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	<title>Azeite Archives - Forbes Portugal</title>
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	<description>A revista de líderes e de empreendedores com maior impacto no mundo dos negócios.</description>
	<lastBuildDate>Fri, 03 Jul 2026 08:45:09 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Azeite Archives - Forbes Portugal</title>
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		<title>Produção mundial de azeite está a recuperar mas preço depende do mercado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Forbes Portugal Staff]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 09:28:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Azeite]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
		<category><![CDATA[Preço]]></category>
		<category><![CDATA[Produção de azeite]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O diretor executivo do Conselho Oleícola Internacional disse à Lusa que a produção mundial de azeite está a recuperar, tal como o consumo, mas depende do tempo, e sublinhou que o preço é da responsabilidade dos intervenientes no mercado. “As alterações climáticas estão a afetar a produção e, assim, temos assistido uma variação crescente de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="text-paragraph">O diretor executivo do Conselho Oleícola Internacional disse à Lusa que a produção mundial de azeite está a recuperar, tal como o consumo, mas depende do tempo, e sublinhou que o preço é da responsabilidade dos intervenientes no mercado. “As alterações climáticas estão a afetar a produção e, assim, temos assistido uma variação crescente de ano para ano. É difícil prever o que vai acontecer porque depende muito das condições meteorológicas”, assinalou o diretor executivo do Conselho Oleícola Internacional (COI), Jaime Lillo, que falava à Lusa, em Lisboa, à margem do Congresso Mundial do Azeite, que decorre em Lisboa até hoje.</p>
<p class="text-paragraph">Conforme recordou, há dois anos, e pela primeira vez, houve uma descida na produção mundial de azeite, com repercussões no preço. Desde aí, o mercado tem estado a recuperar a sua capacidade de produção. Na campanha de 2024/2025, a produção mundial de azeite atingiu um recorde de 3,5 milhões de toneladas. Contudo, Lillo defendeu que este é um número ainda “moderado”, tendo em conta o potencial de crescimento deste mercado, uma vez que o azeite representa 2% dos óleos consumidos. Por sua vez, o consumo está a crescer, sobretudo, em mercados como EUA, Brasil e China.</p>
<blockquote>
<p class="text-paragraph"><strong>“Estamos numa fase de recuperação da nossa capacidade de produção. Consideramos que este vai ser um ano normal e estamos ansiosos por ver como vai ser a colheita e as condições meteorológicas para a próxima época”, insistiu Jaime Lillo.</strong></p>
</blockquote>
<p class="text-paragraph">Questionado sobre se os preços para o consumidor vão aumentar este ano, o diretor executivo do COI sublinhou que o mercado do azeite é livre e que a decisão depende dos seus intervenientes. Ainda assim, sublinhou que existe uma “forte procura internacional” e que o preço estará dependente da produção registada este ano. O azeite virgem extra ficou mais caro 0,25 euros por litro para o consumidor português entre janeiro e abril, face ao aumento de 0,10 euros na fase de produção, segundo os últimos dados disponíveis no Observatório de Preços.</p>
<p class="text-paragraph">Em 26 de janeiro, um litro de azeite virgem extra, na fase de consumo, custava 6,52 euros, enquanto em 20 de abril já estava nos 6,77 euros. No entanto, em comparação com o final de 2025, houve uma descida de 0,05 euros por litro, segundo dados consultados pela Lusa no Observatório de Preços.</p>
<p class="text-paragraph">Já na fase de produção, também nos primeiros quatro meses do ano, o preço do azeite encareceu 0,10 euros por litro, passando de 6,36 euros para 6,46 euros, quase em linha com o valor registado em 29 de dezembro de 2025 (6,47 euros). Portugal recebe, entre quinta-feira e sexta-feira, o ‘Olive Oil World Congress’ (OOWC), o maior evento dedicado ao setor do azeite, que vai reunir investigadores, produtores e empresas de vários países.</p>
<p class="text-paragraph">O evento, organizado pela Agrifood Comunicación, tem lugar no Centro Cultural de Belém, em Lisboa, depois de uma primeira edição realizada em Madrid, em 2024. O programa inclui o debate de temas como o futuro do setor, incluindo a adaptação às alterações climáticas, a digitalização e a aplicação da inteligência artificial.</p>
<p class="text-paragraph">Segundo dados avançados pelo Governo, para a campanha de 2025/2026 estima-se uma produção de cerca de 179.000 toneladas, um valor semelhante ao ano anterior.</p>
<p><strong>(Lusa) </strong></p>
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		<title>Produção de azeite em Portugal quintuplicou nos últimos 26 anos e ainda está a crescer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Forbes Portugal Staff]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 May 2026 07:38:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[alentejo]]></category>
		<category><![CDATA[Azeite]]></category>
		<category><![CDATA[Investimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Moura]]></category>
		<category><![CDATA[Produção agrícola]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A produção de azeite em Portugal, que na atual campanha atingiu as 160 mil toneladas, quintuplicou nos últimos 26 anos, mas o setor ainda pode crescer em quantidade e valor, realçaram diversos especialistas, reunidos em Moura esta semana. “Desde o início do século até aos dias de hoje [ou seja, a este ano], quintuplicámos a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A produção de azeite em Portugal, que na atual campanha atingiu as 160 mil toneladas, quintuplicou nos últimos 26 anos, mas o setor ainda pode crescer em quantidade e valor, realçaram diversos especialistas, reunidos em Moura esta semana. “Desde o início do século até aos dias de hoje [ou seja, a este ano], quintuplicámos a produção nacional, em média”, realçou o presidente do Centro de Estudos e Promoção do Azeite do Alentejo (CEPAAL), Manuel Norte Santo.</p>
<p class="text-paragraph">Em declarações à agência Lusa, à margem do Congresso Nacional do Azeite, que decorreu sexta-feira passada naquela cidade, no distrito de Beja, o responsável lembrou que, na campanha de 2025-2026 a produção de azeite em Portugal atingiu as 160 mil toneladas. Segundo o mesmo responsável, esta quantidade representa, “tendo em conta o valor médio a que está a ser comercializado o azeite a granel, 700 milhões de euros” para o país.</p>
<blockquote><p><strong>O setor oleícola tem vivido “uma transformação muito grande a nível da produção, seja no olival como nos lagares, que são de última geração”, realçou Manuel Norte Santo. </strong></p></blockquote>
<p class="text-paragraph">Manuel Norte Santo precisou que “mais de 50%” do azeite produzido ainda é comercializado a granel, sobretudo para exportação, mas sustentou o CEPAAL está apostado em criar “uma valorização superior deste azeite”, através da criação “de uma marca ‘chapéu’ de azeite português”. Desta forma, será possível que esta marca seja “mais valorizada e tenha mais projeção, para que estes 700 milhões se possam manter em Portugal e se comercialize mais com o carimbo de azeite português”, vincou.</p>
<p class="text-paragraph">“O que pretendemos é que estes mais de 50% não sejam vendidos a granel, mas sim que sejam embalados, que sejam vendidos, que estejam nas prateleiras com a marca de azeite nacional, ficando cá essa mais-valia, ao invés de ficar em Espanha ou Itália”, esclareceu. O setor oleícola tem vivido “uma transformação muito grande a nível da produção, seja no olival como nos lagares, que são de última geração”, realçou, mas o país “muitas vezes ignora esta vantagem comercial, este valor económico que pode reter com a criação de marcas”.</p>
<p class="text-paragraph">E, em termos de área de plantação desta fileira, segundo o presidente do CEPAAL, também houve “um grande crescimento”. Portugal tem agora “350 mil hectares de olival, grande parte no Alentejo, especificamente no Baixo Alentejo”, graças ao perímetro de rega criado pelo projeto da albufeira do Alqueva. “Há ainda um crescimento que pode acontecer, existe potencial para isso. A questão é também conseguirmos, em outras áreas do nosso território, fazer aquilo que está a ser feito no Baixo Alentejo”, disse.</p>
<blockquote><p><strong>“O valor recorde de produção em Portugal foram as 206 mil toneladas de azeite e acreditamos que, dentro de três a cinco anos, consigamos atingir cerca de 300 mil”, colocando Portugal “no segundo lugar do ‘ranking’ europeu e no terceiro ou quarto mundial”, diz Gonçalo Moreira. </strong></p></blockquote>
<p class="text-paragraph">Também à margem do congresso, integrado na Feira Nacional de Olivicultura – Olivomoura, Gonçalo Moreira, gestor de projetos da Olivum &#8211; Associação de Olivicultores e Lagares de Portugal, realçou que, apesar dos 10% de quebra de produção de azeite deste ano, face a 2025, estão sempre a entrar em produção “novos olivais e novas áreas produtivas”. “Nós fomos o primeiro país do mundo a trocar olival moderno por olival ainda mais moderno. Nos últimos anos, temos vindo a assistir a uma reconversão de olival em vaso, que é um olival que teria até 800 árvores por hectare, por olivais em sebe, que têm mais e uma muito maior capacidade produtiva”, argumentou.</p>
<p class="text-paragraph">Por isso, Gonçalo Moreira disse acreditar que, “muito em breve”, com estas novas áreas em sebe, a curva da produção “voltará a crescer, como aconteceu nos primeiros 20 anos” deste século. E nem sequer serão necessários terrenos com regadio. “Temos o potencial de podermos instalar novos olivais em sebe, mesmo que sejam em sequeiro. Há um grande interesse por parte dos produtores neste formato de olival, ou seja, mesmo não havendo água, nós podemos fazer a instalação de um olival em sequeiro, desde que o terreno assim o permita”, revelou.</p>
<p class="text-paragraph">Daí que o representante da Olivum partilhe perspetivas animadoras para os próximos anos: “O valor recorde de produção em Portugal foram as 206 mil toneladas de azeite e acreditamos que, dentro de três a cinco anos, consigamos atingir cerca de 300 mil”, colocando Portugal “no segundo lugar do ‘ranking’ europeu e no terceiro ou quarto mundial”.</p>
<p><strong>(Lusa) </strong></p>
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		<title>Forbes/Os 50 Mais Ricos: Manuel Alfredo de Mello e os milhões do negócio do azeite</title>
		<link>https://www.forbespt.com/forbes-os-50-mais-ricos-manuel-alfredo-de-mello-e-os-milhoes-do-negocio-do-azeite/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Helena C. Peralta]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Jan 2026 18:31:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Líderes]]></category>
		<category><![CDATA[Listas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A família do empresário Manuel Alfredo de Mello ocupa a vigésima posição do ranking das maiores fortunas nacionais segundo a Forbes Portugal, com uma fortuna avaliada em cerca de 760 milhões de euros. A revista lançou a sua lista anual dedicada aos maiores patrimónios nacionais na edição de dezembro/janeiro que se encontra agora em banca. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A família do empresário Manuel Alfredo de Mello ocupa a vigésima posição do ranking das maiores fortunas nacionais segundo a Forbes Portugal, com uma fortuna avaliada em cerca de 760 milhões de euros. A revista lançou a sua lista anual dedicada aos maiores patrimónios nacionais na edição de dezembro/janeiro que se encontra agora em banca. Família a família, vamos dar-lhe a conhecer quais são as 50 mais poderosas no mundo dos negócios e quais as respetivas fortunas, avaliadas no final do ano passado.</p>
<p>Ligado ao setor dos óleos e dos azeites, através da holding Nuntrinveste, Manuel Alfredo de Mello tem engradecido o seu património consideravelmente nos últimos anos. O empresário é descente de Jorge de Mello, neto do industrial Alfredo Silva, fundador da CUF, e fez renascer os seus negócios após as nacionalizações do 25 de abril, época em que o património industrial familiar foi delapidado.</p>
<blockquote><p><strong>O Grupo Nutriveste já fatura mais de mil milhões de euros com a venda de óleos e azeite. A família de Manuel Alfredo de Mello está avaliada em cerca de 760 milhões de euros, segundo as contas da Forbes Portugal.</strong></p></blockquote>
<p>Dedicou-se à área agroalimentar, com a criação da Nuntriveste e da Sovena. Oliveira da Serra é a marca de azeite mais reconhecido do grupo, mas existem outras marcas como a Andorinha, a Olivari, e, nos óleos alimentares, o destaque vai para a Fula, a Vêgê e a Frigi. Fornece ainda algumas marcas da grande distribuição. O grupo é hoje um dos maiores produtores de azeites do mundo, &#8211; exporta para cerca de 70 países &#8211; sendo que a Sovena é a única empresa no mundo que integra toda a cadeia de valor: produção de azeitona, embalamento e distribuição.</p>
<p>Além da Sovena, o grupo tem ainda a Nutrifarms, área de negócio que se dedica à plantação e exploração de olivais próprios ou arrendados, além da gestão de lagares. Este é, segundo a empresa, um projeto integrado e único a nível mundial. O volume de negócios agregado do grupo ultrapassou já a fasquia dos mil milhões de euros – só a Sovena Portugal Consumer Goods registou receitas de quase 550 milhões de euros em 2024.</p>
<h3><strong>Saiba qual foi a metodologia aplicada nas avaliações </strong></h3>
<p>A Forbes Portugal avalia anualmente o património de cerca de cem empresários portugueses, usando para isso as suas participações em sociedades cotadas e não cotadas. Em vários casos, naqueles em que não é possível aferir as participações específicas de cada membro, ou em casos de heranças indivisas, é avaliada a posição da família como um todo. No caso da família Amorim, a única presente no ranking internacional, utilizamos os cálculos, atualizados ao dia de 2 dezembro de 2025, do site da Forbes International.</p>
<p>Para todas as outras foram feitas avaliações empresariais que não pretendem mais do que ser apenas o produto de uma intensa pesquisa jornalística, que resulta da consulta de informação disponível em relatórios e contas de empresas, sobretudo relativas ao exercício de 2024, de textos publicados nos órgãos de comunicação social bem como da consulta de fontes próximas. Os dados recolhidos resultam de informação pública, acessível, e a sua veracidade depende da transparência desses mesmos dados. Não nos é possível avaliar a liquidez existente em contas bancárias dos protagonistas, dentro ou fora do país, bem como as suas dívidas pessoais e outros créditos associados, tal como carteiras de ações não divulgadas, ou participações não qualificadas. Foram excluídos do estudo elementos em que as dificuldades financeiras são do domínio público.</p>
<blockquote><p><strong>Para encontrar o valor de mercado da empresa aplica-se o valor dos resultados antes de juros, impostos, depreciações e amortizações (EBITDA), vezes o múltiplo do setor, excluindo-se ainda a dívida líquida.</strong></p></blockquote>
<p>Para avaliar as empresas cotadas foram tidas em conta as cotações das sociedades à data de 2 de dezembro de 2025, o mesmo acontecendo nas <em>holdings</em> de empresas cotadas. Nestas últimas utilizou-se o valor do mercado da casa-mãe, pois as empresas por ela detidas não podem ser livremente negociadas.</p>
<p>Para proceder às avaliações patrimoniais, nas <em>holdings </em>não cotadas foi aplicada a avaliação da soma das partes, e nas sociedades do grupo foi aplicado, individualmente ou consolidado, o método dos múltiplos EV/EBIDTA, utilizando para isso a lista dos múltiplos de Damodaran. Para encontrar o valor de mercado da empresa aplica-se o valor dos resultados antes de juros, impostos, depreciações e amortizações (EBITDA), vezes o múltiplo do setor, excluindo-se ainda a dívida líquida. Nas sociedades imobiliárias, utilizou-se o valor dos capitais próprios. As empresas da banca não cotadas foram calculadas através da utilização do PER do setor aplicado sobre os lucros. Para as sociedades cotadas foi usado o valor bolsista das mesmas.</p>
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		<title>Edição limitada de azeite virgem extra do Douro é servida em pote com réplica de azulejos portugueses do século XIX</title>
		<link>https://www.forbespt.com/edicao-limitada-de-azeite-virgem-extra-do-douro-e-servida-em-pote-com-replica-de-azulejos-portugueses-do-seculo-xix/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo Marmé]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Aug 2022 09:12:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Forbes Life]]></category>
		<category><![CDATA[Azeite]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Life]]></category>
		<category><![CDATA[Lifestyle]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em 2021, o grupo Boeira adquiriu uma quinta e adega no Douro, em Alijó, com capacidade de produção de vinho de um milhão de litros que já se refletem nos vinhos que foram lançados este ano no mercado.Agora, os quatro hectares de olival começam a mostrar a qualidade da produção de azeite, com o lançamento [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Em 2021, o grupo Boeira adquiriu uma quinta e adega no Douro, em Alijó, com capacidade de produção de vinho de um milhão de litros que já se refletem nos vinhos que foram lançados este ano no mercado.<br>Agora, os quatro hectares de olival começam a mostrar a qualidade da produção de azeite, com o lançamento no mercado de um azeite virgem extra com posicionamento premium.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Este azeite virgem extra da Quinta da Boeira, produzido no Vale do Douro, em Alijó, é embalado num pote de barro decorado com réplica de azulejos portugueses do século XIX.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Será comercializado numa edição limitada a 2500 garrafas de 500 ml, com um custo previsto de venda nos mercados entre 25 e 30 euros por unidade. A <a href="https://loja.quintadaboeira.pt/product.aspx?ID=198071074136230221091193169121110034023109037187" target="_blank" rel="noreferrer noopener">loja online</a> da Quinta da Boeira tem este azeite disponível.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>A Quinta da Boeira tem na produção de Vinhos do Douro e do Porto a sua principal atividade. Mas com este lançamento, a marca aposta na diversificação de produtos.</p></blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">A tónica de atuação da empresa segue a orientação dos vinhos Quinta da Boeira: “Distinguir o produto pela qualidade e não pela quantidade, procurando atingir consumidores de produtos premium, ao mesmo tempo que valorizamos o terroir e uma região que é património mundial da UNESCO, sem escala produtiva, sendo por isso fundamental acrescentar valor à sua produção”, adianta Albino Jorge, administrador da empresa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A Quinta da Boeira, em Alijó, não tem patamares, é toda mecanizada e tem a casta predominantemente touriga nacional. O olival que permite a produção deste azeite único junta todos os condimentos para um produto com caraterísticas ímpares: o terroir, o clima e a localização”, refere ainda Albino Jorge.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Plano de investimento de 40 milhões de euros</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A Quinta da Boeira em Alijó e o Boeira Port Club são a parte recente de um plano de investimento de 40 milhões de euros que o grupo tem vindo a fazer desde que adquiriu a Quinta da Boeira em Vila Nova de Gaia, em 1999.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Da produção dos vinhos da Boeira, 90% são para exportação, sendo que Dinamarca, Luxemburgo e Polónia são os principais mercados. A empresa também conta com clientes chineses, americanos, canadienses, ingleses, alemães e franceses, com a Nova Zelândia no horizonte.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O azeite é o novo produto que a marca lança no mercado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O grupo conta com a Quinta da Boeira localizada em Vila Nova de Gaia, recuperou um palacete que se encontrava em avançado estado de deterioração e transformou-o em escritórios e num restaurante de luxo com capacidade para cerca de 80 pessoas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Construiu também a maior garrafa do mundo, com 32 metros de comprimento por 10 de diâmetro e abriu um hotel de cinco estrelas, com 119 quartos e cinco suítes, o Boeira Garden Hotel Porto Gaia, Curio Collection by Hilton, explorado pela cadeia Hilton.</p>
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		<item>
		<title>Casa Ferreirinha recupera azeite premiado do Douro do século XIX</title>
		<link>https://www.forbespt.com/casa-ferreirinha-recupera-azeite-premiado-do-douro-do-seculo-xix/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo Marmé]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Oct 2021 07:20:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Azeite]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Casa Ferreirinha está a reeditar um azeite do Douro, proveniente de oliveiras centenárias sdas quintas da Sogrape na região. O novo azeite da Casa Ferreirinha é uma reinterpretação da produção do século XIX pela obra de Dona Antónia e uma homenagem a um produto premiado, reconhecido no ano 1900 com duas medalhas de ouro [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Casa Ferreirinha está a reeditar um azeite do Douro, proveniente de oliveiras centenárias sdas quintas da Sogrape na região.</p>
<p>O novo azeite da Casa Ferreirinha é uma reinterpretação da produção do século XIX pela obra de Dona Antónia e uma homenagem a um produto premiado, reconhecido no ano 1900 com duas medalhas de ouro na Exposição Internacional de Paris.</p>
<p>Com um rótulo vintage, inspirado no original guardado no Arquivo Histórico da Sogrape, este Azeite Virgem Extra nasce de oliveiras centenárias do Douro, presentes nas diferentes propriedades da Sogrape na região e com certificação de Produção Biológica.</p>
<blockquote><p>Este produto &#8220;representa também a biodiversidade da região, que junta vinhas e oliveiras nos mesmos terrenos”, salienta a Sogrape.</p></blockquote>
<p>O lote deste azeite Frutado Maduro surge da combinação de diferentes variedades de azeitona regionais: Verdeal, Madural, Galega, Negrinha do Freixo e Cobrançosa, “que lhe conferem equilíbrio e harmonia entre o doce, picante e amargo, apresentando notas de frutos secos, banana, rosmaninho e maçã”, indica a empresa.</p>
<p>Este lançamento é a “ homenagem a um produto nobre, que remonta ao tempo de Dona Antónia Adelaide Ferreira, e representa também a biodiversidade da região, que junta vinhas e oliveiras nos mesmos terrenos”, salienta a Sogrape.</p>
<p>O Azeite Virgem Extra Casa Ferreirinha vem complementar o portefólio da marca com um produto que, tal como o vinho, faz parte da dieta mediterrânica. Estará disponível para venda em garrafas de 500 ml nos melhores restaurantes, bem como lojas e garrafeiras gourmet e da especialidade.</p>
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