Banca angolana está mais sólida mas ainda presa ao crédito de curto prazo e ao setor público, segundo Sidney Magalhães do Millennium Atlântico
Na conferência “Doing Business Angola 2026”, que decorre hoje em Lisboa, no “Painel: Capital e confiança: os motores do investimento entre Angola e Portugal”, participaram Emanuela Vunge, Managing Partner Prime Advogados da VdA Legal Partners, Sidney Magalhães, Administrador Executivo Banco Millennium Atlântico, Carlos Firme, CEO Fortaleza Seguros e Eline Feijão, Administradora Executiva Banco Atlântico Europa.…
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Maria Teixeira Alves
Privatizações em Angola: o princípio do fim de um programa de forte sucesso
O programa angolano de privatizações (desde 2019 a 2026) privatizou cerca de 120 ativos nacionais, contratualizou cerca de 1,3 mil milhões de dólares e entrou naquilo que Álvaro Fernão, PCA IGAPE, definiu como “a reta final do programa de privatizações”, onde há ainda dez ativos a privatizar. São “ativo estratégico, dos quais três deverão acontecer…
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António Freitas de Sousa
N’Gunu Tiny: “Verdadeiro desafio é usar Portugal e Angola para criar empresas globais e conquistar novos mercados”
“A partir de hoje, o Doing Business Angola deixa de ser apenas um encontro empresarial, passa a ser o momento em que, todos os anos, avaliamos o estado da relação económica entre Portugal e Angola e medimos o caminho percorrido e definimos a agenda para o futuro (…) o verdadeiro desafio é usar Portugal e…
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Filipe Gil
IGAPE: “Programa de privatizações em Angola está aberto a investidores estrangeiros e não residentes”
O Governo de Angola está a preparar uma nova fase do seu programa de privatizações, com 41 ativos estratégicos prontos para avançar até 2026, revelou o presidente do Conselho de Administração (PCA) do Instituto de Gestão de Activos e Participações do Estado (IGAPE), Álvaro Fernão, durante a terceira edição do evento “Doing Business Angola”, organizado…
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Dírcia Lopes
CPLP tem de resolver o problema “da falta de liderança”
Há uma economia política da lusofonia? Há uma rede complexa de interesses políticos, geoestratégicos, económicos entre a comunidade? Sim, há: “pode dizer-se que sim, mas é um processo em construção”, referiu Carlos Feijó, ex-ministro de Estado de Angola e jurista de reconhecido mérito no painel ‘Um mundo em transformação – Desafios e oportunidades da Lusofonia…
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Forbes Staff
