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	<title>Domingos Amaro, Author at Forbes Portugal</title>
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	<link>https://www.forbespt.com/author/domingos-amarozap-co-ao/</link>
	<description>A revista de líderes e de empreendedores com maior impacto no mundo dos negócios.</description>
	<lastBuildDate>Mon, 31 May 2021 11:41:48 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Domingos Amaro, Author at Forbes Portugal</title>
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	<item>
		<title>Empresas defendem benefícios fiscais para transação energética</title>
		<link>https://www.forbespt.com/empresas-defendem-beneficios-fiscais-para-transacao-energetica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Domingos Amaro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 May 2021 11:41:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A FI Group, empresa ligada à gestão da inovação e captação de investimento, lançou um inquérito ao tecido empresarial português, com o objetivo de apurar a importância dada à eficiência energética e sustentabilidade ambiental nos edifícios e compreender as metas de eficiência das instituições nacionais. Os resultados deste levantamento, feito em parceria com a consultora [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A FI Group, empresa ligada à gestão da inovação e captação de investimento, lançou um inquérito ao tecido empresarial português, com o objetivo de apurar a importância dada à eficiência energética e sustentabilidade ambiental nos edifícios e compreender as metas de eficiência das instituições nacionais.</p>
<p>Os resultados deste levantamento, feito em parceria com a consultora de comunicação e assuntos públicos LLYC, com os quais a FORBES tomou contacto, revelam que cerca de 93% das empresas em Portugal defende a necessidade de benefícios fiscais que apoiem as organizações na transição energética.</p>
<p>Apesar deste dilema, 54% das mesmas revela um forte interesse na realização de investimentos para aumentar a eficiência energética até 2026, sendo a sustentabilidade e a redução de custos os principais motivos apontados.</p>
<p>A investigação, que contou com respostas de 138 entidades das diferentes regiões do país, refere que entre as empresas que pretendem investir o maior número de projetos são até 250 mil euros, com destaque para as áreas de “Fontes de Energia Renovável”, “Edifícios”, Climatização e do “Processo Produtivo”.</p>
<p>Nos projetos com investimentos entre 250 e 750 mil euros, a área mais relevante é a do “ProcesFso Produtivo”, seguida de “Fontes de Energia Renovável”, “Edifícios” e “Climatização”. Já nos que exigem investimentos mais elevados, entre  750 mil euros e 1,5 milhões de euros, as tipologias “Edifícios” e “Processo Produtivo” têm o maior peso.</p>
<p>Ao mesmo tempo que se regista este interesse, 88,4% do universo inquirido afirma não ter beneficiado de qualquer apoio comunitário à eficiência energética. Entre as empresas que participaram do inquérito, destacam-se as indústrias transformadoras (44,2%), atividades de consultoria científica e técnica (12,3%), atividades de informação e comunicação (6,5%), entre outras.</p>
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		<title>Novo malware bancário já afetou sete instituições em Portugal</title>
		<link>https://www.forbespt.com/novo-malware-bancario-ja-afetou-sete-instituicoes-em-portugal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Domingos Amaro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 May 2021 08:34:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Bizarro é o novo malware bancário proveniente do Brasil, dirigido a 70 bancos de diferentes países europeus e sul-americanos, que já está a deixar marcas por todo o mundo. Segundo os investigadores da Kaspersky, em Portugal, este malware já afetou sete bancos, sendo que estes ataques também já lesaram instituições do setor de outros países [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Bizarro é o novo <em>malware</em> bancário proveniente do Brasil, dirigido a 70 bancos de diferentes países europeus e sul-americanos, que já está a deixar marcas por todo o mundo. Segundo os investigadores da Kaspersky, em Portugal, este <em>malware</em> já afetou sete bancos, sendo que estes ataques também já lesaram instituições do setor de outros países como Alemanha (6 entidades), França (8) e Espanha, com 27 bancos, sendo o país europeu mais afetado.</p>
<p>Durante o ano passado, os especialistas da Kaspersky, empresa global de cibersegurança e privacidade digital, já tinham detetado vários trojans (vírus) bancários provenientes da América do Sul, que expandiam as suas operações a nível global. Conhecidas no seu conjunto como Tétrade, estas famílias utilizavam uma variedade de técnicas inovadoras e sofisticadas. Em 2021, esta tendência continua, mas, agora, com uma nova ameaça local.</p>
<p>Para além de Portugal e dos países referidos, a nova família de <em>trojans</em> bancários, proveniente do Brasil, pode agora ser encontrada em outras localidades europeias e sul-americanas, entre as quais a Argentina, Chile e Itália. Tal como a Tétrade, explicam os especialistas, Bizarro está a utilizar afiliados ou a recrutar intermediários <em>(money mules)</em> para operacionalizar os seus ataques, procedendo a cobranças ou simplesmente ajudando com as traduções.</p>
<p>Ao mesmo tempo, os cibercriminosos que estão por trás desta família de <em>malware</em>, adotam igualmente várias técnicas para dificultar a análise e a deteção do <em>malware</em>, servindo-se, por exemplo, de truques de engenharia social, que ajudam a convencer as vítimas a fornecerem as suas credenciais bancárias.</p>
<p>O <em>malware</em> Bizarro tem vindo a ser distribuído através de pacotes MSI (<em>Microsoft Installer</em>), descarregados pelas vítimas através de <em>links</em> enviados em <em>e-mails</em> de <em>spam</em>. Uma vez executado, o Bizarro descarrega um arquivo ZIP a partir de um <em>website</em> comprometido, para implementar as suas funções maliciosas adicionais. Depois de enviar os dados para o servidor de telemetria, o Bizarro inicia o módulo de captura de ecrã.</p>
<p>Até agora, os investigadores da Kaspersky conseguiram descobrir que o Bizarro utiliza servidores alojados no Azure, na Amazon e em servidores do WordPress comprometidos, para armazenar o <em>malware</em> e recolher a telemetria.</p>
<p>Os investigadores salientam ainda que a componente principal do Bizarro é a <em>backdoor</em>, que contém mais de 100 comandos e sua maioria é utilizada para enviar mensagens <em>pop-up</em> falsas aos utilizadores. Alguns deles tentam mesmo imitar os sistemas bancários <em>online</em>.</p>
<p>Entretanto, para proteger as instituições financeiras contra <em>trojans</em> bancários como o Bizarro e outros, os especialistas da Kaspersky recomendam implementar uma solução antifraude que consiga detetar casos de fraude sofisticados, como por exemplo o <em>Kaspersky Fraud Prevention</em>, uma solução antifraude que assegura o início de cada sessão em sistemas bancários <em>online</em>, que pode combater não só tentativas maliciosas (injeção de <em>JavaScript</em>, ligação oculta a ferramentas de administração remota e utilização de <em>websites</em>) na fase de elaboração do roubo de dinheiro, mas também identificar posteriormente comportamentos incorretos nas contas e detetar casos de engenharia social.</p>
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		<item>
		<title>COPS fatura 24 milhões de euros em dois anos</title>
		<link>https://www.forbespt.com/cops-fatura-24-milhoes-de-euros-em-dois-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Domingos Amaro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 May 2021 14:45:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança Privada]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Depois de em 2018 ter faturado 3 milhões de euros, a COPS – empresa portuguesa de segurança privada – investiu de forma progressiva na reestruturação, o que lhe permitiu faturar, em 2020,  24 milhões de euros, um crescimento de cerca de 700%, nos últimos anos. Em março deste ano a empresa recebeu da DECO, organização [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de em 2018 ter faturado 3 milhões de euros, a COPS – empresa portuguesa de segurança privada – investiu de forma progressiva na reestruturação, o que lhe permitiu faturar, em 2020,  24 milhões de euros, um crescimento de cerca de 700%, nos últimos anos.</p>
<p>Em março deste ano a empresa recebeu da DECO, organização de defesa dos consumidores, duas certificações, designadamente a DECO Proteste Select e DECO Condominio+, “pela boa prestação de serviços”.</p>
<p>Em função dos resultados obtidos até aqui, a empresa vira-se agora para a expansão. Recentemente, a COPS abriu uma delegação no Porto, que irá coordenar o trabalho operacional de cerca de 300 vigilantes.</p>
<p>Segundo uma nota enviada à FORBES, a nova filial da COPS, vai permitir controlar e coordenar operacionalmente toda a zona norte, sendo um espaço dedicado também à elaboração de entrevistas, fornecimento de fardamento do pessoal e de apoio aos recursos humanos.</p>
<p>O gestor de clientes da COPS, Manuel Sacramento, perspetiva que com a abertura da delegação do Porto a empresa possa obter resultados mais sólidos.</p>
<p>“A abertura desta nova delegação no Porto vai permitir que possamos operacionalizar a nossa atividade na zona Norte, uma das zonas onde percecionámos uma maior evolução da nossa atividade. É a partir deste local que os supervisores e coordenadores da zona vão trabalhar toda a sua área operativa”, indica.</p>
<p>Com sede em Loulé e uma delegação em Lisboa, a COPS conta com cerca de 1600 vigilantes que operam nos mais diversos setores, tais como em tribunais, hospitais, centros de saúde, escolas e universidades, câmaras municipais, espaços de entretenimento, hotéis e resorts, condomínios, entre outros.</p>
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		<item>
		<title>Kaspersky alerta empresas para riscos de ransomware</title>
		<link>https://www.forbespt.com/kaspersky-alerta-empresas-para-diminuirem-risco-de-ransomware/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Domingos Amaro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 May 2021 10:48:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[cibersegurança]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ransomware, software de extorsão que pode bloquear o computador e depois exigir um resgate para desbloqueá-lo, pode parecer um problema apenas das grandes e conhecidas empresas, mas diversas investigações têm demonstrado que existem vários motivos para que também as pequenas e médias empresas (PME) estejam cientes deste problema e saibam defender-se contra ele. De [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O ransomware, <em>software</em> de extorsão que pode bloquear o computador e depois exigir um resgate para desbloqueá-lo, pode parecer um problema apenas das grandes e conhecidas empresas, mas diversas investigações têm demonstrado que existem vários motivos para que também as pequenas e médias empresas (PME) estejam cientes deste problema e saibam defender-se contra ele.</p>
<p>De acordo com os últimos dados da Kaspersky em Portugal, o ransomware aumentou cerca de um ponto percentual entre 2019 (1,69%) e 2020 (2,65%), no que diz respeito aos ataques realizados contra utilizadores, tendo em conta vários tipos de dispositivos tecnológicos e não apenas dispositivos <em>mobile</em>.</p>
<p>Com este número a crescer, a empresa global de cibersegurança e privacidade digital alerta que, tanto utilizadores individuais, quanto empresas, devem continuar a reforçar a sua segurança.</p>
<p>Na investigação global, que contou com cerca de 15 mil consumidores, apenas um quarto dos que pagaram aos autores destes cibercrimes recuperaram os seus dados.  Nestes casos, a Kaspersky aconselha as empresas a denunciarem o crime às autoridades ou encontrar uma ferramenta de descodificação <em>online</em>, através de uma fonte de confiança, como é o caso do <em>No More Ransom</em>.</p>
<p>No que respeita às empresas, a Kaspersky defende que, na maioria dos casos, a cibersegurança é tratada como uma prioridade menor, quando comparada com outras questões empresariais, o que pode levar a que tanto grandes empresas, como PME fiquem vulneráveis a ataques de ransomware.</p>
<p>“Independentemente da dimensão da empresa, é importante ter em conta esta ameaça, especialmente porque existem diversos hábitos úteis e fáceis de seguir, que as ajudam a assegurar processos empresariais fiáveis e seguros”, reforça a Kaspersky em comunicado.</p>
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		<item>
		<title>Rota de Vinhos do Alentejo reabre com oferta exclusiva</title>
		<link>https://www.forbespt.com/espaco-renovado-da-rota-de-vinhos-do-alentejo-reabre-com-oferta-exclusiva/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Domingos Amaro]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 May 2021 07:09:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Forbes Life]]></category>
		<category><![CDATA[Enoturismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os amantes de vinho e da região alentejana têm mais um motivo para visitar a cidade de Évora:  a renovada Rota dos Vinhos do Alentejo kjá reabriu. E para assinalar a semana da reabertura, a Comissão Vitivinícola Regional Alentejana (CVRA), responsável pelo espaço, oferece uma prova gratuita de cinco vinhos alentejanos a todos os que [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os amantes de vinho e da região alentejana têm mais um motivo para visitar a cidade de Évora:  a renovada Rota dos Vinhos do Alentejo kjá reabriu.</p>
<p>E para assinalar a semana da reabertura, a Comissão Vitivinícola Regional Alentejana (CVRA), responsável pelo espaço, oferece uma prova gratuita de cinco vinhos alentejanos a todos os que pretenderem adquirir uma garrafa, durante o mês em curso.</p>
<p>O espaço de dois andares, que conta com uma zona de experiências sensoriais e uma sala multimédia, foi inaugurado em março de 2020 e permite aos visitantes desenharem o percurso composto por adegas, restaurantes e hotéis, no âmbito do enoturismo alentejano, que mais se adequa à sua viagem, bem como conhecer a história da viticultura alentejana.</p>
<p>Num comunicado enviado à redação da FORBES, o presidente da CVRA, Francisco Mateus, refere que a marcação de provas já está disponível em formato <em>online</em>, através do website da empresa (<a href="http://www.vinhosdoalentejo.pt">www.vinhosdoalentejo.pt</a>) e que pode ser feita das 10h às 18h, nos dias úteis da semana.</p>
<blockquote><p>“É com muito agrado que anunciamos a reabertura da Rota dos Vinhos do Alentejo e do seu espaço moderno e dinâmico, que é uma referência do enoturismo português e o centro basilar deste setor no Alentejo”, diz.</p></blockquote>
<p>A Comissão Vitivinícola Regional Alentejana (CVRA) foi criada em 1989 e é líder nacional em vinhos certificados, com cerca de 40% do valor total das vendas num universo de 14 regiões vitivinícolas em Portugal. Com uma área de vinha de 22,9 mil de hectares, 30% da sua produção tem como destino a exportação, principalmente para países como Brasil, Angola, EUA, Polónia e China.</p>
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		<item>
		<title>Compras online crescem 51% e superam valores pré-pandemia</title>
		<link>https://www.forbespt.com/compras-online-crescem-51-e-atingem-valores-pre-pandemia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Domingos Amaro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 May 2021 07:27:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Ecommerce]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O número total de compras físicas e online atingiram, pela primeira vez em 2021, valores acima dos registados antes da Covid-19, quer em relação ao período homólogo de 2019, quer em comparação com os primeiros meses de 2020, caracterizado como a “fase do antigo normal”. Os dados registados pelo SIBS Analytics, portal de indicadores de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O número total de compras físicas e online atingiram, pela primeira vez em 2021, valores acima dos registados antes da Covid-19, quer em relação ao período homólogo de 2019, quer em comparação com os primeiros meses de 2020, caracterizado como a “fase do antigo normal”.</p>
<p>Os dados registados pelo SIBS Analytics, portal de indicadores de consumo em Portugal, aponta que o fato se deve, sobretudo, ao comércio <em>online</em>, que tem vindo a registar um crescimento significativo ao longo da pandemia, estando atualmente 51% acima dos níveis registados no antigo normal.</p>
<p>No relatório, a que a FORBES teve acesso, refere-se ainda que, no período antes do aparecimento do novo coronavírus, o comércio virtual representava apenas 10% do total das compras eletrónicas, sendo que este valor chegou a representar 18% em fevereiro de 2021, fixando-se atualmente nos 14%.</p>
<p>No mesmo cenário, o serviço MB WAY, como forma de pagamento, chegou a registar crescimentos quatro vezes mais ao número de compras realizadas em fevereiro deste ano face ao “antigo normal” e de 3,6 vezes na primeira semana da 3ª fase de desconfinamento.</p>
<p>Enquanto isso, o comércio físico, embora o consumo já esteja acima dos valores homólogos de 2019, está ainda 5% abaixo do verificado no período antes da pandemia, mas em crescimento desde março de 2021 e, na semana de 19 a 25 de abril, chegou mesmo a ser superior ao registado no período homólogo dos dois últimos anos, indica o documento.</p>
<p>Também, via <em>online</em>, indica o relatório, as compras com MB WAY têm crescido exponencialmente, sendo atualmente 4,8 vezes superior ao registado anteriormente, comprovando que a plataforma é cada vez mais o serviço de pagamentos móveis preferido dos portugueses, consumidores e empresas, “pela sua comodidade e segurança”.</p>
<p>No que tem que ver com a análise setorial, o relatório mostra que os negócios mais impactados durante o período de confinamento – alojamento turístico, restauração, transporte de passageiros e moda e acessórios – apresentam um gradual retorno com as diferentes fases de reabertura, sendo que na penúltima semana encontravam-se ainda a 16% face ao período pré-pandémico.</p>
<p>Por sua vez, os setores do pequeno comércio – mercearias, mini-mercados e similares, produtos alimentares, bebidas e tabaco – mantém-se em contraciclo, com incrementos do número de compras eletrónicas a rondar os 24%, tanto feitas fisicamente com virtualmente.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Mundo celebra dia da Língua Portuguesa</title>
		<link>https://www.forbespt.com/mundo-celebra-dia-da-lingua-portuguesa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Domingos Amaro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 May 2021 07:09:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Forbes Life]]></category>
		<category><![CDATA[lusofonia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Hoje, 5 de Maio, assinala-se o Dia Mundial da Língua Portuguesa, um reconhecimento global de uma língua que é falada em nove países, nomeadamente Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste. A data foi oficialmente estabelecida em 2009 pela Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), organização [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje, 5 de Maio, assinala-se o Dia Mundial da Língua Portuguesa, um reconhecimento global de uma língua que é falada em nove países, nomeadamente Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste.</p>
<p>A data foi oficialmente estabelecida em 2009 pela Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), organização intergovernamental, parceira oficial da UNESCO desde 2000, que reúne os povos que têm a língua portuguesa como um dos fundamentos da sua identidade específica – para celebrar a língua portuguesa e as culturas lusófonas.</p>
<p>Em 2019, a 40ª sessão da Conferência Geral da UNESCO decidiu proclamar o 5 de Maio de cada ano como &#8220;Dia Mundial da Língua Portuguesa&#8221;.</p>
<p>Em alusão à data, o secretário-geral das Nações Unidas (ONU), António Guterres, felicita a comunidade lusófona pela iniciativa de celebrar a data e defende que a riqueza de uma língua se mede pela diversidade e pela inclusão das suas vozes num vídeo que pode aceder  <a href="https://youtu.be/lLYGtybbqck">aqui.</a></p>
<p>“Nas Nações Unidas, como em outras Organizações Internacionais, a língua portuguesa é uma via privilegiada para chegar a vastos extratos populacionais espalhados por todos os continentes. O sucesso do serviço em língua portuguesa da ONU <em>News</em> é disso um bom exemplo. Celebramos este dia mundial num contexto de desafios complexos&#8221;, considera.</p>
<p>Para o líder, as línguas têm um papel insubstituível, enquanto um traço entre povos, onde a diversidade e a multipolaridade ganham raízes. Por isso, acrescenta, o papel da língua portuguesa e de todas as línguas na mobilização e disseminação de todo o conhecimento e da informação credível, será particularmente importante no presente e no futuro.</p>
<blockquote><p>“Esta data é um reconhecimento justo da relevância global da língua portuguesa. Estou seguro de que o seu futuro continuará a ser enriquecido pela diversidade e solidariedade de todas as suas vozes”, afirma Guterres, reforçando o papel das mulheres e dos jovens.</p></blockquote>
<p>Por sua vez, o Secretário Executivo da CPLP, Francisco Ribeiro Telles, considera que a língua portuguesa não é só património de Portugal, mas um pouco do mundo inteiro, pela sua presença além-fronteiras, com uma dimensão escrita e falada que se tem adaptado e incorporado em várias culturas. Telles considera diz que o 5 de Maio é uma data “muito importante” para a CPLP, pois o português é um dos grandes elos que une os países da comunidade.</p>
<p>“O lema do secretariado executivo da CPLP para as comemorações oficiais da data é a promoção e difusão da língua portuguesa, estratégias globais e políticas nacionais. Entretanto, o Português continua a ser, hoje, uma das principais línguas de comunicação internacional e uma língua com uma forte extensão geográfica, destinada a aumentar”, refere o responsável.</p>
<p>A língua portuguesa, com mais de 260 milhões de falantes espalhados em todos os continentes, é hoje a 5ª mais difundida e falada no planeta, a primeira do Hemisfério Sul e o terceiro idioma europeu mais utilizado a nível global. É também uma das línguas mais usadas na internet e nas redes sociais, que poderá chegar a 500 milhões de falantes até ao final deste século, de acordo com as estimativas das Nações Unidas.</p>
<p><strong>Várias atividades marcam celebração da data </strong></p>
<p>No ano em que a CPLP comemora o seu 25º aniversário a 17 de Julho próximo, estão a ser realizados, em alusão ao Dia Mundial da língua portuguesa, diversas atividades um pouco por todo o mundo, em que se destacam ciclos de debates, lançamentos de obras literárias, eventos académicos, exposições e projeções de filmes.</p>
<p>Na Cimeira de Negócios da CPLP que decorre em Malabo, Guiné Equatorial, entre os dias 5 e 7 de Maio, a data também será destacada e comemorada pelo seu sentido unificador.</p>
<p>A Matriz Portuguesa – Associação para o Desenvolvimento da Cultura e do Conhecimento, em parceria com a UCCLA e o Círculo de Escritores Moçambicanos na Diáspora, promovem a Cimeira Femina 2021, sob o lema “A Língua Portuguesa é Património da Humanidade”, desde o dia 3, com término agendado para 7 de Maio. O evento, que decorre pela plataforma Zoom, enquadra-se também nas comemorações do 725º aniversário da adoção do Português como Língua Oficial de Portugal.</p>
<p>De igual modo, até 7 de Maio, o Museu da Língua Portuguesa realiza uma série de atividades, em que se incluem lives, exibição de vídeos e visitação especial pré-reabertura.</p>
<p>A Euronews, o canal de notícias mais visto na Europa, não ficou de fora e celebra o dia com uma emissão especial na TV e uma página dedicada em pt.euronews.com, onde serão divulgados múltiplos conteúdos. O “objetivo é colocar em evidência a diversidade da língua e da cultura lusófona”, refere a estação televisiva de informação multilingue.</p>
<p>Já a secretária-geral Ibero-Americana (SEGIB) organiza a Semana de Divulgação Cultural dos Países de Língua Portuguesa, de 4 a 6 deste mês.</p>
<p>Com este evento <em>online</em>, a SEGIB pretende promover a cultura dos países de língua portuguesa como componente essencial do espaço ibero-americano; aproximar a Conferência Ibero-Americana e a Comunidade de Países de Língua Portuguesa, reconhecendo o português como ponto de interconexão; contribuir para a projeção internacional do português na região ibero-americana e fortalecer o conhecimento e valorização da diversidade cultural.</p>
<p>Neste dia, para além do painel de debates, está prevista ainda a realização de uma sessão solene com as intervenções do secretário executivo da CPLP, do embaixador Eurico Monteiro, em representação da presidência cabo-verdiana em exercício da CPLP, a entrega do Prémio Fernão Mendes Pinto e do Prémio da União das Cidades Capitais de Língua Portuguesa (UCCLA), seguido de um momento musical, protagonizado pelo cantor angolano Paulo Flores.</p>
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		<title>Portugal é o 12º país europeu com mais vítimas de stalkerware</title>
		<link>https://www.forbespt.com/portugal-e-o-12o-pais-europeu-com-mais-vitimas-de-stalkerware/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Domingos Amaro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Apr 2021 16:47:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Listas]]></category>
		<category><![CDATA[cibersegurança]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O controlo de uma pessoa através do seu telemóvel ou computador é uma forma de violência e o stalkerware, enquanto software que permite vigiar secretamente outras pessoas através dos seus dispositivos, converteu-se numa ameaça real e em constante evolução, segundo um estudo da Kaspersky, empresa global de cibersegurança e privacidade digital. O documento denominado “O [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O controlo de uma pessoa através do seu telemóvel ou computador é uma forma de violência e o <em>stalkerware</em>, enquanto software que permite vigiar secretamente outras pessoas através dos seus dispositivos, converteu-se numa ameaça real e em constante evolução, segundo um estudo da Kaspersky, empresa global de cibersegurança e privacidade digital.</p>
<p>O documento denominado “O Estado do Stalkerware em 2020” a que a FORBES teve acesso, salienta que a ameaça do <em>stalkerware</em> se tem agravado desde o início da pandemia, chegando a ser considerada pelas Nações Unidas como uma “pandemia na sombra”. A Kaspersky detetou que cerca de 54 mil utilizadores de telemóveis da empresa foram afetados por <em>stalkerware</em> no mundo, ao longo de 2020.</p>
<p>No caso de Portugal, indica o estudo, foram identificadas, no ano passado, cerca de 127 vítimas de <em>stalkerware</em>, colocando o país na 12ª posição, a nível da Europa, e na 54ª no mundo, na lista dos países mais afetados por <em>stalkerware</em>.</p>
<blockquote><p>Apesar de se ter registado uma ligeira descida face ao ano de 2019, onde foram identificadas 187 vítimas, o estudo revela que esta forma de ciberviolência continua a ser um problema, estando a Rússia, o Brasil, os EUA, a Índia e o México no topo do ranking mundial dos mais atingidos.</p></blockquote>
<p>De acordo com o relatório, este <em>software</em> permite, por exemplo, ler tudo o que uma pessoa escreve no seu telemóvel, ao poder registar cada tecla pressionada. Além das mensagens, permite ainda saber as credenciais para usar serviços como <em>apps</em> bancárias, lojas <em>online</em> e redes sociais.</p>
<p>Para fazer frente à esta ameaça, a Organização Internacional de Polícia Criminal (INTERPOL) juntou-se à Coligação Contra o Stalkerware, com objetivo de melhorar a capacidade das forças de segurança em todo o mundo, na investigação da utilização de programas de <em>stalkerware</em>.</p>
<p>Os membros que integram a Coligação Contra o Stalkerware no mundo e que trabalham com as vítimas registaram um grande aumento no número de casos de violência doméstica e abuso tecnológico, durante o ano passado.</p>
<p>A Coligação Contra o Stalkerware (<em>Coalition Against Stalkerware</em>) é uma organização dedicada ao combate do abuso e assédio, através da criação e utilização de <em>stalkerware</em>. Atualmente, é formada por agências internacionais de serviço direto às vítimas, bem como por empresas de cibersegurança.</p>
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		<title>Campanha de crowdlending angaria 25 mil euros para apoiar autistas</title>
		<link>https://www.forbespt.com/campanha-de-crowdlending-angaria-25-mil-euros-para-apoiar-autistas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Domingos Amaro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Apr 2021 06:50:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empreendedores]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedorismo social]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Vencer Autismo – organização não-governamental sem fins lucrativos, que se dedica a apoiar pessoas portadoras de deficiência – recorreu à plataforma de crowdlending GoParity para obter um financiamento de 25 mil euros. De acordo com um comunicado enviado à FORBES, a iniciativa tem como objetivo combater o estigma do autismo. Os fundos foram angariados [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Vencer Autismo – organização não-governamental sem fins lucrativos, que se dedica a apoiar pessoas portadoras de deficiência – recorreu à plataforma de <em>crowdlending</em> GoParity para obter um financiamento de 25 mil euros.</p>
<p>De acordo com um comunicado enviado à FORBES, a iniciativa tem como objetivo combater o estigma do autismo. Os fundos foram angariados em menos de dois dias e a organização pretende com este resultado, caso o modelo se prove sustentável em Portugal, estender a sua atividade a outros países.</p>
<p>O documento explica que a sustentabilidade financeira das entidades da economia social sem fins lucrativos assenta em modelos de trabalho voluntário, doações, subvenções, benefícios fiscais e linhas de financiamento governamentais, o que condiciona muitas vezes o crescimento destas instituições, a captação de talento, a atratividade do setor, a competitividade e a capacidade de resolução dos desafios sociais a que se propõem resolver.</p>
<p>No entanto, para realização das suas atividades, a Vencer Autismo decidiu optar num modelo inovador de financiamento colaborativo por empréstimo, onde a GoParity, através da sua comunidade de quase 11 mil investidores, conseguiu financiar o projeto.</p>
<p>O comunicado não revela os moldes em que foi operado a transação, nem o período para o reembolso, mas, avança que a ONG terá de devolver o empréstimo angariado, com juros.</p>
<p>O co-fundador da Vencer Autismo, Joe Santos, avança no comunicado que a organização está a testar um modelo de financiamento diferente para expandir a ação ao Brasil. “Fomos surpreendidos quando, em menos de 36 horas conseguimos angariar 25 mil euros na GoParity. A rapidez e desburocratização dos processos em nada são comparáveis à banca. É a prova de que o poder está nas pessoas a quem recorremos para o financiamento”, considera.</p>
<p>A Vencer Autismo atua na promoção da inclusão das pessoas com autismo, através do entendimento e redução do estigma a elas associado. Até à data, mais de 55 mil pessoas assistiram aos eventos e palestras da organização, em mais de 60 cidades portuguesas. Só em 2020, mais de 23 mil pessoas inscreveram-se nos diversos eventos e 98% das que assistiram consideraram que a sua participação contribuiu muito para o seu entendimento sobre o autismo.</p>
<p>Já a GoParity é a primeira plataforma portuguesa de acesso a investimento de impacto, com base num dos 17 Objetivos para o Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas. Junta projetos de impacto social e ambiental à procura de financiamento a pessoas que queiram investir em negócios que promovam a sustentabilidade. Investiu já em projetos muito diversificados, desde os fotovoltaicos ao turismo sustentável, mobilidade elétrica à moda sustentável e das comunidades de talento rurais à indústria do mar.</p>
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		<title>Sustentabilidade é fator estratégico para 48,7% das empresas</title>
		<link>https://www.forbespt.com/sustentabilidade-e-fator-estrategico-para-487-das-empresas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Domingos Amaro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Apr 2021 14:44:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[estudo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nos últimos três anos, os temas da sustentabilidade ambiental e da economia circular têm estado na ordem do dia. Por incentivos do Governo Português e da Comissão Europeia e, também, por pressão dos consumidores, as empresas e organizações públicas iniciaram a transição para um futuro mais sustentável. Perante o cenário atual de pandemia global, a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Nos últimos três anos, os temas da sustentabilidade ambiental e da economia circular têm estado na ordem do dia. Por incentivos do Governo Português e da Comissão Europeia e, também, por pressão dos consumidores, as empresas e organizações públicas iniciaram a transição para um futuro mais sustentável.</p>
<p>Perante o cenário atual de pandemia global, a Porto Business School e a Aliados Consulting uniram-se para apurar o impacto da Covid-19 na sustentabilidade das pequenas, médias e grandes empresas no mercado nacional.</p>
<p>O estudo a que a FORBES teve acesso, concluí que quase metade (48,7%) das empresas inquiridas classifica a sustentabilidade como “muito importante na estratégia da empresa”, mas 43,6% não possui orçamento dedicado à esta área.</p>
<p>Por outro lado, aponta que cerca de 23% das mesmas [empresas] refere não saber qual o orçamento dedicado ou se ele existe na empresa, o que indica que ainda há um longo caminho a percorrer, apesar do efeito natural da pandemia que ajudou a acelerar essa transição.</p>
<p>A análise refere ainda que no contexto pré-Covid-19, a maioria das empresas já atribuía uma importância elevada à sustentabilidade, mas isso continua a não estar refletido nas suas práticas, uma vez que, a juntar à falta de orçamento dedicado, existe também uma escassez de iniciativas internas, recursos e estruturas de governança para estimular essas alterações.</p>
<p>No entanto, a perceção de que a sustentabilidade será um fator competitivo no futuro é um dado adquirido pelas empresas. Quase dois terços das mesmas manteve o foco na sustentabilidade ao longo do período analisado e cerca de metade manterá o mesmo foco e o mesmo orçamento no rescaldo da pandemia.</p>
<p>Torna-se, assim, evidente que o caminho da recuperação económica das empresas passará, em parte, pela sustentabilidade, mas serão necessários mais incentivos financeiros e não financeiros para que a aposta se torne mais efetiva, avança o relatório.</p>
<p>O “Estudo de Impacto Covid-19 na Sustentabilidade”, desenvolvido pela Porto Business School e pela Aliados Consulting, inqueriu 39 empresas de diversos setores, predominantemente dos concelhos do Porto, Lisboa e Aveiro, que no conjunto representam 82,1% dos inquiridos.</p>
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