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	<title>Nelson Rodrigues, Author at Forbes Portugal</title>
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	<description>A revista de líderes e de empreendedores com maior impacto no mundo dos negócios.</description>
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		<title>Portugal e Qatar criam fórum de promoção de negócios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Nelson Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Oct 2021 21:05:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Investimento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com olhos voltados à promoção das potencialidades existentes nos mais variados ramos de atividade económica e sociocultural entre Portugal e o Qatar, foi apresentado esta quinta-feira, 7, o &#8220;Fórum Portugal-Qatar&#8221;, iniciativa que deve levar o país europeu a afirmar-se no mercado asiático e vice-versa. A plataforma surge na sequência dos vários acontecimentos que o mundo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Com olhos voltados à promoção das potencialidades existentes nos mais variados ramos de atividade económica e sociocultural entre Portugal e o Qatar, foi apresentado esta quinta-feira, 7, o &#8220;Fórum Portugal-Qatar&#8221;, iniciativa que deve levar o país europeu a afirmar-se no mercado asiático e vice-versa.</p>
<p>A plataforma surge na sequência dos vários acontecimentos que o mundo vem assistindo há 18 meses, com destaque para a pandemia e a crise que desencadeou fenómenos que estão a obrigar os países a redescobrirem novas forma de fazer negócios.</p>
<p>Se antes os mercados internos tinham prioridade na criação e promoção de negócios, hoje o mundo cortou as fronteiras que se conheciam antes da crise pandémica. Aliás, na nota enviada à FORBES que dá conta da criação da plataforma ‘Portugal-Qatar’, os organizadores dizem que vão existir novas geografias abertas à exploração.</p>
<p>“É neste contexto que nasce o Fórum Portugal-Qatar, um projeto que, na sua essência, se constitui como uma associação sem fins lucrativos, que agrega uma experiência de largos anos de conhecimento do mercado, e que se assume como plataforma de promoção e conexão entre os dois países, dispondo de uma rede de parceiros locais no Qatar, disponíveis e motivados para a promoção de Portugal, no Qatar”, escrevem os criadores do mecanismo, em nota assinada pelo presidente do Fórum, Nuno Anahory.</p>
<p>Para os promotores, o surgimento do Fórum é visto como mais um sinal de reconhecimento e importância da língua portuguesa no mundo, o que, segundo os mesmos, vai a aproximar não só Portugal do mercado asiático, assim como os restantes Estados-membro da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP).</p>
<p>Este posicionamento fica ainda mais evidente com o recente acolhimento pela CPLP do Estado do Qatar como país observador associado, “um claro sinal da crescente valorização da língua portuguesa no contexto global”.</p>
<p>Assim, a estratégia do evento está pensada para fazer do desporto, cultura e do turismo setores de destaque nas atividades de promoção dos negócios entre os dois Estados, mas que pode se estender aos demais lusófonos, devido à língua e à ponte com Portugal.</p>
<p>O mundial de 2022 é por isso um dos momentos em que a plataforma vai à prova, com os dois países à frente da maior festa desportiva mundial, onde se cruzam vários sectores de atividades económica elencados pelo Fórum como nichos prioritários.</p>
<p>“Aproximamos a passos largos do Mundial 2022 e, como todos sabemos, o futebol tem a capacidade de aproximar pessoas, pelo que pode funcionar como elemento agregador. Estamos na altura certa para apostar em dois países que têm muito a partilhar; agora, temos de fazer o nosso trabalho, apoiar e incentivar a nossa seleção para assegurar a qualificação, pois o Qatar espera por nós!”, encorajou Nuno Anahory, apelando aos portugueses para uma corrente positiva que dê energia à seleção nacional portuguesa de futebol para o mundial do Qatar.</p>
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		<title>Estudo da Mulesoft diz que questões de segurança travam 70% das iniciativas de automação</title>
		<link>https://www.forbespt.com/estudo-da-mulesoft-diz-que-questoes-de-seguranca-travam-70-das-iniciativas-de-automacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Nelson Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Sep 2021 15:23:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um estudo desenvolvido pela Mulesoft, a principal fornecedora da plataforma de API e integração em todo o mundo, revela que 70% das iniciativas de automação são travadas por questões de segurança e silos de dados, isto quando as empresas procuram por cada vez mais a automação para melhorarem a eficiência e a produtividade. Este estudo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um estudo desenvolvido pela Mulesoft, a principal fornecedora da plataforma de API e integração em todo o mundo, revela que 70% das iniciativas de automação são travadas por questões de segurança e silos de dados, isto quando as empresas procuram por cada vez mais a automação para melhorarem a eficiência e a produtividade.</p>
<p>Este estudo surge com o lançamento do mais recente IT and Business Alignment Barometer, que, como refere o próprio nome, é uma tecnologia de medição de TI e alinhamento de empresas nos mais variados ramos de atividade.</p>
<p>Por outro lado, o estudo também revela oportunidades para as empresas superarem estes desafios para uma inovação mais rápida. Aliás, os peritos da Mulesoft concluíram que as equipas de TI e de negócios, quando juntas no trabalho, podem diminuir ou até mesmo eliminar os silos da organização, reduzindo significativamente o tempo de desenvolvimento de novas soluções.</p>
<p>O <em>research</em> mostra ainda que quase nove em cada 10 (87%) empresas dizem que o alinhamento entre as equipas de TI e de negócios melhorou nos últimos 12 meses, levando a uma série de benefícios, incluindo uma melhor colaboração (64%), eficiência operacional (58%) e melhor experiência do cliente (54%).</p>
<blockquote><p>“O alinhamento entre equipas de TI e de negócios não é apenas um <em>nice to have</em> – mas é essencial para atender à urgência dos imperativos digitais de hoje”, explica Brent Hayward, CEO da MuleSoft.</p></blockquote>
<p>O executivo da maior fornecedora da plataforma API do globo, considera ainda que “entregar inovação com rapidez requer ativos reutilizáveis e seguros para que a empresa possa auto-servir-se para lançar rapidamente novas experiências digitais, produtos e serviços”.</p>
<p>Hayward não tem dúvida de que a chave para o sucesso futuro das empresas passará obrigatoriamente pela forma como as equipas de TI e de negócios impulsionam as iniciativas de automação e capacitam as equipas para conectarem dados e aplicações de forma segura e sem atrito.</p>
<p>Com base em um estudo global feito a 2.400 profissionais líderes de equipas de TI (ITDMs) e líderes de equipas de negócios (BDMs), o IT and Business Alignment Barometer também destaca as prioridades e os desafios das empresas nos próximos 12 meses, nomeadamente o imperativo digital, que, segundo o estudo, aumenta a adoção da automação.</p>
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		<title>PALOP vão receber três milhões de doses de vacinas de Portugal</title>
		<link>https://www.forbespt.com/palop-vao-receber-tres-milhoes-de-doses-de-vacinas-de-portugal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Nelson Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Jul 2021 16:49:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Ajuda]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP) vão receber um total de três milhões de vacinas de Portugal, contrariamente a um total de um milhão de doses que tinham sido anteriormente avançados. A ‘boa-nova’ foi revelada pelo primeiro-ministro português, António Costa, na conferência de imprensa realizada no fim da XIIIª Cimeira de Chefes de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP) vão receber um total de três milhões de vacinas de Portugal, contrariamente a um total de um milhão de doses que tinham sido anteriormente avançados. A ‘boa-nova’ foi revelada pelo primeiro-ministro português, António Costa, na conferência de imprensa realizada no fim da XIIIª Cimeira de Chefes de Estado e de Governos da CPLP.</p>
<p>Ao todo serão sete os países que vão beneficiar desta ação de Portugal, já que, segundo António Costa, Timor-Leste também entra nas contas. “Relativamente ao compromisso que tínhamos assumido era que os 5% a que nos referimos traduzissem cerca de um milhão de vacinas, que se destinariam aos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa e ainda a Timor-Leste. Anunciamos que vamos triplicar, passando de um milhão para três milhões o número de vacinas a distribuir”, garantiu Costa em Landa.</p>
<p>Pelas suas contas, Portugal pode disponibilizar um total de 4 milhões de vacinas. Ou seja, para além destas três milhões com afetação aos PALOP, o país tem mais um milhão de doses que podem ser aplicadas noutros programas, “designadamente podemos alargar ao Brasil, aos países da América Latina e poderemos simplesmente integrar no mecanismo Covax, sem nenhum destinatário específico. Essa é uma margem de gestão que ainda conservamos (…)”, reforçou.</p>
<p>Ao balancear as ações de Portugal junto da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP), António Costa e Augusto Santos Silva sublinharam que o País não apoia a Comunidade  só com vacinas. Destacaram o fornecimento de analgésicos para o Brasil, a disponibilização de apoio técnico, ventiladores, equipamentos de proteção individual, camas, formação, consumíveis e recursos para testes e análises clínicas como parte dos apoios além das doses de vacinas.</p>
<p>A lista de ajudas de Portugal a países-membros da CPLP não fica por aí. O ministro Santos Silva enumerou também que Portugal tem apoiado com investigação e produção de vacinas no mecanismo Covax, que já levou ao investimento de 10 milhões de euros.</p>
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