismo-mundial-conflito-no-irao-gera-perdas-de-517-milhoes-de-euros-por-dia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forbes Staff]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Mar 2026 12:47:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra]]></category>
		<category><![CDATA[Hóteis]]></category>
		<category><![CDATA[Irão]]></category>
		<category><![CDATA[médio oriente]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo]]></category>
		<category><![CDATA[viagens]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Conselho Mundial de Viagens e Turismo (WTTC) estimou um impacto grave no setor de viagens e turismo do conflito no Médio Oriente, com perdas de 600 milhões de dólares por dia (cerca de 517 milhões de euros). Conforme destacado  pela entidade, o Médio Oriente desempenha um papel “vital” nas viagens globais, já que a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="txt">
<p>O Conselho Mundial de Viagens e Turismo (WTTC) estimou um impacto grave no setor de viagens e turismo do conflito no Médio Oriente, com perdas de 600 milhões de dólares por dia (cerca de 517 milhões de euros). Conforme destacado  pela entidade, o Médio Oriente desempenha um papel “vital” nas viagens globais, já que a região representa 5% das chegadas internacionais em todo o mundo e 14% do tráfego internacional de trânsito.</p>
<p class="text-paragraph">Por isso, alertou que qualquer interrupção afeta a procura em todo o mundo, o que tem impacto nos aeroportos e voos, hotéis, empresas de aluguer de automóveis e companhias de cruzeiros. Nesse sentido, acrescentou que os principais centros regionais de aviação, incluindo Dubai, Abu Dhabi, Doha e Bahrein, que juntos processam cerca de 526.000 passageiros por dia, sofreram encerramentos e interrupções operacionais à medida que o conflito se intensificou, afetando significativamente a conectividade regional e global.</p>
<p class="text-paragraph">A presidente executiva (CEO) do WTTC, Gloria Guevara, explicou que as viagens e o turismo costumam ser um dos primeiros setores a sentir o impacto das tensões geopolíticas e acrescentou que breves períodos de interrupção podem rapidamente traduzir-se em perdas económicas “significativas” para os destinos, empresas e trabalhadores da região.</p>
<blockquote><p><strong>O WTTC, que representa o setor privado, continua a acompanhar a evolução da situação e garante que mantém um contacto próximo com governos e líderes da indústria para apoiar a segurança dos viajantes e a resiliência do setor global de viagens e turismo.</strong></p></blockquote>
<p class="text-paragraph">A análise do WTTC baseia-se na sua previsão pré-conflito para 2026 no Médio Oriente, que projetava 207.000 milhões de dólares em gastos de visitantes internacionais na região durante este ano. Apesar dos desafios atuais, o WTTC enfatizou que o setor de viagens e turismo é um dos setores económicos mais resilientes do mundo, com as crises anteriores a demonstrarem que a procura turística após incidentes relacionados com a segurança, “com a resposta adequada” pode recuperar em apenas dois meses se os governos e a indústria agirem rapidamente para restaurar a confiança dos viajantes.</p>
<p class="text-paragraph">Nesse sentido, a CEO insistiu que o setor pode recuperar, especialmente quando os governos apoiam os viajantes, reconhecendo que estes têm trabalhado “incansavelmente” nos últimos dias para apoiar os esforços de recuperação. O WTTC, que representa o setor privado, continua a acompanhar a evolução da situação e garante que mantém um contacto próximo com governos e líderes da indústria para apoiar a segurança dos viajantes e a resiliência do setor global de viagens e turismo.</p>
<p class="text-paragraph">Recorde-se que os Estados Unidos e Israel lançaram, a 28 de fevereiro, um ataque militar contra o Irão, para &#8220;eliminar as ameaças iminentes do regime iraniano&#8221;. Em resposta, o Irão lançou ataques de retaliação contra alvos em Israel, bases norte-americanas e outras infraestruturas em países da região como Arábia Saudita, Bahrein, Emirados Árabes Unidos, Qatar, Kuwait, Líbano, Jordânia, Omã e Iraque. Incidentes com projéteis iranianos também atingiram Chipre, Azerbaijão e Turquia.</p>
<p><strong>(Lusa) </strong></p>
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		<title>Uber firma parceria com Nissan e Wayve para operar robotáxis no Japão</title>
		<link>https://www.forbespt.com/uber-firma-parceria-com-nissan-e-wayve-para-operar-robotaxis-no-japao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forbes Staff]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 14 Mar 2026 08:14:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Japão]]></category>
		<category><![CDATA[Nissan]]></category>
		<category><![CDATA[Robotáxis]]></category>
		<category><![CDATA[Taxis]]></category>
		<category><![CDATA[Uber]]></category>
		<category><![CDATA[viagens]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A plataforma norte-americana Uber anunciou que vai colaborar com a fabricante automóvel japonesa Nissan e a empresa britânica de condução autónoma Wayve para operar robotáxis no Japão a partir do final de 2026. &#8220;Esta parceria marca a primeira colaboração da Uber com veículos autónomos no Japão e o próximo marco na implementação global dos robotáxis [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A plataforma norte-americana Uber anunciou que vai colaborar com a fabricante automóvel japonesa Nissan e a empresa britânica de condução autónoma Wayve para operar robotáxis no Japão a partir do final de 2026. &#8220;Esta parceria marca a primeira colaboração da Uber com veículos autónomos no Japão e o próximo marco na implementação global dos robotáxis da Wayve e da Uber, que inclui serviços planeados em mais de dez cidades em todo o mundo, incluindo Londres&#8221;, explicaram as empresas, num comunicado conjunto.</p>
<p class="text-paragraph">O plano é oferecer um programa piloto na capital japonesa Tóquio até ao final de 2026, sujeito a aprovação regulatória, integrando o sistema de condução autónoma com inteligência artificial da Wayve nos novos veículos elétricos LEAF da Nissan. Os carros vão ligar-se à plataforma de transporte por aplicação da Uber e serão emparelhados com os utilizadores.</p>
<p class="text-paragraph">“A visão da Nissan é trazer a inteligência de mobilidade para o dia a dia, e acreditamos que esta iniciativa reflete a forma como traduzimos esta ambição em aplicações práticas”, afirmou o presidente e CEO da Nissan, Ivan Espinosa, em comunicado. Durante a fase inicial do programa, um operador de segurança estará presente no interior dos veículos, explicaram as empresas. A Uber ainda está em processo de seleção de uma empresa de táxi local no Japão para lançar o projeto, em colaboração com as autoridades competentes, acrescentaram.</p>
<p><strong>(Lusa) </strong></p>
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		<title>Portuguesa Indie Campers compra duas concorrentes para crescer na Europa</title>
		<link>https://www.forbespt.com/portuguesa-indie-campers-compra-duas-concorrentes-para-crescer-na-europa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Helena C. Peralta]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Feb 2026 13:07:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empreendedores]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Aquisições]]></category>
		<category><![CDATA[Caravanas]]></category>
		<category><![CDATA[Fusões e aquisições]]></category>
		<category><![CDATA[Indico Capital Partners]]></category>
		<category><![CDATA[Indie Campers]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo]]></category>
		<category><![CDATA[viagens]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Indie Campers, plataforma nacional de aluguer de caravanas que nasceu pela mão de dois amigos, Hugo Oliveira e o austríaco Stefan Koeppl, continua a dar gás à sua estratégia de crescimento internacional. A startup fundada em Lisboa em 2013 acaba de anunciar que celebrou um acordo para adquirir as operações e a frota completa [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A <a href="https://www.forbespt.com/indie-campers-a-startup-portuguesa-que-aluga-caravanas-esta-a-recolher-mais-investimento/">Indie Campers,</a> plataforma nacional de aluguer de caravanas que nasceu pela mão de dois amigos, Hugo Oliveira e o austríaco Stefan Koeppl, continua a dar gás à sua estratégia de crescimento internacional. A startup fundada em Lisboa em 2013 acaba de anunciar que celebrou um acordo para adquirir as operações e a frota completa de duas marcas europeias no setor do aluguer de autocaravanas. Trata-se da Just Go e da Bunk Campers, duas empresas que pertenciam ao universo da Tourism Holdings Limited (THL), uma operadora global de autocaravanas sediada na Nova Zelândia.</p>
<p>A Índico Capital Partners, que investiu na startup, explica que esta transação é um passo importante na estratégia de longo prazo da Indie Campers, já que a empresa pretende fortalecer a sua plataforma e consolidar ainda mais a sua posição na Europa. A Indie Campers continua apostada em ser a líder mundial de aluguer de autocaravanas, estando a expandir-se em três continentes. Com mais de 10 mil veículos próprios, a marca opera em toda a Europa, América do Norte e Oceania, com presença física em cerca de 100 cidades. Acumula mais de 850 mil clientes oriundos de 130 nacionalidades.</p>
<blockquote><p><strong>&#8220;Vemos este acordo e integração como uma valiosa oportunidade de aprendizagem e continuaremos a tomar as decisões certas para fortalecer o setor, tornando as viagens rodoviárias acessíveis a todos&#8221;, afirma Hugo Oliveira, cofundador e CEO da Indie Campers. </strong></p></blockquote>
<p>A Europa continua a ser um foco central na estratégia de crescimento da empresa, região na qual pretende abrir novos locais de entrega durante o ano de 2026. Com a aquisição da Just Go e a Bunk Campers, uma no Rino Unido e outra na Irlanda, expande a disponibilidade de veículos &#8211; são mais mil autocaravanas que entram na sua oferta &#8211; e oferece aos seus clientes maior flexibilidade, com mais nove locais de recolha. No entanto, a Indie Campers vai manter as operações das duas marcas como ofertas distintas, mantendo a identidade das mesmas, para assim preservar a escolha do cliente, ao mesmo tempo que aproveita a escala, a tecnologia e a infraestrutura de um líder europeu unificado.</p>
<p>Segundo a empresa, o setor de autocaravanas continua a registar uma forte procura, com mais viajantes a adotarem uma exploração flexível e orientada para a experiência. A Indie Campers acredita que o futuro das viagens rodoviárias será moldado pela escala, inovação e excelência operacional, e ao integrar operações estabelecidas na sua plataforma digital continuará a apoiar o crescimento sustentável e a consolidação da indústria. Hugo Oliveira, cofundador e CEO da Indie Campers, disse, em comunicado, que &#8220;Esta parceria é um marco importante. Foi um prazer chegar a um acordo com a THL enquanto continuamos a expandir a categoria de viagens rodoviárias em todo o mundo. Vemos este acordo e integração como uma valiosa oportunidade de aprendizagem e continuaremos a tomar as decisões certas para fortalecer o setor, tornando as viagens rodoviárias acessíveis a todos.&#8221;</p>
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		<title>Ibersol reforça em Espanha com a gestão de mais 20 espaços de restauração</title>
		<link>https://www.forbespt.com/ibersol-reforca-em-espanha-com-a-gestao-de-mais-20-espacos-de-restauracao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dírcia Lopes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Feb 2026 14:35:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Aeroportos]]></category>
		<category><![CDATA[concessão]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[expansão]]></category>
		<category><![CDATA[internacionalização]]></category>
		<category><![CDATA[Restauração]]></category>
		<category><![CDATA[viagens]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O grupo Ibersol reforçou a presença em Espanha depois de vencer o concurso de concessão lançado pela Aena, empresa pública espanhola de gestão de infraestruturas aeroportuárias, para gerir 20 pontos de venda no Aeroporto internacional Josep Tarradellas de Barcelona &#8211; El Prat. Através da Ibersol Travel Espanã, a divisão de restauração da área de Travel [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O grupo Ibersol reforçou a presença em Espanha depois de vencer o concurso de concessão lançado pela Aena, empresa pública espanhola de gestão de infraestruturas aeroportuárias, para gerir 20 pontos de venda no Aeroporto internacional Josep Tarradellas de Barcelona &#8211; El Prat.</p>
<p>Através da Ibersol Travel Espanã, a divisão de restauração da área de Travel do Grupo Ibersol em Espanha, que participou no concurso, o grupo Ibersol assume que volta “a posicionar-se entre os operadores líderes do aeroporto de Barcelona, sendo que estas novas concessões, cuja exploração terá uma vigência de oito a 12 anos, consolidam a aposta estratégica do grupo nos principais hubs aeroportuários da Península Ibérica”.</p>
<p>Em comunicado, o grupo antecipa que ocorra uma transição progressiva das posições agora atribuídas a partir de meados de 2026. E explica que “a Ibersol Travel Espanã passará a gerir onze espaços no Terminal 1, onde irá implementar uma proposta de restauração diversificada e inovadora que incluirá formatos Grab &amp; Go, cafetarias, opções sem glúten, um Food Market com três conceitos diferenciados e uma área exterior de lazer e restauração no denominado “Patio Norte”, concebida para enriquecer a experiência do viajante”. No Terminal 2, a Ibersol passará a operar nove espaços, entre eles um segundo Food Market, reforçando a sua presença no aeroporto, com conceitos fast food, grab&amp;go e cafetarias, adaptando a sua oferta às novas tendências, perfis de viajantes e momentos de consumo.</p>
<p>O presidente do grupo Ibersol, Alberto Teixeira, realça que “as novas adjudicações representam um marco muito importante para o grupo Ibersol e reforçam a confiança da Aena na nossa solidez, experiência e capacidade de execução”. Alberto Teixeira salienta que “nesta nova etapa, continuaremos a impulsionar um modelo de restauração em rota baseado na excelência operacional e numa oferta gastronómica de qualidade e diversificada, concebida para responder às novas exigências dos viajantes num dos aeroportos mais importantes a nível internacional, como é o de Barcelona”.</p>
<p>A divisão Ibersol Travel Espanã gere mais de 75 pontos de venda em Espanha, nos principais aeroportos do país, como Madrid, Barcelona, Málaga, Alicante, Lanzarote, Gran Canaria e Tenerife, bem como nas estações de AVE de Barcelona Sants, Girona e Lleida.</p>
<p>&nbsp;</p>
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