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	<title>Crescimento Archives - Forbes Portugal</title>
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	<description>A revista de líderes e de empreendedores com maior impacto no mundo dos negócios.</description>
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	<title>Crescimento Archives - Forbes Portugal</title>
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		<title>Costa Boal: Crescer em qualidade</title>
		<link>https://www.forbespt.com/costa-boal-crescer-em-qualidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rita Meireles]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 02 Aug 2026 17:34:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[alentejo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se olharmos para o mapa através das regiões vitivinícolas, Trás-os-Montes surge como uma região a uma altitude elevada, condicionada por um clima mais extremo – invernos muito frios e verões muito quentes – e com solos graníticos. O Douro, região reconhecida pela UNESCO como património da humanidade, tem um clima mais seco e surge como [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Se olharmos para o mapa através das regiões vitivinícolas, Trás-os-Montes surge como uma região a uma altitude elevada, condicionada por um clima mais extremo – invernos muito frios e verões muito quentes – e com solos graníticos. O Douro, região reconhecida pela UNESCO como património da humanidade, tem um clima mais seco e surge como a região que desafia a gravidade com diversas vinhas instaladas ao longo das suas encostas. A região do Alentejo, por fim, é mais dada a planícies, a um solo diverso e um clima quente e seco.</p>
<p>Entre todas as suas diferenças, estas três regiões têm uma coisa em comum: a Costa Boal.</p>
<p>Falamos de um percurso em tudo diferente daquilo que poderia ser o esperado: António Boal, fundador e líder da Costa Boal Family Estates, nasceu numa altura em que a expetativa das famílias para os seus filhos era algo mais seguro e desenhado desde cedo, como tirar um curso e desempenhar um cargo num serviço público. “Eu fui precisamente o oposto”, conta António à Forbes Portugal. Estudou, sim, mas depois decidiu arregaçar as mangas e apostar no seu projeto. Os pais já tinham propriedades agrícolas, apesar de não serem fabricantes de qualquer produto, venderem apenas as uvas para terceiros.</p>
<p>“Isto acontece entre 2004 e 2005, quando deixei de vender uvas para terceiros e decidi fazer o nosso próprio vinho para o mercado regional. Entre 2009 e 2010, começa a haver reconhecimento, em 2011 passo isto para o mercado nacional e começo a ter alguma notoriedade, e a partir daí fiz o projeto crescer para outras regiões”, conta.</p>
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<p>O projeto tem origem na região do Douro, mas não fica por aí: “Trás-os-Montes foi por mero acaso, o Alentejo foi em plena pandemia”, diz.</p>
<p>Ou seja, a expansão para múltiplas regiões surgiu de forma orgânica. António descreve Trás-os-Montes como um acaso, mas a verdade é que já tinha uma ligação com a região, onde estudou e casou, e por isso fez-lhe sentido continuar presente de alguma forma. Foi nessa altura que uma vinha inicialmente adquirida para ser convertida em olival revelou ter um grande potencial vínico.</p>
<p>“Comecei por comprar cinco hectares de vinha, em 2011, a ideia era arrancar a vinha para colocar olival, mas nesse ano não o consegui fazer e decidi fazer vinha a partir daquela parcela. Conclusão, foi um vinho reconhecido logo por críticos e enólogos, pela grande qualidade e também por ser de vinhas velhas. Na altura, ainda pouca gente conhecia o mito do que é produzir um vinho a partir de vinhas velhas, porque andavam a ser produzidos muitos vinhos, e à data de hoje ainda estão, em que chamam vinhas velhas com 15 ou 20 anos. Isso para mim não é um vinho a partir de vinhas velhas, para mim um vinho de vinhas velhas tem que ter baixa produção, uma qualidade alta e ter no mínimo entre 60 a 100 anos uma vinha. Na altura, o vinho ficou com excelente qualidade e fui aglomerando, aglomerando e hoje esta propriedade tem 22 hectares de vinha velha”, conta António.</p>
<p>O Alentejo, por sua vez, foi incorporado durante a pandemia causada pela covid-19, após a aquisição de uma propriedade em Estremoz. A decisão refletiu uma visão estratégica: aproveitar a estrutura comercial já existente para diversificar o portfólio. “Eram cerca de 10 hectares de vinha, com a adega, numa parte mais fresca do Alentejo. Fazia todo o sentido, porque nós temos a máquina montada comercialmente, e há mais um vinho para acrescentar ao nosso portfólio, tanto a nível nacional como internacional”, afirma.</p>
<p>Cada região contribui com características próprias para os vinhos da marca. No Douro, a diversidade de sub-regiões permite criar equilíbrios naturais entre álcool e acidez. Apesar de ser mais dispendioso, a Costa Boal conta com três quintas principais em Alijó, Murça e no Douro Superior”. Em Trás-os-Montes, destacam-se as vinhas velhas e a baixa produtividade, que conferem elevada qualidade. Já no Alentejo, especialmente nas zonas mais altas e frescas, surgem vinhos mais elegantes e gastronómicos.</p>
<h3>Espaço para inovar</h3>
<p>Atualmente, cerca de 25% da produção da Costa Boal é destinada à exportação, com destaque para mercados como Brasil, Angola e, mais recentemente, Canadá. O Reino Unido surge como próximo objetivo, apoiado pela participação numa associação internacional de produtores de vinhas velhas.</p>
<p>Entre os mais vendidos estão vinhos como o Palácio dos Távoras, Costa Boal Homenagem – criado em homenagem ao pai de António – e Costa Boal Very Very Old.</p>
<p>Ainda que seja um vinho muito ligado à tradição, a inovação também faz parte da estratégia. Em parceria com a universidade, a empresa está a desenvolver projetos de reaproveitamento de subprodutos da vinha e da uva, com aplicações que vão desde a cosmética à alimentação, incluindo chocolates. “Para nós a qualidade começa, acima de tudo, na vinha. Ou seja, fazemos por não estragar o que melhor a natureza nos dá. É aí que estudamos, já há algum tempo. Estamos a desenvolver alguma inovação em conjunto com a Universidade: a partir das varas de subprodutos da vinha e também subaproveitamentos de restos de uva”, explica.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-192671 size-full" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/IMG-20260408-WA0005.jpg" alt="" width="2048" height="1364" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/IMG-20260408-WA0005.jpg 2048w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/IMG-20260408-WA0005-960x639.jpg 960w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/IMG-20260408-WA0005-1920x1279.jpg 1920w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/IMG-20260408-WA0005-768x512.jpg 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/IMG-20260408-WA0005-1536x1023.jpg 1536w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/IMG-20260408-WA0005-1200x799.jpg 1200w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/IMG-20260408-WA0005-600x400.jpg 600w" sizes="(max-width: 2048px) 100vw, 2048px" /></p>
<p>Além do vinho e da inovação, a Costa Boal investe também na produção de azeite, proveniente de oliveiras centenárias. Outro dos eixos de crescimento é o enoturismo. Está em construção uma unidade em Favaios, que incluirá dez quartos e uma sala de provas, permitindo aos visitantes experienciar diretamente o trabalho nas vinhas ao longo do ano.</p>
<p>No total, falamos de um negócio com uma faturação na ordem dos dois milhões de euros, que tem conseguido contornar os desafios económicos que o cenário atual no mundo tem imposto às empresas, desafios relacionados com a instabilidade económica, aumento de custos e mudanças dos hábitos de consumo.  “O que temos feito é não aumentar a quantidade, mas sim a qualidade. E acho que na altura certa conseguimo-nos impor como uma marca forte no mercado junto dos distribuidores, que nos garantisse, mesmo a nível de rentabilidade da empresa, não vender mais, mas ganhar mais. E eu acho que esse é o caminho, porque nós também não temos estrutura para competir com outros <em>players</em> que já estão cá há muito tempo e que têm a máquina montada, digamos, para fazer um vinho padrão”, diz António.</p>
<h3>Desafios num setor em transformação</h3>
<p>Para António a estratégia é simples: o caminho não pode ser o de vender mais, mas sim o de vender melhor. “Para fazer vinho e estar no mercado de uma forma coerente acho que tem que haver paixão e gosto por aquilo que se faz. E também honrar o nome de família, fazer crescer um património que nos foi deixado. Posso dizer que num processo de partilhas eu fiquei com sete hectares em 2004, hoje a Costa Boal tem cerca de 75 hectares espalhados pelo país”, afirma António.</p>
<p>E fê-lo mesmo quando significou que a empresa teria de adotar uma postura contra cíclica, investindo até em períodos de incerteza, como aconteceu durante a pandemia.</p>
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<p>“Na pandemia nós investimos no Alentejo, agora está a haver estas guerras e nós estamos a investir no enoturismo e num centro logístico em Vila Real. Lá está, se as empresas não tiverem o mínimo de rentabilidade acho que isto não é possível. Se estivéssemos a discutir quantidade e não qualidade, se calhar não estaríamos aqui a falar hoje com a Costa Boal, mas sim com outras empresas. Há caminho para todos e há espaço para todos, mas nunca foi a filosofia da Costa Boal entrar para o caminho da quantidade”, defende.</p>
<p>Ao mesmo tempo, a marca procura ter cuidado a nível de preços, defendendo a importância de ter respeito pela própria história. Não é fácil baixar cada vez mais os preços, mantendo todas as características clássicas de cada tipo de vinho. Alguma coisa acaba por ceder.</p>
<p>Num mercado competitivo e em constante mudança, a Costa Boal demonstra que é possível crescer de forma sustentada, preservando identidade e valorizando o território.</p>
<p><strong>(Artigo publicado na edição abril/maio 2026 da Forbes Portugal)</strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Economia de Espanha cresceu 2,7% no segundo trimestre</title>
		<link>https://www.forbespt.com/economia-de-espanha-cresceu-27-no-segundo-trimestre/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forbes Portugal Staff]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 02 Aug 2026 16:14:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[Espanha]]></category>
		<category><![CDATA[madrid]]></category>
		<category><![CDATA[PIB]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A economia de Espanha cresceu 2,7% no segundo trimestre do ano, comparando com o mesmo período de 2025, e 0,7% em cadeia (relativamente aos três meses anteriores), segundo uma estimativa do Instituto Nacional de Estatística espanhol (INE). O Produto Interno Bruto (PIB) de Espanha tinha também crescido 2,7% em termos homólogos no primeiro trimestre do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A economia de Espanha cresceu 2,7% no segundo trimestre do ano, comparando com o mesmo período de 2025, e 0,7% em cadeia (relativamente aos três meses anteriores), segundo uma estimativa do Instituto Nacional de Estatística espanhol (INE). O Produto Interno Bruto (PIB) de Espanha tinha também crescido 2,7% em termos homólogos no primeiro trimestre do ano e 0,6% em cadeia.</p>
<p class="text-paragraph">Segundo a estimativa divulgada esta semana, no segundo trimestre, a procura interna (consumo e investimento) contribuiu com 3,3 pontos para o crescimento homólogo (em relação ao mesmo período do ano anterior) do PIB, que foi parcialmente atenuada com uma contração de 0,6 pontos da procura externa (importações e exportações). O Governo de Espanha prevê que a economia do país cresça 2,6% este ano, mais quatro décimas do que na estimativa anterior, segundo as estimativas mais recentes do executivo, divulgadas no final de junho.</p>
<p class="text-paragraph">Para 2027, a previsão é que o PIB cresça 2,2% (mais uma décima do que no cálculo anterior) e que o aumento se mantenha sempre acima dos 2% até 2029. O crescimento da economia espanhola continuará a apoiar-se este ano e nos próximos na procura interna, tanto no consumo privado como no investimento, segundo o Governo.</p>
<blockquote>
<p class="text-paragraph"><strong>Espanha continuará, por outro lado, &#8220;a crescer acima das principais economias&#8221; europeias, destacou ainda o executivo.</strong></p>
</blockquote>
<p class="text-paragraph">A previsão do Governo é mais otimista do que as mais recentes do Fundo Monetário Internacional (FMI), da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económicos) ou do Banco de Espanha. A OCDE prevê que Espanha cresça 2,2% este ano, o FMI 2,1% e o Banco de Espanha 2,3%. A economia de Espanha cresceu 2,8% em 2025, segundo os dados mais recentes do INE. Já a economia da zona euro cresceu 1,5% e a da União Europeia 1,6% em 2025, segundo o Eurostat.</p>
<p><strong>(Lusa) </strong></p>
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		<item>
		<title>Abanca: Operação em Portugal já representa 17% das receitas. Objectivo é chegar aos 20%</title>
		<link>https://www.forbespt.com/abanca-operacao-em-portugal-ja-representa-17-das-receitas-objectivo-e-chegar-aos-20/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Helena C. Peralta]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jul 2026 15:48:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Abanca]]></category>
		<category><![CDATA[Banca]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[Resultados]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Foi em julho de 2024 que o grupo financeiro espanhol, Abanca, adquiriu o EuroBic a Isabel dos Santos, Fernando Telles e outros acionistas angolanos. O negócio, fechado por cerca de 300 milhões de euros catapultou a operação portuguesa que viu assim quadruplicar a sua base de clientes e triplicar o seu volume de negócios em [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Foi em julho de 2024 que o grupo financeiro espanhol, Abanca, adquiriu o EuroBic a Isabel dos Santos, Fernando Telles e outros acionistas angolanos. O negócio, fechado por cerca de 300 milhões de euros catapultou a operação portuguesa que viu assim quadruplicar a sua base de clientes e triplicar o seu volume de negócios em território nacional. Após esta incorporação o negócio em Portugal representa já uma parte significativa da totalidade do grupo. Segundo o comunicado deste banco relativo aos seus resultados semestrais, a operação portuguesa representa já 17% das receitas globais e a ambição é que, “mediante um crescimento orgânico e eficiente, alcance os 20% do volume de negócios e dos resultados consolidados do grupo”.</p>
<p>Assim, nos primeiros seis meses do ano, o volume de negócios (indicador que no caso da banca mede a soma do crédito a clientes e dos recursos totais de clientes) do Abanca Portugal totalizou cerca de 21 mil milhões de euros, o que significa um crescimento face aos 20,4 mil milhões de euros que tinham sido registados no final do trimestre anterior. Em Portugal, o banco lucrou 41,6 milhões de euros no primeiro semestre de 2026, mais 11,9% do que no mesmo período de 2025. Os resultados antes de impostos também cresceram 25,7% face a junho de 2025, passando de 49,8 milhões para 62,6 milhões de euros.</p>
<p>A empresa revela que as novas formalizações de crédito a particulares e empresas superaram os 3 mil milhões de euros, tendo o Abanca Portugal angariado mais de 10 mil clientes desde o início de 2026. A empresa refere ainda, em comunicado que “a qualidade dos ativos revela uma elevada robustez, com o rácio de incumprimento (NPL) fixado em 2,1% e uma forte taxa de cobertura destas imparidades a atingir os 88,9%”. O Abanca Portugal captou novos 10 mil clientes neste período.</p>
<blockquote><p><strong>O grupo financeiro Abanca registou no primeiro semestre um período de intenso crescimento comercial, com a atração de 77 mil novos clientes no conjunto do mercado ibérico.</strong></p></blockquote>
<p>Assim, em termos globais, o grupo espanhol apresentou, nos primeiros seis meses um volume de negócios de 145 mil milhões de euros, resultado de um crescimento de 8,4%. Já os lucros antes de impostos atingiram os 501 milhões de euros, mais 3,7% do que no exercício anterior. No entanto, o lucro depois de impostos situou-se em 386 milhões, menos 9,6% do que no mesmo período do ano anterior, devido ao aumento da taxa efetiva de imposto provocado pela menor utilização de créditos fiscais, explica a instituição. A rentabilidade ROTE situou-se nos 12,2%, superando largamente o custo de capital.</p>
<p>A empresa refere ainda que registou este período um intenso crescimento comercial, com a atração de 77 mil novos clientes no conjunto do mercado ibérico. Registou também um crescimento expressivo em todas as áreas de negócio, com especial destaque para a gestão da poupança. Os recursos de clientes aumentaram 7,2%, para 87.249 milhões de euros, destacando-se a evolução dos fundos de investimento, segmento em que o banco alcançou uma quota de subscrições de 9,6%.</p>
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		<item>
		<title>McDonald’s: além dos hambúrgueres são 777 milhões de euros para o PIB português</title>
		<link>https://www.forbespt.com/mcdonalds-alem-dos-hamburgueres-sao-777-milhoes-de-euros-para-o-pib-portugues/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dírcia Lopes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 18:08:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[cadeias de abastecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Compras]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[fast food]]></category>
		<category><![CDATA[Impacto económico]]></category>
		<category><![CDATA[PIB]]></category>
		<category><![CDATA[Restauração]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A atividade da McDonald’s em Portugal não se cinge apenas a vender hambúrgueres. A cadeia de restauração fez as contas e conclui que também está a gerar riqueza na economia portuguesa. Em 2025 contribuiu com 777 milhões de euros para o PIB nacional, sustentou 16 900 postos de trabalho e gerou mais de 197,6 milhões [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A atividade da McDonald’s em Portugal não se cinge apenas a vender hambúrgueres. A cadeia de restauração fez as contas e conclui que também está a gerar riqueza na economia portuguesa. Em 2025 contribuiu com 777 milhões de euros para o PIB nacional, sustentou 16 900 postos de trabalho e gerou mais de 197,6 milhões de euros em receitas públicas e contribuições para a segurança social.</p>
<p>Os dados constam do relatório anual de Impacto Económico e Social da McDonald’s em Portugal, desenvolvido em parceria com a Oxford Economics. De acordo com o mesmo relatório, no mesmo período, comprou mais de 155 milhões de euros a fornecedores portugueses.</p>
<p>No mesmo relatório pode ler-se que, em 2025, “a atividade da McDonald’s gerou 1,8 mil milhões de euros de valor económico bruto, através das suas operações diretas, da sua cadeia de abastecimento e da atividade económica mais ampla gerada pelas despesas de consumo induzidas”. Ainda no mesmo período, a multinacional norte-americana originou mais de 197,6 milhões de euros em receitas públicas e contribuições para a segurança social, o equivalente a 11 700 euros por cada posto de trabalho criado.</p>
<p>As contas da consultora revelam que o contributo da McDonald’s para a economia nacional estende-se também à sua cadeia de abastecimento. Nos setores agrícola, alimentar e de bebidas, a McDonald’s e os seus fornecedores adquiriram em Portugal mais de 35 milhões de euros em produtos e ingredientes de origem nacional, o equivalente a 21 000 toneladas.</p>
<p>O modelo de franchising tem sido uma das apostas de crescimento da cadeia de fast-food. Em 2025, 92% dos 220 restaurantes McDonald’s em Portugal foram geridos por franquiados.</p>
<p>O diretor-geral da cadeia de restauração para o mercado nacional, Albert Ahumada, salienta que “o impacto da McDonald’s em Portugal vai muito para além dos nossos restaurantes. Os resultados deste relatório demonstram o contributo da nossa atividade para a economia nacional, para a criação de emprego e para o desenvolvimento do tecido empresarial português”. Albert Ahumada garante que “continuaremos a investir nas pessoas, nas empresas e nas comunidades onde estamos presentes, reforçando o nosso compromisso com um crescimento sustentável e com a criação de valor para o país”.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Delta Cafés reforça expansão das Coffee House Experience</title>
		<link>https://www.forbespt.com/delta-cafes-reforca-expansao-das-coffee-house-experience/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dírcia Lopes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 18:06:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Forbes Life]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O grupo Nabeiro – Delta Cafés reforçou a aposta na marca Coffee House Experience na capital lisboeta com a abertura da sexta loja, desta feita, no Cais de Sodré. A nova Delta Coffee House Experience está situada na Praça Dom Luís I e promete trazer uma “oferta pensada para diferentes momentos do dia e novas propostas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O grupo Nabeiro – Delta Cafés reforçou a aposta na marca Coffee House Experience na capital lisboeta com a abertura da sexta loja, desta feita, no Cais de Sodré. A nova Delta Coffee House Experience está situada na Praça Dom Luís I e promete trazer uma “oferta pensada para diferentes momentos do dia e novas propostas alinhadas com tendências de consumo internacionais”.</p>
<p>Este é o sexto espaço da marca criada em 2021, que já conta com cinco lojas próprias, sendo que, em Portugal já são quatro localizadas em Lisboa: na Avenida da Liberdade, no Prata Riverside Village, no Amoreiras Shopping Center e, agora, no Cais do Sodré. No Porto tem mais um espaço junto ao Mercado do Bolhão e além-fronteiras a marca está em França com uma loja em Paris.</p>
<p>Sobre esta abertura, a diretora de B2C do grupo Nabeiro, Clara Melícias, salienta que “a chegada da Delta Coffee House Experience ao Cais do Sodré representa mais um passo na estratégia de crescimento e proximidade da marca junto dos consumidores, reforçando a nossa presença em locais emblemáticos”. Clara Melícias explica que a marca escolheu “uma das zonas mais cosmopolitas de Lisboa por refletir a diversidade, a autenticidade e a capacidade de ligação entre diferentes públicos que também definem a nossa marca”.</p>
<p>A diretora de B2C do grupo liderado por Rui Miguel Nabeiro realça ainda que “queremos que a Delta Coffee House Experience continue a ser uma referência para todos os que procuram viver o café de forma mais diferenciadora, mantendo sempre a excelência e a assinatura que distinguem a Delta há mais de seis décadas”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<figure id="attachment_191718" aria-describedby="caption-attachment-191718" style="width: 640px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-191718" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/Inauguracao-Delta-Coffee-House-Experience-Cais-do-Sodre-640x960.jpeg" alt="" width="640" height="960" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/Inauguracao-Delta-Coffee-House-Experience-Cais-do-Sodre-640x960.jpeg 640w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/Inauguracao-Delta-Coffee-House-Experience-Cais-do-Sodre-1280x1920.jpeg 1280w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/Inauguracao-Delta-Coffee-House-Experience-Cais-do-Sodre-768x1152.jpeg 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/Inauguracao-Delta-Coffee-House-Experience-Cais-do-Sodre-1024x1536.jpeg 1024w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/Inauguracao-Delta-Coffee-House-Experience-Cais-do-Sodre-1200x1800.jpeg 1200w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/Inauguracao-Delta-Coffee-House-Experience-Cais-do-Sodre-600x900.jpeg 600w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/Inauguracao-Delta-Coffee-House-Experience-Cais-do-Sodre.jpeg 1365w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><figcaption id="caption-attachment-191718" class="wp-caption-text">Rui Miguel Nabeiro, CEO do grupo Nabeiro &#8211; Delta Cafés, e Clara Melícias, diretora de B2C do grupo.</figcaption></figure>
<p>A marca refere que os visitantes podem também descobrir no espaço a nova gama de bebidas &#8220;Feel the Colors&#8221;, uma coleção inspirada nas tendências mais recentes que alia sabor, cor e criatividade. Entre as opções estão Matcha Latte, Golden Latte de cúrcuma, Pink Latte de beterraba e Purple Latte de ube roxo.</p>
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		<title>Dona do Toblerone anuncia novo diretor-geral em Portugal</title>
		<link>https://www.forbespt.com/dona-do-toblerone-anuncia-novo-diretor-geral-em-portugal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dírcia Lopes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 07:58:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Mondelēz Internacional definiu o objetivo de acelerar o crescimento sustentável no mercado nacional e para o concretizar nomeou Sandro Cardoso como novo diretor-geral em Portugal. O gestor conta com mais de 20 anos de experiência internacional nos setores de grande consumo, retalho, saúde, telecomunicações e digital. Ao longo deste percurso, Sandro Cardoso “construiu um [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Mondelēz Internacional definiu o objetivo de acelerar o crescimento sustentável no mercado nacional e para o concretizar nomeou Sandro Cardoso como novo diretor-geral em Portugal. O gestor conta com mais de 20 anos de experiência internacional nos setores de grande consumo, retalho, saúde, telecomunicações e digital. Ao longo deste percurso, Sandro Cardoso “construiu um percurso consolidado na transformação de negócios, desenvolvimento de equipas de elevado desempenho”, salienta a Mondelēz. Na carreira já desempenhou funções de liderança na L’Oréal, Danone, Vodafone, kencko e nas clínicas de transplantes capilares Insparya, que tem como sócio Cristiano Ronaldo.</p>
<p>A multinacional norte-americana, que detém marcas como Oreo, Triunfo, Milka, Cadbury e Toblerone e Trident, revela que o novo líder para o mercado português sucede a Sandra Vera-Cruz, que ocupou o cargo nos últimos cinco anos e que passa a assumir novas funções dentro do grupo como Europe Sales Lead S/4, dando continuidade ao seu trajeto de crescimento na empresa.</p>
<p>Citado em comunicado, o novo diretor geral da Mondelēz Portugal salienta que “é um privilégio liderar uma empresa com marcas que fazem parte do dia a dia de milhões de consumidores portugueses”. Sandro Cardoso assume que o “foco será desenvolver as nossas equipas, reforçar as parcerias com clientes, acelerar um crescimento sustentável e continuar a fazer crescer as nossas categorias e marcas, criando valor para os consumidores”. E acredita que “através de uma cultura de colaboração, inovação e excelência na execução, podemos reforçar ainda mais a relevância da Mondelēz em Portugal e criar valor sustentável para todo o ecossistema”.</p>
<p>Na nova função, Sandra Vera-Cruz será responsável por liderar a transformação dos processos comerciais e de vendas na Europa, alinhando as equipas locais e a estratégia global, com o objetivo de simplificar e harmonizar processos entre os vários mercados. Este é um dos projetos mais estratégicos da Mondelēz a nível mundial, alinhado com a visão de execução digital da empresa para 2030.</p>
<p>A Mondelēz Internacional está presente em mais de 150 países, sendo que fechou 2025 com uma faturação de cerca de 38,5 mil milhões de dólares.</p>
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		<title>Donos do Tivoli reforçam expansão em Portugal com dois novos hotéis</title>
		<link>https://www.forbespt.com/donos-do-tivoli-reforcam-expansao-em-portugal-com-dois-novos-hoteis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dírcia Lopes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jul 2026 19:10:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Forbes Life]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Minor Hotels entrou em Portugal há dez anos quando adquiriu a marca Tivoli que estava sob a alçada do grupo Espírito Santo. Hoje, o grupo fundado pelo empresário norte-americano radicado na Tailândia William E. Heinecke, reitera o compromisso com Portugal e divulgou os novos projetos que tem em carteira para o mercado nacional. Durante [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Minor Hotels entrou em Portugal há dez anos quando adquiriu a marca Tivoli que estava sob a alçada do grupo Espírito Santo. Hoje, o grupo fundado pelo empresário norte-americano radicado na Tailândia William E. Heinecke, reitera o compromisso com Portugal e divulgou os novos projetos que tem em carteira para o mercado nacional.</p>
<p>Durante um encontro com jornalistas no Tivoli Avenida Liberdade, em Lisboa, a vice-presidente PR &amp; Communications do departamento de <em>luxury hotels</em> do grupo, Natasha Rhymes, “Portugal está sempre nos planos. É um país onde pretendemos nos expandir mais”. Natasha Rhymes lembrou que, neste momento, a Minor já conta no mercado português com as marcas Tivoli, NH Collection e o NH Avani. Mas “adoraríamos ter mais um Anantara [marca de luxo]”.</p>
<p>Também presente no encontro, a <em>director of public relations &amp; communications</em> do Tivoli Hotels &amp; Resorts, Andrea Granja, acrescentou mais alguns pormenores, dos poucos que já é possível divulgar, confirmando que o grupo vai lançar dois novos hotéis em Portugal, sendo que “um será na região norte e outro no centro”.</p>
<p>De acordo com as responsáveis, as duas unidades hoteleiras serão da categoria de cinco e quatro estrelas, sendo uma delas da Anantara, marca de luxo do grupo que já conta com 60 hotéis e resorts espalhados por 24 países. Foi lembrado que a marca Anantara já teve uma unidade em Vilamoura, no Algarve, mas a gestão mudou de dono passando para o grupo Accor em 2025.</p>
<p>Quanto ao calendário para concretizar estes dois projetos, a estimativa é que possam ser inaugurados daqui a dois anos. Natasha Rhymes assumiu que “são dois lançamentos que estão a ‘borbulhar’. Será um misto de construção nova e remodelação de um antigo edifício”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<figure id="attachment_190356" aria-describedby="caption-attachment-190356" style="width: 960px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-190356" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/670610f5-9a7c-4e96-a25e-c914cf652d2e-960x720.jpeg" alt="" width="960" height="720" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/670610f5-9a7c-4e96-a25e-c914cf652d2e-960x720.jpeg 960w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/670610f5-9a7c-4e96-a25e-c914cf652d2e-768x576.jpeg 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/670610f5-9a7c-4e96-a25e-c914cf652d2e-1536x1152.jpeg 1536w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/670610f5-9a7c-4e96-a25e-c914cf652d2e-1200x900.jpeg 1200w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/670610f5-9a7c-4e96-a25e-c914cf652d2e-600x450.jpeg 600w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/670610f5-9a7c-4e96-a25e-c914cf652d2e.jpeg 1920w" sizes="auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px" /><figcaption id="caption-attachment-190356" class="wp-caption-text">Da esquerda para a direita: Andrea Granja, diretora de Relações Públicas e Comunicações da Tivoli Hotels &amp; Resorts, Irene Fernandez, vice-presidente de Relações Públicas e Comunicações das marcas Tivoli e NH Collection, e Natasha Rhymes, vice-presidente de Relações Públicas e Comunicações das marcas luxury.</figcaption></figure>
<p>Questionada sobre os desafios que enfrentaram no mercado português, Natacha Rhymes preferiu sublinhar que o desafio foi mais o facto de Portugal ser o primeiro país europeu em que o grupo investiu. Até então, os investimentos da Minor cingiam-se à Ásia e, na altura estavam a entrar numa “parte completamente diferente do mundo”. E garantiu que “há diferentes maneiras de trabalhar em diferentes partes do mundo. Portugal nunca foi um problema para a Minor, foi uma oportunidade”.</p>
<p>A vice-presidente PR &amp; Communications do departamento de luxury hotels não afastou a hipótese de o grupo trazer para Portugal o conceito de<em> branded residences</em> que já detêm noutros mercados. “Não vejo por que não. Estamos a desenvolver esse modelo em cada vez mais países. Depende das necessidades do mercado e dos nossos parceiros ou oportunidades de investimento”, realçou.</p>
<p>Até concretizar os novos projetos, as responsáveis lembraram que, em Portugal, em maio de 2025, ocorreu a abertura do Tivoli Kopke Porto Gaia, que recebeu um investimento de 50 milhões de euros. Andrea Granja detakhou que “foi uma parceria com a marca de vinhos do Porto mais antiga do mundo, a Kopke. Tem dentro do próprio hotel a cave da Kopke, que continua em funcionamento. Dormir dentro deste hotel é como dormir dentro de uma cave de vinho do Porto”. E destacou que, recentemente, foi lançado o Kopke Wine &amp; Jazz, “um clube de jazz dentro da própria cave de vinho do Porto”.</p>
<p>Ainda no mercado nacional apostou no Tivoli Estela Golf &amp; Lodges que abriu portas em julho do ano passado, junto ao Estela Golf Club e à Praia Parque de Campismo, na Póvoa de Varzim. “O hotel tem características um bocadinho diferentes dos outros hotéis da Tivoli. É composto por 80 <em>lodges</em> de madeira e proporciona uma experiência de contacto com a natureza”, salientou Andrea Granja.</p>
<p>A expansão internacional da marca Tivoli tem sido uma aposta contínua. De acordo com a director of public relations &amp; communications do Tivoli Hotels &amp; Resorts, “a Tivoli cresceu bastante nos últimos anos. Antes da Minor Hotels adquirir a marca, estávamos em Portugal e no Brasil. Agora temos já um hotel em Espanha, quatro em Itália e mais um no Brasil”.</p>
<p>O encontro com a imprensa foi palco também para apresentar a carteira de unidades a nível global da Minor Hotels. O grupo sediado em Banguecoque, na Tailândia, conta com 12 marcas distribuídas pelos segmentos <em>luxury</em> (Anantara, Elewana Collection, The Wolseley Hotels, Tivoli e Minor Reserve Collection), <em>premium</em> (NH Collection, nhow Hotels, Avani e Colbert Collection) e <em>select</em> (NH, Oaks e iStay). A cadeia hoteleira detém mais de 640 hotéis, em regime de operação ou em propriedade, distribuídos por 63 países, e cerca de 94 mil quartos.</p>
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		<title>Powerdot compra negócio da InstaVolt em Portugal e Espanha</title>
		<link>https://www.forbespt.com/powerdot-compra-negocio-da-instavolt-em-portugal-e-espanha/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dírcia Lopes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jul 2026 15:33:17 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Aquisições]]></category>
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		<category><![CDATA[Veículos elétricos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Powerdot, operador português de carregamento de veículos elétricos, reforçou a presença na Península Ibérica com a compra da operação da britânica InstaVolt em Portugal e Espanha. A empresa refere que esta é a sua primeira grande movimentação desta natureza no mercado e permite atingir um marco assinalável na estratégia de crescimento. Com esta operação, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Powerdot, operador português de carregamento de veículos elétricos, reforçou a presença na Península Ibérica com a compra da operação da britânica InstaVolt em Portugal e Espanha. A empresa refere que esta é a sua primeira grande movimentação desta natureza no mercado e permite atingir um marco assinalável na estratégia de crescimento.</p>
<p>Com esta operação, a Powerdot acrescenta 200 pontos de carregamento rápido e ultrarrápido à sua rede na Península Ibérica, dos quais 159 ainda se encontram em fase de desenvolvimento. A operadora detalha que esta aquisição “reforça significativamente a escala da empresa numa das suas regiões mais estratégicas, acelerando a expansão da infraestrutura e da capacidade instalada no mercado ibérico”.</p>
<p>A aquisição permite à Powerdot integrar infraestruturas distribuídas por 49 localizações, incluindo cidades como Lisboa, Leiria, Setúbal, Madrid e Barcelona. Os ativos estão instalados em espaços comerciais associados a marcas como McDonald’s, Mercadona, Carrefour, IKEA, ALDI e LIDL.</p>
<p>O CEO da Powerdot, Luís Santiago Pinto, realça que “construímos uma plataforma sólida através do crescimento orgânico, expandimo-nos por vários mercados e garantimos mais de 465 milhões de euros em apoio financeiro para crescer”. Luís Santiago Pinto sublinha que “à medida que o setor europeu de carregamento de veículos elétricos amadurece, espera-se que a consolidação venha a desempenhar um papel cada vez mais importante. Esta aquisição representa um primeiro passo nessa direção e reflete a ambição da Powerdot de desempenhar um papel ativo na futura consolidação da infraestrutura de carregamento em toda a Europa”.</p>
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		<title>Rock in Rio deu um boost na faturação dos negócios em Lisboa</title>
		<link>https://www.forbespt.com/rock-in-rio-deu-um-boost-na-faturacao-dos-negocios-em-lisboa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dírcia Lopes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 15:16:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Rock in Rio Lisboa já não tem apenas impacto no panorama dos festivais no País. Também mexe com a economia. O evento liderado por Roberta Medina teve impacto na economia do concelho de Lisboa, com os negócios locais a registarem um crescimento expressivo dos pagamentos por cartão. A conclusão é do REDUNIQ Insights, o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Rock in Rio Lisboa já não tem apenas impacto no panorama dos festivais no País. Também mexe com a economia. O evento liderado por Roberta Medina teve impacto na economia do concelho de Lisboa, com os negócios locais a registarem um crescimento expressivo dos pagamentos por cartão. A conclusão é do REDUNIQ Insights, o relatório da UNICRE que analisa os pagamentos realizados na sua rede nacional. De acordo com este relatório, o primeiro fim de semana do festival destacou-se pelo forte crescimento da faturação e do número de transações, face a período homólogo de 2024, enquanto o segundo registou um maior volume de compras, mas de valor médio inferior.</p>
<p>Com base nos dados da UNICRE, nos dias 20 e 21 de junho, que se inserem no primeiro fim de semana do Rock in Rio, os negócios na capital lisboeta registaram um aumento de 63,68% no número de transações e de 64,96% na faturação, face ao período homólogo do festival em 2024. O ticket médio manteve-se praticamente estável (+0,79%), nos 32,56 euros. No segundo fim de semana do evento (27 e 28 de junho), as transações cresceram 6,32%, mas a faturação recuou 20,46%, refletindo uma descida de 25,19% no ticket médio, para 35,35 euros.</p>
<p>O consumo estrangeiro também reforçou o peso na economia local durante os dias de festival. Os cartões emitidos no estrangeiro representaram 39,06% da faturação total no primeiro fim de semana (35,97% em 2024) e 34,28% no segundo (30,29% em 2024). Os Estados Unidos da América lideraram a faturação estrangeira em ambos os períodos (24,91% e 23,94%, respetivamente), seguidos pela Irlanda (17,82% e 16,85%), Brasil (8,06% e 9,40%) e Reino Unido (6,48% e 5,92%).</p>
<p>Por setores de atividade, o retalho alimentar tradicional, as gasolineiras, a restauração e a moda estiveram entre os principais beneficiados pelo impacto do festival de música. No primeiro fim de semana, destacaram-se o retalho alimentar tradicional (+143,83%), as gasolineiras (+102,70%) e as perfumarias (72,89%). No segundo, as gasolineiras lideraram o crescimento (+74,53%), seguidas do retalho alimentar tradicional (+68,19%) e da moda (+34,13%).</p>
<p>O Head of Merchant Acquiring da UNICRE, Tiago Oom, realça que “os grandes eventos são hoje verdadeiros motores de aceleração da atividade económica urbana. No caso do Rock in Rio Lisboa, os dados mostram não só um aumento expressivo dos pagamentos no primeiro fim de semana, mas também padrões de consumo distintos entre os dois períodos do festival”.</p>
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		<item>
		<title>Kodawari Residences capta investimento de 1,5 milhões de euros para acelerar crescimento</title>
		<link>https://www.forbespt.com/kodawari-residences-capta-investimento-de-15-milhoes-de-euros-para-acelerar-crescimento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dírcia Lopes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 12:33:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Kodawari Residences, conceito de hotel boutique, fechou uma operação de investimento com o Supsell Group, que passa a deter uma participação de 10,5% na empresa. Este investimento, avaliado em 1,5 milhões de euros, atribui à Kodawari uma valorização superior a 14 milhões de euros e pretende reforçar a capacidade de crescimento da marca portuguesa [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Kodawari Residences, conceito de hotel boutique, fechou uma operação de investimento com o Supsell Group, que passa a deter uma participação de 10,5% na empresa. Este investimento, avaliado em 1,5 milhões de euros, atribui à Kodawari uma valorização superior a 14 milhões de euros e pretende reforçar a capacidade de crescimento da marca portuguesa de <em>boutique hospitality premium</em>.</p>
<p>O CEO da Kodawari Residences, Gonçalo Fernandes, salienta que “esta operação representa um marco importante para a Kodawari. A entrada de um investidor institucional como a Supsell, valorizando o grupo Kodawari em mais de 14 milhões de euros, valida a solidez do projeto, o posicionamento e a visão de longo prazo que temos vindo a executar”. Gonçalo Fernandes assume que “este investimento nos dá capacidade para acelerar o crescimento, expandir a plataforma e reforçar a nossa ambição de construir uma das marcas de hospitalidade mais distintivas a emergir em Portugal”.</p>
<p>O Supsell Group justifica esta operação como forma de alargar a estratégia de investimento ao sector da hospitalidade através de uma marca portuguesa. O CEO da Supsell Group, Ricardo Loureiro, sublinha que “na Kodawari, encontrámos uma marca com identidade, capacidade de execução e potencial para crescer num segmento cada vez mais exigente, onde a diferenciação e a qualidade da experiência são decisivas”.</p>
<p>A Kodawari assume-se como um novo conceito em hotéis boutique, cuja missão é oferecer a melhor noite de sono no coração de cidades vibrantes em todo o mundo.</p>
<p>A operação contou com o apoio jurídico da Proença de Carvalho &amp; Advogados.</p>
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