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	<title>Mundo Archives - Forbes Portugal</title>
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	<description>A revista de líderes e de empreendedores com maior impacto no mundo dos negócios.</description>
	<lastBuildDate>Mon, 22 Jun 2026 08:59:10 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Mundo Archives - Forbes Portugal</title>
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		<title>“Toy Story 5” torna-se o filme com a maior estreia de 2026 e bate o recorde da franquia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Zachary Folk]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 12:08:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Forbes Life]]></category>
		<category><![CDATA[Animação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O filme &#8220;Toy Story 5&#8221;, da Disney e da Pixar, registou o melhor fim de semana de estreia do ano até ao momento nas bilheteiras dos Estados Unidos, de acordo com os primeiros dados divulgados pelas publicações especializadas de Hollywood, tendo arrecadado cerca de 139 milhões de euros nos cinemas norte-americanos, estabelecendo assim um recorde [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O filme &#8220;Toy Story 5&#8221;, da Disney e da Pixar, registou o melhor fim de semana de estreia do ano até ao momento nas bilheteiras dos Estados Unidos, de acordo com os primeiros dados divulgados pelas publicações especializadas de Hollywood, tendo arrecadado cerca de 139 milhões de euros nos cinemas norte-americanos, estabelecendo assim um recorde para a franquia &#8220;Toy Story&#8221;.</p>
<p>A receita bruta de &#8220;Toy Story 5&#8221; no país colocou-o quase 34 milhões de euros à frente do fim de semana de estreia do último filme da série (&#8220;Toy Story 4&#8221;), que arrecadou 105,6 milhões de euros em 2019.</p>
<p>É também o segundo melhor fim de semana de estreia de sempre para um filme da Pixar, apenas atrás dos 159,5 milhões de dólares de &#8220;Os Incríveis 2&#8221;, em 2018.</p>
<p>O novo filme foi também um enorme sucesso a nível mundial, arrecadando mais cerca de 132 milhões de euros no conjunto dos outros mercados, o que elevou a receita total para 271 milhões de euros.</p>
<p>Além disso, superou facilmente a maior estreia anterior de 2026: &#8220;The Super Mario Galaxy Movie&#8221;, da Universal, que arrecadou 115 milhões de euros nos cinemas norte-americanos quando estreou em abril.</p>
<p><strong><em>Texto original <a href="https://www.forbes.com/sites/zacharyfolk/2026/06/21/toy-story-5-becomes-biggest-film-opening-of-2026-and-breaks-franchise-record/">aqui</a>. Artigo traduzido e editado por <a href="https://www.forbespt.com/author/ritameireles/">Rita Meireles</a>. </em></strong></p>
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		<title>Guerra no Médio Oriente: Turismo na Europa poderá crescer apenas 3% em 2026</title>
		<link>https://www.forbespt.com/guerra-no-medio-oriente-turismo-na-europa-podera-crescer-apenas-3-em-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Helena C. Peralta]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 14:16:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Ásia]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra no Irão]]></category>
		<category><![CDATA[Impacto da guerra]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A guerra no Médio Oriente está a ter forte impacto em diversos setores a nível mundial, sendo o turismo um dos mais afetados. No arranque de 2026, as previsões de crescimento do turismo a nível mundial eram muito positivas, tendo em conta a evolução já sentida em 2025. No ano passado, registaram-se cerca de 1,5 [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A guerra no Médio Oriente está a ter forte impacto em diversos setores a nível mundial, sendo o turismo um dos mais afetados. No arranque de 2026, as previsões de crescimento do turismo a nível mundial eram muito positivas, tendo em conta a evolução já sentida em 2025. No ano passado, registaram-se cerca de 1,5 mil milhões de viajantes nos aeroportos, ultrapassando, pela primeira vez os números anteriores aos da pandemia. Porém, o conflito no Médio Oriente veio baralhar as contas. Os fluxos de viagens foram redirecionados e alguns dos destinos mais atrativos viram alguns reflexos desse impacto, com os consumidores a optarem, por destinos mais próximos e acessíveis, sobretudo na Europa e na Ásia.</p>
<p>A seguradora de crédito Crédito y Caución elaborou um estudo, tendo como base dois cenários de duração do conflito para calcular o impacto do conflito no Médio Oriente no setor do Turismo. Assim, num cenário base uma solução rápida do conflito, estima que a procura turística na Europa aumente 8% e na Ásia cresça 12%. No cenário mais pessimista, em caso de prolongamento da guerra no Irão, estes crescimentos seriam bem inferiores: na Europa apenas 3% e a Ásia 5%. Estes são dois dos mercados mais relevantes para o turismo mundial: a Ásia recebe 22% das chegadas internacionais e a Europa recebe 52% dos viajantes.</p>
<blockquote><p><strong>A análise da Crédito Y Caución refere que o impacto será desigual, e segmentos ligados a viagens de curta distância e viagens domésticas provavelmente demonstrarão maior resiliência, beneficiando da redistribuição da procura. </strong></p></blockquote>
<p>A situação atual é, segundo o <em>research</em>, caracterizada como uma crise de preços e não tanto como uma perturbação física do fornecimento. O transporte aéreo, que representa aproximadamente dois terços dos movimentos turísticos internacionais em todo o mundo, será um dos mais afetados pelos aumentos de preço. O combustível utilizado pelas companhias áreas representa 25% a 30% dos custos operacionais e um aumento dos preços acarreta no imediato compressão de margens, taxas e sobretaxas por combustível mais elevadas, redução da cobertura de rotas menos lucrativas e maior otimização dos fatores de carga e do deslocamento da frota. Logo, este conflito está a traduzir-se em pressão operacional e financeira em todo o sistema de aviação, sendo que a resiliência dos operadores dependerá em grande parte da sua solidez financeira, das estratégias de cobertura de combustíveis e do poder de fixação de preços.</p>
<blockquote><p><strong>O combustível utilizado pelas companhias áreas representa 25% a 30% dos custos operacionais e um aumento dos preços acarreta no imediato compressão de margens, entre outras situações. </strong></p></blockquote>
<p>No entanto, esta situação afeta igualmente toda a cadeia de valor do turismo. Operadores turísticos, intermediários de viagem, hotéis que dependem da procura de longa distância e fornecedores de transportes e serviços com custos fixos elevados enfrentam um ambiente mais complexo.</p>
<p>A análise da Crédito Y Caución refere que o impacto será desigual, e segmentos ligados a viagens de curta distância e viagens domésticas provavelmente demonstrarão maior resiliência, beneficiando da redistribuição da procura.  “A situação atual não aponta para uma paragem abrupta do turismo mundial, mas destaca uma vulnerabilidade estrutural. Se as restrições persistirem, o setor poderá enfrentar um período mais longo de menor conectividade, preços mais elevados e alterações nos padrões de viagem”, pode ler-se no estudo.</p>
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		<item>
		<title>A Terra entra em sobrecarga ecológica a 30 de julho</title>
		<link>https://www.forbespt.com/a-terra-entra-em-sobrecarga-ecologica-a-30-de-julho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forbes Portugal Staff]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Jun 2026 09:07:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[humanidade]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Planeta]]></category>
		<category><![CDATA[Recursos]]></category>
		<category><![CDATA[Recursos Naturais]]></category>
		<category><![CDATA[Sobrecarga]]></category>
		<category><![CDATA[Terra]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O dia da sobrecarga ecológica do planeta, em que a humanidade esgota os recursos naturais da Terra disponíveis anualmente e passa a viver “a crédito”, assinala-se a 30 de julho. Segundo dados da organização internacional ‘Global Footprint Network’, o planeta vai entrar em sobrecarga a 30 de julho, poucos dias mais tarde do que em [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O dia da sobrecarga ecológica do planeta, em que a humanidade esgota os recursos naturais da Terra disponíveis anualmente e passa a viver “a crédito”, assinala-se a 30 de julho.</p>
<p>Segundo dados da organização internacional ‘Global Footprint Network’, o planeta vai entrar em sobrecarga a 30 de julho, poucos dias mais tarde do que em 2025, quando a data se assinalou a 24 de julho.</p>
<p>A organização explica que “a aparente data mais tardia” para esgotar os recursos da Terra este ano tem por base a revisão dos dados usados para calcular o dia da sobrecarga, que leva a recalcular também os dados de anos anteriores.</p>
<p>Em 2026, explicou, a organização, a principal mudança para efeitos de cálculo teve a ver com a revisão em alta da capacidade dos oceanos absorverem dióxido de carbono, para além de mais alguns pequenos ajustamentos, o que “empurrou o Dia da Sobrecarga da Terra” seis dias para a frente face a 2025.</p>
<p>“Esta mudança reflete informação atualizada, não uma efetiva redução da sobrecarga”, sublinha a organização.</p>
<p>Pelo contrário, apesar de acontecer mais tarde do que em 2025, a data deste ano representa “o nível mais elevado de sobrecarga ecológica alguma vez registado”.</p>
<p>Esgotar os recursos que o planeta é capaz de regenerar no espaço de um ano a cinco meses do final de 2026 demonstra, segundo a ‘Global Footprint Network’, o “quanto a economia depende da sobreutilização da natureza”.</p>
<p>Segundo os cálculos da organização internacional para a sustentabilidade, a humanidade está atualmente a usar os recursos naturais 73% mais rápido do que o planeta é capaz de os regenerar, o que equivale ao uso de 1,73 planetas Terra.</p>
<p>“É o nível mais elevado de sobrecarga na história da humanidade. Este nível de sobreutilização é possível porque é possível esgotar o capital natural. Um esgotamento como este compromete a segurança a longo prazo dos recursos. As consequências visíveis são a desflorestação, a erosão dos solos, a perda de biodiversidade e a acumulação de dióxido de carbono na atmosfera, contribuindo para fenómenos climáticos extremos mais frequentes e para o declínio da produção alimentar”, lê-se no comunicado da ‘Global Footprint Network’.</p>
<p>A organização salienta que a dívida ecológica acumulada para com o planeta é já de 20,6 anos de sobrecarga, o tempo que seria necessário para a regeneração da Terra, se isso fosse possível, o que a ‘Global Footprint Network’ diz ser improvável.</p>
<p>Se a sobrecarga continuar a aumentar aos níveis atuais, a dívida ecológica vai crescer ao ritmo de 0,73 planetas ao ano, sendo a consequência mais mensurável o aumento do dióxido de carbono na atmosfera.</p>
<p>Em 2026, a organização vai focar o Dia da Sobrecarga da Terra na forma como os países estão a responder a esse problema, avaliando a prioridade dada à matéria e a forma como estão a preparar as economias para um “futuro inevitavelmente marcado” pela disrupção climática e pela escassez de recursos.</p>
<p>Portugal assinou a 7 de maio o seu dia de sobrecarga, dois dias mais tarde do que em 2025, segundo a ‘Global Footprint Network’.</p>
<p>O país começa a exceder os recursos disponíveis para alimentar o estilo de vida dos portugueses decorridos menos de cinco meses do ano. Tal quer dizer que se cada pessoa na Terra vivesse como uma pessoa média portuguesa a humanidade exigiria cerca de 2,9 planetas para sustentar as suas necessidades de recursos.</p>
<p>O resultado coloca Portugal na média da União Europeia (UE), que este ano teve o dia de sobrecarga em 03 de maio, uma ligeira melhoria também em relação ao ano passado.</p>
<p><em>(LUSA)</em></p>
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		<title>&#8220;O Diabo Veste Prada 2&#8221; poderá ultrapassar a receita do filme original em apenas duas semanas</title>
		<link>https://www.forbespt.com/o-diabo-veste-prada-2-podera-ultrapassar-a-receita-do-filme-original-em-apenas-duas-semanas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mary Whitfill Roeloffs]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 14:06:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Forbes Life]]></category>
		<category><![CDATA[Atores]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Diabo Veste Prada]]></category>
		<category><![CDATA[Estreia]]></category>
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		<category><![CDATA[Receita]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Espera-se que o tão aguardado fim de semana de estreia de “O Diabo Veste Prada 2” compita com o de ”Project Hail Mary” e dispute um lugar entre as melhores estreias do ano. E que, em poucas semanas, ultrapasse a receita total do popular filme original. A maioria das estimativas do setor aponta que &#8220;O [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Espera-se que o tão aguardado fim de semana de estreia de “O Diabo Veste Prada 2” compita com o de ”Project Hail Mary” e dispute um lugar entre as melhores estreias do ano. E que, em poucas semanas, ultrapasse a receita total do popular filme original.</p>
<p>A maioria das estimativas do setor aponta que &#8220;O Diabo Veste Prada 2&#8221; deverá arrecadar entre 55 e 68 milhões de euros no seu fim de semana de estreia nos EUA (com algumas estimativas a aproximarem-se da faixa dos 72 a 85 milhões de euros) e mais 85 milhões de dólares a nível mundial.</p>
<p>Se essas previsões se confirmarem, o filme irá competir com “Project Hail Mary” pelo segundo melhor fim de semana de estreia do ano (a adaptação cinematográfica protagonizada por Ryan Gosling estreou com 68,6 milhões de euros no mês passado) e colocará o filme no bom caminho para superar a receita total do seu antecessor.</p>
<p>&#8220;O Diabo Veste Prada&#8221;, que estreou em junho de 2006, arrecadou 106,33 milhões de euros nos Estados Unidos e 278,49 milhões de euros a nível mundial ao longo da sua exibição.</p>
<p>Além do entusiasmo recorde em torno da sequela (o seu trailer bateu um recorde de visualizações nas primeiras 24 horas), a sequela irá também beneficiar de um segundo fim de semana que coincide com o feriado do Dia da Mãe, o que, ocasionalmente, tem proporcionado pequenos impulsos a filmes com um público predominantemente feminino.</p>
<p><strong><em>Texto original <a href="https://www.forbes.com/sites/maryroeloffs/2026/04/29/devil-wears-prada-2-could-top-original-films-gross-within-2-weeks/">aqui</a>. Artigo traduzido e editado por <a href="https://www.forbespt.com/author/ritameireles/">Rita Meireles</a>. </em></strong></p>
<p>The post <a href="https://www.forbespt.com/o-diabo-veste-prada-2-podera-ultrapassar-a-receita-do-filme-original-em-apenas-duas-semanas/">&#8220;O Diabo Veste Prada 2&#8221; poderá ultrapassar a receita do filme original em apenas duas semanas</a> appeared first on <a href="https://www.forbespt.com">Forbes Portugal</a>.</p>
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		<title>Analistas avisam que competição entre EUA e China está a reconfigurar ordem mundial</title>
		<link>https://www.forbespt.com/analistas-avisam-que-competicao-entre-eua-e-china-esta-a-reconfigurar-ordem-mundial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forbes Portugal Staff]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 08:57:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[América]]></category>
		<category><![CDATA[china]]></category>
		<category><![CDATA[Competição]]></category>
		<category><![CDATA[Conflito]]></category>
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		<category><![CDATA[Ordem mundial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Analistas de relações internacionais avisaram esta terça-feira que a ordem internacional está a entrar numa fase de competição estrutural entre os Estados Unidos e a China, marcada por perceções opostas sobre poder, estabilidade e influência global. Durante um congresso organizado pela Câmara do Comércio dos Estados Unidos em Hong Kong, o antigo diplomata e académico [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Analistas de relações internacionais avisaram esta terça-feira que a ordem internacional está a entrar numa fase de competição estrutural entre os Estados Unidos e a China, marcada por perceções opostas sobre poder, estabilidade e influência global.</p>
<p>Durante um congresso organizado pela Câmara do Comércio dos Estados Unidos em Hong Kong, o antigo diplomata e académico Kishore Mahbubani alertou que a rivalidade crescente entre Washington e Pequim se tornou o “principal eixo geopolítico do século XXI”, sublinhando que as transformações no equilíbrio de poder global estão a ser frequentemente mal interpretadas, tanto no Ocidente como no resto do mundo.</p>
<p>Para o antigo embaixador de Singapura e ex-presidente do Conselho de Segurança da ONU (2001–2002) o confronto entre a “superpotência dominante e a superpotência em ascensão era inevitável”, apesar dos esforços diplomáticos no sentido oposto.</p>
<p>“Tem sido dito repetidamente que as relações entre os dois podem ser vantajosas para ambas as partes, mas raramente é assim em política. Alguém fica sempre a perder,” descreveu Mahbubani.</p>
<p>O diplomata advertiu que “quem acredita que os EUA estão a enfraquecer não pode estar bom da cabeça” e sublinhou que continua a ser a potência militar dominante e a maior economia mundial, referindo estimativas que colocam o Produto Interno Bruto (PIB) norte-americano em cerca de 30 biliões de dólares (25,66 biliões de euros) em 2025, face aos 20 biliões de dólares (17,11 biliões de euros) da China.</p>
<p>“No entanto, enquanto subestimamos os EUA, qualquer pessoa que diga que a China está a perder também deveria ser questionada”, afirmou.</p>
<p>Mahbubani descreveu a ascensão chinesa como “a maior transformação individual da história mundial, provavelmente desde o início da própria história registada”, sublinhando a velocidade e a escala do crescimento económico do país nas últimas três décadas.</p>
<p>“Estamos a falar de uma economia que passou de representar cerca de 6% da produção industrial global para níveis que poderão aproximar-se dos 45% num espaço de poucas décadas”, afirmou.</p>
<p>Para Mahbubani, a ascensão da China e a resiliência dos EUA são agora elementos cruciais num sistema internacional cada vez “mais competitivo e interdependente”, colocando pressão em países terceiros para “escolher lados”.</p>
<p>“Os estados mais pequenos enfrentam uma pressão crescente para navegar entre as duas potências, à medida que a rivalidade estratégica se sobrepõe à lógica tradicional da globalização”, avisou.</p>
<p>No mesmo evento, a académica e autora Liu Zongyuan sublinhou que a China interpreta a ordem internacional de forma fundamentalmente distinta dos EUA.</p>
<p>“Pequim não vê o mundo da mesma forma que Washington”, afirmou a investigadora sénior para estudos sobre a China no grupo de reflexão norte-americano Council on Foreign Relations.</p>
<p>“Washington tende a dividir o mundo entre aliados e adversários, enquanto Pequim o vê através de relações mais variáveis e instrumentais”, acrescentou.</p>
<p>Liu considerou que a China não encara nem a guerra entre Rússia e Ucrânia, nem o conflito entre EUA, Israel e Irão como algo do qual seja protagonista ou beneficiária direta, mas poderá estar a retirar ganhos “indiretos da deterioração da posição internacional dos EUA”.</p>
<p>“A China está a obter aquilo que sempre quis de certa forma: uns EUA menos credíveis e menos capazes de mobilizar consenso internacional”, afirmou. Contudo, advertiu que a evolução é ambivalente para Pequim.</p>
<p>“Um Washington menos credível reduz a capacidade dos EUA de formar coligações contra a China, mas um Washington mais instável e mais disposto a recorrer à força torna o sistema internacional mais perigoso”, alertou.</p>
<p><em>(LUSA/Nelson Moura)</em></p>
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		<item>
		<title>“O mundo em que vivemos está em perigo”, avisa atriz da série “Paradise”</title>
		<link>https://www.forbespt.com/o-mundo-em-que-vivemos-esta-em-perigo-avisa-atriz-da-serie-paradise/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forbes Staff]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Feb 2026 14:01:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Forbes Life]]></category>
		<category><![CDATA[Atriz]]></category>
		<category><![CDATA[Disney]]></category>
		<category><![CDATA[Estreia]]></category>
		<category><![CDATA[Hollywood]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Paradise]]></category>
		<category><![CDATA[Série]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A segunda temporada da série “Paradise”, que estreia esta segunda-feira no Disney+, vai trazer uma história intensa que tem paralelos inesperados com a atualidade, disse à Lusa a atriz Julianne Nicholson, que interpreta a bilionária da tecnologia Samantha Redmond. &#8220;O mundo em que vivemos está em perigo, as pessoas no poder precisam de ser questionadas [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A segunda temporada da série “Paradise”, que estreia esta segunda-feira no Disney+, vai trazer uma história intensa que tem paralelos inesperados com a atualidade, disse à Lusa a atriz Julianne Nicholson, que interpreta a bilionária da tecnologia Samantha Redmond.</p>
<p>&#8220;O mundo em que vivemos está em perigo, as pessoas no poder precisam de ser questionadas e as pessoas com dinheiro precisam de ser responsabilizadas&#8221;, afirmou a atriz, em entrevista. &#8220;E agora ainda mais, com a inteligência artificial (IA) e a tecnologia, que abordamos na segunda temporada. Há definitivamente muita coisa que parece familiar&#8221;, considerou.</p>
<p>Na série de Dan Fogelman, Samantha é a arquiteta de um abrigo subterrâneo altamente avançado, que salvou 25 mil pessoas depois do apocalipse climático, em que um supervulcão entrou em erupção sob a Antártida, provocou um ‘tsunami’ que engoliu a Austrália e desencadeou uma guerra nuclear entre vários países.</p>
<p>Mas as intenções e os métodos da bilionária toda-poderosa são questionáveis e por vezes perversos. &#8220;Não era nossa intenção imitar alguém que existisse no mundo tal como o conhecemos, foi uma coincidência parecer de repente que estávamos a pressentir algo que estava para vir&#8221;, salientou Nicholson.</p>
<p>No regresso da história, a audiência encontra a magnata em coma, após vários meses no hospital. &#8220;Encontramo-la no estado mais vulnerável que já vimos&#8221;, descreveu a atriz. &#8220;Mas não demora muito até ela voltar ao seu lugar e retomar o controlo da situação&#8221;.</p>
<p>A sua motivação será proteger a família e a comunidade de Paradise. &#8220;E percebemos que nunca se tratou apenas do abrigo subterrâneo. Ela tinha um plano maior em ação o tempo todo&#8221;.</p>
<p>No lado oposto, o agente Xavier Collins (Sterling K. Brown) aventura-se fora do abrigo e sobe à superfície em busca da mulher, que julga ter morrido na catástrofe três anos antes. Não só descobre que o mundo não acabou como também que muita gente sobreviveu.</p>
<p>&#8220;A vida continuou, mas não é nada como no mundo de antes&#8221;, contou o ator. &#8220;Grupos de pessoas mais pequenos juntaram-se em comunidades e encontraram formas de sobreviver&#8221;.</p>
<p>Xavier encontra a esperança no mundo pós-apocalíptico, depois de uma primeira temporada em que a audiência foi levada a desconfiar de tudo e todos. &#8220;As pessoas estão a viver, pessoas que não tinham um abrigo subterrâneo enorme, muito dinheiro e planeamento do governo&#8221;, sublinhou. &#8220;A Humanidade encontrou uma forma de sobreviver&#8221;.</p>
<p>Sterling K.Brown, que chegou a lesionar-se por causa das exigências físicas do papel, também traçou um paralelo entre os temas explorados na série e o que estamos a ver na realidade.</p>
<p>&#8220;Não estamos num mundo pós-apocalíptico, mas vivemos num mundo em que muitas pessoas existem num estado de sobrevivência&#8221;, apontou o ator. &#8220;Quem estiver abaixo de um certo nível de rendimentos, tudo o que pensa é como sobreviver amanhã&#8221;.</p>
<p>Os que têm dinheiro, em contraste, podem pensar naquilo que querem ver acontecer no mundo, qual o legado que pretendem deixar. &#8220;São as pessoas com recursos e imaginação que podem expandir ou destruir o mundo&#8221;, afirmou Brown. &#8220;O apocalipse aponta para essa divisão, mas creio que é algo que está muito presente para nós neste momento&#8221;.</p>
<p>A segunda temporada de &#8220;Paradise&#8221; tem oito episódios e os primeiros três vão estrear esta segunda-feira no Disney+. Os restantes serão lançados um por semana até à grande final, em 30 de março.</p>
<p>A atriz Shailene Woodley é uma das novidades no elenco, tal como Thomas Doherty e Ryan Michelle Bathé. De regresso estão Sarah Shahi (Dr. Gabriela Torabi), Krys Marshall (agente Nicole Robinson) e Nicole Brydon Bloom (Jane Driscoll).</p>
<p><em>(LUSA)</em></p>
<p>The post <a href="https://www.forbespt.com/o-mundo-em-que-vivemos-esta-em-perigo-avisa-atriz-da-serie-paradise/">“O mundo em que vivemos está em perigo”, avisa atriz da série “Paradise”</a> appeared first on <a href="https://www.forbespt.com">Forbes Portugal</a>.</p>
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		<title>Os 20 países com as maiores reservas de petróleo</title>
		<link>https://www.forbespt.com/os-20-paises-com-as-maiores-reservas-de-petroleo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Helena C. Peralta]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Jan 2026 15:14:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Listas]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[OPEP]]></category>
		<category><![CDATA[petróleo]]></category>
		<category><![CDATA[Recursos minerais]]></category>
		<category><![CDATA[Transição energética]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Apesar da tão falada transição energética, das metas para o uso de energias de fontes renováveis, o petróleo ainda comanda o mundo. Este é ainda um dos recursos mais importantes na economia mundial e motiva muitas jogadas no tabuleiro de xadrez geoestratégico global. Basta ver, as recentes movimentações do executivo de Donald Trump na Venezuela, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Apesar da tão falada transição energética, das metas para o uso de energias de fontes renováveis, o petróleo ainda comanda o mundo. Este é ainda um dos recursos mais importantes na economia mundial e motiva muitas jogadas no tabuleiro de xadrez geoestratégico global. Basta ver, as recentes movimentações do executivo de Donald Trump na Venezuela, que, para além da captura do ditador Nicolás Maduro, teve também, segundo <a href="https://www.forbespt.com/donald-trump-acaba-de-falar-ao-mundo-vamos-liderar-o-pais-ate-a-transicao/">o discurso do próprio presidente norte-americano</a>, um interessa económico. Como é sabido, a Venezuela tem a maior reserva mundial de petróleo, e Donald Trump quer que esse ativo seja também gerido por companhias petrolíferas norte-americanas.</p>
<p>Tendo por base os dados da <a href="https://www.opec.org/assets/assetdb/asb-2025.pdf">OPEP – Organização dos Países Exportadores de Petróleo</a>, relativos às reservas de 2024, o site Visual Capitalist elaborou um ranking das maiores reservas mundiais de petróleo.  As reservas mundiais estão muito concentradas: são seis os países que dominam o setor, com reservas acima dos 100 mil milhões de barris.</p>
<blockquote><p><strong>O Canadá, que tem a quarta maior reserva do mundo, com um total de 163 mil milhões de barris de ouro negro. A maioria destas reservas provêm de areias petrolíferas, cuja extração é mais dispendiosa.</strong></p></blockquote>
<p>A Venezuela tem as maiores reservas comprovadas de petróleo do mundo com cerca de 303 mil milhões de barris, mas as sanções dos EUA limitaram a sua capacidade de exportar petróleo bruto. Agora, o país avisou que vai transformar este petróleo em dinheiro, com as grandes multinacionais a liderar o caminho. A maioria das reservas pertencem a países membros da OPEP, sobretudo na região do Médio Oriente. A Arábia Saudita, o Irão, o Iraque, o Kuwait e os Emirados Árabes Unidos são os principais produtores nesta zona. São países que beneficiam de grandes reservas, facilmente acessíveis e de baixos custos de extração.</p>
<p>Fora desta zona e também da OPEP, encontra-se o Canadá, que tem a quarta maior reserva do mundo, com um total de 163 mil milhões de barris de ouro negro. A maioria destas reservas provêm de areias petrolíferas, cuja extração é mais dispendiosa.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Conheça a seguir os 20 países com as maiores reservas de petróleo do mundo: </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>1 – Venezuela </strong></p>
<p><strong>Reservas: </strong>303,3 mil milhões de barris</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>2 – Arábia Saudita  </strong></p>
<p><strong>Reservas: </strong>267,2 mil milhões de barris</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>3 – Irão </strong></p>
<p><strong>Reservas: </strong>208,6 mil milhões de barris</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>4 – Canadá</strong></p>
<p><strong>Reservas: </strong>163 mil milhões de barris</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>5 – Iraque </strong></p>
<p><strong>Reservas: </strong>145 mil milhões de barris</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>6 – Emirados Árabes Unidos </strong></p>
<p><strong>Reservas: </strong>113 mil milhões de barris</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>7 – Kuwait </strong></p>
<p><strong>Reservas: </strong>101,5 mil milhões de barris</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>8 – Rússia</strong></p>
<p><strong>Reservas: </strong>80 mil milhões de barris</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>9 – Líbia </strong></p>
<p><strong>Reservas: </strong>48,4 mil milhões de barris</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>10 – Estados Unidos </strong></p>
<p><strong>Reservas: </strong>45 mil milhões de barris</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>11 – Nigéria </strong></p>
<p><strong>Reservas: </strong>37,3 mil milhões de barris</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>12 – Cazaquistão </strong></p>
<p><strong>Reservas: </strong> 30 mil milhões de barris</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>13 – China</strong></p>
<p><strong>Reservas: </strong>28,2 mil milhões de barris</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>14 &#8211; Qatar</strong></p>
<p><strong>Reservas: </strong>25,3 mil milhões de barris</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>15 – Brasil </strong></p>
<p><strong>Reservas: </strong>15,9 mil milhões de barris</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>16 – Argélia </strong></p>
<p><strong>Reservas: </strong>12,2 mil milhões de barris</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>17 &#8211; Equador</strong></p>
<p><strong>Reservas: </strong>8,3 mil milhões de barris</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>18 &#8211; Azerbaijão</strong></p>
<p><strong>Reservas: </strong>7 mil milhões de barris</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>19 &#8211; Noruega</strong></p>
<p><strong>Reservas: </strong>6,9 mil milhões de barris</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>20 &#8211; México</strong></p>
<p><strong>Reservas: </strong>5,2 mil milhões de barris</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>Fonte: OPEP 2025</em></strong></p>
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		<title>Sergey Brin chega ao terceiro lugar na lista dos mais ricos do mundo</title>
		<link>https://www.forbespt.com/sergey-brin-chega-ao-terceiro-lugar-na-lista-dos-mais-ricos-do-mundo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rita Meireles]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Nov 2025 18:48:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Listas]]></category>
		<category><![CDATA[bilionários]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Fundadores]]></category>
		<category><![CDATA[Google]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Ricos]]></category>
		<category><![CDATA[Sergey Brin]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sergey Brin ultrapassou Larry Ellison, da Oracle, esta terça-feira, tornando-se a terceira pessoa mais rica do mundo, atrás do seu colega e cofundador do Google, Larry Page, numa altura em que as ações da empresa-mãe Alphabet subiram nas últimas semanas devido ao otimismo em relação ao seu negócio de inteligência artificial (IA). As ações da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Sergey Brin ultrapassou Larry Ellison, da Oracle, esta terça-feira, tornando-se a terceira pessoa mais rica do mundo, atrás do seu colega e cofundador do Google, Larry Page, numa altura em que as ações da empresa-mãe Alphabet subiram nas últimas semanas devido ao otimismo em relação ao seu negócio de inteligência artificial (IA).</p>
<p>As ações da Alphabet subiram 2,2%, para cerca de 325,75 dólares (281,55 euros), logo após a abertura do mercado e depois de um salto de 6,3% na passada segunda-feira. Falamos de um aumento de mais de 75% desde que caíram para menos de 188 dólares (cerca de 162 euros) em agosto.</p>
<p>As ações da Oracle caíram mais de 4,6%, para cerca de 191 dólares (cerca de 165 euros), juntando-se a uma queda de 11% na última semana para as ações.</p>
<p>Esta fase da Alphabet surge após uma reportagem divulgada na segunda-feira à noite, segundo a The Information, em que se afirmou que a Meta está a considerar usar os <em>chips</em> de IA do Google para os seus centros de dados e infraestrutura em nuvem, desafiando a procura pelos <em>chips</em> da Nvidia.</p>
<p><em>(Com Forbes Internacional/Ty Roush)</em></p>
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		<item>
		<title>Preço da habitação sobe 2,3% em 55 países. Portugal é o terceiro maior, com crescimento de 16,9%</title>
		<link>https://www.forbespt.com/preco-da-habitacao-sobe-23-em-55-paises-portugal-e-o-terceiro-maior-com-crescimento-de-169/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Helena C. Peralta]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Aug 2025 06:53:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imobiliário]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[habitação]]></category>
		<category><![CDATA[Investimento]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O início deste ano arrancou com subidas de preços generalizadas e como tal, nem a habitação escapou. Segundo o relatório Global House Price Index, da Knight Frank, cuja associada nacional é a Quintela + Penalva, os preços da habitação subiram, em média 2,3% face ao mesmo período do ano transato, nos 55 mercados analisados pela [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O início deste ano arrancou com subidas de preços generalizadas e como tal, nem a habitação escapou. Segundo o relatório Global House Price Index, da Knight Frank, cuja associada nacional é a Quintela + Penalva, os preços da habitação subiram, em média 2,3% face ao mesmo período do ano transato, nos 55 mercados analisados pela consultora imobiliária. Segundo este relatório este acréscimo é mais elevado desde o segundo trimestre de 2024, e reflete sobretudo, a redução dos custos de financiamento após cortes nas taxas de juro a nível global. No entanto, este crescimento do preço ainda se mantém abaixo da taxa de tendência de longo prazo que é de 5,1%.</p>
<p>Porém, como todas as médias, este valor esconde um incrível acréscimo de preço no território nacional. Ou seja, segundo esta análise de mercado português ocupa a terceira posição do ranking global, com um crescimento nominal de 16,9%, face ao mesmo período de 2024. Em termos reais, a valorização foi de 14,8%, evidenciando um aumento robusto e sustentado. Face ao último trimestre de 2024, o mercado português registou ainda um crescimento de 5,7%, consolidando a tendência de valorização.</p>
<blockquote><p><strong>A Turquia manteve-se na liderança com o crescimento nominal anual mais forte, que ascendeu a 32,2%, embora a inflação elevada tenha levado a um recuo real de 4,2%.</strong></p></blockquote>
<p>Francisco Quintela, sócio fundador da Quintela + Penalva, sublinha, em comunicado, que “Portugal entrou definitivamente no radar de investidores estrangeiros que procura oportunidades de investimento ou uma segunda habitação.  O cliente nacional está também cada vez mais exigente, procura projetos de qualidade e distintivos”. Esta procura tem possibilidade que a nossa equipa de p<em>rivate</em> que oferece um serviço personalizado e à medida das necessidades dos clientes, compradores ou proprietários, de elevado envolvimento financeiro, tenha crescido”, refere Francisco Quintela. A Quintela + Penalva/Knight Frank é uma consultora imobiliária especializada no segmento luxo, fundada em 2004, por Francisco Quintela e Carlos Penalva.</p>
<h3><strong>O maior crescimento do valor da habitação foi na Turquia</strong></h3>
<p>A Turquia manteve-se na liderança com o crescimento nominal anual mais forte, que ascendeu a 32,2%, embora a inflação elevada tenha levado a um recuo real de 4,2%. Além da Turquia, os mercados europeus dominaram o topo da tabela, com vários países a registar aumentos superiores a 10%, liderados pela Macedónia do Norte, com 22,6%, ocupando a segunda posição. A habitação na Bulgária valorizou 15,1% e a Croácia 13,1%.</p>
<p>Apesar da recuperação nominal a nível global, o crescimento real médio manteve-se negativo (-0,4%), resultado da inflação persistente em várias regiões, especialmente na Europa e América do Norte. No total, 87% dos mercados registaram subidas anuais positivas, enquanto mercados como a China Continental (-7,5%) e Hong Kong (-6,5%) enfrentaram quedas significativas.</p>
<p>Liam Bailey, diretor global de Pesquisa da Knight Frank, refere, a propósito deste estudo que “O crescimento global dos preços das casas recuperou modestamente acima da sua tendência de longo prazo, graças aos cortes iniciais nas taxas de juro, mas a acessibilidade real continua limitada. Acreditamos que será necessária uma maior flexibilização da política monetária este ano para sustentar o crescimento na tendência ou acima dela”.</p>
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		<title>&#8220;Não queremos um imperador&#8221;: Líderes mundiais reagem às novas ameaças de tarifas por parte de Trump</title>
		<link>https://www.forbespt.com/nao-queremos-um-imperador-lideres-mundiais-reagem-as-novas-ameacas-de-tarifas-por-parte-de-trump/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rita Meireles]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Jul 2025 10:03:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
		<category><![CDATA[Tarifas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As autoridades japonesas e sul-coreanas continuaram a insistir na redução de tarifas por parte da administração de Donald Trump, enquanto a China e o Brasil criticaram as últimas ameaças de Trump de aumentar as tarifas sobre o bloco de nações BRICS [definido como um grupo de países emergentes que tem como objetivo a cooperação económica], [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As autoridades japonesas e sul-coreanas continuaram a insistir na redução de tarifas por parte da administração de Donald Trump, enquanto a China e o Brasil criticaram as últimas ameaças de Trump de aumentar as tarifas sobre o bloco de nações BRICS [definido como um grupo de países emergentes que tem como objetivo a cooperação económica], já que o presidente disse que seu prazo de 1 de agosto para implementar as taxas não era firme.</p>
<p>Depois de ter sido informado de que enfrentaria uma taxa tarifária de 25% a partir de 1 de agosto, o principal negociador comercial do Japão e Ministro da Revitalização Económica, Ryosei Akazawa, realizou uma chamada telefónica de 40 minutos com o Secretário de Comércio Howard Lutnick.</p>
<p>Akazawa disse aos jornalistas que está a tentar chegar a um acordo sobre um “pacote de medidas”, mas reconheceu que as negociações com Trump foram “muito difíceis”.</p>
<p>O principal negociador comercial da Coreia do Sul, que também enfrenta uma tarifa de 25%, também falou com Lutnick e pressionou por uma redução das tarifas em setores-chave como os automóveis e o aço.</p>
<p>O presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa, respondeu às tarifas “unilaterais” de 30% impostas por Trump ao seu país, afirmando que a suposta taxa tarifária recíproca “não é uma representação exata dos dados comerciais disponíveis”.</p>
<p>Em resposta às tarifas de 32% que lhe foram aplicados, a Indonésia declarou que o seu principal negociador, o Ministro dos Assuntos Económicos Airlangga Hartarto, chegará a Washington esta terça-feira para se encontrar com os seus homólogos norte-americanos, uma vez que “ainda há espaço para responder, tal como transmitido pelo Governo dos EUA”.</p>
<p>As autoridades da Malásia afirmaram que continuarão a manter discussões de “boa fé” com os seus homólogos americanos e a trabalhar no sentido de um acordo “equilibrado e mutuamente benéfico”.</p>
<p>Os funcionários da Tailândia &#8211; que foi atingida com uma taxa de 36% &#8211; adotaram um tom mais agressivo e disseram que os EUA não consideraram a sua última proposta e acrescentaram: “Não vamos parar, vamos continuar a lutar para que a Tailândia tenha a melhor oferta possível”.</p>
<p>O presidente do Brasil, Lula da Silva, reagiu à ameaça de Trump de impor uma tarifa de 100% àqueles que se alinham com o bloco BRICS de nações em desenvolvimento &#8211; um grupo que Trump disse ser “antiamericano”. Lula, que é o anfitrião da cimeira anual dos BRICS no Rio de Janeiro, abordou a ameaça de Trump no final do evento, dizendo: &#8220;O mundo mudou. Não queremos um imperador&#8221;. O líder brasileiro defendeu então a existência do BRICS, dizendo que é composto por um “conjunto de países que querem encontrar outra forma de organizar o mundo”.</p>
<p>O principal porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, também refutou o rótulo “antiamericano” de Trump, dizendo que o grupo BRICS “nunca foi, e nunca será, voltado contra terceiros”. No entanto, o ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, disse que Washington deve enfrentar a realidade da diminuição do papel global do dólar americano, mas culpou a “liderança democrata anterior” do país, dizendo que eles começaram a “abusar grosseiramente” da posição da moeda americana no sistema financeiro global.</p>
<p><em>(Com Forbes Internacional/Siladitya Ray)</em></p>
<p>The post <a href="https://www.forbespt.com/nao-queremos-um-imperador-lideres-mundiais-reagem-as-novas-ameacas-de-tarifas-por-parte-de-trump/">&#8220;Não queremos um imperador&#8221;: Líderes mundiais reagem às novas ameaças de tarifas por parte de Trump</a> appeared first on <a href="https://www.forbespt.com">Forbes Portugal</a>.</p>
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