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	<title>Web Summit Archives - Forbes Portugal</title>
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	<description>A revista de líderes e de empreendedores com maior impacto no mundo dos negócios.</description>
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	<title>Web Summit Archives - Forbes Portugal</title>
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		<title>Unicórnio Upwork escolhe Lisboa para primeiro escritório fora dos EUA e promete 100 empregos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paulo Marmé]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Nov 2025 09:10:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Carlos Moedas, Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, tinha anunciado que iria revelar na quinta-feira que Lisboa iria ter um novo unicórnio. A novidade foi agora tornada pública pelo próprio presidente do município, numa conferência durante a Web Summit. A Upwork é esse unicórnio tecnológico, que estando sediado nos Estados Unidos, confirmou na Web Summit [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="557" data-end="929">Carlos Moedas, Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, tinha <a href="https://www.forbespt.com/web-summit-carlos-moedas-anuncia-lancamento-do-17o-unicornio-na-quinta-feira/" target="_blank" rel="noopener">anunciado que iria revelar na quinta-feira</a> que Lisboa iria ter um novo unicórnio. A novidade foi agora tornada pública pelo próprio presidente do município, numa conferência durante a Web Summit. A Upwork é esse unicórnio tecnológico, que estando sediado nos Estados Unidos, confirmou na Web Summit que fará de Lisboa o ponto de partida para a sua expansão internacional. A empresa, que opera uma plataforma global de talento apoiada por inteligência artificial, reforçou que a capital portuguesa será o primeiro escritório fora do mercado norte-americano e que dependerá sobretudo de contratação local.</p>
<p data-start="931" data-end="1220">Hayden Brown, CEO da Upwork, afirmou que a decisão de investir em Lisboa resultou diretamente da qualidade do talento português. A responsável destacou que a empresa quer formar uma equipa recrutada no país, sublinhando que esse fator foi determinante para avançar com a instalação do hub.</p>
<p data-start="1222" data-end="1582">A Câmara Municipal de Lisboa, presidida por Carlos Moedas, classificou a chegada da Upwork como mais um sinal da consolidação do ecossistema tecnológico da cidade. O autarca lembrou que este é o 17º unicórnio a instalar-se em Lisboa e que a estratégia municipal tem atraído empresas que geram emprego, qualificam talento e criam novas oportunidades económicas.</p>
<p data-start="1584" data-end="1900">Desde 2022, a Unicorn Factory Lisboa – projeto lançado pela autarquia – já atraiu 82 empresas tecnológicas e está associada à criação de mais de 16 mil postos de trabalho. O novo hub da Upwork deverá integrar-se nesta dinâmica quando abrir no segundo semestre de 2026, com um plano inicial de 100 novas contratações.</p>
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		<title>Web Summit: Portuguesa Andreia Trigo vence Road 2 Web Summit com Enhanced Fertility</title>
		<link>https://www.forbespt.com/web-summit-portuguesa-andreia-trigo-vence-road-2-web-summit-com-enhanced-fertility/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo Marmé]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Nov 2025 17:59:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Enhanced Fertility, startup liderada por Andreia Trigo e que acelera o processo de testes, diagnóstico e início de tratamento de fertilidade, foi a vencedora do Road 2 Web Summit, com o prémio Startup Mais Promissora. O programa Road 2 Web Summit (R2WS) 2025 visa promover a participação de empreendedores e startups do ecossistema português [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Enhanced Fertility, startup liderada por Andreia Trigo e que acelera o processo de testes, diagnóstico e início de tratamento de fertilidade, foi a vencedora do Road 2 Web Summit, com o prémio Startup Mais Promissora.</p>
<blockquote>
<p class="text-paragraph">O programa Road 2 Web Summit (R2WS) 2025 visa promover a participação de empreendedores e startups do ecossistema português de elevado potencial na Web Summit.</p>
</blockquote>
<p class="text-paragraph">Na edição deste ano, a Enhanced Fertility foi grande vencedora &#8220;com o prémio de Startup Mais Promissora e recebeu um cheque de 15 mil euros, no decorrer da Web Summit&#8221;. Esta empresa, do setor da saúde, foi reconhecida pela capacidade de acelerar o processo de testes, diagnóstico e início de tratamentos de fertilidade baseados em dados.</p>
<p class="text-paragraph">A edição de 2025 contou com 115 startups de todo o país e com fundadores de todo o mundo. “O grupo de startups que integra o Road 2 Web Summit deste ano é excecional, com empresas empenhadas em resolver desafios reais em áreas tão diversas como a saúde, a inclusão social, e o acesso a capital. Também é muito bom ver ideias inovadores de todo o país, com projetos de Coimbra, Braga, Leiria, Guimarães, Covilhã e muitas outras cidades. É mesmo fantástico tê-las no Web Summit a conectarem-se com fundadores, investidores e líderes que estão a moldar o futuro”, salienta Maria Ana Encarnação, Startup Manager na Web Summit.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-175003" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2025/11/Road2websummit-2025-960x640.jpg" alt="" width="960" height="640" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2025/11/Road2websummit-2025-960x640.jpg 960w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2025/11/Road2websummit-2025-1920x1280.jpg 1920w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2025/11/Road2websummit-2025-768x512.jpg 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2025/11/Road2websummit-2025-1536x1024.jpg 1536w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2025/11/Road2websummit-2025-2048x1366.jpg 2048w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2025/11/Road2websummit-2025-1200x800.jpg 1200w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2025/11/Road2websummit-2025-600x400.jpg 600w" sizes="(max-width: 960px) 100vw, 960px" /></p>
<p class="text-paragraph">&#8220;Entre os participantes, houve uma representação significativa de startups nas áreas de tecnologia, saúde, recursos humanos, finanças e sustentabilidade. No total, as 115 startups, que representam os quatro cantos do país, já tiveram investimentos em mais de 40 milhões de euros&#8221;, adianta a Startup Portugal.</p>
<p>“O Road 2 Web Summit demonstrou, uma vez mais, a qualidade do talento português e a ambição crescente do nosso ecossistema. A Galp orgulha-se de se associar, mais uma vez, a esta iniciativa e de apoiar startups na transformação deste potencial em impacto real e no reforço da competitividade do país”, refere Ana Casaca, Global Director of Innovation da Galp.</p>
<blockquote><p>O Road 2 Web Summit (R2WS) seleciona, todos os anos, startups portuguesas para representar o país no maior evento de tecnologia do mundo. Tem como objetivo promover a participação de empreendedores e startups do ecossistema português de elevado potencial, na Web Summit.</p></blockquote>
<p>“O Road 2 Web Summit representa muito mais do que um programa de apoio &#8211; é o ponto de arranque de inúmeras histórias de sucesso. A trajetória das startups portuguesas &#8211; mais de 5 mil em Portugal, atualmente nos últimos anos &#8211; comprova que o nosso ecossistema está a crescer em escala, talento e visibilidade internacional, consolidando-se como um dos mais vibrantes e inovadores da Europa. Mais de mil startups passaram pelo programa desde 2016, e todas deixaram uma marca no ecossistema”, afirma Miguel Aguiar, Diretor Executivo da Startup Portugal.</p>
<p>Noutro prémio atribuído, a Teemy, na área de hospitalidade, foi selecionada como a Startup com melhor performance no Bootcamp de Lisboa e Porto e durante a Web Summit, tendo-lhe sido atribuído um cheque de 5 mil euros.</p>
<p class="text-paragraph">Esta edição do R2WS contou com a parceria da Galp que apoiou o programa com o valor dos dois prémios (15 mil euros + 5 mil euros), no total de 20 mil euros.</p>
<p class="text-paragraph">Em 2024, as distinções foram atribuídas às empresas Framedrop.ai (startup mais promissora) e Deeploy (startup com melhor desempenho).</p>
<p class="text-paragraph">A edição deste ano da Web Summit, cimeira tecnológica que arrancou em Lisboa em 2016, termina hoje.</p>
<p><em>com Lusa</em></p>
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		<title>Startup portuguesa Granter vence Pitch da Web Summit 2025</title>
		<link>https://www.forbespt.com/startup-portuguesa-granter-vence-pitch-da-web-summit-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo Marmé]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Nov 2025 16:48:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Granter, startup apoiada pela Fábrica de Unicórnios de Lisboa, é a grande vencedora do Pitch da Web Summit 2025, a competição que distingue as startups mais promissoras que se apresentaram na Web Summit. A empresa portuguesa destacou-se entre centenas de candidaturas internacionais pela sua solução inovadora baseada em Inteligência Artificial, que simplifica o acesso [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Granter, startup apoiada pela Fábrica de Unicórnios de Lisboa, é a grande vencedora do Pitch da Web Summit 2025, a competição que distingue as startups mais promissoras que se apresentaram na Web Summit. A empresa portuguesa destacou-se entre centenas de candidaturas internacionais pela sua solução inovadora baseada em Inteligência Artificial, que simplifica o acesso ao financiamento público e apoia as empresas em todo o processo de candidatura a fundos europeus.</p>
<p>Fundada em 2023, a Granter é o primeiro consultor de financiamento público baseado em IA a nível mundial. A startup já facilitou a submissão de mais de 20 milhões de euros em candidaturas a fundos europeus e recentemente assegurou o seu primeiro investimento através do fundo Angels Way, reforçando a ambição de expandir a sua presença internacional.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-175031" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2025/11/Granter_WebSummit-960x640.jpg" alt="" width="960" height="640" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2025/11/Granter_WebSummit-960x640.jpg 960w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2025/11/Granter_WebSummit-1920x1280.jpg 1920w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2025/11/Granter_WebSummit-768x512.jpg 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2025/11/Granter_WebSummit-1536x1024.jpg 1536w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2025/11/Granter_WebSummit-1200x800.jpg 1200w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2025/11/Granter_WebSummit-600x400.jpg 600w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2025/11/Granter_WebSummit.jpg 2011w" sizes="(max-width: 960px) 100vw, 960px" /></p>
<p>Bernardo Seixas, CEO e cofundador da <a href="https://www.forbespt.com/empresas-portuguesas-em-destaque-nos-trofeus-luso-franceses-2025/" target="_blank" rel="noopener">Granter</a>, refere que “vencer o Pitch da Web Summit é um reconhecimento do impacto real que a tecnologia pode ter no acesso ao financiamento. Queremos que qualquer empresa, independentemente da sua dimensão, possa ter as mesmas oportunidades de crescer com o apoio dos fundos públicos”.</p>
<p>Este é o terceiro ano consecutivo em que uma startup apoiada pela Fábrica de Unicórnios de Lisboa chega à final do Pitch da Web Summit, tendo a Intuitivo, startup que ajuda escolas a digitalizar processos de avaliação, vencido o concurso em 2024.</p>
<p>A startup Granter integra o programa de incubação da Fábrica de Unicórnios de Lisboa, que tem vindo a impulsionar o crescimento de startups nacionais com ambição global. Desde 2012, a iniciativa apoiou mais de 1000 startups em fase inicial, que angariaram mais de 912 milhões de euros em investimento. Em 2025, o programa recebeu 166 novas startups, refletindo a crescente atratividade do ecossistema da inovação nacional.</p>
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		<item>
		<title>Brasil escolhe 10 &#8216;startups&#8217; para &#8216;estágio&#8217; de nove meses em Lisboa &#8211; APEX</title>
		<link>https://www.forbespt.com/brasil-escolhe-10-startups-para-estagio-de-nove-meses-em-lisboa-apex/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forbes Staff]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Nov 2025 13:35:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (APEX Brasil), Jorge Viana, anunciou na WebSummit que 10 &#8216;start-up&#8217; vão ficar em Portugal nos escritórios da APEX para se internacionalizarem. &#8220;Nós vamos selecionar 10 empresas &#8216;startup&#8217; do Brasil, que vão ficar nove meses aqui em Portugal fazendo contactos, e vamos apoiar para ajudar [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (APEX Brasil), Jorge Viana, anunciou na WebSummit que 10 &#8216;start-up&#8217; vão ficar em Portugal nos escritórios da APEX para se internacionalizarem.</p>
<p class="text-paragraph">&#8220;Nós vamos selecionar 10 empresas &#8216;startup&#8217; do Brasil, que vão ficar nove meses aqui em Portugal fazendo contactos, e vamos apoiar para ajudar no processo de internacionalização&#8221;, disse Jorge Viana em declarações aos jornalistas no final da cerimónia do pavilhão do Brasil, que junta quase 400 empresas tecnológicas.</p>
<p class="text-paragraph">&#8220;Estamos implementando 10 empresas que entendemos que têm potencial de se internacionalizar e achamos que Portugal é um belo espaço para isso&#8221;, acrescentou o responsável, salientando que, para o ano, serão selecionadas outras dez empresas, que terão a possibilidade de aprender com a experiência portuguesa de promoção de startups, que disse ser &#8220;um bom exemplo&#8221;.</p>
<p class="text-paragraph">O presidente da APEX Brasil afirmou também que uma das áreas de inovação mais importantes é a inteligência artificial e defendeu que o Brasil deve &#8220;ter o seu centro de inovação&#8221; nesta área.</p>
<p class="text-paragraph">Jorge Viana, que chegou a Portugal esta manhã vindo da COP30, que decorre nesta e na próxima semana na cidade brasileira de Belém, defendeu ainda que o Brasil pode ser &#8220;uma escola para o mundo em termos de sustentabilidade&#8221;, e argumentou com a melhoria nos indicadores económicos, como a redução do desemprego e da inflação, e as potencialidades em termos de energias renováveis.</p>
<p class="text-paragraph">&#8220;O Brasil tem a maior floresta tropical do mundo, é um grande produtor de alimentos, tem uma das mais invejadas matrizes energéticas de energia renovável&#8221;, exemplificou, congratulando-se com a maneira como &#8220;o país assume protagonismo no mundo, depois da saída do famigerado Governo de quatro anos [de Jair Bolsonaro] e o regresso do Presidente Lula da Silva&#8221;.</p>
<p class="text-paragraph">Nesta edição da Web Summit, que decorre até 13 de novembro, encontram-se mais de 70.000 participantes, acima de 2.500 &#8216;startups&#8217; a exibir os seus produtos e serviços e mais de 1.000 investidores.</p>
<p class="text-paragraph">A Web Summit começou em Lisboa em 2016 e a sua realização está garantida até 2028.</p>
<p><em>Lusa</em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Visa: &#8220;O Visa Direct já permite pagamentos em stablecoins&#8221;</title>
		<link>https://www.forbespt.com/visa-estamos-a-distribuir-stablecoins-atraves-de-visa-direct/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dírcia Lopes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Nov 2025 10:49:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Web Summit]]></category>
		<category><![CDATA[blockchain]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação Tecnológica]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência Artificial]]></category>
		<category><![CDATA[Pagamentos digitais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Visa tem sido presença assídua na Web Summit com o anúncio de inovações no sistema de pagamentos e, na edição de 2025 da feira tecnológica, não é exceção. A empresa acaba de anunciar um novo projeto-piloto, através do qual, se envia pagamentos em stablecoins indexados ao dólar norte-americano diretamente para carteiras de stablecoins. Esta [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Visa tem sido presença assídua na Web Summit com o anúncio de inovações no sistema de pagamentos e, na edição de 2025 da feira tecnológica, não é exceção. A empresa acaba de anunciar um novo projeto-piloto, através do qual, se envia pagamentos em <em>stablecoins</em> indexados ao dólar norte-americano diretamente para carteiras de <em>stablecoins</em>. Esta inovação permite aos criadores e trabalhadores independentes o acesso mais rápido aos seus fundos. Em entrevista, em exclusivo à Forbes Portugal, a country manager da Visa Portugal, Rita Mendes Coelho, explica não só que esta novação responde aos quatro pilares em que a empresa assenta – inovação, conveniência, fiabilidade e segurança –, como ajuda a democratizar o acesso a quem está em regiões sub-bancarizadas ou onde não existem contas bancárias em dólar.</p>
<p><strong>A Visa participa mais uma vez na Web Summit com um novo anúncio em termos de inovação nos meios de pagamento. Em que assenta este novo projeto da Visa?</strong></p>
<p>Como é de conhecimento público, temos estado na vanguarda na inovação nos pagamentos digitais e facilitamos as transações em mais de 200 países. Este projeto-piloto com as <em>stablecoins</em>, especificamente, representa um passo muito importante na missão da Visa de ligar o mundo através de uma rede de pagamentos que tenha quatro pilares fundamentais: inovação, conveniência, fiabilidade e segurança, que têm sido sempre os quatro pilares fundamentais do que quer que a Visa faça. Por isso, estamos comprometidos com a segurança, com o cumprimento regulatório, obviamente, em todas as nossas operações, incluindo as operações relacionadas com as <em>stablecoins</em> e nunca é demais referir isto. Temos uma visão de tudo, em que os pagamentos digitais são acessíveis a todos e que posicionam o crescimento económico e o estado financeiro. Isto é muito importante porque, no caso da <em>stablecoins</em>, vemos vários <em>use cases</em>. O primeiro <em>use case</em> que foi sempre muito falado foi o do mercado de capitais, portanto, de <em>trading</em>. E agora vemos <em>dois use cases </em>novos a surgir que, apesar de indexados ao dólar, são maioritariamente utilizados fora dos Estados Unidos. As <em>stablecoins</em> são sim uma solução inovadora de pagamento e a Visa está a ver um particular dinamismo nestas oportunidades, neste segmento em específico. Atualmente, o que temos já <em>in</em> <em>place</em>, portanto, já a ocorrer são 130 programas de emissão de cartões ligados a <em>stablecoins</em> em mais de 40 países, dentro e fora dos Estados Unidos, pela necessidade que existe em utilizar estas moedas em países que tenham maior volatilidade cambial, ou o dólar seja mais caro. Estamos a começar a permitir que os bancos possam imitir e resgatem as suas próprias <em>stablecoins</em> com VISA <em>tokenized asset platform</em>. Vamos anunciar na Web Summit um projeto-piloto muito inovador que vai permitir que as empresas enviem pagamentos diretamente para carteiras de <em>stablecoins</em>.</p>
<p><strong>Na prática, como é que esta solução se concretiza? </strong></p>
<p>Para as empresas que usam o Visa Direct, que é um dos nossos <em>rails</em> para movimentação de dinheiro, é um dos nossos canais para movimentação de dinheiro, os pagamentos podem ser financiados em moeda <em>fiat</em> [fiduciária], enquanto os destinatários podem optar por receber estes fundos em <em>stablecoins</em> indexadas ao dólar, como por exemplo o USD Coin [moeda estável digital que está ligada ao dólar dos Estados Unidos]. Obviamente isto se transforma em rapidez e acessibilidade dos pagamentos globais que temos à data com a Visa. Este recente piloto com a nossa plataforma de Visa Direct permite que as plataformas e as empresas enviem pagamentos diretamente para carteiras de <em>stablecoins</em>, que é bastante inovador, portanto, a expressão em inglês é <em>groundbreaking</em>, que é bastante inovador para os utilizadores, para os trabalhadores e para os colaboradores, em vez de ir para um cartão ou uma conta bancária. Portanto, vai diretamente para <em>wallets</em> de <em>stablecoins</em> com fundos entregues em <em>stablecoins</em>, indexadas em dólar, portanto, USDC.</p>
<p><strong>Com este anúncio a Visa dá mais um passo em frente na inovação…</strong></p>
<p>Este anúncio é um bocadinho diferente do fizemos em setembro. O anúncio em setembro permitia às empresas financiar pagamentos Visa Direct, portanto na mesma plataforma, utilizando <em>stablecoins</em>, em vez de apenas moeda fiduciária. Era uma inovação de tesouraria. Com o piloto de hoje vamos um passo à frente, já que, permite fazer pagamentos a destinatários finais, como consumidores, em <em>stablecoins</em>. Colocando dólares digitais diretamente na carteira dos destinatários. Portanto, estamos a distribuir <em>stablecoins</em> através de Visa Direct.</p>
<p><strong>Com que entidades é que este projeto-piloto arranca? </strong></p>
<p>Temos parceiros selecionados, com quem já estamos a fazer, com quem já estamos em <em>roll out</em> neste piloto. Está prevista uma expansão na Europa à medida que o apetite cresce para este tipo de moeda e a procura dos clientes evolui, portanto, consoante a procura dos consumidores evolui. Sempre dentro, dos parâmetros regulatórios, do enquadramento regulatório que, para nós, é absolutamente fundamental.</p>
<p><strong>Esta expansão na Europa irá ocorrer à medida que o apetite crescer. Mas já há uma previsão do calendário da expansão europeia? </strong></p>
<p>Sim, a Visa está a integrar os parceiros selecionados. O acesso mais amplo temos previsto para 2026 e incentivamos todos os nossos clientes a manifestarem interesse à medida que o lançamento global avança. Acredito que vá perguntar especificamente sobre Portugal. Mais uma vez, o piloto começa com os parceiros selecionados e irá avançar à medida que esta expansão europeia também avance e, portanto, mais uma vez, se virmos que há procura no mercado português, sim, vamos avançar.</p>
<p><strong>Mas calculo que ao lançarem este produto tenham feito os estudos de mercado e já devem ter alguma perceção do que poderá vir a ser a aceitação.</strong> <strong>Há apetite para este tipo de soluções no continente europeu? </strong></p>
<p>Sim. O nosso foco é tornar os pagamentos mais rápidos, mais acessíveis, mais eficientes para indivíduos, comerciantes e para freelancers e <em>marketplaces</em>. A <em>stablecoin</em> vai para um segmento muito específico e permite aceder a fundos quase em tempo real e com flexibilidade em todo o mundo. E aqui estamos a falar em todo o mundo, não especificamente na Europa ou não especificamente em Portugal. Acreditamos que as necessidades que vamos ter em Portugal serão as mesmas necessidades que vamos ter na Europa. Estamos completamente abertos a trabalhar no mercado português, tal como estamos a trabalhar no mercado europeu.</p>
<p><strong>Referiu os freelancers. Esta solução vai transformar a forma como alguns trabalhadores, criadores de conteúdo recebem os pagamentos?</strong></p>
<p>Claramente. Vou dar um ou dois exemplos que, se calhar, é mais fácil de tornar tangível. Imaginemos um criador de conteúdos português que colabora com uma marca norte-americana. Tradicionalmente, este pagamento da marca norte-americana ao criador de conteúdos pode demorar alguns dias e envolver algumas taxas de conversão e de transferência, obviamente. Com este piloto, a marca pode usar o Visa <em>Direct</em> para enviar o pagamento em <em>stablecoins</em>, como o USDC, diretamente para a carteira digital do criador. Recebe estes fundos em minutos e não dias. Ou, por exemplo, uma PME de Braga que exporta equipamentos para clientes nos Estados Unidos. Recebe pagamentos via Visa Direct em <em>stablecoins</em> indexadas ao dólar, portanto, USDC outra vez, diretamente na sua carteira digital em minutos e 24 horas por sete dias. Pode optar por manter estas <em>stablecoins</em> para pagar a outros fornecedores internacionais, o que é perfeitamente possível, ou converter rapidamente estas <em>stablecoins</em> em euros, através de um parceiro regulado. Há uma liquidez imediata, há menos dependência de horários bancários, menos fricção nos pagamentos internacionais e mais previsibilidade do valor. Portanto, temos aqui dois casos de uso bastante diferentes, que valorizam muito a nossa economia, tanto na parte dos criadores digitais ou freelancers, ou o que seja, que trabalham muito com marcas e plataformas internacionais, como na parte da economia das PME, que nós sabemos que são 99% das nossas empresas em Portugal.</p>
<p><strong>O palco deste anúncio é durante a realização da Web Summit. Até que ponto que o estar na Web Summit vai dar também esta visibilidade para este lançamento? E como é que olham para este Portugal enquanto hub tecnológico?</strong></p>
<p>Portugal tem se tornado para nós um mercado absolutamente estratégico. Como disse, temos a Web Summit, que é sim um palco e uma montra onde a Visa tem querido estar presente, tem sido, aliás, uma patrocinadora fundamental e acreditamos que o ecossistema tanto de <em>fintechs</em> como de empresas, de PME, de tecido empresarial português, é muito robusto. Portanto, sim, com muita propensão à inovação. E por isso, também, o facto de fazermos este anúncio na Web Summit é um simbolismo disso mesmo. É um mercado que acreditamos, é um mercado na Europa que nós acreditamos, na Europa igualmente, obviamente, mas é um mercado que acreditamos e que, portanto, faz todo o sentido trazermos este anúncio.</p>
<p><strong>Como é que se consegue garantir a segurança neste tipo de produtos como o <em>stablecoin</em>?</strong></p>
<p>Isso é uma questão fundamental quando nós olhamos para <em>stablecoins</em>, obviamente. Para nós é muito importante a clareza regulatória, obviamente. A confiança e o <em>compliance</em> são a base do nosso sucesso global e da nossa escala, que, como já disse anteriormente, operamos em mais de 200 países. E o sucesso assenta-se, assim, na confiança e no cumprimento das normas de cada mercado, evidentemente. As <em>stablecoins</em> vão abordar este âmbito com o mesmo rigor e vamos fazê-lo sempre em diálogo constante com os reguladores, na Europa e no mundo. O objetivo é, sim, cumprir e ajudar a moldar um quadro seguro. E vamos exigir o máximo de rigor e <em>compliance</em> a todos os parceiros do piloto, alinhados sempre com os padrões da Visa. Nunca comprometer a segurança e a confiança que todos os consumidores e todos os nossos parceiros têm na rede, em prol do produto. Mas temos a certeza de que vamos conseguir atingir este objetivo. A confiança é a base de todo o nosso trabalho. Investimos muito em segurança e para que os nossos consumidores tenham o máximo de confiança. E qualquer parceiro que entre na rede Visa, seja de forma tradicional ou através de um regulador, passa por um processo muito rigoroso de verificação. Avaliamos a reputação tecnológica, práticas de segurança e, sobretudo, a infraestrutura de <em>compliance</em> deste parceiro. Só trabalhamos com quem demonstra um compromisso inequívoco com a segurança e a regulação. E isto tem de ser ponto assente para a Visa.</p>
<p><strong>E há aqui uma componente de “democratizar” o acesso a pagamentos rápidos a regiões onde as infraestruturas bancárias ainda são limitadas. Até quanto é que esta inovação realmente ajuda a promover essa inclusão financeira? </strong></p>
<p>Sim, é uma das vantagens que temos com este piloto, com esta solução. Ou seja, como referi, valor previsível porque está indexado ao dólar. Além disso, cada transferência que é registada é feita de forma transparente na <em>blockchain</em> e proporciona ainda acesso flexível para os consumidores. Podem manter, gastar e converter, como no caso da PME de Braga, as suas <em>stablecoins</em>. As stablecoins podem desbloquear o acesso a quem está em regiões sub-bancarizadas ou onde não existem contas bancárias em dólar. Isto é muito importante para nós. Fazemos o desbloquear de muitas outras regiões e, como diz, democratizamos o acesso ou bancarizamos regiões que não estão bancarizadas. Com esta integração, obviamente a Visa continua a liderar a evolução dos pagamentos digitais e proporcionamos pagamentos digitais onde eles ainda não existem, ligando o poder da blockchain à fiabilidade e ao alcance da nossa rede, que é a maior rede mundial de pagamentos digitais.</p>
<p><strong>Essa ligação à tecnologia blockchain é o que faz a diferença, digamos assim, que faz a outros modelos ou outras soluções digitais que já estão no setor financeiro? </strong></p>
<p>Não necessariamente. Eu diria que é um pouco de tudo, não é? Passa pelos protocolos da Visa, que como disse, cumprem requisitos da AML [<em>Anti-Money Laundering</em>] muito restritos, obviamente pela ligação blockchain. Mas na ligação blockchain já temos vários produtos que seguem este racional e depois também o facto de esta <em>currency</em>, portanto, estes <em>stablecoins</em> correrem sobre as redes da Visa, que é uma rede com milhões de <em>end points</em>, portanto, onde nós conseguimos expandir a escala de utilização das <em>stablecoins</em>.</p>
<p><strong>Estão a trabalhar com os reguladores europeus ou do resto do mundo para garantir esta confiança neste novo paradigma de pagamentos digitais?</strong></p>
<p>Como eu disse estamos em diálogo constante com os reguladores na Europa e no mundo relativamente a este tema das <em>stablecoins</em>. Mantemos e vamos sempre manter uma ação rigorosa aos protocolos de <em>compliance</em> e todas as entidades participantes devem e têm de cumprir os requisitos da AML. Trabalhamos com as entidades reguladoras para garantir a integridade de todo o programa que estamos a lançar e todos os programas associados a <em>stablecoins</em> que temos vindo a lançar à medida que a adoção das <em>stablecoins</em> acelera. Portanto, sim.</p>
<p><strong>Referiu que Portugal é um dos mercados estratégicos na Visa global. O que é que vos faz acreditar no mercado português? E também, neste segmento dos criptoativos, se é um mercado em que há potencial para se crescer? </strong></p>
<p>Sim. Em primeiro lugar Portugal tem um mercado de pagamentos altamente dinâmico, o que beneficia muito a crescimento de soluções inovadoras. Em segundo lugar, penso que é de conhecimento comum que Portugal é um país altamente exportador, portanto, temos muitas empresas que fazem pagamentos internacionais e que requerem alguns requisitos com pagamentos quase instantâneos, sem horários bancários e sem atrasos transfronteiriços e tudo isto são soluções que a Visa pode proporcionar a este tipo de empresas para que a economia se desenvolva mais rápido. E, portanto, todos estes fatores tornam o mercado português muito interessante para a Visa no que toca a desenvolvimento de mercado. E ligando a inovação, <em>gig economy</em> ou <em>marketplaces</em> ou <em>freelancers</em> ou criadores de conteúdo, também temos cada vez mais este nicho a crescer. Portanto, é um nicho que claramente, e este piloto é prova disto, claramente a Visa está a desenvolver e, portanto, acreditamos que também podemos dar resposta brevemente. Ou também já estamos a dar resposta na verdade.</p>
<p><strong>Nesta ótica, que desenvolvimentos é que o mercado português ainda poderá esperar que tragam mais inovação?</strong></p>
<p>Temos várias coisas planeadas. Isto é um anúncio de vários que vão-se fazer ao longo de 2025 e 2026. Temos várias coisas planeadas em termos de inovação que vão também ser aplicáveis ao mercado português.</p>
<p><strong>O investimento na prevenção de fraudes é um dos pontos essenciais para o grupo?</strong></p>
<p>Vou dar aqui alguns números que podem ser interessantes, no que toca, por exemplo, a como é que conseguimos prevenir a fraude através de inteligência artificial nos cartões e contas, neste momento, que depois também estamos a replicar isto para stablecoins. Aquilo que nós fazemos na segurança, nas contas, nos cartões, é exatamente o mesmo que estamos a fazer nas stablecoins. Temos mais de 30 anos de experiência a proteger todo o ecossistema e investimos 12 mil milhões em tecnologia nos últimos anos, isto especificamente em ferramentas de inteligência artificial que nos ajudam a prevenir fraude. O que nos tem ajudado a prevenir, anualmente, 40 mil milhões em fraude. Isto, obviamente, são números muito grandes, mas mostram a segurança do ecossistema Visa e como estamos preparados para integrar este tipo de soluções na nossa rede.</p>
<p><strong>E como a Visa alia inovação nos pagamentos com os temas da sustentabilidade? </strong></p>
<p>Nós abordamos sempre a inovação de uma maneira muito responsável. E isso, em Portugal, tem sido exatamente da mesma maneira. Atingimos a neutralidade carbónica das nossas operações em 2020, portanto, há cinco anos, que é muito relevante, já foi há bastante tempo. E temos um compromisso de atingir emissões líquidas zero até 2040. A transição para a eletricidade 100% renovável nos escritórios e data centers virá também. Portanto, estamos nesse caminho. E o nosso intuito geral é reduzir o próprio impacto e produzir um comércio mais sustentável em toda a rede global. Isto é muito importante para nós, no momento em que falamos de stablecoins, blockchain e etc., mencionarmos que, ao mesmo tempo e paralelamente, estamos a trabalhar nesta neutralidade carbónica e em energias sustentáveis.</p>
<p><strong>Sobre esta edição da Web Summit, quais são as expectativas relativamente à vossa presença, que já não é a primeira vez?</strong></p>
<p>Eu diria que seja tão bem-sucedida como ano passado. No ano passado tivemos uma presença muito forte. Fizemos também alguns anúncios. Este ano contamos com o mesmo dinamismo, uma presença também forte, o mesmo interesse. Continuar a contribuir para a inovação do ecossistema em Portugal, não só de pagamentos, mas tecnológico no geral. E continuar a ser muito presentes, não só na Web Summit, mas ao longo de todo o ano, neste ecossistema tecnológico.</p>
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		<title>Mais de 1.800 investidores: Web Summit Lisboa bate recorde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paulo Marmé]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Nov 2025 08:11:11 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Web Summit]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A edição de 2025 da Web Summit já bateu recordes: 1.857 investidores — o maior número de sempre — marcam presença na MEO Arena e na FIL, em Lisboa. Este aumento de 74% face a 2024 reflete a vitalidade do ecossistema e o crescente apetite por novas ideias, negócios e parcerias que nascem no coração [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A edição de 2025 da Web Summit já bateu recordes: 1.857 investidores — o maior número de sempre — marcam presença na MEO Arena e na FIL, em Lisboa. Este aumento de 74% face a 2024 reflete a vitalidade do ecossistema e o crescente apetite por novas ideias, negócios e parcerias que nascem no coração de Lisboa.</p>
<p>Relativamente ao número de participantes, a organização informa que na Web Summit estão 71.386 participantes, provenientes de 157 países (no ano passado, a Web Summit em Lisboa registou um recorde de 71.528 participantes de 153 países).</p>
<p>São ainda 2.725 startups de 108 países a competir pela atenção de fundos de investimento e de grandes empresas tecnológicas. A inteligência artificial domina a edição de 2025, representando quase um quinto de todas as startups presentes. Seguem-se as áreas de SaaS, saúde e bem-estar, fintech e sustentabilidade — espelhos das tendências que moldam o futuro da economia digital.</p>
<p>Outro marco relevante é o avanço da representatividade feminina: 40% das startups foram fundadas por mulheres, um recorde que reforça o compromisso da Web Summit com a inclusão e a visibilidade de lideranças diversas no setor tecnológico.</p>
<p>O impacto da conferência vai muito além dos três dias de exibição. De acordo com dados da Crunchbase, quase 200 startups participantes em 2024 obtiveram financiamento após o evento, totalizando 715,5 milhões de dólares. É uma métrica que alimenta as expectativas para os negócios que podem emergir desta edição — e uma prova de que o networking feito em Lisboa gera resultados concretos no mundo real.</p>
<p>Nos palcos, a programação envolve <a href="https://www.forbespt.com/web-summit-arranca-esta-segunda-feira-com-mais-de-900-oradores/" target="_blank" rel="noopener">869 oradores</a>, entre líderes de empresas tecnológicas, investidores e personalidades da cultura e do desporto. Maria Sharapova, hoje investidora e empreendedora, junta-se a nomes como Toto Wolff, CEO da Mercedes-AMG Petronas F1 Team, Alex Schultz, diretor de marketing da Meta, e Cristiano Amon, presidente e CEO da Qualcomm. Entre as empresas emergentes que mais entusiasmo geram estão a Lovable, a Runway e a Replit.</p>
<p>A Web Summit 2025 também estreia dois novos espaços de debate: o China Summit, dedicado à cooperação tecnológica entre a China e o resto do mundo, e o Future of Media Summit, que reúne editores e jornalistas de mais de 1.500 meios de comunicação para discutir o impacto da tecnologia e da inteligência artificial no futuro do jornalismo.</p>
<p>Mas nem só de palcos se faz a Web Summit. Quatro centenas de encontros temáticos — de mulheres na tecnologia a programadores de backend, passando por sessões de meditação e até de Jenga gigante — ajudam a criar ligações significativas entre participantes. Tudo é orquestrado pelo Summit Engine, o sistema proprietário da organização, que usa dados e algoritmos para aproximar pessoas e empresas com interesses e objetivos comuns.</p>
<p>O evento não esquece a vertente social. Este ano, o programa IMPACT apoia mais de 30 iniciativas comunitárias e dá palco a organizações como a Sigma Labs, da Palestina, e o Lisbon Project, que trabalha com refugiados. Paralelamente, a Women Leaders Circle e a Tech Connect Africa lideram sessões sobre inclusão e liderança.</p>
<p>A nova geração também marca presença: 52 estudantes irlandeses participam no Scholar Programme, uma experiência imersiva que lhes permite acompanhar de perto os bastidores da produção e conhecer empreendedores e investidores globais.</p>
<p>Na abertura do evento, o fundador e CEO da Web Summit, Paddy Cosgrave, lembrou o percurso da Revolut, que há uma década surgiu como uma pequena startup na conferência. “Hoje é a empresa privada mais valiosa da Europa”, recordou. “Tenho a certeza de que há outro Revolut aqui este ano — talvez vários.”</p>
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		<title>10 mil milhões de dólares em Portugal: o que pretende a Microsoft com este investimento</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Nov 2025 07:06:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Durante a sua visita a Portugal para marcar presença na Web Summit de Lisboa, Brad Smith, Vice-Chair e Presidente da Microsoft, anunciou um investimento histórico na infraestrutura de Inteligência Artificial (IA) do país. Em parceria com a Nscale, a NVIDIA e a Start Campus, a Microsoft irá implementar 12.600 GPUs NVIDIA de última geração em [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante a sua visita a Portugal para marcar presença na Web Summit de Lisboa, Brad Smith, Vice-Chair e Presidente da Microsoft, anunciou um investimento histórico na infraestrutura de Inteligência Artificial (IA) do país. Em parceria com a Nscale, a NVIDIA e a Start Campus, a Microsoft irá implementar 12.600 GPUs NVIDIA de última geração em Sines, estabelecendo uma nova referência para a infraestrutura digital na Europa.</p>
<p>Esta iniciativa representa o maior investimento da Microsoft em Portugal e o maior negócio de data centers alguma vez realizado no país. A tecnológica irá investir mais de 10 mil milhões de dólares a partir do início de 2026. Trata-se também de um dos maiores investimentos em capacidade computacional de IA na Europa, colocando, desta forma, Portugal no mapa das infraestruturas de IA.</p>
<p>Segundo a Microsoft, a infraestrutura irá suportar cargas de trabalho avançadas de IA em vários setores e está alinhada com o Compromisso Digital para a Europa da Microsoft, que prevê duplicar a capacidade dos data centers em 16 países europeus até 2027.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-174842" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2025/11/54916721851_7e07c502fc_k-960x637.jpg" alt="" width="960" height="637" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2025/11/54916721851_7e07c502fc_k-960x637.jpg 960w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2025/11/54916721851_7e07c502fc_k-1920x1274.jpg 1920w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2025/11/54916721851_7e07c502fc_k-768x510.jpg 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2025/11/54916721851_7e07c502fc_k-1536x1019.jpg 1536w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2025/11/54916721851_7e07c502fc_k-1200x796.jpg 1200w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2025/11/54916721851_7e07c502fc_k-600x398.jpg 600w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2025/11/54916721851_7e07c502fc_k.jpg 2048w" sizes="(max-width: 960px) 100vw, 960px" /></p>
<p>“Esta parceria reflete a nossa confiança no potencial de Portugal para liderar a próxima vaga de inovação em IA”, afirma Brad Smith. “Ao reforçar a infraestrutura nacional de IA através da colaboração com a Nscale, a NVIDIA e a Start Campus, estamos a ajudar a posicionar Portugal como referência para o desenvolvimento responsável e escalável de IA na Europa. Não se trata apenas de tecnologia — trata-se de criar capacidade, confiança e oportunidades para o futuro.”</p>
<p>Na sequência das declarações de Brad Smith, a Start Campus veio acolher &#8220;com satisfação o anúncio público da Microsoft de investir 10 mil milhões de dólares no nosso data center campus em Sines&#8221;, acrescentando que &#8220;o investimento referido pelo Presidente da Microsoft resulta das discussões estratégicas entre a Microsoft, a Nscale e a Start Campus para viabilizar infraestruturas de IA e cloud em larga escala na Europa, no SINES Data Campus. Estas discussões abrangem a instalação SIN01 já operacional e a próxima fase de desenvolvimento do campus&#8221;.</p>
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		<title>Web Summit: Executivo garante que IA portuguesa Amália será oficialmente apresentada nas próximas semanas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paulo Marmé]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Nov 2025 17:40:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um ano depois de ter sido apresentada ao mundo, a Amália voltou a ser protagonista na Web Summit. O modelo de linguagem português – desenvolvido com o objetivo de dar autonomia tecnológica e identidade linguística ao país na era da inteligência artificial – foi destacado pelo ministro Adjunto e da Reforma do Estado, Gonçalo Matias, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um ano depois de ter sido apresentada ao mundo, a Amália voltou a ser protagonista na Web Summit. O modelo de linguagem português – desenvolvido com o objetivo de dar autonomia tecnológica e identidade linguística ao país na era da inteligência artificial – foi destacado pelo ministro Adjunto e da Reforma do Estado, Gonçalo Matias, como uma das peças-chave da nova estratégia nacional para a IA.</p>
<p>Durante a inauguração oficial do evento, o ministro afirmou que Portugal quer posicionar-se como um centro global de inovação e inteligência artificial, apostando em três pilares: infraestruturas digitais, capacitação de pessoas e utilização responsável da tecnologia.</p>
<p>“Com a Amália, estamos a dar respostas que não conseguíamos dar ontem. Queremos dar a cada estudante um tutor de IA que escuta, guia e inspira a sua aprendizagem, dar a cada cidadão uma mão para navegar no Estado com simplicidade e dar a cada empresa o poder de imaginar, criar e moldar o seu futuro”, afirmou Gonçalo Matias.</p>
<p>Mais do que um projeto tecnológico, a Amália é apresentada como um instrumento de soberania digital. Um modelo de linguagem capaz de compreender e gerar português europeu com contexto cultural, algo que distingue este sistema de alternativas internacionais. A ambição é fazer de Portugal um produtor – e não apenas um utilizador – de inteligência artificial.</p>
<h3>Candidatura a gigafábricas de IA</h3>
<p>A Amália insere-se na Agenda Nacional de Inteligência Artificial, que será oficialmente apresentada nas próximas semanas e que prevê um impacto económico estimado em 2,3 biliões de euros até 2030. Parte dessa estratégia inclui a candidatura de Portugal para acolher gigafábricas de IA europeias, num investimento superior a 16 mil milhões de euros, e o desenvolvimento de uma cloud nacional para garantir independência e segurança de dados.</p>
<p>“Portugal está a construir um Estado mais inteligente, mais rápido e mais responsivo. O nosso objetivo é um Estado ágil, transparente e inteligente, que transforma informação em ação e desafios em oportunidades”, disse o ministro, sublinhando que a transformação digital depende das pessoas – e que o país quer formar dois milhões de cidadãos com competências digitais até 2030.</p>
<p>Segundo o Governo, Portugal reforça ainda o seu papel no ecossistema europeu de IA, beneficiando de uma posição geoestratégica privilegiada e um ecossistema tecnológico consolidado, com polos de inovação e universidades que alimentam talento digital.</p>
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		<title>Web Summit: Carlos Moedas anuncia lançamento do 17º unicórnio na quinta-feira</title>
		<link>https://www.forbespt.com/web-summit-carlos-moedas-anuncia-lancamento-do-17o-unicornio-na-quinta-feira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forbes Staff]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Nov 2025 12:30:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Carlos Moedas, anunciou na inauguração da Web Summit que vai lançar o 17.º unicórnio (empresa avaliada em mais mil milhões de dólares) de Lisboa na quinta-feira. Para Carlos Moedas, a “cultura é a fonte secreta da inovação” reiterando que no mundo digital a única diferença é a “natureza [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Carlos Moedas, anunciou na inauguração da Web Summit que vai lançar o 17.º unicórnio (empresa avaliada em mais mil milhões de dólares) de Lisboa na quinta-feira.</p>
<p class="text-paragraph">Para Carlos Moedas, a “cultura é a fonte secreta da inovação” reiterando que no mundo digital a única diferença é a “natureza humana por meio da cultura”.</p>
<p class="text-paragraph">O autarca afirmou ainda querer que Lisboa seja “a cidade onde a justiça social se encontra com a inovação, e a inovação se encontra com a cultura e a arte”.</p>
<p class="text-paragraph">A Web Summit arrancou hoje em Lisboa e conta com mais de 900 oradores e mais de 70.000 participantes, de acordo com dados da organização, num evento onde a inteligência artificial (IA) continua em destaque.</p>
<p class="text-paragraph">Na edição deste ano, a 9.ª desde que a ‘cimeira’ tecnológica começou a realizar-se na capital portuguesa, são esperados mais de 70.000 participantes e acima de 2.500 ‘startups’ a exibir os seus produtos e serviços e mais de 1.000 investidores.</p>
<p><em>Lusa</em></p>
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		<title>Web Summit: Maria Sharapova incrédula com transformação tecnológica no ténis</title>
		<link>https://www.forbespt.com/web-summit-maria-sharapova-incredula-com-transformacao-tecnologica-no-tenis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forbes Staff]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Nov 2025 10:54:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sports Money]]></category>
		<category><![CDATA[Web Summit]]></category>
		<category><![CDATA[Desporto]]></category>
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		<category><![CDATA[Ténis]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A antiga tenista Maria Sharapova mostrou-se incrédula com a transformação tecnológica do desporto na recuperação dos atletas desde o término da carreira, durante um painel na noite de abertura da Web Summit, em Lisboa. “Deixei o desporto há cinco anos e tem sido incrível assistir à transição, na forma como os atletas se preparam para [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A antiga tenista Maria Sharapova mostrou-se incrédula com a transformação tecnológica do desporto na recuperação dos atletas desde o término da carreira, durante um painel na noite de abertura da Web Summit, em Lisboa.</p>
<p class="text-paragraph">“Deixei o desporto há cinco anos e tem sido incrível assistir à transição, na forma como os atletas se preparam para os jogos e a forma como recuperam dos jogos. Lembro-me de gastar muito tempo com o meu treinador, a navegar por diferentes vídeos, para os compilar num de dois minutos para estudar o jogo da adversária. Agora, é possível fazê-lo numa questão de minutos. Ver como os atletas também levam a sério a recuperação é impressionante”, realçou, na cimeira de tecnologia.</p>
<p class="text-paragraph">Num painel com a temática “Jogadas mais inteligentes: como a IA está a mudar o jogo”, Maria Sharapova começou por atirar, perante uma MEO Arena repleta, que a última vez que viu um público assim e esteve tão nervosa “foi a jogar no US Open”.</p>
<p class="text-paragraph">“Uma das razões que me faz amar tanto desporto é que é muito relacionado com instintos. Aprendi ao longo destes anos que, quanto mais inteligente um jogador é, melhores os seus instintos se tornam. Num <em>tie-break</em> de terceiro <em>set</em>, poderemos já não pensar em certos aspetos, porque já os aprendemos, sabemos que existem e que são certos. Eu era cética, mas agora consigo ver os benefícios disso”, frisou.</p>
<p class="text-paragraph">A ex-líder do ranking mundial e vencedora de cinco torneios do Grand Slam, de 38 anos, lembrou que, quando iniciou a carreira, estava mais distante dos fãs, por treinar longe deles e também por, naquela altura, existirem poucas redes sociais.</p>
<p class="text-paragraph">“Estou particularmente curiosa com o prolongamento da carreira dos atletas. Tem havido tantas inovações nos campos da biomecânica e da medicina, que poderão prolongar e permitir a um atleta jogar muitos mais anos. Há distintas maneiras de inteligência artificial que podem ajudar os atletas a prolongar a carreira. Todos nós temos atletas favoritos e gostaríamos de os ver competir mais tempo”, expressou.</p>
<p class="text-paragraph">Nesta edição da Web Summit, que decorre até dia 13 de novembro, são esperados mais de 70 mil participantes, acima de 2.500 startups a exibir os seus produtos e serviços e mais de mil investidores.</p>
<p class="text-paragraph"><em>(LUSA)</em></p>
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