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	<title>Economia Archives - Forbes Portugal</title>
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	<description>A revista de líderes e de empreendedores com maior impacto no mundo dos negócios.</description>
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	<title>Economia Archives - Forbes Portugal</title>
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		<title>Grandes contribuintes pagaram 28.000 M€ em impostos em 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Forbes Portugal Staff]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 07:16:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Impostos]]></category>
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		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A unidade especial do fisco que acompanha os maiores grupos económicos e pessoas com elevado património segue 5.704 grandes contribuintes, que em 2025 pagaram 28.000 milhões de euros em impostos, segundo um relatório do Governo. De acordo com relatório sobre o combate à fraude e evasão fiscais em 2025, entregue pelo Governo no parlamento, a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A unidade especial do fisco que acompanha os maiores grupos económicos e pessoas com elevado património segue 5.704 grandes contribuintes, que em 2025 pagaram 28.000 milhões de euros em impostos, segundo um relatório do Governo.</p>
<p class="text-paragraph">De acordo com relatório sobre o combate à fraude e evasão fiscais em 2025, entregue pelo Governo no parlamento, a Unidade dos Grandes Contribuintes (UGC) da Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) tinha na sua lista 4.008 contribuintes coletivos e 1.696 singulares.</p>
<p class="text-paragraph">Ao todo, a receita fiscal (não incluindo os impostos municipais) dos contribuintes acompanhados pela UGC “foi, no ano de 2025, de aproximadamente 28.000 milhões de euros, representando cerca de 42% do total da execução orçamental” desse ano, refere o documento.</p>
<p class="text-paragraph">Uma empresa é acompanhada centralmente pela UGC, em vez de o ser numa direção de Finanças regional (de Lisboa, Porto, Coimbra ou outras), em função de critérios definidos na lei.</p>
<p class="text-paragraph">À medida que os critérios foram alargados, o número de entidades acompanhadas cresceu.</p>
<p class="text-paragraph">O cadastro começou por incluir, em 2012, 868 entidades. Uma uma década depois, abrangia 3.367 contribuintes em 2023, registando 4.818 em 2024 e, agora, os 5.704 de 2025.</p>
<p class="text-paragraph">No caso dos singulares, os contribuintes são acompanhados pela UGC se tiverem rendimentos anuais superiores a 750 mil euros (o que se verificou com 579 pessoas em 2025), se tiverem um património mobiliário e imobiliário acima de cinco milhões de euros (454 casos), se alguém tiver manifestações de fortuna coincidentes com algum destes critérios (6 casos) ou se alguém tiver uma relação direta com empresas também consideradas grandes contribuintes (703 situações).</p>
<p class="text-paragraph">Como há pessoas que preenchem mais do que um critério, o número exato é de 1.696.</p>
<p class="text-paragraph">Do lado das empresas, o cadastro inclui bancos, seguradoras, empresas do setor energético, sociedades gestoras de participações sociais, fundos de investimento e organismos de investimento, entre outros.</p>
<p class="text-paragraph">O leque de entidades acompanhadas abrange as várias empresas de um mesmo grupo económico (por exemplo, a EDP e as suas subsidiárias, o grupo Sonae e todas as empresas da sua esfera societária).</p>
<p class="text-paragraph">Das 4.008 entidades coletivas listadas em 2025, destacam-se 947 organismos de investimento coletivo sob a supervisão da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), 342 entidades financeiras supervisionadas pelo Banco de Portugal, 266 fundos de pensões, 177 entidades não financeiras com um volume de negócios superior a 200 milhões de euros anuais e 106 entidades que fazem parte de grandes multinacionais que, pelas regras europeias, são obrigadas a entregar a declaração de informação financeira e fiscal por país.</p>
<p class="text-paragraph">No relatório, o Governo detalha que a UGC concluiu no ano passado 201 inspeções “de âmbito geral ou parcial”, controlos de reembolsos de IVA, controlo de singulares com elevada capacidade patrimonial, e inspeções a bancos e outras entidades financeiras.</p>
<p class="text-paragraph">Das inspeções realizadas, a UGC detetou correções de cerca de 642 milhões de euros de impostos “potencialmente em falta”, mais cerca de 35 milhões de euros de regularizações voluntárias noutras inspeções.</p>
<p class="text-paragraph">Das correções realizadas, as principais ocorreram com IVA, IRC e IMI, seguindo-se o IRS e o Imposto do Selo, refere o Governo no relatório.</p>
<p class="text-paragraph">Cerca de 206 milhões resultam de ajustamentos ao lucro das empresas no âmbito do regime dos preços de transferência (no âmbito de atividades com outros países).</p>
<p class="text-paragraph">Cerca de 125 milhões resultam da tributação de prédios em IMI à taxa agravada.</p>
<p class="text-paragraph">Cerca de dois milhões resultaram da aplicação, pelo fisco, da cláusula geral antiabuso para cobrar IRS a contribuintes singulares “que transmitiram gratuitamente para familiares valores mobiliários antes da sua alienação ou que interpuseram sociedades na obtenção de rendimentos”.</p>
<p class="text-paragraph">Em 2025, também foram concluídos “os atos de investigação criminal relativos a três processos de inquérito” que envolvem entidades seguidas pela UGC.</p>
<p><em>Lusa</em></p>
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		<title>10 números que definem o ano de 2026 até agora</title>
		<link>https://www.forbespt.com/10-numeros-que-definem-o-ano-de-2026-ate-agora/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Conor Murray]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Jul 2026 12:11:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>76,98 dólares É esse o valor que 100 dólares de janeiro de 2020 têm hoje, de acordo com o Gabinete de Estatísticas do Trabalho norte-americano. A inflação prolongada fez subir os preços da habitação, da energia e dos alimentos. Os desequilíbrios entre a oferta e a procura, iniciados pela pandemia e agravados pelas guerras na [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>76,98 dólares</h3>
<p>É esse o valor que 100 dólares de janeiro de 2020 têm hoje, de acordo com o Gabinete de Estatísticas do Trabalho norte-americano. A inflação prolongada fez subir os preços da habitação, da energia e dos alimentos. Os desequilíbrios entre a oferta e a procura, iniciados pela pandemia e agravados pelas guerras na Ucrânia e no Irão, juntamente com a estagnação dos salários, fizeram com que o dólar americano perdesse significativamente o seu poder de compra.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone wp-image-191073 size-full" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/0x0-5.webp" alt="" width="1440" height="1438" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/0x0-5.webp 1440w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/0x0-5-960x960.webp 960w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/0x0-5-150x150.webp 150w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/0x0-5-768x767.webp 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/0x0-5-60x60.webp 60w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/0x0-5-1200x1198.webp 1200w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/0x0-5-600x600.webp 600w" sizes="(max-width: 1440px) 100vw, 1440px" /></p>
<h3>2 meses de idade</h3>
<p>A idade do realizador Curry Baker quando &#8220;The Blair Witch Project&#8221;, que serviu de modelo para o seu sucesso de bilheteira de orçamento ultrabaixo de 2026, &#8220;Obsession&#8221;, terminou a sua exibição nos cinemas em novembro de 1999. &#8220;Blair Witch&#8221; acabou por arrecadar 249 milhões de dólares em todo o mundo com um orçamento estimado em 35 mil dólares, tornando-se um dos filmes mais rentáveis de sempre. O filme de Baker teve um percurso assustadoramente semelhante: desde que chegou aos cinemas em maio, &#8220;Obsession&#8221; arrecadou 332 milhões de dólares em todo o mundo com um orçamento de 750 mil dólares.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-191075 size-full" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/Curry-Barker.webp" alt="" width="1440" height="960" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/Curry-Barker.webp 1440w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/Curry-Barker-960x640.webp 960w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/Curry-Barker-768x512.webp 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/Curry-Barker-1200x800.webp 1200w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/Curry-Barker-600x400.webp 600w" sizes="(max-width: 1440px) 100vw, 1440px" /></p>
<h3>3 milhões</h3>
<p>A média aproximada de audiência (entre downloads e visualizações) de um episódio de &#8220;The Joe Rogan Experience&#8221; em 2026 até ao momento, de acordo com dados da Podscribe, que agora ultrapassa ligeiramente a audiência média noturna em horário nobre da Fox News na televisão por cabo. A Nielsen revela que a Fox News, a rede de notícias por cabo que há muito domina o mercado, atinge cerca de 2,5 milhões de telespetadores por cabo. Rogan é o podcaster mais popular do mundo desde 2020, e o crescimento dos podcasts (e vodcasts) tem vindo a substituir cada vez mais os meios de comunicação tradicionais como fonte de notícias, muitas vezes extremamente partidários e pouco fiáveis (Rogan, um apoiante de Trump e frequentemente cético, também é conhecido por promover teorias da conspiração). Um estudo do Pew Research Center publicado em setembro revelou que 32% dos inquiridos afirmaram obter notícias através de podcasts, quer ocasionalmente quer com frequência, o que representa um aumento de 45% em relação a 2020. Ao mesmo tempo, a audiência dos canais de notícias por cabo, uma fonte tradicionalmente dominante de notícias e opinião, diminui ano após ano, à medida que as assinaturas de cabo são canceladas e o streaming ganha predominância.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-191076 size-full" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/0x0-6.webp" alt="" width="1440" height="960" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/0x0-6.webp 1440w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/0x0-6-960x640.webp 960w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/0x0-6-768x512.webp 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/0x0-6-1200x800.webp 1200w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/0x0-6-600x400.webp 600w" sizes="(max-width: 1440px) 100vw, 1440px" /></p>
<h3>75</h3>
<p>Foi esse o número de projetos de centros de dados que foram bloqueados (26) ou adiados (49) no primeiro trimestre de 2026 devido à oposição local, de acordo com o relatório mais recente da Data Center Watch. Aproximadamente o mesmo número registado em todo o ano de 2025. Estes projetos, com um valor estimado de 130 mil milhões de dólares e que requerem mais de 10 mil acres, enfrentam uma oposição NIMBY (Not In My Back Yard, &#8220;Não no meu quintal&#8221;) cada vez maior, com os cidadãos preocupados com o aumento dos custos dos serviços públicos, o desvio de recursos hídricos e a escassez de investimento na comunidade. Um especialista em energia dos EUA afirmou recentemente à Forbes que a oposição à IA poderia ser &#8220;a maior crise política que se avizinha neste país&#8221;. E os protestos crescentes contra os centros de dados podem ser apenas o começo.</p>
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<h3>16 mil</h3>
<p>É esse o número de empresas que se encontram &#8220;encalhadas&#8221; (presas num limbo há mais de quatro anos) no meio da crise do capital de investimento, de acordo com um relatório da McKinsey &amp; Company de junho de 2026. Anos de taxas de juro elevadas, mercados de OPI fracos e condições económicas incertas deixaram as sociedades de capital de risco com um número recorde de empresas que não conseguem vender a preços suficientemente atrativos para satisfazer os investidores abastados (mas também os fundos de pensões e os fundos de dotação universitários) que pretendem continuar à espera, na esperança de obter retornos razoáveis. Com tanto dinheiro retido em investimentos não vendidos, a angariação de fundos para novas empresas abrandou significativamente.</p>
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<h3>8500 dólares</h3>
<p>Crise de capacidade financeira? Quando a &#8220;it bag&#8221; de 2026 — a Chanel Maxi Flapbag em preto, da primeira coleção do designer Matthieu Blazy — foi lançada, esgotou quase instantaneamente. Dua Lipa, Margot Robbie, Hailey Bieber e Jennie, das BlackPink, ajudaram a consolidar o estatuto da mala e, embora também esteja disponível em camurça castanha-clara (8500 dólares) e couro bordô (9300 dólares), o preto é, de longe, a cor imprescindível para a classe de elite, a quem não incomoda o aumento de 40% no preço do tomate.</p>
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<h3>1,79%</h3>
<p>Embora o número de deportações nos EUA tenha disparado em 2026 — um aumento de 25% em relação ao mesmo período do ano passado —, o número efetivo de casos que visam alegados criminosos é inferior a 2%. A administração de Trump afirmou que as suas medidas agressivas em matéria de imigração dão prioridade à deportação dos &#8220;piores dos piores&#8221;, mas dados da Universidade de Syracuse revelam que apenas cerca de 6500 dos 360 658 novos processos de deportação apresentados nos tribunais até maio deste ano visavam criminosos. E das 60 311 pessoas detidas em abril, mais de 70% dos detidos não tinham condenações criminais e muitos tinham cometido infrações menores, como infrações de trânsito, de acordo com os dados de Syracuse.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-191081 size-full" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/0x0-10.webp" alt="" width="1440" height="960" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/0x0-10.webp 1440w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/0x0-10-960x640.webp 960w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/0x0-10-768x512.webp 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/0x0-10-1200x800.webp 1200w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/0x0-10-600x400.webp 600w" sizes="auto, (max-width: 1440px) 100vw, 1440px" /></p>
<h3>201 dólares</h3>
<p>Este é o aumento mensal do seguro de habitação para o americano médio, de acordo com o relatório &#8220;State of the Nation’s Housing&#8221; da Universidade de Harvard. Trata-se de um aumento de 72% em seis anos e, para os proprietários em áreas suscetíveis a catástrofes naturais, como a Flórida, os prémios subiram ainda mais. É apenas um exemplo menos divulgado de como muitos americanos têm sido duramente afetados pelo aumento dos custos da habitação. Ao longo do mesmo período de seis anos, os impostos sobre a propriedade aumentaram 31% e as rendas subiram 29%. A crise de acessibilidade que persiste fez com que a procura por habitações descesse drasticamente: com os preços das habitações 54% mais elevados do que em 2020, as vendas de habitações têm-se mantido num mínimo de três décadas desde 2023.</p>
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<h3>1300 dólares</h3>
<p>Esse é o custo de um chip de memória comum fabricado pela Micron, um aumento de 271,43% apenas no último ano, segundo informou a empresa de serviços de cadeia de abastecimento Circular Technology ao Wall Street Journal, uma vez que a crescente procura por parte dos centros de dados de IA tem desviado a oferta destinada aos produtos de consumo. Em comparação com o ano anterior, o custo deste produto de memória subiu 366% desde maio de 2025, afirma a TrendForce. Isso provocou aumentos de preços em todo o hardware topo de gama, com a Apple a aumentar os preços dos produtos MacBook e iPad, sendo o MacBook Pro de 1T o que sofreu o aumento mais acentuado — subindo 300 dólares para 1999 dólares. Também afetou fortemente os jogadores: a Microsoft e a Sony aumentaram os preços dos seus produtos emblemáticos Xbox e PlayStation duas vezes ao longo do último ano.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-191083 size-full" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/0x0-12.webp" alt="" width="1440" height="1440" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/0x0-12.webp 1440w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/0x0-12-960x960.webp 960w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/0x0-12-150x150.webp 150w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/0x0-12-768x768.webp 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/0x0-12-60x60.webp 60w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/0x0-12-1200x1200.webp 1200w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/0x0-12-600x600.webp 600w" sizes="auto, (max-width: 1440px) 100vw, 1440px" /></p>
<h3>1,49 milhões</h3>
<p>É esse o número de visualizações do perfil do jornalista desportivo italiano Fabrizio Romano no X, o que faz dele, de longe, o utilizador mais popular da plataforma em junho — o único mês deste ano em que alguém que não fosse o proprietário do X, Elon Musk, ocupou esse primeiro lugar, de acordo com a Similarweb. A popularidade de Romano deve-se, naturalmente, ao fervor global em torno do Mundial. Mas reflete também o domínio absoluto de Musk sobre a sua plataforma social, onde tem sido acusado de silenciar críticos enquanto promove intensamente as suas próprias publicações, que muitas vezes surgem a um ritmo semelhante ao de Trump — com uma média de mais de 100 publicações por dia, de acordo com uma análise da France 24 às suas publicações —, embora muitas delas sejam respostas superficiais como &#8220;Verdade&#8221; ou &#8220;Sim&#8221;. Além disso, Musk divulga frequentemente teorias da conspiração: uma análise do Washington Post realizada em abril revelou que Musk fez repetidas alegações de que os brancos estão sob ameaça de discriminação ou de &#8220;genocídio&#8221;.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-191084 size-full" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/0x0-13.webp" alt="" width="1440" height="1439" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/0x0-13.webp 1440w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/0x0-13-960x960.webp 960w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/0x0-13-150x150.webp 150w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/0x0-13-768x767.webp 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/0x0-13-60x60.webp 60w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/0x0-13-1200x1200.webp 1200w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/0x0-13-600x600.webp 600w" sizes="auto, (max-width: 1440px) 100vw, 1440px" /></p>
<p><strong><em>Texto original <a href="https://www.forbes.com/sites/kerrylauerman/2026/07/03/10-numbers-that-define-2026-so-far/">aqui</a>. Artigo traduzido e editado por <a href="https://www.forbespt.com/author/ritameireles/">Rita Meireles</a>.</em></strong></p>
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		<title>Casas de luxo com piscina tornam-se mais raras em Portugal e valem até 25% mais em Lisboa</title>
		<link>https://www.forbespt.com/casas-de-luxo-com-piscina-tornam-se-mais-raras-em-portugal-e-valem-ate-25-mais-em-lisboa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo Marmé]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 08:42:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Imobiliário]]></category>
		<category><![CDATA[Luxo]]></category>
		<category><![CDATA[negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As piscinas estão a consolidar-se como um dos elementos mais valorizados no mercado imobiliário premium em Portugal, numa altura em que a oferta destas propriedades continua a diminuir. Uma análise divulgada pelo idealista/data mostra que o número de casas de luxo à venda com piscina caiu 10% no último ano, existindo atualmente menos de 2.500 [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-start="379" data-end="564">As piscinas estão a consolidar-se como um dos elementos mais valorizados no mercado imobiliário premium em Portugal, numa altura em que a oferta destas propriedades continua a diminuir.</p>
<p data-start="566" data-end="798">Uma análise divulgada pelo idealista/data mostra que o número de casas de luxo à venda com piscina caiu 10% no último ano, existindo atualmente menos de 2.500 imóveis residenciais premium com esta característica no mercado nacional.</p>
<p data-start="800" data-end="1068">A escassez está, por isso, a reforçar o posicionamento destas propriedades no segmento de luxo. Segundo os dados referentes ao trimestre terminado em maio de 2026, as casas premium com piscina apresentam um prémio médio de 11% face a imóveis equivalentes sem esta infraestrutura.</p>
<p data-start="1070" data-end="1338">“No segmento alto residencial, a piscina deixou de ser um mero extra”, refere a análise do idealista/data, sublinhando que os compradores de luxo valorizam cada vez mais a integração entre espaços interiores e exteriores, sobretudo em contextos de lazer e privacidade.</p>
<h3 data-section-id="1b18p8r" data-start="1340" data-end="1394">Lisboa, Faro e Porto concentram quase 90% da oferta</h3>
<p data-start="1396" data-end="1452">A distribuição da oferta continua altamente concentrada. Lisboa, Faro e Porto representam, em conjunto, 87% das casas de luxo com piscina disponíveis em Portugal.</p>
<p data-start="1561" data-end="1706">Só o distrito de Lisboa concentra mais de 1.300 imóveis deste tipo, seguido de Faro, com cerca de 500, e do Porto, com menos de 300 propriedades.</p>
<p data-start="1708" data-end="1834">Segundo o idealista/data, a oferta recuou sobretudo em Lisboa, onde caiu 17% num ano, além da Madeira (-27%) e do Porto (-3%).</p>
<p data-start="1836" data-end="1992">Em sentido contrário, Setúbal registou um crescimento superior a 100% da oferta de casas premium com piscina, enquanto Faro permaneceu praticamente estável.</p>
<h3 data-section-id="19dnoah" data-start="1994" data-end="2041">Piscina continua a valorizar imóveis de luxo</h3>
<p data-start="2043" data-end="2177">Apesar da redução da oferta, o preço mediano das casas premium com piscina caiu 3% no último ano, fixando-se em 1,55 milhões de euros.</p>
<p data-start="2179" data-end="2416">Ainda assim, o preço por metro quadrado aumentou 2%, atingindo 7.535 euros por metro quadrado, sugerindo que os compradores estão a pagar mais por imóveis de menor dimensão, mas com maior exclusividade e componentes de lazer valorizadas.</p>
<p><iframe id="datawrapper-chart-niyvQ" style="width: 0; min-width: 100% !important; border: none;" title="Casas de luxo à venda em Portugal com e sem piscina" src="https://datawrapper.dwcdn.net/niyvQ/2/" height="301" frameborder="0" scrolling="no" aria-label="Table" data-external="1"></iframe><script type="text/javascript">(function(){function e(){window.addEventListener(`message`,function(e){if(e.data[`datawrapper-height`]!==void 0){var t=document.querySelectorAll(`iframe`);for(var n in e.data[`datawrapper-height`])for(var r=0,i;i=t[r];r++)if(i.contentWindow===e.source){var a=e.data[`datawrapper-height`][n]+`px`;i.style.height=a}}})}e()})();</script></p>
<p data-start="2418" data-end="2489">A valorização proporcionada pela piscina varia consoante a localização. Em Lisboa, as casas de luxo com piscina custam, em média, mais 25% do que imóveis equivalentes sem este elemento exterior. No Porto e em Setúbal, o diferencial ronda os 9%, enquanto na Madeira a diferença é de 3%.</p>
<p data-start="2707" data-end="2942">Aveiro surge como exceção: as casas de luxo com piscina apresentam preços 21% inferiores aos imóveis sem piscina, algo que o idealista/data atribui à existência de outros fatores de valorização nas propriedades sem esta infraestrutura.</p>
<p><iframe id="datawrapper-chart-GtLFb" style="width: 0; min-width: 100% !important; border: none;" title="Preço das casas de luxo à venda com piscina" src="https://datawrapper.dwcdn.net/GtLFb/1/" height="359" frameborder="0" scrolling="no" aria-label="Table" data-external="1"></iframe><script type="text/javascript">(function(){function e(){window.addEventListener(`message`,function(e){if(e.data[`datawrapper-height`]!==void 0){var t=document.querySelectorAll(`iframe`);for(var n in e.data[`datawrapper-height`])for(var r=0,i;i=t[r];r++)if(i.contentWindow===e.source){var a=e.data[`datawrapper-height`][n]+`px`;i.style.height=a}}})}e()})();</script></p>
<h3 data-section-id="fgwzd8" data-start="2944" data-end="3001">Mercado premium mantém foco na experiência residencial</h3>
<p data-start="3003" data-end="3153">A análise sugere que o mercado de luxo está cada vez mais orientado para a experiência habitacional e para a criação de espaços privados de bem-estar. Piscina, jardim e áreas exteriores assumem um peso crescente na decisão de compra, particularmente entre clientes internacionais e compradores de segunda habitação.</p>
<p data-start="3321" data-end="3465">Lisboa continua a liderar também em preços absolutos, com as casas premium com piscina a apresentarem um preço mediano de 1,76 milhões de euros.</p>
<p data-start="3467" data-end="3657" data-is-last-node="" data-is-only-node="">Seguem-se Porto, com 1,525 milhões de euros, e Madeira, com 1,5 milhões. As propriedades mais acessíveis deste segmento localizam-se em Aveiro, com um valor mediano de 1,15 milhões de euros.</p>
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		<title>Tensões externas elevam risco de recessão na zona euro em 2027</title>
		<link>https://www.forbespt.com/tensoes-externas-elevam-risco-de-recessao-na-zona-euro-em-2027/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forbes Portugal Staff]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 11:09:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Mecanismo Europeu de Estabilidade (MEE) alertou hoje para o risco de recessão e subida da inflação na zona euro em 2027 num cenário de agravamento das tensões no Médio Oriente e de turbulência financeira nos Estados Unidos. “Num cenário adverso com tensões geopolíticas prolongadas e uma forte reavaliação dos ativos dos Estados Unidos, a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Mecanismo Europeu de Estabilidade (MEE) alertou hoje para o risco de recessão e subida da inflação na zona euro em 2027 num cenário de agravamento das tensões no Médio Oriente e de turbulência financeira nos Estados Unidos.</p>
<p class="text-paragraph">“Num cenário adverso com tensões geopolíticas prolongadas e uma forte reavaliação dos ativos dos Estados Unidos, a zona euro aproxima-se de uma recessão enquanto as pressões inflacionistas se intensificam”, indica o MEE no seu mais recente relatório hoje publicado, ao qual a agência Lusa teve acesso.</p>
<p class="text-paragraph">Intitulado de “Observatório da estabilidade da zona euro 2026: choques globais, defesas internas, uma resiliência sob pressão”, o mecanismo refere que, num cenário adverso de tensões geopolíticas prolongadas que elevam os preços da energia e de contágio de uma forte correção nos mercados financeiros dos Estados Unidos, a área da moeda única entraria numa fase de forte desaceleração económica, culminando numa recessão em 2027.</p>
<p class="text-paragraph">Em concreto, de acordo com a análise publicada no relatório, o crescimento do Produto Interno (PIB) do euro abrandaria para 0,6% em 2026 e cairia para -0,4% em 2027.</p>
<p class="text-paragraph">“O choque geopolítico domina em 2026, penalizando o consumo e o investimento. Em 2027, o impacto da reavaliação dos ativos dos EUA e os efeitos de segunda ordem agravam a desaceleração, à medida que condições financeiras mais restritivas e maiores pressões sobre os custos das empresas se transmitem de forma mais intensa à economia real”, é equacionado.</p>
<p class="text-paragraph">Acresce que as exportações seriam as mais penalizadas, ficando quase 7% abaixo do esperado devido ao enfraquecimento da procura mundial, e o investimento recuaria cerca de 4,5%, com as empresas a adiarem projetos perante a incerteza, segundo a análise incluída no relatório.</p>
<p class="text-paragraph">O consumo das famílias também diminuiria, embora de forma mais moderada, porque os salários não compensariam a perda de poder de compra.</p>
<p class="text-paragraph">Ao mesmo tempo, a inflação aceleraria para 3,7% em 2026 e 3,4% em 2027, inicialmente devido aos preços da energia e, mais tarde, devido ao aumento dos custos na economia e dos salários, tornando o choque inflacionista “mais persistente e prejudicando ainda mais o crescimento”.</p>
<p class="text-paragraph">Este cenário analisado pelo MEE parte do pressuposto de que a política monetária não reage ao aumento da inflação.</p>
<p class="text-paragraph">O documento surge numa altura em que se mantém uma trégua frágil no conflito entre Israel e o Irão, após os ataques norte-americanos a instalações nucleares iranianas e a posterior retaliação de Teerão, num contexto de persistente instabilidade no Médio Oriente.</p>
<p class="text-paragraph">O MEE alerta que uma eventual nova escalada das tensões na região, conjugada com uma correção abrupta dos mercados financeiros norte-americanos, constitui um dos principais riscos para a economia da zona euro, podendo ter impactos significativos no crescimento, na inflação e nas finanças públicas.</p>
<p class="text-paragraph">“O impacto orçamental de curto prazo do cenário adverso considerado parece contido, mas a dinâmica da dívida no médio prazo coloca praticamente todos os países da zona euro em trajetórias ascendentes de endividamento, exigindo uma disciplina orçamental sustentada durante um período prolongado”, argumenta o MEE, recordando o elevado endividamento público, o aumento dos encargos com juros e as crescentes pressões estruturais sobre a despesa pública, que “limitam a capacidade de amortecer novos choques”.</p>
<p class="text-paragraph">O fundo de resgate da zona euro apela, por isso, à estabilidade financeira e a uma “perspetiva orçamental credível”, pedindo que os países evitem “medidas de caráter generalizado”, nomeadamente na energia.</p>
<p class="text-paragraph">O Mecanismo Europeu de Estabilidade, criado em 2012, é o fundo permanente de resgate da zona euro, apoiando países com dificuldades financeiras.</p>
<p class="text-paragraph">A zona euro é o conjunto de países da União Europeia que usam o euro como moeda oficial, atualmente com 21 Estados-membros, sob gestão do Banco Central Europeu.</p>
<p><em>Lusa</em></p>
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		<title>Dependência da Europa dos EUA é a mais perigosa e arriscada, diz analista</title>
		<link>https://www.forbespt.com/dependencia-da-europa-dos-eua-e-a-mais-perigosa-e-arriscada-diz-analista/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forbes Portugal Staff]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 09:01:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Comércio]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[negócios]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O jornalista Dave Keating, norte-americano por nascimento e europeu por escolha, afirmou hoje que a dependência da Europa dos EUA é a mais perigosa e arriscada atualmente e apontou a má cobertura dos assuntos da União Europeia. David Keating, que vive em Bruxelas, falava no seminário Connecting UE, organizado pelo Comité Económico e Social Europeu [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O jornalista Dave Keating, norte-americano por nascimento e europeu por escolha, afirmou hoje que a dependência da Europa dos EUA é a mais perigosa e arriscada atualmente e apontou a má cobertura dos assuntos da União Europeia.</p>
<p class="text-paragraph">David Keating, que vive em Bruxelas, falava no seminário Connecting UE, organizado pelo Comité Económico e Social Europeu [European Economic and Social Committee (EESC)], sob o tema &#8220;Em defesa dos valores europeus: o poder da sociedade civil&#8221; [In defence of european values: The power of civil society], que decorre até terça-feira na Universidade de Sófia.</p>
<p class="text-paragraph">No início da sua intervenção, o analista político e autor do livro &#8220;The Owned Continent&#8221; referiu que muitos europeus desconhecem o quanto a Europa é dependente de potências estrangeiras, nomeadamente de uma em particular.</p>
<p class="text-paragraph">&#8220;Ao longo dos anos, a Europa tornou-se cada vez mais dependente dos EUA e da China e tem tido dificuldade em se livrar de uma dependência persistente em relação à Rússia&#8221;.</p>
<p class="text-paragraph">Contudo, &#8220;dessas três, apenas uma mantém tropas&#8221; no território da União Europeia e &#8220;apenas uma controla a infraestrutura económica deste continente&#8221;, prosseguiu.</p>
<p class="text-paragraph">Os EUA dominam a infraestrutura digital, com suas &#8216;big tech&#8217; que operam nas áreas de &#8216;cloud computing&#8217;, redes sociais, modelos inteligência artificial (IA) e até sistemas de processamento de pagamentos.</p>
<p class="text-paragraph">&#8220;E apenas uma domina os nossos ecrãs de televisão [&#8230;], as nossas revistas e nossas salas de cinema&#8221; e é essa dependência dos EUA constitui o tema do seu livro.</p>
<p class="text-paragraph">Dave Keating, que sublinhou ser um emigrante, explicou que se concentrou especificamente na dependência dos EUA &#8220;porque essa dependência é a mais perigosa e arriscada que a Europa tem hoje&#8221;.</p>
<p class="text-paragraph">Por exemplo, a guerra das tarifas. Ou se Donald Trump decidisse desligar o acesso às infraestruturas de &#8216;cloud&#8217;, isso teria um impacto económico na Europa.</p>
<p class="text-paragraph">Referiu ainda que a presidente da Comissão Europeia e os líderes europeus falam muito sobre o problema das dependências da Europa, mas &#8220;em termos vagos&#8221;. Contudo, é capaz de nomear duas ameaças, a Rússia e a China.</p>
<p class="text-paragraph">&#8220;A terceira dependência — que é de magnitude maior e mais arriscada — é aquela cujo nome não se ousa pronunciar&#8221;, apontou, aludindo aos EUA.</p>
<p class="text-paragraph">Dave Keating referiu ainda que os europeus &#8220;sabem mais&#8221; sobre o que se passa nos EUA e na política norte-americana do que na União Europeia.</p>
<p class="text-paragraph">Deu o exemplo das notícias nos media europeus, que dão notícias nacionais e dos EUA.</p>
<p class="text-paragraph">Se as instituições, os media &#8220;não ensinam como a UE funciona como podemos pedir&#8221; que votem nas eleições europeias, questionou Dave Keating, referindo que há uma má cobertura do que acontece na União Europeia.</p>
<p><em>Lusa</em></p>
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		<title>Governo aumenta desconto do ISP sobre gasóleo e gasolina para 30,34 e 35,13 euros por mil litros</title>
		<link>https://www.forbespt.com/governo-aumenta-desconto-do-isp-sobre-gasoleo-e-gasolina-para-3034-e-3513-euros-por-mil-litros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forbes Portugal Staff]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 10:12:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Combustíveis]]></category>
		<category><![CDATA[gasóleo]]></category>
		<category><![CDATA[Gasolina]]></category>
		<category><![CDATA[Imposto]]></category>
		<category><![CDATA[petróleo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Governo aumentou o desconto extraordinário do ISP ao gasóleo rodoviário e à gasolina sem chumbo para, respetivamente, 30,34 e 35,13 euros por 1.000 litros, foi ontem anunciado. Face ao impacto da guerra no Médio Oriente, o executivo decidiu proceder a um desconto extraordinário e temporário do ISP (Imposto sobre os Produtos Petrolíferos e Energéticos), [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Governo aumentou o desconto extraordinário do ISP ao gasóleo rodoviário e à gasolina sem chumbo para, respetivamente, 30,34 e 35,13 euros por 1.000 litros, foi ontem anunciado. Face ao impacto da guerra no Médio Oriente, o executivo decidiu proceder a um desconto extraordinário e temporário do ISP (Imposto sobre os Produtos Petrolíferos e Energéticos), que corresponde a devolução da receita fiscal adicional de IVA (Imposto sobre o Valor Acrescentado), através de uma redução temporária das taxas do ISP.</p>
<p class="text-paragraph">Esta ajuda aplica-se quando o aumento do preço exceda, face à semana de 02 a 06 de março, o valor de 10 cêntimos na gasolina sem chumbo e no gasóleo rodoviário. “Face à perspetiva de que na próxima semana se irá registar uma subida dos preços do gasóleo rodoviário e da gasolina sem chumbo, o Governo decidiu aumentar o desconto extraordinário e temporário do ISP em vigor”, lê-se numa portaria ontem publicada em Diário da República.</p>
<p class="text-paragraph">Os descontos são assim de 30,34 euros e de 35,13 euros por 1.000 litros para, respetivamente, o gasóleo rodoviário e a gasolina sem chumbo. De acordo com o mesmo diploma, a taxa do ISP, no continente, aplicável à gasolina com teor de chumbo igual ou inferior a 0,013 gramas por litro, classificada pelos códigos NC 2710 12 41 a 2710 12 49, é fixada no valor de 462,39 euros por 1.000 litros. Conforme indicou, esta taxa integra a consignação de serviço rodoviário no valor de 87 euros por 1.000 litros.</p>
<p class="text-paragraph">Já no caso do gasóleo, com os códigos NC 2710 19 42 a 2710 19 48 e 2710 20 11 a 2710 20 19, a taxa é fixada em 331,26 euros por 1.000 litros. Neste caso, a taxa integra a consignação de serviço rodoviário no valor de 111 euros por 1.000 litros. A portaria, assinada pela ministra do Ambiente, Maria da Graça Carvalho, e pela secretária de Estado dos Assuntos Fiscais, Cláudia Carvalho, entra em vigor na segunda-feira.</p>
<p><strong>(Lusa) </strong></p>
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		<title>Governo divulga resolução que cria os certificados do tesouro Série 5</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Forbes Portugal Staff]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 09:08:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Aforro]]></category>
		<category><![CDATA[capital]]></category>
		<category><![CDATA[Certificados do Tesouro]]></category>
		<category><![CDATA[Investidores]]></category>
		<category><![CDATA[Poupança]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Conselho de Ministros divulgou ontem a resolução que cria os certificados do tesouro Série 5, que pretendem &#8220;impulsionar o acesso a instrumentos de dívida pública com taxa fixa garantida, sem risco de perda de capital&#8221;. Dirigido a aforradores particulares com menor necessidade de liquidez e com uma maturidade de 10 anos, sem prejuízo da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Conselho de Ministros divulgou ontem a resolução que cria os certificados do tesouro Série 5, que pretendem &#8220;impulsionar o acesso a instrumentos de dívida pública com taxa fixa garantida, sem risco de perda de capital&#8221;. Dirigido a aforradores particulares com menor necessidade de liquidez e com uma maturidade de 10 anos, sem prejuízo da possibilidade de resgate antecipado após o primeiro ano, caracteriza-se pela aplicação de uma taxa de juro fixa, que cresce com o período de permanência, detalha-se no texto.</p>
<p class="text-paragraph">Cada unidade tem o valor nominal de um euro e a subscrição pode ser feita a partir de um mínimo de mil e até um máximo de um milhão de unidades. A taxa de juro do primeiro ano é de 2,35%, subindo para 2,45% no segundo e terceiro, para 2,65% no quarto e quinto, para 2,75% no sexto e sétimo, para 2,85% no oitavo e novo e, por fim, para 3,35% no décimo e último.</p>
<p class="text-paragraph">A resolução adianta que a Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública &#8211; IGCP regula a emissão, a subscrição, a transmissão e o reembolso dos títulos. Mais se adianta que os juros estão sujeitos a IRS e os títulos isentos do imposto de selo, desde que revertam a favor de herdeiros legitimários. Por fim, o capital investido está garantido na sua totalidade.</p>
<p class="text-paragraph">Com esta nova oferta, que complementa a dos certificados de aforro Série F, deixam de ser disponibilizados os Certificados do Tesouro Poupança Valor.</p>
<p><strong>(Lusa) </strong></p>
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		<title>Estudo revela que excedente de vinho equivale a três anos de consumo global</title>
		<link>https://www.forbespt.com/estudo-revela-que-excedente-de-vinho-equivale-a-tres-anos-de-consumo-global/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forbes Portugal Staff]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 07:43:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Bebidas]]></category>
		<category><![CDATA[Investigação]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado global]]></category>
		<category><![CDATA[Vinho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O vinho perdeu peso estrutural no mercado global, com a produção a superar o consumo, sendo o excedente equivalente a três anos de consumo, revelou um estudo do Instituto Superior Miguel Torga (ISMT), em Coimbra. “Entre 2000 e 2023, esta assimetria acumulou um excedente global de 717 milhões de hectolitros nas caves de todo o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O vinho perdeu peso estrutural no mercado global, com a produção a superar o consumo, sendo o excedente equivalente a três anos de consumo, revelou um estudo do Instituto Superior Miguel Torga (ISMT), em Coimbra. “Entre 2000 e 2023, esta assimetria acumulou um excedente global de 717 milhões de hectolitros nas caves de todo o mundo, um volume equivalente a mais de três anos de consumo global à espera de escoamento”, afirmou a docente e investigadora do ISMT Maria Cunha.</p>
<p class="text-paragraph">Segundo a investigação realizada por investigadores do ISMT e de duas universidades da Ucrânia, que a agência Lusa consultou, o vinho representa hoje 12,5% do consumo mundial, quando em 1960 superava os 30%. Maria Cunha sublinhou que o desfasamento estrutural “reflete a inércia da oferta”, já que, desde 2018, o consumo mundial caiu a uma média anual de 1,75% e a produção recuou 0,3%.</p>
<blockquote>
<p class="text-paragraph"><strong>“O setor continuou a produzir a ritmos que o mercado já não consegue absorver”, referiu Maria Cunha, docente e investigadora do ISMT. </strong></p>
</blockquote>
<p class="text-paragraph">O estudo analisou a evolução da produção, consumo e importações de vinho em 27 países responsáveis por cerca de 86% do consumo mundial e 80% das importações globais do setor. Os investigadores dividiram os mercados em dois grandes grupos – os países produtores autossuficientes e países dependentes de importações &#8211; para avaliar de que forma a quebra da procura internacional está a alterar o equilíbrio económico do mercado vitivinícola mundial, entre 2000 e 2023.</p>
<p class="text-paragraph">De acordo com a investigadora, “o grande risco atual é o setor ter ficado excessivamente dependente de um grupo de países importadores”, como Estados Unidos, Reino Unido ou Alemanha, que concentra 45% do consumo mundial, 66% do volume global e 68% do valor financeiro do comércio internacional do vinho. A investigação destacou o caso do mercado chinês, que registou, entre 2017 e 2023, uma queda no consumo de 19,3 para 6,8 milhões de hectolitros, associada “à dificuldade de consolidar hábitos regulares de consumo num mercado onde o vinho representa apenas cerca de 03% do álcool total consumido”.</p>
<p class="text-paragraph">Mesmo que a China tivesse mantido os ritmos de crescimento registados entre 2005 e 2017, já não seria suficiente para inverter a tendência global de quebra do consumo e das importações, concluiu a análise. A pressão do mercado global começou já a produzir consequências nos principais produtores, tendo a França aprovado o arranque de cerca de 04% da área vitícola para reduzir o excesso estrutural da oferta.</p>
<blockquote>
<p class="text-paragraph"><strong>Maria Cunha alertou que Portugal integra o grupo mais exposto ao abrandamento da procura internacional, já que os países produtores autossuficientes concentram 78% da produção mundial, mas absorvem apenas 40% do consumo global.</strong></p>
</blockquote>
<p class="text-paragraph">O estudo apontou para a continuidade da tendência até 2030, com os autores a estimarem que, caso o comportamento do mercado se mantenha, o consumo possa cair para níveis próximos dos 186,5 milhões de hectolitros, enquanto os países produtores continuarão sob pressão para reduzir excedentes e reposicionar o setor. “O setor terá de adaptar-se a um mercado mais seletivo, menos orientado para volume e cada vez mais dependente da diferenciação e do valor acrescentado que cada marca consiga associar aos seus vinhos”, referiu.</p>
<p class="text-paragraph">Maria Cunha afirmou que o “limite do comércio mundial de vinho deixou de estar nas tarifas ou nas barreiras comerciais e passou a estar na própria procura”. Sublinhou ainda que a estratégia de crescimento baseada apenas em preço, volume e expansão contínua das exportações tornou-se cada vez mais difícil de sustentar, transformando a aposta em segmentos de maior valor acrescentado num mecanismo de sobrevivência estrutural para muitos produtores dependentes da exportação.</p>
<p class="text-paragraph">O estudo “Wine Import in the Context of Transforming Global Consumption” foi desenvolvido por investigadores do ISMT, da Oles Honchar Dnipro National University e da Odesa Polytechnic National University, da Ucrânia.</p>
<p><strong>(Lusa)</strong></p>
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		<title>Preço do gasóleo subiu 30% e o da gasolina 19% em maio face a 2025</title>
		<link>https://www.forbespt.com/preco-do-gasoleo-subiu-30-e-o-da-gasolina-19-em-maio-face-a-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forbes Portugal Staff]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 16:16:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Combustíveis]]></category>
		<category><![CDATA[gasóleo]]></category>
		<category><![CDATA[Gasolina]]></category>
		<category><![CDATA[petróleo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O preço do gasóleo subiu 30,3% em maio face ao período homólogo de 2025 e o da gasolina 95 avançou 19,3%, num mês em que a cotação média do Brent avançou 60,3%, segundo a DGEG. De acordo com as Estatísticas Rápidas dos Combustíveis Fósseis, publicadas pela Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG), o preço médio [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O preço do gasóleo subiu 30,3% em maio face ao período homólogo de 2025 e o da gasolina 95 avançou 19,3%, num mês em que a cotação média do Brent avançou 60,3%, segundo a DGEG. De acordo com as Estatísticas Rápidas dos Combustíveis Fósseis, publicadas pela Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG), o preço médio de venda ao público do gasóleo rodoviário fixou-se em 1,977 euros por litro em maio, contra 1,517 euros no mesmo mês do ano passado. No entanto, na comparação com abril, registou uma descida face aos 2.038 euros registados no mês anterior.</p>
<p class="text-paragraph">Já a gasolina 95 registou um preço médio de 2,000 euros por litro, acima dos 1,677 euros observados em maio de 2025 e dos 1,919 euros do mês passado. O relatório indica ainda que, relativamente ao mês anterior, os preços dos combustíveis rodoviários variaram entre uma descida de 3,3% no GPL auto e uma subida de 4,2% na gasolina.</p>
<p class="text-paragraph">Sem taxas, os preços médios do gasóleo rodoviário e da gasolina aumentaram 55,9% e 40,5%, respetivamente, em maio face ao mesmo mês de 2025. Segundo a DGEG, a cotação média mensal do Brent, em euros por barril, passou de 57,15 euros em maio de 2025 para 91,59 euros em maio deste ano. Os dados mostram ainda que o consumo global dos combustíveis rodoviários aumentou 1,6% no ano móvel terminado em maio, em comparação com o período homólogo.</p>
<blockquote><p><strong>Apesar de movimentos recentes de descida do Brent, a Entidade Nacional para o Setor Energético (ENSE) explicou à Lusa que a redução dos preços na cadeia de valor, em especial na refinação, tende a ser mais lenta do que a descida da matéria-prima, devido aos custos fixos de produção e à escassez de armazenagem na Europa.</strong></p></blockquote>
<p class="text-paragraph">Por tipo de combustível, o consumo de GPL auto subiu 13,7%, o da gasolina 98 aumentou 10,5%, o da gasolina 95 cresceu 5,7% e o do gasóleo avançou 0,1%. No mesmo relatório, cujos dados relativos a 2025 e 2026 são provisórios, a DGEG indica que o preço médio de importação do gás natural recuou 9,3% em maio face ao período homólogo, para cerca de 23 euros por megawatt-hora, com o gás natural liquefeito importado por navio a representar 98% do total das importações.</p>
<p class="text-paragraph">Os preços dos combustíveis têm sido pressionados nos últimos meses pela tensão geopolítica no Médio Oriente, na sequência dos ataques dos EUA e Israel ao Irão em 28 de fevereiro, e pela volatilidade nos mercados internacionais do petróleo com receios de perturbações no abastecimento internacional de petróleo relacionados com o encerramento do estreito de Ormuz.</p>
<p class="text-paragraph">Apesar de movimentos recentes de descida do Brent, a Entidade Nacional para o Setor Energético (ENSE) explicou à Lusa que a redução dos preços na cadeia de valor, em especial na refinação, tende a ser mais lenta do que a descida da matéria-prima, devido aos custos fixos de produção e à escassez de armazenagem na Europa.</p>
<p class="text-paragraph">“A redução de preços na cadeia de valor, com especial destaque na área da refinação é por definição mais lenta que as reduções de preços de matéria-prima (Crude/Brent), pois refletem duas componentes menos voláteis, que são os elevados custos fixos de produção e a escassez de armazenagem na Europa, sustentou a entidade. A ENSE tem competências de fiscalização e supervisão no setor energético, incluindo na área dos combustíveis, para apoio ao regulador com competências em preços, a Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE).</p>
<p><strong>(Lusa) </strong></p>
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		<title>Banco de Portugal altera regras para crédito e reduz taxa de esforço para 45%</title>
		<link>https://www.forbespt.com/banco-de-portugal-altera-regras-para-credito-e-reduz-taxa-de-esforco-para-45/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forbes Portugal Staff]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 13:23:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Álvaro Santos Pereira]]></category>
		<category><![CDATA[banco de portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Crédito à habitação]]></category>
		<category><![CDATA[Taxa de Esforço]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Banco de Portugal reduziu a taxa de esforço recomendada para os créditos de 50% para 45% e alterou a maturidade máxima para 40 anos para jovens até 35 anos, para contratos com avaliação a partir de 01 de agosto. O banco central publicou ontem uma nova Recomendação Macroprudencial aplicável aos novos contratos de crédito [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Banco de Portugal reduziu a taxa de esforço recomendada para os créditos de 50% para 45% e alterou a maturidade máxima para 40 anos para jovens até 35 anos, para contratos com avaliação a partir de 01 de agosto. O banco central publicou ontem uma nova Recomendação Macroprudencial aplicável aos novos contratos de crédito a consumidores destinados à habitação e ao consumo, cuja principal alteração é a redução do indicador que mede a taxa de esforço em caso de subida de juros de forma acentuada. Desta forma, o limite do rendimento que é gasto com créditos passa de 50% para 45%.</p>
<p class="text-paragraph">Além disso foi também determinada a simplificação das exceções a este limite, passando a existir apenas uma que permite que 10% do montante total de créditos concedidos por cada instituição, em cada semestre, tenha uma taxa de esforço superior a 45%.</p>
<p class="text-paragraph">Por outro lado, as regras das maturidades dos créditos mudam, passando o prazo a ser 40 anos para mutuários com idades inferiores ou iguais a 35 anos, e 35 anos, para mutuários com idade superior a 35 anos. Anteriormente, até aos 30 anos a maturidade máxima era de 40 anos e dos 30 aos 35 era 37 anos. Esta alteração simplifica os escalões de maturidade, possibilitando também mitigar parcialmente o impacto da redução do limite da taxa de esforço para os mais jovens. É ainda eliminada a recomendação relativa à maturidade média de 30 anos, mantendo-se limites máximos definidos em função da idade.</p>
<blockquote>
<p class="text-paragraph"><strong>É de salientar que as mudanças na taxa de esforço aplicam-se a quem pede crédito, independentemente de ser um empréstimo à habitação ou ao consumo.</strong></p>
</blockquote>
<p class="text-paragraph">Nesta alteração, foi também eliminado o limite de 100% do LTV (rácio entre o montante do empréstimo e o valor do imóvel dado em garantia) aplicável à aquisição de imóveis detidos pelas próprias instituições, passando a aplicar-se, nestes casos, o regime geral. O BdP determinou igualmente a exclusão da locação financeira de bens imóveis do âmbito de aplicação da Recomendação Macroprudencial, devido às &#8220;caraterísticas distintas face ao crédito à habitação convencional e dada a sua reduzida materialidade no mercado de crédito à habitação&#8221;.</p>
<p class="text-paragraph">As mudanças aplicam-se aos contratos cuja avaliação de solvabilidade do mutuário ocorra a partir de 01 de agosto de 2026, permitindo que as instituições tenham um período para se ajustarem. Estas alterações ocorrem num contexto caracterizado pela aceleração dos preços da habitação, pelo crescimento do crédito às famílias e também um aumento do montante médio por contrato, &#8220;sinalizando níveis mais elevados de endividamento dos mutuários&#8221;, explica o banco central.</p>
<p class="text-paragraph">&#8220;Observa-se ainda a manutenção de um elevado nível de concorrência no mercado de crédito à habitação, um aumento da proporção de compradores de primeira habitação mais jovens, tipicamente associados a rendimentos mais baixos, e um reforço do recurso ao crédito para financiar a aquisição de habitação&#8221;, lê-se em comunicado. Recorde-se que esta recomendação não é vinculativa, mas as instituições têm de explicar porque é que os limites estão a ser ultrapassados. O governador do BdP já sinalizou, em maio, que quer que as recomendações feitas aos bancos passem a ser vinculativas.</p>
<p class="text-paragraph">&#8220;Está na hora de regras macroprudenciais serem vinculativas&#8221;, disse Álvaro Santos Pereira, acrescentando que faz esse apelo ao legislador até porque é o que já se passa em muitos países europeus.</p>
<p><strong>(Lusa) </strong></p>
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