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	<title>Líderes Archives - Forbes Portugal</title>
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	<description>A revista de líderes e de empreendedores com maior impacto no mundo dos negócios.</description>
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	<title>Líderes Archives - Forbes Portugal</title>
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		<title>Dona do Toblerone anuncia novo diretor-geral em Portugal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dírcia Lopes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 07:58:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Mondelēz Internacional definiu o objetivo de acelerar o crescimento sustentável no mercado nacional e para o concretizar nomeou Sandro Cardoso como novo diretor-geral em Portugal. O gestor conta com mais de 20 anos de experiência internacional nos setores de grande consumo, retalho, saúde, telecomunicações e digital. Ao longo deste percurso, Sandro Cardoso “construiu um [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Mondelēz Internacional definiu o objetivo de acelerar o crescimento sustentável no mercado nacional e para o concretizar nomeou Sandro Cardoso como novo diretor-geral em Portugal. O gestor conta com mais de 20 anos de experiência internacional nos setores de grande consumo, retalho, saúde, telecomunicações e digital. Ao longo deste percurso, Sandro Cardoso “construiu um percurso consolidado na transformação de negócios, desenvolvimento de equipas de elevado desempenho”, salienta a Mondelēz. Na carreira já desempenhou funções de liderança na L’Oréal, Danone, Vodafone, kencko e nas clínicas de transplantes capilares Insparya, que tem como sócio Cristiano Ronaldo.</p>
<p>A multinacional norte-americana, que detém marcas como Oreo, Triunfo, Milka, Cadbury e Toblerone e Trident, revela que o novo líder para o mercado português sucede a Sandra Vera-Cruz, que ocupou o cargo nos últimos cinco anos e que passa a assumir novas funções dentro do grupo como Europe Sales Lead S/4, dando continuidade ao seu trajeto de crescimento na empresa.</p>
<p>Citado em comunicado, o novo diretor geral da Mondelēz Portugal salienta que “é um privilégio liderar uma empresa com marcas que fazem parte do dia a dia de milhões de consumidores portugueses”. Sandro Cardoso assume que o “foco será desenvolver as nossas equipas, reforçar as parcerias com clientes, acelerar um crescimento sustentável e continuar a fazer crescer as nossas categorias e marcas, criando valor para os consumidores”. E acredita que “através de uma cultura de colaboração, inovação e excelência na execução, podemos reforçar ainda mais a relevância da Mondelēz em Portugal e criar valor sustentável para todo o ecossistema”.</p>
<p>Na nova função, Sandra Vera-Cruz será responsável por liderar a transformação dos processos comerciais e de vendas na Europa, alinhando as equipas locais e a estratégia global, com o objetivo de simplificar e harmonizar processos entre os vários mercados. Este é um dos projetos mais estratégicos da Mondelēz a nível mundial, alinhado com a visão de execução digital da empresa para 2030.</p>
<p>A Mondelēz Internacional está presente em mais de 150 países, sendo que fechou 2025 com uma faturação de cerca de 38,5 mil milhões de dólares.</p>
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		<title>Daniela Ruah: Em constante evolução</title>
		<link>https://www.forbespt.com/daniela-ruah-em-constante-evolucao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rita Meireles]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 18:02:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Digital Cover]]></category>
		<category><![CDATA[Forbes Life]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Jardins Proibidos”, “Filha do Mar”, “Dei-te Quase Tudo” ou “Tu e Eu” são alguns dos projetos em que Daniela Ruah já tinha trabalhado antes da sua mudança para os Estados Unidos. Mas mesmo com a carreira já estabelecida em Portugal, nada a demoveu da decisão de procurar mais. O que é, na verdade, constante na [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>“Jardins Proibidos”, “Filha do Mar”, “Dei-te Quase Tudo” ou “Tu e Eu” são alguns dos projetos em que Daniela Ruah já tinha trabalhado antes da sua mudança para os Estados Unidos. Mas mesmo com a carreira já estabelecida em Portugal, nada a demoveu da decisão de procurar mais. O que é, na verdade, constante na sua carreira: Daniela nunca vira a cara à oportunidade de evoluir. Seja no momento em que salta do mercado português para o norte-americano, ou quando se move entre o trabalho como atriz e realizadora.</p>
<p><strong>Em que momento percebeste que querias seguir uma carreira na representação?<br />
</strong>Talvez mais na adolescência. Antes disso eu sabia que queria ser artista, mas talvez na altura passasse mais pela parte da dança, porque eu comecei com a dança. Depois comecei a fazer aulas de teatro com a Teresa Côrte-Real, fazíamos as peças de teatro e eu adorava. Fiz as peças da escola desde pequenina, ainda nos Estados Unidos, nunca tive vergonha de estar à frente de um público. Mas eu acho que o querer uma carreira em representação foi cimentado talvez quando comecei a fazer novelas, porque aí fui um bocadinho obrigada a escolher entre uma e outra, porque tanto a representação como a dança, se não queremos fazer teatro e musical, requerem uma dedicação bastante profunda. Eu optei por manter a parte da representação. Adicionando a isso, também foi o facto de que o nosso corpo, eventualmente com a idade, vai dar de si, mesmo que queiramos continuar a dançar o próprio corpo não consegue. E na parte da representação, não, podemos representar com qualquer idade, há vários atores que podem fazer aquilo que adoram até ao último dia de vida. E eu acho que essa parte é que me puxou mais também para focar na representação, porque eu exijo que não me digam quando é que eu tenho que parar.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone wp-image-191291 size-full" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/danielaruah_mc_001-scaled.jpg" alt="" width="1707" height="2560" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/danielaruah_mc_001-scaled.jpg 1707w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/danielaruah_mc_001-640x960.jpg 640w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/danielaruah_mc_001-1280x1920.jpg 1280w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/danielaruah_mc_001-768x1152.jpg 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/danielaruah_mc_001-1024x1536.jpg 1024w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/danielaruah_mc_001-1365x2048.jpg 1365w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/danielaruah_mc_001-1200x1800.jpg 1200w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/danielaruah_mc_001-600x900.jpg 600w" sizes="(max-width: 1707px) 100vw, 1707px" /></p>
<p><strong>Que projetos destacas nesses primeiros anos?<br />
</strong>Obviamente a primeira novela, talvez a primeira peça de teatro. As primeiras vezes que eu fiz certos projetos. Depois, claro, o primeiro NCIS: Los Angeles, a primeira série americana que me pôs no mapa nos Estados Unidos. Não creio que tenha havido só uma experiência que tenha marcado particularmente, foram todos aqueles momentos muito importantes que abrem uma porta para outra coisa importante.</p>
<p><strong>Como é que preparaste a mudança para os Estados Unidos?<br />
</strong>A extensão do meu plano foi ir para os Estados Unidos. Sabia que queria fazer carreira como atriz lá também. A transição não foi difícil. Os meus pais, quando eram mais novos e acabaram a faculdade em Portugal, foram fazer as pós-graduações para os Estados Unidos. Toda a gente da minha família viveu fora de Portugal num ponto da vida. Ir para fora era normal, sempre foi uma coisa quase óbvia. É claro que começando a fazer novelas aqui e as oportunidades começando a surgir, poderia fazer com que eu não quisesse ir embora, mas, por algum motivo, nunca duvidei que eventualmente iria, neste caso, para Nova Iorque.</p>
<p><strong>Como é que foi a transição?<br />
</strong>Obviamente foi difícil largar uma carreira que já tinha começado para começar tudo outra vez, sem agente e num ambiente onde ninguém me conhece, e começar a fazer <em>networking </em>e a perceber como é que funciona o mercado. Há muitas coisas que são parecidas, como é óbvio, porque uma produção é uma produção. A diferença de custo é mais do que normal. Fazer uma produção em que se tem milhões para investir num projeto versus em Portugal, que temos uma audiência mais pequena e ninguém vai investir milhões e milhões numa coisa que ter um milhão de visualizações já é uma coisa fantástica. Estar numa produção em que estão 250 membros de uma equipa, por exemplo, a gravar um episódio de cada vez e não de acordo com o platô em que estamos, como é nas novelas ou nas séries, poupa-se imenso dinheiro ao gravar mais cenas possíveis de episódios diferentes no mesmo platô. Eu diria que novela, em qualquer parte do mundo, é a parte mais profunda da piscina. É uma quantidade de páginas ou de cenas por dia enormes, gravamos fora de sequência, por vezes. Comecei na parte mais difícil dentro da indústria porque novela é difícil, é um ritmo alucinante e temos muita responsabilidade como atores para com o projeto. Portanto, eu já tinha essa etiqueta, essa forma de me comportar, de chegar a horas, de pendurar a roupa depois de acabar o dia, de abraçar toda a gente e respeitar o trabalho de todos. Eu já vim para os Estados Unidos com essa experiência. Apesar de ser novata nos Estados Unidos naquela altura, não era inexperiente e isso fez muita diferença mesmo.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-191292 size-full" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/danielaruah_mc_027-scaled.jpg" alt="" width="1707" height="2560" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/danielaruah_mc_027-scaled.jpg 1707w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/danielaruah_mc_027-640x960.jpg 640w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/danielaruah_mc_027-1280x1920.jpg 1280w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/danielaruah_mc_027-768x1152.jpg 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/danielaruah_mc_027-1024x1536.jpg 1024w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/danielaruah_mc_027-1365x2048.jpg 1365w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/danielaruah_mc_027-1200x1800.jpg 1200w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/danielaruah_mc_027-600x900.jpg 600w" sizes="(max-width: 1707px) 100vw, 1707px" /></p>
<p><strong>Alguma vez sentiste que lá tiveste de provar mais o teu valor, de certa forma, por não seres de lá?<br />
</strong>Não sei se isso me passou sequer pela cabeça, confesso. Na altura estava entusiasmadíssima por estar em Nova Iorque, por estar na escola de representação, conhecer pessoas novas, perceber como é que funcionava a indústria e cada passinho que pudesse ser pequeno ou grande era um entusiasmo enorme porque era a próxima coisa que eu ia descobrir. Fui com uma mente muito aberta e a minha meta naquela altura foi perceber quais é que são as agências com valor, com algum tamanho. Uma coisa que me surpreendeu, porque sempre fui fluente a falar inglês, andei no colégio inglês, é que não me tinha apercebido que há um sotaque de escola internacional que é uma mistela daquilo que apanhamos nos filmes com um sotaque britânico. Não me tinha apercebido que tinha um sotaque a falar inglês, não sei qual era, mas tinha. Eu era fluente na escrita, na parte de leitura, em comunicar, no vocabulário, mas isso não quer dizer que não tivesse sotaque que não fosse americano. Não fiz aulas nenhumas porque sinceramente quando toca a sotaques eu acho que consigo habituar-me depressa ao sotaque local, bastou viver nos Estados Unidos uns meses que o sotaque americano começou logo a entrar.</p>
<p><strong>Entre esse momento inicial e o casting para NCIS: Los Angeles passou muito tempo?<br />
</strong>Acho que é relativo porque há pessoas que demoram 10 anos a conseguir entrar na indústria a conseguir o primeiro grande trabalho e há pessoas que em meses conseguem entrar porque por acaso o timing deu certo. No meu caso eu diria que foi mais rápido. Atirei várias sementes ao vento, como faço ainda hoje, inscrevi-me em todos os <em>websites</em> que tinha visto e que me tinham dito na escola, e nesses <em>websites</em> podia haver alguém que me chamasse para fazer um casting, mesmo que fossem filmes de estudantes, e eu fiz vários porque não tinha material em inglês e precisava. Também ia encontrando castings, temos de estar abertos a fazer tudo, desde que nunca comprometam com a nossa integridade. Houve uma vez em que um ator que tinha escrito um guião e queria fazer uma leitura de mesa, que é quando os atores se sentam à volta de uma mesa para ler o guião em voz alta para os potenciais financiadores verem se é bom, disse: não te posso pagar, mas vem, faz a leitura, é num teatro e vão lá estar muitas pessoas. Não tinha nada a perder e fui. Estava lá um diretor de casting de uma novela que se chamava <em>Guiding Light, </em>demo-nos lindamente e ele disse: tens agente? E eu disse: não, estou à procura. Passadas umas semanas eu recebo uma chamada de uma agência conceituada e disseram: este diretor de casting recomendou o teu nome e gostávamos de falar contigo. Fui à reunião e assim que entrei conheci a minha agente. 18 anos depois ainda é a minha agente. Isto foi no final de um ano e depois nós temos uma coisa lá que se chama Pilot Season, que é mais ou menos entre janeiro e abril, ela começou a mandar para os castings todos que havia naquela altura e um deles foi o <em>Red Tales</em> e o outro foi o <em>NCIS: Los Angeles</em>. O <em>NCIS</em> mudou-me para Los Angeles e a partir daí lá fiquei, lá enraizei, conheci o marido, tive filhos. Foi relativamente rápido, mas dentro desse espetro de tempo houve muitas negas, muitos agentes que disseram que não, managers que disseram que não.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-191293 size-full" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/danielaruah_mc_032-scaled.jpg" alt="" width="1707" height="2560" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/danielaruah_mc_032-scaled.jpg 1707w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/danielaruah_mc_032-640x960.jpg 640w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/danielaruah_mc_032-1280x1920.jpg 1280w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/danielaruah_mc_032-768x1152.jpg 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/danielaruah_mc_032-1024x1536.jpg 1024w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/danielaruah_mc_032-1365x2048.jpg 1365w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/danielaruah_mc_032-1200x1800.jpg 1200w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/danielaruah_mc_032-600x900.jpg 600w" sizes="(max-width: 1707px) 100vw, 1707px" /></p>
<p><strong>Como é que descreves a influência desta personagem, a Kensi, na tua carreira?<br />
</strong>Eu acho que a experiência de interpretar uma personagem durante tanto tempo significa que temos muito tempo para desenvolver a personagem, para ela amadurecer e crescer ao mesmo tempo que eu. Quando a comecei a fazer ela tinha 25 anos e ao fim de 14 anos obviamente ela foi amadurecendo, tendo experiências de vida, tendo interesses de vida, casar, se calhar quer ter filhos, se calhar não quer, aquelas questões todas que nos passam pela cabeça à medida que vamos amadurecendo na vida. Eu consegui viver isso um bocadinho em paralelo com a minha vida real. A diferença talvez entre as duas é que eu sempre soube que queria ter filhos enquanto a personagem duvidava no princípio se queria ou não e depois acabou por ter problemas de infertilidade, que eu achei espetacular terem escrito isso porque é uma coisa tão comum e tão real para tantas mulheres e acho que se fala pouco nas séries. Depois em 14 anos também conseguimos fazer tudo: comédia, ação, drama sermos nós os principais, sermos nós os que apoiam os outros atores, conseguimos literalmente fazer um bocadinho de tudo, um bocado como na vida. O que foi giro de interpretar a Kensi foi precisamente poder ter todas as experiências como atriz dentro daquela personagem. Uma mulher mais forte, uma mulher que é resiliente, uma mulher que mesmo que esteja magoada consegue continuar a andar em frente, que tem os seus traumas, foi uma experiência maravilhosa por isso. Mas ao mesmo tempo, o outro lado é que esta experiência é o que nós chamamos de gaiola dourada. Realmente é um privilégio, é uma coisa incrível, mas ao mesmo tempo estamos enjaulados naquela personagem e para alguém criativo às vezes destrói um bocadinho a criatividade. Portanto, não trocaria a experiência por absolutamente nada, mas ainda fiquei uns anos quase a questionar: será que eu agora ainda consigo fazer outras coisas? Felizmente aí o Leonel Vieira ligou-me e disse olha tenho aqui uma série, o <em>Grito</em>, a personagem é assim e assim, descreveu-me tudo, e eu: é isto mesmo, completamente diferente da Kensi, vamos embora, vamos fazer.</p>
<p><strong>Há algum episódio ou alguma fase da série que consideras que tenha sido um desafio maior?<br />
</strong>O desafio maior que eu tive acho que nem sequer foi uma questão de personagem, acho que foi quando engravidei as duas vezes, ter ficado fora uns meses sabendo que estavam todos a gravar. Eles organizaram-se de forma a eu gravar as minhas cenas todas primeiro, para que depois na edição eu apareça em todos os episódios. Para as pessoas de casa eu não faltei a nada, nem que fosse uma cena dela no Afeganistão ou na Síria ou em Roma. Eu sou muito irrequieta, sempre fui, gosto de trabalhar e adoro ser mãe, tive o privilégio de poder levar as crianças para o trabalho comigo, com uma babysitter claro. Jurei a mim própria que não queria fazer esperar ninguém em platô, porque por mais que me tivessem apoiado não é preciso fazer as pessoas esperar, há pessoas que podem tomar o seu direito de espaço, de tempo e tudo, mas eu não me arrependo nada, fiz mesmo questão de: vocês deram-me espaço e escreveram as coisas fora de ordem por mim, a forma de eu agradecer é conseguir ser o menos difícil possível trabalhar comigo logisticamente naquela altura. Foi um desafio, mas foi incrível.</p>
<p>E talvez o maior desafio, quando eles começaram a ir para a escola, era não ter necessariamente um horário previsível de saber que podia levá-los à escola todos os dias ou ir buscá-los todos os dias, foi uma das vantagens da série acabar, de repente ter esta disponibilidade toda para ser eu a ir buscá-los, leva-los a casa, dar-lhes lanche, fazer os trabalhos de casa com eles.</p>
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<p><strong>Porque é que foi importante manteres uma ligação a Portugal?<br />
</strong>Na altura eu nem pensei “é importante fazer isto”, foi uma coisa tão natural para mim manter aqui um pé. Para já porque tenho cá a minha família toda, logo eu sei que vou sempre ter uma presença grande em Portugal porque não vou deixar de ver os meus familiares, depois comecei a minha carreira aqui e sei muito bem onde é que é o meu berço criativo. É em Portugal, ponto. Depois, realisticamente eu acho que a minha imagem em Portugal tem uma leitura maior do que tem nos Estados Unidos, porque é maior, há muitas séries lá. Como comecei a minha carreira aqui e sempre recebi um carinho enorme do público, tenho orgulho de ser portuguesa e sinto o orgulho que as pessoas sentem de eu ter conseguido, como eles dizem, vingar lá fora, eu jamais iria deixar o nosso público. Gosto mesmo de trabalhar em português, gosto de apresentar as nossas coisas, gosto do que nós temos para oferecer. Acho que as nossas equipas técnicas fazem de uma migalha um banquete de trabalho, as pessoas aqui trabalham com tanto gosto, trabalham tão bem, nós temos pouco dinheiro para investir nestas coisas e as pessoas mesmo assim fazem coisas inacreditáveis.</p>
<p><strong>Tens uma carreira como atriz e realizadora nos Estados Unidos e quando se olha para isso do lado de cá muitas das vezes é apenas com aquela visão romântica das coisas. Há alguma conceção errada que exista dessa realidade?<br />
</strong>O glamour está nas passadeiras vermelhas, nos vestidos e nos prémios. Agora, aquilo que se faz mesmo no dia-a-dia, estar nas trincheiras de produzir, de fazer de horas em platô, então como realizadora nós nunca largamos o osso. Um ator faz o seu trabalho de casa, prepara a personagem, mas no fundo a nossa preocupação é o arco da história daquela personagem e como nós interagimos com as outras personagens à volta dessa personagem. Como realizador nós temos de ter todo o arco da história na cabeça, de ter uma continuidade que faça sentido, de contar uma história visualmente, mas ao mesmo tempo não queremos que se note a parte da realização, porque não é preciso fazer planos interessantes só por fazer, porque aí acho que tira um bocadinho o público do filme ou do episódio. Mas realmente o dia-a-dia não é essa parte do glamour. Aliás, quem vai ao <em>Walk of Fame</em>, é muito giro ver uma vez, mas não está tudo limpinho e brilhante. Só Los Angeles tem a mesma população, ou mais, de Portugal inteiro, portanto estamos a ver o que é a densidade de pessoas, o que é lixo, sujeira, tanto temos uma riqueza enorme como temos muita gente a viver na rua. Isto para dizer que eu acho que a parte glamourosa é o que mais engana porque de resto é só trabalhar o mais possível. Calças rasgadas, t-shirt velha e toca andar.</p>
<p><strong>Como é que descreves a realidade de ser um ator em Hollywood hoje em dia, tendo em conta todos os desafios que existem: a recente greve, a política norte-americana a interferir no meio artístico, inteligência artificial (IA)?<br />
</strong>Incerta, talvez. A política é temporária porque daqui a uns anos será outra pessoa a liderar o país, logo teremos políticas diferentes ou parecidas, não sei, mas acho que tudo é cíclico e conseguimos ver isso na história inteira. Pessoalmente não sinto necessidade de ficar deprimida ou chateada, claro que fico aborrecida porque há menos casting do que havia antes, mas ao mesmo tempo isso faz com que eu seja mais proativa a organizar os meus próprios projetos. Como é óbvio, a política envolver-se nos Late Night Shows, o Stephen Colbert agora terminar por causa disso, é o maior disparate do mundo. Tem de haver aqui uma liberdade artística, de alguma forma. É óbvio que descordo profundamente com o que se passa, mas, ao mesmo tempo, eu sei que é cíclico.</p>
<p>Sobre a IA, é tão novo que não temos essa história de saber se há ciclo. E aí é que chega a incerteza. Se eu acho que a IA vai substituir atores? Não, acho que esta indústria é suficientemente grande para que haja público para tudo. Há desenhos animados, que não são pessoas. Acho que mesmo que exista um filme que seja 100% com IA, haverá um público para isso. Eu pessoalmente não sinto muita necessidade de ver, não tenho muito interesse, mas isto não significa que não haja espaço para aqueles que gostam dessas coisas. Eu também não faço jogos de computador e há pessoas que adoram. Eu acho que o maior risco neste momento, pelo que eu consigo entender, é nos empregos de entrada. Por exemplo, com os escritores o que é que tipicamente acontece? Há certos trabalhos que o assistente dos escritores iria fazer e que, neste momento, põe-se aquilo na IA e em dois segundos sai logo o trabalho feito. Portanto, esses lugares de entrada vão, certamente, ser comprometidos e afetados. Só que o que é que acontece? Essas pessoas, depois, passariam a ser os escritores. O escritor, numa série de televisão americana, também fica com o papel de produtor, supervisor de história, depois passa a ser coprodutor executivo, depois produtor executivo, e, eventualmente, passa a ser o que nós chamamos de <em>showrunner</em>, que é a pessoa que gere toda a série. Ora, se nós vamos eliminar esses empregos de entrada, onde esses escritores assistentes crescem dentro de uma série ou dentro da indústria e vão aprendendo todos os papéis até conseguirem ser um <em>showrunner</em>, quem é que vai ser o <em>showrunner</em> no futuro? Não é agora que nos vamos sentir muito afetados, é no futuro, quando não houver ninguém treinado para gerir aquilo que é preciso gerir, da forma que é preciso gerir. Mas em relação aos atores não tenho receio neste momento. Tirando o uso da imagem dos atores, como o Tom Cruise, Brad Pitt, usar as vozes deles, como Morgan Freeman, isso eu acho que é um problema, não se pode usar a imagem e a voz de uma pessoa sem a autorização dessa pessoa.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-191295 size-full" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/danielaruah_mc_062-scaled.jpg" alt="" width="1707" height="2560" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/danielaruah_mc_062-scaled.jpg 1707w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/danielaruah_mc_062-640x960.jpg 640w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/danielaruah_mc_062-1280x1920.jpg 1280w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/danielaruah_mc_062-768x1152.jpg 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/danielaruah_mc_062-1024x1536.jpg 1024w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/danielaruah_mc_062-1365x2048.jpg 1365w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/danielaruah_mc_062-1200x1800.jpg 1200w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/danielaruah_mc_062-600x900.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 1707px) 100vw, 1707px" /></p>
<p><strong>Como é que foi a experiência de passar depois para a realização?<br />
</strong>Durante muito tempo perguntavam-me se eu queria realizar e eu dizia que não. Achava que era um trabalho demasiado avassalador, muita responsabilidade. Não sabia, na altura, se tinha autoestima, o que é ridículo porque eu tenho muita autoestima, mas não sabia se iria conseguir concretizar o trabalho da forma como eu gosto de trabalhar. Ou seja, um bocadinho perfeccionista com algumas coisas. Então dizia que não. Foi uma amiga minha que me deu o empurrão final, disse-me: tu estás a fazer uma série em que estás em família, estás em tua casa, e para teres essa experiência pela primeira vez deveria ser num ambiente confortável, em que as pessoas te querem ver fazer bem as coisas e aquilo que tu não sabes, tens pessoas lá que te vão apoiar e te vão ensinar, não te vão deixar cair nem vão deixar cair a série. Fui falar com o nosso <em>showrunner</em> na altura, ele achou ótima ideia e foi a partir daí. No primeiro dia no platô, como realizadora, estava nervosíssima. Para já fui falar com os atores todos, com os meus colegas todos. O Chris O&#8217;Donnell ficou feliz da vida por mim, ele também já tinha realizado dois episódios, o LL Cool J amou a ideia também. Aliás, eles os dois têm sido dois dos meus maiores apoiantes na parte da realização. Estava nervosíssima, mas depois do primeiro dia disse: apaixonei-me por esta profissão. E agora adoro as duas coisas, não consigo escolher entre uma e outra. Mas o facto é que agora tenho duas carreiras, quando uma esta está parada posso tentar puxar pela outra, e vou tentando equilibrar.</p>
<p><strong>De que forma a experiência com atriz foi importante na parte da realização?<br />
</strong>Muito. Para já, a técnica de estar à frente da câmara e poder aproveitar-me dessa noção para saber como comunicar com os atores. Há atores que não querem saber onde é que está a câmara, outros que gostam de saber mais a parte técnica, como foi sempre o meu caso. Por exemplo, estamos a filmar a minha cara de frente, eu depois pergunto: vais pôr a câmara atrás de mim também ou fica só de frente? Se o realizador disser que vai estar uma câmara atrás de mim sei que na minha cena posso voltar-me para trás, para dar um olhar para trás. E coisas de continuidade, para ter a certeza de que na edição a mão do ator está aqui e na próxima tem de estar com os braços cruzados, por exemplo. Ou seja, há várias técnicas de trabalhar com a câmara que eu depois posso falar com os atores. Também há um bocadinho de psicologia atrás disto, cada ator gosta da comunicação de uma forma diferente, há atores que gostam de discutir a cena durante 20 minutos, há atores que eu só preciso dizer uma palavra para eles perceberem qual é o apontamento. Eu gosto de descobrir o que é que cada ator precisa nessa situação.</p>
<p>Houve um realizador do <em>NCIS</em>, eu ia realizar um episódio do <em>NCIS</em> e ele estava a gravar e eu decidi sentar-me a pé dele e observá-lo a trabalhar, ele chama-se Michael. E ele disse: “Vou-te ensinar uma coisa. Tu tens, em qualquer produção para onde tu vás, até à hora de almoço do primeiro dia de gravação para conquistares a equipa técnica”. O que é que isso significa? Estar muito bem preparada, saber as cenas, saber o que é que é preciso fazer, ser concreta naquilo que peço, ou mesmo se eu não tiver a certeza daquilo que eu quero, dizer que não tenho a certeza com confiança. Se entrarmos já com essa confiança no trabalho, porque já sabemos o trabalho de trás para a frente, eles sentem que estão em boas mãos e funciona bem. Quando cheguei ao <em>The Equalizer</em>, para realizar um episódio no ano passado, à hora do almoço no primeiro dia, e eu não tinha contado esta história a ninguém, houve uma das raparigas da equipa técnica que me deu dois polegares. Eu disse-lhe: tu nem sabes o que é que isso significa no primeiro dia, à hora do almoço. Ela disse: porque tu chegaste aqui preparada, sabes a história, sabes os nomes de toda a gente, fizeste o teu trabalho de casa, o pessoal pode confiar em ti. E foi ótimo.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-191296 size-full" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/danielaruah_mc_079-scaled.jpg" alt="" width="1707" height="2560" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/danielaruah_mc_079-scaled.jpg 1707w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/danielaruah_mc_079-640x960.jpg 640w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/danielaruah_mc_079-1280x1920.jpg 1280w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/danielaruah_mc_079-768x1152.jpg 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/danielaruah_mc_079-1024x1536.jpg 1024w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/danielaruah_mc_079-1365x2048.jpg 1365w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/danielaruah_mc_079-1200x1800.jpg 1200w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/danielaruah_mc_079-600x900.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 1707px) 100vw, 1707px" /></p>
<p><strong> </strong><strong>Para esta área da realização, que objetivos profissionais tens neste momento?<br />
</strong>Quero fazer longas-metragens. Eu adoro fazer televisão, mas as séries existentes, ou mesmo aquelas novas, acabam por ter o seu formato, o seu ritmo, o que eu chamo de caixa de areia. Temos os nossos parâmetros do que a série é, o ritmo, o estilo, o género, dentro dessa caixinha podemos fazer o castelo com aquela areia, que é a parte criativa que nós podemos trazer como realizadores novos numa série. Em cinema, em princípio, o realizador consegue construir essa caixa, não é só fazer o castelo de areia, mas eu posso construir a própria caixa dentro dos meus parâmetros, daquilo que eu quero de imagem e de tudo, trabalhando com o diretor de fotografia. Há uma certa liberdade criativa que existe em fazer longas-metragens que pode não existir tanto em televisão. Mas adoro as duas, não é uma crítica a nenhuma, é simplesmente o formato. Como já fiz muita televisão, e quero continuar a fazer, gostava muito de realizar longas-metragens.</p>
<p><strong>Em que projetos estás a trabalhar?<br />
</strong>Há vários projetos que eu tenho neste momento, e já temos atores agarrados aos projetos. Financiamento é sempre um pesadelo, como é óbvio, mas ter atores agarrados com um certo renome ajuda sempre. Um deles é baseado num livro chamado <em>Nowhere Boy</em>, é a primeira longa-metragem que eu quero realizar, comprei os direitos do livro e passámos uns anos com uma escritora a desenvolver o guião, arranjámos produtor e agora temos dois atores de renome, que eu não vou revelar já. Está a correr muito bem, estou muito feliz. Depois tenho o <em>And Then She Was Gone</em>, em que sou produtora executiva, vou entrar também, mas aí é que tenho praticado mais o trabalho de produtora executiva, juntar a equipa, fazer o <em>networking </em>com os atores, é um trabalho bastante diferente. Depois há um outro projeto aqui em Portugal, para realizar uma série.</p>
<p><strong>Qual foi a lição mais importante que a tua carreira te ensinou até hoje?<br />
</strong>O gosto e a importância de colaborar. Eu cresci filha única e nunca tive de colaborar com ninguém, nunca tive de partilhar os meus brinquedos. Eu acho que nunca tive muita atitude de filha única, mas nunca tive de partilhar nada. Não é que tenha sido difícil para mim trabalhar assim antes de empregar por esta carreira, mas talvez tenha cimentado a forma de colaborar com outras pessoas, de saber ouvir, de não interromper, respeitar a opinião do outro, não ter orgulho, valorizar o que o outro tem para oferecer e fazer crescer a ideia para que a ideia seja o melhor possível, independentemente se a ideia foi minha ou não.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-191297 size-full" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/danielaruah_mc_083-scaled.jpg" alt="" width="1707" height="2560" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/danielaruah_mc_083-scaled.jpg 1707w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/danielaruah_mc_083-640x960.jpg 640w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/danielaruah_mc_083-1280x1920.jpg 1280w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/danielaruah_mc_083-768x1152.jpg 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/danielaruah_mc_083-1024x1536.jpg 1024w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/danielaruah_mc_083-1365x2048.jpg 1365w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/danielaruah_mc_083-1200x1800.jpg 1200w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/danielaruah_mc_083-600x900.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 1707px) 100vw, 1707px" /></p>
<p><strong>Como falámos anteriormente, quando vais para os Estados Unidos já tinhas uma carreira em Portugal. Vais começar de novo. O que é que te motiva a procurar esta evolução?<br />
</strong>É a evolução, a própria evolução inspira-me imenso. Eu acho que esta profissão é perfeita para mim porque é muito difícil eu ficar num sítio só durante muito tempo. Acho que o sítio onde fiquei mais tempo foi no meu casamento e como mãe. Ser atriz é giro porque estamos sempre a fazer personagens diferentes, nunca estamos presas a uma coisa só durante muito tempo. Fora a Kensi, claro, todos os dias. Mas lá está, eu quando me comecei a sentir um bocadinho criativamente aborrecida com a Kensi, porque naturalmente passa-se por isso, comecei a realizar e voltei a sentir o entusiasmo de trabalhar, de criar e de fazer outra vez. Um episódio começa e acaba, outro episódio de outra série começa e acaba, fazer cinema como realizadora começa e acaba. Está certo que há a incerteza de quando é que vai ser o próximo trabalho, isso acontece em tudo, mas essa constante reviravolta de criatividade, de reinventar e de conhecer pessoas novas, numa equipa nova, numa série nova, eu adoro.</p>
<p><strong>E para terminarmos, que conselho darias a um ator que esteja hoje a pensar em apostar numa carreira lá fora?<br />
</strong>Isso é uma pergunta complicada porque aquilo que se passa hoje é diferente do que se passava antes. Para eu fazer uma carreira internacional tive que me enfiar no avião e ir para fora, hoje em dia todos os diretores de casting aceitam <em>self-tapes</em> e muitas vezes até fazem questão de procurar pessoas mais diversas, com sotaque de culturas diferentes, de raças diferentes. É como se os Estados Unidos é que fossem atrás da internacionalização. Acho que há uma abertura muito maior àqueles que não são de lá que foi crescendo nos últimos 10 anos. Logo, aquilo que eu aconselharia a fazer há 10 anos, todas as coisas que eu fiz, agora as pessoas podem fazer com a <em>tape.</em> O que facilita, claro. As próprias produções internacionais vêm aos agentes em Portugal, Espanha, etc., para ir buscar atores. Nós temos imensos atores em Portugal agora que têm feito uma carreira internacional, pode não ser tanto nos Estados Unidos, pode ser mais pela Europa, não interessa: o Albano Jerónimo, a Daniela Melchior, o Diogo Morgado, que também trabalhou nos Estados Unidos, a Maria João Bastos, a Sara Matos. Há tantas pessoas a conseguir fazer uma carreira internacional, porque os próprios países parece que agora procuram cruzar um bocadinho a artisticidade e a criatividade com as plataformas. Agora nós conseguimos ver séries de todos os países. Houve uma internacionalização que aconteceu naturalmente através das plataformas e através das <em>self-tapes</em>, e por isso aquilo que eu aconselharia já não se aplica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Agradecimento ao Museu Condes de Castro Guimarães e à Câmara Municipal de Cascais<br />
Fotos: Marisa Cardoso</em></p>
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		<item>
		<title>Pedro Rebelo de Sousa nomeado Presidente da Fundação Millennium BCP</title>
		<link>https://www.forbespt.com/pedro-rebelo-de-sousa-nomeado-presidente-da-fundacao-millennium-bcp/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo Marmé]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 10:37:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Líderes]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[liderança]]></category>
		<category><![CDATA[negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com um percurso de mais de quatro décadas na advocacia, Pedro Rebelo de Sousa assume a partir de 1 de agosto a presidência da Fundação Millennium BCP, fundação privada dedicada à promoção da cultura, das artes, da preservação do património histórico, do conhecimento e da solidariedade social. Pedro Rebelo de Sousa sucede no cargo ao [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Com um percurso de mais de quatro décadas na advocacia, Pedro Rebelo de Sousa assume a partir de 1 de agosto a presidência da Fundação Millennium BCP, fundação privada dedicada à promoção da cultura, das artes, da preservação do património histórico, do conhecimento e da solidariedade social. Pedro Rebelo de Sousa sucede no cargo ao Embaixador António Monteiro</p>
<p>Ao longo da sua carreira, Pedro Rebelo de Sousa tem conciliado o exercício da advocacia com o desempenho de responsabilidades em organizações nacionais e internacionais. O advogado continuará a exercer as suas funções enquanto Senior Partner da SRS Legal.</p>
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		<title>Isabel Capeloa Gil distinguida com o Prémio Dona Antónia</title>
		<link>https://www.forbespt.com/isabel-capeloa-gil-distinguida-com-o-premio-dona-antonia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dírcia Lopes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 17:47:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Forbes Women]]></category>
		<category><![CDATA[Líderes]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedoras]]></category>
		<category><![CDATA[impacto]]></category>
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		<category><![CDATA[Prémio]]></category>
		<category><![CDATA[revelação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A reitora da Universidade Católica Portuguesa, que integra a lista das portuguesas Mais Poderosas da Forbes Portugal, Isabel Capeloa Gil, é uma das vencedoras da 38.ª edição dos Prémios Dona Antónia. Este prémio foi criado em 1988 pelos descendentes de Dona Antónia Adelaide Ferreira e pela Sogrape para distinguir mulheres portuguesas que se destacam pelo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A reitora da Universidade Católica Portuguesa, que integra a lista das portuguesas <a href="https://www.forbespt.com/isabel-capeloa-gil-a-lider-portuguesa-da-universidade-catolica/">Mais Poderosas da Forbes Portugal</a>, Isabel Capeloa Gil, é uma das vencedoras da 38.ª edição dos Prémios Dona Antónia. Este prémio foi criado em 1988 pelos descendentes de Dona Antónia Adelaide Ferreira e pela Sogrape para distinguir mulheres portuguesas que se destacam pelo seu percurso, talento e contributo para a sociedade. Isabel Capeloa Gil, reconhecida académica e uma das mais influentes figuras do ensino superior em Portugal, foi distinguida com o Prémio Consagração de Carreira.</p>
<p>O grupo Sogrape, que detém as marcas e gamas de vinhos Dona Antónia, explica que no Prémio Consagração de Carreira, Isabel Capeloa Gil, a segunda mulher a ocupar o cargo de reitora da Universidade Católica Portuguesa “é reconhecida por um percurso académico e de gestão amplamente respeitado em Portugal e além-fronteiras. Isabel tem vindo a liderar um processo de internacionalização e inovação que contribuiu para afirmar a UCP entre as mais prestigiadas da Europa”. E acrescenta que “a sua atividade académica, científica e institucional, aliada à defesa da educação, da cultura e do pensamento crítico como motores de desenvolvimento, fazem dela uma referência incontornável da vida pública portuguesa”.</p>
<p>Nesta 38.ª edição da iniciativa foi também atribuído o Prémio Revelação que “reconhece carreiras em fase de afirmação marcadas por mérito e potencial de impacto”. Este ano a distinção coube à jornalista da SIC Nelma Serpa Pinto “que se tem destacado pela sua capacidade de abordar temas de interesse público com rigor, clareza e proximidade”, refere a empresa.</p>
<p>A Sogrape detalha que, com percursos distintos, “ambas passam agora a integrar o grupo de mulheres “Ferreirinha”, cuja visão, determinação e capacidade de transformar positivamente a sociedade refletem os valores associados a Dona Antónia Adelaide Ferreira”.</p>
<p>A diretora de Comunicação Corporativa e Sustentabilidade da Sogrape, Mafalda Guedes, sublinha que “os Prémios Dona Antónia representam um compromisso contínuo com a valorização do talento feminino e com o reconhecimento de mulheres que se distinguem pelo seu contributo para o desenvolvimento do país”. Mafalda Guedes, que representa a quarta geração da família fundadora do grupo do setor vitivinícola, lembra que esta iniciativa integra o Programa Global de Sustentabilidade da Sogrape, <em>Seed the Future</em>, “através da qual procuramos perpetuar o legado de Dona Antónia Adelaide Ferreira e reconhecer mulheres que, nas mais diversas áreas de atividade, contribuem para uma sociedade mais justa, inclusiva e qualificada”.</p>
<p>A diretora de Comunicação Corporativa e Sustentabilidade da Sogrape salienta que “nesta edição, distinguimos duas mulheres cujos percursos demonstram que existem diferentes formas de liderar e de gerar impacto positivo, deixando uma marca duradoura e abrindo caminho para as gerações futuras”.</p>
<p>Os Prémios Dona Antónia são atribuídos anualmente por um júri autónomo, presidido por António Lobo Xavier. A cerimónia de revelação das vencedoras da 38.ª edição realizou-se nas históricas Caves Ferreira, em Vila Nova de Gaia. Mais de dois séculos após o seu nascimento, Dona Antónia Adelaide Ferreira (1811-1896) continua a ser considerada uma das figuras mais marcantes da história de Portugal. Empresária visionária, impulsionadora do desenvolvimento da região do Douro e exemplo de responsabilidade social, destacou-se pela capacidade de liderança, espírito empreendedor e forte compromisso com as comunidades onde desenvolveu a sua atividade.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>NOS Alive: “Um festival português estar no calendário mundial é um privilégio”</title>
		<link>https://www.forbespt.com/nos-alive-um-festival-portugues-estar-no-calendario-mundial-e-um-privilegio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dírcia Lopes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 16:59:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Forbes Life]]></category>
		<category><![CDATA[Líderes]]></category>
		<category><![CDATA[Entretenimento]]></category>
		<category><![CDATA[Festivais]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[naming sponsor]]></category>
		<category><![CDATA[Promotores]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; O NOS Alive arranca hoje naquela que será a 18ª edição do festival promovido pela Everything Is New, liderada por Álvaro Covões. Em entrevista à Forbes Portugal, o diretor-geral da promotora lembra o facto de o País ter estado em confinamento nos dois anos do covid-19 impede de se contabilizar 20 edições do evento [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>O NOS Alive arranca hoje naquela que será a 18ª edição do festival promovido pela Everything Is New, liderada por Álvaro Covões. Em entrevista à Forbes Portugal, o diretor-geral da promotora lembra o facto de o País ter estado em confinamento nos dois anos do covid-19 impede de se contabilizar 20 edições do evento que decorre até ao próximo sábado, dia 11, no Passeio Marítimo de Algés. Álvaro Covões não esconde que “é um privilégio e, ao mesmo tempo, um desafio muito grande trabalhar num festival que tem mais de 40 apresentações por dia”. O gestor espera receber os tradicionais 56 mil espetadores, um número que diz que permite às pessoas assistir a um festival de verão nas melhores condições.</p>
<p>O diretor-geral da promotora realça que, nestes 31 anos em que trabalha na promoção de festivais, o NOS Alive acaba por ser “um festival muito particular. Mas é sempre uma emoção, porque construímos um festival desta dimensão que acaba por ser uma pequena cidade onde tem tudo”. Nesta cidade dentro da cidade, destaca que só não tem um tribunal. De resto, conta com um hospital de campanha, uma esquadra, um espaço para grávidas, uma clínica dentária, entre outros elementos que distinguem o espaço.</p>
<p>Quanto ao ponto de viragem mais importante na história do NOS Alive assume que tem sido uma evolução. “Eu tinha já organizado muitos festivais e o conceito que tentámos desenhar foi que fosse um festival que, de facto, conseguisse ser uma referência internacional. Hoje o NOS Alive é considerado como um dos melhores festivais do mundo e está no calendário de grandes festivais mundiais. Um festival português estar nesse calendário, é um privilégio muito grande porque significa que atingimos os nossos objetivos”.</p>
<p>Sem esquecer a importante adesão dos turistas estrangeiros, o diretor da Everything Is New sublinha que “quando temos um palco comédia em português, quando temos um palco literário com autores portugueses, quando temos um palco de fado, obviamente que isto é um festival desenhado para ter um cariz internacional, mas com uma raiz portuguesa muito forte”. E realça o exemplo de este ano, um dos cabeças de cartaz é precisamente o regresso aos palcos da banda portuguesa Buraka Som Sistema.</p>
<p>Questionado sobre se teve de ir reinventando o evento, Álvaro Covões lembra que o festival cresceu para oito palcos, sendo que, nasceu com três. “O que fizemos foi sempre, todos os anos, edição após edição, tentar fazer ainda melhor”. Nesta edição uma das novidades é o palco Literário que permitirá aos festivaleiros ouvir e estar em contacto com alguns autores que vão marcando o panorama como Walter Hugo Mãe, Pedro Chagas Freitas, Afonso Cruz e Luísa Sobral, entre outros. O mote é dar espaço aos livros, à escrita e às histórias, aumentando o consumo de cultura dos portugueses, num espaço privilegiado para dar a conhecer obras literárias a um público numeroso.</p>
<p>Sobre a localização no Passeio Marítimo de Algés garante que é o melhor local para acolher o festival. “Ele foi desenhado em função do espaço e da localização. Para nós, se pudermos ficar aqui eternamente, ficaremos aqui eternamente”. Quanto ao <em>naming</em> <em>spsonor</em>, o líder da Everything is New espera anunciar em breve a manutenção do casamento com a NOS.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Aqui fica o cartaz da edição de 2026 do NOS Alive:</strong></p>
<p style="font-weight: 400;"><strong style="font-weight: 800;">9 de julho</strong></p>
<p style="font-weight: 400;"><u>Palco NOS</u><br />
Nick Cave &amp; The Bad Seeds<br />
Twenty One Pilots<br />
A Perfect Circle<br />
The Royston Club</p>
<p style="font-weight: 400;"><u>Palco Heineken</u><br />
Matt Berninger<br />
Dogstar<br />
Alabama Shakes<br />
Tomora<br />
Xinobi</p>
<p style="font-weight: 400;"><u>WTF Clubbing</u><br />
Polo &amp; Pan (DJ set)<br />
Rumia<br />
Linka Moja<br />
Xinobi<br />
Midnight Generation<br />
Gui Aly</p>
<p><u>Palco Coreto</u><br />
Rita Maia<br />
Hetta<br />
Duques do Precariado<br />
Neon Soho<br />
Deixa Rolá</p>
<p><u>Palco Comédia</u><br />
Curto e Grosso (Eduardo Madeira e Jel)<br />
Beatriz Gosta<br />
Vasco Pereira Coutinho<br />
Bolinha Nunes<br />
Rui Mirama<br />
Inês Baptista<br />
João Nuno Gonçalo<br />
Na Wall convida Francisco Reis e André Jesus</p>
<p><u>Galp Fado Café</u><br />
Diana Vilarinho<br />
Geadas<br />
Playback &#8211; Paião por Tigerman</p>
<p><strong style="font-weight: 800;">10 de julho</strong></p>
<p style="font-weight: 400;"><u>Palco NOS</u><br />
Foo Fighters<br />
Wolf Alice<br />
The Warning<br />
Skunk Anansie</p>
<p><u>Palco Heineken</u><br />
Jehnny Beth<br />
Zara Larsson<br />
The War on Drugs<br />
Palaye Royale</p>
<p style="font-weight: 400;"><u>WTF Clubbing</u><br />
SBTRKT (DJ set)<br />
Digitalism<br />
Fiona Kraft<br />
Chris Luno<br />
La Fleur<br />
Stresshead</p>
<p><u>Palco Coreto</u><br />
Ellis Ferrére<br />
Mutu<br />
Picas<br />
Constança Quinteiro<br />
Inês Sousa</p>
<p><u>Palco Comédia</u><br />
Gilmário Vemba<br />
Francisco Menezes<br />
Aqui Ninguém Nos Ouve (Diogo Faro e Isabel Viana)<br />
Joana Gama<br />
Hélder Machado<br />
Pedro Costa Rodrigues<br />
Madalena Malveiro</p>
<p><u>Galp Fado Café</u><br />
Ana Sofia Varela<br />
Fado Máfia<br />
Playback &#8211; Paião por Tigerman</p>
<p><strong style="font-weight: 800;">11 de julho</strong></p>
<p style="font-weight: 400;"><u>Palco NOS</u><br />
Florence + The Machine<br />
Buraka Som Sistema<br />
Lorde<br />
Teddy Swims<br />
Don West</p>
<p><u>Palco Heineken</u><br />
Pixies<br />
Florence Road<br />
Noiserv<br />
Alessi Rose<br />
Zimmer90</p>
<p style="font-weight: 400;"><u>Palco Coreto</u><br />
Sheri Vari<br />
Redoma<br />
Razy<br />
Susana Francês<br />
Esteves Sem Metafísica</p>
<p style="font-weight: 400;"><u>Palco Comédia</u><br />
Hugo Sousa<br />
Duarte Pita Negrão<br />
Dagu<br />
João Pinto<br />
Joana Caldeira<br />
Vítor Costa<br />
Joana Oliveira<br />
Catarina Rocha</p>
<p style="font-weight: 400;"><u>Galp Fado Café</u><br />
Beatriz Felício<br />
Valéria<br />
Playback &#8211; Paião por Tigerman</p>
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		<title>Trump chama &#8220;Putin&#8221; a Zelensky e acumula lapsos durante conferência de imprensa na cimeira da NATO</title>
		<link>https://www.forbespt.com/trump-chama-putin-a-zelensky-e-acumula-lapsos-durante-conferencia-de-imprensa-na-cimeira-da-nato/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sara Dorn]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 15:21:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Líderes]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Donald Trump chamou o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, de &#8220;Presidente Putin&#8221; durante uma conferência de imprensa realizada na quarta-feira, antes de tentar corrigir o lapso. O episódio foi um de vários erros cometidos pelo Presidente norte-americano durante a conferência de imprensa conjunta com Zelensky, à margem da cimeira da NATO, realizada na Turquia. Num dos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-start="354" data-end="720">Donald Trump chamou o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, de &#8220;Presidente Putin&#8221; durante uma conferência de imprensa realizada na quarta-feira, antes de tentar corrigir o lapso. O episódio foi um de vários erros cometidos pelo Presidente norte-americano durante a conferência de imprensa conjunta com Zelensky, à margem da cimeira da NATO, realizada na Turquia.</p>
<p data-start="722" data-end="998">Num dos momentos da sessão, Trump apontou para Zelensky e perguntou aos jornalistas se tinham alguma questão para o &#8220;Presidente Putin&#8221;, antes de aparentemente se aperceber do erro e afirmar que pretendia colocar essas perguntas ao Presidente russo mais tarde, nesse mesmo dia.</p>
<p data-start="1000" data-end="1210">Durante a mesma conferência de imprensa, Trump referiu-se também à República Islâmica do Irão como a &#8220;República Islâmica do Japão&#8221;, ao comentar um ataque iraniano contra um porta-aviões norte-americano.</p>
<p data-start="1212" data-end="1452">Ainda na mesma intervenção, designou o acordo nuclear firmado com o Irão durante a Administração Obama — oficialmente conhecido como Joint Comprehensive Plan of Action (JCPOA) — por &#8220;JCPOC&#8221;, classificando-o como um &#8220;péssimo acordo&#8221;.</p>
<p data-start="1454" data-end="1741">O Presidente norte-americano pronunciou igualmente de forma incorreta o nome da aplicação TikTok, chamando-lhe &#8220;tic tac&#8221;. &#8220;Sabem quem é o número um no <em data-start="1613" data-end="1622">tic tac</em>? Sou eu. Sou o número um no TikTok e tudo aquilo de que falo é sobre como o comunismo é mau&#8221;, afirmou aos jornalistas.</p>
<p data-start="1743" data-end="1980">Trump repetiu o lapso ao referir-se ao TikTok mais tarde, durante a sua intervenção na cimeira da NATO. O Presidente já tinha utilizado a mesma designação na segunda-feira, na Casa Branca, quando falava da sua popularidade na plataforma.</p>
<p data-start="1982" data-end="2341">Os vários lapsos surgem num contexto de persistentes questões sobre o estado de saúde e a condição mental de Trump. O Presidente tem sido alvo de atenção devido a discursos frequentemente marcados por divagações, a episódios em que pareceu adormecer em público e à presença visível de hematomas nas mãos e inchaço nos tornozelos durante o seu segundo mandato.</p>
<p data-start="2343" data-end="2600">Questionada pela Forbes sobre os erros cometidos pelo Presidente, a Casa Branca não respondeu diretamente às questões, limitando-se a divulgar uma declaração da secretária de imprensa, Karoline Leavitt, em defesa do desempenho de Trump na cimeira da NATO.</p>
<h3 data-section-id="aek6q7" data-start="2602" data-end="2645">Casa Branca defende desempenho de Trump</h3>
<p data-start="2647" data-end="2944">&#8220;O Presidente Trump protagonizou uma maratona de elevado ritmo na cimeira da NATO, participando em quatro momentos distintos com a imprensa, além de uma conferência de imprensa a solo, respondendo sem guião às perguntas dos jornalistas sobre uma vasta gama de temas&#8221;, afirmou Karoline Leavitt.</p>
<p data-start="2946" data-end="3155">A responsável acrescentou que &#8220;o Presidente dominou todas as salas onde esteve, deu aos nossos aliados a firmeza de que necessitavam e deixou a cimeira com uma NATO mais forte e um mundo livre mais unido&#8221;.</p>
<h3 data-section-id="8qjnu9" data-start="3157" data-end="3190">Debate sobre a saúde continua</h3>
<p data-start="3192" data-end="3418">As preocupações em torno da saúde de Trump têm sido, em grande medida, ofuscadas pelas comparações com o antigo Presidente Joe Biden, cujo estado físico e cognitivo acabou por levar ao abandono da corrida presidencial de 2024.</p>
<p data-start="3420" data-end="3814">Trump tem explorado politicamente esse tema, defendendo que Biden estava tão debilitado do ponto de vista mental que eram os seus colaboradores quem, na prática, governava o país. Entre outros gestos simbólicos, substituiu o retrato de Biden na Presidential Walk of Fame da Casa Branca por uma imagem de uma autopen, dispositivo mecânico utilizado por alguns presidentes para assinar documentos.</p>
<p data-start="3816" data-end="4056">Trump tornou-se o Presidente mais velho de sempre a tomar posse nos Estados Unidos e, quando deixar o cargo, em janeiro de 2029, terá 82 anos e sete meses, cerca de cinco meses mais do que Joe Biden tinha quando abandonou a presidência.</p>
<h3 data-section-id="cqkenp" data-start="4058" data-end="4082">Exame médico em maio</h3>
<p data-start="4084" data-end="4203">O mais recente exame médico de Donald Trump foi realizado em maio, no Walter Reed National Military Medical Center. Na altura, o seu médico, Sean Barbabella, concluiu que o Presidente &#8220;continua a gozar de excelente saúde, demonstrando fortes capacidades cardíacas, pulmonares, neurológicas e um bom estado físico geral&#8221;. O relatório assinalava ainda que Trump tinha ganho cerca de 6,4 quilogramas desde o exame médico realizado em abril de 2025.</p>
<p data-start="4205" data-end="4542" data-is-last-node="" data-is-only-node=""><em><strong>Texto original <a href="https://www.forbes.com/sites/saradorn/2026/07/08/trump-seemingly-calls-zelenskyy-putin-at-gaffe-filled-press-conference/" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>. Artigo traduzido e editado por<a href="https://www.forbespt.com/author/pmarme/" target="_blank" rel="noopener"> Paulo Marmé</a>.</strong></em></p>
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		<title>Forbes 30 Under 30: Tudo sobre o evento que distingue a classe de 2026. Conheça aqui os pitch dos distinguidos</title>
		<link>https://www.forbespt.com/forbes-30-under-30-esta-prestes-a-comecar-o-evento-que-distingue-a-classe-de-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Helena C. Peralta]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 16:05:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[30 Under 30]]></category>
		<category><![CDATA[Forbes Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Líderes]]></category>
		<category><![CDATA[Listas]]></category>
		<category><![CDATA[Arte e cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Desporto]]></category>
		<category><![CDATA[Forbes 30 Under 30]]></category>
		<category><![CDATA[Jovens Talentos]]></category>
		<category><![CDATA[Listas Forbes]]></category>
		<category><![CDATA[negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>19h50 – O evento termina com a habitual foto de família, em que todos os laureados sobem ao palco para  eternizar o momento e poderem mais tarde recordar. &#160; 19h40 – E o tão esperado momento da noite aconteceu; foi revelado o pitch mais disruptor do evento. O galardão de melhor pitch é entregue a Marta Bernardino e Sebastião Mendonça, fundadores da [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>19h50</strong> – O evento termina com a habitual foto de família, em que todos os laureados sobem ao palco para  eternizar o momento e poderem mais tarde recordar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>19h40</strong> – E o tão esperado momento da noite aconteceu; foi revelado o <em>pitch</em> mais disruptor do evento. O galardão de melhor <em>pitch</em> é entregue a <strong>Marta Bernardino</strong> e <strong>Sebastião Mendonça</strong>, fundadores da Trovador.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>19h31</strong> – Por último, igualmente na categoria de <strong>Tecnologia &amp; Inovação,</strong> surge <strong>Luís Parra, </strong>24 anos, co-fundador e CTO da Neobanc. Para Luís Parra, embora seja natural “todos se compararem a todos”, isso não nos pode distrair dos nossos objetivos e do que pretendemos alcançar.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>19h27 –</strong> Segue-se no alinhamento a categoria de <strong>Tecnologia &amp; Inovação</strong>, a última categoria, que conta com dois nomeados. <strong>Julieta Rueff</strong>, 25 anos, fundadora e CEO da FlamAid é a primeira desta categoria a fazer a sua apresentação. Julieta contou o seu percurso e o seu projeto empresarial de granadas pacíficas, referindo que o seu objetivo é que as pessoas deixem de ter medo” e que, no limite, que ninguém tenha de levar esta sua “arma”.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>19h23</strong> –<strong>Marta Bernardino </strong>e<strong> Sebastião Mendonça, </strong>fundadores da Trovador, são os nomeados que se seguem na categoria <strong>Sustentabilidade &amp; Inovação Social. </strong>Os dois jovens lembraram o seu percurso desde crianças quando trepavam árvores e “acreditavam que eram capazes de voar”. Hoje, com o seu negócio de reflorestação através de um robot, mostraram que “talvez valha a pena saltar do sofá e voar”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>19h20 – Sustentabilidade &amp; Inovação Social</strong> é a categoria que se segue neste evento, tendo esta edição dois nomeados. <strong>Mariana Inglês,</strong> 25 anos, fundadora e CEO da Guinanos é a primeira a fazer o seu pitch. Maria refere que &#8220;a diferença entre um empreendedor e empreendedor social é empreendedor social quer fazer cada vez menos falta&#8221;, diz. Referiu ainda que &#8220;cada pessoa que mudamos é o mundo que mudamos. Não custa assim tanto que mudar o mundo&#8221;,</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>19h11</strong>&#8211; Igualmente na categoria de <strong>Social Media, </strong>segue-se agora <strong>Mafalda Creative</strong>, 29 anos e criadora de conteúdo. Mafalda diz que tem mais de um milhão de seguidores no Tik Tok. &#8220;O meu pai disse que não acreditava que isto fosse uma profissão, queria que fosse para medicina. Ainda bem que não fui&#8221;, refere.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>19h06</strong> &#8211; Com dois nomeados, surge agora a categoria de <strong>Social Media</strong>. Começa a fazer o seu pitch <strong>Adri Silva</strong>, 30 anos, criadora de conteúdo, que revela que em 2013 o seu canal de Youtube, com a mãe, numa altura em que não havia referências. &#8220;Ser influenciadora é criar confiança. Confiança é o ativo mais difícil de conseguir, mas é também o mais fácil de perder&#8221;, refere.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>19h00 &#8211;</strong> Também na categoria de <strong>Retalho &amp; Ecommerce, </strong>chega a vez da dupla<strong> Inês Colaço</strong> e <strong>Joana Colaço</strong>, fazerem o seu pitch<strong>. </strong>Com 24 anos, as duas gémeas são fundadoras da Seasons by Us, uma marca de malas. &#8220;Perguntam-nos como é trabalhar com uma irmã gémea? Dizemos que temos personalidades diferentes, mas no final do dia temos os mesmos objetivos&#8221;, referem. &#8220;Não temos ainda uma loja física, mas esse é um objetivo. Já vendemos 70 mil malas&#8221;, explicam.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>18h55</strong> – Segue-se a vez da categoria de <strong>Retalho &amp; Ecommerce</strong>, que tem dois galardoados. O primeiro a fazer a sua apresentação é <strong>Frederico Telo</strong>, 28 anos e co-fundador e CEO da Imago, Healthy Junkies e Impar. Frederico diz que desde cedo gostava de empreender coisas, e mais do que uma marca, queria criar um conceito. &#8220;Queremos ser mais do que uma marca de roupa, queremos inspirar&#8221;, diz Frederico Telo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>18h50</strong> &#8211; Na categoria de <strong>Música</strong>, recebe o galardão a banda <strong>Vizinhos</strong>, vozes que cantam a badalada canção &#8220;Pôr dos Sol&#8221;. Francisco Cartaxo  inicia a sua apresentação a dizendo que começaram este projecto musical, como amigos do grupo académico, há pouco mais de um ano e nunca pensaram chegar até aqui, tendo cada um a sua profissão. &#8220;Fomos canção do ano do prémios Play e os coliseu estão quase a esgotar, que era um grande objetivo&#8221;. No fim, agradeceram a todas as pessoas que ouvem as suas músicas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>18h42 – </strong>Na categoria de <strong>Moda</strong> temos apenas uma nomeada: <strong>Mariana Santos,</strong> 30 anos, fundadora e diretora criativa na NAD.NAKEDALLDAY. Mariana aproveitou o momento para falar de algo mais do que moda, tendo destacado “o valor de uma ideia porque criar é algo vulnerável”. Para Mariana Santos, “o poder que uma ideia tem” é algo que merece e deve ser defendido, indicando que “a criatividade tem valor independentemente da dimensão da empresa que criou a ideia ou o produto. Construam algo que merece ser defendido”.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>18h35– </strong>Na categoria de <strong>Marketing &amp; Publicidade</strong>, é apenas distinguida <strong>Mariana Félix Soares</strong>, 25 anos, marketing manager na ScorePlay. Mariana diz que se o que define os portugueses é “desenrascar, ela própria reconhece em si esse atributo: “Tive de me desenrascar nos desafios profissionais que fui tendo”. Mariana conclui, incentivando as pessoas a “não terem medo de errar”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>18h27 </strong>– Também na categoria de <strong>Indústria e Serviços,</strong> <strong>Mariana Castro</strong>, 28 anos,<em> head of</em> Sales &amp; Marketing no Grupo Sotecnisol, inicia o seu pitch. Mariana refere que esteve no evento Forbes Under 30 do ano passado, tendo ficado inspirada pela “excelência da camada jovem” presente. E imbuída desse espírito, Mariana Castro exortou a plateia a também “inspirarem quem está à vossa volta”, afirmando que a “maior lição que aprendeu foi que o caminho se faz caminhando, ao longo do tempo e com esforço”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>18h13</strong> &#8211; Segue-se um divertido momento da apresentação da <strong>Urban Sport</strong>, que fez a audiência mexer-se um pouco, com  músicas da moda, que têm coreografias conhecidas de todos. Termina a pedir à audiência que faça o cavalinho, ao som do músico brasileiro Pedro Sampaio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-190462" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-06-at-18.50.42-3-638x960.jpeg" alt="" width="638" height="960" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-06-at-18.50.42-3-638x960.jpeg 638w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-06-at-18.50.42-3-768x1155.jpeg 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-06-at-18.50.42-3-1021x1536.jpeg 1021w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-06-at-18.50.42-3-600x902.jpeg 600w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-06-at-18.50.42-3.jpeg 1064w" sizes="auto, (max-width: 638px) 100vw, 638px" /></p>
<p><strong>18h08</strong>– Segue-se a categoria de <strong>Indústria e Serviços, </strong>que destaca dois jovens. <strong>Lucas Valente da Silva</strong>, 27 anos, consultor imobiliário na Remax – VS Brothers faz a sua apresentação. &#8220;Comecei a revolucionar esta indústria fazendo com que as casas chegassem aos clientes e não os clientes a chegar às casas&#8221;, refere. Diz que vem da área do marketing digital e que já vendeu mais de mil casas, até no Dubai já fez vendas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-190461" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-06-at-18.50.42-2-638x960.jpeg" alt="" width="638" height="960" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-06-at-18.50.42-2-638x960.jpeg 638w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-06-at-18.50.42-2-768x1155.jpeg 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-06-at-18.50.42-2-1021x1536.jpeg 1021w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-06-at-18.50.42-2-600x902.jpeg 600w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-06-at-18.50.42-2.jpeg 1064w" sizes="auto, (max-width: 638px) 100vw, 638px" /></p>
<p><strong>18h04</strong> &#8211; Ainda na categoria de <strong>Healthcare</strong>, ao palco subiram <strong>Leonor Pereira</strong> (26 anos) e <strong>Vicente Garção </strong>(28 anos), fundadores da Lampsy Health. <span data-olk-copy-source="MessageBody">Vicente Garção trouxe a dureza dos números associados à epilepsia dizendo que um em cada cinco pessoas terá um familiar com esta doença, sendo que 86% das crises noturnas passam desapercebidas com o risco de poderem ser fatais e 100 mil pessoas morrem por ano com epilepsia. Perante o pedido de os médicos de se filmar essas crises criaram a Lampsy há cinco anos que foi feito para “que a epilepsia fosse mais fácil de tratar e tentar salvar estas centenas de milhares de vidas que estamos a perder todos os anos”.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>18h</strong> &#8211; Também na categoria de <strong>Healthcare</strong>, segue-se a vez de <strong>João Silva</strong>, 29 anos, fundador e CEO da MyCareforce, teve oportunidade de fazer a sua apresentação. João Silva referiu que hoje trabalha com mais de 100 milhões de profissionais da enfermagem. Mas &#8220;este impacto não se reflete apenas no número de instituições de saúde e no número de profissionais da enfermagem com quem trabalhamos. Reflete-se, sim, no número de vidas que, efetivamente, já possam ter sido salvas com as milhões de horas de enfermagem que nós permitimos que os hospitais tivessem resposta&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-190460" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-06-at-18.50.42-1-638x960.jpeg" alt="" width="638" height="960" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-06-at-18.50.42-1-638x960.jpeg 638w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-06-at-18.50.42-1-768x1155.jpeg 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-06-at-18.50.42-1-1021x1536.jpeg 1021w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-06-at-18.50.42-1-600x902.jpeg 600w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-06-at-18.50.42-1.jpeg 1064w" sizes="auto, (max-width: 638px) 100vw, 638px" /></p>
<p><strong>17h55 – </strong>A dupla <strong>Afonso Soares</strong> e <strong>Francisco Soares</strong>, distinguida na categoria de <strong>Healthcare</strong> faz agora a sua apresentação. Os dois jovens, de 26 e 29 anos, respetivamente, são fundadores da Ivory Therapy. No seu pitch Afonso Soares lembrou que “começámos a Ivory com a missão de levar a saúde mental a toda a gente, em que nós colocamos mensagens de saúde mental em peças de roupa do dia-a-dia. E rematou dizendo que “queremos fazer a diferença, não só falar sobre saúde mental e sobre doença mental, mas realmente ter impacto e poder tocar na vida de alguém, e espero que potencialmente essa vida seja uma de vocês”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>17h48 –</strong> Também na categoria de<strong> Gastronomia, </strong>entra agora em cena<strong> Ricardo Rebelo, </strong>30 anos, Co-CEO da i9Lafoes. Ricardo diz, no seu pitch que decidiu continuar o negócio de talhos da sua família, dando-lhe, contudo, um ar &#8220;sexy&#8221;. A inovação &#8211; diz &#8211; passou por focar o negócio na experiência da compra e não apenas no produto, concluindo que &#8220;a tradição pode ser surpreendente&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>17h45 </strong>– Segue-se a categoria de <strong>Gastronomia</strong>, que conta com dois nomeados, um é uma dupla.  O primeiro pitch é o da dupla <strong>Beatriz Santillana </strong>e<strong> Carlos Anton</strong>, de 28 e 29 anos respetivamente, fundadores da Street Smash Burgers. Beatriz foi quem falou, referindo, em inglês, que apesar do seu negócio ser internacional, &#8220;seremos sempre portugueses&#8221;. Esta empreendedora afirma que para os seus planos de expansão do seu negócio, &#8220;a qualidade é a nossa prioridade&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>17h42– </strong>Também na categoria de <strong>Finanças</strong>, segue-se o pitch de <strong>Catarina Machado, </strong>28 anos e CEO da Mente Fervilhante. Catarina revela que desde pequena se moveu com ambição, tendo definido um sonho: &#8220;o de criar algo meu&#8221;, o que a ajudou a mudar a sua ideia em relação ao dinheiro que, inicialmente, via como algo negativo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>17:39h &#8211; </strong>Segue-se agora a categoria de <strong>Finanças, que conta com dois nomeados</strong>. O primeiro pitch desta categoria é o de <strong>Carla Lima</strong>, que, com 28 anos é Budget Officer na Organização do Tratado ao Atlântico Norte (NATO). Para ela, &#8220;o teu ponto de partida não define o teu ponto de chegada&#8221;, acrescentando que &#8220;o importante não é como as coisas começam, mas como terminam&#8221;, esperando que o seu trabalho inspire outros jovens.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>17:36h</strong> – Segue-se a categoria de <strong>Desporto, </strong>que conta com três nomeados. O único nesta categoria a fazer a sua apresentação é <strong>António Laureano</strong>, 24 anos, surfista de ondas grandes, já que o futebolista Diogo Dalot, e a judoca Patrícia Sampaio não conseguiram estar presentes no evento. António, assumindo ser viciado em surf de ondas grandes, refere que está &#8220;a fazer o que gosta graças à sua obsessão e paixão pelo desporto e ao surf e graças às pessoas que me rodeiam&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>17h32– </strong>Segue-se o pitch de <strong>Gonçalo Santos</strong>, também na categoria de <strong>Ciência e Educação</strong>. Gonçalo, 29 anos, é partner e CCO do Sharing Education Group e conta a história da sua família, na Madeira, e como chegaram a liderar esta instituição. &#8220;O nosso foco é criar uma cultura de excelência&#8221;, diz.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-190459" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-06-at-18.50.41-638x960.jpeg" alt="" width="638" height="960" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-06-at-18.50.41-638x960.jpeg 638w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-06-at-18.50.41-768x1155.jpeg 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-06-at-18.50.41-1021x1536.jpeg 1021w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-06-at-18.50.41-600x902.jpeg 600w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-06-at-18.50.41.jpeg 1064w" sizes="auto, (max-width: 638px) 100vw, 638px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>17h27</strong> – Também na categoria de <strong>Ciência e Educação</strong> segue-se o pitch de <strong>Filipa Martins</strong>, 26 anos, Cybersecurity Internal Audit Coordinator na Siemens Energy. Filipa diz que nos vem falar de sorte e de elevador social. &#8220;Tive sorte de nascer numa aldeia sem escola, tive sorte de nascer numa família humilde&#8221;, refere. &#8220;Estamos aqui 30 talentos, e se todos nascessem nestas condições, quantos estariam aqui hoje?&#8221;, questiona a audiência. &#8220;Ainda sonho viver num país onde o berço não dite o futuro de cada um&#8221;, refere.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>17h23</strong> – Segue-se a categoria de <strong>Ciência e Educação, </strong>que conta com três nomeados. <strong>Bruna Martiolli</strong>, 28 anos, professora e criadora de conteúdo, é primeira a fazer a sua apresentação desta categoria. Bruna refere que se gosta tanto de histórias que se tornou professora de literatura. &#8220;Veenho de formação clássica. vim para Portugal fazer um mestrado em 2019 e nunca mais quis ir embora. Sou metade Machado de Assis e metade Eça de Queirós&#8221;, remata.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>17h20</strong> –<strong> Isabela Valadeiro</strong>, 29 anos, modelo e atriz, nomeada na categoria de <strong>Arte,</strong> é a primeira e única a fazer a sua apresentação, numa categoria com quatro nomeados. As atrizes gémeas Inês Aguiar e Joana Aguiar, de 27 anos e o ator Rui Pedro Silva, de 22 anos, não conseguiram comparecer. Isabela refere que quer continuar a tocas as pessoas, para quer se sintam menos sozinhas. &#8220;Sou do Alentejo, sou de contrastes, sou mistura de contentamento e de nostalgia&#8221;, refere. Termina o seu pitch dizendo &#8220;Só o amor nos salva&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>17h20–</strong> Começam os pitchs dos 39 destacados na lista. Serão 28 os jovens que farão a sua apresentação. Cada <em>pitch</em> terá apenas 3 minutos de duração, e cada um terá de dar o seu melhor para vender o <em>pitch</em> do ano. Primeira categoria a entrar no palco é a de Arte.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>17h15 &#8211; </strong>Nilza Rodrigues, diretora da Forbes Portugal, sobe ao palanque e dá inicio ao <em>get together</em>, dando as boas-vindas a todos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>17h07</strong> – O DUO Hotel Lisbon, Curio Collection by Hilton, local onde vai decorrer o evento, começou a receber os primeiros convidados deste ano. Os nomeados da noite vão chegando, trocam cumprimentos e recebem um saco de boas vindas do grupo Media Nove, dono da Forbes Portugal.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Está prestes a começar o evento que reúne a lista portuguesa da classe 2026 da Forbes 30 Under 30, que acontece neste final de tarde no DUO Hotel &#8211; Curio Collection by Hilton. Esta reunião celebra os jovens talentos portugueses com menos de 30 anos que se têm destacado nas mais diversas áreas. Estarão reunidos neste espaço os nomes &#8211; são 39 os destacados deste ano &#8211; que integram a nova lista <em data-start="569" data-end="588">Under 30 Portugal</em>, distribuídos por <strong data-start="607" data-end="624">14 categorias</strong>: <strong>Desporto, Ciências e Educação, Gastronomia, Finanças, Indústria, Moda, Social Media, Sustentabilidade e Inovação Social, Arte, Retalho e E-commerce, Música, Healthcare, Marketing e Publicidade, e Tecnologia e Inovação. </strong></p>
<p>Este ano a lista conta com 14 categorias em 2026, sendo que em relação ao ano anterior mudou apenas o facto de ter saído a categoria de “Energia”. Os 39 nomes na lista devem-se ao facto de existir um grupo de quatro pessoas e seis duplas entre os nomeados. Acompanhe aqui no site da Forbes Portugal o evento que acontece a partir das 17h30 e acaba mesmo «antes de Portugal entrar em campo.</p>
<p>The post <a href="https://www.forbespt.com/forbes-30-under-30-esta-prestes-a-comecar-o-evento-que-distingue-a-classe-de-2026/">Forbes 30 Under 30: Tudo sobre o evento que distingue a classe de 2026. Conheça aqui os pitch dos distinguidos</a> appeared first on <a href="https://www.forbespt.com">Forbes Portugal</a>.</p>
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		<title>“Portugal tem vindo a afirmar-se no contexto global da medicina e da traumatologia desportiva”</title>
		<link>https://www.forbespt.com/portugal-tem-vindo-a-afirmar-se-no-contexto-global-da-medicina-e-da-traumatologia-desportiva/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Helena C. Peralta]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 17:25:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Líderes]]></category>
		<category><![CDATA[Sports Money]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>João Espregueira-Mendes é especialista em Ortopedia e lidera a rede de Clínicas Espregueira desde 1989. Em 2005, torna-se ortopedista do Futebol Clube do Porto, tendo então passado a sua clínica para as instalações do Estádio do Dragão. Conduz atualmente os destinos de uma rede de clínicas que, em Portugal, está presente em 20 cidades, e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>João Espregueira-Mendes é especialista em Ortopedia e lidera a rede de Clínicas Espregueira desde 1989. Em 2005, torna-se ortopedista do Futebol Clube do Porto, tendo então passado a sua clínica para as instalações do Estádio do Dragão. Conduz atualmente os destinos de uma rede de clínicas que, em Portugal, está presente em 20 cidades, e em outras 15 através de duas unidades móveis. Tem ainda presença directa em Espanha, e emprega cerca de 250 profissionais especializados.</p>
<p><a href="https://www.forbespt.com/ortopedista-do-fcp-e-primeiro-portugues-presidente-da-sociedade-mundial-de-traumatologia-desportiva/">Foi eleito há um ano para a presidência da ISAKOS &#8211; Sociedade Mundial de Traumatologia Desportiva,</a> numa eleição que envolveu 114 países, depois de ter presidido à Sociedade Europeia de Traumatologia Desportiva, a ESSKA, entre 2012 e 2014. Acredita que este facto prestigia Portugal e que o nosso país tem vindo a ser cada vez mais respeitado no contexto global da medicina e da traumatologia desportiva. Á Forbes Portugal, este especialista faz um balanço de um ano à frente da Instituição e revela os próximos passos para a rede de clínicas, que prevê, nos próximos três anos, multiplicar o seu volume de negócios. Entre os vários exemplos de internacionalização, o NJoão Espregueira Mendes destaca um: a Clínica Espregueira &#8211; Estádio do Dragão recebeu um grupo de quatro clínicos, da Sultan Bin Abdulaziz Humanitarian City, com quem tem um acordo para fazer um hospital em Ryad e apoiar o desenvolvimento da medicina desportiva naa Arábia Saudita.</p>
<p>Conheça a restante estratégia a seguir.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Assumiu há um ano a presidência da Sociedade Mundial de Traumatologia Desportiva (ISAKOS), tendo sido o primeiro profissional da Península Ibérica a atingir essa posição. Como foi recebido pelos seus pares e qual é a imagem exterior que Portugal tem nesta profissão? </strong></p>
<p>Tomar posse como Presidente da ISAKOS, no Congresso de Munique, foi uma honra e uma responsabilidade que ultrapassa muito o plano pessoal. Depois da minha presidência da sociedade europeia ESSKA entre 2012 e 2014, assumir agora a liderança da ISAKOS 2025–2027 representa um percurso invulgar, que prestigia Portugal com a presidência das duas grandes sociedades internacionais da traumatologia desportiva. E, hoje, com o Prof. Joan Carles Monllau (Espanha) na ESSKA e eu próprio na ISAKOS, a Península Ibérica está na liderança das principais organizações que ajudam a definir o futuro global da nossa especialidade. Portugal tem vindo a afirmar-se e a ser cada vez mais respeitado no contexto global da medicina e da traumatologia desportiva.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Qual o balanço que faz deste ano de presidência? E o que estima para o futuro do seu mandato, que termina em 2027?</strong></p>
<p>O balanço é positivo, mas sobretudo exigente. Este primeiro ano consolidou uma ISAKOS mais global, mais digital e mais orientada para equidade no acesso à educação médica de excelência. Reforçámos a educação online, vídeos, publicações e os conteúdos sobre inteligência artificial. Procuramos que a ISAKOS seja uma sociedade sem barreiras linguísticas, económicas, culturais ou de género. Todas as nossas iniciativas no mundo são traduzidas na língua local. O ISAKOS Regional Summit deste ano, em Mumbai, reuniu mais de 1.100 delegados, 17 professores internacionais, mais de 50 especialistas nacionais e 30 parceiros da indústria. Até 2027, a prioridade é expandir este modelo, apostar na cirurgia robótica e na realidade virtual levando conhecimento gratuito às mais recônditas regiões do mundo. No Congresso de Sidney em 2027, esperamos ter mais de 4.000 inscritos, com mais de 100 nacionalidades.</p>
<figure id="attachment_164463" aria-describedby="caption-attachment-164463" style="width: 960px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-164463" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/JOAO-ESPREGUEIRA-MENDES-960x640.jpeg" alt="" width="960" height="640" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/JOAO-ESPREGUEIRA-MENDES-960x640.jpeg 960w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/JOAO-ESPREGUEIRA-MENDES-768x512.jpeg 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/JOAO-ESPREGUEIRA-MENDES-1200x800.jpeg 1200w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/JOAO-ESPREGUEIRA-MENDES-600x400.jpeg 600w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/JOAO-ESPREGUEIRA-MENDES.jpeg 1400w" sizes="auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px" /><figcaption id="caption-attachment-164463" class="wp-caption-text">João Espregueira-Mendes foi eleito para a ISAKOS. Foto/DR</figcaption></figure>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Que marca pessoal gostaria de deixar à frente desta instituição, e o que está a fazer neste sentido?</strong></p>
<p>Gostaria de deixar a ISAKOS como a maior referência internacional na disseminação do conhecimento médico, na medicina desportiva. Não apenas a que produz excelência, mas a que a distribui de forma mais justa. O acesso à educação médica de topo não pode depender apenas da geografia, da língua ou da capacidade económica. Por isso, tentarei fortalecer recursos digitais, programas de mentoria, bolsas, estágios em centros de referência, liderança jovem, liderança feminina e colaboração com sociedades nacionais e regionais. A educação é um instrumento técnico, mas sobretudo um gesto de humanidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Qual é a importância da medicina desportiva a nível mundial? Em termos de mercado, que valor gera e que impacto tem no setor da saúde?</strong></p>
<p>A medicina desportiva é hoje estratégica para a saúde pública, porque se cruza com um dos maiores desafios globais: as doenças crónicas não transmissíveis, foram responsáveis por mais de 43 milhões de mortes em 2021. Ao mesmo tempo, cerca de 1,8 mil milhões de adultos não cumprem os níveis recomendados de atividade física, o que agrava risco cardiovascular, diabetes, cancro, depressão, perda funcional e dependência.</p>
<blockquote><p><strong>&#8220;A inatividade física poderá custar 300 mil milhões de dólares aos sistemas de saúde, até 2030, sem contar com custos indiretos significativos como a perda de produtividade, pelo que promover movimento com segurança é também uma decisão económica e social&#8221;, afirma o médico. </strong></p></blockquote>
<p>Neste contexto, o exercício físico deve ser entendido como prevenção, tratamento e reabilitação. Mas, para que mais pessoas sejam fisicamente ativas com segurança, é indispensável o acompanhamento médico nas intercorrências musculoesqueléticas, na dor, na lesão e na doença degenerativa. A medicina do sistema locomotor tem aqui um papel decisivo para habilitar fisicamente as pessoas, preservar autonomia, reduzir absentismo, melhorar produtividade e contribuir para sociedades mais saudáveis. A inatividade física poderá custar 300 mil milhões de dólares aos sistemas de saúde, até 2030, sem contar com custos indiretos significativos como a perda de produtividade, pelo que promover movimento com segurança é também uma decisão económica e social.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong> A marca fundada pelo seu avô completa um século de atividade. Como é ver crescer este legado, que perdura no tempo? Qual a sua maior ambição para a rede?</strong></p>
<p>Há instituições que não pertencem apenas a quem as fundou ou a quem as lidera; pertencem à memória coletiva das pessoas que serviram, das vidas que tocaram e da confiança que souberam construir ao longo do tempo. Celebrar 100 anos das Clínicas Espregueira é, por isso, uma honra, mas sobretudo uma responsabilidade perante uma história que atravessa gerações. As Clínicas Espregueira são hoje verdadeiros centros de excelência, suportados pela evidência científica, pelas boas práticas, pela inovação e, acima de tudo, pelas pessoas. A Clínica Espregueira-Dragão reúne um quarteto de acreditações internacionais excecionais: FIFA Medical Centre of Excellence, distinção em que foi a primeira da Península Ibérica e continua a ser única em Portugal e centro oficial de ensino da ISAKOS, ESSKA e ICRS.</p>
<p>No seu conjunto, tanto quanto sabemos, esta combinação poderá mesmo ser única no mundo. Mas o mais importante é que a instituição valha pelo seu padrão, pela sua cultura e missão numa visão partilhada. A minha ambição é que este legado continue a transformar-se em futuro: excelência clínica, investigação, formação e ciência ao serviço das pessoas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Já iniciou a sua internacionalização? Se sim, quando e para onde?</strong></p>
<p>A nossa internacionalização começou antes de ser uma estratégia formal, quando doentes, médicos, fisioterapeutas e investigadores de diferentes geografias passaram a procurar-nos. Hoje recebemos doentes de todo o mundo e estagiários dos cinco continentes, que vêm aprender com as nossas equipas nos gabinetes médicos, nas salas de cirurgia e nas salas de aula, físicas e virtuais. Esta dimensão internacional é sustentada também por uma cultura científica robusta, com mais de 300 publicações científicas, 24 livros internacionais e mais de 700 conferências, que traduzem a capacidade da instituição para produzir conhecimento, validar práticas e contribuir para a evolução da medicina músculo-esquelética.</p>
<blockquote><p><strong>&#8220;Formalizamos este ano uma parceria com o Hospital da Lapa, no Porto, onde gerimos clinicamente toda a área do sistema locomotor. Esta unidade funciona como Centro cirúrgico das Clínicas Espregueira no norte do país. Contamos, em breve, replicar este modelo noutra unidade de Lisboa, para darmos resposta às pessoas da zona sul do país, que nos procuram no Porto&#8221;, diz João Espregueira-Mendes. </strong></p></blockquote>
<p>A Academia Clínicas Espregueira é hoje uma extensão natural dessa missão, com programas internacionais como o Football Medicine Advanced Course, provavelmente um dos cursos de medicina do futebol mais reconhecidos do mundo, com alunos de mais de 40 países, incluindo médicos de seleções nacionais, clubes profissionais e estruturas amadoras. Neste momento, por exemplo, temos connosco na Clínica Espregueira &#8211; Estádio do Dragão um grupo de quatro clínicos, da Sultan Bin Abdulaziz Humanitarian City, com quem temos um acordo para fazer um hospital em Ryad e apoiar o desenvolvimento do que de melhor se faz em medicina desportiva, na Arábia Saudita.</p>
<p>Formalizamos este ano uma parceria com o Hospital da Lapa, no Porto, onde gerimos clinicamente toda a área do sistema locomotor. Esta unidade funciona como Centro cirúrgico das Clínicas Espregueira no norte do país. Contamos, em breve, replicar este modelo noutra unidade de Lisboa, para darmos resposta às pessoas da zona sul do país, que nos procuram no Porto. Em Portugal estamos presentes em 20 cidades (e em 15 com duas unidades móveis). Neste momento, temos cerca de 250 colaboradores nas nossas unidades de Portugal e Espanha.</p>
<p>Recentemente, abrimos também o hospital MIKS, no País Basco, com 3 blocos operatórios e internamento, reforçando uma visão de internacionalização. Internacionalizar é transferir conhecimento, formar profissionais, desenvolver investigação e colaborar com instituições que partilham a mesma ambição, isto é, elevar a qualidade dos cuidados, da formação e da ciência ao serviço das pessoas. Teremos muito em breve o acordo para Madrid, em Espanha e Jacarta, na Indonésia. Estamos numa fase de forte expansão, a nível nacional e internacional. Nos próximos três anos planeamos multiplicar várias vezes, o volume de faturação atual.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Sente que a liderança da ISAKOS lhe retira algum tempo do seu próprio negócio, ou pelo contrário até o motiva a fazer mais?</strong></p>
<p>A liderança da ISAKOS exige muito tempo, mas devolve visão, responsabilidade e sentido de missão. As clínicas têm hoje uma dinâmica própria, sustentada por uma cultura de exigência, pela qualidade das suas pessoas e por uma organização que não depende de um homem, mas de um propósito partilhado. O meu foco nunca foi apenas o negócio; foi sempre a missão e a equipa: cuidar melhor, formar melhor e contribuir.</p>
<p>Tentamos ser uma fábrica de talentos, com oportunidades para milhares de jovens, médicos e profissionais de saúde. A gestão rigorosa, a sustentabilidade e o rigor nas contas, muito à moda do Porto, são precisamente aquilo que permite preservar a missão e transformar ideais em ações concretas. A presidência da ISAKOS reforça esse propósito: capacitar profissionais, elevar padrões e servir melhor as pessoas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Buffett adia doação anual à Fundação Gates devido a escrutínio sobre ligações a Epstein</title>
		<link>https://www.forbespt.com/buffett-adia-doacao-anual-a-fundacao-gates-devido-a-escrutinio-sobre-ligacoes-a-epstein/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Siladitya Ray]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 13:58:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Líderes]]></category>
		<category><![CDATA[Adiamento]]></category>
		<category><![CDATA[bilionários]]></category>
		<category><![CDATA[bill gates]]></category>
		<category><![CDATA[Doação]]></category>
		<category><![CDATA[Epstein]]></category>
		<category><![CDATA[filantropia]]></category>
		<category><![CDATA[Investigação]]></category>
		<category><![CDATA[Warren Buffett]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O bilionário Warren Buffett não fará uma doação semestral à Fundação Gates pela primeira vez em 20 anos, segundo noticiou o Wall Street Journal, enquanto aguarda mais detalhes sobre as ligações da instituição filantrópica ao criminoso sexual condenado Jeffrey Epstein. Citando fontes anónimas com conhecimento dos planos de Buffett, o Wall Street Journal noticiou que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O bilionário Warren Buffett não fará uma doação semestral à Fundação Gates pela primeira vez em 20 anos, segundo noticiou o Wall Street Journal, enquanto aguarda mais detalhes sobre as ligações da instituição filantrópica ao criminoso sexual condenado Jeffrey Epstein.</p>
<p>Citando fontes anónimas com conhecimento dos planos de Buffett, o Wall Street Journal noticiou que o investidor bilionário está a adiar os seus planos de doação para o final deste ano e poderá esperar até à sua carta anual do Dia de Ação de Graças.</p>
<p>No passado mês de junho, Buffett fez uma doação recorde de 6 mil milhões de dólares em ações da Berkshire Hathaway a cinco instituições de caridade — a maior de sempre —, tendo a maior parte sido destinada à Fundação Gates.</p>
<p>A Fundação Gates tem sido beneficiária das doações semestrais do bilionário desde 2006, altura em que Buffett doou à organização 500 mil ações da Berkshire, que na altura valiam 1,5 mil milhões de dólares.</p>
<p>Buffett e os seus assessores têm estado em contacto com a direção da fundação, numa tentativa de saber mais sobre as suas ligações a Epstein, acrescentou a reportagem do Journal.</p>
<p>Em março, Buffett disse à CNBC que não falava com Gates desde a divulgação dos ficheiros de Epstein, que destacavam a relação do fundador da Microsoft com o agressor sexual condenado (até ao momento, Gates não foi acusado de qualquer irregularidade).</p>
<p><strong><em>Texto original <a href="https://www.forbes.com/sites/siladityaray/2026/06/30/buffett-delays-annual-gift-to-gates-foundation-amid-scrutiny-over-epstein-ties-report-says/">aqui</a>. Artigo traduzido e editado por <a href="https://www.forbespt.com/author/ritameireles/">Rita Meireles</a>.</em></strong></p>
<p>The post <a href="https://www.forbespt.com/buffett-adia-doacao-anual-a-fundacao-gates-devido-a-escrutinio-sobre-ligacoes-a-epstein/">Buffett adia doação anual à Fundação Gates devido a escrutínio sobre ligações a Epstein</a> appeared first on <a href="https://www.forbespt.com">Forbes Portugal</a>.</p>
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		<title>Trump ganhou cerca de 1,2 mil milhões de dólares em criptomoedas em 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Forbes Portugal Staff]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 09:56:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Presidente norte-americano, Donald Trump, registou cerca de 1,2 mil milhões de dólares (1,05 mil milhões de euros) de rendimentos provenientes de atividades no setor das criptomoedas em 2025, segundo cálculos da agência France-Presse. Uma lei de 1978 obriga o Presidente e o vice-presidente dos Estados Unidos a declarar os rendimentos, bem como ativos que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Presidente norte-americano, Donald Trump, registou cerca de 1,2 mil milhões de dólares (1,05 mil milhões de euros) de rendimentos provenientes de atividades no setor das criptomoedas em 2025, segundo cálculos da agência France-Presse.</p>
<p>Uma lei de 1978 obriga o Presidente e o vice-presidente dos Estados Unidos a declarar os rendimentos, bem como ativos que lhes pertençam.</p>
<p>De acordo com um cálculo efetuado pela agência France-Presse (AFP) com base nas 927 páginas de documentos publicados na terça-feira pelo Gabinete de Ética Governamental (OGE), o chefe de Estado norte-americano recebeu cerca de 550 milhões de dólares (482 milhões de euros) decorrentes das ligações à &#8216;start-up&#8217; World Liberty Financial (WLF).</p>
<p>Esta plataforma de criptomoedas foi cofundada em setembro de 2024 pelos filhos de Donald Trump e pelo filho do enviado norte-americano para o Médio Oriente, Steve Witkoff.</p>
<p>A World Liberty Financial emitiu a sua própria criptomoeda, a WLFI, cuja venda inicial rendeu 550 milhões de dólares. Desde o início da sua cotação, em setembro de 2025, o valor caiu, no entanto, passando de 46 cêntimos por unidade para os atuais seis cêntimos.</p>
<p>As atividades do Presidente norte-americano no setor das criptomoedas são a principal razão para a quase triplicação do património pessoal, que passou de 2,3 para 6,5 mil milhões de dólares (2,02 para 5,7 mil milhões de euros) entre 2024 e 2026, de acordo com a Forbes.</p>
<p>Os Trump — Donald e os três filhos — também receberam, através de uma empresa intermediária, a DT Marks Defi, 22,5 mil milhões de WLFI adicionais, que valem atualmente cerca de 1,3 mil milhões de dólares (1,14 mil milhões de euros).</p>
<p>Em abril de 2025, a WLF também lançou no mercado a sua &#8216;stablecoin&#8217;, uma moeda digital cujo valor é lastreado numa moeda tradicional, neste caso, o dólar.</p>
<p>A declaração de rendimentos de Donald Trump refere ainda, além da WLF, os direitos de autor recebidos ao abrigo de um acordo de licença relacionado com a criptomoeda que leva o seu nome, a $TRUMP, lançada apenas algumas horas antes da sua tomada de posse, em janeiro de 2025.</p>
<p>Este valor adicional ascendeu a 635 milhões de dólares (556,53 milhões de euros), de acordo com o documento publicado na terça-feira pelo OGE.</p>
<p>Donald Trump, um antigo promotor imobiliário, é regularmente acusado de conflitos de interesses, nomeadamente por ter investido na indústria das moedas eletrónicas, ao mesmo tempo que, desde a sua tomada de posse, tomou várias medidas para desregulamentar o setor, fazendo disparar o preço dos ativos.</p>
<p>A Casa Branca rejeitou quaisquer preocupações de natureza ética.</p>
<p>&#8220;Nem o Presidente nem a sua família se encontraram — nem se encontrarão — em situação de conflito de interesses&#8221;, declarou Anna Kelly, porta-voz adjunta da Administração norte-americana, num comunicado transmitido à AFP.</p>
<p>Donald Trump &#8220;transformou orgulhosamente os Estados Unidos na capital mundial das criptomoedas&#8221;, acrescentou a porta-voz, sublinhando que as ações do Presidente e as da sua Administração &#8220;são levadas a cabo no interesse superior do povo americano&#8221;.</p>
<p>&#8220;Os chamados &#8216;jornalistas&#8217; que afirmam o contrário limitam-se a reciclar a mesma narrativa falaciosa que os democratas e os meios de comunicação tradicionais vêm repetindo há uma década&#8221;, criticou Kelly.</p>
<p>Os rendimentos da primeira-dama, Melania Trump, também constam da declaração financeira do marido. Incluem mais de 10 milhões de dólares por um documentário que lhe é dedicado, transmitido na Amazon, e mais de 500.000 dólares (438,21 mil euros) pelo livro &#8220;Melania&#8221;.</p>
<p>Além dos rendimentos provenientes da WLF e da sua criptomoeda, Donald Trump também ganhou vários milhões de dólares graças às ações de várias empresas cotadas em bolsa, ativas no setor das criptomoedas, como a plataforma de câmbio Coinbase.</p>
<p>A isto acrescentam-se os ganhos provenientes de produtos com a marca Trump, que vão desde vestuário a autocolantes para para-choques — e mais de 208.000 dólares (182,3 mil euros) provenientes de bíblias vendidas em parceria com o cantor country Lee Greenwood.</p>
<p>Os ativos de Donald Trump estão depositados num fundo fiduciário administrado pelo filho, Donald Jr. No entanto, os estatutos do fundo preveem que a entidade possa ser dissolvida a qualquer momento, o que significa que o bilionário poderá retomar o controlo do mesmo, logo no final do segundo mandato, em 2029.</p>
<p>O vice-presidente JD Vance também viu os rendimentos aumentarem significativamente desde que se tornou o número dois da Administração de Trump. Declarou direitos de autor no valor entre um milhão e cinco milhões de dólares (entre 880 mil e 4,38 milhões de euros) pelas suas memórias publicadas em 2016, &#8220;Hillbilly Elegy&#8221;.</p>
<p><em>(LUSA)</em></p>
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