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	<title>Lisboa Archives - Forbes Portugal</title>
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	<description>A revista de líderes e de empreendedores com maior impacto no mundo dos negócios.</description>
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	<title>Lisboa Archives - Forbes Portugal</title>
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		<title>Funky Chunky: “O feito antes do perfeito”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rita Meireles]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 11:27:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[30 Under 30]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Várias palavras são corretas para definir o ano de 2020, mas “perfeição” não é uma delas. Foi exatamente nesse ambiente que Sofia Pontifex Horn, nomeada na lista 30 Under 30 da Forbes Portugal do ano passado, decidiu criar um negócio. Com a imperfeição como inspiração, fundou a Funky Chunky, uma marca que, utilizando ingredientes naturais, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Várias palavras são corretas para definir o ano de 2020, mas “perfeição” não é uma delas. Foi exatamente nesse ambiente que Sofia Pontifex Horn, nomeada na lista 30 Under 30 da Forbes Portugal do ano passado, decidiu criar um negócio. Com a imperfeição como inspiração, fundou a Funky Chunky, uma marca que, utilizando ingredientes naturais, cria bolachas imperfeitas: “Exatamente como nós gostamos”.</p>
<p>“O feito antes do perfeito. Eu sempre fui muito atrás da perfeição, sou a minha pior chefe no sentido de me cobrar. O fato de estar constantemente a desafiar-me e a abraçar o imperfeito, permitiu-me chegar onde cheguei. Foi no imperfeito que eu consegui abrir uma loja com poucos recursos, ao ter-me permitido. Então acho que essa postura de imperfeição vai muito além da assinatura [do negócio], é um lema que para mim é um desafio”, diz Sofia à Forbes.</p>
<p>As bolachas da Funky Chunky chegaram ao mercado num espaço subalugado com uma empresa de catering. “Eles estavam no fundo a cozinhar leitão, frango e outras carnes e eu na frente a vender cookies de uma forma tão improvisada que hoje olhamos para trás e não conseguimos imaginar como era possível estar a vender assim. Foi das coisas mais imperfeitas que eu já me permiti fazer”, lembra a fundadora.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone wp-image-188891 size-full" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/06/0E9A2393-scaled.jpg" alt="" width="2560" height="1707" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/06/0E9A2393-scaled.jpg 2560w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/06/0E9A2393-960x640.jpg 960w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/06/0E9A2393-1920x1280.jpg 1920w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/06/0E9A2393-768x512.jpg 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/06/0E9A2393-1536x1024.jpg 1536w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/06/0E9A2393-2048x1365.jpg 2048w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/06/0E9A2393-1200x800.jpg 1200w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/06/0E9A2393-600x400.jpg 600w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /></p>
<p>Sofia chegou à Europa através do programa Erasmus, no seguimento da sua licenciatura em Publicidade e Marketing, que estava a fazer em São Paulo. A escolha foi Barcelona, mas quando terminou o semestre e se viu com vontade de continuar na Europa, foi Lisboa a escolha final. “Olhei para o mapa e pensei: que lugares fazem sentido? Estava entre Madrid e Lisboa. Decidi Lisboa porque gosto muito, é um lugar com o mesmo idioma, então era mais fácil a nível de equivalências de matérias e terminei a faculdade aqui. Fui mais atrás de conhecimento e estilo de vida que me fez terminar a minha faculdade de publicidade aqui na Europa mesmo”, diz.</p>
<p>Sempre empreendedora e criativa, por cá decidiu aliar aos estudos o trabalho numa agência de publicidade, onde se apaixonou pela construção de marcas através do trabalho com grandes nomes como a Amplify ou Netflix. Até que a pandemia causada pela covid-19 colocou um travão neste trabalho e surgiu a sua própria marca: “A Funky começou como um desafio intelectual, essa ideia de tentar ver se eu conseguiria fazer uma marca por conta própria”.</p>
<p>No fundo, foi a própria pandemia que esteve na base da decisão de Sofia. “Estava em casa, fui demitida porque a agência teve um colapso. Era o empurrão que eu precisava, porque eu tinha vontade de sair, mas não tinha coragem”, admite. E consegui-lo fazer também está muito ligado à ideia que criou. A Funky trabalha um monoproduto e procura um espaço o mais simples possível, com foco no take-away e não propriamente um restaurante. “A loja tem umas pequenas mesas de esplanada, mas a ideia é sempre pegar e ir embora. Então, na pandemia a essência do negócio manteve-se, não tive de adaptar muito”.</p>
<h3>Bolachas imperfeitas</h3>
<p>“Quando há muita coisa é difícil manter a qualidade em tudo de forma espetacular”, defende a Under 30. É por isso que, apesar de ter algumas bebidas disponíveis nas lojas, opta pela estratégia de monoproduto.</p>
<p>As bolachas são um amor de toda a vida, começando nas que a avó fazia e terminando na rede internacional Ben&#8217;s Cookies, na qual se inspirou. “Eu sou apaixonada por doces, mas eu realmente sou apaixonada por cookies, acho que é uma das minhas sobremesas favoritas desde sempre. Para mim são uma sensação de família, que está tudo bem, é um aconchego”, conta Sofia.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-188892 size-full" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/06/0E9A2450-scaled.jpg" alt="" width="2560" height="1707" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/06/0E9A2450-scaled.jpg 2560w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/06/0E9A2450-960x640.jpg 960w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/06/0E9A2450-1920x1280.jpg 1920w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/06/0E9A2450-768x512.jpg 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/06/0E9A2450-1536x1024.jpg 1536w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/06/0E9A2450-2048x1365.jpg 2048w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/06/0E9A2450-1200x800.jpg 1200w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/06/0E9A2450-600x400.jpg 600w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /></p>
<p>Em Portugal percebeu que a oferta era um pouco limitada. Por um lado, encontrou um país com uma pastelaria forte, mas que não apostava muito nas bolachas, e por outro encontrou algumas bolachas que considerava “muito secas ou muito doces”. Como não era nada disso que procurava, decidiu meter mãos à obra e fazer ela própria a bolacha mais delicada e saborosa que procurava.</p>
<p>“Os nossos cookies, numa mesma fornada, como eles não têm ingredientes químicos e coisas que permitem uma padronização de fábrica, o nosso é com manteiga, farinha, com mãos de verdade, naturalmente não são perfeitos, eles não vão sair de uma esteira de produção igual às bolachas de mercado. E é isso que os torna interessantes, porque numa mesma fornada, pode haver um mais alto, um mais baixo, um mais crocante, um mais molinho. Dentro do mesmo sabor nunca vais comer o mesmo cookie. É como na vida: aquele nariz tortinho, o olho com uma cor específica, as bochechas coradas ou as sardinhas, tudo isso faz com que a pessoa seja única. Nós somos muito a favor disso, de uma maneira geral, e refletimos muito isso nos nossos ingredientes e na forma como fazemos os nossos cookies”, diz.</p>
<p>Os grandes sucessos da marca são as bolachas de nutella, red velvet e chocolate. “Nunca param, nunca deixam de estar no ranking”, conta. Sendo que o segundo, por exemplo, era apenas uma edição limitada e acabou por ficar, como aconteceu também com outros sabores. Na. Funky há sabores que são fixos e outros rotativos, mas todos os meses existem coisas novas. Para os próximos meses, por exemplo, irá surgir uma bolacha de churros.</p>
<p>A marca conta com quatro espaços em Lisboa e prepara já a abertura de uma quinta loja para breve. A expansão nacional e internacional faz parte dos planos de Sofia: “São Paulo é um dos planos e também Espanha, a partir da Península Ibérica. Mas primeiro acho que temos outros lugares de Portugal onde queremos marcar presença. Até porque começámos aqui, a nossa casa é aqui”.</p>
<h3>Olá, concorrência</h3>
<p>Se é verdade que quando a Funky Chunky chegou ao mercado encontrou quase que um terreno vazio pronto a explorar, hoje em dia a concorrência é bastante. As bolachas foram ganhando destaque, principalmente com a ajuda das redes sociais, e os negócios foram abrindo ao longo dos últimos cinco anos.</p>
<p>“Naturalmente o monopólio não é para sempre, eu sabia isso desde o início e até achei que demorou para chegar concorrência. Mas é natural que cheguem outros, quando existe um negócio que dá certo, as pessoas inspiram-se e percebem que existe esse mercado”, diz Sofia, realçando que, ainda assim, a Funky continua a ter um produto muito próprio, mesmo quando comparado com os outros: “Não são aqueles cookies grandes <em>american style</em> e atualmente a concorrência só faz isso. Aqueles que podem até ser bons, mas você come um e já está satisfeito. São cookies mais maçudos, com mais ingredientes e acaba por ser uma proposta diferente. A nossa ideia é que você coma um cookie delicado, pequeno, e que possa provar mais sabores. Mas é bom por que exista concorrência, porque nos faz inovar e procurar cada vez mais formas de se diferenciar”.</p>
<p>Com uma faturação de quase 700 mil euros no ano passado, a Funky Chunky continua a crescer de ano para ano, apesar de o crescimento ter sido menor no último ano: 10%, sendo que no ano anterior tinha chegado aos 60%. Sofia aponta o momento atual a nível económico como motivo para essa percentagem, mas garante que é nestes momentos que a resiliência mais está presente.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-188893 size-full" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/06/0E9A2317-scaled.jpg" alt="" width="1707" height="2560" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/06/0E9A2317-scaled.jpg 1707w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/06/0E9A2317-640x960.jpg 640w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/06/0E9A2317-1280x1920.jpg 1280w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/06/0E9A2317-768x1152.jpg 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/06/0E9A2317-1024x1536.jpg 1024w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/06/0E9A2317-1365x2048.jpg 1365w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/06/0E9A2317-1200x1800.jpg 1200w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/06/0E9A2317-600x900.jpg 600w" sizes="(max-width: 1707px) 100vw, 1707px" /></p>
<p>A Funky tem 80% do seu negócio em loja física e 20% no e-commerce e aplicações de delivery. Ainda assim, não nega o papel das redes sociais no sucesso que foi atingido até hoje. “É uma forma de chegarmos a uma grande parte da nossa clientela e temos experimentado bastante a nível de conteúdos. Apostamos muito num <em>food porn</em>, numa coisa bastante de indulgência, mostrando um pouco também por trás dos bastidores. Acho que isso também humaniza muito e eu tenho aparecido muito ultimamente para mostrar um rosto também”, diz Sofia.</p>
<p>Este crescimento ao longo dos anos acabou por levar a algumas mudanças no negócio. Uma das principais prende-se com a entrada de uma sócia. Luísa Campos, que é advogada, já ajudava Sofia na empresa há algum tempo e, por isso, a decisão acabou por surgir de uma forma muito natural. “Chegou a um ponto em que as duas se davam tanto pelo trabalho e se complementavam tanto que não fazia mais sentido eu tomar as decisões por conta própria”, acredita a fundadora.</p>
<p>Para os próximos anos há vários planos traçados, como um novo conceito de loja que chegará em breve, mas a ambição está muito clara na cabeça de Sofia: “A nossa ideia é ser as Oakberry dos cookies”, conclui.</p>
<p><strong>(Artigo publicado na edição de fevereiro/março 2026 da Forbes Portugal)</strong></p>
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		<title>Museu do Design e Museu de Lisboa entre nomeados para Museu Europeu do Ano</title>
		<link>https://www.forbespt.com/museu-do-design-e-museu-de-lisboa-entre-nomeados-para-museu-europeu-do-ano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forbes Portugal Staff]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 08:28:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Forbes Life]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Museu do Design (MUDE) e o Museu de Lisboa &#8211; Palácio Pimenta estão entre os 34 nomeados para o prémio Museu Europeu do Ano, cuja cerimónia de entrega decorrerá no próximo sábado, em Bilbau, Espanha, segundo a organização. A entrega do palmarés do Museu Europeu do Ano (EMYA, na sigla em inglês) será o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Museu do Design (MUDE) e o Museu de Lisboa &#8211; Palácio Pimenta estão entre os 34 nomeados para o prémio Museu Europeu do Ano, cuja cerimónia de entrega decorrerá no próximo sábado, em Bilbau, Espanha, segundo a organização.</p>
<p>A entrega do palmarés do Museu Europeu do Ano (EMYA, na sigla em inglês) será o culminar da conferência anual do Fórum Europeu dos Museus, que começa quarta-feira, reunindo instituições de vários países para apresentar projetos e boas práticas na área da responsabilidade social, inclusão e participação comunitária, indica o ‘site’ do Fórum Europeu dos Museus.</p>
<p>A edição deste ano tem como tema “Revolucionar o Museu: Inclusão para Todos”, centrando os debates no desafio às estruturas tradicionais de exibição e curadoria, na remoção de barreiras físicas, cognitivas e sociais ao acesso à cultura, promoção de práticas participativas e “afirmação dos museus como espaços de acolhimento, inclusão e reflexão sobre as sociedades contemporâneas”, segundo o programa.</p>
<p>Na quinta e na sexta-feira, os 34 museus nomeados apresentarão os seus projetos perante o júri internacional, antes da gala de encerramento e anúncio dos vencedores, marcada para sábado.</p>
<p>O MUDE, inaugurado em 2009, e dedicado às múltiplas expressões do design, reabriu em julho de 2024, após oito anos de obras de reabilitação no antigo edifício do Banco Nacional Ultramarino, no centro histórico de Lisboa, onde foi instalado.</p>
<p>Criado por iniciativa da Câmara Municipal de Lisboa, o museu &#8211; que conta com um acervo de mais de 18.000 peças organizado em 19 núcleos temáticos e cinco áreas especializadas &#8211; reabriu com uma renovação dos espaços expositivos, auditório, biblioteca de design, loja, livraria, áreas educativas e um terraço panorâmico.</p>
<p>Até à data de encerramento do edifício-sede para obras de renovação recebeu quase dois milhões de visitantes, em cerca de 60 exposições e 170 eventos relacionadas com o seu acervo.</p>
<p>O Palácio Pimenta, principal núcleo do Museu de Lisboa, o outro museu português nomeado, possui um percurso que combina cronologias e abordagens temáticas sobre o desenvolvimento urbano da capital, integrando testemunhos arqueológicos, objetos do quotidiano e referências arquitetónicas.</p>
<p>Reabriu em setembro de 2024, também após obras de renovação iniciadas em 2014.</p>
<p>Instalado num palácio de verão do século XVIII, rodeado de jardins, o museu apresenta a exposição permanente “A Casa Onde Vive a Cidade”, dedicada à evolução de Lisboa desde a Pré-História até ao século XXI.</p>
<p>O Palácio Pimenta desenvolve ainda programas dirigidos a famílias, jovens e seniores, com especial enfoque na sustentabilidade e na revisão crítica das narrativas históricas.</p>
<p>Citada pela organização no ‘site’, a presidente do Fórum Europeu dos Museus, Amina Krvavac, sublinha que estes espaços &#8220;enfrentam atualmente um cenário social complexo e em constante mudança, marcado por conflitos e crescente polarização&#8221;, apontando que a confiança de que estas instituições ainda beneficiam junto das comunidades &#8220;implica uma responsabilidade acrescida&#8221;.</p>
<p>Entre os nomeados desta edição encontram-se instituições como a Fortaleza de Seddülbahir (Turquia), o Museu da Civilização Rural de Mendrisiotto (Suíça), o Instituto do Museu da Loucura (Eslovénia), o Museu de Mineração La Unión (Espanha), o Museu de Engenharia e Tecnologia em Cracóvia (Polónia), o Centro de Investigação – Museu Tsitsanis (Gréia), o Centro de Documentação de Obersalzberg (Alemanha), o Museu Nacional Letão de Literatura e Música (Letónia), o Museu de Artes Visuais Malva (Finlândia) e o Museu de Etnografia de Budapeste (Hungria).</p>
<p>Em 2025, o Centro Interpretativo do Salva-Vidas de Alvor, no concelho de Portimão, recebeu o Silletto Prize, incluído no palmarés, distinção que reconhece o trabalho desenvolvido com a comunidade local.</p>
<p>Em 2017, o Museu de Leiria conquistou o mesmo prémio, tendo sido elogiado pelo júri internacional pela integração de voluntários e pela participação ativa dos cidadãos da região nos projetos do museu.</p>
<p>Criado em 1977, o prémio Museu Europeu do Ano distingue instituições que se destacam pela inovação, qualidade da experiência oferecida ao público e contributo para o papel social dos museus, sendo considerado uma das mais prestigiadas distinções do setor museológico europeu.</p>
<p><em>(LUSA)</em></p>
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		<title>Proveitos totais do alojamento turístico sobem 5,5% até março, para mil milhões de euros</title>
		<link>https://www.forbespt.com/proveitos-totais-do-alojamento-turistico-sobem-55-ate-marco-para-mil-milhoes-de-euros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forbes Portugal Staff]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 16 May 2026 08:15:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[alojamento local]]></category>
		<category><![CDATA[Hóteis]]></category>
		<category><![CDATA[Hotelaria e Turismo]]></category>
		<category><![CDATA[Lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os proveitos totais do alojamento turístico atingiram mil milhões de euros e os de aposento 734,5 milhões de euros no primeiro trimestre, representando subidas homólogas de 5,5% e 5,1%, divulgou o Instituto Nacional de Estatística (INE). Segundo as estatísticas da atividade turística, no conjunto dos primeiros três meses do ano, os estabelecimentos de alojamento turístico [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os proveitos totais do alojamento turístico atingiram mil milhões de euros e os de aposento 734,5 milhões de euros no primeiro trimestre, representando subidas homólogas de 5,5% e 5,1%, divulgou o Instituto Nacional de Estatística (INE). Segundo as estatísticas da atividade turística, no conjunto dos primeiros três meses do ano, os estabelecimentos de alojamento turístico registaram 5,8 milhões de hóspedes (mais 1,5%) e 13,6 milhões de dormidas (+1,3%). Até março, as dormidas de não residentes aumentaram 1,4%, correspondendo a 9,2 milhões, sendo responsáveis por 68% do total, enquanto as de residentes cresceram 1,2% para 4,3 milhões.</p>
<p class="text-paragraph">No trimestre, a dependência dos mercados externos, em termos de dormidas, foi maior na Região Autónoma da Madeira (85,9% do total), seguindo-se Algarve (80,9%) e Grande Lisboa (78,6%). Já o Centro (23,5%) e o Alentejo (32,1%) tiveram a menor dependência dos mercados externos. A Grande Lisboa concentrou mais dormidas entre janeiro e março deste ano, com 28,6% do total, seguindo-se o Norte (18,9%) e o Algarve (18,5%).</p>
<blockquote><p><strong>Espanha foi o principal mercado externo no primeiro trimestre deste ano em cinco regiões: este e Vale do Tejo (23,1% das dormidas de não residentes registadas nesta região), Centro (22,8%), Alentejo (20,8%), Norte (16,7%) e Península de Setúbal (15,3%). </strong></p></blockquote>
<p class="text-paragraph">No primeiro trimestre, as dormidas de residentes concentraram-se principalmente no Norte (24,6%), enquanto as de nãos residentes ocorreram principalmente na Grande Lisboa (33,1%). O INE assinala que os dados do primeiro trimestre podem estar influenciados pela estrutura móvel do calendário, em particular devido aos efeitos da Páscoa, que no ano passado coincidiu com o segundo trimestre (20 de abril) e este ano ocorreu no último dia de março. No primeiro trimestre, a hotelaria concentrou 83,1% do total de dormidas e o alojamento local 13,9%, enquanto a expressão do turismo no espaço rural e de habitação foi de 3,0%, o que significa variações homólogas respetivas de +2,0%, -2,8% e +2,9%.</p>
<p class="text-paragraph">Espanha foi o principal mercado externo no primeiro trimestre deste ano em cinco regiões: este e Vale do Tejo (23,1% das dormidas de não residentes registadas nesta região), Centro (22,8%), Alentejo (20,8%), Norte (16,7%) e Península de Setúbal (15,3%), enquanto os Estados Unidos da América foram o principal mercado externo na Região Autónoma dos Açores (22,0%) e na Grande Lisboa (14,1%). O Reino Unido foi o principal mercado externo no Algarve (29,2%) e a Alemanha na Região Autónoma da Madeira (25,4%).</p>
<blockquote><p><strong>A Grande Lisboa e a Região Autónoma da Madeira tiveram os valores mais elevados de rendimento médio por quarto ocupado (ADR) no primeiro trimestre, com, respetivamente, 115,9 euros e 114,1 euros, tendo a última região apresentado um crescimento de 10,5%.</strong></p></blockquote>
<p class="text-paragraph">No conjunto dos estabelecimentos de alojamento turístico, o rendimento médio por quarto disponível (RevPAR) atingiu 41,5 euros no primeiro trimestre, registando um aumento de 1,5% (+1,0% no trimestre anterior). O rendimento médio por quarto ocupado (ADR) atingiu 93,8 euros (+2,7%, após +2,0% no trimestre anterior). O valor de RevPAR mais elevado foi registado na Madeira (77,4 euros), seguindo-se a Grande Lisboa (67,3 euros). Os maiores crescimentos ocorreram na Região Autónoma da Madeira (6,2%) e no Alentejo (4,7%).</p>
<p class="text-paragraph">A Grande Lisboa e a Região Autónoma da Madeira tiveram os valores mais elevados de ADR no primeiro trimestre, com, respetivamente, 115,9 euros e 114,1 euros, tendo a última região apresentado um crescimento de 10,5%. Considerando a generalidade dos meios de alojamento (estabelecimentos de alojamento turístico, campismo e colónias de férias e pousadas da juventude), registaram-se 6,0 milhões de hóspedes e 14,5 milhões de dormidas no primeiro trimestre (+0,8% em ambos). Ainda segundo o INE, a remuneração bruta mensal por trabalhador ao serviço (por posto de trabalho) em atividades de alojamento aumentou 5,0% no primeiro trimestre face ao período homólogo, situando-se em 1.351 euros, 259 euros abaixo do registado no total da economia, em que a remuneração também aumentou 5,0%.</p>
<p><strong>(Lusa) </strong></p>
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		<title>Imobiliário comercial: Investimento em Portugal ficou perto dos mil milhões de euros no primeiro trimestre</title>
		<link>https://www.forbespt.com/imobiliario-comercial-investimento-em-portugal-ficou-perto-dos-mil-milhoes-de-euros-no-primeiro-trimestre/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Helena C. Peralta]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 14:15:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imobiliário]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Escritórios]]></category>
		<category><![CDATA[Lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[Luxo]]></category>
		<category><![CDATA[Porto]]></category>
		<category><![CDATA[Retalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O mercado imobiliário nacional continua a mostrar um forte dinamismo no segmento comercial. Segundo relatório “Market Dynamics”, realizado pela consultora JLL, o volume de investimento neste segmento rondou os 930 milhões de euros nos primeiros três meses deste ano. Este volume de negócios representou um crescimento de 37%, quando comparado com o mesmo período do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado imobiliário nacional continua a mostrar um forte dinamismo no segmento comercial. Segundo relatório “Market Dynamics”, realizado pela consultora JLL, o volume de investimento neste segmento rondou os 930 milhões de euros nos primeiros três meses deste ano. Este volume de negócios representou um crescimento de 37%, quando comparado com o mesmo período do ano passado, tornando-se um dos trimestres mais fortes nos últimos anos. Mesmo com a incerteza geopolítica que se vive a nível mundial, este crescimento confirma a capacidade de resiliência do mercado nacional face a outros territórios. Retalho e hotelaria foram os vetores de crescimento do setor.</p>
<p>Citado em comunicado, Carlos Cardoso, CEO da JLL Portugal, afirma que “o início de 2026 demonstra que Portugal tem um mercado forte, diversificado e com fundamentos sólidos, que tem revelado uma elevada capacidade de resiliência face a choques externos”. E acrescenta: “Face à incerteza internacional associada aos conflitos no Médio-Oriente, com repercussões nas condições macroeconómicas globais, nomeadamente ao nível de inflação e das taxas de juro, registou-se naturalmente uma maior atividade do capital nacional. Ainda assim, Portugal continua firmemente posicionado no radar do capital internacional, de forma clara e inequívoca”.</p>
<p>A consultora imobiliária refere ainda que foi precisamente neste período de maior instabilidade internacional que o investimento de origem doméstica cresceu, tendo atingido um peso de 42% no total investimento, o que em números absolutos representou cerca de 391 milhões de euros. No entanto, o investimento estrangeiro continua a representar a maior parcela, tornando Portugal num dos 10 principais destinos europeus para o investimento imobiliário, estimando um aumento ao longo do ano de 2026. No primeiro trimestre, o investimento estrangeiro em imobiliário comercial representou 539 milhões de euros, destacando-se duas importantes operações neste período. A primeira foi a aquisição do resort Ritz‑Carlton Penha Longa e a aquisição do <em>campus</em> de <em>data centres</em> da Covilhã. Cada uma destas transações rondaram os 120 milhões de euros, o que reforça a propensão dos investidores internacionais em negócios de grande escala.</p>
<blockquote><p><strong>No primeiro trimestre, o investimento estrangeiro em imobiliário comercial representou 539 milhões de euros, destacando-se duas importantes operações neste período: a aquisição do resort Ritz‑Carlton Penha Longa e a aquisição do campus de data centres da Covilhã.</strong></p></blockquote>
<p>Olhando para os setores com mais impacto neste montante, retalho e hotelaria foram as estrelas, já que no seu conjunto registam um peso de 70% do volume total de negócios. O retalho captou 340 milhões de euros, com 280 milhões de euros envolvendo transações de centros comerciais e<em> retails parks</em>, como o GaiaShopping, o Arrábida Shopping e o Matosinhos Retail Park.  Do lado da hotelaria, o investimento total ascendeu a 330 milhões de euros, com destaque para negócios como o do Ritz-Carlton Penha Longa e do InterContinental Porto-Palácio das Cardosas.</p>
<p>Já o restante valor de investimento foi alocado a ativos de uso específico (chamados de <em>Special Purpose Facilities</em>), com destaque para data centres, representaram 14% do volume total, sinalizando a crescente relevância deste segmento emergente no mercado nacional. Os escritórios absorveram 59 milhões de euros, enquanto os restantes setores – industrial &amp; logística, saúde e residencial – representaram cerca de 7% da atividade.</p>
<blockquote><p><strong>&#8220;Portugal continua firmemente posicionado no radar do capital internacional, de forma clara e inequívoca”, afirma Carlos Cardoso, CEO da JLL Portugal.</strong></p></blockquote>
<p>Já no lado da ocupação, de notar uma retoma no dinamismo nos segmentos de escritórios em Lisboa e Porto, com maior procura de qualidade, o que levou a uma subida das rendas prime. O centro de Lisboa atingiu os 32 euros por metro quadrado ao mês, e no Porto os 21 euros mensais, por metro quadrado.</p>
<p>Citado em comunicado, Carlos Cardoso, CEO da JLL Portugal, afirma que “o início de 2026 demonstra que Portugal tem um mercado forte, diversificado e com fundamentos sólidos, que tem revelado uma elevada capacidade de resiliência face a choques externos”. E acrescenta: “Face à incerteza internacional associada aos conflitos no Médio-Oriente, com repercussões nas condições macroeconómicas globais, nomeadamente ao nível de inflação e das taxas de juro, registou-se naturalmente uma maior atividade do capital nacional. Ainda assim, Portugal continua firmemente posicionado no radar do capital internacional, de forma clara e inequívoca”.</p>
<h3><strong>2026 continuará a ser um ano no forte no imobiliário </strong></h3>
<p>Este relatório da JLL relativo ao primeiro trimestre indica que o ano deverá ser globalmente forte. Citado em comunicado, Carlos Cardoso, CEO da JLL Portugal, afirma que “o início de 2026 demonstra que Portugal tem um mercado forte, diversificado e com fundamentos sólidos, que tem revelado uma elevada capacidade de resiliência face a choques externos”. E acrescenta: “Face à incerteza internacional associada aos conflitos no Médio-Oriente, com repercussões nas condições macroeconómicas globais, nomeadamente ao nível de inflação e das taxas de juro, registou-se naturalmente uma maior atividade do capital nacional. Ainda assim, Portugal continua firmemente posicionado no radar do capital internacional, de forma clara e inequívoca”.</p>
<p>“As perspetivas para 2026 são globalmente muito positivas, apesar de um enquadramento internacional mais complexo. O investimento deverá manter um ritmo sólido, suportado por fundamentos robustos, procura internacional diversificada e um interesse crescente em segmentos alternativos, como data centres e ativos especializados. Nos mercados ocupacionais, a procura continua claramente orientada para qualidade, localização e eficiência, sustentando a valorização dos ativos prime em praticamente todos os segmentos”, refere Carlos Cardoso. “Neste contexto, Portugal mantém‑se como um mercado atrativo, resiliente e competitivo no panorama europeu, com condições para registar mais um ano forte em 2026, tanto ao nível do investimento como da ocupação”, remata o mesmo responsável.</p>
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		<title>Nuno Nepomuceno: &#8220;É um livro muito politizado, marcado pela intriga, com várias semelhanças com a sociedade contemporânea&#8221;</title>
		<link>https://www.forbespt.com/nuno-nepomuceno-e-um-livro-muito-politizado-marcado-pela-intriga-com-varias-semelhancas-com-a-sociedade-contemporanea/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rita Meireles]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 May 2026 17:03:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Forbes Life]]></category>
		<category><![CDATA[Autores]]></category>
		<category><![CDATA[Ficção]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Mosteiro dos Jerónimos]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como é que surgiu a ideia de escrever este livro? Do gosto pela leitura. Gosto de escrever, porque sempre fui leitor e, embora no início da minha carreira tenha optado por um género completamente diferente, o policial, porque era aquele em que me sentia mais confortável e que me pareceu ser o mais natural para [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Como é que surgiu a ideia de escrever este livro?<br />
</strong>Do gosto pela leitura. Gosto de escrever, porque sempre fui leitor e, embora no início da minha carreira tenha optado por um género completamente diferente, o policial, porque era aquele em que me sentia mais confortável e que me pareceu ser o mais natural para as minhas características, tive sempre em mente a ideia de um dia fazer uma incursão noutro género, o dos romances históricos, o qual também aprecio bastante. Este livro vive comigo, a crescer lentamente, há muitos anos.</p>
<p><strong>O que é que o levou a apostar na ficção histórica pela primeira vez, depois do sucesso já alcançado num outro género?<br />
</strong>Foi a concretização de um projeto antigo, como também um desejo de evolução. Não me refiro apenas à minha carreira, ao que o público vê, mas essencialmente enquanto escritor. Publiquei nove <em>thrillers</em> antes deste livro, nos quais tive a oportunidade de explorar vários conceitos e temas, e também de amadurecer como autor. Cheguei a uma fase em que precisei de me colocar perante um novo estímulo, mas ao mesmo tempo desafiar os leitores, convidando-os para uma viagem completamente nova, comigo.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-185683 size-full" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/05/Mosteiro_Rei_Improvavel_300dpi.jpeg" alt="" width="414" height="640" /></p>
<p><strong>De que forma o processo de escrita deste livro foi diferente dos outros?<br />
</strong>Exigiu bastante mais de mim do que os livros anteriores. Não só porque a preparação foi superior, pois não sou formado em História, o que fez com que tenha passado dois anos só a ler vários livros e outros documentos antes de começar mesmo a escrever, como também pelo processo criativo em si.</p>
<p><em>O Rei Improvável </em>está redigido em três registos diferentes: a narrativa, que é contemporânea; os diálogos, que foram adaptados a partir da linguagem da época; e as cartas, que estão escritas em português medieval. Foi um trabalho exigente; por vezes, difícil, mas igualmente satisfatório.</p>
<p><strong>O que é que lhe interessou nesta história da construção do Mosteiro dos Jerónimos?<br />
</strong>O tema da construção de uma catedral é omnipresente na literatura atual. Talvez por influência de outros autores que admiro, no momento em que pensei em escrever um romance histórico, esta foi a ideia que me surgiu imediatamente.</p>
<p>Não é particularmente inovador, até porque em Portugal temos um livro muito famoso que assenta no mesmo conceito, <em>O Memorial do Convento</em>, mas ao mesmo tempo achei que a história do Mosteiro dos Jerónimos é tão rica, que merece ser contada.</p>
<p><strong>Houve algum acontecimento real que tenha sido o ponto de partida para a narrativa?<br />
</strong>Real, no entendimento de contemporâneo, não, embora toda a narrativa de <em>O Rei Improvável</em> esteja construída sobre factos históricos e, como tal, reais. Pertencem é a outra época.</p>
<p><strong>Este é o primeiro volume de uma série literária, quais são os principais momentos desta primeira parte?<br />
</strong>Diria que é a parte inicial do livro, em que as negociações de paz entre Castela, Aragão e Portugal acabam por definir o modo como as personagens se relacionam, o que depois terá um impacto nos factos que ficaram para a História. E o último terço, já com Dom João II no poder, mas a sofrer uma oposição interna forte, marcada por diversas conjuras, que acabaram por conduzir a um desfecho trágico.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-185685 size-full" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/05/136-marisamartins-6E8A1041A-scaled.jpg" alt="" width="1707" height="2560" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/05/136-marisamartins-6E8A1041A-scaled.jpg 1707w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/05/136-marisamartins-6E8A1041A-640x960.jpg 640w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/05/136-marisamartins-6E8A1041A-1280x1920.jpg 1280w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/05/136-marisamartins-6E8A1041A-768x1152.jpg 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/05/136-marisamartins-6E8A1041A-1024x1536.jpg 1024w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/05/136-marisamartins-6E8A1041A-1365x2048.jpg 1365w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/05/136-marisamartins-6E8A1041A-1200x1800.jpg 1200w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/05/136-marisamartins-6E8A1041A-600x900.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 1707px) 100vw, 1707px" /></p>
<p><strong>Como equilibrou a fidelidade histórica com a liberdade criativa?<br />
</strong>É sempre um exercício delicado. A História, por si, pode ser algo enfadonha, especialmente se nos limitarmos a um relato dos factos que foram documentados. O que desejei fazer com este livro foi dar emoção e vida às personagens, ou seja, trabalhar a partir do que realmente aconteceu e, preenchendo os espaços vazios, com isso construir uma narrativa que permita ao leitor, à luz dos factos históricos, envolver-se com os acontecimentos da época, como se tivesse vivido naquela altura.</p>
<p><strong>Encontrou alguma descoberta histórica surpreendente durante a investigação?<br />
</strong>Existiram diversas, mas diria que a principal foi a duração da construção do Mosteiro dos Jerónimos. Não sabia que envolvera quatro empreitadas, que decorrera ao longo de um século, ou que, por exemplo, tivera momentos de grande estagnação, porque o mestre de obras não conseguia executar a ideia subjacente ao projeto.</p>
<p>É esta história que quero contar com a série <em>O Mosteiro</em>, iniciada com <em>O Rei Improvável</em> — como foi erigido este monumento que todos admiramos tanto e qual o papel desempenhado por cada uma das personalidades que acabaram por estar envolvidas.</p>
<p><strong>Consegue fazer o paralelismo entre o período em que acontece o livro e algo daquilo que seja a realidade hoje em dia?<br />
</strong>Sim. <em>O Rei Improvável </em>decorre num período histórico muito particular, em que Portugal e os reinos de Castela e Aragão estão a tentar encontrar uma solução pacífica para a guerra  em que os seus soberanos se deixaram envolver, tudo em nome do poder. De uma certa forma, acaba por ser um livro muito politizado, marcado pela intriga, e, como tal, com várias semelhanças com a sociedade contemporânea.</p>
<p><strong>Para alguém que tenha começado a ler os seus livros por este livro, qual dos thrillers lhe recomendaria ler a seguir<br />
</strong>Normalmente, digo sempre aos leitores para começarem pelo início da série <em>Afonso Catalão</em>, ou seja, <em>A Célula Adormecida</em>. Trata-se de um livro onde a cultura islâmica acaba por ter um papel preponderante no enredo, quase como se fosse uma personagem, para além de proporcionar um entendimento muito grande sobre a personalidade e as motivações do protagonista, o que servirá de base para a descoberta dos volumes seguintes.</p>
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		<title>Imobiliário: Mercado dos escritórios recebeu 735 milhões de investimento em 2025</title>
		<link>https://www.forbespt.com/imobiliario-mercado-dos-escritorios-recebeu-735-milhoes-de-investimento-em-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Helena C. Peralta]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 May 2026 14:05:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imobiliário]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Construção]]></category>
		<category><![CDATA[Escritórios]]></category>
		<category><![CDATA[Investimento]]></category>
		<category><![CDATA[Lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[Porto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com a confiança dos investidores em recuperação, o mercado dos escritórios está a recuperar em território nacional. Segundo um estudo apresentado esta semana pela consultora imobiliária JLL Portugal, o nosso país destacou-se no panorama europeu no segmento dos escritórios, tendo recolhido um investimento total de 735 milhões de euros, indicativo de que está a recuperar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Com a confiança dos investidores em recuperação, o mercado dos escritórios está a recuperar em território nacional. Segundo um estudo apresentado esta semana pela consultora imobiliária JLL Portugal, o nosso país destacou-se no panorama europeu no segmento dos escritórios, tendo recolhido um investimento total de 735 milhões de euros, indicativo de que está a recuperar a bom ritmo. O crescimento, face ao investimento realizado em 2024, foi de 158%, o que contrasta com uma quebra de 20% na região EMEA. Mercados como o alemão, o espanhol e o italiano não conseguiram uma tão rápida recuperação, segundo a JLL.</p>
<p>Este segmento do mercado foi impulsionado sobretudo por capital nacional, que representou 73% do bolo total investido, seguido por investidores de origem espanhola, com uma fatia de 9%. A restante parcela está na mão de investidores de outras nacionalidades.</p>
<blockquote><p><strong>A JLL apresentou ainda, na sua sede em Lisboa, dados que mostram que 83% dos colaboradores que estão satisfeitos com o seu local de trabalho, manifestam uma atitude positiva face às políticas de presença no escritório. </strong></p></blockquote>
<p>Augusto Lobo, head of Portugal Capital Markets Commercial da JLL Portugal, citado em comunicado, diz a propósito que “Portugal está hoje claramente no radar dos investidores internacionais, não apenas pela recuperação do volume de investimento, mas pela consistência dos fundamentais do mercado. O que estamos a assistir é a uma reentrada mais estruturada de capital, focada em ativos core e core+, num contexto em que a seletividade e a qualidade são determinantes para a tomada de decisão”.</p>
<p>A JLL apresentou ainda, na sua sede em Lisboa, dados que mostram que 83% dos colaboradores que estão satisfeitos com o seu local de trabalho, manifestam uma atitude positiva face às políticas de presença no escritório, sendo este espaço importante para agregar a cultura das empresas.</p>
<h3><strong>Lisboa com maior pipeline de escritórios em construção </strong></h3>
<p>Relativamente à oferta nacional, a JLL refere que Lisboa conta atualmente com cerca de 255 mil metros quadrados de escritórios em construção, e o Porto apresenta um pipeline de projetos em desenvolvimento de 79 mil metros quadrados. Ainda assim, a consultora afirma que poderá haver uma desaceleração da nova oferta nos próximos anos, antecipando um ponto de inflexão. Os custos de construção e de desenvolvimento continuam a assumir um papel determinante na viabilidade dos novos projetos.</p>
<p>Sofia Tavares, head of Leasing Advisory da JLL Portugal, refere: “Estamos a entrar numa nova fase do mercado de escritórios, marcada por uma procura muito mais informada e exigente, em que os ocupantes privilegiam não apenas localização, mas também qualidade, sustentabilidade e experiência. Esta pressão está a redefinir os padrões do produto e a acelerar a transformação do stock existente, ao mesmo tempo que coloca novos desafios à viabilidade de desenvolvimento”.</p>
<p>A JLL é uma multinacional de serviços imobiliários comerciais e de gestão de investimentos, com operações em mais de 80 países e um volume de negócios na ordem dos 26,1 mil milhões de dólares.</p>
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		<title>Luxo: Setúbal é a zona mais cara para comprar imóveis em condomínio fechado</title>
		<link>https://www.forbespt.com/luxo-setubal-e-a-zona-mais-cara-para-comprar-imoveis-em-condominio-fechado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Helena C. Peralta]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Apr 2026 13:39:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Imobiliário]]></category>
		<category><![CDATA[Condomínios privados]]></category>
		<category><![CDATA[Idealista]]></category>
		<category><![CDATA[Lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[Luxo]]></category>
		<category><![CDATA[Setúbal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.forbespt.com/?p=184154</guid>

					<description><![CDATA[<p>Com a crescente procura por habitação de luxo em Portugal – o nosso país tem conseguido atrair bastante mais investidores e residentes estrangeiros nos últimos anos – começa a sentir-se falta de oferta em algumas tipologias nas gamas premium, o que pressiona os preços. É este o caso das casas de luxo em condomínios fechados, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com a crescente procura por habitação de luxo em Portugal – o nosso país tem conseguido atrair bastante mais investidores e residentes estrangeiros nos últimos anos – começa a sentir-se falta de oferta em algumas tipologias nas gamas <em>premium, </em>o que pressiona os preços. É este o caso das casas de luxo em condomínios fechados, que, segundo o portal imobiliário Idealista, perdeu 27% da sua oferta durante o ano de 2025. O estudo, realizado pela plataforma de compra e venda de imóveis, com base nos dados disponíveis, há atualmente cerca de duas mil casas à venda neste segmento do mercado – foram consideradas como luxo habitações que custam mais de um milhão de euros, em condomínio fechado.</p>
<p>Para o Idealista, a oferta nacional é insuficiente para quem procurar luxo em segurança – apesar de Portugal ser um dos países mais seguros do mundo -, este fator tem peso na hora da compra. Além de escassa, esta oferta é também muito limitada geograficamente. Ou seja, o <em>research</em> mostra que os distritos de Lisboa, Porto e Faro concentram a maioria destes imóveis, já que 85% da oferta se encontra nestas três regiões.</p>
<blockquote><p><strong>Porém, e apesar da procura e da oferta das residências de segmento alto com privacidade estar em queda no Porto, este distrito registou a maior subida de preço no território nacional no último ano, alcançando os 4%.</strong></p></blockquote>
<p>A redução de stock foi transversal em todo o país – à exceção de Setúbal que cresceu 1% &#8211; sendo que Lisboa registou uma quebra de 37% na oferta, Leiria uma redução de 35% e Faro de 28%. Por outro lado, a procura deste tipo de imóveis aumentou mais em Setúbal, que cresceu 43%, e em Lisboa que cresceu 14%. Faro registou um incremento de 5% na procura.</p>
<p>A pressão pela procura inflaciona os preços, sendo que Setúbal é o distrito no qual as habitações de luxo em condomínios fechados são mais caras, com os preços médios a rondar os 1,98 milhões de euros, com dados médios dos últimos três meses, até fevereiro último. Apesar da quebra de 8%, registada pelo Idealista, é certo que esta região tem sido valorizada pelo imobiliário de luxo a ser desenvolvido na zona litoral de Troia e da Comporta.</p>
<p>Já em Lisboa, cidade na qual a oferta é maior e mais diversificada, os preços médios rondam 1,8 milhões de euros e, quer Faro, quer a Ilha da Madeira, têm, como preços médios 1,5 milhões de euros. Do lado dos preços mais baixos nos condomínios fechados, temos Leiria, com um valor médio de 1,125 milhões de euros, e Braga, com 1,2 milhões de euros.</p>
<p>Porém, e apesar da procura e da oferta das residências de segmento alto com privacidade estar em queda no Porto, este distrito registou a maior subida de preço no território nacional no último ano, alcançando os 4%.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-184155" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/04/preco-das-casas-de-luxo-a-venda-em-condominios-privados--960x563.png" alt="" width="960" height="563" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/04/preco-das-casas-de-luxo-a-venda-em-condominios-privados--960x563.png 960w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/04/preco-das-casas-de-luxo-a-venda-em-condominios-privados--768x451.png 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/04/preco-das-casas-de-luxo-a-venda-em-condominios-privados--1200x704.png 1200w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/04/preco-das-casas-de-luxo-a-venda-em-condominios-privados--600x352.png 600w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/04/preco-das-casas-de-luxo-a-venda-em-condominios-privados-.png 1220w" sizes="auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Saiba quais são as 10 cidades europeias mais atrativas para os nómadas digitais</title>
		<link>https://www.forbespt.com/saiba-quais-sao-as-10-cidades-europeias-mais-atrativas-para-os-nomadas-digitais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Helena C. Peralta]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Apr 2026 14:42:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Listas]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Cracóvia]]></category>
		<category><![CDATA[Custo de vida]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[Nómadas digitais]]></category>
		<category><![CDATA[ranking]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cracóvia, na Polónia, lidera o ranking de 2026 das cidades europeias mais atrativas para os nómadas digitais. Com uma pontuação global de 161 pontos, em 175, esta cidade oferece baixos custos de vida, apresentando um valor mensal médio de 1.423 euros. A análise feita pela plataforma de jogos online PlayTime cruza dados dos custos do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Cracóvia, na Polónia, lidera o ranking de 2026 das cidades europeias mais atrativas para os nómadas digitais. Com uma pontuação global de 161 pontos, em 175, esta cidade oferece baixos custos de vida, apresentando um valor mensal médio de 1.423 euros. A análise feita pela plataforma de jogos online <a href="https://www.playerstime.com/reports/digital-nomads-european-cities/">PlayTime</a> cruza dados dos custos do alojamento, custos do transportes e custos da internet, pontuando para chegar a uma lista final.</p>
<p>A plataforma aponta que além de custos mais baixos, a cidade apresenta um importante polo académico e tecnológico, com mais de 30 universidades e uma presença empresarial internacional em crescimento. Também o seu centro histórico é muito atrativo para trabalhadores remotos. Aliás, os cinco primeiros lugares do ranking são ocupados por cidades da Europa Central e de Leste: além de Cracóvia, no segundo lugar está outra cidade polaca, Varsóvia, seguida de Budapeste, na Hungria, e Praga, na República Checa. A quinta posição é ocupada por Talin, na Estónia.</p>
<blockquote><p><strong>Lisboa surge na oitava posição, com custos médios de 1.745 euros, estando o Porto no décimo lugar, com valor médio de 1.569 euros.</strong></p></blockquote>
<p>A primeira cidade da Europa do Sul é ocupada por Madrid, com 130 pontos, e custo médios de 2.169 euros, seguida de Sevilha, com uma média de 1.912 euros. Lisboa surge na oitava posição, com custos médios de 1.745 euros, estando o Porto no décimo lugar, com valor médio de 1.569 euros.</p>
<p>Por outro lado, a análise mostra que a cidades da Europa Ocidental e Europa do Norte estão entre as mais caras. Destinos como Dublin, com custos de 4.724 euros, Amesterdão, com 4.191 ou Reiquiavique, com 4.672, são os mais dispendiosos da lista. São destinos que se tornam menos atrativos para quem procura ficar durante mais tempo, e com estadias mais económicas.</p>
<p>Silvana Vladimirova, analista de dados no PlayersTime, diz, em comunicado, que ‘Estamos a assistir a uma crescente divisão na Europa, onde os nómadas digitais podem gastar mais do que três vezes mais, dependendo da cidade escolhida. O que é particularmente notável é que os destinos de menor custo já não são um compromisso; cidades como Cracóvia, Varsóvia e Praga combinam acessibilidade económica com elevados níveis de segurança e infraestruturas, muitas vezes superando centros ocidentais mais caros na qualidade de vida quotidiana”.</p>
<p>Acrescenta ainda que, como resultado disso, a decisão para os nómadas digitais está a mudar para além do custo limitado. “Cada vez mais, tudo se resume às preferências de estilo de vida, seja a cultura quente e ao ar livre de cidades como Lisboa, Sevilha ou Madrid, ou ambientes mais frescos e calmos como Tallinn. Fatores como a cultura local, o ritmo de vida e até a vontade de trocar certos confortos desempenham agora um papel maior. Com muitos trabalhadores remotos a adotarem também uma abordagem mais flexível, mês a mês, a Europa está a tornar-se eficientemente um panorama de mistura e combinação de destinos, em vez de uma base única a longo prazo.”, acrescenta.</p>
<p><strong>Conheça em baixo a lista das 10 cidades da Europa mais atrativas para os nómadas digitais em 2026:</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>1 – Cracóvia (Polónia)</strong></h3>
<p>Total: 161 pontos</p>
<p>Despesas médias: 1.423 euros</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>2 – Varsóvia (Polónia)</strong></h3>
<p><strong>Total:</strong> 150 pontos</p>
<p>Despesas médias: 1.265 euros</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>3 – Budapeste (Hungria)</strong></h3>
<p><strong>Total:</strong> 147 pontos</p>
<p>Despesas médias: 1.542 euros</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>4 – Praga (República Checa)</strong></h3>
<p><strong>Total:</strong> 141 pontos</p>
<p>Despesas médias: 1.423 euros</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>5 – Talin (Estónia)</strong></h3>
<p><strong>Total:</strong> 137 pontos</p>
<p>Despesas médias: 2.627 euros</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>6 – Madrid (Espanha)</strong></h3>
<p><strong>Total:</strong> 130 pontos</p>
<p>Despesas médias: 2.169 euros</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>7 – Sevilha (Espanha)</strong></h3>
<p><strong>Total:</strong> 125 pontos</p>
<p>Despesas médias: 1.912 euros</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>8 – Lisboa (Portugal)</strong></h3>
<p><strong>Total:</strong> 122 pontos</p>
<p>Despesas médias: 1.745 euros</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>9 – Drubrovnik (Croácia)</strong></h3>
<p><strong>Total:</strong> 119 pontos</p>
<p>Despesas médias: 2.270 euros</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>10 – Porto (Portugal)</strong></h3>
<p>Total: 116 pontos</p>
<p>Despesas médias: 1.569 euros</p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p><strong><em>(Fonte: PlayerTime)</em></strong></p>
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		<title>“Estava na hora de dar a Portugal um lar para a marca”</title>
		<link>https://www.forbespt.com/estava-na-hora-de-dar-a-portugal-um-lar-para-a-marca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rita Meireles]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 21 Mar 2026 17:38:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Breitling]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Georges Kern]]></category>
		<category><![CDATA[Lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[Loja]]></category>
		<category><![CDATA[Marcas]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Relógios]]></category>
		<category><![CDATA[Relojoaria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Breitling nasceu em 1884, no epicentro da relojoaria. La Chaux-de-Fonds, na Suíça, foi, assim, uma das primeiras grandes influências desta marca que tem por base a precisão, inovação, transparência e responsabilidade social. E foi com tudo isto na bagagem que recentemente a marca chegou a Lisboa, onde inaugurou a sua primeira boutique em Portugal. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Breitling nasceu em 1884, no epicentro da relojoaria. La Chaux-de-Fonds, na Suíça, foi, assim, uma das primeiras grandes influências desta marca que tem por base a precisão, inovação, transparência e responsabilidade social. E foi com tudo isto na bagagem que recentemente a marca chegou a Lisboa, onde inaugurou a sua primeira boutique em Portugal.</p>
<p>Numa altura em que o mercado de luxo se tornou mais complexo e se enfrentam desafios extra, como as tarifas impostas pelos Estados Unidos desde a reeleição de Donald Trump ou a necessidade de adaptação a novos públicos, a Breitling encontrou formas de manter o ADN da marca e dar passos em frente para responder a todos os desafios. Seja através da defesa do negócio a nível internacional, a realização de parcerias com embaixadores e entidades desportivas ou o investimento maior em linhas femininas.</p>
<p>Foi sobre tudo isto que a Forbes conversou com Georges Kern, diretor executivo da marca, por altura da inauguração da boutique em Lisboa.</p>
<p><strong>Como é que descreve o atual momento do mercado de luxo?<br />
</strong>Estamos a navegar num ambiente de luxo mais complexo e menos previsível. Nos meus 30 anos neste setor, passei por muitas crises e haverá mais no futuro. Esta pode parecer mais intensa porque é prolongada e multifatorial, mas vamos superá-la. Não é possível controlar fatores externos. Em vez disso, em tempos como este, é preciso que nos concentremos no que podemos influenciar: criar produtos melhores com movimentos superiores, entregá-los em boutiques mais bonitas e proporcionar uma experiência mais rica aos clientes. Em última análise, o sucesso numa crise consiste em ser mais forte do que os concorrentes dentro do seu segmento e ganhar quota de mercado. É para isso que toda a nossa atenção está direcionada.</p>
<p><strong>Como é que foram afetados pelas tarifas impostas pelos Estados Unidos? E que mudanças estratégicas tiveram de fazer para responder a essa situação?<br />
</strong>Antecipámos o risco e enviámos antecipadamente um volume significativo de inventário para os EUA antes da entrada em vigor da tarifa. Isso deu-nos uma margem de manobra enquanto as negociações ainda estavam em curso. Estamos muito satisfeitos com a redução das tarifas dos EUA de 39% para 15%. Tornou-se evidente que um dos elementos-chave para a concretização do novo acordo foi a interação entre a política e os negócios, com o envolvimento de influentes líderes empresariais suíços e o tom certo. Dito isto, esperávamos que a indústria relojoeira suíça fosse completamente isenta do aumento das tarifas e que a taxa tarifária original de 2% fosse restabelecida. Os nossos produtos não competem com a produção nacional nem comprometem os postos de trabalho nos EUA. Somos exclusivamente <em>Swiss Made</em> e é precisamente esse o apelo e a razão pela qual os nossos produtos são comprados nos EUA. A indústria relojoeira suíça é ainda um importante empregador nos EUA, tanto para serviços de reparação como para operações de retalho.</p>
<p>Os EUA são um dos nossos principais mercados, apresentando um crescimento robusto. Com a nossa sólida presença no retalho e parcerias estratégicas, como a nossa colaboração com a NFL, estamos confiantes no caminho a seguir.</p>
<p><strong>Como é que descreve os lançamentos mais recentes da marca?<br />
</strong>Lançámos o Top Time B31, com o nosso primeiro movimento de três ponteiros fabricado internamente, o Calibre B31, concebido e desenvolvido pela Breitling. Este foi um marco importante para nós e sublinha o nosso compromisso com a excelência na relojoaria.  Também renovámos a coleção Superocean Heritage com novas proporções refinadas, elegância pronta para o oceano e uma homenagem à cultura do surf havaiano, mantendo uma das nossas linhas mais vendidas forte e relevante, e apresentámos dois relógios Chronomat de edição limitada juntamente com o nosso embaixador Erling Haaland. Além dos produtos, demos as boas-vindas a Austin Butler como nosso mais recente embaixador, que encarna na perfeição o espírito da Breitling moderna. E estabelecemos uma parceria com a NFL como parceiro oficial de relógios – somos o seu primeiro parceiro de relógios de luxo.</p>
<p><strong>Como descreve o cliente da Breitling hoje em dia?<br />
</strong>Os clientes da Breitling hoje são muito mais diversificados do que há uma década. Passámos de uma marca focada na aviação para uma marca de luxo generalista moderna, casual e acessível – e o nosso público evoluiu connosco. O que vemos agora é um consumidor que aprecia a autenticidade, alguém que quer um relógio com verdadeira tradição e credibilidade técnica, mas também com um estilo contemporâneo e casual que possa usar todos os dias. Também observamos um forte crescimento na nossa clientela feminina, que procura peças que combinem elegância com funcionalidade. Como a &#8220;Lady Premier&#8221;, que lançámos em outubro, uma coleção que combina elegância pura e estilo descontraído.</p>
<p><strong>Recentemente, a Breitling comprou outras marcas de relógios. O que vos levou a avançar para esses negócios?<br />
</strong>Há várias razões. A Breitling tem uma excelente infraestrutura e funcionários altamente qualificados, e queríamos desenvolver coisas novas e expandir a empresa. Somos empreendedores. Com a criação da House of Brands – que foi revelada a 19 de novembro durante a Dubai Watch Week – estamos a construir sobre essa base para criar uma coleção de casas de relojoaria distintas, cada uma com a sua própria herança, ADN e relevância cultural. Juntas, elas refletem todo o espectro do luxo da relojoaria contemporânea, do acessível ao excecional, sem sobrecarregar nenhuma marca em particular. A nossa ambição é construir algo selecionado, personalizado e ágil. É uma estratégia de longo prazo para desenvolver um portfólio com marcas selecionadas, excecionais e diferenciadas. Ao reunir essas marcas, oferecemos maior diversidade em termos de preços e estilos de vida, atendendo aos interesses e aspirações em evolução dos clientes. Isso reflete a forma como os colecionadores e consumidores de hoje vivenciam a relojoaria.</p>
<p>A Universal Genève situa-se acima da Breitling no segmento de superluxo e funcionará como uma entidade separada. Como marca estrela do portfólio, ela reimagina a relojoaria com uma abordagem criativa e artística. A Breitling continua a ser a marca principal e a pedra angular da House of Brands, incorporando um espírito retro moderno que é acessível e versátil. A Gallet complementa a oferta no segmento de luxo básico com relógios distintos, robustos e acessíveis, inspirados em 200 anos de precisão na medição do tempo para exploradores, aviadores e pioneiros. Concebida para aventureiros modernos com um espírito motivado e gosto refinado, a Gallet será integrada nas boutiques Breitling, mantendo a sua própria identidade, ambiente de marca e foco no cliente. Os relógios Gallet serão produzidos nas mesmas instalações que a Breitling, beneficiando da partilha de conhecimentos especializados, mas preservando a sua herança distinta.</p>
<p><strong>No seguimento da parceria com a NFL, porque é que optam por esta ligação ao desporto?<br />
</strong>A Breitling tem uma longa história de parcerias com desportos acessíveis – desde triatlo e ciclismo até râguebi e, agora, a NFL [futebol americano]. Cada um desses desportos tem a sua própria cultura, a sua própria comunidade de fãs, e isso molda a forma como abordamos a parceria. Estávamos à procura de uma parceria global no campo do desporto, tal como outras marcas de relógios fazem com o golfe, o ténis ou o futebol. Agora, conseguimos exatamente isso com a NFL. Somos o primeiro parceiro de relógios de luxo da NFL, uma união de duas marcas fortes com um número incrível de paralelos. Por mais de um século, a Breitling e a NFL moldaram conjuntamente a cultura global, ambas baseadas na precisão e no desempenho. É o desporto mais americano que se pode imaginar e tem conotações muito positivas. Trata-se de espírito de equipa, força, tática e estratégia. Muitos dos valores da NFL correspondem aos nossos. A NFL faz parte da cultura americana e abrange várias gerações.</p>
<p><strong>Como têm lidado com as novas tendências do mercado, como o foco maior na sustentabilidade entre as gerações mais jovens?<br />
</strong>A sustentabilidade não é uma tendência para nós, é uma mudança estrutural na forma como a próxima geração define o luxo. Os consumidores mais jovens esperam que as marcas sejam transparentes, responsáveis e com propósito, e tornámos essas expectativas uma parte essencial da nossa estratégia. Introduzimos o passaporte digital para todos os relógios Breitling: cada relógio vem com um certificado baseado em blockchain que garante total rastreabilidade. Isso proporciona aos clientes total transparência sobre o ciclo de vida do seu relógio e reforça a confiança a longo prazo na marca. Também estamos a repensar os materiais e o fabrico. Quer se trate de ouro de origem responsável, diamantes cultivados em laboratório ou processos de produção mais eficientes em termos energéticos, estamos a integrar a sustentabilidade no produto desde o início, não a adicionando como uma ideia tardia.</p>
<p><strong>O quão importante é o mercado português para a Breitling?<br />
</strong>Portugal é um mercado muito importante para a Breitling. Vemos uma comunidade crescente de entusiastas de relógios que realmente apreciam o artesanato, a narrativa e a autenticidade, valores que estão no centro da nossa marca. O país tem uma forte cultura de design e luxo, e os clientes portugueses têm um gosto muito refinado. É um mercado onde a identidade da nossa marca ressoa naturalmente.</p>
<p><strong>Como é que se posicionam junto dos consumidores portugueses?<br />
</strong>Os consumidores portugueses são exigentes, sofisticados e procuram cada vez mais uma abordagem mais descontraída e contemporânea ao luxo. Isto alinha-se perfeitamente com a nossa filosofia de &#8220;luxo casual&#8221;. Posicionamos a Breitling como uma marca que combina o artesanato com um estilo moderno e descontraído, um luxo que é versátil e fácil de usar. Especificamente para Portugal, destacamos as coleções que se enquadram nesta mentalidade: a Navitimer, a Chronomat e a Superocean Heritage. E complementamos isto com peças exclusivas da boutique e um serviço personalizado que cria uma ligação genuína com cada cliente.</p>
<p><strong>O que vos levou a abrir uma nova loja em Lisboa?<br />
</strong>Abrir uma boutique em Lisboa é um passo natural na nossa expansão. Temos observado um forte impulso em Portugal e queremos oferecer aos clientes a experiência Breitling completa, algo que só é possível num espaço dedicado. Uma boutique permite-nos mostrar o nosso universo da forma como deve ser visto: desde as nossas coleções principais até às nossas peças exclusivas da boutique, incluindo a Breitling Gold Capsule e o nosso novo Calendário Perpétuo. Também nos dá a possibilidade de oferecer marcações personalizadas, eventos exclusivos e um nível de serviço que reflete o nosso compromisso com o mercado português. Em suma, a procura existia e estava na hora de dar a Portugal um lar para a marca.</p>
<p><strong>(Artigo publicado na edição de dezembro/janeiro 2026 da Forbes Portugal)</strong></p>
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		<title>Os BTS estão de volta e preparam-se para bater recordes da indústria musical</title>
		<link>https://www.forbespt.com/__trashed-10/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mary Whitfill Roeloffs]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 14:07:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Forbes Life]]></category>
		<category><![CDATA[Banda]]></category>
		<category><![CDATA[BTS]]></category>
		<category><![CDATA[Concerto]]></category>
		<category><![CDATA[Coreia]]></category>
		<category><![CDATA[Lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Netflix]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Regresso]]></category>
		<category><![CDATA[Streaming]]></category>
		<category><![CDATA[Tour]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um novo álbum, uma transmissão ao vivo de um concerto e um documentário na próxima semana marcarão o regresso oficial da banda de K-pop BTS, e os especialistas afirmam que os recordes da indústria musical estão à sua espera, agora que os seus sete membros voltam a estar no centro das atenções a nível mundial. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um novo álbum, uma transmissão ao vivo de um concerto e um documentário na próxima semana marcarão o regresso oficial da banda de K-pop BTS, e os especialistas afirmam que os recordes da indústria musical estão à sua espera, agora que os seus sete membros voltam a estar no centro das atenções a nível mundial.</p>
<p>Os BTS, o grupo musical mais vendido da história da Coreia do Sul, regressam oficialmente esta sexta-feira com um novo álbum intitulado &#8220;Arirang&#8221;, que, segundo consta, já foi pré-guardado por ouvintes ansiosos quase 5 milhões de vezes no Spotify.</p>
<p>No sábado, a banda dará início à sua digressão mundial de 82 datas com um concerto gratuito em Seul, que deverá contar com a presença de mais de 250 mil fãs no local e será transmitido em direto na Netflix.</p>
<p>A atuação &#8220;será provavelmente a transmissão ao vivo mais vista de sempre da Netflix&#8221;, disse CedarBough Saeji, professor assistente de Estudos Coreanos e do Leste Asiático na Universidade Nacional de Pusan, à Bloomberg.</p>
<p>A digressão que se seguirá, cujo nome é inspirado no novo álbum, poderá gerar pelo menos 1,93 mil milhões de dólares (1,67 mil milhões de euros) em receitas, segundo informou a IBK Investment &amp; Securities à Bloomberg, e os seus ganhos totais poderão rivalizar com a &#8220;Eras Tour&#8221; de Taylor Swift, detentora do recorde, que arrecadou 2,2 mil milhões de dólares (1,9 mil milhões de euros).</p>
<p>Na próxima semana, a 27 de março, a Netflix lançará &#8220;BTS: THE RETURN&#8221;, um documentário que acompanha os membros da banda enquanto se reúnem para compor e gravar o seu novo álbum, três anos após terem anunciado uma pausa.</p>
<p>Entretanto foi já divulgado um teaser de 17 segundos de um videoclipe que foi gravado em Portugal. O espaço escolhido foi o Museu da Marinha, em Lisboa.</p>
<p><strong><em>Texto original <a href="https://www.forbes.com/sites/maryroeloffs/2026/03/19/bts-is-back-and-expected-to-shatter-these-music-industry-records/">aqui</a>. Artigo traduzido e editado por <a href="https://www.forbespt.com/author/ritameireles/">Rita Meireles</a>. </em></strong></p>
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