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	<title>restaurantes Archives - Forbes Portugal</title>
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	<description>A revista de líderes e de empreendedores com maior impacto no mundo dos negócios.</description>
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	<title>restaurantes Archives - Forbes Portugal</title>
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		<title>Entre livros, arte e café: Brotéria ganha novo espaço gastronómico no Chiado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paulo Marmé]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 May 2026 12:43:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Forbes Life]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Instalada na Rua de São Pedro de Alcântara, ao pé do Largo da Misericórdia, na zona do Chiado, em Lisboa, a Brotéria é uma instituição sem fins lucrativos ligada aos Jesuítas portugueses (Companhia de Jesus), dedicada à investigação e divulgação cultural e científica. A sua atividade passa pela organização de conferências, colóquios e encontros, bem [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="667" data-end="1038">Instalada na Rua de São Pedro de Alcântara, ao pé do Largo da Misericórdia, na zona do Chiado, em Lisboa, a Brotéria é uma instituição sem fins lucrativos ligada aos Jesuítas portugueses (Companhia de Jesus), dedicada à investigação e divulgação cultural e científica. A sua atividade passa pela organização de conferências, colóquios e encontros, bem como pela edição de revistas e livros, afirmando-se como um dinâmico polo cultural da cidade.</p>
<p data-start="667" data-end="1038">Desde o final de fevereiro, a Brotéria reforçou a sua oferta com a abertura do Clara Café, um espaço de restauração que substituiu o que anteriormente se encontrava no local, integrando-se num edifício (o antigo Palácio dos Condes de Tomar), onde convivem biblioteca, galeria, livraria e programação cultural regular.</p>
<p data-start="667" data-end="1038"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-185807" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/05/imageye___-_imgi_15_650839164_17858130870655369_4690869036036471986_n-720x960.jpg" alt="" width="720" height="960" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/05/imageye___-_imgi_15_650839164_17858130870655369_4690869036036471986_n-720x960.jpg 720w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/05/imageye___-_imgi_15_650839164_17858130870655369_4690869036036471986_n-768x1024.jpg 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/05/imageye___-_imgi_15_650839164_17858130870655369_4690869036036471986_n-1152x1536.jpg 1152w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/05/imageye___-_imgi_15_650839164_17858130870655369_4690869036036471986_n-1200x1600.jpg 1200w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/05/imageye___-_imgi_15_650839164_17858130870655369_4690869036036471986_n-600x800.jpg 600w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/05/imageye___-_imgi_15_650839164_17858130870655369_4690869036036471986_n.jpg 1421w" sizes="(max-width: 720px) 100vw, 720px" /></p>
<p data-start="1040" data-end="1291">Apesar de ser um espaço autónomo dos Jesuítas e subconcessionado, o projeto Clara Café nasce em diálogo com o ambiente envolvente da Brotéria, marcado por uma forte dimensão intelectual e artística. Os dois grandes mentores do Clara Café são o chef Diogo Noronha e o barman Fernão Gonçalves.</p>
<blockquote>
<p data-start="1605" data-end="2036">O Clara Café abriu portas há pouco mais de dois meses. Funciona das 10h00 às 18h00, de segunda a sábado. Combina cultura e gastronomia.</p>
</blockquote>
<p data-start="1605" data-end="2036">“Estamos ainda na fase de descoberta, de conhecer os nossos clientes e de conhecer a comunidade”, assume Diogo Noronha, chef que se formou em Nova Iorque e que trabalha uma cozinha de base vegetal e com quem a Forbes Portugal falou.</p>
<p data-start="2038" data-end="2358">A proposta afasta-se do percurso de fine dining que marcou parte da carreira de Diogo Noronha. “Tive vontade de ter uma coisa bem mais do dia-a-dia, mais casual, comida de conforto”, explica. Essa nova abordagem traduz-se numa oferta que acompanha o ritmo do dia (comida para &#8220;all day&#8221;, como afirma), do pequeno-almoço ao almoço e às pausas da tarde.</p>
<p data-start="2038" data-end="2358"><img decoding="async" class="alignnone wp-image-185808 size-full" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/05/imageye___-_imgi_24_683554070_17867718873655369_3117919430051883918_n.jpg" alt="" width="1365" height="1820" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/05/imageye___-_imgi_24_683554070_17867718873655369_3117919430051883918_n.jpg 1365w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/05/imageye___-_imgi_24_683554070_17867718873655369_3117919430051883918_n-720x960.jpg 720w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/05/imageye___-_imgi_24_683554070_17867718873655369_3117919430051883918_n-768x1024.jpg 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/05/imageye___-_imgi_24_683554070_17867718873655369_3117919430051883918_n-1152x1536.jpg 1152w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/05/imageye___-_imgi_24_683554070_17867718873655369_3117919430051883918_n-1200x1600.jpg 1200w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/05/imageye___-_imgi_24_683554070_17867718873655369_3117919430051883918_n-600x800.jpg 600w" sizes="(max-width: 1365px) 100vw, 1365px" /></p>
<p data-start="2360" data-end="2763">A cozinha do Clara Café privilegia produtos sazonais e uma abordagem mais consciente à alimentação, com forte presença vegetal. Sem excluir outras opções (há pratos com proteína animal, designadamente com frango), o projeto aposta em combinações onde os vegetais assumem protagonismo, trabalhando com produtores selecionados. “A minha visão é menos quantidade e mais qualidade”, afirma o chef, sublinhando o foco nos ingredientes.</p>
<p data-start="2360" data-end="2763">A carta reflete estas preocupações e vai sendo ajustada de forma progressiva: “As primeiras cartas são sempre um bocadinho mais conservadoras, no sentido de perceber o cliente e a dinâmica”, aponta o chef.</p>
<hr />
<p data-start="2360" data-end="2763">&#8220;A carta atravessa o dia com naturalidade&#8221;, acentua o chef Diogo Noronha. Neste momento, no menu atual, croissants simples (€3,7), de queijo (€4,5) ou misto (€5,5), torradas com requeijão, abóbora e rúcula (€5,5) ou com manteiga e compota de citrinos (€4,5) marcam as manhãs. O folhado de maçã com tomilho-limão e gengibre (€4,5) e a granola de avelã, toranja e alecrim com pera em calda de earl grey e bergamota (€5,5) prolongam o momento.</p>
<p data-start="2360" data-end="2763"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-185804 size-full" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/05/nova-foto.jpg" alt="" width="1070" height="623" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/05/nova-foto.jpg 1070w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/05/nova-foto-960x559.jpg 960w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/05/nova-foto-768x447.jpg 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/05/nova-foto-600x349.jpg 600w" sizes="(max-width: 1070px) 100vw, 1070px" /></p>
<p data-start="2360" data-end="2763">Ao almoço, surgem pratos leves: omelete recheada com pasta de espinafres, pão de centeio e manteiga de miso branco (€12); ovo escalfado com marmelada de cebola roxa, biscoito de zaatar e queijo tomme Casa Pratas (€12); creme de couve-flor com cebola assada (€4,5); saladas e bowls que combinam leguminosas, folhas e molhos preparados na casa. Nas sobremesas, há bolo de limão confit com azeite e açafrão-da-índia (€4,5) e tarte cremosa de chocolate com toffee de miso e koji de cevada (€4,5).</p>
<hr />
<p data-start="2765" data-end="3115">A identidade visual do projeto segue a linha da Brotéria, com o próprio design da carta do menu a sobressair pelo grafismo depurado e minimalista (com uso abundante de minúsculas).</p>
<p data-start="2765" data-end="3115"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-185802" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/05/menu.jpg" alt="" width="695" height="775" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/05/menu.jpg 695w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/05/menu-600x669.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 695px) 100vw, 695px" /></p>
<p data-start="2765" data-end="3115">O espaço acompanha também a dinâmica da própria Brotéria: o horário, das 10h00 às 18h00, de segunda a sábado, coincide com o da instituição: “Estamos sempre ligados à programação da Brotéria”, explica Diogo Noronha, referindo que o café funciona como uma extensão natural das atividades da casa.</p>
<p data-start="2765" data-end="3115">Contudo, a ambição passa por aprofundar mais a ligação entre gastronomia e programação cultural, podendo o horário vir a estender-se em dias com eventos mais tardios: “Há um caminho a fazer e uma vontade”, afirma Diogo Noronha.</p>
<p data-start="2765" data-end="3115">O chef refere ainda a intenção de desenvolver iniciativas e colaborações alinhadas com a atividade da Brotéria, um ecossistema que atrai uma audiência diversificada, que cruza diferentes gerações e interesses, desde visitantes habituais a novos públicos, incluindo muitos estrangeiros que utilizam o espaço para estudar, trabalhar online, consultar a biblioteca ou visitar exposições. “São pessoas com abertura cultural e intelectual”, observa o chef.</p>
<p data-start="2765" data-end="3115"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-185803 size-full aligncenter" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/05/foto_1-1.jpg" alt="" width="1110" height="659" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/05/foto_1-1.jpg 1110w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/05/foto_1-1-960x570.jpg 960w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/05/foto_1-1-768x456.jpg 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/05/foto_1-1-600x356.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 1110px) 100vw, 1110px" /></p>
<p data-start="3502" data-end="3814">De resto, o Clara Café beneficia de estar inserido nas instalações da Brotéria, cujo edifício transporta-nos para outra realidade dentro da cidade, logo a partir da entrada onde pontifica uma ampla escadaria de mármore em espiral que liga os vários pisos. O Clara Café ocupa uma dessas áreas, combinando uma sala interior com um convidativo pátio exterior amplo.</p>
<p data-start="3816" data-end="4010">Neste 2026, o Clara Café surge, assim, como uma lufada de ar fresco nas propostas gastronómicas da capital, integrando a comida numa experiência mais ampla, entre livros, arte e encontro.</p>
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		<item>
		<title>Brasil é o primeiro país da América Latina a ter restaurantes com três estrelas Michelin</title>
		<link>https://www.forbespt.com/brasil-e-o-primeiro-pais-da-america-latina-a-ter-restaurantes-com-tres-estrelas-michelin/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forbes Portugal Staff]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 12:53:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Forbes Life]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Guia Michelin]]></category>
		<category><![CDATA[restaurantes]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os restaurantes brasileiros Evvai e Tuju, em São Paulo, são os primeiros com três estrelas do Guia Michelin na América Latina, de acordo com a publicação durante a apresentação da edição de 2026. O anúncio, feito na segunda-feira no hotel Copacabana Palace, no Rio de Janeiro, tornou o Brasil o primeiro país latino-americano a ter [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os restaurantes brasileiros Evvai e Tuju, em São Paulo, são os primeiros com três estrelas do Guia Michelin na América Latina, de acordo com a publicação durante a apresentação da edição de 2026. O anúncio, feito na segunda-feira no hotel Copacabana Palace, no Rio de Janeiro, tornou o Brasil o primeiro país latino-americano a ter restaurantes na categoria máxima do guia francês.</p>
<p class="text-paragraph">A publicação afirmou que os restaurantes &#8220;alcançaram um verdadeiro marco para a gastronomia brasileira e latino-americana&#8221; e posicionaram-se como &#8220;referências a nível global&#8221;. O Evvai, dirigido pelo chef Luiz Filipe Souza, funde influências brasileiras e italianas, com especial ênfase no domínio técnico das temperaturas como elemento de textura.</p>
<blockquote><p><strong>A seleção deste ano incluiu a incorporação de 12 novos restaurantes brasileiros à lista, entre os quais o novo restaurante com uma estrela Madame Olympe, dos chefs Claude Troisgros e Jéssica Trindade, localizado no Rio de Janeiro.</strong></p></blockquote>
<p class="text-paragraph">Os pratos do menu de degustação, batizado de Oriundi, são acompanhados por ilustrações originais do chef para explicar a narrativa de cada criação. O Tuju, liderado pelo chef Ivan Ralston, funciona num edifício de três andares que proporciona uma experiência imersiva com cozinha aberta.</p>
<p class="text-paragraph">A oferta baseia-se num menu de degustação sazonal que utiliza ingredientes brasileiros e técnicas modernas para recriar as estações do ano. A seleção deste ano incluiu a incorporação de 12 novos restaurantes brasileiros à lista, entre os quais o novo restaurante com uma estrela Madame Olympe, dos chefs Claude Troisgros e Jéssica Trindade, localizado no Rio de Janeiro.</p>
<p><strong>(Lusa) </strong></p>
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		<item>
		<title>Fomos almoçar ao Monsieur Dior&#8230; antes da estrela Michelin.</title>
		<link>https://www.forbespt.com/fomos-almocar-ao-monsieur-dior-antes-da-estrela-michelin/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Nilza Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 16:00:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Forbes Life]]></category>
		<category><![CDATA[restaurantes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entrámos num final de manhã fria de janeiro no Monsieur Dior sem saber que estávamos prestes a assistir ao nascimento de um restaurante Michelin. Dois meses depois, a confirmação chegou: uma estrela no Guia Michelin França e Mónaco 2026. Mas, para quem esteve lá, não foi surpresa, foi apenas uma questão de tempo. No coração [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="269" data-end="406">Entrámos num final de manhã fria de janeiro no Monsieur Dior sem saber que estávamos prestes a assistir ao nascimento de um restaurante Michelin.</p>
<p data-start="408" data-end="613">Dois meses depois, a confirmação chegou: uma estrela no <span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Guia Michelin</span></span> França e Mónaco 2026. Mas, para quem esteve lá, não foi surpresa, foi apenas uma questão de tempo.</p>
<p data-start="615" data-end="864">No coração de <span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Paris</span></span>, no lendário número 30 da Avenue Montaigne, onde <span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Christian Dior</span></span> fundou a sua maison em 1946, há hoje mais do que moda. Há uma extensão do seu universo, agora servida à mesa.</p>
<p data-start="958" data-end="1309">Sob a direção de <span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Yannick Alléno</span></span>, cada prato surgia como uma peça de alta-costura gastronómica: construído com precisão, pensado em camadas, desenhado para provocar. Texturas que se sobrepunham, formas que evocavam silhuetas, composições que pareciam sair diretamente dos arquivos da Maison <span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Dior</span></span>.</p>
<p data-start="1311" data-end="1397">Havia uma pergunta implícita em cada detalhe: <em data-start="1357" data-end="1397">e se Dior criasse um restaurante hoje?</em></p>
<p data-start="1311" data-end="1397"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-182806" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/03/YANNICK-ALLENO-STILL-LIFE-©-LAORA-QUEYRAS-9-1-2_batcheditor_fotor.jpeg" alt="" width="7770" height="9713" /></p>
<p data-start="1399" data-end="1467">A resposta estava no prato e no silêncio à mesa após cada serviço. Mais do que técnica, havia intenção. Mais do que luxo, havia narrativa. O espaço, integrado na histórica maison, reforça essa sensação de continuidade entre passado e presente. Aqui, o legado não é apenas preservado, é reinterpretado.  Assim explicou o reputado chef, ele sim com 17 estrelas, agora 18, diretamente do famoso cardápio Michelin. E isso sente-se em tudo: no ritmo do serviço, na estética, na forma como a experiência se desenrola como um desfile.</p>
<p data-start="1835" data-end="1994">Quando saímos, naquela tarde de janeiro, ficou uma certeza difícil de explicar, mas impossível de ignorar: estávamos perante algo maior do que um restaurante.</p>
<p data-start="1996" data-end="2077">Hoje, com a estrela Michelin atribuída, essa intuição transforma-se em evidência.</p>
<p data-start="1996" data-end="2077">Contamos a experiência na revista Forbes que está nas bancas sob o título &#8220;Moi, Monsieur Dior et <span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Yannick Alléno&#8221;, em exclusivo para os leitores Forbes que pode também adquirir <a href="https://loja.medianove.com/assinar-forbes-portugal/">aqui. </a></span></span></p>
<p data-start="2079" data-end="2144" data-is-last-node="" data-is-only-node="">
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			</item>
		<item>
		<title>Guia Michelin adiciona restaurante de culinária portuguesa de Macau</title>
		<link>https://www.forbespt.com/guia-michelin-adiciona-restaurante-de-culinaria-portuguesa-de-macau/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forbes Staff]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Mar 2026 14:05:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Forbes Life]]></category>
		<category><![CDATA[Gastronomia]]></category>
		<category><![CDATA[restaurantes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O restaurante “A Lorcha”, um restaurante de comida portuguesa e macaense, foi adicionado à lista de restaurantes &#8220;bib gourmand&#8221; de Macau, anunciou hoje a organização do Guia Michelin. A 18.ª edição do guia para os dois territórios chineses passou a incluir um total de 83 estabelecimentos reconhecidos na distinção &#8220;bib gourmand&#8221;, conferida aos restaurantes que [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O restaurante “A Lorcha”, um restaurante de comida portuguesa e macaense, foi adicionado à lista de restaurantes &#8220;bib gourmand&#8221; de Macau, anunciou hoje a organização do <a href="https://www.forbespt.com/noite-de-estrelas-na-madeira-fifty-seconds-com-duas-estrelas-michelin-e-dez-novos-restaurantes-com-uma-estrela/" target="_blank" rel="noopener">Guia Michelin</a>.</p>
<p class="text-paragraph">A 18.ª edição do guia para os dois territórios chineses passou a incluir um total de 83 estabelecimentos reconhecidos na distinção &#8220;bib gourmand&#8221;, conferida aos restaurantes que oferecem menus de três pratos por menos de 400 patacas (quase 46 euros).</p>
<p class="text-paragraph">Destes 70 encontram-se em Hong Kong e 13 em Macau, entre eles os portugueses “O Castiço”, “O Restaurante Litoral” e agora “A Lorcha”, mais um do que em 2025.</p>
<p class="text-paragraph">O restaurante “A Lorcha” foi promovido da lista de restaurantes selecionados, estabelecimentos recomendados pelo guia que não possuem estrelas Michelin.</p>
<p class="text-paragraph">Localizado na zona do Porto Interior de Macau, o restaurante foi fundado por Adriano das Neves, um macaense filho de pai português e de mãe chinesa, servindo comida portuguesa ou macaense, uma cozinha de fusão reconhecida pela UNESCO que combina técnicas portuguesas com ingredientes da China, Malásia, África e Índia.</p>
<p class="text-paragraph">A seleção de 2026, segundo os inspetores do guia, reflete “os sabores dinâmicos e a riqueza cultural” da região, abrangendo desde comida de rua inovadora até receitas familiares tradicionais.</p>
<p class="text-paragraph">O diretor internacional do Guia Michelin, Gwendal Poullennec, sublinhou que a lista deste ano “representa de forma magnífica a diversidade e a energia” das cenas culinárias em Hong Kong e Macau.</p>
<p class="text-paragraph">Em 2017, Macau foi oficialmente designada Cidade Criativa da Gastronomia pela UNESCO.</p>
<p class="text-paragraph">O responsável destacou ainda a variedade de cozinhas presentes entre os novos premiados, incluindo clássicos cantoneses, pizza, Chiu Chow, tailandesa, do sudeste asiático e portuguesa.</p>
<p class="text-paragraph">A divulgação completa da seleção de restaurantes do Guia Michelin Hong Kong e Macau 2026 está marcada para 19 de março.</p>
<p><em>Lusa</em></p>
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		<title>Street Smash Burgers quer duplicar rede de lojas e faturar 25 milhões já este ano</title>
		<link>https://www.forbespt.com/street-smash-burgers-quer-duplicar-rede-de-lojas-e-faturar-25-milhoes-ja-este-ano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Helena C. Peralta]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Feb 2026 10:36:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empreendedores]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Hamburgueres]]></category>
		<category><![CDATA[Líderes]]></category>
		<category><![CDATA[negócios]]></category>
		<category><![CDATA[restaurantes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fundada em 2024 por Carlos Anton Conde e Beatriz Santiullana Martinez, a Street Smash Burgers é uma marca portuguesa premium que introduziu, com sucesso, no nosso país o conceito de “smash burger”. Inspirada nas experiências gastronómicas dos seus fundadores, durante as suas viagens, a marca inaugurou a sua primeira loja em Campo de Ourique, em [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Fundada em 2024 por <a href="https://www.forbespt.com/street-smash-burgers-em-portugal-vamos-continuar-a-crescer-com-forca/">Carlos Anton Conde</a> e Beatriz Santiullana Martinez, a Street Smash Burgers é uma marca portuguesa <em>premium</em> que introduziu, com sucesso, no nosso país o conceito de “<em>smash burger</em>”. Inspirada nas experiências gastronómicas dos seus fundadores, durante as suas viagens, a marca inaugurou a sua primeira loja em Campo de Ourique, em Lisboa, seguindo-se rapidamente a abertura de outros espaços. E se a empresa arrancou o ano de 2025 com apenas três lojas, o ano passadio ficou marcado pelo crescimento acelerado, pois terminou o exercício com 20 restaurantes em três países – Portugal, Itália e Suíça &#8211; e um volume de negócios de 12 milhões de euros.</p>
<p>E, a ambição não para por aqui, já que a dupla de sócios pretende alcançar uma faturação de 25 milhões de euros já no final deste ano, planeando, para isso, duplicar também o número de lojas abertas. Em Portugal, tem operações em Lisboa e no Porto através de uma rede de restaurantes próprios, tendo uma parceria exclusiva com a Glovo para as entregas no local de consumo. A sua proposta de valor é simples: criar um conceito gourmet a través de um <em>smash burger</em> simples, feito com ingredientes de qualidade. E a receita tem funcionado até agora, já que foram mais de 800 mil os hambúrgueres vendidos nos seus restaurantes durante 2025, pela mão da sua equipa que já atingiu a marca dos 200 colaboradores.</p>
<blockquote><p><strong>Para crescer, a empresa também anunciou ter disponível uym orçamento de oito milhões de euros para investir em novas aberturas nos próximos 12 meses e também em desenvolvimento tecnológico. </strong></p></blockquote>
<p>O ritmo de crescimento é para manter, já que a marca prevê continuar a sua estratégia de expansão, entrando em novos mercados, além de consolidar a sua presença nos três países onde já está presente. Itália e Suíça representam já metade do volume de negócios da Street Smash Burgers e vão manter-se como motores de crescimento do negócio. O seu modelo de negócio assenta numa estrutura de custos orientada para a qualidade, utilizando ingredientes <em>premium</em>, sendo utilizada, por exemplo, carne de bovino natural, sem conservantes ou aditivos.</p>
<p>&#8220;O nosso objetivo é construir uma plataforma europeia sólida e escalável, com ênfase na qualidade do produto e na excelência operacional&#8221;, afirma, em comunicado Carlos Anton Conde, cofundador da Street Smash Burgers. O mesmo refere ainda que a marca rejeita o modelo tradicional de &#8220;cadeia&#8221;, e posiciona-se como uma rede de hamburguerias com padrões e processos consistentes, apostando em adaptações locais que reforçam a sua identidade europeia e as suas raízes portuguesas.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-180445" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/02/Lisboa.-Burger2218-960x640.jpg" alt="" width="960" height="640" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/02/Lisboa.-Burger2218-960x640.jpg 960w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/02/Lisboa.-Burger2218-1920x1280.jpg 1920w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/02/Lisboa.-Burger2218-768x512.jpg 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/02/Lisboa.-Burger2218-1536x1024.jpg 1536w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/02/Lisboa.-Burger2218-2048x1365.jpg 2048w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/02/Lisboa.-Burger2218-1200x800.jpg 1200w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/02/Lisboa.-Burger2218-600x400.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px" /></p>
<p>Para crescer, a empresa também anunciou ter disponível um orçamento de oito milhões de euros para investir em novas aberturas nos próximos 12 meses e também em desenvolvimento tecnológico. A marca tem investido de forma consistem em tecnologia desenvolvendo ferramentas próprias focadas na otimização de processos, no controlo de custos e na melhoria do desempenho operacional dos seus restaurantes.</p>
<p>Além disso, a estratégia de marketing é também ela diferenciada, já que aposta na transparência, na forma como opera e na preparação dos seus produtos, através do facto, por exemplo, de ter cozinhas abertas, que permitem aos clientes acompanhar todas as etapas do processo. Além disso, a Street Smash Burgers tem desenvolvido colaborações com marcas locais de diferentes setores, parcerias que refletem o seu compromisso em trabalhar com marcas com as quais se identifica.</p>
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		<title>Empreendedorismo: De pequenino se torce… o gestor</title>
		<link>https://www.forbespt.com/empreendedorismo-de-pequenino-se-torce-o-gestor/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Helena C. Peralta]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Feb 2026 16:16:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empreendedores]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Ásia]]></category>
		<category><![CDATA[Cerimónia Kaitai]]></category>
		<category><![CDATA[china]]></category>
		<category><![CDATA[Chineses em Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Kobo]]></category>
		<category><![CDATA[negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tinha apenas 17 anos quando agarrou, com coragem, no quase falido restaurante de comida chinesa dos seus pais, em Vila Nova de Famalicão. Desde cedo se interessou por programas televisivos ligados à recuperação de restaurantes, como o do conhecido chefe Gordon Ramsey, e foi bebendo, avidamente, os seus ensinamentos. Foi através deles que começou a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Tinha apenas 17 anos quando agarrou, com coragem, no quase falido restaurante de comida chinesa dos seus pais, em Vila Nova de Famalicão. Desde cedo se interessou por programas televisivos ligados à recuperação de restaurantes, como o do conhecido chefe Gordon Ramsey, e foi bebendo, avidamente, os seus ensinamentos. Foi através deles que começou a entender as questões da padronização, das experiências do cliente, daquilo que realmente conta no negócio. Mesmo nessa tenra idade sabia já que precisava criar um conceito, uma marca com qualidade, comunicá-la, e sobretudo, atrair clientes para toda uma experiência. Acabou por se licenciar em Gestão Hoteleira e colocar em marcha, com sucesso, tudo o que aprendeu, quer na televisão, quer na faculdade.</p>
<p>Yang Qi, é hoje, aos 32 anos, sócio em oito restaurantes, quase todos com o conceito oriental, e planeia chegar aos 12 até ao final do próximo ano. O Grupo 5Y, que pertencente, em parte, à sua família, e é ainda partilhado por vários sócios em cada uma das operações, explora estes espaços no Norte do país, e deverá terminar o ano com uma faturação de nove milhões de euros. Para final de 2026 estima que este valor tenha ultrapassado a fasquia dos 12 milhões de euros. Se pensarmos que, na altura da pandemia de covid 19, a família de Yang Qi apenas tinha dois espaços a funcionar, verificamos o quão rápido e notável foi o crescimento do pequeno grupo familiar. O jovem, que já nasceu na Península Ibérica, mas viveu com os avós na China até aos cinco anos, queria ser empresário desde sempre. Não na restauração, mas foi esta a oportunidade que lhe surgiu e agarrou-a com unhas e dentes. Quando se estimula o bichinho do empreendedorismo, qualquer área serve para a pôr em prática as suas capacidades.</p>
<h3><strong>Os primeiros anos da família em Portugal </strong></h3>
<p>A história começa como a de muitos emigrantes: dois jovens saem do norte da China à procura de melhores oportunidades de vida. Instalam-se em Espanha, país no qual se conhecem e acabam por casar. Em 1993 nasceu o primeiro de três filhos, Yang Qi, que, com apenas dois meses foi entregue aos avós paternos, ainda a viverem na China, para que os pais pudessem abrir um negócio próprio, agora em Portugal. Escolheram Vila Nova de Famalicão, onde a oferta de restaurantes chineses era inexistente, e inauguram, em 1994, o Jardim Oriental. Ambos tinham alguma experiência na restauração e este pareceu-lhes um bom projeto de vida. Com o negócio estabilizado, trazem o primogénito para o território nacional, e nasce, entretanto, um segundo filho, em 1997, e um terceiro em 1999, completando o núcleo familiar. O negócio vai crescendo, vão surgindo outros investimentos, como o das lojas de produtos chineses – a primeira loja abriu em Esposende -, e lojas de pronto a vestir. Com esta diversificação, o restaurante foi recolhendo menos atenção, e chegada a crise de 2008, aliada a uma certa má publicidade dos restaurantes chineses, o negócio estava em risco de fechar. Em 2011 dava prejuízo.</p>
<blockquote><p><strong>Yang Qi, jogador de rugby, adora viajar, sobretudo para conhecer restaurantes que o possam inspirar. Destaca, como modelo internacional, a cadeia de restaurantes asiáticos Zuma, mas também tem ídolos dentro de fronteiras. O grupo JNc Quoi e o grupo Olivier são dois dos que mais admira.</strong></p></blockquote>
<p>Yang Qi sonhava ser empresário, e sabia que ia ser. Com apenas 13 anos já ajudava os pais, que pouco ou nada falavam em português, a gerir as lojas, e acompanhava o negócio do restaurante. “Quando os meus pais abriram a primeira loja de produtos chineses fui eu que fiz as entrevistas de emprego, era eu que conferia as encomendas, que inseria os produtos no <em>software</em>”, recorda. Esta loja teve bastante sucesso, pois decidiu que deveria fazer folhetos, como faziam os supermercados, e assim deu gás ao negócio dos pais. No secundário estudou contabilidade, na certeza de que ira necessitar de saber mais sobre tributação e contabilidade.</p>
<p>O jovem ansiava fazer os 18 anos para ter a sua independência e poder assim criar os seus próprios negócios. O curso de Gestão Hoteleira, concluído no Porto, no ISAG, surgiu depois de assumir, aos 17 anos, o restaurante dos pais, tendo conciliado os dois desafios. Não era o que ambicionava, mas foi esta a oportunidade que lhe foi apresentada: salvar o restaurante moribundo. “Não tive opção de escolha, era a última oportunidade para salvar o negócio dos meus pais. Como filho mais velho, tinha de lhe dar continuidade”, diz. Assumiu a responsabilidade e vieram as primeiras mudanças. Quando agarrou no restaurante sabia que tinha de criar uma marca, tinha de a conseguir comunicar, de fazer publicidade, tinha de ter padrões de qualidade e funcionários motivados. “Porém, o início foi mais difícil do que pensava, e os primeiros tempos foram muito duros”, diz.</p>
<figure id="attachment_179701" aria-describedby="caption-attachment-179701" style="width: 960px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-179701" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/01/Hoko-restaurante-Igor-Martins--960x640.jpg" alt="" width="960" height="640" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/01/Hoko-restaurante-Igor-Martins--960x640.jpg 960w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/01/Hoko-restaurante-Igor-Martins--768x512.jpg 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/01/Hoko-restaurante-Igor-Martins--1200x800.jpg 1200w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/01/Hoko-restaurante-Igor-Martins--600x400.jpg 600w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/01/Hoko-restaurante-Igor-Martins-.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px" /><figcaption id="caption-attachment-179701" class="wp-caption-text">Vista do restaurante HOKO em Braga. Foto/Igor Martins</figcaption></figure>
<p>Aos pouco foi percebendo que o conceito do restaurante estava ultrapassado e procurou introduzir inovações. Inicialmente quis aproximar o mais possível à verdadeira gastronomia chinesa, para ser o mais autêntico possível. “Aí surgiu a ideia de que toda a gente que fosse ao restaurante comesse com pauzinhos e, se não soubesse, teria de aprender. Porque aí já estava a oferecer uma experiência”, relembra Yang Qi. Mas não conseguiu mudar o nome do restaurante nem fazer alterações de fundo. “Cresci em Portugal e fui desenvolvendo uma visão mais ocidental, que em muitos pontos não coincidiam com a dos meus pais”, refere. Quis introduzir o sushi, mas teve de conciliar com a oferta que já existia, criando um menu à parte. Confessa que, mesmo assim o conceito de asiático funcionou bem, porque se apoiou muito nas redes sociais – na altura sobretudo Facebook. Sustentado no seu sucesso, conseguiu então alterar o nome original do restaurante para Mikado, em 2013, inspirado no conceito de comer com “pauzinhos”, algo que era comum às duas gastronomias.</p>
<blockquote><p><strong>Para alavancar o negócio dos restaurantes japoneses através da oferta de experiências únicas, o empreendedor deu início a um conjunto de cerimónias Kaitai nos restaurantes HoKo e Koda.</strong></p></blockquote>
<p>O novo conceito começou a crescer, mas também a divergência de opinião com os pais. Yang Qi sentia que não conseguia implementar as suas ideias, e, no final de 2017 surgiu uma oportunidade de ir trabalhar, como gerente, para um restaurante japonês recém-inaugurado em Coimbra. A proposta implicava um salário de 1.500 euros mensais, e um prémio de dois mil euros, se atingisse o objetivo de faturar 50 mil euros – o restaurante, de 60 lugares, faturava então cerca de 26 mil euros. O objetivo foi logo ultrapassado em janeiro de 2018, o primeiro mês em que ali trabalhou. “Então comecei a pensar que se calhar não era só sorte. No fundo, foi aí quer comecei a tomar consciência das minhas capacidades”, recorda.</p>
<h3><strong>O regresso às origens e abertura de um novo conceito </strong></h3>
<p>Yang Qi esteve seis meses em Coimbra, até que o apelo familiar falou mais alto. Os pais pediram-lhe que regressasse a Vila Nova de Famalicão, e como, entretanto, em 2016, o Mikado tinha mudado de instalações, para um espaço maior, o antigo local estava fechado e o gestor, apoiado pelos pais, investe aí num projeto próprio. Tratou-se do Los Pepes, um conceito de Tex-Mex, ou seja, uma fusão entre comida mexicana e comida do Texas, que abriu no final de 2018 com 50 lugares. “Queria fazer algo diferente, fora do asiático. Fiz a minha interpretação do conceito e escolhi os pratos”, refere. Atualmente este restaurante encontra-se num espaço maior e triplicou as suas receitas com um novo produto, um festival mexicano que inclui um menu de preço fixo. No início de 2020, quando surgiu a pandemia este restaurante não trabalhou muito bem, porém o Mikado teve uma reação muito positiva. Logo na primeiro semana, o restaurante asiático tinha dezenas de chamadas não atendidas e através de uma aplicação desenvolvida para gerir as encomendas conseguiram manter o negócio muito ativo. “As vendas baixaram de cerca de 120 mil euros por mês para os 80 mil por mês, mas também tínhamos menos custos”, refere o empresário.</p>
<figure id="attachment_179702" aria-describedby="caption-attachment-179702" style="width: 960px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-179702" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/01/Mesa-Hoko-Igor-Martins--960x640.jpg" alt="" width="960" height="640" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/01/Mesa-Hoko-Igor-Martins--960x640.jpg 960w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/01/Mesa-Hoko-Igor-Martins--768x512.jpg 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/01/Mesa-Hoko-Igor-Martins--1200x800.jpg 1200w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/01/Mesa-Hoko-Igor-Martins--600x400.jpg 600w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/01/Mesa-Hoko-Igor-Martins-.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px" /><figcaption id="caption-attachment-179702" class="wp-caption-text">Um dos pratos servidos no HOKO. Foto/Igor Martins</figcaption></figure>
<p>A entrada do primeiro sócio no Grupo 5Y deu-se em 2021, quando lhe propuseram uma sociedade num espaço que já existia, em Caldas de Vizela, o restaurante japonês Miyuki, que atravessava algumas dificuldades. Esta localização não estava planeada pois a sua estratégia passava pela aposta em cidades maiores, mas ao ver a beleza do espaço, junto ao rio, Yang Qi rendeu-se. Então, nesse ano, ainda no rescaldo da pandemia, o grupo investiu em três novos espaços: o Miyuki de Caldas de Vizela, o Mikadinho, Poke &amp; Sushi, no mercado municipal de Vila Nova de Famalicão, e o Mikado, em Braga, os três com conceito de gastronomia japonesa. O grupo não abriu mais nenhum restaurante até 2023, altura em que surgiu, em Braga, um novo espaço, o Hoko, também um japonês. “Era uma antiga pastelaria que já tinha debaixo de olho, até que conseguimos adquirir o imóvel. Hoje é o nosso melhor restaurante, fatura mais de 2,2 milhões de euros ao ano”, explica o gestor. Este ano já foram incluídas mais duas localizações ao cardápio do grupo: o Koda, em Paredes e o Shoyu em Braga.</p>
<p>Para alavancar o negócio dos restaurantes japoneses através da oferta de experiências únicas, o empreendedor deu início a um conjunto de cerimónias Kaitai nos restaurantes HoKo e Koda. Trata-se de uma cerimónia de desmanche de um atum rabilho (com mais de 100 quilos), ao vivo, sendo oferecidos depois aos clientes várias partes do atum, preparadas de diversas formas. “A primeira vez que fizemos a cerimónia, no primeiro aniversário do Hoko, despertou logo muito interesse. Hoje chegam pessoas de todos o país, para participar”, refere Yang Qi.</p>
<h3><strong>O crescimento acelerado da faturação do grupo</strong></h3>
<p>Neste momento, o Grupo 5Y tem sob a sua gestão oito unidades, algumas partilhadas com sócios específicos para cada operação. “Os sócios têm capital nas marcas, ou seja, eu tenho sócios que estão comigo em três restaurantes, outros estão só em dois ou apenas em um. Eu sou o único que sou acionista em todos”, explica o Yang Qi. O gestor revela que no final do ano, a previsão é que o grupo fature cerca de nove milhões de euros, para os quais contribuem mais duas inaugurações: o Los Pepes em Braga, e o Ikeda (uma reabertura), no Campo Alegre, no Porto.  Para o próximo ano, a estimativa aponta para receitas de 12 milhões de euros, já com estes dois restaurantes consolidados. No entanto, o grupo prevê ainda adicionar mais três espaços durante o ano de 2026, mas para já, o segredo é a alma do negócio. A equipa, essa já ultrapassa os 150 colaboradores e deverá ultrapassar a barreira dos 200 no ano que vem.  Assegura que o negócio é lucrativo e tem, como regra, “só abrir segundas e terceira unidades de conceitos que nos dão provas de que são vencedores.” Yang Qi, jogador de rugby, adora viajar, sobretudo para conhecer restaurantes que o possam inspirar. Destaca, como modelo internacional, a cadeia de restaurantes asiáticos Zuma, mas também tem ídolos dentro de fronteiras. O grupo JNc Quoi e o grupo Olivier são dois dos que mais admira.</p>
<p><strong><em>(Artigo publicado originalmente na edição de outubro/novembro de 2025 da Forbes Portugal)</em></strong></p>
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		<title>Restauração e hotelaria acordam aumentos salariais médios de 5% para 2026</title>
		<link>https://www.forbespt.com/restauracao-e-hotelaria-acordam-aumentos-salariais-medios-de-5-para-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forbes Staff]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Dec 2025 13:48:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Aumentos salariais]]></category>
		<category><![CDATA[Contratos de Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Hóteis]]></category>
		<category><![CDATA[hotelaria]]></category>
		<category><![CDATA[restaurantes]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalhadores]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.forbespt.com/?p=177571</guid>

					<description><![CDATA[<p>Os setores da restauração e hotelaria assinaram a revisão dos contratos coletivos para 2026 com o Sindicato dos Trabalhadores do Setor de Serviços (SITESE), prevendo um aumento salarial médio de cerca de 5%. De acordo com o comunicado divulgado pela AHRESP – Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal, os novos contratos preveem, entre [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os setores da restauração e hotelaria assinaram a revisão dos contratos coletivos para 2026 com o Sindicato dos Trabalhadores do Setor de Serviços (SITESE), prevendo um aumento salarial médio de cerca de 5%. De acordo com o comunicado divulgado pela AHRESP – Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal, os novos contratos preveem, entre outras alterações, a atualização das tabelas salariais de todas as categorias profissionais com efeitos a partir de 01 de janeiro de 2026.</p>
<p class="text-paragraph">“Trata-se de uma valorização salarial transversal, superior aos 4,6% definidos em sede de Concertação Social para o próximo ano, sendo por isso um compromisso determinante para o reforço do salário médio”, refere. Na passada segunda-feira, a Associação da Hotelaria de Portugal (AHP) também anunciou que tinha chegado a acordo com o SITESE para a revisão global do Contrato Coletivo de Trabalho (CCT), que prevê um aumento superior a 5% para o ano de 2026.</p>
<blockquote><p><strong>Para a AHRESP, este acordo reforça o compromisso com a valorização dos profissionais da restauração e do alojamento turístico, “promovendo relações laborais mais estáveis e ajustadas à realidade atual dos setores”.</strong></p></blockquote>
<p class="text-paragraph">O entendimento agora alcançado com a AHRESP resulta de um processo negocial classificado como “responsável e equilibrado”, tendo como objetivo melhorar as condições de trabalho e valorizar as carreiras, assegurando simultaneamente a sustentabilidade económica das empresas. As negociações decorreram num contexto marcado “pelo aumento dos custos operacionais e escassez de mão de obra”, sublinha. Para a AHRESP, este acordo reforça o compromisso com a valorização dos profissionais da restauração e do alojamento turístico, “promovendo relações laborais mais estáveis e ajustadas à realidade atual dos setores”.</p>
<p class="text-paragraph">A associação adianta que divulgará em breve informação mais detalhada sobre o conteúdo das alterações acordadas, referindo que este entendimento com o SITESE “reflete uma postura de diálogo construtivo, transparente e responsável, essencial para reforçar a atratividade, a competitividade e a solidez destes setores estratégicos para a economia nacional”.</p>
<p><strong>(Lusa)</strong></p>
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		<title>Os melhores resturantes nacionais distinguidos no TheFork Awards with Mastercard</title>
		<link>https://www.forbespt.com/os-melhores-resturantes-nacionais-distinguidos-no-thefork-awards-with-mastercard/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo Marmé]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Nov 2025 18:52:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Forbes Life]]></category>
		<category><![CDATA[Gastronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Prémio]]></category>
		<category><![CDATA[Restauração]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O TheFork Awards with Mastercard é uma iniciativa que pretende distinguir os melhores restaurantes do ano e prestar homenagem às grandes figuras que moldam o panorama gastronómico português. A gala de entrega dos galardões desta que foi a segunda edição do evento aconteceu no Convento do Beato, sob o tema “Legends”, tendo reunido mais de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O TheFork Awards with Mastercard é uma iniciativa que pretende distinguir os melhores restaurantes do ano e prestar homenagem às grandes figuras que moldam o panorama gastronómico português. A gala de entrega dos galardões desta que foi a segunda edição do evento aconteceu no Convento do Beato, sob o tema “Legends”, tendo reunido mais de 200 convidados entre Chefs, personalidades do setor e parceiros do TheFork.</p>
<h3>People’s Choice Award</h3>
<p>Entre os restaurantes nomeados pelo júri constituído por 53 Chefs portugueses (entre os quais nomes com Estrela Michelin como a Chef Marlene Vieira, o Chef Rui Paula, o Chef João Sá e o Chef Henrique Sá Pessoa), o restaurante Polémico foi o vencedor do People’s Choice Award distinguido como o restaurante preferido dos portugueses em 2025.</p>
<p>“Não estávamos mesmo à espera deste prémio. Abrimos há 10 meses, somos 5 sócios em que o mais velho tem 26 anos, receber esta distinção entre restaurantes tão conceituados é mesmo um motivo orgulho. Propomos uma fusão gastronómica onde a comida de excelência é para toda a gente dentro de um ambiente informal com guardanapos de pano, pratos de Inox e cozinha de Chef. Mudamos o menu de 2 em 2 meses porque acreditamos que a criatividade pode repensar sabores.” afirma o chef António Lobo Xavier.</p>
<figure id="attachment_175575" aria-describedby="caption-attachment-175575" style="width: 640px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-175575" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2025/11/Chef-Antonio-Lobo-Xavier-e-Goncalo-Sampaio-do-restaurante-Polemico-vencedor-Peoples-Choice-640x960.jpg" alt="" width="640" height="960" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2025/11/Chef-Antonio-Lobo-Xavier-e-Goncalo-Sampaio-do-restaurante-Polemico-vencedor-Peoples-Choice-640x960.jpg 640w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2025/11/Chef-Antonio-Lobo-Xavier-e-Goncalo-Sampaio-do-restaurante-Polemico-vencedor-Peoples-Choice-1280x1920.jpg 1280w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2025/11/Chef-Antonio-Lobo-Xavier-e-Goncalo-Sampaio-do-restaurante-Polemico-vencedor-Peoples-Choice-768x1152.jpg 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2025/11/Chef-Antonio-Lobo-Xavier-e-Goncalo-Sampaio-do-restaurante-Polemico-vencedor-Peoples-Choice-1024x1536.jpg 1024w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2025/11/Chef-Antonio-Lobo-Xavier-e-Goncalo-Sampaio-do-restaurante-Polemico-vencedor-Peoples-Choice-1365x2048.jpg 1365w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2025/11/Chef-Antonio-Lobo-Xavier-e-Goncalo-Sampaio-do-restaurante-Polemico-vencedor-Peoples-Choice-1200x1800.jpg 1200w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2025/11/Chef-Antonio-Lobo-Xavier-e-Goncalo-Sampaio-do-restaurante-Polemico-vencedor-Peoples-Choice-600x900.jpg 600w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2025/11/Chef-Antonio-Lobo-Xavier-e-Goncalo-Sampaio-do-restaurante-Polemico-vencedor-Peoples-Choice-scaled.jpg 1707w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><figcaption id="caption-attachment-175575" class="wp-caption-text">Chef António Lobo Xavier e Gonçalo Sampaio do restaurante Polémico, vencedor da categoria People&#8217;s Choice</figcaption></figure>
<p>Foram igualmente revelados os restantes classificados no Top 10 de restaurantes mais votados pelo público, salientando o melhor da gastronomia nacional: Marina com Noélia (Olhão), Belos Aires Praia (Arcozelo), Carvoaria (Lisboa), Bougain Avenida (Lisboa), De Raiz (Almada), Renascimento (Guimarães), Raio (Lisboa), Intemporal (Paço d’Arcos) e Bonança (Lisboa).</p>
<h3>Chef’s Choice Award</h3>
<p>Santa Joana foi também um dos grandes protagonistas da gala, ao ser distinguido com o Chef’s Choice Award, atribuído pelos chefs do júri como reconhecimento da inovação e excelência gastronómica.</p>
<p>A este prémio, Santa Joana somou o Media’s Choice, reforçando o destaque de uma noite marcada pela homenagem ao Chef Nuno Mendes, cujo percurso e contributo para a gastronomia portuguesa foram amplamente reconhecidos.</p>
<figure id="attachment_175576" aria-describedby="caption-attachment-175576" style="width: 640px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-175576" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2025/11/Chef-Nuno-Mendes-640x960.jpg" alt="" width="640" height="960" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2025/11/Chef-Nuno-Mendes-640x960.jpg 640w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2025/11/Chef-Nuno-Mendes-1280x1920.jpg 1280w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2025/11/Chef-Nuno-Mendes-768x1152.jpg 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2025/11/Chef-Nuno-Mendes-1024x1536.jpg 1024w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2025/11/Chef-Nuno-Mendes-1365x2048.jpg 1365w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2025/11/Chef-Nuno-Mendes-1200x1800.jpg 1200w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2025/11/Chef-Nuno-Mendes-600x900.jpg 600w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2025/11/Chef-Nuno-Mendes-scaled.jpg 1707w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><figcaption id="caption-attachment-175576" class="wp-caption-text">Chef Nuno Mendes</figcaption></figure>
<p>“Este prémio é um orgulho enorme para e mim e para a nossa equipa. Estamos há um ano a montar uma casa onde somos os anfitriões de um convento com mais de quatrocentos anos de história. Tentámos criar um espaço com um ambiente boémio e divertido, onde honramos o sítio onde estamos, com inspiração na cozinha portuguesa, mas também nas viagens por todos os sítios onde já andámos até à Lisboa de hoje. Somos uma equipa de profissionais incríveis que temos levado este projeto para a frente, é o trabalho desta equipa e o seu empenho que nos traz este prémio. É uma honra enorme sermos reconhecidos.” Refere o chef Nuno Mendes que subiu ao palco três vezes nesta segunda edição.</p>
<h3>Um novo prémio atribuído pela Mastercard</h3>
<p>Nesta segunda edição, o TheFork Awards with Mastercard apresentou a novidade da entrega de um novo reconhecimento: o Mastercard Impact Award, que foi atribuído ao restaurante Intemporal, liderado pelo chef Miguel Laffan em Paço de Arcos, pelo seu apoio às comunidades locais, a promoção do turismo autêntico e o impulso ao talento.</p>
<figure id="attachment_175580" aria-describedby="caption-attachment-175580" style="width: 960px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-175580" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2025/11/Rui-Patraquim-Mastercard-e-Chef-Miguel-Laffan-960x640.jpg" alt="" width="960" height="640" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2025/11/Rui-Patraquim-Mastercard-e-Chef-Miguel-Laffan-960x640.jpg 960w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2025/11/Rui-Patraquim-Mastercard-e-Chef-Miguel-Laffan-1920x1280.jpg 1920w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2025/11/Rui-Patraquim-Mastercard-e-Chef-Miguel-Laffan-768x512.jpg 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2025/11/Rui-Patraquim-Mastercard-e-Chef-Miguel-Laffan-1536x1024.jpg 1536w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2025/11/Rui-Patraquim-Mastercard-e-Chef-Miguel-Laffan-2048x1365.jpg 2048w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2025/11/Rui-Patraquim-Mastercard-e-Chef-Miguel-Laffan-1200x800.jpg 1200w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2025/11/Rui-Patraquim-Mastercard-e-Chef-Miguel-Laffan-600x400.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px" /><figcaption id="caption-attachment-175580" class="wp-caption-text">Rui Patraquim Mastercard e Chef Miguel Laffan</figcaption></figure>
<h3>Categorias especiais</h3>
<p>Os vencedores das categorias especiais, foram também selecionados entre os 37 restaurantes nomeados de 9 distritos:</p>
<ul>
<li>Media’s Choice Award: foi selecionado por um painel de jornalistas especializados – Rafael Tonon, Alexandra Prado Coelho, Cláudia Lima Carvalho e Catarina Moura &#8211; que premiou o restaurante Santa Joana em Lisboa como a melhor abertura gastronómica do último ano, também galardoado com o Chef’s Choice, reforçando o reconhecimento atribuído pelos Chefs.</li>
<li>Prémio Excelência na Carta de Vinhos: reconheceu o restaurante Largo do Paço em Amarante, cuja carta de vinhos se destaca pela sua curadoria exemplar, elevando a experiência enogastronómica a um patamar de referência. Este prémio foi atribuído pela Sogrape.</li>
<li>Prémio Raízes: selecionado pelo Recheio, considerou o Fitapreta – A Cozinha do Paço em Évora, por manter uma ligação profunda com a terra, o território e os seus produtores, preservando tradições, promovendo sustentabilidade e valorizando a cultura alimentar local.
<p><figure id="attachment_175579" aria-describedby="caption-attachment-175579" style="width: 960px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-175579" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2025/11/Premio-Recheio-Fitapreta-Cozinha-do-Paco-960x640.jpg" alt="" width="960" height="640" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2025/11/Premio-Recheio-Fitapreta-Cozinha-do-Paco-960x640.jpg 960w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2025/11/Premio-Recheio-Fitapreta-Cozinha-do-Paco-1920x1280.jpg 1920w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2025/11/Premio-Recheio-Fitapreta-Cozinha-do-Paco-768x512.jpg 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2025/11/Premio-Recheio-Fitapreta-Cozinha-do-Paco-1536x1024.jpg 1536w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2025/11/Premio-Recheio-Fitapreta-Cozinha-do-Paco-2048x1365.jpg 2048w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2025/11/Premio-Recheio-Fitapreta-Cozinha-do-Paco-1200x800.jpg 1200w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2025/11/Premio-Recheio-Fitapreta-Cozinha-do-Paco-600x400.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px" /><figcaption id="caption-attachment-175579" class="wp-caption-text">Prémio Recheio foi entregue ao restautante Fitapreta &#8211; Cozinha do Paço, em Évora</figcaption></figure></li>
</ul>
<h3>Homenagem às Lendas da Gastronomia Portuguesa</h3>
<p>Em 2025, o TheFork Awards with Mastercard prestou tributo às figuras que marcam e inspiram a gastronomia portuguesa, num momento de celebração e reconhecimento. Durante a gala foram homenageados nomes que elevam a marca portuguesa no panorama gastronómico internacional:</p>
<ul>
<li>Maria de Lourdes Modesto, a quem foi dedicada a abertura da cerimónia, como símbolo maior da divulgação da gastronomia portuguesa;</li>
<li>Noélia Jerónimo, homenageada pelo chef Rodrigo Castelo, com discurso de aceitação emotivo em que recordou o caminho que a trouxe até aqui.
<p><figure id="attachment_175578" aria-describedby="caption-attachment-175578" style="width: 640px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-175578" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2025/11/Noelia-Jeronimo-640x960.jpg" alt="" width="640" height="960" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2025/11/Noelia-Jeronimo-640x960.jpg 640w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2025/11/Noelia-Jeronimo-1280x1920.jpg 1280w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2025/11/Noelia-Jeronimo-768x1152.jpg 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2025/11/Noelia-Jeronimo-1024x1536.jpg 1024w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2025/11/Noelia-Jeronimo-1365x2048.jpg 1365w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2025/11/Noelia-Jeronimo-1200x1800.jpg 1200w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2025/11/Noelia-Jeronimo-600x900.jpg 600w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2025/11/Noelia-Jeronimo-scaled.jpg 1707w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><figcaption id="caption-attachment-175578" class="wp-caption-text">Noélia Jeronimo</figcaption></figure></li>
<li>Nuno Mendes, homenageado pelo chef Leandro Carreira, pela sua influência internacional e o contributo para a valorização da cozinha portuguesa no mundo.</li>
<li>Dieter Koschina, homenageado pelo chef Rui Silvestre, em reconhecimento pela sua mestria técnica e pela inspiração de gerações de cozinheiros em Portugal.
<p><figure id="attachment_175577" aria-describedby="caption-attachment-175577" style="width: 640px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-175577" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2025/11/Chef-Dieter-Koschina-640x960.jpg" alt="" width="640" height="960" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2025/11/Chef-Dieter-Koschina-640x960.jpg 640w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2025/11/Chef-Dieter-Koschina-1280x1920.jpg 1280w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2025/11/Chef-Dieter-Koschina-768x1152.jpg 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2025/11/Chef-Dieter-Koschina-1024x1536.jpg 1024w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2025/11/Chef-Dieter-Koschina-1365x2048.jpg 1365w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2025/11/Chef-Dieter-Koschina-1200x1800.jpg 1200w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2025/11/Chef-Dieter-Koschina-600x900.jpg 600w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2025/11/Chef-Dieter-Koschina-scaled.jpg 1707w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><figcaption id="caption-attachment-175577" class="wp-caption-text">Chef Dieter Koschin</figcaption></figure></li>
</ul>
<p>Susana Castro, Diretora de Marketing do TheFork Portugal sublinha o papel da plataforma na promoção e valorização da restauração nacional: “O TheFork Awards with Mastercard é um tributo à comunidade gastronómica portuguesa — aos novos talentos, aos chefs consagrados e a todos os que, todos os dias, contribuem para que Portugal continue a ser um destino de excelência à mesa. Hoje celebramos duplamente: os prémios das novas aberturas mais também os 10 anos TheFork. É com muito orgulho que fechamos esta segunda edição entre parceiros e chefs que fazem parte desta década.”</p>
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		<title>DoubleTree by Hilton Lagoa Azores estreia nova carta da Chef Janeth Rios</title>
		<link>https://www.forbespt.com/doubletree-by-hilton-lagoa-azores-estreia-nova-carta-da-chef-janeth-rios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo Marmé]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Nov 2025 12:50:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Forbes Life]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[negócios]]></category>
		<category><![CDATA[restaurantes]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo]]></category>
		<category><![CDATA[vinhos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A riqueza do terroir açoriano vai ser celebrada no restaurante Frondoso, no DoubleTree by Hilton Lagoa Azores, com um jantar exclusivo no próximo dia 15 de novembro. O evento assinala o lançamento da nova carta do restaurante, com autoria da Chef Executiva, Janeth Rios. Entre as propostas que compõem o menu destacam-se o Folhado Atlântico [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A riqueza do terroir açoriano vai ser celebrada no restaurante Frondoso, no DoubleTree by Hilton Lagoa Azores, com um jantar exclusivo no próximo dia 15 de novembro. O evento assinala o lançamento da nova carta do restaurante, com autoria da Chef Executiva, Janeth Rios. Entre as propostas que compõem o menu destacam-se o Folhado Atlântico alla Puttanesca, o Lombo com Bérnaise à Regional e o Crème Brûlée de Chá Gorreana &amp; Laranja, que serão harmonizadas com os vinhos da Tarelo, produzidos na Ilha do Pico, que assumem um papel central nesta experiência gastronómica. O jantar contará com a presença do enólogo Tiago Macena, que se juntou recentemente à marca com o objetivo de reforçar e expandir a notoriedade da viticultura local.</p>
<p>Segundo a organização, o jantar propõe uma “verdadeira viagem sensorial pelos sabores dos Açores”, harmonizando os novos pratos do Frondoso com a elegância e autenticidade dos vinhos Tarelo. O Monumental 2018 e o Potion 2003 serão dois dos protagonistas da noite, selecionados para acompanhar cada momento do menu.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-174978" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2025/11/Frondoso-1-1-960x640.jpg" alt="" width="960" height="640" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2025/11/Frondoso-1-1-960x640.jpg 960w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2025/11/Frondoso-1-1-1920x1280.jpg 1920w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2025/11/Frondoso-1-1-768x512.jpg 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2025/11/Frondoso-1-1-1536x1024.jpg 1536w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2025/11/Frondoso-1-1-2048x1365.jpg 2048w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2025/11/Frondoso-1-1-1200x800.jpg 1200w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2025/11/Frondoso-1-1-600x400.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px" /></p>
<p>“Os vinhos Tarelo são uma expressão pura do Pico, da sua terra, do seu vento e do seu mar. Queremos que cada copo conte essa história”, sublinha Tiago Macena, atualmente em fase de finalização do trabalho que lhe dará o título de Master of Wine.</p>
<blockquote><p>“Este momento representa encontro entre duas forças criativas dos Açores: a gastronomia e a viticultura”, acrescenta a Chef Janeth Rios.</p></blockquote>
<p>O menu, criado especialmente para esta ocasião, apresenta harmonizações como o Carpaccio Mar e Terra dos Açores com o Tarelo Branco Arinto &amp; Verdelho 2019, o Atum em Sementes &amp; Velouté Tropical com o Tarelo Monumental 2018, e o Crème Brûlée de Chá Gorreana &amp; Laranja acompanhado do Tarelo Potion 2003, uma seleção que traduz a ligação entre o mar, a terra e a alma atlântica que definem a cozinha e os vinhos açorianos.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-174976" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2025/11/Tarelo--640x960.jpg" alt="" width="640" height="960" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2025/11/Tarelo--640x960.jpg 640w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2025/11/Tarelo--768x1152.jpg 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2025/11/Tarelo--1024x1536.jpg 1024w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2025/11/Tarelo--600x900.jpg 600w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2025/11/Tarelo-.jpg 1067w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<p>“A nova carta do DoubleTree by Hilton Lagoa Azores procura valorizar os produtos locais e reinterpretar tradições açorianas com sofisticação e identidade”, completa a Chef Executiva do hotel. A curadoria vínica ficará a cargo do Food &amp; Drinks Manager e Sommelier do hotel, Gonçalo Patraquim, em parceria com os Vinhos Tarelo.</p>
<p>Os lugares para o jantar são limitados, com um preço de 100 euros por pessoa.</p>
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		<title>Grande Reserva da Quinta da Vacaria assinala abertura de novo restaurante fine dining do Chef Vítor Matos</title>
		<link>https://www.forbespt.com/grande-reserva-da-quinta-da-vacaria-assinala-abertura-de-novo-restaurante-fine-dining-do-chef-vitor-matos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo Marmé]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 12 Apr 2025 11:22:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Forbes Life]]></category>
		<category><![CDATA[Gastronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Life]]></category>
		<category><![CDATA[restaurantes]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.forbespt.com/?p=160310</guid>

					<description><![CDATA[<p>Elegante, complexo e com um carácter único. É assim que o enólogo João Menezes define o Grande Reserva, colheita 2019, da Quinta da Vacaria, produzido a partir das castas Touriga Nacional e Touriga Franca, que acaba de chegar ao mercado, em vários formatos, depois de um estágio de quatro anos em garrafa. Para João Menezes, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Elegante, complexo e com um carácter único. É assim que o enólogo João Menezes define o Grande Reserva, colheita 2019, da Quinta da Vacaria, produzido a partir das castas Touriga Nacional e Touriga Franca, que acaba de chegar ao mercado, em vários formatos, depois de um estágio de quatro anos em garrafa.</p>
<figure id="attachment_160317" aria-describedby="caption-attachment-160317" style="width: 768px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-160317" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/QV-Grande-Reserva-2019-5-768x960.jpg" alt="" width="768" height="960" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/QV-Grande-Reserva-2019-5-768x960.jpg 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/QV-Grande-Reserva-2019-5-1536x1920.jpg 1536w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/QV-Grande-Reserva-2019-5-1229x1536.jpg 1229w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/QV-Grande-Reserva-2019-5-1639x2048.jpg 1639w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/QV-Grande-Reserva-2019-5-1200x1500.jpg 1200w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/QV-Grande-Reserva-2019-5-600x750.jpg 600w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/QV-Grande-Reserva-2019-5-scaled.jpg 2048w" sizes="auto, (max-width: 768px) 100vw, 768px" /><figcaption id="caption-attachment-160317" class="wp-caption-text">Quinta da Vacaria Grande Reserva 2019. Foto: Bruno Gonçalves</figcaption></figure>
<p>Para João Menezes, este é um dos grandes clássicos da Quinta da Vacaria que combina com a abertura de mais um restaurante na Quinta da Vacaria, a qual se situa entre a margem esquerda do Corgo e a direita do Douro.</p>
<figure id="attachment_160313" aria-describedby="caption-attachment-160313" style="width: 960px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-160313" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/Adega-e-Vinha-1-960x540.jpg" alt="" width="960" height="540" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/Adega-e-Vinha-1-960x540.jpg 960w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/Adega-e-Vinha-1-1920x1080.jpg 1920w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/Adega-e-Vinha-1-768x432.jpg 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/Adega-e-Vinha-1-1536x864.jpg 1536w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/Adega-e-Vinha-1-2048x1152.jpg 2048w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/Adega-e-Vinha-1-1200x675.jpg 1200w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/Adega-e-Vinha-1-600x338.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px" /><figcaption id="caption-attachment-160313" class="wp-caption-text">Adega da Quinta da Vacaria. Foto: Bruno Gonçalves</figcaption></figure>
<p>Esse novo restaurante é o Schistó, um novo fine-dining da Vacaria, liderado também pelo chef Vitor Matos, que é o chef com mais estrelas Michelin em Portugal (duas estrelas Michelin pelo restaurante Antiqvvm, uma estrela pelo 2Monkeys, uma estrela pelo Blind e uma estrela pelo Oculto).</p>
<blockquote><p>O Schistó é um restaurante de fine dining imaginado pela designer de interiores Joana Astolfi e conduzido pelo chef Vitor Matos, sempre com o apoio diário do chef Vitor Gomes e da Sous-Chef Carolina Columbano.</p></blockquote>
<figure id="attachment_160322" aria-describedby="caption-attachment-160322" style="width: 960px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-160322 size-medium" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/Adega-e-Vinha-2-960x540.jpg" alt="" width="960" height="540" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/Adega-e-Vinha-2-960x540.jpg 960w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/Adega-e-Vinha-2-1920x1080.jpg 1920w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/Adega-e-Vinha-2-768x432.jpg 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/Adega-e-Vinha-2-1536x864.jpg 1536w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/Adega-e-Vinha-2-2048x1152.jpg 2048w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/Adega-e-Vinha-2-1200x675.jpg 1200w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/Adega-e-Vinha-2-600x338.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px" /><figcaption id="caption-attachment-160322" class="wp-caption-text">Foto: Bruno Gonçalves</figcaption></figure>
<p>Nesta abertura, Vítor Matos arrisca, escolhendo apenas vinhos Quinta da Vacaria para combinar com os menus preparados à medida. “Este é um vinho com uma autenticidade incrível, produzido apenas em anos vitivinícolas de excelência, e com um verdadeiro sentido de lugar. A influência do terroir é total”, afirma o enólogo. O PVP começa nos 100 euros (garrafa de 0,75cl).</p>
<p><span style="font-style: inherit; font-weight: inherit;">Com uma composição cuidada das melhores uvas da colheita de 2019, o Quinta da Vacaria Grande Reserva reforça a ligação do vinho à alta gastronomia portuguesa, refletindo, assim, o compromisso da marca, situada no Peso da Régua, em “elevar a qualidade e sofisticação” do vinho produzido no Douro.</span></p>
<figure id="attachment_160323" aria-describedby="caption-attachment-160323" style="width: 768px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-160323 size-medium" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/QV-Grande-Reserva-2019-6-768x960.jpg" alt="" width="768" height="960" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/QV-Grande-Reserva-2019-6-768x960.jpg 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/QV-Grande-Reserva-2019-6-1536x1920.jpg 1536w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/QV-Grande-Reserva-2019-6-1229x1536.jpg 1229w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/QV-Grande-Reserva-2019-6-1638x2048.jpg 1638w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/QV-Grande-Reserva-2019-6-1200x1500.jpg 1200w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/QV-Grande-Reserva-2019-6-600x750.jpg 600w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/QV-Grande-Reserva-2019-6-scaled.jpg 2048w" sizes="auto, (max-width: 768px) 100vw, 768px" /><figcaption id="caption-attachment-160323" class="wp-caption-text">Foto: Bruno Gonçalves</figcaption></figure>
<p><span style="font-style: inherit; font-weight: inherit;">“A maior dificuldade é termos, sucessivamente, anos vitivinícolas bons para a produção de néctares deste segmento”, adianta João Menezes sobre o vinho, feito em lagar e com um estágio em barricas de 500 litros.</span></p>
<p><span style="font-style: inherit; font-weight: inherit;">Este Grande Reserva deve ser servido entre os 16 e os 17 graus e, preferencialmente, acompanhado “por causa da estrutura tânica que tem”. “Quando é bebido sozinha, torna-se mais difícil tirar o mesmo prazer do vinho”, acrescenta.</span></p>
<p><span style="font-style: inherit; font-weight: inherit;">Ao mercado chegarão apenas 660 garrafas, das 1800 produzidas.</span></p>
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