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	<title>Paulo Marmé, Author at Forbes Portugal</title>
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	<link>https://www.forbespt.com/author/pmarme/</link>
	<description>A revista de líderes e de empreendedores com maior impacto no mundo dos negócios.</description>
	<lastBuildDate>Fri, 09 Oct 2026 09:19:28 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Paulo Marmé, Author at Forbes Portugal</title>
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	<item>
		<title>Aveleda usa inteligência artificial para identificar castas de uva à entrada da adega</title>
		<link>https://www.forbespt.com/aveleda-usa-inteligencia-artificial-para-identificar-castas-de-uva-a-entrada-da-adega/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo Marmé]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Oct 2026 15:03:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Aveleda desenvolveu um sistema de inteligência artificial capaz de identificar castas de uva à entrada da adega. Como surgiu este projeto e que problema concreto procuravam resolver? A receção das uvas é um dos momentos mais importantes de todo o processo de vinificação. Todos os anos recebemos cerca de 12 milhões de quilos de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A Aveleda desenvolveu um sistema de inteligência artificial capaz de identificar castas de uva à entrada da adega. Como surgiu este projeto e que problema concreto procuravam resolver?<br />
</strong>A receção das uvas é um dos momentos mais importantes de todo o processo de vinificação. Todos os anos recebemos cerca de 12 milhões de quilos de uvas e uma parte relevante da sua valorização depende da correta identificação da casta. Atualmente, essa validação é realizada por técnicos especializados, cada vez mais raros, mas trata-se de uma tarefa exigente, porque as uvas chegam muitas vezes descarregadas sem folhas ou outros elementos que facilitem a identificação varietal.</p>
<figure id="attachment_196821" aria-describedby="caption-attachment-196821" style="width: 960px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-196821" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/10/Jose-Carlos-Fernandes_1-960x640.jpg" alt="" width="960" height="640" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/10/Jose-Carlos-Fernandes_1-960x640.jpg 960w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/10/Jose-Carlos-Fernandes_1-1920x1280.jpg 1920w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/10/Jose-Carlos-Fernandes_1-768x512.jpg 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/10/Jose-Carlos-Fernandes_1-1536x1024.jpg 1536w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/10/Jose-Carlos-Fernandes_1-2048x1365.jpg 2048w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/10/Jose-Carlos-Fernandes_1-1200x800.jpg 1200w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/10/Jose-Carlos-Fernandes_1-600x400.jpg 600w" sizes="(max-width: 960px) 100vw, 960px" /><figcaption id="caption-attachment-196821" class="wp-caption-text">José Carlos Fernandes, Diretor de Viticultura da Aveleda</figcaption></figure>
<p>O desafio que colocámos foi simples: será possível utilizar inteligência artificial para ajudar a identificar uma casta apenas através da observação dos bagos e dos cachos, já depois da vindima e no momento em que entram na adega? Foi desta pergunta que nasceu o projeto. O que o torna particularmente interessante é o facto de não estar a ser desenvolvido num laboratório, mas sim em condições reais de operação, numa das maiores receções de uvas do país.</p>
<blockquote><p>&#8220;Todos os anos recebemos cerca de 12 milhões de quilos de uvas e uma parte relevante da sua valorização depende da correta identificação da casta&#8221;.</p></blockquote>
<p><strong>Quem desenvolveu esta solução de IA? Foi um desenvolvimento interno ou recorreram a alguma empresa?<br />
</strong>O projeto resulta da combinação entre conhecimento vitivinícola e tecnologia. A Aveleda lidera a iniciativa através da sua equipa interna de Viticultura e de IT e do conhecimento acumulado ao longo de décadas na receção e classificação de uvas.</p>
<p>Contamos também com parceiros especializados. A Pendão &amp; Prior, Lda, apoia-nos na área da fotografia e iluminação, assegurando condições consistentes para a aquisição de imagem, enquanto a Splnet, Lda. participa no desenvolvimento dos modelos de inteligência artificial e no desenvolvimento da plataforma.</p>
<p>No fundo, juntámos especialistas em vitivinicultura, imagem e IA para responder a um problema muito concreto do setor.</p>
<blockquote><p>&#8220;Durante a vindima de 2026 estivemos a recolher milhares de imagens e a testar os modelos em ambiente real, comparando os resultados com a avaliação dos nossos especialistas&#8221;.</p></blockquote>
<p><strong>Na prática, como é que funciona esta triagem das uvas que é feita?<br />
</strong>Quando as uvas chegam à adega são captadas imagens dos bagos e dos cachos. Essas imagens são depois analisadas por modelos de inteligência artificial treinados para reconhecer padrões associados às diferentes castas.</p>
<p>Tal como acontece com uma pessoa experiente, o sistema observa características como a cor, o tamanho dos bagos, a forma dos cachos e outros detalhes visuais. A diferença é que consegue fazê-lo de forma sistemática, criando um processo mais consistente e baseado em dados.</p>
<p>Nesta primeira fase estamos essencialmente a construir uma base de conhecimento. Durante a vindima de 2026 estivemos a recolher milhares de imagens e a testar os modelos em ambiente real, comparando os resultados com a avaliação dos nossos especialistas. Foi possível durante a vindima já testar o modelo de IA em tempo real de forma a termos os resultados do modelo em comparação com o resultado dado por especialistas, tivemos um nível de fiabilidade dos resultados em algumas das castas acima dos 90%.</p>
<blockquote><p>&#8220;Tivemos um nível de fiabilidade dos resultados em algumas das castas acima dos 90%&#8221;.</p></blockquote>
<p><strong>O que é que esta tecnologia consegue fazer que os métodos tradicionais de identificação das castas não permitem fazer?<br />
</strong>O grande contributo não é substituir o conhecimento humano, mas complementá-lo com uma ferramenta que torna a avaliação mais objetiva e reprodutível.</p>
<p>Existem já vários estudos sobre identificação de castas através de folhas ou de imagens recolhidas na vinha. O que estamos a fazer é diferente. Estamos a procurar identificar as castas numa fase muito mais difícil: depois da colheita, recorrendo apenas aos bagos e cachos já descarregados na adega.</p>
<p>Essa é a verdadeira inovação do projeto e aquilo que poderá torná-lo uma referência nesta área.</p>
<blockquote><p>&#8220;O grande contributo não é substituir o conhecimento humano, mas complementá-lo com uma ferramenta que torna a avaliação mais objetiva e reprodutível&#8221;.</p></blockquote>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-196824 size-full" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/10/2.00_00_53_21.Still017-2-scaled.jpg" alt="" width="2560" height="1440" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/10/2.00_00_53_21.Still017-2-scaled.jpg 2560w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/10/2.00_00_53_21.Still017-2-960x540.jpg 960w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/10/2.00_00_53_21.Still017-2-1920x1080.jpg 1920w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/10/2.00_00_53_21.Still017-2-768x432.jpg 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/10/2.00_00_53_21.Still017-2-1536x864.jpg 1536w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/10/2.00_00_53_21.Still017-2-2048x1152.jpg 2048w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/10/2.00_00_53_21.Still017-2-1200x675.jpg 1200w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/10/2.00_00_53_21.Still017-2-600x338.jpg 600w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /></p>
<p><strong>Estamos a falar de uma solução testada em condições reais de adega, com cerca de 12 milhões de quilos de uva a passar anualmente pela Aveleda. Que impacto poderá ter esta tecnologia no processo de classificação, controlo de qualidade e valorização da matéria-prima?<br />
</strong>Acreditamos que poderá contribuir para tornar todo o processo mais transparente, consistente e suportado por dados objetivos.</p>
<p>Quando falamos de classificação de matéria-prima, a confiança é fundamental. Quanto mais robustos forem os critérios utilizados, maior é a segurança para a empresa e para os viticultores.</p>
<p>Além disso, este projeto permite criar uma base tecnológica e de conhecimento que poderá futuramente suportar novas soluções de rastreabilidade e digitalização dos processos de receção.</p>
<p>Nesta fase, porém, o foco é validar a tecnologia e perceber até que ponto consegue reproduzir, de forma consistente, a avaliação realizada pelos especialistas.</p>
<blockquote><p>&#8220;Este projeto permite criar uma base tecnológica e de conhecimento que poderá futuramente suportar novas soluções de rastreabilidade e digitalização dos processos de receção&#8221;.</p></blockquote>
<p><strong>Da vossa experiência, a utilização de inteligência artificial pode tornar a produção vitivinícola mais rentável?</strong><br />
Acredito que sim, mas não por substituir pessoas. O verdadeiro valor da inteligência artificial está na sua capacidade de apoiar melhores decisões. Hoje, as empresas produzem enormes quantidades de informação. O desafio é transformar esses dados em conhecimento útil.</p>
<p>No setor vitivinícola isso pode significar processos mais eficientes, melhor rastreabilidade, maior controlo da qualidade e uma utilização mais inteligente dos recursos disponíveis.</p>
<p>No caso deste projeto, estamos ainda numa fase de validação. O nosso objetivo é perceber como a inteligência artificial pode ajudar a melhorar a classificação da matéria-prima e aumentar a robustez das decisões tomadas no momento da receção das uvas.</p>
<blockquote><p>&#8220;O nosso objetivo é perceber como a inteligência artificial pode ajudar a melhorar a classificação da matéria-prima&#8221;.</p></blockquote>
<p><strong>A solução possa vir a ser aplicada noutras adegas ou noutras áreas da viticultura?<br />
</strong>O potencial existe e é precisamente isso que torna este projeto tão interessante. Embora o foco atual esteja centrado na identificação varietal na receção das uvas, a tecnologia que está a ser desenvolvida poderá abrir caminho para outras aplicações no futuro.</p>
<p>À medida que os modelos evoluírem e forem validados ao longo de diferentes campanhas de vindima, será possível estudar a sua utilização noutros contextos e noutras adegas.</p>
<p>Mais do que uma solução para um problema específico, vemos este projeto como uma demonstração de como a inteligência artificial pode criar novas ferramentas de apoio à decisão para a viticultura e para a indústria do vinho, sendo que já estamos a estudar a aplicabilidade desta ferramenta em outras necessidades estruturais da gestão da vinha.</p>
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		<title>Trump condecora Elon Musk e chama-lhe “Thomas Edison dos tempos modernos”</title>
		<link>https://www.forbespt.com/trump-condecora-elon-musk-e-chama-lhe-thomas-edison-dos-tempos-modernos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo Marmé]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Oct 2026 12:32:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Líderes]]></category>
		<category><![CDATA[bilionários]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Donald Trump condecorou Elon Musk com a Medalha Nacional de Ciência, na quinta-feira, em Washington, assinalando a reconciliação entre o Presidente norte-americano e o empresário, antigo aliado que rompeu publicamente com a Casa Branca em 2025. Durante a cerimónia, Trump descreveu o líder da Tesla e da SpaceX como um “Thomas Edison dos tempos modernos” [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Donald Trump condecorou Elon Musk com a Medalha Nacional de Ciência, na quinta-feira, em Washington, assinalando a reconciliação entre o Presidente norte-americano e o empresário, antigo aliado que <a href="https://www.forbespt.com/elon-musk-menos-popular-ao-sair-da-administracao-de-trump/" target="_blank" rel="noopener">rompeu publicamente com a Casa Branca</a> em 2025. Durante a cerimónia, Trump descreveu o líder da Tesla e da SpaceX como um “Thomas Edison dos tempos modernos” e um “tesouro nacional”.</p>
<p class="isSelectedEnd">“Quero felicitar-te, Elon. És meu amigo e alguém verdadeiramente excecional”, afirmou Trump, que elogiou Musk como um “titã industrial, engenheiro brilhante e um dos maiores fundadores de empresas tecnológicas de sempre”.</p>
<p class="isSelectedEnd">A distinção foi entregue no âmbito da iniciativa “Ciência: Uma Nova Era Dourada” (&#8220;Golden Age of American Innovation Summit&#8221;), dedicada aos avanços tecnológicos. Além de Musk, receberam a Medalha Nacional de Ciência Jensen Huang, CEO da Nvidia, Sergey Brin, cofundador da Google, e Lisa Su, CEO da fabricante de semicondutores AMD.</p>
<figure id="attachment_196801" aria-describedby="caption-attachment-196801" style="width: 959px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-full wp-image-196801" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/10/imageye___-_imgi_100_960x0.jpg" alt="" width="959" height="639" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/10/imageye___-_imgi_100_960x0.jpg 959w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/10/imageye___-_imgi_100_960x0-768x512.jpg 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/10/imageye___-_imgi_100_960x0-600x400.jpg 600w" sizes="(max-width: 959px) 100vw, 959px" /><figcaption id="caption-attachment-196801" class="wp-caption-text">Foto: Win McNamee/Getty Images</figcaption></figure>
<p class="isSelectedEnd">Já Michael Dell, fundador da Dell Technologies, e Satya Nadella, CEO da Microsoft, foram distinguidos com a Medalha Nacional de Tecnologia e Inovação.</p>
<p class="isSelectedEnd">Esta foi a primeira vez que Trump atribuiu qualquer uma das duas medalhas durante os seus dois mandatos presidenciais. Os galardões reconheceram figuras de destaque na indústria tecnológica, num momento em que a administração norte-americana procura impulsionar o desenvolvimento da inteligência artificial, defendendo uma abordagem com reduzida intervenção governamental.</p>
<blockquote>
<p class="isSelectedEnd">Os homenageados incluem alguns dos empresários mais ricos do mundo. Musk, Dell, Brin e Huang figuram entre as sete pessoas mais ricas do planeta.</p>
</blockquote>
<h3>Da rutura à reaproximação</h3>
<p class="isSelectedEnd">A distinção atribuída a Musk marca mais um capítulo na relação atribulada entre o empresário e Trump. O líder da Tesla e da SpaceX foi um dos principais apoiantes do republicano durante a campanha presidencial de 2024, que financiou generosamente. Nos primeiros meses de 2025, tornou-se uma figura omnipresente na Casa Branca e assumiu responsabilidades na iniciativa de redução da despesa pública federal.</p>
<figure id="attachment_196800" aria-describedby="caption-attachment-196800" style="width: 958px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-196800" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/10/imageye___-_imgi_106_960x0.jpg" alt="" width="958" height="638" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/10/imageye___-_imgi_106_960x0.jpg 958w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/10/imageye___-_imgi_106_960x0-768x511.jpg 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/10/imageye___-_imgi_106_960x0-600x400.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 958px) 100vw, 958px" /><figcaption id="caption-attachment-196800" class="wp-caption-text">Foto: Win McNamee/Getty Images</figcaption></figure>
<p class="isSelectedEnd">A relação deteriorou-se no início do verão de 2025, quando Musk criticou as orientações orçamentais da administração Trump. O confronto tornou pública a rutura entre os dois, depois de meses de proximidade política.</p>
<blockquote><p>O facto de Trump ter atribuído a medalha a Musk representa um contraste face à relação entre ambos há cerca de um ano, quando Musk criticou veementemente a &#8220;One Big Beautiful Bill Act&#8221; de Trump, viu os seus contratos governamentais ameaçados pelo presidente e, mais tarde, acusou Trump de constar dos ficheiros de Epstein.</p></blockquote>
<p class="isSelectedEnd">Desde então, o empresário voltou a aproximar-se da administração norte-americana. Mais recentemente, recebeu uma missão do Pentágono para identificar as tecnologias e os sistemas de armamento de que os Estados Unidos poderão necessitar em futuras guerras, numa altura em que as empresas de Musk mantêm contratos relevantes com o departamento de Defesa.</p>
<p class="isSelectedEnd">O empresário participou também em iniciativas da Casa Branca relacionadas com a inteligência artificial e esteve presente, em setembro, no jantar de Estado oferecido em honra do Presidente chinês, Xi Jinping.</p>
<h3>Inteligência artificial no centro da agenda tecnológica</h3>
<p class="isSelectedEnd">A cerimónia desta quinta-feira decorreu num contexto de crescente atenção política ao desenvolvimento da inteligência artificial. No mês anterior, Trump e vários líderes tecnológicos tinham assinado um acordo voluntário da Casa Branca sobre AI, que prevê medidas não vinculativas para reforçar a segurança no desenvolvimento de sistemas de IA.</p>
<p class="isSelectedEnd">Entre as propostas estão a criação de equipas internas de supervisão e a participação de auditores independentes. A iniciativa procura estabelecer mecanismos de controlo sem impor obrigações legais às empresas participantes.</p>
<figure id="attachment_196803" aria-describedby="caption-attachment-196803" style="width: 960px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-196803" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/10/imageye___-_imgi_103_960x0.jpg" alt="" width="960" height="640" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/10/imageye___-_imgi_103_960x0.jpg 960w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/10/imageye___-_imgi_103_960x0-768x512.jpg 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/10/imageye___-_imgi_103_960x0-600x400.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px" /><figcaption id="caption-attachment-196803" class="wp-caption-text">Da esquerda para a direita: Jayanta Bhattacharya (diretor dos Institutos Nacionais de Saúde), Elon Musk (CEO da Tesla e da SpaceX), Michael Dell (CEO da Dell Technologies), Jensen Huang (CEO da Nvidia), Segey Brin (cofundador da Google e antigo presidente da Alphabet), Sarya Nadella (CEO da Microsoft), Lisa Su (presidente e CEO da Advanced Micro Devices), ouvem o discurso do presidente dos EUA, Donald Trump, enquanto participam na Cimeira “A Idade de Ouro da Inovação Americana”, no Instituto da Paz, a 8 de outubro de 2026, em Washington, DC. Foto: Win McNamee/Getty Images</figcaption></figure>
<p class="isSelectedEnd">A abordagem acompanha a orientação da administração Trump, que tem defendido menos restrições ao desenvolvimento da inteligência artificial, com o objetivo de preservar a liderança tecnológica dos Estados Unidos face à concorrência internacional.</p>
<figure id="attachment_196805" aria-describedby="caption-attachment-196805" style="width: 958px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-196805" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/10/imageye___-_imgi_104_960x0.jpg" alt="" width="958" height="639" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/10/imageye___-_imgi_104_960x0.jpg 958w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/10/imageye___-_imgi_104_960x0-768x512.jpg 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/10/imageye___-_imgi_104_960x0-600x400.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 958px) 100vw, 958px" /><figcaption id="caption-attachment-196805" class="wp-caption-text">O cofundador da Google e antigo presidente da Alphabet, Sergey Brin, o presidente dos EUA, Donald Trump, e o diretor executivo da Nvidia, Jensen Huang, acenam aos convidados na plateia da Cimeira “A Idade de Ouro da Inovação Americana”. Foto: Win McNamee/Getty Images</figcaption></figure>
<p class="isSelectedEnd">A cerimónia ficou ainda marcada por um momento pessoal para o Presidente norte-americano. Trump recebeu um quadro com a Medalha Nacional de Ciência atribuída, a título póstumo, em 1983 ao seu tio John Trump, professor de Física no Massachusetts Institute of Technology (MIT). O Presidente, de 80 anos, evoca frequentemente o parentesco com o físico, a quem associa o seu próprio interesse pela ciência e a sua alegada inteligência acima da média.</p>
<h3>Medalha Nacional da Ciência, o mas alto reconhecimento a cientistas e engenheiros</h3>
<p>O site da Fundação Nacional de Ciência refere que a Medalha Nacional da Ciência é o mais alto reconhecimento que o governo pode conceder a cientistas e engenheiros. A medalha já foi atribuída a figuras como a citogenetista Barbara McClintock, que descobriu os &#8220;genes saltadores&#8221;, e Andrew Viterbi, cofundador da Qualcomm, mais conhecido por ter criado uma fórmula que se tornou um elemento fundamental das redes móveis e do Wi-Fi. As nomeações para o prémio são avaliadas por uma comissão nomeada pelo presidente.</p>
<p><em>com Lusa e <a href="https://www.forbes.com/sites/antoniopequenoiv/2026/10/08/trump-awards-modern-day-thomas-edison-elon-musk-national-medal-of-science-culminating-reconciliation-photos/" target="_blank" rel="noopener">Forbes Internacional</a></em></p>
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		<title>Marco Rubio: “Portugal é a porta ideal” para empresas tecnológicas americanas entrarem na Europa</title>
		<link>https://www.forbespt.com/marco-rubio-portugal-e-a-porta-ideal-para-empresas-tecnologicas-americanas-entrarem-na-europa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo Marmé]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Oct 2026 10:38:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.forbespt.com/?p=196781</guid>

					<description><![CDATA[<p>Portugal está a ganhar importância na estratégia económica dos Estados Unidos para a Europa. Durante a visita oficial a Lisboa, o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, destacou a posição geográfica e os recursos do país como fatores que podem reforçar o comércio bilateral e facilitar a entrada de tecnologia norte-americana no mercado europeu: “Portugal desempenha [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.forbespt.com/marco-rubio-portugal-e-a-porta-ideal-para-empresas-tecnologicas-americanas-entrarem-na-europa/">Marco Rubio: “Portugal é a porta ideal” para empresas tecnológicas americanas entrarem na Europa</a> appeared first on <a href="https://www.forbespt.com">Forbes Portugal</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Portugal está a ganhar importância na estratégia económica dos Estados Unidos para a Europa. Durante a visita oficial a Lisboa, o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, destacou a posição geográfica e os recursos do país como fatores que podem reforçar o comércio bilateral e facilitar a entrada de tecnologia norte-americana no mercado europeu: “Portugal desempenha um papel fundamental na promoção do comércio dos EUA e na entrega de tecnologia americana ao continente europeu e além”, afirmou Rubio, numa conferência de imprensa conjunta com o ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros português, Paulo Rangel.</p>
<p class="isSelectedEnd">O responsável norte-americano apontou os cabos submarinos, a energia acessível, as reservas de minerais críticos e os centros de dados em hiperescala como algumas das principais vantagens de Portugal. Em conjunto, considerou, estes fatores fazem do país “a porta ideal, do ponto de vista geográfico e económico, para as empresas tecnológicas americanas entrarem na Europa”.</p>
<p class="isSelectedEnd">A declaração surge num momento em que Lisboa e Washington procuram aprofundar uma relação económica que já tem uma expressão significativa. Segundo Rubio, no ano passado, empresários norte-americanos investiram mais de 20 mil milhões de dólares (17,9 mil milhões de euros) em Portugal, enquanto as empresas portuguesas investiram mais de 2 mil milhões de dólares (1,8 mil milhões de euros) nos Estados Unidos.</p>
<p class="isSelectedEnd">“Isso só vai crescer e temos ideias sobre como vai continuar a crescer”, afirmou o secretário de Estado norte-americano, acrescentando que os dois governos vão continuar a trabalhar nos caminhos necessários para futuros investimentos em “indústrias críticas”, incluindo a superinteligência, o setor aeroespacial e a defesa.</p>
<p class="isSelectedEnd">Para Rubio, o aprofundamento da relação económica não deverá limitar-se ao crescimento do comércio e do investimento. A diversificação das cadeias de abastecimento e a redução de dependências externas assumem também uma dimensão de segurança económica: “Há um desejo da nossa parte, como penso que há da parte de muitos países, de diversificar de onde obtemos as coisas, sejam minerais críticos ou tecnologias-chave”, explicou.</p>
<p class="isSelectedEnd">O secretário de Estado norte-americano deixou ainda um alerta sobre a concentração excessiva de dependências. “Não é bom para nenhum país depender de qualquer país para 95% de qualquer coisa”, afirmou, defendendo maior diversidade nas fontes de fornecimento, sobretudo em áreas consideradas estratégicas.</p>
<h3>Cabos submarinos ganham importância estratégica</h3>
<p class="isSelectedEnd">Entre os ativos portugueses destacados por Rubio estão os cabos submarinos, uma infraestrutura invisível mas essencial para as comunicações e para a economia digital global. Portugal é um importante ponto de entrada de cabos que ligam a Europa à América do Norte, uma característica que ganha particular relevância num contexto de crescente preocupação com a segurança das infraestruturas críticas: “É algo em que as pessoas não pensam muito porque não se veem, mas os cabos submarinos estão cada vez mais ameaçados em todo o mundo por atores mal-intencionados que tentam aceder a eles e cortá-los em tempos de conflito ou até como ponto de pressão”, afirmou Rubio.</p>
<p class="isSelectedEnd">Paulo Rangel confirmou que a segurança destas infraestruturas está entre as principais preocupações nas conversações com os aliados: “Não há reunião em que este assunto não esteja sempre na agenda. É uma das nossas grandes preocupações, justamente porque nós somos uma porta da entrada de muitos cabos submarinos que ligam os dois lados do Atlântico”, afirmou.</p>
<p class="isSelectedEnd">A posição de Portugal na infraestrutura digital transatlântica pode ganhar ainda maior importância à medida que aumentam as necessidades de conectividade associadas à inteligência artificial e aos centros de dados.</p>
<h3>Investimento norte-americano cresce em Portugal</h3>
<p class="isSelectedEnd">O reforço da dimensão tecnológica acompanha uma relação económica que, segundo Paulo Rangel, atravessa atualmente um período de “grande desenvolvimento”. Os Estados Unidos são “um parceiro estratégico” para Portugal, afirmou o ministro português, sublinhando que, enquanto Estado-membro da União Europeia, Portugal está entre os países que defendem uma relação transatlântica mais forte.</p>
<p class="isSelectedEnd">O interesse norte-americano em Portugal tem crescido em diferentes setores. Rangel destacou investimentos de empresas como Goldman Sachs, Aquaterra, UPS, IBM, AWS e Google. Ao mesmo tempo, as empresas portuguesas estão cada vez mais presentes nos Estados Unidos, nomeadamente nas áreas das energias renováveis, farmacêutica e automóvel.</p>
<p class="isSelectedEnd">Também o turismo contribui para a aproximação entre os dois países. No ano passado, os turistas norte-americanos foram responsáveis por quase 11% das receitas do turismo em Portugal e, no primeiro semestre deste ano, os EUA foram o terceiro maior mercado em número de visitantes.</p>
<p class="isSelectedEnd">A relação bilateral esteve também no centro do encontro entre Marco Rubio e Luís Montenegro. O primeiro-ministro português classificou a relação entre os dois países como “excelente a todos os títulos” e afirmou ter discutido com o secretário de Estado norte-americano a cooperação económica, a comunidade portuguesa nos Estados Unidos e várias questões internacionais: “Perante a relação bilateral excelente a todos os títulos e o grande potencial de colaboração entre Portugal e os Estados Unidos, falámos desde da enorme comunidade portuguesa nos EUA até à nossa cada vez mais profunda cooperação económica, passando também em revista as grandes questões internacionais, incluindo a situação na Venezuela e no Médio Oriente”, escreveu Montenegro numa publicação no Instagram, acompanhada por uma fotografia do encontro em São Bento.</p>
<blockquote>
<p class="isSelectedEnd">A visita de Rubio acontece num momento em que os dois países procuram aprofundar uma parceria que ultrapassa a tradicional dimensão diplomática e de segurança.</p>
</blockquote>
<p class="isSelectedEnd">O secretário de Estado norte-americano lembrou que os Estados Unidos e Portugal são “parceiros há muito tempo” e destacou a história da presença diplomática norte-americana no país. O consulado dos EUA em Ponta Delgada, nos Açores, existe desde 1795, tornando-o, segundo Rubio, o consulado americano em funcionamento contínuo mais antigo do mundo.</p>
<p class="isSelectedEnd">“Aguardo com expectativa os próximos séculos de colaboração entre os Estados Unidos e Portugal enquanto criamos uma aliança transatlântica mais segura e mais forte e promovemos um futuro mais próspero para o nosso povo”, afirmou.</p>
<p>Para os dois países, essa parceria passa agora também por garantir maior resiliência das cadeias de abastecimento e das infraestruturas críticas. É uma agenda onde tecnologia, investimento e segurança económica estão cada vez mais ligados — e onde Portugal procura afirmar-se como um dos pontos de ligação entre os Estados Unidos e a Europa.</p>
<p><em>com Lusa</em></p>
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		<title>OE2027 traz nova redução do IRS. Governo entrega proposta hoje no Parlamento</title>
		<link>https://www.forbespt.com/oe2027-traz-nova-reducao-do-irs-governo-entrega-proposta-hoje-no-parlamento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo Marmé]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Oct 2026 09:29:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A proposta de Orçamento do Estado para 2027 (OE2027) é aprovada esta manhã em Conselho de Ministros e entregue à Assembleia da República durante a tarde. A entrega do documento está prevista para as 14h15, seguindo-se, às 16h00, uma conferência de imprensa do ministro das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento. A nova redução do IRS foi [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">A proposta de Orçamento do Estado para 2027 (OE2027) é aprovada esta manhã em Conselho de Ministros e entregue à Assembleia da República durante a tarde. A entrega do documento está prevista para as 14h15, seguindo-se, às 16h00, uma conferência de imprensa do ministro das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento.</p>
<p class="isSelectedEnd">A nova redução do IRS foi antecipada pelo ministro na quarta-feira, durante um debate parlamentar. Miranda Sarmento afirmou que o próximo Orçamento irá contemplar a atualização dos escalões de IRS, da dedução específica e do mínimo de existência. Estas alterações representam, segundo o ministro, o sexto desagravamento fiscal desde que PSD e CDS-PP chegaram ao Governo, há cerca de dois anos e meio: “O Orçamento trará a atualização dos escalões, da dedução específica, do mínimo de existência”, afirmou Miranda Sarmento, em resposta a uma questão do deputado do CDS-PP Paulo Núncio sobre o número de reduções do imposto previstas até ao final da legislatura.</p>
<p class="isSelectedEnd">O ministro não esclareceu, contudo, se o OE2027 incluirá também uma nova descida das taxas de IRS face às taxas que o Governo propõe atualmente para os rendimentos de 2026. A redução anunciada resulta, para já, da atualização dos três elementos do imposto.</p>
<h3>PS deverá viabilizar Orçamento</h3>
<p class="isSelectedEnd">A proposta deverá ter condições para avançar no Parlamento, uma vez que o PS deverá abster-se na votação, permitindo a aprovação do documento.</p>
<p class="isSelectedEnd">O debate parlamentar na generalidade está marcado para 27 e 28 de outubro, enquanto a votação final global do Orçamento do Estado para 2027 está prevista para 24 de novembro.</p>
<p>Até à apresentação formal da proposta, o Governo mantém em aberto os restantes detalhes do orçamento, que deverá definir as principais prioridades económicas e fiscais para o próximo ano.</p>
<p><em>com Lusa</em></p>
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		<title>Banco de Portugal mais otimista para a economia portuguesa, mas alerta para inflação de 3,1%</title>
		<link>https://www.forbespt.com/banco-de-portugal-mais-otimista-para-a-economia-portuguesa-mas-alerta-para-inflacao-de-31/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo Marmé]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Oct 2026 14:20:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[negócios]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Banco de Portugal (BdP) está mais otimista quanto à evolução da economia portuguesa. No Boletim Económico de outubro, divulgado esta quarta-feira, o banco central reviu em alta a previsão de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) para 2,3% em 2026 e 1,8% em 2027. As novas projeções representam uma revisão para cima de 0,5 [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">O Banco de Portugal (BdP) está mais otimista quanto à evolução da economia portuguesa. No Boletim Económico de outubro, divulgado esta quarta-feira, o banco central reviu em alta a previsão de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) para 2,3% em 2026 e 1,8% em 2027.</p>
<p class="isSelectedEnd">As novas projeções representam uma revisão para cima de 0,5 pontos percentuais para este ano e de 0,2 pontos para 2027 face às previsões divulgadas em junho. A estimativa para 2026 é também superior à do Governo, que em abril apontava para um crescimento de 2%.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o Banco de Portugal, a economia deverá acelerar este ano impulsionada pelos fundos do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), pelas medidas orçamentais e por um desempenho mais positivo das exportações.</p>
<p class="isSelectedEnd">A composição do crescimento deverá, contudo, mudar. O consumo privado deverá dar um contributo menor, enquanto as exportações deverão assumir um papel mais importante.</p>
<p class="isSelectedEnd">O banco central antecipa também um abrandamento do rendimento real das famílias, devido à desaceleração das remunerações e, em 2026, ao impacto da subida dos preços, que não era antecipada nas projeções anteriores.</p>
<h3>Inflação sobe antes de voltar a abrandar</h3>
<p class="isSelectedEnd">Apesar da revisão em alta do crescimento, a evolução dos preços e o custo de vida continuam a ser um dos principais desafios. O Banco de Portugal prevê que a inflação atinja <strong>3,1% em 2026</strong>, acima dos 2% considerados como referência para a estabilidade de preços. A instituição espera, contudo, uma descida nos anos seguintes, para 2,4% em 2027 e 2,0% em 2028.</p>
<p class="isSelectedEnd">Esta evolução deverá beneficiar da dissipação dos efeitos do choque energético e da moderação dos custos laborais. A trajetória prevista está, segundo o BdP, em linha com a projetada para a área do euro.</p>
<h3>Emprego continua a crescer</h3>
<p class="isSelectedEnd">No mercado de trabalho, o cenário permanece favorável, embora o Banco de Portugal antecipe um crescimento menos acentuado do emprego.</p>
<p class="isSelectedEnd">A instituição prevê que o emprego aumente 1,7% em 2026, mas abrande para 0,7% em 2027 e 0,3% em 2028. Esta evolução deverá ocorrer num contexto de fluxos migratórios inferiores aos observados entre 2021 e 2024. A taxa de desemprego deverá situar-se nos 5,6%.</p>
<p>Assim, as novas projeções do Banco de Portugal apontam para uma economia portuguesa com um crescimento mais forte do que o anteriormente esperado, mas com uma inflação ainda acima do objetivo em 2026. A partir de 2027, a instituição espera uma aproximação gradual da inflação aos 2%, acompanhada por um crescimento económico mais moderado.</p>
<p><em>com Lusa</em></p>
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		<title>Grupo Bernardo da Costa alarga portefólio: Adn Group compra Uniprint</title>
		<link>https://www.forbespt.com/grupo-bernardo-da-costa-alarga-portefolio-adn-group-compra-uniprint/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo Marmé]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Oct 2026 12:10:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Grupo Bernardo da Costa anunciou que o adn Group adquiriu a Uniprint, empresa sediada na Póvoa de Varzim especializada em comunicação visual, impressão digital e produção publicitária de grande formato. Em atividade desde 2010, a Uniprint desenvolve reclames, outdoors, suportes publicitários, sinalética e soluções de impressão digital, e projeta e produz stands para feiras [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Grupo Bernardo da Costa anunciou que o adn Group adquiriu a Uniprint, empresa sediada na Póvoa de Varzim especializada em comunicação visual, impressão digital e produção publicitária de grande formato.</p>
<p>Em atividade desde 2010, a Uniprint desenvolve reclames, outdoors, suportes publicitários, sinalética e soluções de impressão digital, e projeta e produz stands para feiras com produção própria e em regime chave na mão, acompanhando cada projeto do conceito à instalação final. A empresa contabiliza mais de 500 projetos realizados e mais de mil clientes.</p>
<p>Com esta operação, de que não se conhecem valores, o adn Group passa a reunir no mesmo grupo a estratégia e o marketing digital, a tecnologia e a produção física da comunicação das marcas, o que lhe permite acompanhar um cliente desde o planeamento de uma campanha até à instalação de um reclame ou de uma campanha de outdoors, e desde o conceito de um stand até à sua montagem na feira.</p>
<p>“O Grupo Bernardo da Costa tem vindo a construir, empresa a empresa, uma oferta que serve o cliente de ponta a ponta, e a Uniprint traz-nos uma competência que ainda não tínhamos, a de transformar uma estratégia de marca em presença física, com qualidade e com a proximidade que sempre distinguiu esta equipa”, salienta Ricardo Costa, presidente do Grupo Bernardo da Costa</p>
<p>“Os nossos clientes pedem-nos cada vez mais que a comunicação digital e a presença física da marca falem a mesma língua, seja numa campanha ou num stand de feira, e queremos poder responder a isso dentro de casa. A Uniprint junta-se ao adn Group com mais de uma década de experiência e com um modo de trabalhar que partilha a nossa exigência na execução”, afiema Rui Leal, administrador do adn Group.</p>
<p>“Construímos a Uniprint à volta de acompanhar cada projeto do conceito à instalação, e integrar o adn Group dá-nos escala, acesso a novos clientes e competências de marketing e tecnologia que nos permitem crescer sem perder a proximidade que os nossos clientes conhecem”, comenta Edgar Lemos, CEO da Uniprint.</p>
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		<title>Nobel da Química distingue descoberta que pode melhorar fabrico de medicamentos</title>
		<link>https://www.forbespt.com/nobel-da-quimica-distingue-descoberta-que-pode-melhorar-fabrico-de-medicamentos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo Marmé]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Oct 2026 11:02:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Líderes]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Investigação]]></category>
		<category><![CDATA[liderança]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Prémio Nobel da Química de 2026 foi atribuído a Henri B. Kagan e Kenso Soai pela “descoberta dos efeitos não lineares e da autocatalise na síntese orgânica assimétrica”, anunciou esta quarta-feira o Comité do Nobel, em Estocolmo. Os dois investigadores ajudaram a resolver um dos problemas que há décadas intrigava os químicos: como produzir [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">O Prémio Nobel da Química de 2026 foi atribuído a Henri B. Kagan e Kenso Soai pela “descoberta dos efeitos não lineares e da autocatalise na síntese orgânica assimétrica”, anunciou esta quarta-feira o Comité do Nobel, em Estocolmo.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os dois investigadores ajudaram a resolver um dos problemas que há décadas intrigava os químicos: como produzir predominantemente uma das duas versões espelhadas de uma molécula.</p>
<p class="isSelectedEnd">Algumas moléculas, como os aminoácidos, existem em duas formas que são imagens espelhadas uma da outra, uma propriedade conhecida como quiralidade. Embora as duas versões tenham a mesma composição química, podem comportar-se de forma diferente quando interagem com organismos vivos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Esta diferença é particularmente importante na produção de medicamentos. Uma das versões de uma molécula pode produzir o efeito terapêutico pretendido, enquanto a outra pode ter um efeito diferente ou até indesejado. A importância deste fenómeno ficou especialmente evidente com o caso da talidomida, no início dos anos 1960, quando milhares de crianças nasceram com malformações associadas ao medicamento.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Announcement of the 2026 Nobel Prize in Chemistry" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/a9Bhx9wEt8U?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<h3>Uma descoberta em duas etapas</h3>
<p class="isSelectedEnd">Henri Kagan deu o primeiro passo decisivo em 1986. Ao estudar reações químicas assimétricas, descobriu que pequenas diferenças na composição de um catalisador podiam produzir efeitos muito maiores no resultado final da reação.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em vez de existir uma relação direta entre a proporção das diferentes formas de uma molécula no catalisador e no produto, Kagan demonstrou que essa relação podia ser não linear. A descoberta permitiu aos químicos amplificar a formação de uma das versões espelhadas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Kenso Soai levou esta investigação mais longe. Em 1995, conseguiu desenvolver uma reação autocatalítica na qual a própria substância formada ajudava a produzir mais dessa mesma substância. Em 2003, apresentou a chamada reação de Soai, na qual um desequilíbrio inicial extremamente pequeno entre as duas versões de uma molécula podia ser amplificado até uma situação em que uma delas representava 99,99% do produto. A experiência ajudou a demonstrar como a chamada homoquiralidade — a predominância de uma única versão molecular — pode surgir espontaneamente.</p>
<h3>Impacto na indústria farmacêutica</h3>
<p class="isSelectedEnd">Explicam os especialistas que as descobertas de Kagan e Soai são importantes não apenas para compreender a origem da assimetria na química da vida, mas também para a indústria. Os efeitos não lineares identificados por Kagan são hoje uma ferramenta utilizada pelos químicos para compreender e optimizar reações, permitindo obter moléculas com maior pureza.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-196629 size-full" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/10/imageye___-_imgi_27_838910012_1840025143801489_3838575037287895721_n.png" alt="" width="1630" height="1630" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/10/imageye___-_imgi_27_838910012_1840025143801489_3838575037287895721_n.png 1630w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/10/imageye___-_imgi_27_838910012_1840025143801489_3838575037287895721_n-960x960.png 960w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/10/imageye___-_imgi_27_838910012_1840025143801489_3838575037287895721_n-150x150.png 150w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/10/imageye___-_imgi_27_838910012_1840025143801489_3838575037287895721_n-768x768.png 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/10/imageye___-_imgi_27_838910012_1840025143801489_3838575037287895721_n-1536x1536.png 1536w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/10/imageye___-_imgi_27_838910012_1840025143801489_3838575037287895721_n-60x60.png 60w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/10/imageye___-_imgi_27_838910012_1840025143801489_3838575037287895721_n-1200x1200.png 1200w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/10/imageye___-_imgi_27_838910012_1840025143801489_3838575037287895721_n-600x600.png 600w" sizes="auto, (max-width: 1630px) 100vw, 1630px" /></p>
<p class="isSelectedEnd">Essa capacidade é fundamental na produção de medicamentos, mas também pode ser aplicada ao fabrico de aromas, fragrâncias, produtos químicos para a agricultura e alguns novos materiais.</p>
<p class="isSelectedEnd">“Henri Kagan e Kenso Soai deram uma resposta a um mistério químico com mais de um século: como pode a homoquiralidade surgir espontaneamente”, afirmou Heiner Linke, presidente do Comité Nobel da Química. Kagan, nascido em França em 1930, é professor emérito da então Université Paris-Sud. Soai, nascido no Japão em 1950, é professor emérito da Tokyo University of Science.</p>
<p>Os dois investigadores vão dividir entre si o prémio de 12 milhões de coroas suecas, cerca de 1,1 milhões de euros.</p>
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		<item>
		<title>Do Pokémon ao LEGO: quando colecionar deixa de ser um hobby e passa a ser património que tem de ser segurado</title>
		<link>https://www.forbespt.com/do-pokemon-ao-lego-quando-colecionar-deixa-de-ser-um-hobby-e-passa-a-ser-patrimonio-que-tem-de-ser-segurado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo Marmé]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Oct 2026 08:13:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Forbes Life]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[negócios]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.forbespt.com/?p=196574</guid>

					<description><![CDATA[<p>Durante anos, colecionar esteve sobretudo associado à paixão. Guardar cartas, procurar uma edição limitada, completar um conjunto LEGO ou encontrar um disco raro era, para muitos, uma forma de preservar memórias, interesses e objetos com significado pessoal. Mas algumas destas coleções ganharam entretanto outra dimensão: podem representar património com um valor económico significativo. É esta [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Durante anos, colecionar esteve sobretudo associado à paixão. Guardar cartas, procurar uma edição limitada, completar um conjunto LEGO ou encontrar um disco raro era, para muitos, uma forma de preservar memórias, interesses e objetos com significado pessoal. Mas algumas destas coleções ganharam entretanto outra dimensão: podem representar património com um valor económico significativo.</p>
<p class="isSelectedEnd">É esta transformação do colecionismo que está na origem do novo Seguro de Coleções da Innovarisk, agência de subscrição portuguesa independente especializada em seguros para nichos de mercado e que foi criada em 2013. A solução foi criada para proteger um universo de bens que vai muito além das tradicionais obras de arte e antiguidades, abrangendo trading card games, memorabilia desportiva e de cinema, discos de vinil, brinquedos históricos, conjuntos LEGO e edições limitadas.</p>
<blockquote><p>“Historicamente, o colecionismo esteve muito associado a peças eruditas ou antiguidades, mas o conceito de património colecionável mudou”, aponta Ricardo Azevedo, da Innovarisk.</p></blockquote>
<p class="isSelectedEnd">A mudança acompanha também a evolução do próprio perfil de quem coleciona. Segundo a Innovarisk, a nostalgia, a cultura pop e as memórias partilhadas estão a atribuir valor a objetos que, durante muito tempo, foram vistos apenas como entretenimento: “Reconhece-se cada vez mais valor cultural em objetos ligados à cultura popular e às memórias coletivas”, afirma Ricardo Azevedo, Diretor da Innovarisk, citado em comunicado. Para o responsável, há características comuns às diferentes coleções que ajudam a determinar esse valor: “A escassez, a autenticidade, o estado de conservação, a proveniência e o significado simbólico atribuído pelos colecionadores”.</p>
<h3>Um seguro para coleções que não são todas iguais</h3>
<p class="isSelectedEnd">A nova apólice foi desenhada com uma cobertura do tipo all-risks. Na prática, além dos riscos tradicionais, como incêndio, furto ou inundação, inclui danos ou perdas acidentais. A solução contempla ainda a cobertura automática de novas aquisições e a compensação por uma eventual desvalorização de uma peça depois de um restauro, quando essa perda de valor resultar de um sinistro coberto.</p>
<p class="isSelectedEnd">A abrangência da solução procura responder precisamente à diversidade que caracteriza o atual universo do colecionismo. Uma coleção pode começar com alguns objetos comprados por gosto pessoal e evoluir ao longo dos anos para um acervo de valor considerável, reunindo peças de diferentes épocas e categorias.</p>
<p class="isSelectedEnd">É também por isso que a Innovarisk posiciona o produto como uma solução dirigida ao “colecionador comum”, ao mesmo tempo que o apresenta como uma nova oportunidade para os mediadores de seguros diversificarem a sua oferta. O processo de adesão procura acompanhar esta lógica de simplicidade. A empresa disponibiliza no seu site uma ferramenta para simular o seguro de forma rápida e transparente.</p>
<h3>Quando a memória também tem valor de mercado</h3>
<p>&#8220;Historicamente, o colecionismo esteve muito associado a peças eruditas ou antiguidades, mas o conceito de património colecionável mudou&#8221;, refere Ricardo Azevedo que salienta que o valor de uma coleção, atualmente, ultrapassa o preço de compra de cada objeto, entrando também no campo do valor simbólico. É precisamente essa combinação entre valor económico e emocional que está a levar o setor dos seguros a olhar para um universo que tradicionalmente ficava fora das soluções mais convencionais. O lema do produto criado reflete esta ideia: &#8220;Há paixões que não se medem, protegem-se.&#8221;</p>
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		<title>Ronaldo pede desculpa e está disponível “como sempre” para ganhar pela seleção. Leia na íntegra o comunicado de CR7</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paulo Marmé]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Oct 2026 19:09:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sports Money]]></category>
		<category><![CDATA[Desporto]]></category>
		<category><![CDATA[Futebol]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O avançado Cristiano Ronaldo assumiu-se hoje disponível “como sempre” para “competir e ganhar” pela seleção portuguesa de futebol, numa mensagem escrita, em que pede desculpa aos adeptos e companheiros por ter abandonado a equipa das ‘quinas’. “Se estiver bem fisicamente, a jogar no meu clube, com golos espero, a seguir ao cumprimento da suspensão que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O avançado Cristiano Ronaldo assumiu-se hoje disponível “como sempre” para “competir e ganhar” pela seleção portuguesa de futebol, numa mensagem escrita, em que pede desculpa aos adeptos e companheiros por ter abandonado a equipa das ‘quinas’.</p>
<p class="text-paragraph">“Se estiver bem fisicamente, a jogar no meu clube, com golos espero, a seguir ao cumprimento da suspensão que me for aplicada, estarei disponível, como sempre estive até hoje, para competir e ganhar pela nossa Seleção. Esta é, acreditem, a mais pura das verdades”, escreveu Ronaldo.</p>
<p class="text-paragraph">No passado dia 30 de setembro, Ronaldo abandonou o estágio da seleção portuguesa, que preparava os jogos do Grupo A4 da Liga das Nações frente a Dinamarca e Noruega, tendo hoje acusado o selecionador Jorge Jesus de quebra de confiança na carta a que a Lusa teve acesso.</p>
<p class="text-paragraph">“Devo também um pedido de desculpas aos meus companheiros de Seleção por ter abandonado o estágio. Apesar da absoluta quebra de confiança na palavra do selecionador, […] eu não o devia ter feito. A responsabilidade é exclusivamente minha”, escreveu, mostrando-se preparado para as consequências disciplinares da sua atitude.</p>
<p class="text-paragraph">O capitão nacional pede ainda desculpa aos portugueses, mas justifica que a quebra da palavra tem, para si, “um impacto definidor”.</p>
<p><strong>Comunicado na íntegra</strong></p>
<div class="mx-auto w-full font-default text-lg font-normal leading-7 text-neutral-800 sm:text-xl [&amp;_a:hover]:text-primary-700 [&amp;_a]:text-primary-500 [&amp;_a]:transition [&amp;_h2]:font-accent [&amp;_h2]:text-xl [&amp;_h2]:font-extrabold [&amp;_h2]:leading-7 sm:[&amp;_h2]:text-2xl sm:[&amp;_h2]:leading-8 [&amp;_h3]:font-accent [&amp;_h3]:text-lg [&amp;_h3]:font-extrabold [&amp;_h3]:leading-7 [&amp;_h4]:font-accent [&amp;_h4]:text-base [&amp;_h4]:font-extrabold [&amp;_h4]:leading-6 [&amp;_h5]:font-accent [&amp;_h5]:text-base [&amp;_h5]:font-bold [&amp;_h5]:leading-6 [&amp;_h6]:font-accent [&amp;_h6]:text-base [&amp;_h6]:font-normal [&amp;_h6]:leading-6 [&amp;_li]:mb-2 [&amp;_ol]:my-4 [&amp;_ol]:list-decimal [&amp;_ol]:pl-6 [&amp;_ul]:my-4 [&amp;_ul]:list-disc [&amp;_ul]:pl-6">
<p>«Tal como prometi, decidi contar, na primeira pessoa e de forma direta, as circunstâncias que envolveram o último estágio da Seleção Nacional.</p>
<p>Após o Mundial 2026 preparei uma carta aos portugueses, que ainda guardo, com as palavras que lhes quero dirigir quando abandonar, definitivamente, a nossa equipa.</p>
<p>No final da competição, logo no voo de regresso dos Estados Unidos, o Presidente da Federação pediu e insistiu que eu ponderasse a decisão de sair porque a FPF queria que eu continuasse.</p>
<p>Logo a seguir pediu que lhe desse a minha opinião sobre o nome do atual Selecionador e que ele estava a ponderar, a par de outros nomes que não me revelou.</p>
<p>Respondi ao Presidente da Federação que, em minha opinião, seria a escolha certa. Por isso, no dia em que o atual Selecionador foi apresentado fiquei genuinamente feliz pela escolha. Era a opção certa, como os resultados vão comprovando.</p>
<p>Poucos dias depois recebi um primeiro contacto do novo selecionador nacional a dizer que gostava de estar comigo pessoalmente. Respondi que sim e agendámos para o final das minhas férias.</p>
<p>Encontrámo-nos na Cidade do Futebol onde o meu clube fazia estágio de pré-temporada.</p>
</div>
<div class="mx-auto w-full font-default text-lg font-normal leading-7 text-neutral-800 sm:text-xl [&amp;_a:hover]:text-primary-700 [&amp;_a]:text-primary-500 [&amp;_a]:transition [&amp;_h2]:font-accent [&amp;_h2]:text-xl [&amp;_h2]:font-extrabold [&amp;_h2]:leading-7 sm:[&amp;_h2]:text-2xl sm:[&amp;_h2]:leading-8 [&amp;_h3]:font-accent [&amp;_h3]:text-lg [&amp;_h3]:font-extrabold [&amp;_h3]:leading-7 [&amp;_h4]:font-accent [&amp;_h4]:text-base [&amp;_h4]:font-extrabold [&amp;_h4]:leading-6 [&amp;_h5]:font-accent [&amp;_h5]:text-base [&amp;_h5]:font-bold [&amp;_h5]:leading-6 [&amp;_h6]:font-accent [&amp;_h6]:text-base [&amp;_h6]:font-normal [&amp;_h6]:leading-6 [&amp;_li]:mb-2 [&amp;_ol]:my-4 [&amp;_ol]:list-decimal [&amp;_ol]:pl-6 [&amp;_ul]:my-4 [&amp;_ul]:list-disc [&amp;_ul]:pl-6">
<p>O Selecionador disse-me nesse dia que contava comigo e que a minha presença era fundamental para o seu projeto. Apresentou-me, logo ali, um plano para a minha participação. Disse-me que jogaria o primeiro jogo e o último e que por razões de gestão física iria fazer sempre três a quatro mudanças por jogo.</p>
<p>Nessa altura colocou-me a hipótese de eu não viajar com a Seleção para Noruega e Dinamarca. Propôs-me que fizesse o primeiro jogo e ficasse em Portugal, para depois me juntar de novo antes do jogo do Dragão.</p>
<p>Recusei de imediato esta proposta. Parecia-me evidente que não a poderia aceitar. Não seria por não jogar os jogos no estrangeiro que deixaria de capitanear a nossa equipa. Esse privilégio de ficar em Portugal não seria um bom exemplo.</p>
<p>O Selecionador acabou por concordar com a minha análise.</p>
<p>Esta conversa foi acompanhada pelo Simão Coutinho, diretor Desportivo do Al Nassr, pessoa a quem reportava o atual selecionador durante toda a época passada e um dos responsáveis pela sua contratação pelo clube em 2025.</p>
<p>Na véspera do estágio começar o Selecionador deslocou-se a minha casa, em Lisboa, para ter nova conversa comigo, a seu pedido. A conversa foi tranquila e todos os princípios combinados em agosto foram mantidos. Joguei o jogo de Alvalade, e apesar de substituído, não fiz nenhum problema. Coloquei a braçadeira eu mesmo ao Bruno Fernandes, longe de imaginar que pudesse estar a dar os últimos passos, como atleta e capitão da Seleção Nacional. O importante desse dia, para mim, foi a nossa vitória. Ganhar é sempre bom, em Portugal e pelo meu País, ainda melhor.</p>
<p>À hora de almoço do dia do jogo na Noruega um adjunto do selecionador veio à mesa onde o grupo estava a almoçar e informou-me que o Selecionador me queria falar. Para minha absoluta surpresa, o selecionador perguntou-me se estava bem para jogar 30 minutos. Eu estava totalmente focado na minha recuperação física, integrado com os meus companheiros como sempre e a pensar que não jogaria naquele dia. Sem nenhum problema.</p>
<p>Este pedido era algo fora do meu plano de recuperação física e de treino – porque apenas iria jogar dia 4 no Dragão – mas obviamente disse que sim. Respondeu-me que então estivesse preparado porque jogaria 30 min.</p>
<p>O resto todos conhecem. Aqueci desde o intervalo, vi os minutos a passar e não fui chamado. O Selecionador tinha-me falhado com a sua palavra.</p>
<p>No fim do jogo só queria que tudo acabasse com a vitória e ficar sozinho. Não fui cumprimentar os adeptos. Uma falha que é apenas da minha responsabilidade e que não deveria ter acontecido. Peço desculpa aos portugueses que ali nos apoiaram intensamente, peço desculpa aos adeptos e peço desculpa aos que, sem serem portugueses, ali se possam ter deslocado para me ver e a quem eu possa ter desiludido.</p>
<p>Passado 48 horas tivemos uma conversa, eu, o Selecionador e o Simão Coutinho uma vez que tinha sido ele a acompanhar as nossas conversas de Agosto.</p>
<p>Foi um momento profundo, muito frontal, sem qualquer tipo de filtro.</p>
<p>Concordamos que só havia uma maneira de encerrar este “caso”: que o Selecionador repetisse o que acabara de me dizer ali em privado, na presença do Simão Coutinho, mas na Sala de Imprensa.</p>
<p>O que foi combinado era simples: o Selecionador começaria a conferência de imprensa por este tema, procurando encerrar o assunto contando a verdade. Diria que nunca pedi para jogar minutos nenhuns, que foi o Selecionador e mais ninguém, quem me propôs o plano para este estágio e que foi um erro colocar-me a aquecer para não entrar e que se voltasse a acontecer não o faria.</p>
<p>Acabamos essa reunião com o Selecionador a pedir-me um abraço, a prometer-me que ia dizer na conferência o que acabara de me dizer a mim e que o assunto se ultrapassava. Eu não jogaria na Dinamarca e jogaria o jogo do Dragão. Tudo isto na presença do Simão Coutinho, sempre.</p>
<p>A pedido do selecionador, decorreu depois uma reunião entre ele mesmo, o Simão Coutinho e o Tiago Craveiro em videoconferência, em que se resumiu aquilo que falámos.</p>
<p>Foi produzido um pequeno documento que eu mesmo validei e que, com o meu conhecimento, foi entregue ao Selecionador, tal como ele havia solicitado.</p>
<p>A conferência foi o que se conhece: a postura não teve nada a ver com a nossa reunião, ouvi expressões e uma agressividade que julgo não merecer, uma atitude de quero, posso e mando que nunca me manifestou, nem de perto nem de longe, em privado, na véspera.</p>
</div>
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<p>As notas que validei eram as seguintes:</p>
<p><em>&#8220;Acho importante, até porque é a verdade, esclarecer algumas coisas antes de falar da Dinamarca:</em></p>
<p><em>1. Propus ao Cristiano eu mesmo, sem mais ninguém, um plano para ele, esta época desportiva, na Seleção Nacional. Foi uma conversa demorada e muito boa.</em></p>
<p><em>2. Sei o quanto ele vive e Ama a Seleção e o peso que tem no Mundo, mais ainda, o peso e a influência positiva que tem na Seleção há 24 anos consecutivos.</em></p>
<p><em>3. O plano que propus ao Cristiano foi aceite.</em></p>
<p><em>4. Ele nunca questionou as minhas opções. Foi exemplar, leal e profissional.</em></p>
<p><em>5. Do plano que tracei para ele não constava o jogo da Noruega. No entanto, senti que ele tinha conseguido recuperar fisicamente do primeiro jogo e avisei-o que poderia ter de o utilizar. O Cristiano concordou.</em></p>
<p><em>6. Errei ao colocar alguém da dimensão de Pelé ou Maradona a aquecer para depois não o colocar em jogo. Se fosse hoje não o faria.</em></p>
<p><em>7. Para encerrar o assunto: Eu quero o Cristiano na Seleção Nacional. Aliás não quero pouco, quero muito. Felizmente ele também acredita em mim. Acreditou no Al Nassr e aqui também.</em></p>
<p><em>8. Sobre não ter cumprimentado os adeptos. Já falámos sobre isso. Quem faz mais de 230 jogos pela Seleção não recebe de mim lições de Amor a Portugal. Foi um momento de frustração que não apaga coisa nenhuma. É o jogador que mais autógrafos dá, que mais selfies tira, que mais acarinha os adeptos. Não inventemos problemas onde eles não existem. Quando não estamos contentes reagimos. Foi só isso.&#8221;</em></p>
</div>
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<p>Nenhuma destas notas dizia, portanto, que o selecionador me pedisse sequer desculpa.</p>
<p>Era a segunda vez, que me estava a faltar à palavra dada.</p>
<p>Decidi abandonar o estágio sem esperar por mais nenhuma quebra de palavra. Para mim a verdade ainda é a coisa mais importante na relação entre as pessoas. Por muito que doa, que me digam a verdade.</p>
<p>Aliás, numa conversa que mantive com o Presidente da FPF e com o Selecionador na manhã do dia dessa conferência de imprensa, podem confirmar seguramente, reafirmei que se não me quisessem ali mo dissessem. Bastava serem francos comigo. Eu aceitaria isso e prometi que prepararíamos algo bonito, como sonho que aconteça, e ninguém ficaria zangado.</p>
<p>Lembro-me como se fosse hoje. Responderam em uníssono que não. Que o meu lugar era na Seleção Nacional.</p>
<p>Nunca, em nenhum momento me intrometi em qualquer decisão técnica ou tática de qualquer treinador ou selecionador em quase 25 anos de carreira. Aceito é melhor ou pior o que me propõem fazer. Respeito a decisão e quando me faltam à palavra, sinto que o meu lugar não é ali.</p>
<p>Devo também um pedido de desculpas aos meus companheiros de Seleção por ter abandonado o estágio. Apesar da absoluta quebra de confiança na palavra do Selecionador, como poderá testemunhar quem assistiu a estas conversas, eu não o devia ter feito. A responsabilidade é exclusivamente minha.</p>
<p>Peço desculpa aos portugueses mais uma vez, mas a quebra da palavra tem, para mim, um impacto definidor. Senti que, a partir dali, a minha permanência iria apenas prejudicar o grupo de trabalho e fiz o que sempre disse que faria se não me sentisse útil: peguei nas malas e saí.</p>
<p>A consequência deste meu ato deve ser avaliada e punida pela Federação Portuguesa de Futebol. Entendo que a punição não deve ter atenuantes. Não sou um jogador qualquer, sou capitão de equipa e isso constitui uma agravante. Já pedi desculpa, mas sei que as atitudes têm de ter consequências. Quem está no futebol como estou sabe que, independentemente do estatuto de cada um, as regras são iguais para todos.</p>
<p>A este propósito, tenho ouvido muito falar em jogos de despedida, que tenho que ter uma despedida digna e que a Federação me quer dar essa oportunidade.</p>
<p>Aprendi na vida, com fome e sem nada para comer muitas vezes, que ninguém dá nada a ninguém.Posso prometer a todos os meus fãs, naturalmente e em especial a todos os portugueses, que faremos um ou mais jogos de despedida, haverá tempo para isso.</p>
<p>Mas quando penso na seleção o que eu penso mesmo é em competir. Foi nisso que pensei no dia em que me deram a notícia da morte do meu Pai. Estava em estágio da nossa Seleção e lá decidi ficar até terminar o jogo do dia seguinte. Fiz por isso pelo País o que jamais faria por clube algum.</p>
<p>Portanto se estiver bem fisicamente, a jogar no meu clube, com golos espero, a seguir ao cumprimento da suspensão que me for aplicada, estarei disponível, como sempre estive até hoje, para competir e ganhar pela nossa Seleção.</p>
<p>Esta é, acreditem, a mais pura das verdades.</p>
<p>Cristiano Ronaldo</p>
<p>6 de Outubro de 2026»</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>com Lusa</em></p>
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		<title>Wine in the Parc leva mais de 25 produtores de vinho ao Algarve</title>
		<link>https://www.forbespt.com/wine-in-the-parc-leva-mais-de-25-produtores-de-vinho-ao-algarve/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo Marmé]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Oct 2026 13:16:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Forbes Life]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Gastronomia]]></category>
		<category><![CDATA[negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo]]></category>
		<category><![CDATA[vinhos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Algarve recebe, entre 9 e 11 de outubro, a primeira edição do Wine in the Parc by blue Travel, um novo evento dedicado ao vinho e à gastronomia que terá como palco o Vila Vita Parc, em Porches. O programa reúne mais de 25 produtores e casas de vinho, além de chefs, sommeliers e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Algarve recebe, entre 9 e 11 de outubro, a primeira edição do Wine in the Parc by blue Travel, um novo evento dedicado ao vinho e à gastronomia que terá como palco o Vila Vita Parc, em Porches. O programa reúne mais de 25 produtores e casas de vinho, além de chefs, sommeliers e profissionais ligados ao setor.</p>
<p>Entre os produtores e marcas presentes encontram-se nomes como Anselmo Mendes, Antinori, António Maçanita, Barbeito, Bodegas Tradición, Bollinger, Vega Sicilia, Casa da Passarella, Dönnhoff, José Maria da Fonseca, Menin Douro Estates, Quinta do Crasto, Quinta do Noval, Soalheiro, Casa Ferreirinha/Sogrape, Luís Pato, Oremus, Palmer, Pago de Carraovejas e Vincent Girardin.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-196476" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/10/IMG_0089-732x960.jpg" alt="" width="732" height="960" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/10/IMG_0089-732x960.jpg 732w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/10/IMG_0089-768x1008.jpg 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/10/IMG_0089-1171x1536.jpg 1171w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/10/IMG_0089-1200x1575.jpg 1200w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/10/IMG_0089-600x787.jpg 600w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/10/IMG_0089.jpg 1320w" sizes="auto, (max-width: 732px) 100vw, 732px" /></p>
<p>O programa inclui duas sessões Walk Around Wine Tastings, que permitirão aos participantes provar diferentes vinhos e contactar diretamente com produtores e representantes das casas presentes.</p>
<p>Estão também previstas oito masterclasses, dedicadas a diferentes regiões, castas e estilos de vinho. Entre os temas abordados estarão as comparações entre Alvarinho e Riesling, Douro e Ribera del Duero, Baga e Nebbiolo e Dão e Borgonha. Haverá ainda uma sessão dedicada aos vinhos fortificados, com Porto, Madeira, Setúbal e Jerez.</p>
<p>Um dos momentos do programa será o Sailing with Bollinger, uma experiência realizada a bordo de um veleiro e limitada a oito participantes.</p>
<p>A componente gastronómica terá igualmente destaque durante os três dias do evento, com a participação de chefs e diferentes momentos de restauração e degustação. O programa inclui ainda uma Kitchen Party, integrada na programação do encontro.</p>
<p>O Wine in the Parc by blue Travel é organizado pela blue Travel em parceria com o Vila Vita Parc e a Essência Company, e pretende reunir no Algarve diferentes intervenientes do setor do vinho e da gastronomia durante três dias, entre 9 e 11 de outubro de 2026.</p>
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